Louçã vs. Sócrates: Ataques pessoais e combustíveis
Decorreu esta tarde mais um debate quinzenal no Parlamento. Apesar de ter mudado o modelo do debate, consideramos que estão a tornar-se enfadonhos. Os deputados e o primeiro-ministro ainda não perceberam que o mais importante não é, cada um dos intervenientes, passar o tempo a olhar para o seu umbigo.
Fora do Parlamento há pessoas, há empresas, etc. com diversificados problemas que nada têm a ver com a simples retórica.
O debate de hoje não mudou muito e, para não ser diferente, teve um momento com alguma agitação, no confronto Sócrates – Louçã. O primeiro-ministro, bem, lembrou a necessidade do debate ter “alguns princípios“, simplesmente não pode ignorar esses “princípios” e na resposta a Louçã não respeitou esses “princípios“.
Saindo dos princípios o que hoje me surpreendeu foi o facto de José Sócrates, à saída do debate, nos espaços perdidos, ter estado tanto tempo a justificar-se aos jornalistas. Algo está a preocupar o primeiro-ministro pois não é habitual José Sócrates justificar-se . . . explicar-se e irritar-se, como aconteceu quando lhe perguntaram a opinião sobre a proposta do Presidente francês sobre os combustíveis.
Formulamos votos para que o próximo debate suscite uma discussão séria sobre os verdadeiros problemas que preocupam os portugueses – as crianças, os jovens e os idosos.
























































