Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.

Pidismo de Estado

leave a comment »

INSPECÇÃO SIMPLEX À LAIA DE BUFOS

Inspecção cria secção de queixa electrónica

A Inspecção Geral da Educação criou, na sua página oficial, uma secção de apresentação de queixas contra escolas. Nem dá para acreditar. Mas é verdade!

“É o espaço ideal para pais ressabiados fazerem queixas dos professores. E hoje em dia, há pais a fazerem queixa de tudo: porque o professor embirra com o filho, porque o professor não deu 19 ao filho e ele assim não pode aspirar a entrar para Medicina e até porque o professor não deixou a filha atender o telemóvel na aula. De há três anos para cá que se nota uma alteração de fundo no papel dos inspectores. Antes de 2005, os inspectores visitavam as escolas quando tinham de visitar e faziam-no com um propósito formativo. Ajudavam os professores a diagnosticar as falhas e a encontrar soluções para os problemas. Nos últimos três anos, os inspectores passaram a ter um papel repressivo e punitivo.

Todos os professores notaram essa mudança. É uma mudança tão notória que se verifica até no modo como os inspectores falam e se relacionam com os professores. A marca dominante, nos últimos três anos, é o distanciamento.”

Para os professores se queixarem dos alunos, dos encarregados de educação, ou até dos órgãos de gestão, não existe esta facilidade electrónica, pois terão de recorrer às burocracias dos tribunais, nomeadamente o Ministério Público, sendo aconselhados a constituir advogado e a pagar-lhe com o seu vencimento. in

mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com (6 de Maio de 2008 )

Estado do sítio

Como os pobres dos banqueiros não estão para gerir contas com saldos médios inferiores a determinado limiar (5.000 euros em muitos casos), vai daí e estabeleceram custos de manutenção que, em alguns bancos, podem chegar aos 62 euros. Fora isso, os clientes já pagam muitos dos cartões que usam e juros enormes no crédito que utilizam. Um autêntico negócio da China…

Depois há as empresas públicas, parcialmente privadas, como a Gáz Lisboa, que se lembram de cobrar supostos acertos de facturas antigas de 3 ou 4 anos. Quantos milhões lucrou a Gáz Lisboa com esses “acertos”, que a generalidade dos utentes não pôde confirmar porque não guardou, ou não conseguiu encontrar, facturas tão atrasadas?

Claramente “já chegamos à Madeira”, e a Comissão Europeia – que se preocupa tanto com os queijos artesanais e regulamenta o seu fabrico – fecha os olhos a estas arbitrariedades terceiro-mundistas. Está-se mesmo a ver que UE tem um belíssimo e impressionante futuro pela frente… e cada vez mais nos apercebemos da sua grande utilidade…

Escrito por Tollwut

Maio 6, 2008 às 7:04 pm

Publicado em ME, educação

Tagged with ,

Deixe uma Resposta