Quando o PS e o ME sacam do presidente da Confap para defenderem as suas posições e os seus interesses, a opinião pública fica a perceber o desespero em que andam.
Porque um ataque, nos termos habituais em Albino Almeida, mesmo com microfone aberto, é um elogio enorme para qualquer visado:
Greve: pais ameaçam recorrer aos tribunais
Confap defende que sejam assegurados serviços mínimos em futuras paralisações
Em declarações à Lusa, Albino Almeida frisou não existir nenhuma razão para justificar o fecho de estabelecimentos de ensino, uma vez que o funcionamento das escolas não é apenas assegurado por docentes, mas também por funcionários e auxiliares, que não estão em greve.
«A Confap tomará medidas para que serviços como o refeitório e a guarda das crianças continuem a funcionar em futuras greves de professores, nem que para isso tenha de recorrer ao Tribunal Constitucional», afirmou, considerando que é preciso definir, do ponto de vista legal, quais os serviços mínimos que devem ser assegurados no sector da Educação.
Não sabia que eram (ainda) os professores a fazer funcionar os refeitórios, mas…
Mas eu acho que todo o bom adesivo se deveria oferecer para prestar os ditos serviços mínimos.
O que estranho – repito-o – é que se, segundo o Ministério, só houve 27% de escolas encerradas, o papá Albino esteja assim de melena tão exaltada.
Sem rancores, claro, se não ele ameaça-me logo com novo processo, isto sem contar com o Inferno e outras coisas terríveis como ouvi-lo num próximo programa feito a partir do Monte da Virgem.





































