Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


Deixe o seu comentário

Quem Lucra com a Fome e Pobreza?

Motins da fome marcam o fim da era da alimentação barata

Ao desfolhar jornais velhos no meu escritório/biblioteca, deparei-me com este curioso artigo, da autoria de Jorge Almeida Fernandes, no Jornal «Público», do dia 27.04.2008, que importa reter (na memória) e reproduzo abaixo na íntegra.
À distância de 4 meses, longe vão os tumultos verificados um pouco por todo o mundo, devido à instabilidade dos mercados e à oscilação do preço do barril de petróleo.
E penso, caramba nada foi feito, para inflectir a situação! A instabilidade social (em Portugal e no Mundo) aumentou fruto de vários factores.
Urge repensar a maneira como gastamos energia e como a obtemos.
No futuro teremos que mudar muito dos nossos comportamentos, inclusive a forma como nos deslocamos.
Provavelmente, desta vez, a crise foi abafada.
Mas, o mal-estar (geral) é evidente. Parece que está um tacho ao lume, em banho-maria…
Recordo as teorias de Thomas Malhus – sobre o crescimento da população humana e sobre a eventualidade dos alimentos não chegarem para a espécie humana – leccionadas na disciplina de Ecologia, nos meus tempos de Liceu.
Provavelmente, a situação já será incomportável, teremos que mudar qualquer coisa, sobre risco de desaparecermos como espécie…

«Após 40 anos de preços baixos, o custo da alimentação vai subir. Os pobres já estão a sofrer e duvida-se que possamos dar de comer a todos!» «Os motins de fome em África, na Ásia e na América Latina assinalam o fim de uma era, a da comida barata, e o risco de tempos de penúria alimentar. Josette Sheeran, directora do Programa Alimentar Mundial da ONU (PAM), definiu o “novo rosto da fome”: o custo dos alimentos sobe rápida e sustentadamente, invertendo quatro décadas de declínio dos preços. Está em risco imediato a segurança alimentar de 36 países.
“É a pior crise do género em 30 anos”, afirma o economista Jeffrey Sachs, conselheiro do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. “É um enorme problema que ameaça um grande número de governos. Alguns estão encostados às cordas e há consequências políticas ainda por chegar.”
Estão a ser tomadas medidas de emergência para conter a expansão dos motins e da fome, que hoje atinge 854 milhões de pessoas. Mas o PAM e as ONG estão perplexos. Nas crises recentes tratava-se de dar comida a populações vítimas de desastres naturais ou humanos: secas, guerras civis ou até casos de governos que utilizam a fome como meio de domínio político ou de chantagem internacional. Hoje, com “comida nas prateleiras”, as pessoas não têm dinheiro para a comprar. Como ajudar?
A fúria dos pobres
Os mexicanos foram pioneiros: em Janeiro de 2007, um motim contra o aumento de 40 por cento no custo da tortilla, alimento dos pobres, obrigou o Governo a subsidiar os preços. Em Setembro, houve confrontos violentos em Marrocos e, a seguir, na Mauritânia e na Guiné. Este ano a mancha dos protestos, que fizeram algumas dezenas de mortos, alastrou aos Camarões, Senegal, Burkina Faso, Costa do Marfim, Madagáscar, Moçambique, Etiópia. No Haiti, os tumultos levaram à queda do primeiro-ministro. Na Ásia, atingiram o Uzbequistão, a Indonésia, o Iémen, o Bangladesh e o Paquistão. Como medida preventiva, vários países suspenderam ou restringiram a exportação de cereais: Vietname, Tailândia, Camboja, Índia, Indonésia, Cazaquistão, Rússia, Ucrânia, Argentina, Brasil. Em reacção, o preço do arroz subiu 31 por cento num só dia (27 de Março).
A onda de choque chegou aos EUA, onde começou o açambarcamento de arroz e farinha. Duas grandes cadeias de supermercados passaram a limitar a venda de arroz. Poucos levaram a sério a premonitória “greve à pasta” dos italianos, a 13 de Setembro de 2007, contra a “especulação”. As várias Chinas Uma extraordinária conjugação de factores poderia levar a pensar numa crise conjuntural ou reversível: secas ou inundações, desvio de cereais para bio combustíveis, baixos stocks e especulação. De facto, os fundos especulativos passaram a apostar nos cereais (“o trigo vale ouro”). Mas, a mudança não é conjuntural, é estrutural, diz a maioria dos especialistas. Para não falar no petróleo e nos fertilizantes, basta somar àqueles factores um outro: o aumento exponencial do consumo e a mudança de hábitos alimentares nos “países emergentes”, fazendo explodir uma procura que a oferta não acompanha. Países como a China e a Índia, e muitos outros, não têm apenas “fome de energia”. Com a industrialização, perdem agricultores e ganham consumidores que se alimentam melhor. O crescimento das classes médias aumenta o consumo de carne e a consequente necessidade de importar muito mais cereais para criar aves, porcos e vacas, isto é, “ocidentalizam” a alimentação à medida que se modernizam.
Tensões e desafios As medidas de emergência deverão aliviar a pressão e reduzir a especulação. Todos os olhos estão postos nas colheitas de 2008. Mas o carácter estrutural e fulminante da crise levou o Banco Mundial e o FMI a penitenciarem-se por políticas passadas. Haverá ressacas. As políticas agrícolas da UE e dos EUA serão postas em causa. Crescerão as tensões Norte-Sul e em torno da globalização, pois vários Estados, face à instabilidade interna, são incitados a tomar medidas proteccionistas e a afirmar a sua “soberania alimentar”.
Se as crises no Haiti ou na África fazem sobretudo temer uma catástrofe humanitária com turbulências políticas, já casos como o do Egipto são uma dor de cabeça geopolítica para todas as potências. Mubarak, dizem analistas egípcios, não resistiria a uma praga de fome urbana. Um colapso no Cairo é inimaginável: abalaria todo o Médio Oriente, o “celeiro do petróleo”.
O “choque alimentar” terá como primeiro efeito fazer da agricultura uma prioridade mundial, reconheceu-o Pascal Lamy, presidente da OMC. A crise seria então uma oportunidade. Em 1960, havia duas pessoas a partilhar um hectare cultivado. Em 2050, haverá seis. Dizem os agrónomos: a revolução verde quantitativa do século XX – mais terras, mais irrigação e mais química – está esgotada. Trata-se de inventar outra, adaptada à escassez de recursos. Os pobres gastam 60 a 80 por cento do seu rendimento na alimentação, os ricos apenas 10 a 20 por cento. Faz toda a diferença…»

Etiquetas: 

posted by Mário Nunes at Kafe kultura


Deixe o seu comentário

Enrabados pela especulação bolsista

as guerras do petróleo

neste quadro podem comparar-se os consumos das economias emergentes, e, em particular da China com os Estados Unidos e verificar-se que a China produz cerca de metade do que consome, ao passo que os Estados Unidos apenas produzem um terço dos seus consumos e que o seu consumo corresponde ao total de todos os países emergentes.

Este quadro mostra claramente que os maiores aumentos do preço de petróleo se verificaram a seguir à invasão do Iraque e de forma acelerada a seguir à crise des sub-primes, como valor refúgio e fortemente sujeito a especulação.


Deixe o seu comentário

Enrabados…

uns comem os figos a outros rebenta a boca

A crise instala-se pela Europa com o petróleo a chegar aos 150 dólares antes do fim de julho e aos 200 antes de o ano acabar, digo eu… mas habituem-se à ideia:

“Na Europa, este círculo vicioso reproduziu-se nos países onde a bolha imobiliária era similar à que apareceu nos Estados Unidos e onde as famílias se endividaram: a Irlanda, o Reino Unido ou a Espanha. As coisas envenenaram-se com com a chegada do terceiro choque petrolífero e a subida de preços das matérias primas.

Os países europeus, até aqui relativamente ao abrigo como a Alemanha ou a França, foram atingidos. “Este choque é sem dúvida o que mais inquieta os mercados pois o fenómeno é mundial e não se vê como se poderia baixar os preços do petróleo”, constata Gilles Moëc, economista do Bank of America. Para as empresas, a situação é complexa. Elas encontram-se entaladas, incapazes de fazer repercutir a totalidade das subidas de preços das matérias primas sobre os seus tarifários, penalizadas pelo encarecimento do crédito e afectados pela redução do consumo das famílias desmotivadas pela inflação que corrói o seu poder de compra.” Aqui.

O que é fabuloso nesta época de crise que começa a instalar-se no tempo, e já muito pouco se parece com outras crises e cracks, os mais ricos continuam a ter ganhos fabulosos, as famílias endividadas se ainda não estão com os tarecos na rua para lá caminham e o Amorim, o nosso homem mais rico, já se está a preparar para fazer novos investimentos aproveitando as quedas dos outros!


Deixe o seu comentário

Banco Mundial: biocombustíveis fizeram preços dos alimentos disparar 75 por cento desde 2002

Os biocombustíveis forçaram os preços dos alimentos a aumentar 75 por cento desde 2002, segundo um relatório confidencial do Banco Mundial, que os responsabiliza pela crise alimentar. O jornal britânico “The Guardian” publica hoje excertos do relatório.

O relatório, concluído em Abril mas que ainda não foi publicado, diz que o aumento dos preços da energia e dos fertilizantes foi responsável por um acréscimo de apenas 15 por cento nos preços dos alimentos.

Este documento, da autoria de Don Mitchell, economista sénior do Banco Mundial, contradiz a tese norte-americana de que os biocombustíveis contribuíram com menos de três por cento do aumento dos preços dos alimentos. Por isto mesmo, vários analistas acreditam que o relatório ainda não foi divulgado para evitar embaraçar a administração Bush. “Iria colocar o Banco Mundial num ‘hot-spot’ político com a Casa Branca”, comentou ontem um analista, citado pelo “The Guardian”.

Segundo o Banco Mundial, o aumento dos preços dos alimentos colocou 100 milhões de pessoas em todo o mundo abaixo do limiar de pobreza. Bush aponta o aumento da procura na Índia e China como causas do aumento dos preços. Mas o Banco Mundial não concorda. “O rápido crescimento dos rendimentos nos países desenvolvidos não originou grandes aumentos no consumo mundial de cereais e não foi um factor responsável pela grande subida dos preços”, revela o estudo. A aposta da União Europeia e dos Estados Unidos nos biocombustíveis teve, de longe, o maior impacto nos “stocks” alimentares e nos preços.

A União Europeia tem como meta dez por cento de biocombustíveis nos transportes, até 2020. Mas este objectivo está debaixo de críticas.

Biocombustíveis distorceram o mercado, diz relatório

“Sem o aumento dos biocombustíveis, os ‘stocks’ mundiais de trigo e milho não teriam registado um declínio tão acentuado e o aumento dos preços devido a outros factores teria sido moderado”, conclui o relatório, citado pelo “The Guardian”.

O relatório explica que a produção de biocombustíveis distorceu o mercado: os cereais destinados à alimentação passaram a ser usados para produzir combustível – mais de um terço do milho norte-americano é agora usado na produção de etanol – e os agricultores têm sido incentivados a dedicar solo agrícola para a produção de biocombustíveis. Além disso geraram especulação financeira no sector dos cereais.

O Governo britânico prepara-se para publicar o seu próprio relatório sobre o impacto dos biocombustíveis, o “Relatório

In “Público


Deixe o seu comentário

Petróleo fixa novos recordes nos mercados internacionais: 143,91 dólares

Imagem do campo petrolfero de Khurais, na Arábia Saudita
Ali Haider, EPA O petróleo regista o maior aumento em seis meses

Os preços do barril de petróleo atingiram um novo recorde, ultrapassando a fasquia dos 143 dólares em Nova Iorque e no mercado de futuros de Londres, referência para a Europa.

Em Londres, o barril de Brent, que serve de referência para o mercado português, atingiu durante a manhã os 143,91 dólares. Em Nova Iorque, o barril de light sweet crude para entrega em Agosto subiu mais de três dólares e atingiu novo máximo histórico nos 143,67 dólares.

Às 17h20, os preços aliviavam dos máximos fixados durante a manhã. O barril de Brent para entrega em Agosto fixava-se, no ICE de Londres, em 140,69 dólares, registando uma subida de 38 cêntimos. No Nymex, em Nova Iorque, o barril de crude transaccionava-se a ascender 40 cêntimos para os 140,61 dólares.

O petróleo regista o maior aumento em seis meses desde 1999. Os preços já aumentaram, este ano, perto de 59 por cento.

Os investidores estão a optar pelas matérias-primas em detrimento dos mercados de acções, na procura de protecção face à debilidade da divisa norte-americana e às pressões inflacionistas.


Deixe o seu comentário

Crise dos Combustíveis – Especiais SIC


Imagem: SIC OnlineCrise dos Combustíveis (cabecacombustivel.jpeg)

17-06-2008 13:20 Agricultores em protesto Polícia impede entrada de tractores no centro de Setúbal

17-06-2008 11:14 Subida do preço dos combustíveis Agricultores em marcha lenta entre Poceirão e Setúbal

17-06-2008 09:22 Protesto agricultores Marcha lenta do Poceirão até Setúbal

17-06-2008 07:19 Aumento dos preços dos combustíveis Automobilistas unem-se em buzinão nacional

16-06-2008 13:36 Camionistas franceses em protesto Marchas lentas contra aumento dos combustíveis

16-06-2008 11:09 Camionistas espanhóis em protesto Guarda Civil retém centenas de viaturas em todo o país

15-06-2008 16:52 Bloqueio de camionistas Silvino Lopes liderou revolta de milhares

14-06-2008 23:04 Contra o aumento dos combustíveis Reboques do Sul voltam à estrada mas com novos preços

14-06-2008 15:11 Empresários de reboques em protesto Marcha lenta da Marateca a Messines

13-06-2008 14:07 Protestos contra o aumento de combustíveis Agricultores e taxistas prometem contestação ao Governo

Fonte: SIC OnlineCrise dos Combustíveis
Nota: o site tem – obviamente – muito mais informação [até tem links para vídeos!!!!!!! ;-)]


2 Comentários

Petróleo: Preço do barril continua a bater recordes

Apesar de a Arábia Saudita ter anunciado que vai aumentar a produção de petróleo para mais 200 mil barris por dia em Julho, o preço do crude continua a bater recordes: chegou quase aos 140 dólares em Nova York e aos 139,32 dólares em Londres. As causas apontadas para a nova alta são a desvalorização do dólar e um incêndio numa plataforma de petróleo na Noruega, que interrompeu a produção de 150 mil barris diários. Ler mais…

Esquerda.net


1 Comentário

Para que servem as greves?

var woopra_id = ’2105989229′;

As greves servem para incomodar

Greve dos roteiristas, EUA

Greve=paralização

As greves servem para incomodar. Só quando os trabalhadores param é que nos lembramos que, nesse caso, tudo passa a fazer falta: os combustíveis, o pescado, o leitinho derramado do menino. Tudo paralisa no sentido do progresso mas ao mesmo tempo provoca uma bola de neve desencadeando-se em consequências como um polvo, devolvendo todas as ligações no sentido da inércia e também por sua vez destruindo pelo caminho bens essenciais à sobrevivência.

Sobreviver na selva da escassez

Como sobreviver na selva que se gera então? Quem tiver algum dinheiro no momento em que se dá a crise, ainda se vai safando, mas até quando é relativo pois pode até mesmo haver dinheiro que nada tem para comprar. Até quando a greve persistir. Todos anseiam vencer a negociação. Como resolver um impasse destes? Os governos não estão autorizados a ceder às pressões dos trabalhadores, têm que resolvê-las a favor das exigências da União Europeia e da globalização, seja a bem seja a mal. Todos queremos que isto se resolva a bem. Mas a bem de quem? De nós, do nosso povo? Das pessoas do mundo? Então como lidar com a situação, se vemos lucros e misérias súbitas? Se tanto temos tudo para consumir, como ficamos sem nada para comer se o sistema parar. Em que incerteza vivemos? Seguindo atentamente um telejornal, ainda que dissimuladas, podemos ver as causas de todos os nossos males desfilando aos nossos olhos. Sabemos quem eles são e ao que vêm. Querem extrair o lucro rápido à custa do assalariado, que trabalhe cada vez mais horas e que ganhe cada vez menos em proporção – já vimos esse filme: são fascistas oportunistas usurpadores, sempre existiram. Eles sabiam a crise que estavam a gerar as suas ambições de enriquecer. E sabiam do preço da destruição que provocavam a seu favor. Seguirão sempre para a frente destruindo tudo se lho permitirmos mais.


Deixe o seu comentário

Última hora: Galp aumenta gasóleo e gasolina em mais um cêntimo!

A Galp Energia, a maior petrolífera do país, aumentou hoje o preço da gasolina e do gasóleo em um cêntimo cada.Após os preços recorde do crude há dois dias de 139,12 dólares (89,5 euros), a líder do mercado responde com um novo agravamento do preço dos combustíveis.

A decisão surge no mesmo dia do anúncio do levantamento da paralisação dos camionistas, que durava desde a madrugada de segunda-feira.

Nota: Toda esta subida dos preços para manter as mordomias dos gestores/administradores da Galp. Pouca vergonha.

In “Público


Deixe o seu comentário

Agricultores admitem associar-se ao protesto dos camionistas

A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) admitiu hoje que o sector “possa vir a manifestar-se publicamente”, em protesto conjunto com os camionistas, disse hoje à agência Lusa o seu presidente, João Machado.

Os agricultores “reivindicam exactamente o mesmo que os camionistas, gasóleo profissional ao preço de Espanha”, e custos “mais baixos para os factores de produção”, explicou João Machado.

A decisão de protesto dos agricultores ainda não está tomada, depende das resoluções saídas hoje do encontro entre o Governo e os representantes dos transportadores pesados de mercadorias, disse o presidente da CAP.

A decisão de protesto será tomada dentro de poucos dias, conforme as soluções apontadas pelo Governo para resolver o problema dos elevados custos de produção, nomeadamente o preço do gasóleo, afirmou o representante da CAP.

Neste momento, é ainda prematuro tomar qualquer decisão, mas “os agricultores estão solidários com os camionistas”, revelou João Machado.

Os agricultores estão com problemas reais em relação ao transporte e colocação dos produtos nos mercados e superfícies comerciais, estando vários profissionais do sector com problemas graves nas explorações ao nível da logística, concluiu o responsável .

In “Público


4 Comentários

Solidário com a greve dos Camionistas.

Solidariedade com os Camionistas – post em actualização


Imagem: Prtsc JN com acrescentos de ‘moi‘ (nome dos jornalistas)

Governo em alerta com protesto dos camionistas (Nelson Morais e David Dinis – 09 Junho 2008)
Paralisação dos camiões das transportadoras: Sindicato apela aos motoristas que denunciem as empresas (08-06-2008)
Transportadoras não esperam pela ANTRAM: Reunião decidiu paralisação nacional de camiões a partir de segunda-feira (07-06-2008 19:21)

POR FAVOR, NÃO FAÇAM COMO OS PESCADORES E MUITO MENOS COMO OS PROFESSORES! PORTUGAL PRECISA DE VOCÊS.


Deixe o seu comentário

Gasóleo Profissional? E Gasolina Profissional?


Bem sei que as empresas de camionagem terão as suas razões, porém, se virmos bem, nem serão as mais prejudicadas pois podem socorrer-se de dois expedientes: as que operam em Portugal, reflectir o aumento do preço dos combustíveis no preço dos fretes, problema resolvido, as que operam fora do país é apenas atestarem antes de entrarem no nosso jardim de impostos à beira mar plantado e após voltar a sair, problema uma vez mais resolvido… E os outros? Todos os que não são da Antran, nem podem fazer reflectir o aumento dos combustíveis nos seus ordenados e necessitam dos seus carros para o exercício da sua profissão? Quem pensa nesses que serão, de certeza, a maior parte? Então se estão a trabalhar com o veículo também não deveriam ter diesel profissional? Penso que sim, vendedores, grande parte a trabalharem à comissão e a verem os seus proveiros serem engolidos pela mangueira das bombas, outros operadores industriais e mesmo as profissões liberais e do funcionalismo público. Penso que grande parte da sociedade, não direi, obviamente, todos utilizam os seus veículos para poderem ir trabalhar, já que se dispusessem de um meio alternativo não deixariam de o utilizar. No meu caso, no sítio onde moro, com o meu horário e local de trabalho, sem carro não posso trabalhar… Pensam que é o quê? Um chupador de gasolina ou gasóleo? Claro que não, é um modesto comercial com 300 000 Km, sem o qual não consigo ir trabalhar… Não é profissional o meu gasóleo? Penso que sim.

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Deixe o seu comentário

CRUDE-A CRISE FINAL?


REDE AIMP-ABERDEEN, ESCÓCIA: Enquanto o Ocidente assiste à terceira crise do petróleo em cerca de 30 anos, as petrolíferas causam fúria no Mercado ao consumidor, anunciando biliões de euros de lucro em apenas três meses de exercício (Janeiro a Abril do corrente ano). Mas a crise tem contornos sinistros, que vale a pena explorar.

Veio finalmente à tona esta semana, que a crise, ao contrário do que têm dito as petrolíferas e os especialistas do establishment do crude, não se deve tanto à crescente procura de crude, pelas economias emergentes da Ásia, nomeadamente a China e a Índia, mas sim porque estes países, em particular na China, o Estado tem mantido os preços artificialmente baixos, subsidiando fortemente o preço ao consumidor nos respectivos mercados internos.

Já há vários meses que se sabia de graves distúrbios na China, em resultado do aumento de preços de bens essenciais. Neste país, o aumento de preços é claramente a razão principal de medo das autoridades em relação à revolta popular, sendo uma matéria de enorme sensibilidade na China, tendo causado graves complicações, ainda recentemente, por causa do aumento do preço do arroz. Não admira portanto que o Governo Chinês procure evitar maiores e mais graves problemas, subsidiando desesperadamente o preço do crude, mantendo assim a procura em alta.

O caso veio a causar ondas de choque no Ocidente, com governos e organizações internacionais a iniciar lobbying collectivo no sentido da China suspender os subsídios ao consumo de combustíveis.

Há porém algo de verdade no argumento que defende que o aumentoa procura mundial acrescido pela sede insaciável dos mercados asiáticos tem umpurrado o preço do crude constantemente, numa curva ascendente que parece imparável.

Satisfazer a sede do grande Dragão Chinês é o problema principal. Este ano, importação de crude pela China subiu 40%, esperando-se que até ao fim de 2008, a China tenha importado cerca de 100 milhões de toneladas. As reservas de crude em jazidas chinesas, a este rácio de consumo, durarão menos de 20 anos, tendo a China passado de exportador de crude, a importador em 1993. Neste momento, cerca de 70% das importações chinesas chegam do Médio Oriente e dos países árabes. Esta região detém 61% das jazidas totais de crude mundiais. Recentemente, a China tem manobrado diplomaticamente em África, que possui perto de 6% das reservas.

O problema com a sede de crude da China é evidente e tende a piorar, porque o consumo de 2008 (100 milhões de toneladas) é apenas um terço das necessidades totais deste país, uma vez a respectiva economia a funcionar em completa dependência do petróleo.

O caso da Índia é menos preocupante, mas em conjunto com a China, constituem ambos as super-potências do futuro, não necessariamente à custa do desaparecimento dos Estados Unidos enquento potência máxima a nível mundial.

O caso europeu

O panorama geral em termos mundiais representa um desafio para a Europa. Detentora de 12.5% do total mundial de jazidas, a Europa depende da rentabilidade sustentada das jazidas do Mar do Norte, com a Noruega e o Reino Unido no topo da lista de exploração. A Rússia, com reservas riquíssimas de gás natural—tem reservas para algumas centenas de anos, segundo algumas fontes ocidentais não confirmadas—consegue assegurar o consumo europeu de gás natural, pelo menos no Norte. Os países do Sul da Europa poderão estar mais dependentes de exportadores como a Argélia, por exemplo.

Em termos gerais, não existe escassez, nem de crude, nem de gás natural, em termos de reservas em jazidas fósseis, quer em terra (onshore), quer nos mares e oceanos (offshore). No caso particular das jazidas offshore, o problema é porém complexo. Os custos de exploração são elevadíssimos, pelo que a política seguida pelas petrolíferas é de não explorar até que o preço ao consumidor justifique os custos de exploração. Aqui começa parte do problema com a escassez, não em termos de jazidas, mas sim em termos de crude extraído a níveis que consigam satisfazer as necessidades.

Por um lado, as petrolíferas preferem explorar offshore desde que tal se justifique por comparação com o rendimento previsto em termos de preço de venda. Por outro lado, esta política conduz a escassez no fornecimento, causando alta de preços, sendo as petrolíferas o principal beneficiário desta situação, que gera lucros astronómicos.

Quase se poderia dizer “para quê investir em novas explorações, se assim fazemos rios de dinheiro?”. Este é de facto o problema. Companhias petrolíferas estão felizes com as explorações de jazidas de acesso fácil, mas num momento em que é preciso investir em jazidas de difícil acesso, preferem manter os preços altos em resultado de escassez, criando lucros enormes, em vez de investir a preços que rondam os 800.000 Euros por dia. É sabido na indústria que existem 193 licenças novas de exploração de jazidas virgens no Mar do Norte, correspondendo a cerca de 27 biliões de barris, apenas uma parte do total de jazidas ainda não exploradas no Mar do Norte. É igualmente sabido de sobejo há muito tempo na indústria petrolífera, que a nível mundial, 80% das jazidas offshore a profundidades marítimas elevadas, são virgens e ainda não foram perfuradas. Mais uma vez o mesmo problema, isto é, as companhias não as querem explorar porque custa muito mais caro extrair o crude em poços de grande profundidade.

A situação é escandalosa, e o desplante das petrolíferas não o é menos. Há poucos dias, numa Cimeira entre o Governo Britânico e os patrões das petrolíferas, o primeiro Ministro Gordon Brown solicitou que se aumentasse a produção (extracção) nas jazidas existentes e se iniciasse a perfuração das licenças de extracção de grande profundidade no Mar do Norte. Os patrões das petrolíferas poderão concordar, mas é provável que queiram contrapartidas governamentais, isto é, dinheiro dos cofres públicos como incentivo à exploração de jazidas de grande profundidade. Apesar dos lucros imensos que fazem!!!

Política e Imoralidade?

Nada é simples e nem sempre aquilo que parece é na indústria petrolífera. Um caso que raramente é mencionado pela Imprensa, é o das manobras de bastidor, que o público em geral ignora, mas não deixam de ter interesse. A exploração petrolífera offshore depende fortemente do apoio das frotas de navios e de empresas de contratação de…equipamentos. O gigante mundial desta indústria, Halliburton Inc., uma multinacional americana com operações em cerca de 120 países, e que operava no Mar do Norte, tem vindo a descontinuar operações nesta zona do globo, sendo substituída por subsidiárias, que antes faziam parte integrante e depois passaram a ser companhias independentes. Mas o grande interesse desta história aparentemente inocente, é que segundo reclamam algumas vozes algo ruidosas, ainda que por vezes não haja certezas quanto à veracidade dos factos, a política e os interesses corporativos interligam-se, às vezes com contornos obscuros. Dick Cheney, Vice-Presidente dos Estados Unidos da América, foi—pasme-se! – Presidente Executivo da Halliburton Inc. The Oil Boys da Administração de George Bush não dormem e já desde o final dos anos 90 que um plano de construção da uma conduta transcontinental de crude e gás, existe, para canalizar produto dos poços riquíssimos de países como o Kasaquistão, Turquemenistão, etc… Há quem afirme que o desinteresse da Halliburton em investir no Mar do Norte passa pelo Xadrês político/estratégico do investimento onde há maiores probabilidades de lucro fácil. Mas há um senão! A conduta transcontinental terá que atravessar o Afeganistão e o Paquistão, até Karachi, no Golfo de Omã. Talvez à luz destas manobras se perceba que os conflitos armados no Afeganistão e a presente situação envolvendo as lutas “pela Democracia” contra o Talibã, tenham conteúdos intencionais não declarados, de interesse estratégico para os patrões do Capital do Ouro Negro, que não passam de todo pelo Apostolado da Democracia, antes, moram no Bolso dos accionistas e nas carteiras das bolsas internacionais.

Em face dos factos, dos números e do xadrês geral conhecido, há pelo menos duas certezas. A primeira, de que não há falta de crude e gás debaixo da crosta terrestre, pelo contrário. A segunda, não é provável que nós, comuns mortais venhamos a beneficiar da quantidade disponível, porque há demasiados jogadores neste tabuleiro de interesses, em que meia dúzia de gordos gatarrões controlam a produção, os custos, os preços, a distribuição e portanto podem impoôr a seu bel-prazer toda a sorte de caprichos aos governos, estes impotentes para controlar estes senhores do crude.

Será que estamos entalados?… Pelos vistos, provavelmente

In “Forum Democracia Real”


Deixe o seu comentário

Gamados e bem Gamados!

Photobucket

Eu ando a 1,199€.
Nas duas últimas semanas andei a 1.16€.
Gasolina espanhola.


Que está 22 cêntimos mais barata, em Espanha, do que o gasóleo em Portugal.
44$00 antigos de diferença da gasolina espanhola para o gasóleo português, em cada litro!
Surreal!
Estas fotos foram tiradas no domingo passado em Celorico e em Fuentes de Onoro.

Publicado por JoaoTilly


Deixe o seu comentário

Eis a verdade

Photobucket

Ora mais uma vez cá fui eu cumprir o meu patriótico dever de ir meter gasolina a Espanha.

Os combustíveis, esta semana, subiram lá por 3 vezes.

Mesmo assim os preços são estes – e na fronteira! – como se pode comprovar.

Lá mais para o interior estão mais baratos ainda.

As campanhas de desinformação das televisões, que deliberadamente mentem aos portugueses fazendo-lhes crer que a diferença nos combustíveis em geral é de apenas 12 cêntimos, como vimos e ouvimos durante toda a semana passada, são completamente falsas. Aqui se prova.

E eu pergunto:

Quem obriga as televisões a mentir a este desgraçado povo?


Photobucket


Este é o aspecto de todas as bombas desde Celorico até Vilar Formoso. E ainda são uns bons 60 quilómetros de distância…

Centenas de postos de trabalho já foram extintos. Outros tantos em vias disso e milhões perdidos pelo Estado, por semana.

Não há visão.

Enquanto esta classe governante estiver convencida que os super lucros que arrecada subitamente neste extra-imposto são superiores ao que vai perdendo, por via da queda do consumo de combustíveis nas fronteiras e nas frotas terrestres internacionais, tudo continuará assim.

Mas é bom lembrar que em 74 a classe política de então também estava convicta de que o povo estava absolutamente esmagado e conformado com a sua sorte e não se vislumbrava qualquer tipo de problema para o regime de então.

Enganaram-se.

Claro que não foi o povo quem se revoltou, bem entendido…

O povo português da República tornou-se amorfo, insensível, cobarde e muito acomodado. O povo da segunda República e do Estado Novo foi, para além disso, também muito sacrificado e estupidificado, dando por sua vez origem a uma geração de broncos e de tugas como ainda hoje, já em Democracia e em Liberdade, se pode comprovar no histerismo colectivo do apoio à selecção de futebol, ou nos 25 minutos que a TVI dedica na abertura dos seus telejornais a não-notícias relacionadas com esta droga futebolística que tem sido, ao longo de décadas e pelos vistos com o maior sucesso, injectada ao povo mais analfa da europa.

A sociedade portuguesa, tal como hoje está caoticamente destruturada, com pais drogados por futebol, mães sem esperança e sem ânimo e crianças que declaram abertamente não terem comida em casa, é o melhor terreno para se semear a alienação, a estupidez, a cobardia e a corrupção.

Esta absoluta ausência de valores e de Conhecimento é o terreno mais fértil para a proliferação da nossa Portugalidade Tony Carreirista.

O povo está, de facto, muito estupidificado, se comparado com o dos finais da monarquia e da Carbonária, em que rebentavam mais bombas por dia em Lisboa do que barcos havia no Tejo.

Hoje é só isto: amorfismo, demissão, cobardia e frustração, já que no fundo ainda existe uma réstea de lucidez na mente tuga no reconhecimento da sua impotência e incapacidade de revolta provocadas pela incultura a que o estado remeteu este povo indescritivelmente impreparado para aceitar os desafios de uma sociedade alucinada pelo dinheiro e lucro fácil.


Já nem Fátima, nem fado, nem Família, nem Deus nem Estado.

O ópio deste povo, caro Karl, ficou mesmo só o futebol.

Publicado por JoaoTilly


Deixe o seu comentário

APETRO em aperto?


Como prova que a possibilidade do boicote está a assustar algumas pessoas, José Horta da APETRO, já veio fazer declarações ( ver aqui ). O pânico do homem é tal que chama de ignorantes aqueles que defendem/apelam ao boicote e falam dos pequenos lucros das gasolineiras. Estes senhores pensam que lá por serem secretários gerais de uma qualquer associação monopolista já podem chamar os outros de nomes. Ele chamou as pessoas de IGNORANTES!! Pessoas que são consumidores das empresas petrolíferas! Esta é a verdade: estes tipos acham que nós ( que lhes enchemos os bolsos ) somos uma cambada de ignorantes. Será que é desta que os “ignorantes” vão abrir os olhos?! Será que é desta que os portugueses vão dar uma lição a estes secretários feitos à pressa?

Vamos lutar, começando pela GALP! Se não fizer nada depois não se queixe de ser apenas uma MULA em quem todos dão pancada!


publicado por Sá Morais In “Ideias Fixas 2


Deixe o seu comentário

Hasta Espana, SEMPRE!

  • É só para informar os fascistas que deviam estar a fiscalizar a mega especulação de que está a ser vítima o povo português, e em vez disso tratam de obedecer cegamente às ordens dos infamesque desgovernam este país, intimidando osportugueses à boa maneira da ditadura que eu continuarei a abastecer em Espanha.

  • E vou lá de propósito. São 200 kms ida e volta.

  • Afinal em Ciudad a gasolina 95 está apenas ainda a 1,18. Só na fronteira está a 1.21.

  • Cá já ultrapassa os 1.51. São mais de 30 cêntimos em cada litro e os ordenados dos espanhóis são, em média, o dobro dos nossos, nas mesmas profissões e condições.

  • E aproveito para comprar produtos de limpeza – shampoos, detergentes para todo os usos e para as máquinas de lavar – e consumíveis de informática a menos de metade do preço de cá.

  • Continuarei a encher os depósitos até à ultima gota e mando os fascistas apanhar onde

  • apanha quem os obriga a esta infâmia.

  • Eu abasteço em Espanha, para ajudar à falência da especulação capitalista que esmaga Portugal.

    Nota: apesar da crise espanhola, há já alguns empresários de Seia que estão a trabalhar em Espanha por conta de outrem.
  • E não se queixam.

Publicado por JoaoTilly


Deixe o seu comentário

Bruxelas aplica multa de 8,6 milhões de euros à Galp Energia

Alexandr Zudin
O preço da gasolina está a comer-me…

Bruxelas infligiu no total uma multa de 183 milhões de euros às cinco empresas envolvidas na concertação de preços: BP, Repsol, Cepsa, Nynas e Galp.

Um dia destes ainda aparece alguém a dizer que, talvez, isto também esteja acontecer nos combustíveis em Portugal. Obviamente que não… é o mercado a funcionar…


Deixe o seu comentário

Sócras arrecada mais de 83 cêntimos por litro de combustível

Photobucket

Enquanto o governo espanhol cobra apenas 54 cêntimos.

Só em imposto são quase 30 cêntimos de diferença.

Milhões roubados ao povo para os cofres do estado.

Pra quê?

Para construir Escolas?

Não. Para as fechar.

Para construir Hospitais?

Não. Para os fechar.

Para pagar cimeiras inúteis (se Deus quiser!) de 100 milhões de euros por dia?

Sim.

Segundo o Público, o “Porreiro, pá!” Custou a Portugal mais de mil milhões de euros – contas ainda não totalmente apuradas.

Dava para mil hospitais como o de Seia. Que, para se conseguir, foi uma luta demoníaca.

E se o bravo povo da Irlanda quiser, tará sido tudo inútil.

Eles já construíram os EUA, podem bem parar com o asfixiamento da Europa por parte dos vampiros da alta finança.

Viva a Irlanda, que não deixa que meia dúzia de vendidos decidam pelo povo.

Publicado por JoaoTilly


Deixe o seu comentário

Sócras não pode obrigar quem não tem carro a pagar pelos que o têm

Mas obriga quem não tem carro e quem o tem a pagar as SCUTS onde nem sequer 1% dos portugueses passa!

E esta, hein?

Há ou não palhaços fora dos circos?

Há. 10 milhões.

Ou melhor: 9.999.999 de tugas de quem Sócras se ri todos os dias.

E que, cá para mim, bem o merecem.

Reduzir o problema da especulação desenfreada dos combustíveis – que afecta todos os produtos do mundo – a quem tem carro e quem o não tem, diz bem da qualidade intelectual deste desqualificado.

Por mil vezes menos Santana foi despedido por Cenourinha.

Por mil vezes menos nenhum primeiro ministro se aguentava no seu cargo em nenhum país civilizado.

Mas esta espécie nem sei de quê cá continua.

Ridículo, absolutamente medíocre, um tipo banal desses por quem se passa na rua e não se liga nenhuma.

Especialista em coisa nenhuma.

Um inculto. Um impostor. Um mentiroso compulsivo.

Um mediano português que nunca deveria ter subido acima da carreira de funcionário público do fundo da tabela.

Chegou ao topo do aparelho de estado graças à estupidez de quase 2 milhões de tugas.

Mas há 8 milhões que não votaram nele. Tal como António Costa que consegue ser presidente da Câmara de Lisboa com 11% dos votos possíveis.

Mas que raio de democracia é esta em que alguém com 20% das intenções reais de voto acaba com maioria absoluta e com 11% ganha eleições?

Este país não tem remédio. Publicado por JoaoTilly


Deixe o seu comentário

Gasolina mais barata em Portimão

Gasolina SC95
Continente -… Sem Chumbo 95 €1.414
E.Leclerc Portimão Sem Chumbo 95 €1.419
Repsol Portimão -… Sem Chumbo 95 €1.489
BP Gest 24 – Faro (S) Sem Chumbo 95 €1.493
BP Gest 24 – Faro (N) Sem Chumbo 95 €1.493
Gasolina SC98
E.Leclerc Portimão Sem Chumbo 98 €1.479
Ecomarché de Budens Sem Chumbo 98 €1.509
Galp – Prainha Sem Chumbo 98 €1.559
BP Gest 24 – Faro (S) Sem Chumbo 98 €1.633
BP Gest 24 – Faro (N) Sem Chumbo 98 €1.633
Gasóleo
Continente -… Gasóleo €1.329
E.Leclerc Portimão Gasóleo €1.339
Ecomarché de Budens Gasóleo €1.359
Galp – C.C.A. – Lda Gasóleo €1.389
Repsol Olhão Gasóleo €1.403
Gasóleo +
BP Gest 24 – Faro (S) Gasóleo + €1.488
BP Gest 24 – Faro (N) Gasóleo + €1.488
BP – Penina -… Gasóleo + €1.492
Galp A.S. Loulé Gasóleo + €1.494
Galp – Prainha Gasóleo + €1.494


Deixe o seu comentário

A FOME


Image and video hosting by TinyPic

O Sr. Teixeira é um demagogo de primeira, com aquela carinha de santo para não dizer de bimbo, pensa que o povo vai na conversa.

Disse o dito que nada fará para controlar os aumentos dos preços muito menos dos hidrocarbonetos, (vulgo gasolina e gasóleo).

Disse ainda o dito cujo “que não cederia a medidas populistas” , blá, blá, blá ….

Sabe sr. ministro quem não deve concordar, para além dos mesmos de sempre, são os 25% de crianças esfomeadas cujos pais nem cheta têm para lhes comprar uma simples côdea de pão, um mísero copo de leite, um rebuçado sequer, sabe sr. ministro estas crianças vão sem comer para a escola e a única refeição diária é nada, sabe sr. ministro os bens essenciais aumentam desmesuradamente quando aumentam os combustíveis.

Sr. ministro Teixeira, se não puser os pés à parede, como quem diz se não chamar esses especuladores à razão, o país que vão deixar vai ser um país de fome, miséria e sofrimento, pense bem e deixe-se de tretas.


Como dizia o António Aleixo

O pão que sobra à riqueza
Dividido pela razão
Matava a fome à pobreza
E ainda sobrava pão