Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 9-15


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A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 3-4

obama_joker


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A face oculta dos negócios


Operação face Oculta

Interessante o percurso deste amigo e colega do auto-intitulado Engenheiro que passou de um Zé-ninguém no PS a administrador da Caixa Geral de Depósito que o acabou por colocar como Vice-Presidente do BCP. Habilitações e capacidade para ocupar o cargo é algo que nunca ninguém descobriu, mas isso nunca pareceu trazer qualquer dificuldade à sua fulgurante carreira. É agora arguido na Operação face oculta por suspeita de corrupção. Nada que surpreenda.

In KAos


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Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 05/06 – Aspartame

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

Publicado por libertas000


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Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 03

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

Publicado por libertas000


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Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 01

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

Publicado por libertas000


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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 11

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

obama-brainThe Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

http://www.prisionplanet.com
http://www.infowars.com

Publicado por deusmihifortis


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Só Na República das Bananas!

Concessão de crédito à habitação caiu no primeiro trimestre
Bancos justificam subida dos spreads com aumento dos custos de financiamento
03.05.2009 – 11h36
Por Lusa
Adriano Miranda (arquivo)
“Há melhores condições nos contratos de crédito à habitação mais antigos indexados à Euribor, cujas prestações baixaram muito”, diz João Salgueiro

Os bancos que operam no mercado português assumem o aumento dos juros cobrados aos clientes nos novos empréstimos para compra de casa e justificam o movimento com o preço mais caro do dinheiro que contratam no mercado interbancário.

“Nos novos contratos as condições oferecidas pelos bancos não podem ser as mesmas devido aos custos de financiamento no mercado interbancário terem crescido bastante”, justificou à agência Lusa João Salgueiro, presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), reforçando que “ao preço a que estão a contratar [o dinheiro] os bancos têm que subir os spreads ”.

O presidente da APB disse no entanto que “há melhores condições nos contratos de crédito à habitação mais antigos indexados à Euribor, cujas prestações baixaram muito” graças ao recuo para mínimos históricos das taxas de juro.

A descida das taxas de juro beneficia todos os créditos contraídos com base em taxa variável, mas quem pretende agora contrair um empréstimo para comprar casa não vai poder tirar o mesmo proveito do recuo das Euribor, uma vez que os bancos subiram os juros cobrados nos créditos hipotecários.

A conclusão é do inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito realizado pelo Banco de Portugal que regista uma restrição dos critérios de concessão de empréstimos, no primeiro trimestre, traduzida numa subida dos spreads praticados – uma situação que vai manter-se ou mesmo acentuar-se no decorrer do segundo trimestre.

A concessão de crédito à habitação em Portugal caiu no primeiro trimestre do ano, devido à “deterioração das expectativas quanto à actividade económica em geral e das perspectivas para o mercado da habitação”, refere o supervisor.

“Os contratos [de crédito à habitação] têm que estar ligados à Euribor porque são as regras, mas enquanto os bancos contratam financiamento a três ou cinco anos, as pessoas que compram casa fazem empréstimos de muito maior duração”, sublinhou João Salgueiro para explicar o agravamento das condições exigidas pelos bancos na atribuição de novos contratos.

Custos cobrados pelos bancos duplicam

A taxa de juro implícita aos contratos de crédito habitação em Fevereiro, calculada pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE) estava em Fevereiro último nos 5,315 por cento, face aos 5,669 por cento do mês homólogo em 2008, e a Euribor a 6 meses estava então nos 2,568 por centro contra 4,501 por cento de Fevereiro do ano passado.

De acordo com os dados do INE e considerando os valores do indexante a vigorar no período de análise o diferencial é de 135 por cento. Ou seja, os custos cobrados pelos bancos mais do que duplicaram em apenas um ano.

A agência Lusa contactou os 14 principais bancos que operam em Portugal e recolheu a opinião de alguns especialistas sobre a evolução recente do mercado do crédito à habitação, bem como as perspectivas que têm para o futuro próximo.

“Quanto à evolução futura do mercado, existem algumas variáveis que podem ter um papel muito importante na sua recuperação, nomeadamente as taxas de juro baixas e a própria competitividade do mercado”, antecipou o Barclays Portugal.

À Lusa, o Crédito Agrícola disse que “a única subida de spreads se deveu às condições de mercado e da concorrência e ao facto do Crédito Agrícola em 2008 não ter subido os spreads ”.

O banco Santander Totta afirmou que “este ajustamento tem sido mais visível a nível dos spreads mínimos, que estavam em níveis muito baixos há um ano atrás”.

Em Março de 2008 o spread mínimo no banco era de 0,29 por cento, e neste momento é de 0,70 por cento, representando um aumento para quase o dobro, segundo o Santander Totta.


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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 10

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

obama-brainThe Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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Salários dos gestores: A crise não é para todos

O número é gordo: 810 891 euros. Foi este o salário médio que cada administrador executivo, de dez das maiores empresas portuguesas cotadas em bolsa, ganhou ao longo de 2008. Um rendimento 136 vezes superior ao de uma pessoa que tivesse auferido o salário mínimo em vigor durante o mesmo ano. Veja as contas: 14 meses x 426,5 euros = 5 971 euros. E um português que ganhe um salário médio estimado em torno dos mil euros necessitaria de duas vidas para conseguir um rendimento igual ao que um daqueles gestores aufere num ano.

Mesmo assim, este valor ficou abaixo dos 861 958 euros que os mesmos executivos receberam, em média, em 2007. Uma descida que parece ir ao encontro do que tem sido um dos temas mais mediáticos de toda a actual crise: a moderação dos níveis salariais dos gestores de topo das grandes empresas.

Ainda recentemente, numa reunião dos ministros das Finanças da Zona Euro, foi admitido existirem salários “escandalosos”, em empresas da União Europeia.

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, disse estar “preocupado com a dimensão desproporcionada” dos salários dos gestores e também apelou à moderação dos salários dos altos quadros das empresas.

O presidente do BPI, Fernando Ulrich, por seu turno, considerou que defender o limite dos salários dos gestores é “politiquice barata e reles”. Mas o banco por si liderado, o BPI, baixou o rendimento da sua comissão executiva, Ulrich incluído, em 41% de 2007 para 2008.

E o que podem os governos fazer além de lançarem apelos? Muito pouco. A solução pode estar na via fiscal. Salários desta grandeza são tributados à taxa máxima de IRS, de 42 por cento. “No máximo, o que o Governo pode fazer é criar um imposto especial para indivíduos que ganhem mais que um determinado montante”, esclarece Diogo Leite Campos. O fiscalista faz questão de esclarecer, contudo, que tal medida apenas seria aplicada aos rendimentos futuros, pois a lei fiscal, sublinha, “não é retroactiva”.

O problema não é de agora, apenas ganhou maiores proporções devido à crise e à injecção de dinheiro que os Estados, um pouco por todo o mundo, estão a fazer nas empresas.

Mas como é que tantos gestores conseguiram atingir tais patamares de rendimento? A resposta óbvia seria algo do género: “São uma consequência natural do capitalismo.” Mário Parra da Silva, presidente da Associação Portuguesa de Ética Empresarial, tem uma visão diferente. “O que aconteceu é que foram atraiçoados alguns dos princípios básicos do capitalismo, um modelo que se baseia na propriedade e não na gestão.” O capitalismo, acrescenta, assenta, ainda, na “ideia de que quem gere mal a sua empresa, arrisca-se a perder o seu património “. Era assim quando os gestores eram os donos do capital. Entretanto, tudo mudou.

Segundo Mário Parra da Silva, assistimos a uma tomada de posição de poder dentro das corporações: “O jogo tornou-se perverso.

As empresas passaram a ser controladas por pessoas que, na verdade, não as possuem.

O princípio de que o capitalista tem de correr o risco de perder o seu património foi deturpado. De uma lógica de preservação de património para as gerações futuras, passou-se a uma lógica de rendimento mais alto possível e mais depressa possível.” Por outras palavras, ganhar o máximo hoje, sem olhar para o amanhã.

O paradigma deste tipo de capitalismo “deturpado” é o gigante segurador AIG. À beira da falência, a empresa foi alvo de uma injecção de dinheiros públicos 173 milhões de dólares, no âmbito do programa de apoio ao relançamento da economia, nos EUA. E o que é que a gestão da companhia fez, alguns meses mais tarde, com esses montantes? Autocompensou-se. A cúpula directiva da AIG atribuiu a si própria um bolo salarial no valor de 165 milhões de dólares.

Ou seja, em vez de servirem para endireitar as contas da AIG, os dinheiros dos contribuintes premiaram os responsáveis pelo descalabro da seguradora.

O caso chocou a opinião pública e obrigou à intervenção directa do Presidente dos EUA, Barack Obama, que acabou por cobrar em impostos parte dos salários que estes executivos tinham recebido.

OS CASOS PORTUGUESES

Por cá, durante a apresentação das contas de 2008, entre Março e Abril, empresas como a Sonae, Millenniumbcp, Banco Espírito Santo, Impresa, entre outras, anunciaram uma redução ou congelamento dos pagamentos aos altos quadros, medidas que estarão em vigor em 2009, independentemente da dimensão ou desempenho empresarial da empresa.

No entanto, apesar da diminuição de alguns dos rendimentos dos gestores de topo, esta não foi regra única para os salários de 2008. Num grupo de dez grandes grupos analisados pela VISÃO, apenas quatro optaram por baixar os salários dos executivos. A Portugal Telecom foi a empresa onde se registou uma maior descida. No entanto, em 2007 os seus gestores beneficiaram de um pagamento extraordinário, no valor de 4,9 milhões de euros, atribuídos a título de rendimento variável. Foi o prémio por terem conseguido cerrar fileiras e bloquer a OPA lançada pela Sonae. E este acréscimo extraordinário, em 2007, é, também, uma das principais razões da queda, igualmente extraordinária, registada em 2008, dos salários de topo, naquela empresa.

Contas feitas, o ordenado médio dos administradores executivos da PT 890 mil euros por ano mantém-se acima da média das restantes grandes empresas nacionais por nós analisadas.

Onde os salários vêm registando uma acentuada derrapagem, mais em linha com os resultados e a cotação bolsista, é no Millenniumbcp.

Quando a equipa de Carlos Santos Ferreira iniciou uma nova era na gestão daquele que é o maior banco privado português criado após o 25 de Abril, as políticas salariais da cúpula de gestão sofreram uma mudança brusca. Um corte radical com o passado da instituição Santos Ferreira foi o primeiro presidente do banco não escolhido ou aceite pelo fundador do Millenniumbcp, Jorge Jardim Gonçalves.

Em 2007 e 2008, os administradores não receberam qualquer rendimento variável.

Esta foi, aliás, a única empresa em análise cujos gestores apenas levaram para casa o rendimento fixo. Em média, os sete admi- nistradores do banco receberam 487 mil euros por ano, quase metade da média do que pagaram as outras empresas. O salário de 2008 também levou um significativo corte em relação ao do ano anterior: menos 27,5 por cento.

No BPI, a política de vencimentos não é muito diferente. Em 2008, cada um dos elementos da equipa de Fernando Ulrich recebeu, em média, 526 mil euros, um montante em que estão incluídos o salário fixo e os prémios de gestão.

ELECTRIZANTE

Já no Banco Espírito Santo a política é outra. A comissão executiva, composta por 11 elementos, recebeu 12,6 milhões de euros, o que equivale a um salário médio superior a um milhão de euros anual para cada gestor.

Mas o recorde das subidas de salários entre 2007 e 2008 pertenceu à Rede Eléctrica Nacional REN. Os gestores desta empresa liderada por José Penedos viram o seu ordenado aumentar 157%, de um ano para o outro. Uma subida impressionante, em tempo de crise. Além do mais, a empresa nem apresentou um desempenho melhor que no ano anterior, pois os lucros baixaram 12,3 por cento. É importante, todavia, fazer uma ressalva: apesar da subida vertiginosa, a média salarial, que é, aqui, de 656 mil euros/ano, continua muito abaixo da média das restantes empresas analisadas pela VISÃO.

A justificação para tão significativos aumentos pode ler-se nos relatórios do governo societário da REN. Verifica-se que, em 2007, a componente do rendimento variável destes gestores foi praticamente inexistente: 7 mil euros para cinco pessoas.

O rendimento fixo ascendeu, nesse ano, a 1,27 milhões de euros. E em 2008, a componente fixa aumentou para 1,87 milhões, o que equivale a um aumento de 47 por cento.

Além disso, a componente variável também foi substancialmente insuflada, passando para 1,4 milhões de euros.

Nos mesmos relatórios, a administração lembra que, deste total, 430 mil euros foram recebidos por administradores de sociedades participadas. Mesmo assim, se retirarmos essa verba, o aumento das remunerações continua a ser de mais de três dígitos: qualquer coisa como 122 por cento.

ACIMA DO MILHÃO

Falámos, até agora, de salários médios das cúpulas directivas. Não sabemos quanto ganhou Ricardo Salgado, nem Santos Ferreira, nem José Penedos em particular. Na EDP, pelo contrário, a transparência chega aí, ao salário do presidente da comissão executiva. António Mexia defende que “os ordenados têm de ser transparentes”.

E, de facto, é dos poucos gestores que revela o seu salário. Em 2008, recebeu 686 mil euros de rendimento fixo, exactamente o mesmo que em 2007, e 570 mil de rendimento variável, menos 30 mil euros que no ano anterior. Ou seja, um total de 1,256 milhões de euros. Os restantes seis administradores executivos encaixaram 6,4 milhões, quase 1,1 milhões por cabeça, em média mais 50 mil euros/cada que em 2007. O ano passado foi de crise, os salários aumentaram (salvo o do presidente que até perdeu 30 mil euros) mas os lucros da EDP cresceram mais de 20 por cento.

Paulo Azevedo, o novo “patrão” do grupo Sonae, também não tem problemas em divulgar, no relatório do governo da sociedade, os seus rendimentos. O filho de Belmiro de Azevedo, que tomou as rédeas da empresa em 2007, recebeu, em 2008, 1,06 milhões de euros, menos 9,4% do que os 1,17 milhões recebidos em 2007. Mas os outros três administradores executivos da Sonae SGPS auferiram, em média, mais de 850 mil euros.

Paulo Azevedo garantiu à VISÃO que a Sonae “tem uma política salarial muito ligada ao mercado, mas goza da reputação de ser menos dada a grandes salários que o mercado em geral”.

Quanto à descida dos salários dos gestores e à possibilidade de eles diminuírem no grupo Sonae, o líder do grupo esclarece que “se o mercado baixar muito, nós também baixaremos, mas não creio que isso aconteça.

Eu próprio tenho um prémio inferior ao do ano passado, mas isso tem a ver com a performance das empresas. A parte variável, no que se refere aos gestores, tem um peso muito grande, e muito acima do peso do mercado.

Se há menos negócio, há menos salário”.

Mas estes dois casos de divulgação dos salários são das poucas excepções que confirmam a regra. Apesar das recomendações da Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários de maior transparência nos salários dos gestores, a grande maioria das empresas apresenta apenas de forma agregada os rendimentos da equipa de gestão.

Diogo Leite Campos diz que esta prática não é da maior transparência, pois “alguns ganham o dobro dos outros e esse valor nunca é divulgado”. Além disso, realça o facto de existir outro tipo de prémios, em espécie, que não são mencionados no relatório de governo das sociedades, “um documento onde estas práticas deveriam ser relatadas”.

Visão


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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 9

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

The Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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ESQUERDA.NET | Off-shores, Pinochet e Espírito Santo

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Ricardo Salgado ficou irritado com a proposta do Bloco para levantar o sigilo bancário. E quando pediu uma amnistia fiscal para os off-shores, só o Bloco lhe fez frente. Neste vídeo, o esquerda.net mostra como o Grupo Espírito Santo, através dos seus bancos em Miami e no off-shore nas Ilhas Caimão, protegeu durante mais de oito anos o dinheiro roubado ao povo chileno pela ditadura de Pinochet. E revela a acção judicial que a justiça chilena interpôs em Março de 2009 contra o BES num tribunal da Florida para reaver os cerca de 4 milhões de dólares que passaram pelas contas do BES. Ricardo Salgado diz que não é nada com ele, mas o relatório do Senado norte-americano desmente o banqueiro. Leia-o aqui: http://www.esquerda.net/media/relatoriopinochet _us.pdf


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Louçã avança com pacote de leis anti-capitalistas

O BE quer limitar os salários e acabar com os ‘paraquedas dourados’ de gestores, criar dois novos impostos e extinguir os off-shores. São medidas de um pacote que vai pôr à prova o discurso de ‘esquerda’ de Sócrates e do PS

Francisco Louçã avançou esta tarde com um pacote de medidas que atacam a desregulação dos mercados que esteve na base da crise financeira internacional.

O Bloco de Esquerda propõe nada menos que seis projectos de lei que contemplam matérias como os salários dos gestores, os paraísos fiscais e dois novos impostos, sobre os ricos e especuladores, e quer que Sócrates proponha à União Europeia o fim dos off-shores.

Além da crise internacional, recentes casos judiciais que mostram buracos no sistema penal estão na base de algumas medidas. É assim que o BE propõe que a corrupção para acto lícito (por exemplo um licenciamento urbanístico) não prescreva mais cedo do que um caso de corrupção para acto ilícito.

A criação da Taxa Tobim, um imposto sobre as mais-valias em negócios especulativos de acções ou divisas é uma das propostas de Francisco Louçã. A ser aceite, uma taxa de 0,1 por cento atingiria as ordens de transacção «emitidas por agentes económicos operando em Portugal».

Na exposição de motivos da lei, o BE lembra que foi José Sócrates que disse que «é preciso uma regulação que entre na sombra dos mercados e nos fluxos financeiros».

Outro projecto novo imposto do BE visa os mais abastados. Recordando que «Portugal é o país da União Europeia com maior desigualdade de rendimentos», o «imposto de solidariedade sobre as grandes fortunas» atingirá quem tiver bens num valor «superior a 2500 salários mínimos nacionais», ou seja cerca de 900 mil euros. Um por cento da população de Portugal, segundo as contas do BE.

O caso BCP
como argumento

Neste contexto de limitação da riqueza, aparecem também as regras que o BE quer impor aos gestores. Se forem aprovadas, os salários de administradores de empresas participadas pelo Estado passam a ter um tecto. E as empresas cotadas em bolsa terão de incluir no relatório e contas anual todas as reumunerações pagas a gestores.

Os chamados «paraquedas dourados» – indemnizações pagas a gestores despedidos – e outras benesses dos executivos de topo são alvo de um dos projectos bloquista. A «taxa sobre os prémios excepcionais pagos a administradores» pretende atingir «abusos», por vezes em empresas deficitárias, reforçam os bloquistas.

O BE lembra que a administração do BCP foi em 2007 «premiada com cerca de cem milhões de euros», apesar de estar a ser investigada por crimes. O valor proposto pelo BE para a taxa é muito alto: 75% do que for pago em prémios anuais e 30% sobre os «paraquedas dourados», nas rescisões antecipadas.

A transparência motiva dois outros projectos deste pacote apresentado por Francisco Louçã, esta tarde, em Lisboa.

Don't run away !!  It's late by [Kantor].

Assim, o BE quer que as empresas licenciadas no offshore da Madeira provem que os impostos estão em dia e que existem fisicamente na região. Quem não cumprir as regras perde a licença de operar na Zona Franca e todos os benefícios fiscais obtidos.

Mas a meta do BE é mesmo a extinção destas «zonas cinzentas» de legalidade, pelo que também propõe que o Governo se comprometa a fechar o paraíso fiscal da Madeira ao mesmo tempo que os restantes da União Europeia encerrem os seus off-shores.

Em matéria de sigilo bancário, o BE lembra que Sócrates prometeu seguir «as melhores práticas europeias» no combate à evasão fiscal e conclui que a lei actual fica muito aquém dessa bitola europeia.

Um acesso generalizado da admnistração fiscal às contas bancárias é a proposta do BE, que confrontará o PS com as suas promessas, também neste caso.

manuel.a.magalhaes@sol.pt


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Moody’s corta rating do Banif e ESFG

A agência de notação financeira Moody’s cortou hoje o ‘rating’ (medida do risco de crédito) do Banif e do Espírito Santo Financial Group e colocou sob vigilância outros seis bancos portugueses, sinalizando que também lhes pode cortar os ‘ratings’.


Num comunicado enviado ao início da noite, a Moody’s diz que baixou o ‘rating’ do Banif de A2 para Baa1 e reduziu o do Espírito Santo Financial Group (ESFG) de A1 para A2.

O ESFG é a holding que detém o banco BES e inclui também o BES Investimento, a ESAF (gestora de fundos do grupo) e a companhia de seguros Tranquilidade.

O ‘rating’ é uma classificação do risco de uma empresa não conseguir assumir os seus compromissos financeiros (é tanto melhor quanto mais próximo da letra A for).

No mesmo comunicado, os analistas da Moody’s referem que colocaram sob vigilância para uma possível revisão em baixa os ‘ratings’ de seis outros bancos portugueses: Caixa Geral de Depósitos, Banco Comercial Português, Banco Espírito Santo, Banco Santander Totta, Banco BPI e Caixa Económica Montepio Geral.

Destak/Lusa | destak@destak.pt


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A melhor maneira de roubar um banco é geri-lo




27-Mar-2009

Sandro Mendonça

Numa economia de mercado é aos privados que em primeiro lugar se devem pedir contas. As recentes implosões de instituições financeiras mostram que os vilões da história foram os “top managers”. Até aqui estamos em linha com as (más) práticas internacionais. Contudo, com esta crise já se aprendeu uma coisa: a maior falência no sistema financeiro português é a do Banco de Portugal (BdP).

Falhas graves de supervisão têm custos sistémicos, sobretudo em pequenas economias abertas. O facto de a casa não estar arrumada cria agora dificuldades adicionais ao país. O governador encolhe os ombros. Numa audiência parlamentar lamentou: “não há regulação e supervisores que descubram todas essas fraudes quando elas estão a ser cometidas. É impossível!”. Há aqui um padrão.

Seguindo a reboque dos eventos, e aparentemente transformado em inefável centro de investigação académica, o BdP não se mostra organizado para cumprir as funções que lhe foram atribuídas. Não só não monitoriza satisfatoriamente as instituições financeiras (incluindo essas predadoras entidades de empréstimos a pronto deixadas à solta durante anos a fio) como, também, não tem estado ao lado dos consumidores. Não partiu do BdP qualquer iniciativa de impor à banca os arredondamentos à milésima no crédito ou o controlo de comissões abusivas nos PPR. Nunca, nem depois de tantos anos a defender contenção salarial, o regulador deu sinais de estender esse mesmo convite aos administradores da banca.

Procuremos recursos para desenvolver estas matérias. Os três livros seguintes podem ser consultados gratuitamente no sítio da editora, a Princeton University Press: press.princeton.edu.

1. Quando alguém tem o poder de fixar a própria remuneração variável surgem patologias sérias. Casos como a Merrill Lynch, o Royal Bank of Scotland ou a seguradora AIG, onde os gestores se premiaram sistematicamente com remunerações grotescas, revelam que até operadores visíveis no centro do sistema são demasiado vulneráveis à pilhagem e à fraude. Como escreveu John Kenneth Galbraith em “The New Industrial State”, livro agora oportunamente reeditado: “as grandes organizações servem sobretudo quem está, só depois vêm as outras clientelas” (leia-se, os accionistas … na retórica habitual da governança societária os consumidores ou os colaboradores não constam).

2. Portanto, a actual crise não pode ser atribuída a meros erros de investimento (subprime) ou ao mau carácter de alguns (Madoff). Dois economistas conhecidos, George Akerlof e Robert Shiller, colocam o dedo na ferida com o seu livro “Animal Spirits” publicado já em 2009. Os alicerces “micro-psicológicos” da macroeconomia são enviesados e erráticos; e num sistema de motivações complexas de onde foi removido o lastro estabilizador do Estado as flutuações tornam-se devastadoras. Entretanto, e na pior altura, o foco exclusivo dos bancos centrais europeus na inflação e nos défices públicos atrofiou as capacidades de vigilância sobre a alta (e a baixa) finança.

3. Por trás da crise está um colapso geral de ética e responsabilidade. Esta desintegração não surgiu por meio de uma mão invisível. Como se percebe lendo “Analyzing the Global Political Economy”, de A. Walter e G. Sen, há instituições que promovem activamente a instabilidade. Os “off-shores” são disto exemplo; paraísos fiscais associados à lavagem de dinheiro e à especulação gratuita. Ao contrário da percepção habitual, dois terços destas plataformas artificiosas encontram-se no velho continente, sobretudo na Suíça e a Grã-Bretanha, e não em sítios longínquos e estereotipados como as Bermudas. Daí que devam ser os Europeus a demonstrar liderança decisiva nesta matéria. E isto obriga, também, a que Portugal resolva o seu problema com o “off-shore” da Madeira. Mas não contemos com o encorajamento do BdP. Como por lá se diz: “É impossível!”.

Sandro Mendonça, Dep. de Economia, ISCTE, e SPRU, University of Sussex

opin.econ@gmail.com

Fonte: Esquerda.net


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Zeitgeist Addendum (Legendado) 12/12

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora


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Zeitgeist Addendum (Legendado) 11/12

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
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Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora


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Zeitgeist Addendum (Legendado) 7-8/12

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora


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Zeitgeist Addendum (Legendado) 3-4/12

α

Ω

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora


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Esoteric Agenda 7/8 – LEGENDADO

ADVERTÊNCIA

Este documentário contém informações muito polémicas sobre toda a nossa realidade, tudo que você acreditou até agora. se você acha que não está preparado para descobrir os segredos da Matrix, recomendamos que não assista a esse vídeo.

Existe uma Agenda Esotérica atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa.
Há uma facção da elite conduzindo a política social, economia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.
esse vídeo expoe essa agenda…

Enfim, um documentário IMPRESCINDÍVEL para aqueles que buscam a verdade.

Publicado por deusmihifortis


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«Educação ou Armadilha Pedagógica»: Education Round Table, o bilderberg da educação

ordo ab chao - create chaos then control the order that comes out of it

Ainda em período de prendas e reflexões trago para aqui um livro que não li, a não ser o excerto  que, já não sei por que forma me chegou em PowerPoint, o qual na altura me impressionou e que guardei sem na altura saber sequer o nome do autor. Mais tarde pesquisei na Net e julgo ter encontrado a referência do livro, o qual ainda não adquiri por mero esquecimento.

Educação ou armadilha pedagógica

Manuel Cidalino Cruz Madaleno – Papiro Editora

2006, 110 pp

Já houve uma altura em que enviei o Powerpoint por mail para algumas pessoas, mas depois ele permaneceu esquecido, guardado algures na memória do meu computador, pelo que instintivamente por economia me escuso a conservar na minha. No entanto hoje, assim que li esta notícia no Público, lembrei-me imediatamente de o colocar aqui.

Julgo que a educação continua e deve continuar no próximo ano a ser um tema quente porque a luta pela preservação da escola pública não pode nem deve esmorecer, antes pelo contrário; existem nela alguns factores que tornam a questão do ensino uma questão central para quem como nós deseja ajudar a entreabrir portas por onde a revolução há-de passar: os sindicatos dos professores conseguiram unir-se numa  frente única – a plataforma sindical dos professores (esta já não se pode cingir a uma mera função corporativista, visto que se comprometeu a defender a escola pública, luta muito mais abrangente que deverá envolver os pais e os cidadãos em geral); a plataforma sindical já não age apenas de acordo com os interesses dos professores sindicalizados ou dos partidos que estão por detrás dos sindicatos, os quais já deram provas de conter a luta em vez de a usar como motor de arranque; a plataforma tem sido impelida  a  endurecer  a  luta pelos milhares de manifestantes com que se comprometeu; se essa unidade sindical foi possível (entre a FENPROF e a FNE) também poderá a exemplo ser possível entre as duas grandes centrais sindicais; estas têm a faca e o queijo na mão para poderem mobilizar os trabalhadores impelindo-os a defender os direitos do trabalho afrontados pelo código laboral e a unirem a sua luta à luta dos professores, pois é preciso não esquecer que os ataques e os objectivos são semelhantes e que a escola pública atinge todos os trabalhadores com filhos na escola pública.

Recomendo a leitura do texto, que é apenas um excerto, e a sua divulgação para que os cidadãos tomem verdadeira consciência do que está em causa quando se fala em defender a escola pública portuguesa. Por mim tenciono adquirir o livro e lê-lo na íntegra.

Calculo que não vão gostar do que lerem tanto como eu não gostei.

Aproveito para desejar que 2009 nos traga a todos renovadas energias para vencer o Capitalismo, verdadeiro obstáculo civilizacional.

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In O Libertário



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Para entender a crise financeira


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Esoteric Agenda 3/4 – LEGENDADO

ADVERTÊNCIA

Este documentário contém informações muito polémicas sobre toda a nossa realidade, tudo que você acreditou até agora. se você acha que não está preparado para descobrir os segredos da Matrix, recomendamos que não assista a esse vídeo.

Existe uma Agenda Esotérica atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa.
Há uma facção da elite conduzindo a política social, economia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.
esse vídeo expoe essa agenda…

Enfim, um documentário IMPRESCINDÍVEL para aqueles que buscam a verdade.

Publicado por deusmihifortis


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José Sócrates um produto Bilderberg / A Actual Crise Económica um produto Bilderberg

Bilderberg um clube secreto governa o mundo
Criado há 53 anos, o Clube Bilderberg reúne anualmente, em caráter sigiloso, nomes influentes da política, da economia e da mídia do Ocidente para debater assuntos de interesse mundial. Seus defensores dizem que essas conferências são uma ocasião única para a busca de consenso, mas seus críticos afirmam que em tais encontros se trama o destino do mundo

Por Eduardo Araia


A ignorância é “O triunfo dos Porcos”.

José Sócrates ganhou o Euromilhões!

Num momento em que a crise social, as políticas anti-sociais do Governo ,desgastavam o Partido Socialista, a crise do subprime nos EUA e a consequente crise bancária internacional, salvam José Sócrates.José Sócrates – com pose de vencedor – “deu” uma comunicação de Natal aos portugueses.

Apareceu como o salvador da Pátria, o “pai” das políticas sociais, o D. Sebastião da crise.

livrobilderbergOs portugueses têm de saber algumas coisas:
1 – José Sócrates é um homem do Club Bilderberg;
2 – José Sócrates esteve na supersecreta reunião dos bilderbergs em Stresa, Itália, no ano de 2004;
3 – Na supersecreta reunião do Clube Bilderberg em Stresa , esteve também Santana Lopes e Pinto Balsemão;
4 – Nesta reunião foi decidido pelo Clube Bilderberg que Durão Barroso seria o próximo Presidente da Comissão Europeia; que Santana Lopes seria o próximo Primeiro Ministro de Portugal e que, para tanto, seria dissolvida a Assembleia da República Portuguesa; seria feito um ataque ao PSD e que José Sócrates depois seria o próximo Primeiro Ministro de Portugal.
5 – Para tanto o Clube Bilderberg – ligado à maçonaria internacional e sobretudo norte americana , ao grande sistema financeiro internacional, à estratégia dos EUA, aos poderes das grandes multinacionais e serviços secretos ocidentais – contou com o apoio de Mário Soares, de Jorge Sampaio e de Pinto Balsemão e seu Grupo Económico.

Os Bilderbergs são os grandes responsáveis pelo colapso do sistema financeiro internacional, ao promoverem as políticas de especulação financeira, a aposta no mercado de títulos e do imobiliário.

José Sócrates é um homem de confiança do Club Bilderberg.

As crises são sempre motores do renascimento económico.

A actual crise além de estrategicamente determinada pelos grandes senhores do Mundo Capitalista, Ocidental, é fundamental para combater a concorrência, para prejudicar as economias emergentes e assim manter o exército de pobres no Mundo e o mercado aberto.

O crescimento das economias chinesa , indiana e russa é uma ameaça aos grandes grupos económicos mundiais, porque as não controlam.

José Sócrates distribui migalhas e aparece como o grande estadista, o “salvador”, precisamente a poucos meses de eleições, sem uma Oposição do PSD estruturada, forte .

No entanto José Sócrates sabe que foi o “seu” clube que esteve por detrás de toda esta turbulência.

José Sócrates é um indivíduo com sorte, com muita sorte!

Pinto Balsemão, apesar de ser do PSD, é um bilderberg, e, como tal, o seu grupo económico tem de observar os interesses do Clube Bilderberg, designadamente cumprir as determinações dos bilderbergs.

Assim, a SIC e o Expresso estão dominados pela maçonaria, pelo Partido Socialista.

A comunicação social é fundamental na estratégia dos bilderbergs.José Sócrates colhe benefícios enormes desta estratégia.

O Expresso está uma pera doce para o Governo, mesmo na questão da licenciatura, pois esse episódio tem de ser visto numa frente alargada de pressão e condicionamento do Governo do PS aos desígnios do Club Bilderberg.

E agora aí está o Governo a apoiar o Banco Privado Português , precisamente onde grande parte do Poder Económico Português tem as suas contas e Pinto Balsemão tem posição estratégica!!!

O Povo Português nada manda.Quando vota, pensa que manda alguma coisa.Mas para nada conta.

Só para votar, sem saber que são os mesmos sempre a decidir.

- Continua , proximamente -

Posto por José Maria Martins