Teimosia cega,surda e muda

Professores que não entregaram elementos de avaliação não serão avaliados
Durante uma visita a uma escola secundária recuperada, nos Olivais, em Lisboa, a comunicação social perguntou à ministra da Educação se aceita a proposta de não penalização dos professores que não aderiram ao modelo de avaliação em vigor.
“Os professores que entregaram elementos para a avaliação serão todos avaliados. É essa a nossa perspectiva e é essa a indicação que clarificaremos com as escolas, com os sindicatos, com as organizações representativas”, afirmou Isabel Alçada aos jornalistas.
Interrogada sobre se os professores que não entregaram esses elementos serão penalizados, a ministra da Educação respondeu: “Não é uma questão de penalização. Quem não entregou os elementos para a avaliação naturalmente sabe que não pode ser avaliado. Não é uma questão de penalização, é uma questão de regra”.
“A lei é assim e, portanto, quem não se submeteu a um processo de avaliação, naturalmente, não será avaliado. É isto.” – acrescentou Isabel Alçada.
Por outro lado, questionada sobre a exequibilidade de se aprovar um novo modelo de avaliação e acabar com a divisão da carreira entre professores titulares e não titulares no prazo de 30 dias, como propõe o PSD, a ministra sublinhou que está em curso um processo negocial que não depende só de si.
“Este é um processo que exige vários parceiros, portanto, nós podemos comprometer-nos a trabalhar com celeridade no Ministério da Educação, depois a negociação com os parceiros será da forma natural como estas coisas sempre decorrem”.
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Nota: Uma teimosia, uma inabilidade para compreender e aceitar os erros cometidos, uma estranha forma de impor uma fiasco avaliativo. Uma teimosia cega e arrogante .




















































Sou auto didata, não fui além da quarta classe obrigatória acabada no Orfanato B.J.B. Machado em Angra do Heroísmo.
Tinha 11 anos quando comecei a trabalhar: lavrei, gradei, sachei, semeei, debolhei, lenha às costas acartei, assim como muita água também às costas acartei. Fui merceeiro fixo e ambulante até aos 13 anos. Trabalhei para os americanos, canadianos, Rádio Clube de Angra e, novamente, nas Forças Americanas Estacionadas nos Açores. Aos 58 anos reformei-me. Não devo qualquer cêntimo a Portugal. E o máximo que ganhei e descontei foram divisas que neste país entraram. Neto dum médico que poderia ter morrido rico, morreu sem um centavo. Filho sou dum chefe de Finanças que morreu sem deixar reforma a uma viúva com três filhos de tenra idade. Alentejano nasci, mas pouco ali vivi.
Faço este entroito, para que não julguem que sou ou fui salazarista, nunca o fui e, jamais, o serei. Porque a ditadura militar que sofri foi mais benigna do que a deste governo ditador que o povo novamente elegeu, tal como a antiga ANP.
Escrevam com soluções para este povo.
Porque não criam um novo partido que em vez de se chamar socialista, lhe dêem o nome de Partido Municipalista Português, onde todos nós lá poderemos entrar lutando pelo povo da nossa freguesia, cidade, região (antiga província)? Nem tudo o que Salazar fez foi mau para os portugueses, e não se esqueçam que quem criou as casas do povo foi Marcelo Caetano. E os americanos, aqui, nos Açores deram novecentos contos para que os que se reformassem sem ter descontado tivessem a contagem dos cinco anos, então necessários para reforma. E deixaram circular o dólar como moeda nacional, porque muito deu ao Governo e aos sanguessugas.
Desçam do pedestal do deita abaixo e do quanto pior melhor; para nada fazerem e viverem à custa de quem desconta, porque os que não descontam têm o seu dinheiro em offshores. Vão a o http://ocantodocagarro.blogs.sapo.pt e reenviem aos amigos.
Não é com baixezas que vamos vencer, mas com ideias para que todos juntos possamos viver com trabalho, saúde e justiça igual para todos.