Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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Em Portugal: 3 milhões infelizes no amor

Uma infelicidade nunca vem só, depois da crise económico vem a crise amorosa

Em Portugal há cerca de três milhões de adultos infelizes com a vida sexual. Um resultado que coloca os portugueses no fundo da tabela mundial de satisfação sexual, de acordo com os dois últimos inquéritos multinacionais. Especialistas alertam para consequente perda de apetite sexual e depressão. Em Fevereiro o estudo ‘Global Health Survey’ revelava que os portugueses são os que dizem fazer mais sexo. Realizado em vinte países, este trabalho envolveu respostas de vinte mil homens. No campo da satisfação sexual o estudo demonstrou uma realidade preocupante: Portugal surgiu no penúltimo lugar, ou seja, no 19º lugar. Pior só a Itália.

Para melhorarmos esta performance negativa, deixo aqui para os 3 milhões de portugueses infelizes, alguns estímulos.

Espero que sejam suficientes para vos animar e sairmos do fundo da tabela…


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Petróleo fixa novos recordes nos mercados internacionais: 143,91 dólares

Imagem do campo petrolfero de Khurais, na Arábia Saudita
Ali Haider, EPA O petróleo regista o maior aumento em seis meses

Os preços do barril de petróleo atingiram um novo recorde, ultrapassando a fasquia dos 143 dólares em Nova Iorque e no mercado de futuros de Londres, referência para a Europa.

Em Londres, o barril de Brent, que serve de referência para o mercado português, atingiu durante a manhã os 143,91 dólares. Em Nova Iorque, o barril de light sweet crude para entrega em Agosto subiu mais de três dólares e atingiu novo máximo histórico nos 143,67 dólares.

Às 17h20, os preços aliviavam dos máximos fixados durante a manhã. O barril de Brent para entrega em Agosto fixava-se, no ICE de Londres, em 140,69 dólares, registando uma subida de 38 cêntimos. No Nymex, em Nova Iorque, o barril de crude transaccionava-se a ascender 40 cêntimos para os 140,61 dólares.

O petróleo regista o maior aumento em seis meses desde 1999. Os preços já aumentaram, este ano, perto de 59 por cento.

Os investidores estão a optar pelas matérias-primas em detrimento dos mercados de acções, na procura de protecção face à debilidade da divisa norte-americana e às pressões inflacionistas.


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Noam Chomsky: “EUA insistem em manter uma atitude de Estado fora da lei”

Ali: Em 1969 o senhor publicou seu primeiro trabalho político de importância, “American Power and the New Mandarins” (O poder norte-americano e os novos mandarins) uma acerada crítica à intervenção dos Estados Unidos no Vietnã e no Sudeste asiático. Como sabe, muitos estabelecem paralelos entre a atual guerra do Iraque e a do Vietnã. Outros, é claro, rejeitam esta comparação. O senhor, como pessoa com grande experiência no estudo de ambos os momentos, tão significativos historicamente, considera que esse paralelismo é prematuro e ousado? Ou acredita que podem ser estabelecidas semelhanças importantes entre ambas as guerras no que se refere à intervenção norte-americana?

Chomsky: A primeira semelhança guarda relação com o modo de considerar as guerras nos Estados Unidos e no Ocidente em geral. Marginais a parte, as opiniões oscilam entre o que se conhece como falcões e pombas. Em ambos os casos, os falcões garantiam que uma intervenção maior dos Estados Unidos poderia levar à vitória. As pombas, também nos dois casos, participam da opinião expressa por Barack Obama sobre o Iraque (trata-se de uma gafe estratégica, que está saindo cara demais para nós) ou pelo destacado historiador de centro-esquerda e assessor de Kennedy, Arthur Schlesinger, em 1966, quando o Vietnã já aparecia como uma aventura custosa demais para os Estados Unidos. Schlesinger afirmou na época: todos rezamos para que os falcões tenham razão e que um número maior de tropas nos traga a vitória. E, se no fim, resultar que temos razão – dizia – todos elogiaremos a sabedoria e a liderança do governo norte-americano, que conseguiu uma vitória deixando para atrás esse trágico país destripado e devastado pelas bombas, queimado pelo napalm e desertificado pela defoliação química, um país de ruína e escombros, com seu tecido político e institucional totalmente destruído.

Mas Schlesinger não acreditava que a escalada teria sucesso, e sim, pelo contrário, que poderia nos custar caro demais, o que parecia indicar a necessidade de pensar novamente toda a estratégia. A posição das pombas em relação ao Iraque é bastante parecida. Se, por exemplo, o general Petraeus pudesse conseguir algo parecido ao que Putin conseguiu na Chechênia, seria elevado aos altares, com o aplauso das pombas progressistas.

É quase inconcebível, dentro dos rumos estabelecidos da cultura intelectual ocidental, a possibilidade de se fazer uma crítica da guerra baseada em questões de princípio, ou seja, o tipo de crítica que fazemos, reflexiva e adequadamente, quando algum país inimigo comete uma agressão: por exemplo, quando a Rússia invadiu a Checoslováquia, o Afeganistão ou a Chechênia. Não criticamos estas ações por razões de custo, erro, por terem sido uma grande gafe ou por estancamento. Em vez disso, condenamos essas ações como horrendos crimes de guerra, tanto se elas são bem-sucedidas quanto se não.

Em si mesmas, as guerras do Vietnã e do Iraque, contudo, são muito diferentes por seus motivos e caráter. O Vietnã não tinha, por si mesmo, nenhum valor para os Estados Unidos, embora o presidente Eisenhower tenha tentado conseguir apoio para a sua violação dos acordos de paz de Genebra recorrendo aos recursos, de estanho e borracha disponíveis naquele país. Se o Vietnã tivesse desaparecido do mapa, afundado no mar, isso não teria significado grande coisa para os planejadores norte-americanos. O Iraque é uma coisa totalmente diferente. Tem, provavelmente, as segundas maiores reservas petrolíferas do mundo, com a particularidade extra de que são de fácil extração. E, além disso, está exatamente no centro geográfico mundial dos maiores recursos energéticos mundiais, facilmente exploráveis.

No caso do Vietnã, a preocupação consistia em que um desenvolvimento independente e bem-sucedido desse país podia ser um vírus que poderia estender o contágio para outros, se aceitarmos a retórica de Henry Kissinger em relação ao socialismo democrático no Chile. Este raciocínio tem sido o motivo primordial de intervenção militar e de subversão em todo o mundo a partir da II Guerra Mundial, é a versão racional da teoria do dominó. O contágio consiste em que outros que sofrem dos mesmos males possam ver em um desenvolvimento independente e exitoso um modelo, e possam tentar seguir por esta mesma via, o que provocaria a erosão do sistema de dominação. Por isso, até o mais pequeno e débil país representa uma ameaça extrema à ordem.

Os assuntos internacionais são, em grande medida, como os assuntos da máfia: um Padrinho não pode tolerar a desobediência, nem sequer a de um pequeno lojista que se recuse a pagar pela proteção, porque a maçã podre poderia fazer apodrecer o barril inteiro, na terminologia dos planejadores norte-americanos: aqui, a podridão consiste em um desenvolvimento independente exitoso, à margem do controle norte-americano. Temia-se que o Vietnã pudesse infectar seus vizinhos, como a Indonésia, com seus ricos recursos. E que o Japão – que o destacado historiador da Ásia John Dower chamava de superdominó– pudesse acomodar-se a uma Ásia Oriental independente, transformando-se, com isso, em seu centro industrial e tecnológico, tornando realidade a nova ordem que o Japão fascista havia tentado construir pela força durante a II Guerra Mundial. Os Estados Unidos não estavam dispostos a perder a fase do Pacífico da II Guerra Mundial apenas poucos anos depois.

Quando se teme que o contágio possa se estender é preciso destruir o vírus e inocular aqueles que poderiam se infectar. E esta operação foi feita. O Vietnã sofreu uma quase total destruição (assim como toda a Indochina, quando os EUA estenderam sua guerra para o Laos e a Camboja). No fim de 1960, era evidente que nunca poderia ser modelo para ninguém e que a mera sobrevivência seria obra da providência. E a região foi inoculada por meio da imposição de tiranos assassinos: Suharto na Indonésia, Marcos nas Filipinas, etc. O golpe militar de Suharto, em 1965, foi particularmente importante, e foi descrito com toda precisão: o New York Times afirmou que se tratava de um “assassinato massivo horripilante” –e também como “um raio de luz na Ásia”–, em momentos em que o exército do ditador assassinava um número estimado em um milhão de pessoas, em sua maior parte camponeses sem terras; destruía o único partido político popular de massas do país, um partido dos pobres, como foi descrito pelo especialista australiano Harold Crouch, e abria a porta dos ricos recursos do país para sua exploração pelas corporações ocidentais. A euforia nem sequer foi dissimulada. Retrospectivamente, o assessor de segurança nacional de Kennedy e Johnson, McGeorge Bundy, afirmou que os Estados Unidos poderiam ter posto fim à guerra do Vietnã em 1965, depois desta grande vitória da liberdade e da justiça.

Os Estados Unidos conseguiram uma significativa vitória na Indochina, apesar de não terem conseguido seu objetivo máximo: instalar um Estado satélite. Por conseguinte, para a consciência imperial a guerra do Vietnã foi um desastre.

Como já disse, o Iraque é outra coisa. É valioso demais para ser destruído. É fundamental que permaneça sob o controle dos EUA, na medida de tudo o que for possível, em forma de Estado satélite obediente que abrigue importantes bases militares norte-americanas. Sempre foi evidente que este era o objetivo primordial da invasão, mas agora isso não precisa sequer ser discutido. Estes planos foram explicitados pelo governo Bush com sua declaração de novembro de 2007 e por afirmações posteriores, acompanhadas da descarada exigência de que as grandes corporações norte-americanas do petróleo tenham acesso privilegiado às enormes reservas de cru do Iraque.

Ali: Parece que o público norte-americano finalmente descobriu, depois de 60 anos, a existência do Paquistão. O general Musharraf é sincero quando afirma querer reconstituir a democracia em seu país? Concretamente, por que os Estados Unidos confiam em Musharraf mais do que em outros rivais potenciais, como Bhutto e Zardari, do PPP, Nawaaz Sharif, etc., em sua guerra contra o terrorismo e sua busca e captura de Bin Laden?

Chomsky: Não devemos perder tempo valorando as intenções de Musharraf de reconstituir a democracia. Os Estados Unidos apoiaram-no tanto tempo quanto possível, do mesmo modo que apoiaram outros tiranos, como Zia ul-Haq. A escolha de um determinado aliado é feita seguindo um critério muito simples: trata-se de buscar o satélite mais leal, aquele que mais nos garanta que vai obedecer ordens. Apesar de alguma exceção ocasional, a uniformidade é impressionante.

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Pólo Norte poderá ficar sem gelo este Verão

O Pólo Norte poderá ficar sem gelo este Verão devido ao aquecimento global, alertaram investigadores do Centro de Dados sobre Gelo e Neve dos Estados Unidos. Segundo os cientistas, a probabilidade de o gelo que cobre o Árctico derreter é de mais de 50 por cento.

A camada espessa de gelo, que durante muitos anos cobriu a região, ter vindo a derreter e ter dado lugar a uma enorme placa de gelo fino, que pode facilmente derreter com o Verão.

O aquecimento global está a afectar também, e de forma grave, as regiões polares do planeta, referem os cientistas, citados pelo jornal espanhol “El País”.

Os cientistas temem agora que o desaparecimento de uma parte importante do gelo leve a outra consequência: o oceano absorva mais calor e faça aumentar ainda mais as temperaturas do clima local.

Se isto ocorresse originaria um problema ambiental, mas também político, uma vez que as nações com territórios no Oceano Glaciar Árctico poderiam aceder com mais facilidade aos valiosos recursos naturais desta zona do planeta, ainda por explorar.

Fonte: Lusa


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Mais um Tacho Milionário

ESPALHEM MAIS ESTE ESCÂNDALO:
EDP Renováveis – Porque só há dividendos em 2012…

Salário Milionário (EDP Renováveis)
EDP Renováveis
Salário da CEO pode superar 1 milhão
Uma remuneração anual fixa de 384 mil euros prevista para 2008, à qual acresce uma contribuição para o plano de pensão e ainda um prémio anual e um prémio plurianual para períodos de três anos, cada um dos quais até uma verba máxima de 100% do salário base.

Uma remuneração anual fixa de 384 mil euros prevista para 2008, à qual acresce uma contribuição para o plano de pensão e ainda um prémio anual e um prémio plurianual para períodos de três anos, cada um dos quais até uma verba máxima de 100% do salário base.

Ou seja, se todos os seus objectivos de desempenho forem cumpridos, Ana Maria Fernandes poderá receber mais de 1,1 milhão de euros no seu primeiro ano como presidente de EDP Renováveis após a entrada da empresa na bolsa. Os valores constam do prospecto de admissão.

NOTA: São quase 2.000 salários mínimos ou seja cerca o trabalho de 143 anos pelo salário mínimo. Como é possível? É pior do que no Futebol.

Assim a EDP faz negócio e, se falha, obriga os clientes a pagarem os erros da sua gestão, como nas dívidas incobráveis que agora quer exigir aos pagadores honestos .

Esta Srª  a quem pertence? de quem é amiga?

Mais um «TACHO DOURADO», para membro do clã


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O Tratado de Lisboa e a Pena de Morte

Reintrodução da Pena de Morte através da Constituição Europeia?

Por Rainer Daehnhardt

*      O totalitarismo da obediência partidária criou, em muitos políticos europeus, uma cegueira, que os impossibilita de ver a realidade. Nem sequer se dão ao trabalho de ler os volumes das imensas leis que gabinetes de comissários (eleitos por ninguém, à boa maneira soviética) lhes colocam em cima das mesas, em vésperas de votação!

*      Felizmente houve dois países (a Holanda e a França), onde alguém se deu ao trabalho de ler as largas centenas de páginas da “Proposta para uma Constituição Europeia” e souberam avisar os seus cidadãos dos perigos daí eminentes, ao ponto de chumbar este “feto deformado”!

*      Um dos pontos mais graves desta aberração, consiste na reintrodução de interpretações de leis de estilo estalinista-hitleriano-maoista, bem patente também no cinicamente chamado “Patriotic Act”, imposto aos EUA após o 11 de Setembro de 2001.

*      Como “lobo disfarçado em pele de ovelha”, ordena a referida “Proposta da Constituição Europeia” (na página 433 da versão alemã), que «Ninguém pode ser condenado à pena de morte ou executado».

*      Satisfeitos com estas afirmações já poucos leitores se dão ao trabalho de ler as “letras miúdas” dos comentários (pág. 434), que nos indicam como devemos entender esta lei e as suas excepções.

Assim, passa para muitos despercebido que um homicídio não será considerado violação deste artigo, se for:

a) Em consequência do emprego de força absolutamente necessário para defender alguém contra uma violência ilegal (será este o caso da guerra civil, onde tropas do Ministério do Interior podem abrir fogo sobre manifestantes?);

b) Em consequência do emprego de força para prender alguém legalmente ou impedir a fuga de alguém a quem tiverem legalmente privado de liberdade (será este o caso em que se pode abater alguém durante a fuga?);

c) Em consequência do emprego da força para abafar legalmente uma insurreição ou revolta (será este o caso em que se podem usar metralhadoras contra manifestantes desarmados?).

*      O artigo 2º da acta nº 6 do EMRK diz: «Um estado pode prever a pena de morte na sua legislação para actos cometidos em tempo de guerra ou em caso de uma guerra iminente; esta pena só pode ser aplicada em casos previstos por lei e em harmonia com estas disposições». O artigo, porém, não indica onde se encontram as fronteiras deste tipo de casos, permitindo assim todo o género de interpretações, conforme as conveniências politicas da ocasião, ou seja, o fim da democracia e sua substituição pelo totalitarismo.

In “Grifo


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A Destruição da Carreira

Foi com ele que tudo começou. É um “case study” de como a engenharia social é a arma de todos os modernaços, dos estalinistas aos socialistas travesti. Como arma de combate político e de destruição dos inimigos internos externos, foi usada ate à exaustão por Lenine e Staline. Que tenha regressado a Portugal pela mão de dois ex-anarquistas e libertários é apenas uma questão de pormenor e que confirma a velha tese de que “os extremos se tocam”. Agora, a engenharia social é usada pelos socialistas travesti com o objectivo de destruir uma profissão perigosa para o status quo. O professor como intelectual livre, com liberdade pedagógica, com tempo para o estudo e com liberdade de expressão e autonomia pedagógica é incompatível com o novo paradigma da escola dual: uma escola para as elites, exigente, disciplinada, tranquila e com um currículo assente no que de melhor construiu a nossa herança científica, tecnológica e artística e uma escola para as massas, os produtores, os executores, a geração dos 500 euros, que, em tempo de vacas magras, tem de ser utilitária, instrumental, eficaz e sem desperdícios. Fazer aceitar o segundo paradigma de escola, exige o silêncio e a extinção da liberdade e autonomia pedagógicas dos professores. Então, a ministra, ela própria especialista em engenharia social, lembrou-se de pedir auxílio ao seu mestre e mentor, João Freire, aquele que orientou a sua tese de doutoramento sobre a “engenharia social aplicada ao estudo da profissão de engenheiro”. O mentor, já reformado do ISCTE, mandou às urtigas o seu passado de sempre, anarquista e libertário, e aceitou o desafio. Em seis meses produziu o estudo sobre a reorganziação da profissão docente e a ministra pôs equipas e grupos de trabalho a plasmarem em leis, descretos-leis, portarias e despachos as conclusões e recomendações do estudo de João Freire. O estudo foi entregue em Dezembro de 2006 e um ano depois a profissão de professor, como a conhecíamos, estava destruída. A destruição foi tão rápida, intensa e profunda que a tornou irreconhecível. Foi um dano irreparável. O que se vai seguir já é presente: professores jovens a abandonarem a profissão, professores mais antigos a pedirem reformas antecipadas, professores revoltados e desanimados e jovens com vocação que vão escolher outras profissões porque sabem que “assim não se pode ser professor”.


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UE, espezinha Direitos Humanos.

OS NOVOS RACISTAS

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A imagem representa o que se irá passar na EU (União Europeia) a partir de 2010.Com a aprovação da lei “Directiva do Retorno” a Europa!!! deu ao Mundo um sinal de atraso, racismo, xenofobia e retirou de todos os compêndios a palavra SOLIDARIEDADE.

Os tecnocratas de Bruxelas não lêem, nunca leram a Declaração Universal dos Direitos do Homem, nomeadamente os …

ARTIGO 9.º
Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exiladoo.

ARTIGO 13.º
Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.

Para além da presente lei ser uma contradição aquilo que são os valores civilizacionais e do direitos dos povos.

A isto chamo a mais pura sacanice que alguma vez foi legislada, é a volta ao puro nazismo, ao desprezo pela vida e pela dignidade do Homem.

A partir de 2010, uma família que entre “ilegalmente” num qualquer país da UE, acontece-lhe o seguinte:

Marido e esposa são encarcerados a aguardar “julgamento” e podem-no estar até 18 meses!!!!! O que é ilegal.
Os filhos são “metidos” em prisões (ditas) normais longe dos pais a aguardar que apareça alguém do país originário a “reclama-los”, se não, aguardam pelo desfecho, “aguentando” na choça o mesmo tempo que os progenitores.

Nem o Hitler se lembrou de tal coisa, já só falta a tecnocracia fascizante de Bruxelas “enfiá-los” num qualquer gueto, talvez nos Pirinéus, ou porque não Auschwitz.

O que me deixa mais perplexo e completamente fora de mim, é os deputados do PSD/CDS votarem a favor e justificarem-no com esta preciosidade: “é uma legislação necessária, será melhor ter uma lei que não é perfeita do que não ter directiva nenhuma”. Palavras para quê, são deputados (pagos por todos nós) que não prestam, não merecem a nossa mínima consideração, são uns pulhas, uns malandros, uns sacanas, enfim, uns filhos de p….

Que gente é esta.



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Salta-lhe a tampa

Salta-me a tampa

Imagem daqui

O NOSSO PRIMEIRO

Francisco Queirós, professor e Coordenador da Comissão Concelhia de Coimbra do PCP, habitual colunista do Diário As Beiras, apresenta-nos, na sua coluna de hoje, dia 26 de Junho de 2008, um texto intitulado “O valente Dinis”, o qual começa da forma seguinte:

“José Sócrates esteve em Coimbra a 14 e 15 deste mês. Entre visitas e inaugurações teve tempo para convidar os sindicatos para uma reunião. Os dirigentes sindicais do distrito embora sem falsas esperanças não perderam a oportunidade de expor as suas posições ao primeiro-ministro. No início do encontro, mandavam as mais elementares regras de boa educação, o chefe do governo deveria cumprimentar os seus convidados com civilidade. O que fez Sócrates ? Dirigiu-se aos sindicalistas: “Então hoje como os senhores estão aqui não organizam nenhuma daquelas manifestações para me insultar!”. Um dos dirigentes sindicais rebateu: “Senhor primeiro-ministro permita-me que lhe diga que a forma como se nos dirigiu não foi nada correcta! Participo sempre em todas as manifestações contra as políticas do seu governo e nunca o insultei!”. Os presentes aguardaram ainda um pedido de desculpa, talvez uma discreta correcção de tom e de forma … Mas não! Sócrates acrescentou: “Ah! então vocês são os cobardes que ficam atrás a empurrar os que me insultam …”

Meus amigos
Admito diferenças ideológicas, admito metodologias diversas, aceito opiniões diferentes.
Mas isto não.
Bem sei que o Presidente da República é o representante máximo de todos os Portugueses.
Mas este senhor, infelizmente, também representa Portugal ao mais alto nível.
Porque nunca desistirei da minha condição de Português, só terei de dizer muito concretamente que não me sinto representado por pessoas como esta.
Como direi também que, se até hoje tinha, para mim, que não voltaria a votar em eleições legislativas, face ao desencanto causado pelos políticos – DE TODOS OS PARTIDOS – agora mesmo direi que não deixarei de votar.
Não em alguém.
Mas contra este senhor.

António Martins

NOTA – Agradecendo que reencaminhem este mail para todos os vossos contactos, peço que não retirem nem o meu comentário, nem o meu nome. Porque se trata de comentário que muito me agrada assumir.

Recebido por e-mail, com pedido de reenvio.


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O Teatro


Shot the Sheriff

Ontem alguém se lembrou de disparar uns tiros para o ar perto do pavilhão onde algum tempo antes tinha estado o Engenheiro a falar da sua maravilhosa politica social que tantos pobrezinhos tem retirado da miséria. Fossem esses tiros dados na Musgueira, na Cova da Moura ou outro bairro do género e isso só faria com que os polícias saíssem da zona para não terem problemas. Assim juntaram-se em volta do pavilhão de Portimão desde a GNR, à Judiciária, passando pela PSP, Policia científica e de intervenção, as secretas mais a Brigada anti-terrorista e a de minas e armadilhas, o SEF e a ASAE. Muito provavelmente também lá terá estado a Brigada Veterinária, Ministros e Secretários de Estado, a Guarda Costeira, os Escuteiros de Portimão e os de Faro, Detectives Privados, Bombeiros e pensa-se a CIA, o MI5, a Mossad e o FBI. Há quem diga que se viram por lá também gente do KGB mas aí não há certezas.

O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, garantiu que o autor dos disparos contra o pavilhão onde tinha estado o primeiro-ministro não passará impune.

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping


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Calendário da Formação em Avaliação do Desempenho Docente

Datas  da Formação da Avaliação do Desempenho dos Docentes que no final do ano lectivo são desajustadas e irreais.

Por estes dias, as escolas andam a receber “propostas”, mais ou menos compulsivas, de acções de formação sobre avaliação. São acções destinadas aos “avaliadores” (membros de conselhos executivos e das comissões de avaliação e coordenadores de departamento) e a alguns (poucos) “avaliados”, estes últimos talvez destinados à triste função de cobaias – por antecipação, pois todos nós iremos ser ser “testados” neste sistema.

Não é difícil antever o que estas acções significam: um imenso trabalho de doutrinação – ou de lavagem do cérebro – que visa “evangelizar” o modelo de avaliação do desempenho que o Ministério pretende impor, convertendo-o numa “boa nova” que os professores deverão, depois, aplicar acriticamente. É mais um passo no esforço de arrebanhamento com que a equipa ministerial procura “pacificar” o próximo ano lectivo. Perante este quadro, a APEDE vem apelar a todos os professores, e em particular aos que irão participar (à força) nas referidas acções de formação, para que não descurem a atitude vigilante e para que mantenham o olhar crítico face a esta nova onda de propaganda. Contra a retórica com que os professores irão, certamente, ser inundados, convém recordar alguns dados elementares


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La suprématie américaine est un énorme danger mondial- CHARLES DE GAULLE

La suprématie américaine est un énorme danger mondial.
CHARLES DE GAULLE

bush wanted dead or alive

Il s’agit maintenant de nous débarrasser de leur domination.
CHARLES DE GAULLE

USSA
LA
BUSHERIE
bush evil empire
bush dieu bénisse l'amérique
statue de la liberté
l'aventure irakienne de bush
bush le million
bush et le pétrole

L’invasion militaire, l’agression sans limites, les massacres et la barbarie continuent contre l’Irak et son peuple. Sous la direction de BUSH, les seigneurs de la guerre des Etats-Unis et de la Grande-Bretagne se sont lancés dans une opération de destruction du peuple irakien et dans une opération de rapine des ressources naturelles de ce pays,
en particulier le pétrole et l’eau qui serviront de butin de guerre pour les entreprises multinationales.

bush blair

No meio do Atlântico, George W. Bush (EUA), Tony Blair (Reino Unido) e José Maria Aznar (Espanha), recebidos pelo primeiro-ministro português de então, Durão Barroso, reuniram-se, na tarde de 16 de Março de 2003, para uma cimeira que culminou, quatro dias depois, na madrugada de 20 do mesmo mês, com o início da intervenção militar no Iraque.

Desencadeada por uma coligação militar internacional, liderada pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido, e apoiada por Portugal e Espanha, entre outros países, a operação conduziu à ocupação militar do Iraque, que se mantém, e ao derrube do regime de Saddam Hussein, que viria a ser capturado, julgado e condenado à morte por enforcamento por um tribunal iraquiano.

Da reunião na ilha Terceira, nos Açores, havia saído um aparente derradeiro ultimato à ONU e a Saddam Hussein no sentido de se evitar uma intervenção militar no Iraque, alegadamente por via de uma solução diplomática para uma crise em que já então parecia inevitável o recurso à força das armas.

“Ou o Iraque se desarma ou é desarmado pela força”, afirmou George W. Bush, na conferência de imprensa final da Cimeira das Lajes, que decorreu na base militar portuguesa, que acolhe um destacamento militar norte-americano, ao abrigo do Acordo de Cooperação e Defesa assinado entre os dois países.

Bush referia-se à então tida como hipótese credível de o Iraque dispor de armas de destruição maciça, nomeadamente químicas, uma suspeita que, embora tivesse sido a principal justificação oficial para a intervenção militar externa no país, viria a revelar-se infundada e nunca suficientemente sustentada, como reconheceram anos depois, um a um, todos os protagonistas da Cimeira das Lajes.

L’impérialisme montre à nouveau son véritable visage et réaffirme ses mécanismes les plus classiques de domination : imposition militaire, soumission politique et oppression économique.

invasion de l'iraq
c'est super !
massacres en iraq
massacres en iraq
massacres en iraq


Le système néo-libéral, vise aussi à criminaliser les luttes sociales, à violer les droits les plus élémentaires de la personne humaine et à avancer vers un Etat d’exception qui impose,
par le feu et le sang, les plans de famine et de misère que l’accumulation capitaliste et les organismes financiers internationaux exigent.
Il s’agit là de la violence à l’état le plus pur.

BUSH BEN LADEN
cercueils
l'avenir pour les jeunes américains

L’ONU est aussi responsable du génocide contre le peuple irakien. La résolution 986 portant le titre ” Pétrole contre nourriture ” et, plus fondamentalement, les douze années d’embargo contre l’Irak voté par la France, l’Allemagne, la Russie et la Chine
( alors qu’aucune sanction ne fut prise contre Israël qui massacre le peuple palestinien )
ont coûté la vie à plus d’un million de personnes, dont quelque 800 000 d’enfants de moins de 5 ans. Et ces crimes ont été accomplis au nom de la ” légalité internationale “

enfant irakien
6 bush
enfant irakien
bush fuck mars
bush et la torture
J’ai reçu des menaces deMONSIEUR BUSH

par l’intermédiaire de ses services si je n’enlève pas la photo
que j’avais mise à cet endroit.
Aujourd’hui jeudi 3 mai 2007,
journée mondiale de la liberté de la presse.
Le pays de l’oncle SAM,
démocratie ou régime totalitaire ?

censured

USA
Pays le plus riche de la planète,
mais pays dans lequel le taux de pauvreté est de 19 %.
Pays de la liberté,
qui compte 2 millions de prisonniers,
ce qui représente le taux d’emprisonnement le plus élevé au monde.
Le plus souvent des pauvres incarcérés pour des délits mineurs.
Aux USA, on peut condamner quelqu’un à 30 ans de prison pour le vol d’une pizza en cas de récidive.
Pays qui pratique la peine de mort,
la torture à Guantanomo.
Pays dans lequel les armes sont en vente libre,
dans lequel les sites néo-nazis sont autorisés,
mais dans lequel on ne peut pas supporter qu’un petit blogger français se permette de critiquer ses dirigeants.

Et puis, après tout …
Même en enlevant cette photo, j’ai été censuré par Google,
alors la voici :

GOD BLESS AMERICA or GOD FUCK AMERICA ?
bush président des états-unis
GEORGE W BUSH
Le président de la première puissance mondiale
mais aussi
bush le roi des cons
W

Ses orientations politiques :

- Réduction des libertés au nom de la sécurité.
- Accroissement de la répression policière.
- Exaltation du patriotisme.
- Communautarisme et discrimination positive.
- Ultra-libéralisme économique.
- Colonialisme.
- Retour de la religion dans la politique.

Le fascisme dans toute son horreur !

bush=hitler
bush qui pense
In “Racal


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Os tiros: A Encenação continua até ser Mártir.

Tiros contra o pavilhão Arena foram premeditados!!!!!

Os disparos efectuados sexta-feira à noite contra o pavilhão Arena, em Portimão, onde José Sócrates discursou num jantar com militantes socialistas, foram premeditados. A notícia é avançada hoje pelo jornal ‘Público’.

Apesar da hipótese de atentado estar afastada, os agentes da PJ acreditam que houve intenção de intimidar. O autor dos tiros certificou-se que Sócrates, e o dispositivo de segurança que o acompanha, já tinha saído do local antes de disparar. Na noite de sexta-feira, fonte oficial do gabinete do primeiro-ministro garantiu ao Expresso que José Sócrates abandonou o local antes do incidente e “só se apercebeu do que tinha acontecido quando chegou ao hotel” onde estava alojado.

A polícia encontrou sete cápsulas de bala que poderão ter impressões digitais. As munições encontradas são de uma arma utilizada pelas forças de segurança.


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A Guerra Bilderberg: Os campos Petrolíferos Iranianos.

Sinais dos Tempos

Comandante da Guarda da Revolução Iraniana Mohammad Ali Jafari

«Israel tem um ano para destruir as instalações nucleares iranianas sob pena de se tornar alvo de um ataque com armas atómicas do Irão, defendeu hoje o antigo líder da Mossad, os serviços secretos israelitas.

“O pior dos cenários é que Teerão tenha armas nucleares até daqui a um ano. O tempo que resta para combater isso é cada vez menor”, adiantou Shavtaï Shavit em entrevista ao jornal britânico “Sunday Telegraph”.

“Tendo em conta que os serviços de informação trabalham sobre o pior dos cenários, posso dizer que se devem preparar. Deve fazer-se tudo o que for necessário no plano defensivo caso as sanções [contra o Irão] não sejam eficazes. E só resta a opção militar”, disse o antigo líder da Mossad.

O comandante dos Guardas da Revolução iranianos, o general Mohammad Ali Jafari, lançou um alerta a Israel, dizendo que em caso de agressão, o Estado hebreu “está ao alcance dos mísseis da república islâmica”, noticiou ontem o diário conservador “Jam-e Jam”.

O Irão e o Ocidente têm-se confrontado devido ao programa nuclear daquele país, tendo os Estados Unidos e Israel acusado Teerão de tentar adquirir armas nucleares sob a capa de um programa civil, acusação que o Irão refuta.»
in Publico, 29.06.2008


«The Israeli government no longer believes that sanctions can prevent Iran from building nuclear weapons. A broad consensus in favor of a military strike against Tehran’s nuclear facilities — without the Americans, if necessary — is beginning to take shape.»

«Israeli Ministers Mull Plans for Military Strike against Iran»

Ralf Beste, Cordula Meyer and Christoph Schult

Spiegel Online

Monday, June 16, 2008

«Iran says Gulf oil route at risk if attacked», avisa o Comandante da Guarda Revolucionária Iraniana Mohammad Ali Jafari.

Mais, em Reuters:

http://www.reuters.com/article/topNews/idUSBLA82623620080628

posted by Mário Nunes In Kafe Kultura