Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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Chile: sismo de 27 de fevereiro provoca perdas de 17% do PIB

As perdas provocadas pelo terramoto de 27 de fevereiro no Chile ascenderam, segundo cálculos do governo, aos 30 mil milhões de dólares (21,7 mil milhões de euros), o que significa 17 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

Estes números, anunciados hoje em conferência de imprensa pelo novo presidente, Sebastián Piñera, coincidem com a estimativa mais alta feita pouco depois da tragédia por consultoras norte-americanas.

“Os danos matrimoniais vão estar próximos de 30 mil milhões de dólares. Estou a falar de casas destruídas, hospitais colapsados, escolas com graves danos, estragos à nossa capacidade produtiva e às nossas infraestruturas e muitas coisas mais”, explicou Piñera.

O presidente disse que houve erros por parte do governo da presidente cessante, Michelle Bachelet, na condução da emergência provocada pelo sismo e pelo tsunami, que serão analisados posteriormente.

“É preciso que o Chile esteja muito melhor preparado para enfrentar a adversidade e tenha um sistema de alerta preparado para quando as catástrofes ocorrerem, para tomar decisões que salvem vidas”, afirmou Piñera.

O sucedido imediatamente depois do sismo de magnitude 8,8 na escala aberta de Richter a 27 de fevereiro “demonstrou que o sistema de alerta tem de ser aperfeiçoado e também o sistema de ajuda oportuna, que inclui a manutenção da ordem pública e o fornecimento de bens básicos”.

Piñera anunciou ainda o acionamento de um plano que será financiado mediante a criação de um fundo de reconstrução e desenvolvimento. Este programa, que será aprovado nos próximos dias, será financiado por cortes nos gastos públicos e pelo uso de uma parte dos 25 870 milhões de dólares (18 798 milhões de euros) que o Chile tem em reservas internacionais.

Também está prevista a contração de empréstimos nos mercados internacionais, dado que o nível da dívida externa do Chile é muito baixo, “ao contrário de alguns países europeus, que estão sobrecarregados”, comentou o presidente chileno.

Além disso, o preço elevado do cobre (que encerrou nos 3,3 dólares esta semana) vai trazer receitas adicionais para o plano de reconstrução.


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Avatar e Mensagens Subliminares

Blog A Nova Ordem Mundial

Alex Jones fez ontem uma avaliação do filme Avatar, o último filme de James Cameron, no qual os humanos, no ano 2154, após terem destruído quase toda a natureza do planeta terra, partem para o planeta (na realidade uma lua) chamado pandora, no qual os seres nativos seguem uma religião de adoração da natureza nos moldes da “religião” de Gaia.
Eu ví o filme semana passada. O filme em 3D é realmente um show de efeitos especiais, com um visual alucinante. Ao fim do filme, não pude deixar de comentar com os meus amigos a forte mensagem propagandista do filme, que mostra a adoração da natureza e o ambientalismo, a religião de adoração do planeta que os seres nativos seguem, juntamente com a mensagem da ameaça destrutiva que os seres humanos representam.

Por outro lado, o filme tem uma mensagem anti-imperialista e anti-militar, que vejo com bons olhos. Veja abaixo a avaliação de Alex Jones do filme Avatar.


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CIA utilizou franceses como cobaias

Um fenómeno sem explicação ocorreu em Pont-Saint-Esprit, uma pequena localidade a sul de França em 1951. De repente, cinco pessoas morreram misteriosamente, dezenas foram internadas em hospícios e centenas sentiram-se mal. Agora alega-se que a CIA seria responsável pelos factos.

Acontecimentos bizarros como um homem que afirmou ser um avião e se atirou de uma janela no segundo andar, outro que assegurava que o seu coração lhe estava a fugir pelos pés ou outro que declarava que o seu umbigo estava a ser devorado por cobras, assolaram a pacata localidade a 16 de Dezembro de 1951.

O fenómeno assemelhava-se a uma intoxicação alimentar, só que, para além de vómitos e dores de cabeça, as pessoas demonstraram outros sintomas como loucura, alucinações e tentativas de suicídio.

Durante décadas atribuiu-se o fenómeno a um pão ‘amaldiçoado’, que teria sido envenenado por um padeiro local com bolor psicadélico ou mercúrio orgânico.

Agora um jornalista americano descobriu provas que sugerem que a CIA estaria por detrás do misterioso caso, tendo alterado a composição da comida local, com LSD, numa experiência para tentar controlar mentes, em plena Guerra Fria.

O governo francês já negou qualquer tipo de envolvimento no caso, remetendo para a CIA que ainda não se pronunciou.


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Vara na lista dos presentes mais caros na lista de Godinho

robalo de ouro

Os investigadores do processo Face Oculta têm em mãos um documento em que Armando Vara aparece como receptor dos presentes mais caros por parte de Manuel Godinho.
Vara aparece nesta lista com as chamadas “prendas A”, recebidas nos anos 2004 e 2006, revela a TVI.
De acordo com o Ministério Público, esse documento revela que o sucateiro de Ovar ofereceu mais do que uma caixa de robalos a Vara.
Essas prendas acabaram por levar o ex-vice do BCP a apresentar Godinho a Paiva Nunes, administrador da EDP imobiliária, recebendo por isso um cheque no valor de 25 mil euros. Recorde-se que, Armando Vara está actualmente sem funções no BCP.


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Bullying a professores: Professor de Música atira-se ao rio para não enfrentar os alunos

Na manhã de 9 de Fevereiro, L. V. C. parou o carro no tabuleiro da Ponte 25 de Abril, no sentido Lisboa-Almada. Saiu do Ford Fiesta e saltou para o rio. Há vários meses que o professor de música da Escola Básica 2+3 de Fitares (Sintra), planearia a sua morte. Em Novembro escreveu uma nota no computador de casa a justificar o motivo: “Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio“.

L. V. C., sociólogo de formação, tinha 51 anos, vivia com os pais em Oeiras, era professor de música contratado e foi colocado este ano lectivo na Escola Básica 2+3 de Fitares, em Sintra. Logo nos primeiros dias terão começado os problemas com um grupo de alunos do 9º ano. A indisciplina na sala de aula foi crescendo todos os dias, chegando ao ponto de não conseguir ser ouvido. Dentro da sala, e ao longo de meses, os alunos chamaram-lhe careca, tiraram-lhe o comando da aparelhagem das mãos, subindo e descendo o volume de som, desligaram a ficha do retroprojector, viraram as imagens projectadas de cabeça para baixo.

Houve vezes em que L. V. C. expulsou os alunos da sala, vezes em que fez participações disciplinares. Foram pelo menos sete as queixas escritas que terá feito à direcção da escola, alertando para o comportamento de um aluno em particular. Colegas e familiares do professor de música asseguram que a direcção não instaurou nenhum processo disciplinar.

O i tentou confirmar esta informação, mas a directora do agrupamento escolar, Cristina Frazão, explicou que só prestaria esclarecimentos mediante autorização da Direcção Regional de Educação de Lisboa. Contactada pelo i, a entidade não respondeu até ao fecho desta edição. A Inspecção-Geral de Educação, também contactada pelo i, remeteu o caso para o Ministério de Educação que, por seu turno, não prestou esclarecimentos.

O i teve acesso a uma das participações feitas pelo professor de música. No dia 15 de Outubro de 2009, L. V. C. dirigiu à direcção da escola uma “participação de ocorrência disciplinar”, informando que marcou falta disciplinar a um aluno e propondo que fossem aplicadas “medidas sancionatórias“. Invocou vários motivos, entre os quais “afirmações provocatórias”, insultos ou resistência do aluno em abandonar a sala.

O professor de música desabafou que não suportava mais dar aulas àquela turma do 9º ano: “Nos últimos meses, já se acanhava perante os seus alunos como se tivesse culpa”, explicou ao i um familiar. Atravessar o corredor da escola foi um dos seus pesadelos, é aí que os alunos se concentram quando chove: “Um dia, chamaram-lhe cão.” Nos outros dias, deram-lhe “calduços” na nuca à medida que caminhava até à sua sala de aula.

Alguns professores testemunharam a “humilhação” de L. V. C. nos corredores da escola e sabiam que se sentia angustiado por “não ser respeitado pelos alunos”. Só não desconfiavam que a angústia se tivesse transformado em desespero. O professor de música não falava com ninguém. Chegava às sete da manhã para preparar a aula. Montava o equipamento de som, carregava os instrumentos musicais da arrecadação até à sala. Deixava tudo pronto e depois entrava no carro: “Ficava ali dentro, de braços cruzados, e só saia para dar a aula.” L. V. C. preferia estar no carro em vez de enfrentar uma sala de convívio cheia de colegas: “Era mais frágil do que nós, dava para perceber que não tinha o mesmo estofo.”

Sentia os problemas de indisciplina como “autênticos moinhos de vento”, conta o psicólogo que o seguiu nos últimos dois anos. L. V. C. tinha acompanhamento psicológico e psiquiátrico e era ainda seguido por uma médica de família: “Todos os técnicos de saúde que o acompanharam aconselharam uma baixa médica porque o seu quadro clínico se agravou”, conta o especialista, esclarecendo que o seu paciente “tinha fragilidades psicológicas inerentes a ele próprio”. Falhas que se deterioraram. Meses antes da sua morte, pensava com insistência que lhe restava “pouco espaço de manobra”.

“Evitava expulsar os alunos porque temia parecer inábil perante a direcção da escola”, diz o psicólogo. Fez ainda várias tentativas antes de se sentir encurralado. Mudou os alunos problemáticos de lugar, teve explicações particulares e aprendeu a trabalhar com as novas tecnologias aplicadas à música. Introduziu equipamento multimédia para cativar os adolescentes. Não resultou. Acabaram-se os trunfos. O psicólogo fez uma recomendação à médica de família para passar uma baixa ao seu paciente por “temer o pior”. “Tentámos travá-lo, mas ele próprio já não queria parar. Só parou quando se atirou ao Tejo.”


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O Diabo anda à solta no Vaticano

Aos 85 anos, o padre Gabriele Amorth já lidou com 70 mil pessoas possuídas pelo demónio. Ele é o principal exorcista da Santa Sé e acaba de lançar um livro que faz jus a uma carreira: “Memórias de um Exorcista”.
E, para Amorth, não há dúvidas de que os recentes escândalos de abuso sexual de menores em instiuições da Igreja são obra de Belzebu.
“O Diabo está a trabalhar dentro do Vaticano”, diz o padre Amorth em entrevista ao La Repubblica. Para o padre, as influências satânicas estão espalhadas por todo o Vaticano e são bastante óbvias nos episódios de luta pelo poder interno na igreja, entre  “cardeais que não acreditam em Jesus e bispos que estão ligados ao demónio.”
A “cobertura”  da morte de Alois Estermann, o comandante da Guarda Suíça, em 1998, e do guarda Cedric Tornay, encontrado morto de forma misteriosa, é, na opinião de Amorth mais um exemplo de como o diabo vive e trabalha no Vaticano.