Biocombustíveis fomentam neocolonialismo
Biocombustíveis fomentam neocolonialismo

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José Bové foi condenado a pagar uma multa de 18000 euros, que pode ser subsituída por 6 meses na prisão. Tudo porque liderou a destruição de um campo de milho transgénico da Pioneer perto de Toulouse, em Julho de 2006
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A África está a tornar-se um campo de batalha para os biocombustíveis, diz a revista alemã Spiegel. Várias empresas do Reino Unido, da Holanda, dos EUA, Suécia, Japão e Canadá têm investido em vários países no plantio de jatrofá e outras culturas para produzir combustíveis. Conseguem tudo através de muita promessa de empregos, escolas, farmácias, etc. Há governos que cedem gratuitamente enormes extensões de terras por 99 anos. Até agora muito poucos viram sequer um pouquinho das promessas feitas, com a agravante de terem visto as zonas cedidas totalmente vedadas e as comunidades deslocalizadas para terras pobres. Independentemente do neocolonialismo que este negócio poderá ressuscitar e fomentar, dizem os técnicos do Banco Mundial que a produção massiva de biocombustíveis vai provocar uma explosão no aumento dos preços dos alimentos.
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A gigante dos transgénicos Monsanto continua a intimidar agricultores do Missouri pelo crime de terem alegadamente guardado sementes para futuras sementeiras. Tudo por causa de alegadas violações das patentes daquela marca.
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O município de San Ramón (27.000) transformou-se no primeiro livre de transgénicos na Nicarágua e o quinto de toda a América Central, após idêntica decisão tomada por 4 municípios da Costa Rica.
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Na Austrália, a bactéria E Coli foi detectada em 7 dos 13 reservatórios que abastecem Queensland de água.
Publicado por OLima Ondas3
















































