Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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Divulgada listagem de elementos da maçonaria em Portugal

A Maçonaria Em Portugal- uma História de Corrupção e Conspiração

É com alguma dificuldade que tento neste pequeno texto discutir brevemente a razão pela qual todos devemos estudar as sociedades secretas cuidadosamente. Este é um tema muitíssimo vasto, e tem tantas vertentes que para proceder à denuncia da verdadeira teia de poder que transcende partidos, afiliações políticas e religiosas, tanto poderíamos considerar textos sobre finança, como livros sobre geopolítica, como tratados sobre misticismo. Mas para não complicar demasiado, e com vista a clarificar em vez de mistificar, serve este texto de breve introdução para ilustrar de que forma a maçonaria plantou, e continua a plantar as sementes da desgraça que é a condição atual de Portugal. Vamos portanto considerar elementos puramente terrestres (negligenciando por enquanto as dinâmicas filosóficas e etéreas), sendo que uma pesquisa mais aprofundada do presente tema levará necessariamente a áreas de conhecimento às quais as mentes mais fechadas se negam o acesso.

Listagem retirada de Casa das Aranhas:

Convergência Abel Saturnino da Silva de Moura Pinheiro
Vitória Abilio Afonso Ferreira
Madrugada Abílio de Jesus Fidalgo
Transparência Abilio José Salgado
Simpatia e União Abilio Vassalo Abreu
Passos Manuel Acácio Gonçalves Machado Carvalho
Madrugada Acácio José Monteiro Ribeiro
O Futuro Acácio Manuel de Frias Barreiros
Alberto Sampaio Adalberto Tomaz
Intervenção Adelino Cerqueira Leitão
A Revolta Adelino Ferreira Martins
Liberdade Adelino Manuel Marques Da Silva
Convergência Adélio Pereira André
Fernando Pessoa Adérito Vicente Serrão
Simpatia e União Adozindo de Sousa Leite
Redenção Adriano Jorge Correia Dias
Obreiros do Trabalho Adriano Pinto Gomes Amaral
Triângulo Castelo Branco Afonso Amável Barata Camões
Passos Manuel Afonso Henrique Carvalho da Cunha
Madrugada Afonso Manuel Matos Viola
Sete Colinas Afonso Nuno de Moura Brígido Verissimo da Cruz
Delta Agostinho de Martino
Vinte Cinco de Abril Agostinho Mesquita Antunes de Carvalho
Simpatia e União Alain Pierre Victor Merelo Barberá
Madrugada Albano Andrade Pereira
União Albano Dias da Costa
Estrela D’Alva Albano José Pires
Vitória Albano Manuel Matos Barbosa Mendonça
Liberdade e Justiça Alberto António Sequeira Pinto Gouveia
Acácia Alberto Carlos Castro Barros Pereira
Fraternidade e Progresso Alberto Fernandes Brás
Fénix Alberto José Carvalho Batista
Delta Alberto Manuel Casal Toscano Pessoa
O Futuro Alberto Manuel Gonçalves Mendes
Fénix Alberto Manuel Roque Lobo da Silva
República Alberto Marques de Oliveira e Silva
Passos Manuel Alberto Mendes Teles
Vitória Alberto Nuno Torgal Simões
Paladinos Alberto Santiago Rodrigues de Sousa
Consenso Alberto Silva Sousa e Cunha
Vitória Alberto Sousa Martins
Montanha Albino Ribeiro Cardoso
José Estevão Alcindo Manuel Pacheco Ferreira da Silva
Vinte Cinco de Abril Alcino José Cardoso Pedrosa
Passos Manuel Alex Tona
Triângulo Chaves Alexandre António Alves Chaves
José Estevão Alexandre Barros de Sousa
Obreiros do Trabalho Alexandre Manuel Santos Paiva
Gomes Freire Alexandre Mesquita Carvalho Fava
União Alexandre Miguel Barbosa Valle de Carvalho
Estrela do Norte Alexis Rodriguez Perez
Fraternidade e Justiça Alfredo Carlos Barroco Esperança
Simpatia e União Alfredo Conceição Ribeiro
Acácia Alfredo João Gouveia Tomé
Universalis Alfredo Jorge Gomes de Sá e
Gomes Freire Alfredo José Sousa Gomes
Fenix Alfredo Luís Carvalho Baptista
Estrela D’Alva Alfredo Ricardo Rezende Tropa
A Revolta Alfredo Salvaterra
Vitória Alfredo Teixeira Costa Pereira
Fraternidade e Justiça Alipio Mendes de Melo
A Revolta Aloísio Albano de Castro Leão
Lusitânia Aloísio Fernando Macedo da Fonseca
Liberdade Álvaro Alberto Negrão de Sousa
Atlântico Álvaro Augusto Tojal
Redenção Alvaro Dias Martins Aroso
O Futuro Álvaro José Carrilho Martins de Medeiros Tavares
Ocidente Álvaro José Ribeiro Gonçalves
Universalis Álvaro Leon Cassuto
Fernandes Tomás Álvaro Manuel Cação Biscaia
Universalis Alvaro Manuel Ricardo Nunes
Redenção Álvaro Morais de Oliveira Canelas de Castro
Sete Colinas Álvaro Ribeiro Monteiro
Atlântico Álvaro Teixeira de Oliveira
Bomtempo Álvaro Veiga
Estrela D’Alva Amadeu Carlos de Oliveira Basto de Lima
Redenção Amadeu José de Figueiredo Carvalho Homem
Fernando Pessoa Amândio da Conceição Silva
Universalis Amândio Peres Jacinto
Alberto Sampaio Américo António Pais Borges
Redenção Américo Manuel da Costa Figueiredo
Ocidente Américo Patricio Cipriano Thomati
Fernando Pessoa Américo Rodrigues Madeira Bárbara
Madrugada Anatólio Dias Falé
Bomtempo André Campos Martins Carreira
Madrugada André Claudino Francisco
O Futuro André da Atalaia Samouco
O Futuro André Franco de Sousa
Acácia André Henriques Suarez Garcia
Fénix André Luciano Rodrigues Camara
Montanha Angelo Miguel Ferreira Marques
Passos Manuel Angelo Miguel Quaresma Gomes Martingo
Vitória Anibal Belo Antunes da Silva
Vitória Antero Anibal Ribeiro da Silva
Redenção Antero Sousa Braga
Atlântico Anthony Laurel
Bomtempo Antoni Assuncion Hernandez
Revolução Antonino da Conceição Ventura
O Futuro Antonino Proença Marques
A Revolta António Abel Garcia Meliço Silvestre
Bomtempo António Adriano de Ascensão Pires Ventura
Universalis António Alberto Alves Pereira Borga
Sete Colinas António Alberto da Cunha Abrantes
Ocidente António Alexandre Picareta Delgado
Luz e Harmonia António Alfredo Avelar Canto Machado
Fraternidade e Justiça António Almeida Santos
União António Álvaro Ferreira Correia Marques
Estrela D’Alva António Alves Fonseca
Madrugada António Armando Agostinho Rodelo
Do Castelo António Armando Dantas de Almeida
Simpatia e União António Armindo de Sousa e Silva
Vitória António Artur Rodrigues da Costa
Liberdade António Athias da Cunha Leal
Fraternidade e Justiça António Augusto Cerveira Cardoso
Alberto Sampaio António Augusto Espinha Ribeiro de Carvalho
Vitória António Augusto Ferraz
Vitória António Augusto Ferreira Nadais
Livre Pensamento António Augusto Lagoa Henriques
Rebeldia António Augusto Marques de Almeida
Fénix António Augusto Pais de Lacerda Ferreira
Redenção António Augusto Vieira Lopes
Acácia António Baltazar Valente Ramos Dias
Madrugada António Becho Grave Caldeira
Liberdade e Justiça António Bento da Silva Galamba
Alberto Sampaio António Bruno Couchinho
Alberto Sampaio António Campos de Morais
Fernandes Tomás António Cândido Alves
Do Castelo António Candido Baltazar Paiva
Século XXI António Cardoso Alves
Passos Manuel António Carlos Antunes Guimarães Côrte-Real
Graal António Carlos dos Santos Gois
Madrugada António Carlos Gonçalves e Carvalho
Humanitas António Carlos Harthley Fernandes Caroço
Fraternidade e Justiça António Carlos Ribeiro Campos
Vitória António Carlos Viçoso Costa Paz
Acácia António Castelo Sérgio Pessoa
8 de Maio António César Quaresma Ventura
Universalis António Cunha Coutinho
Vinte Cinco de Abril António da Conceição Antunes Ribeiro
Fraternidade e Justiça António da Conceição Gonçalves Dias
O Futuro António da Silva Carvalho
A Revolta António David da Costa Hall
Gomes Freire António de Carvalho Medalha
Convergência António de Deus Ramos Ponces de Carvalho
Rebeldia António de Melo Bernardo
A Revolta António Diamantino Marques Lopes
Ocidente António Domingos Pereira Marques
Camões António dos Ramos Domingos e Sousa
Lusitânia António dos Santos Luis
Gravito António dos Santos Maltez
Redenção António Duarte Arnaut
Madrugada António Eduardo Conceição Fortunato
Século XXI António Eduardo Costa Simões
Convergência António Eduardo Garcia Alves Lico
Fraternidade e Progresso Antonio Eduardo S. R. Lobo Vilela
Gravito António Fernando Ferreira Monteiro
Estrela D’Alva António Fernando Marques Ribeiro Reis
Redenção António Fernando Monteiro
Liberdade e Justiça António Fernando Reis Gil
A Revolta António Fernando Rodrigues Costa
Liberdade e Justiça António Filipe Leite e Pereira da Silva
Fénix António Francisco Canhota Santana
Vinte Cinco de Abril António Francisco Felício Correia
A Revolta António Francisco Matos Martins Ferreira
Passos Manuel António Freitas Azevedo
União António Graça Teixeira da Silva
Paladinos António Henrique Machado Capelas
dos Hereges António Henrique Rodrigo de Oliveira Marques
Ocidente António Henrique Rodrigues Roseiro
Vitória António Inácio Gomes da Mota
Liberdade e Justiça António João Lente Rodrigues da Silva
Arcádia António João Varela Simões Monteiro
Fernando Pessoa António Joaquim Catarino Raimundo
Livre Pensamento António Joaquim da Silva Faria
Alberto Sampaio António Joaquim de Almeida Henriques
Liberdade e Justiça António Joaquim Lameira Vivas
Redenção António Joaquim Mariano Pego
Utopia António Joaquim Pires da Silva
Lusitânia António Joaquim Rebelo dos Reis Lamego
Lusitânia António Joaquim Rodrigues Lopes
8 de Maio António Jorge Bigotte Oliveira Santos
Revolução António Jorge Martins Barata
Do Castelo António Jorge Ramos Soares
Vitória António Jorge Tavares Costa de Jesus
Cidadania e Laicidade António José Alberto Ladeira
Ocidente António José Andrade Boronha
Sete Colinas António José André Inácio
Intervenção António José Boléo Abranches Vidigal
Graal António José Candeias Coelho
Sete Colinas António José Carvalho Ferreira
Do Castelo António José Cerejo Pinto Pereira
Sete Colinas António José Costa
Sete Colinas António José Coutinho Lopes Cabral
Vinte Cinco de Abril António José da Silva Moreira
Liberdade e Justiça António José da Silva Robalo Cordeiro
Passos Manuel António José de Aguiar Monteiro Pinho
Simpatia e União António José de Almeida de Abreu
Aurora Alentejana António José de Carvalho Domingues Firmo
Vitória António José de Oliveira Couto
Acácia António José de Pina Pereira
Ocidente António José de Sousa Matos
Liberdade António José do Castro Guerra
Utopia António José do Nascimento Minhalma
União António José Ferreira Santa Comba
Montanha António José Filipe dos Santos
Fraternidade e Justiça António José Gonçalves Castanheira Jorge
Rebeldia António José Gonçalves Martins
Acácia António José Macieira Antunes
Redenção António José Martinho Marques
Simpatia e União António José Martins Ferreira
Vitória António José Monteiro de Pinho
Revolução António José Moreira Vilhena Nogueira
Livre Pensamento António José Moutinho Pereira
Obreiros do Trabalho António José Ribeiro de Almeida Taurino
Fraternidade e Justiça António José Rodrigues Gonçalves
Camões António José Rodrigues Henriques
Camões António José Rodrigues Neto
Triângulo Chaves António José Roque da Costa
União António José Rosas Silva Pereira
Fraternidade e Justiça António José Santinho Pacheco
O Futuro António José Tomas Santos Bento
Liberdade António José Valente
Estrela D’Alva António José Xavier Cunha
Lusíadas Renascida António Júlio Soares de Oliveira
Montanha António Justino Alves Ribeiro
Passos Manuel António Leonel Gomes de Pinho Caetano
Cidadania e Laicidade António Leonel Marques Graça
Fraternidade e Progresso António Lobo Vilela
Intervenção António Lopes Batalha
Alberto Sampaio António Lúcio Rodrigues
Alberto Sampaio António Luis Gonçalves da Costa Martins
Do Castelo António Luis Marinho de Castro
A Revolta António Luzio Vaz
Universalis António Manuel Afonso Barata Camões
Liberdade António Manuel Almeida Salvador
Livre Pensamento António Manuel Barata Pereira Gomes
Arcádia António Manuel Beato Ribeiro da Cruz
Redenção António Manuel Brandão Gomes Costa
Gomes Freire António Manuel Branquinho Caseiro
Vinte Cinco de Abril António Manuel Caeiro
Delta António Manuel Chaves Fernandes Fidalgo
Simpatia e União António Manuel Clemente Lima
Convergência António Manuel Costa Peixoto
Triângulo Vila Real S. António António Manuel de Carvalho Costa
Convergência António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino
Do Castelo António Manuel de Jesus Faustino Silva Garcia
Gomes Freire António Manuel de Oliveira Pires
Arcádia António Manuel Dias Baptista
Aurora Alentejana António Manuel Dias Pereira Santos Pinheiro
Século XXI António Manuel dos Anjos Mourão
Redenção António Manuel dos Santos Arnaut
Vinte Cinco de Abril Antonio Manuel Estevão Amante
José Estevão António Manuel Fernandes da Silva Ribeiro
Universalis António Manuel Garcia dos Reis
Triângulo Tomar António Manuel Godinho Paulo
Rebeldia António Manuel Henriques Fernandes
Aurora Alentejana António Manuel Leitão Cavacas
Gravito António Manuel Leite Ramalho
Madrugada António Manuel Machado Fernandes Novaes
Tolerância António Manuel Maldonado Gonelha
Fernandes Tomás António Manuel Pereira da Silva
O Futuro António Manuel Pinto Basto Ribeiro Ferreira
Simpatia e União António Manuel Ribeiro dos Anjos Machado
Ocidente António Manuel Ribeiro Mendes
Triângulo de Vila Real António Manuel Rodrigues
Lusíadas Renascida António Manuel Rodrigues da Mota
Intervenção António Manuel Rodrigues Nunes Diogo
Livre Pensamento António Manuel Rodrigues Vieira
A Revolta António Manuel Vilhena
Rebeldia António Maria Balcão Vicente
Fraternidade e Progresso António Maria da Conceição Júnior
Obreiros do Trabalho António Maria da Fonseca
União António Maria Lobo de Vasconcelos Corte-Real
Simpatia e União António Maria Pacheco do Passo
Humanitas António Maria Ramos Ricardo
Vinte Cinco de Abril António Maria Rodrigues Soares
Harmonia António Martins Alonso Cerdeiras
Camões António Martins Gonçalves Pedro
Redenção António Miguel Bastos Martins Ferrão
Revolução António Miguel Ribeiro Pinheiro
Gravito António Montenegro da Cunha Fiúza
Vitória António Morais Ribeiro
Simpatia e União António Neves Pereira
Coerência António Paulo Martins Pereira Coelho
Fénix António Paulo Roque Lira Leite
Vitória António Paulo Salvado de Lima Moreira
Aurora Alentejana António Paulo Santiago Jorge
Delta António Pedro Batista Carvalho Bona
Coerência António Pedro Melo Goulão dos Santos Taborda
Transparência António Pedro Pires
Lusíadas Renascida António Pereira de Vasconcelos
Redenção António Pires de Carvalho
A Revolta António Quintas Queiroz Aguiar
8 de Maio António Ramos da Silva
Século XXI António Ramos Preto
Bomtempo António Rebelo Delgado Tomás
Cidadania e Laicidade António Ribeiro Gameiro
Obreiros do Trabalho António Ricardo de Oliveira Vieira Machado
Tolerância António Roque de Andrade Afonso
Bomtempo António Samuel Henriques da Costa
Montanha António Segadães Madeira Tavares
Liberdade e Justiça António Sérgio da Silva Abrantes Mendes
Simpatia e União António Sérgio Fernandes Lebres
Obreiros do Trabalho António Sérgio Ferreira Borges
Tolerância António Valdemar J. Medeiros Torres
Intervenção António Vasco Pereira de Oliveira Costa
Triângulo Vila Real S. António António Vitorino Pereira
Vinte Cinco de Abril Aprigio Ramalho
Liberdade Aquilino Ribeiro Machado
Fénix Ari José Marques de Carvalho
Gravito Arlindo José Silva da Cunha
Tolerância Arlindo Pereira Almeida
8 de Maio Armando Augusto Alves Martinho
Camões Armando Augusto Pinto da Silva
Montanha Armando Augusto Rod. de Figueiredo e Silva
Transparência Armando Ferreira Gomes
Vitória Armando José Moreira
Fénix Armando Luís Gomes de Carvalho Homem
Vinte Cinco de Abril Armando Pinheiro Isaac
Passos Manuel Armando Pinto Bento
O Futuro Armando Pulquério Antunes de Castro
Transparência Armando Santinho Cunha
Luz e Harmonia Armando Saraiva Teixeira
A Revolta Arménio Alberto Tavares da Silva
8 de Maio Armindo Augusto Martins da Silva Andrade
Simpatia e União Armindo Ribeiro Cardoso
José Estevão Armindo Salgado Martinho
Século XXI Arnaldo Adérito Carvalho João
Obreiros do Trabalho Arnaldo Afonso Botelho Guedes
Vitória Arsénio Oliveira Leite
Montanha Artur Fernandes Batista
Ocidente Artur José Gonçalves Gomes
Montanha Artur José Tavares Azevedo da Costa Lindo
Vinte Cinco de Abril Artur Junqueiro Sarmento
Passos Manuel Artur Machado de Campos Rangel
Gravito Artur Manuel Pereira Marques
A Revolta Artur Manuel Sales Guedes Coimbra
República Artur Manuel Santana das Dores
Honra e Dignidade Artur Martinez Marinho
Liberdade e Justiça Artur Miguel Claro da Fonseca Mora Coelho
Fernando Pessoa Artur Miguel Gomes Ferraz
Vinte Cinco de Abril Artur Pita Alves
Ocidente Artur Ramon da Rocha de la Féria
Vinte Cinco de Abril Artur Rodrigues Pereira dos Penedos
O Futuro Asdrúbal de Matos Fernandes
Rebeldia Augusto Artur da Silva Pereira Brandão
Obreiros do Trabalho Augusto Fontes Baganha
Revolução Augusto Gonçalves Dias
O Futuro Augusto Joaquim Franco Bélico de Velasco
Redenção Augusto José Monteiro Valente
Redenção Augusto Rogério Leitão
República Augusto Silva Gomes
Acácia Aureliano Oliveira das Neves
Simpatia e União Aurélio Gomes Veiga
Fernando Pessoa Áureo Zannotta Villagra
Rebeldia Avelino Augusto Pacheco dos Santos
Livre Pensamento Avelino José da Costa e Sousa
Madrugada Barnabé Francisco Primo Pisco
A Revolta Belmiro Moita da Costa
Estrela do Norte Belmiro Moreira de Sousa
Liberdade e Justiça Belmiro Pereira de Sá Leão
Fraternidade e Justiça Benigno Brito Gomes
Vitória Bento Gonçalves da Cruz
Obreiros do Trabalho Bernard Jean-Marie Seynaeve
Fraternidade e Progresso Bernardino Tomé Galvão
Fernando Pessoa Bernardo José Martins Pereira
Passos Manuel Bruno Alexandre Batista dos Santos
Tolerância Bruno Andrade de Mendonça
Delta Bruno Filipe Barata Rebelo Ferreira
Bomtempo Bruno Ricardo Pinto Reimão Gonçalves Rosa
A Revolta Camilo Duarte dos Santos Cruz
Acácia Camilo Duarte Inácio
Gomes Freire Camilo Manuel Fialho dos Santos Barata
Liberdade Carlos Alberto Martins Couceiro
Passos Manuel Carlos Abílio Moreno
Atlântico Carlos Albano Ribeiro
Estrela D’Alva Carlos Alberto Afonso Rebelo
Intervenção Carlos Alberto Alvarez de Faria e Chagas
Vinte Cinco de Abril Carlos Alberto Carranca de Oliveira e Sousa
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Carvalho Castanheira
Ocidente Carlos Alberto Clemente Frazão
Triângulo de Vila Real Carlos Alberto Coelho Pires
Transparência Carlos Alberto Cordeiro Coelho
Rebeldia Carlos Alberto da Assunção Alho
Graal Carlos Alberto da Silva Fonseca
Liberdade Carlos Alberto de Carvalho
Vinte Cinco de Abril Carlos Alberto Dias dos Santos
Fraternidade e Progresso Carlos Alberto dos Santos Marreiros
Liberdade e Justiça Carlos Alberto Fernandes
Madrugada Carlos Alberto Frias Barata
Estrela do Norte Carlos Alberto Gomes Dias Guimarães
Simpatia e União Carlos Alberto Gomes Lopes
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Gonçalves da Costa
Simpatia e União Carlos Alberto Gonçalves Estorninho
Montanha Carlos Alberto Idães Soares Fabião
Ocidente Carlos Alberto Leitão Capelas
Ocidente Carlos Alberto Lopes Martins
Simpatia e União Carlos Alberto Lopes Wahnon de Araújo
Aurora Alentejana Carlos Alberto Lourenço Cunha
Alberto Sampaio Carlos Alberto Marques Paiva
Liberdade Carlos Alberto Martins da Silva Poiares
Consenso Carlos Alberto Medina Freitas Lopes
Acácia Carlos Alberto Monteiro Bicas
Graal Carlos Alberto Monteiro Dias da Graça
Tolerância Carlos Alberto Monteiro Granês
Do Castelo Carlos Alberto Monteiro Rodrigues de Oliveira
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Nunes Dias
Livre Pensamento Carlos Alberto Oliveira Damas
Simpatia e União Carlos Alberto Pereira Correia
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Pereira dos Ramos
Universalis Carlos Alberto Pestana Barros
Damião de Góis Carlos Alberto Pinto Ferreira
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Raposo Santana Maia
Montanha Carlos Alberto Ribeiro Mota
Obreiros do Trabalho Carlos Alberto Silva de Almeida
Liberdade Carlos Alberto Sobral Marques da Costa
Honra e Dignidade Carlos Alberto Tavares Dias de Brito
Sete Colinas Carlos Albino Cabral
Rebeldia Carlos Almerindo Filipe Tembe
Delta Carlos Amante Crujeira
Lusíadas Renascida Carlos Amilcar Armando da Cruz Lima
Coerência Carlos Ângelo Ferreira Monteiro
Fernandes Tomás Carlos António Duarte Cachulo Costa
Convergência Carlos António Moutinho de Carvalho Macedo
Universalis Carlos António Pitacas Antunes
Fraternidade e Justiça Carlos Artur Simões Esteves Maia
Fraternidade e Justiça Carlos Augusto Inácio da Fonseca
Livre Pensamento Carlos Augusto Lopes Amado dos Santos
Fraternidade e Progresso Carlos Avila
Fraternidade e Justiça Carlos Bessa Ferreira
O Futuro Carlos Caranguejeiro
Fernando Pessoa Carlos da Silva Amaral
Vitória Carlos da Silva Teixeira Mourão
Do Castelo Carlos Eduardo Ferro Gomes
Intervenção Carlos Eduardo Rodrigues Nunes Diogo
José Estevão Carlos Eduardo Teixeira Mendes
Bomtempo Carlos Eugénio Cícero Silva
República Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias
Atlântico Carlos Fernandes da Silva
Universalis Carlos Fernando Campos Ventura
Madrugada Carlos Francisco Ferreira da Silva
Acácia Carlos Henrique Gomes Villar
Liberdade Carlos Henrique Prata Dias da Costa
Atlântico Carlos Isidoro da Silva Oliveira
Passos Manuel Carlos Jorge dos Reis Meirinho Gonçalves
Madrugada Carlos Jorge Ferreira Garcia Madeira
Delta Carlos Jorge Gonçalves Soares Fabião
Bomtempo Carlos José Brás Geraldes
Rebeldia Carlos José Campos de Andrada
8 de Maio Carlos José Faria Cortes
A Revolta Carlos José Luzio Vaz
Madrugada Carlos José Mota Alves
Fénix Carlos Laufkoetter Sarmento
Lusíadas Renascida Carlos Manuel Amaral de Vasconcelos
Delta Carlos Manuel Baeta Barata
José Estevão Carlos Manuel Brandão Perdigão
O Futuro Carlos Manuel Cardoso da Costa Pires
Vinte Cinco de Abril Carlos Manuel Cardoso Lopes
Fernandes Tomás Carlos Manuel Cardoso Rodrigues Beja
Universalis Carlos Manuel Correia França
O Futuro Carlos Manuel da Conceição Alves Costa
A Revolta Carlos Manuel da Silva Páscoa
Atlântico Carlos Manuel de Freitas Salomé
Arcádia Carlos Manuel Ferreira Caetano
Gomes Freire Carlos Manuel Frazão Vitorino
Montanha Carlos Manuel Grave Campos
Intervenção Carlos Manuel Luis
Madrugada Carlos Manuel Martins
Graal Carlos Manuel Pereira Andrade Costa
Convergência Carlos Manuel Saramago Pinto
Livre Pensamento Carlos Manuel Valentim Aurélio
Montanha Carlos Miguel Bravo Lourenço
Gravito Carlos Miguel de Almeida Campos Pereira
Delta Carlos Miguel Ferreira
Obreiros do Trabalho Carlos Morais dos Santos
Do Castelo Carlos Neves Marques da Silva
Tolerância Carlos Oliveira Fontoura
Liberdade e Justiça Carlos Ribeiro Nunes
Fraternidade e Progresso Carlos Roldão Lopes
Alberto Sampaio Carlos Salvador Pinto da França Raposo
Vitória Carlos Silva Dias
Delta Carlos Vitor Machado
Madrugada Carolino José Nunes Monteiro
Lusíadas Renascida Casimiro Joaquim Pereira da Silva
Redenção Casimiro Soares Simões
Obreiros do Trabalho Casimiro Tomásio Ferreira
Fénix Cédric Claude Bernard Grueau
Sete Colinas Celestino Soares Monteiro
Livre Pensamento Celso Afonso Castro de Jesus Soares
Consenso Celso José das Neves Manata
Obreiros do Trabalho Celso Manuel Gomes Ferreira
Alberto Sampaio Celso Oliveira Neto
Montanha César Manuel Coelho de Oliveira
Intervenção Cesário José Simões Martinho
Acácia Cícero Cavalheiro
União Cícero Pereira da Silva
Ocidente Cilio Pereira Correia
Humanitas Cipriano de São José Santos Oliveira
Ocidente Cipriano Pires Justo
Gomes Freire Claude Frederic Balestra
Vinte Cinco de Abril Constantino Paulo Santos Almeida
Montanha Custódio Azevedo Fidalgo Castelo
Montanha Custódio João Vilela Maldonado de Freitas
Cidadania e Laicidade Daniel Fonseca dos Reis
Liberdade Daniel Gomes de Pinho
Acácia Daniel Madeira de Castro
Cidadania e Laicidade Daniel Molmgreen de Oliveira
Rebeldia Daniel Neves Sales Grade
Montanha Dário Miguel Vieira Duarte Pereira
Redenção David Abreu Felino Carvalhão
Vitória David Custódio Gomes Magalhães
Fernando Pessoa David Franklin Nunes Garcia
Gomes Freire David José Gomes
Ocidente Delberto Constatino Araujo de Aguiar
Século XXI Dimas Ferreira Pestana
Vitorino Nemésio Dimas Manuel Simas da Costa Lopes
Obreiros do Trabalho Dinis Augusto Escudeiro
Fénix Diniz Jacinto Marçal Nunes
Livre Pensamento Diogo Afonso Cristina Patricio
Humanitas Diogo Feijóo Leão Campos Rodrigues
Montanha Diogo Manuel de Oliveira Bernardo Monteiro
Montanha Domingos Branco Coelho
Triângulo Guimarães – nº 368 Domingos José Ferreira Nobre
República Dórdio Leal Guimarães
Universalis Douglas Liberti Incáo Junior
Convergência Duarte Facco Viana Álvares Calvão
Luz e Harmonia Duarte Jorge Barbara
Vinte Cinco de Abril Duarte Nuno Alves Climaco Pinto
União Durval Arnaldo Pereira de Brito
O Futuro Edgar Fernando Camacho da Rocha
O Futuro Edmundo Fernando Paula de Assunção
Vinte Cinco de Abril Edmundo Pedro
Madrugada Eduardo Alberto Lopes Soares
Acácia Eduardo Cardeano Monteiro Pereira
Luz e Harmonia Eduardo Carlos Neves de Noronha
Delta Eduardo Costa Dias Martins
Paladinos Eduardo da Natividade Jesus
Madrugada Eduardo Henrique Coelho Moos
Gomes Freire Eduardo Jorge Valdez Fatela dos Santos
Harmonia Eduardo José Lascasas Moreira dos Santos
Montanha Eduardo José Mourão da Silva e Costa
Tolerância Eduardo Manuel Camacho Ascenção
Acácia Eduardo Manuel Franco Madeira
Fernando Pessoa Eduardo Manuel Lobo da Costa Simões
Triângulo de Vila Real Eduardo Moreira Vaz Cardoso
União Eduardo Paulo Ferreira de Sá
Redenção Eduardo Reinaldo Ferro Alves
O Futuro Eduardo Santos Fernandes Bugalho
Gomes Freire Eduardo Vieira Coelho
Simpatia e União Éldio Marques Vaz
Cidadania e Laicidade Élio Amador Bernardino
Simpatia e União Elisio Costa Santos Summavielle
Coerência Emanuel José de Oliveira Alves
Universalis Emídio Arnaldo Freitas Rangel
Vinte Cinco de Abril Emidio Guerreiro
Estrela D’Alva Emilio Augusto Simão Ricon Peres
Delta Emílio Miranda Alvarez
Simpatia e União Ernest Alberto Theile
Universalis Ernesto Manuel de Freitas Lomelino Gomes Machado
Honra e Dignidade Estevão José Pedro Kachiungo
Coerência Estevão Lavado Espadilha
Estrela D’Alva Estevão Roberto Ribeiro
Universalis Estevão Rodigues Pires Moura
Graal Euclides Soares Teixeira
Fraternidade e Justiça Eugénio Borges Gonçalves
Estrela do Norte Eugénio Fernando Rietsch Monteiro
José Estevão Eugénio Maria da Cruz Azevedo- Candido de Azevedo
Humanitas Eugénio Oscar Filipe de Oliveira
Fraternidade e Justiça Eugénio Tavares Fróis
A Revolta Eurico Manuel Soares Fernandes
Redenção Fausto José Dias Duarte dos Santos
Alberto Sampaio Fausto Lucas Martins
Revolução Fausto Sousa Correia
A Revolta Fernando Abel Simões
8 de Maio Fernando Afonso dos Anjos Silva
Damião de Góis Fernando Alberto Pereira Marques
Tolerância Fernando Albino Canhão da Graça
Simpatia e União Fernando Alves Marques Mano
Livre Pensamento Fernando António Palma Raposo
Madrugada Fernando Arnaldo Duarte de Carvalho
Gomes Freire Fernando Augusto de Deus Cirilo Gil
Montanha Fernando Augusto de Oliveira Sacramento
Humanitas Fernando Augusto Gonçalves de Carvalho
Redenção Fernando Baeta Cardoso do Vale
Bomtempo Fernando Carmino da Silva Marques
Montanha Fernando César Antunes Costa
José Estevão Fernando Cruz Pacheco
Liberdade Fernando da Costa Nicolau
Fraternidade e Progresso Fernando da Silva Pinto Ribeiro
Redenção Fernando de Jesus Regateiro
Triângulo Vila Real S. António Fernando de Sant’Águeda Gutierres Reis
Ocidente Fernando de Sousa Brito e Cunha
Ocidente Fernando Dias Nogueira
A Revolta Fernando dos Santos Andrade Porto
Atlântico Fernando Ferreira Lino
A Revolta Fernando Freire
Fernandes Tomás Fernando Góis Moço
Estrela D’Alva Fernando Gomes Afonso
Convergência Fernando Gonçalves Carvalho e Oliveira
Liberdade e Justiça Fernando Graça Gil
Arcádia Fernando Helder Silvestre Romero
Tolerância Fernando Joaquim Carneiro
Paladinos Fernando Jorge Carneiro Mascarenhas
República Fernando Jorge Giesteira de Castro Gonçalves
Revolução Fernando José Borges
Intervenção Fernando José Carrilho Ribeiro Leitão
Lusitânia Fernando José Correia Cabecinha
Alberto Sampaio Fernando José de la Vieter Ribeiro Nobre
Utopia Fernando José dos Santos Anastácio
Fraternidade e Justiça Fernando José Duarte Ventura Gomes
Camões Fernando José Fernandes Baginha
Consenso Fernando José Ferreira Lucas Bação
Rebeldia Fernando José Lopes Nogueira
Montanha Fernando José Martins Palma
Simpatia e União Fernando José Reino
Revolução Fernando José Ribeiro Cavaleiro da Maia Valle
Camões Fernando José Venâncio Pereira
Arcádia Fernando José Vicente Mendes
Fernandes Tomás Fernando Lopes Cardoso
Montanha Fernando Lourenço Antunes
Fraternidade e Progresso Fernando Lynn da Rosa Duque
Simpatia e União Fernando Manuel Alves da Cruz Garcia
Cidadania e Laicidade Fernando Manuel Amaro Pratas
Sete Colinas Fernando Manuel Cardoso Coelho
Fraternidade e Justiça Fernando Manuel Carvalho Castanheira
Delta Fernando Manuel Carvalho de Almeida
Rebeldia Fernando Manuel Costa Labescat
Fernando Pessoa Fernando Manuel da Silva e Costa
Século XXI Fernando Manuel Dionísio Saraiva
Universalis Fernando Manuel Ferrão Castel-Branco Sacramento
Universalis Fernando Manuel Lima Valadas Fernandes
Convergência Fernando Manuel Lúcio Marques da Costa
Redenção Fernando Manuel Marques Rodrigues
Liberdade e Justiça Fernando Manuel Moreira Lopes
Fénix Fernando Manuel Pereira Azevedo e Sá
Ocidente Fernando Manuel Pinheiro Mendes
Arcádia Fernando Manuel Rodrigues das Neves Vicente Mendes
Harmonia Fernando Manuel Silva Capela Miguel
Gomes Freire Fernando Medeiros Bonfante
Revolução Fernando Mendes Figueira Henriques
Bomtempo Fernando Miguel Bernardes
Fernando Pessoa Fernando Miranda Borges Gonçalves
Obreiros do Trabalho Fernando Moura Marques
Vinte Cinco de Abril Fernando Paulo Estrela Pinho Almeida
Do Castelo Fernando Pedro Peniche de Sousa Moutinho
A Revolta Fernando Pereira da Silva
Universalis Fernando Reis Condesso
A Revolta Fernando Ribeiro Dias
Século XXI Fernando Simões Henriques
Redenção Fernando Tomás Simões de Oliveira
Ocidente Fernando Vieira da Cruz
Obreiros do Trabalho Fernão Augusto de Araújo Vicente
Consenso Filipe Alexandre Aleman Ferreira Serrano
Liberdade e Justiça Filipe João Marques Caçapo
Sete Colinas Filipe Jorge Larsen de Assis Costa Rodrigues
Acácia Filipe José Guerreiro Palma
Vinte Cinco de Abril Filipe Madeira Marques Fraústo da Silva
José Estevão Filipe Manuel Espinha Soares da Silva
Sete Colinas Filipe Mesquita Vital
Honra e Dignidade Filipe Miguel S. Fontoura de Sousa Marto
Liberdade Filipe Rino Coelho
Vitória Firmino Jesus do Couto
Delta Firmino Ribeiro Mendes
Gomes Freire Flávio Dalto
Obreiros do Trabalho Flávio Gomes Pereira
Fernando Pessoa Floriano João Nunes Batista
Utopia Francis Tondeur
Damião de Góis Francisco José Paixão Braz Pinto
Redenção Francisco Abranches Marta
Passos Manuel Francisco Alberto Fidalgo Ferro de Beça
Sete Colinas Francisco Alexandre de Sintra e Janes Semedo
Fernando Pessoa Francisco Álvaro Magalhães de Carvalho
Rebeldia Francisco António Ribeiro da Costa
Fraternidade e Justiça Francisco Borges Garcia
Estrela D’Alva Francisco Carlos Duarte de Azevedo
Universalis Francisco Guilherme Serranito Nunes
Obreiros do Trabalho Francisco Henrique Espinheira Fonseca
Aurora Alentejana Francisco Inácio Morita Coimbra
Madrugada Francisco Joaquim Maneira Câncio
Atlântico Francisco Jorge Batel Marques
Vitorino Nemésio Francisco Jorge da Silva Ferreira
Lusíadas Renascida Francisco José Alves Teixeira
Redenção Francisco José Antunes Paz
Ocidente Francisco José Cardoso dos Reis
Madrugada Francisco José Coelho de Sousa Ferreira da Silva
Estrela do Norte Francisco José Dias Santos Barbosa Monteiro
Ocidente Francisco José Domingos Cardoso
Redenção Francisco José Fortunato Soares
Tolerância Francisco José Gentil Berger
Vitória Francisco José Guerra da Mota
Fraternidade e Justiça Francisco José Marques Borges Garcia
Cidadania e Laicidade Francisco José Nascimento Silva
União Francisco José Neves dos Santos
Damião de Góis Francisco José Tavares Gordo
Madrugada Francisco Manuel Carromeu Gomes
Redenção Francisco Manuel Coelho Ferreira Pimentel
Aurora Alentejana Francisco Manuel da Silva Rosa
8 de Maio Francisco Manuel de Jesus Neves
Tolerância Francisco Manuel dos Reis Caldeira
Estrela D’Alva Francisco Manuel Manso de Faria
Liberdade Francisco Manuel Marcelo Monteiro Curto
Ocidente Francisco Manuel Marques Bandeira
Vitória Francisco Manuel Moreira Gomes Remelgado
Universalis Francisco Maria Correia de Oliveira Pereira
Estrela D’Alva Francisco Maria Soares Lopes Figueira
Redenção Francisco Mateus Barreirinhas
Acácia Francisco Moita Flores
Coerência Francisco Nuno Costa de Melo Biscaia
Luz e Harmonia Francisco Sabélio Nobrega Lobo
Convergência Francisco Simões Gomes
Montanha Francisco Ventura Soares Feio
Madrugada François Marcel Léon Guibert
Simpatia e União Franklin Nunes Santana Casal
Fernandes Tomás Franklin Ramos Gaspar
Universalis Frederico António Kosian Gomes de Almeida
Camões Frederico Florentino Simões Melaneo
Fernando Pessoa Frederico Guilherme Magalhães
Delta Frederico Manuel Carvalhão Gil
Fernando Pessoa Gedião Vargas da Silva
Tolerância Germano dos Santos Alves
Estrela D’Alva Gervásio Vilela Ferreira Viana
Passos Manuel Gil Manuel Barbosa de Magalhães Ferreira
Fernando Pessoa Gilberto Gil Umbelina
Liberdade e Justiça Gonçalo Matos Correia de Almeida Velho
Cidadania e Laicidade Gonçalo Miguel Pedro Salgueiro
Coerência Gonçalo Nuno Ferreira Ribeiro Alves
Cidadania e Laicidade Gonçalo Nuno Gonçalves Crespo Cardoso
José Estevão Gualter Viriato Nunes Basilio
José Estevão Guilherme Augusto Espinha Ribeiro de Carvalho
Vinte Cinco de Abril Guilherme da Costa Ferreira
8 de Maio Guilherme Elísio Rodrigues Tralhão
Obreiros do Trabalho Guilherme Manuel Domingues Marques
José Estevão Guilherme Pestana Godinho
Liberdade Gustavo Soromenho
União Heitor Alves Bessa
Vitória Helder Firmino Ribeiro Pereira
Convergência Helder Gonçalo Pires da Conceição
Lusíadas Renascida Helder José dos Santos Trigo
Século XXI Helder Manuel da Silva Monte
Tolerância Helder Santos da Silva Freire
Liberdade Henrique Brito Tovar Faro
Estrela D’Alva Henrique dos Santos Aparício
Estrela D’Alva Henrique Eduardo Torres Carmona
Delta Henrique Gomes Bernardo
Liberdade Henrique Jorge Cabral da Silva
Simpatia e União Henrique Jorge de Almeida Martins Coelho
Gomes Freire Henrique José Cabrita Franco
A Revolta Henrique José Lopes Fernandes
Convergência Henrique Manuel Batista Costa Monteiro
União Henrique Sá Pereira Miguel
Cidadania e Laicidade Henrique Vicente Paixão de Oliveira
Fernandes Tomás Herculano Ramos Rocha
Redenção Hermano de Deus Nobre Alves
A Revolta Herminio de Oliveira Palmeira
Do Castelo Hernâni do Espírito Santo Nunes
Livre Pensamento Hernani José Pereira Duarte da Costa
Obreiros do Trabalho Honório Barbosa
Fraternidade e Justiça Horácio André Antunes
Acácia Horácio Crespo Pedrosa Faustino
Cidadania e Laicidade Horácio Martins de Vale César
Acácia Horácio Pires Gonçalves Ferreira Saraiva
Transparência Hugo Martins Gonçalves Ferrão
Fénix Hugo Rafael Roque Faria
Cidadania e Laicidade Hugo Renato Ferreira Cristovão
8 de Maio Humberto Alexandre Marçal Tomás Martins
Livre Pensamento Humberto Duque Monteiro Leite
Lusitânia Humberto Fernando Sérgio Baptista Costa
8 de Maio Humberto Jorge da Conceição
Montanha Humberto Luis Manuel Modas Daniel
Livre Pensamento Humberto Sertório Fonseca Rodrigues
Lusitânia Idalino André Rodrigues do Nascimento Magrinho
Delta Igor Baluka Boal Roçadas Marmota
Universalis Ilidio José Silvestre Nunes
Século XXI Ilidio Pelicano Lopes da Cunha
Passos Manuel Ilidio Renato Garrido Matos Pereira
Livre Pensamento Inácio Ludgero Gomes Fernandes
Simpatia e União Isaac Wambembe
Montanha Isaurindo José Abegão
Atlântico Ivan Leonardo Sanchez Toro
Gomes Freire Ivo Manuel dos Santos Patricio
Acácia Jacinto do Patrocinio Gasparinho Correia
Redenção Jaime A. Simões Ramos
Convergência Jaime Alvarez Pina
A Revolta Jaime Brás de Carvalho
O Futuro Jaime Carlos da Silva Corbal Moreira
Século XXI Jaime Manuel de Pinho Crato
República Jaime Manuel Pereira Mendes
Lusitânia Jaime Octávio Pires Fernandes
Do Castelo Jaime Sampaio Louro
Delta Jan Cabri
Vinte Cinco de Abril Januário Souto de Almeida
Graal Jayme Ferrer de Oliveira Soeiro Caetano Carvalho
Fénix Jean Claude Tavera
Acácia João Abel de Oliveira Lemos Gonçalves Novo
Gomes Freire João Alberto Batista Neves
Vinte Cinco de Abril João Alberto Correia
Liberdade João Alberto de Oliveira Cachado
Triângulo de Vila Real João Alberto Miranda de Azevedo
Convergência João Alberto Santos Pavão Nunes
Alberto Sampaio João Alfredo Felix Vieira de Lima
Humanitas João Aníbal Heitor Ratinho
Delta João Anibal Ribeiro Fernandes
Montanha João António Gomes de Proença
Do Castelo João António Gouveia dos Santos
Madrugada João António Horta Morais
Liberdade e Justiça João António Leal Cruz Franco
Cidadania e Laicidade João António Santos Silva Rodrigues
Triângulo Castelo Branco João Antunes Baltazar
Madrugada João Artur Branco da Fonseca Pascoal
Fénix João Artur Neves de Castro Peral
Rebeldia João Augusto Amaral Rocha Oliveira
A Revolta João Aurélio Sansão Coelho
Simpatia e União João Barroso Soares
Bomtempo João Batista Ferreira da Silva
Vitória João Batista Vasconcelos Miranda Magalhães
Alberto Sampaio João Bernardino Dias Figueiredo
Utopia João Caldeira Romão
Gravito João Campos da Silva Coelho
O Futuro João Cardona Gomes Cravinho
Acácia João Carlos Caneira Antunes
Sete Colinas João Carlos dos Santos Catarino Oliveira
Montanha João Carlos Farelo Sacramento
Do Castelo João Carlos FernandesCosta
Universalis João Carlos Graça Camacho
Acácia João Carlos Leal de Matos
Cidadania e Laicidade João Carlos Lopes de Melo
Universalis João Carlos Marcelo
Transparência João Carlos Matos da Cunha
Honra e Dignidade João Carlos Pessa de Oliveira
Triângulo Castelo Branco João Carlos Rolão Baltazar
Honra e Dignidade João Carlos Socha Pereira
Estrela D’Alva João Correia Colaço
Fraternidade e Justiça João da Cruz Marques
Obreiros do Trabalho João Daniel Neves Botelho Nunes
Simpatia e União João David Pinto Correia
Estrela d’Alva João de Deus Ramos Ponces de Carvalho
O Futuro João de Deus Rodrigues Pires
Universalis João Dias das Neves
Passos Manuel João Diogo Ferreira Barbosa
Alberto Sampaio João Duarte da Silva Ferreira da Cruz
Simpatia e União João Eduardo de Melo de Oliveira e Sobral Costa
José Estevão João Eduardo Ribeiro Castanheira Nunes
Graal João Eusébio da Fonseca
Triângulo Vila Real S. António João Faustino Carlota Ribeiro
Redenção João Fernandes
Fernando Pessoa João Fernandes Martins
Do Castelo João Fernando Amaral Carvalho
Rebeldia João Fernando Goulão Pinto
Universalis João Fernando Neto Abrantes Serra
Lusitânia João Fernando Tocha de Faro Coelho
Obreiros do Trabalho João Ferreira da Silva
Delta João Filipe Brás Fontes Frade
8 de Maio João Francisco Ferreira Palmeiro
Alberto Sampaio João Francisco Lourenço Roseiro Botelho
Obreiros do Trabalho João Frederico Sousa Peres de Drumond Ludovice
José Estevão João Geraldes Freire
União João Geraldo dos Reis Correia Pinto
Paladinos João Gouveia Ferreira
Fraternidade e Progresso João Guedes
República João Henrique de Almeida Rainho
Passos Manuel João Joaquim Sousa Sobral
Lusíadas Renascida João Jorge de Abreu Gonçalves
Madrugada João José Alcaide Duarte
dos Hereges João José Alves Dias
O Futuro João José Andrade dos Santos Tavares
A Revolta João José da Fonseca e Costa Soares
Camões João José do Carmo Delgado
Liberdade e Justiça João Luis Costa Nunes
Aurora Alentejana João Luis Latas Lázaro
Simpatia e União João Luis Valente Pires
Liberdade João Luz Ribeiro da Silva
Redenção João Manuel Alves de Moura Pereira
Rebeldia João Manuel Ascenção Belém
Transparência João Manuel Borges de Azevedo
Honra e Dignidade João Manuel Castro Castanheira
Ocidente João Manuel Correia de Oliveira
Do Castelo João Manuel Correia dos Santos Silva
Século XXI João Manuel Correia Viegas Palma
Fraternidade e Progresso João Manuel de Mendonça Aleixo
José Estevão João Manuel de Oliveira Cabral
Liberdade João Manuel de Sousa Marques
Utopia João Manuel de Sousa Martins
Do Castelo João Manuel Dionisio Carranca
José Estevão João Manuel do Carmo Silva
Vinte Cinco de Abril João Manuel LLeotte Nobre
Fernandes Tomás João Manuel Malheiro Vilar
Tolerância João Manuel Martins dos Santos Barba
Humanitas João Manuel Martins Teixeira
Simpatia e União João Manuel Morais Isidro
O Futuro João Manuel Rodrigues de Brito Guterres
Obreiros do Trabalho João Manuel Serpa Gonçalves
República João Manuel Soares Abreu
Liberdade João Manuel Trindade Duro
Passos Manuel João Maria da Costa Magalhães
A Revolta João Maria Lacerda de Lemos Mexia
Fraternidade e Progresso João Maria Larquito Claro
Vitória João Maria Matos Araújo Correia
Alberto Sampaio João Mendes Fernandes
Luz e Harmonia João Miguel Sousa Mestre
Camões João Nelson Veríssimo
Estrela D’Alva João Nogueira Garcia
Bomtempo João Paula da Fonseca
Coerência João Paulo Carrasquilho Gonçalves Louro
8 de Maio João Paulo Correia Rodrigues
O Futuro João Paulo Costa Amorim
Gravito João Paulo Duarte Dias Marques
Redenção João Paulo Gaspar de Almeida e Sousa
Rebeldia João Paulo Isidoro Almeida Soares
Fénix João Paulo Martins Farinha
Vitória João Paulo Sousa Duarte Neves
Sete Colinas João Pedro de Góis Ribeiro de Carvalho
Camões João Pedro do Rego dos Santos Vasconcelos
Madrugada João Pedro Gonçalves Cardoso
Fénix João Pedro Lagoa Batista Ferro
Graal João Pedro Marafusta Bernardo
Estrela d’Alva João Pedro Ramalho Rodrigues
Aurora Alentejana João Pedro Segurado Dias
dos Hereges João Pedro Tojal Loia Soares Silva
Montanha João Pires Represas da Mata
Estrela D’Alva João Rodrigues
Vitória João Rosado Correia
Alberto Sampaio João Soares Louro
A Revolta João Vasco da Fonseca Jorge Ribeiro
Livre Pensamento João Vicente Catarino de Freitas
Bomtempo Joaquim António Barata Lopes
Fraternidade e Justiça Joaquim António Almeida Martins dos Santos
Aurora Alentejana Joaquim António Banha da Fonseca
Vinte Cinco de Abril Joaquim António de Oliveira Soares
Obreiros do Trabalho Joaquim António Diogo Barreiros
Humanitas Joaquim António Neutel Neves
Redenção Joaquim António Seco Machado Gil
Redenção Joaquim António Simões Vilela Martins
Estrela do Norte Joaquim Barbosa Ferreira Couto
Século XXI Joaquim Brogueira da Silva Thó
Alberto Sampaio Joaquim da Silva Mendes dos Santos
O Futuro Joaquim do Nascimento
Vitória Joaquim dos Santos Carvalho
Madrugada Joaquim Fernandes António
Graal Joaquim Fernando Parra Pereira Marujo
O Futuro Joaquim Ferreira de Sousa
Camões Joaquim Filipe Clemente
O Futuro Joaquim Inácio Ferreira Pinto
Fraternidade e Progresso Joaquim Jorge Perestelo Neto Valente
O Futuro Joaquim José Alpoim Pereira Vaz
Estrela do Norte Joaquim José da Silva Lopes
Utopia Joaquim José Leal de Carvalho Afonso
Ocidente Joaquim José Mesquita da Silva Pereira
Simpatia e União Joaquim José Pereira Torres
Do Castelo Joaquim José Rocio Pereira Mendes
Humanitas Joaquim Luís Rosa do Cèu
Fernandes Tomás Joaquim Manuel Jesus Carvalho Jerónimo
Ocidente Joaquim Manuel Leitão Ribeiro Arenga
Livre Pensamento Joaquim Manuel Lima Carvalho
Vitória Joaquim Manuel Oliveira Vilela
Montanha Joaquim Manuel Simas Abrantes
Bomtempo Joaquim Maria Alves Zeferino
Gomes Freire Joaquim Marques da Silva
Triângulo Tomar Joaquim Marques dos Santos
Montanha Joaquim Matias Livreiro Rocha
Lusitânia Joaquim Pedro Ferreira Canas Mendes
Redenção Joaquim Pereira da Silva Correia
Estrela D’Alva Joaquim Rafael Branco
Gomes Freire Joaquim Rocha Silva
Acácia Joaquim Vidal Tomé
Livre Pensamento Joel Pinto Marçal dos Santos
Simpatia e União Joffre António de Sousa Justino
Vitória Jorge Abrantes Passos Gonçalves
Alberto Sampaio Jorge Alberto da Silva
Atlântico Jorge Alberto Mendes da Rocha Brochado
Transparência Jorge António Batista de Sousa
Graal Jorge António Fernandes Tavares e Sousa
Delta Jorge Augusto Maximino
Vitorino Nemésio Jorge Augusto Paulus Bruno
Simpatia e União Jorge da Silva Forte
Atlântico Jorge Daniel Cabral Santos Henrique
Montanha Jorge Fernando da Silva Nunes
Montanha Jorge Fernando dos Santos
Alberto Sampaio Jorge Ferreira Vicente
Triângulo de Vila Real Jorge Herculano Wandt Teixeira de Matos
Damião de Góis Jorge Humberto Azevedo Monteiro Silva
Estrela D’Alva Jorge Lacão Costa
Redenção Jorge Loureiro Mendes
Delta Jorge Luis Miranda Arez da Silva
Livre Pensamento Jorge Manuel Beirão Barroco Duarte
Madrugada Jorge Manuel Bicó da Costa
Livre Pensamento Jorge Manuel Costa Barata de Sá
Atlântico Jorge Manuel da Cruz Gago
José Estevão Jorge Manuel de Araújo Fernandes
Honra e Dignidade Jorge Manuel de arros Teixeira Borges
Alberto Sampaio Jorge Manuel de Sousa Mota
A Revolta Jorge Manuel Fernandes Cosme
Transparência Jorge Manuel Fernandes da Silva
Liberdade e Justiça Jorge Manuel Firmino Baptista
Madrugada Jorge Manuel Flor de Albuquerque Coelho
Graal Jorge Manuel Garcia da Fonseca
Convergência Jorge Manuel Geraldo Simões Moita
Luz e Harmonia Jorge Manuel Gomes de Oliveira
Fraternidade e Justiça Jorge Manuel Gomes Paiva
Vitória Jorge Manuel Guimarães Quinta
A Revolta Jorge Manuel Jegundo Vicente
Madrugada Jorge Manuel Lopes Pombo
Lusíadas Renascida Jorge Manuel Martins Casaca
Madrugada Jorge Manuel Navarro de Menezes Figueiredo
8 de Maio Jorge Manuel Oliveira Santos
Camões Jorge Manuel Rodrigues da Silva
Graal Jorge Maria Ramalho da Silva Ferreira
José Estevão Jorge Marques dos Santos
Sete Colinas Jorge Marques Queirós
Simpatia e União Jorge Melício da Conceição
Universalis Jorge Miguel Cabral e Pereira da Silva
Harmonia Jorge Miguel de Assis Caldeira Cruz Corais
Fénix Jorge Miguel Maia Afonso
Fénix Jorge Nelson Gouveia de Sousa Neves
Camões Jorge Oliveira Ferreira Mendes
Bomtempo Jorge Paulo Napoleão Garcia Inacio
Camões Jorge Paulo Sacadura Almeida Coelho
Rebeldia Jorge Pedro de Almeida Cabral
Madrugada Jorge Valadares Vilhena Rodrigues
Delta Jorge Virgílio Rodrigues Mealha da Costa
Redenção José António Ferreira da Cunha Sotto Maior
Convergência José Manuel Carlos Saraiva Saraiva dos Santos
Tolerância José Adelino Ferreira da Costa Nunes
União José Afonso Teixeira de Magalhães Lobão
Delta José Alberto Alves Pereira
Gravito José Alberto Coelho Figueiredo
Cidadania e Laicidade José Alberto Domingos Rodrigues
Ocidente José Alberto Ferrão Morgado
José Estevão José Alberto Martins Ribeiro
Aurora Alentejana José Alberto Noronha Marques Robalo
Ocidente José Alberto Popinha Ramos
Ocidente José Alberto Rebelo dos Reis Lamego
União José Alexandre Vasconcelos Rebelo Cotta
Universalis José Alfonso de Mateo Garcia
Do Castelo José Alfredo Vieira Machado
Vitória José Amândio Gonçalves Trigo
Sete Colinas José Aníbal Magalhães de Couto Nogueira
Redenção José António Alves de Moura Pereira
República José António Amante Parreira
Sete Colinas José António Amaral da Silva
Simpatia e União José António Azevedo Castelo
Lusíadas Renascida José António Azevedo Oliveira
Gomes Freire José António Batista de Sousa Violante
Triângulo Tomar José António Becerra Vitorino
Luz e Harmonia José António Braga de Oliveira
Do Castelo José António Caetano Tavares
Coerência José António da Paz Cardoso Ferreira
Convergência José António de Figueiredo Osório
Madrugada José António de Jesus Martins
Fernandes Tomás José António de Sousa Alves
Gomes Freire José António de Sousa Canha
Passos Manuel José António Fernandes Correia Teles
Lusitânia José António Ferreira Peres de Sousa
Simpatia e União José António Mota Correia Ambrósio
Camões José António Patricio Pires
Século XXI José António Ribeiro Mendes
Universalis José António S. Vidal de Oliveira
Alberto Sampaio José António Santos Esteves Correia
Vinte Cinco de Abril José António Soares de Albergaria
O Futuro José Apolinário Nunes Portada
Aurora Alentejana José Augusto Dias
Transparência José Augusto Fernandes Chamusco
Triângulo Chaves José Augusto Filhol Guimarães
Vitória José Augusto Fraga Ferreira
A Revolta José Augusto Gomes de Brito Xavier
Redenção José Augusto Jorge da Conceição
Lusitânia José Augusto Ramos Rocha
Estrela D’Alva José Augusto Rodrigues Roseira
União José Augusto Seabra
Obreiros do Trabalho José Aveiro de Sousa Marques
Vitorino Nemesio José Avelino Rocha dos Santos
Atlântico José Barbosa Mota
Redenção José Batista Geraldes
Alberto Sampaio José Bernardino Dias de Figueiredo
Humanitas José Bernardo Fonseca Pólvora Trindade Chagas
Fénix José Brás Rodrigues
Fernando Pessoa José Canas
Livre Pensamento José Candido Oliveira Lopes
Utopia José Cardoso Fontão
Aurora Alentejana José Carlos Alegria
Honra e Dignidade José Carlos Antunes Gomes Nunes Martins
União José Carlos Araújo Ferreira Neves
8 de Maio José Carlos Baptista Garrucho
Paladinos José Carlos Coelho Ferreira de Almeida
Camões José Carlos Cruz Lavrador
Lusitânia José Carlos das Dores Zorrinho
Delta José Carlos Domingos de Oliveira Gonçalves
Liberdade José Carlos dos Santos Mendonça
Fénix José Carlos Gonzalez Rodriguez
Atlântico José Carlos Leal Ribas
Transparência José Carlos Pedro Cardoso Matias
Camões José Carlos Pinto Basto de Mota Torres
Do Castelo José Carlos Pinto Embaixador
Convergência José Carlos Ramos Corte-Real
Século XXI José Carlos Vicente Simões Baptista
Fraternidade e Progresso José Celestino da Silva Maneiras
Revolução José da Costa Baeta e Vale
O Futuro José da Cruz Madaleno
Redenção José da Cunha e Sá
Obreiros do Trabalho José da Silva Chanoca
Rebeldia José das Neves Abreu
José Estevão José de Sousa
Simpatia e União José Deodoro Faria Troufa Real
Fraternidade e Justiça José Domingos da Ascenção Cabeças
Redenção José Domingues Ferreira Ribeiro
Liberdade José dos Santos Silva Pereira
Atlântico José Eduardo Alves Fragateiro
Convergência José Eduardo Areias Meira da Cunha
Transparência José Eduardo Cabral Mimoso Serra
Fénix José Eduardo Cordéis Mendes Rodrigues
Universalis José Eduardo da Câmara Correia de Lemos Quintela
Madrugada José Eduardo de Brito Jorge Soares
Sete Colinas José Eduardo Duarte Tavares Moreira
Universalis José Eduardo Fernandes de Sanches Osório
Arcádia José Eduardo Goulart Machado
Cidadania e Laicidade José Eduardo Marçal Ruivo
Liberdade José Eduardo Pescador de Matos Fanha Vieira
Simpatia e União José Eduardo Simões Coimbra
Liberdade José Eduardo Vasconcelos Casqueiro Cardim
Convergência José Emílio Amaral Gomes
Redenção José Emilio Vieira de Campos Coroa
Sete Colinas José Ernesto Carvalho Oliveira Lopes
Aurora Alentejana José Ernesto Idelfonso Leão D’Oliveira
Lusíadas Renascida José Ernesto Mesquita Rodrigues
Arcádia José Eugénio Silva da Nóvoa Cortez
A Revolta José Faria Lourenço
Fernandes Tomás José Fernando Guedes Correia
Bomtempo José Fernando Macedo Esteves
Redenção José Fernando Mendes Abranches
Harmonia José Fernando Videiro de Oliveira
Liberdade e Justiça José Ferreira Vicente
Redenção José Francisco de Faria e Costa
Fraternidade e Justiça José Francisco Tavares Rolo
Convergência José Gabriel Viegas
União José Gomes Fernandes
Liberdade e Justiça José Gomes Silveira da Cunha
União José Guedes Rodrigues
O Futuro José Henrique Damas Mora Ponces de Carvalho
Obreiros do Trabalho José Henrique Gonçalves Lourenço
Lusitânia José Henrique Lopes
Liberdade José Henrique Rodrigues Dias
Ocidente José Henrique Romão Santos
Redenção José Humberto Santos Paiva de Carvalho
Damião de Góis José Inácio Fava Batista
Simpatia e União José Jacinto Sousa Gonçalves Simões
Revolução José João Bidarra Palmeirão
Obreiros do Trabalho José Joaquim Antunes Fernandes
Obreiros do Trabalho José Joaquim Botelho Guedes
Estrela D’Alva José Joaquim Geraldes Reis
Fénix José Joaquim Martins Peres Machado
Estrela D’Alva José Joaquim Pascoal Gomes
União José Joaquim Pinto da Conceição
Fraternidade e Justiça José Jorge Abrantes Passos Gonçalves
Montanha José Jorge Alves Letria
José Estevão José Jorge de Melo Correia
Do Castelo José Jorge Viegas Madruga
Fraternidade e Justiça José Júlio Matias da Cunha e Sá
Alberto Sampaio José Júlio Miranda da Costa
Camões José Justino de Matos Barros Gomes
Aurora Alentejana José Lourinho Graciano
Fraternidade e Progresso José Lucian Correia de Oliveira
Transparência José Luis Costa Lopes
Acácia José Luis de Almeida Casares
Simpatia e União José Luis de Figueiredo Neves
Redenção José Luis de Oliveira Gonçalves
Gomes freire José Luis de Sousa Jorge
José Estevão José Luis de Sousa Reis
Montanha José Luis Farelo Sacramento
Harmonia José Luis Ferreira dos Santos Pardal
Livre Pensamento José Luis Figueira Monteiro
União José Luis Madeira Jorge Castelo
Fraternidade e Progresso José Luis Mendes da Maia
Liberdade José Luis Nascimento
Honra e Dignidade José Luis Neves dos Santos
Alberto Sampaio José Luis Nunes de Almeida
Liberdade e Justiça José Luis Parente de Lima
Ocidente José Luis Pereira Forte
Convergência José Luis Piña Alvarez
Aurora Alentejana José Luis Quitério Mendes Matos
Intervenção José Luis Rabaça Vasques
Ocidente José Luís Ribeiro dos Santos
Montanha José Luis Rodrigues Moutinho
Redenção José Luís Silva Pinto de Almeida
Aurora Alentejana José Luis Simões de Morais Luz
Redenção José Luís Vicente Torres
Atlântico José Manuel Alegre Tavares
Paladinos José Manuel Alves Teixeira
Simpatia e União José Manuel Blanco Gil
Madrugada José Manuel Carmona Barreto
Fernandes Tomás José Manuel Carreira Iglésias
Universalis José Manuel Carrilho Ribeiro Leitão
Universalis José Manuel Carvalho Araujo Caldeira
Delta José Manuel Correia Camilo Martins
Rebeldia José Manuel Costa da Veiga Cosmelli
Vinte Cinco de Abril José Manuel Costa Neves
Intervenção José Manuel da Conceição Morais
A Revolta José Manuel da Silva Couto
Convergência José Manuel da Silva Guardado Moreira
Ocidente José Manuel D’Assunção Brucho
Convergência José Manuel de Jesus Vilas Monteiro
Transparência José Manuel de Lemos Diogo
Universalis José Manuel de Matos Fernandes e Fernandes
Simpatia e União José Manuel de Sousa
Simpatia e União José Manuel de Sousa Fernandes Pina
Coerência José Manuel dos Santos Silva
Arcádia José Manuel dos Santos Viegas
Cidadania e Laicidade José Manuel Duarte da Silva
Aurora Alentejana José Manuel Fernandes Varge
Madrugada José Manuel Figueira de Sousa Barreto
Simpatia e União José Manuel Gomes Ferreira
Redenção José Manuel Gonçalves da Silva
Universalis José Manuel Gouveia Almeida Ribeiro
Tolerância José Manuel Henriques de Abreu
Universalis José Manuel Marques Alves da Silva
Universalis José Manuel Marques da Silva Lemos
Simpatia e União José Manuel Matos Pereira
Estrela D’Alva José Manuel Monteiro de Rezende Tropa
Estrela D’Alva José Manuel Morais da Silva e Costa
Convergência José Manuel Morbey Almeida Mesquita
Paladinos José Manuel Oliveira Costa Rodrigues
José Estevão José Manuel Oliveira Monteiro
Acácia José Manuel Palma de Oliveira
Gomes Freire José Manuel Palma Redes Ramos
Fernando Pessoa José Manuel Passos Cabrita Calafate
Passos Manuel José Manuel Pereira Ribeiro
Madrugada José Manuel Pires Epifâneo
Obreiros do Trabalho José Manuel Pires Trabucho
Liberdade José Manuel Rodrigues Fernandes
Liberdade e Justiça José Manuel Rolo Ferreira Correia
Liberdade e Justiça José Manuel Rosa do Egipto
Convergência José Manuel Salgado Braz
Fernando Pessoa José Manuel Serra de Andrade
Gomes Freire José Manuel Silva Carvalho Fava
Obreiros do Trabalho José Manuel Tavares de Almeida e Costa
Simpatia e União José Manuel Torres do Couto
Lusitânia José Manuel Vieira Conde Rodrigues
Rebeldia José Manuel Zaluar Nunes Basílio Júnior
Fénix José Marcelino Franco de Sá
Bomtempo José Maria da Costa Ramos e Ramos
Do Castelo José Maria Maia Lima Duque
José Estevão José Maria Marques da Silva
Universalis José Maria Mateus Cavaco Silva
Gomes Freire José Maria Nogueira da Silva Freitas
Paladinos José Maria Paixão Afonso Andrade
Acácia José Maria Pinho de Paiva Raposo
Liberdade e Justiça José Maria Ribeiro Rodrigues
Acácia José Maria Roque Lino
Madrugada José Maria Subtil de Sousa
Revolução José Maria Vilhena Nogueira
Fraternidade e Justiça José Mário da Fonseca Monteiro
Montanha José Mendes Rodrigues Bento
Intervenção José Miguel Abreu de Figueiredo Medeiros
Honra e Dugnidade José Miguel Agostinho Rodelo
Tolerância José Miguel Figueira Amaro
Universalis José Miguel Marques Boquinhas
Livre Pensamento José Miguel Portelinha Vaz
José Estevão José Nascimento Nunes Vicente
Liberdade José Nunes Lourenço
Convergência José Nuno de Araújo Martins
Estrela d’Alva José Osvaldo Martins Brás
Fernando Pessoa José Paulo de Almeida da Silva Graça
República José Paulo de Massano Ranita Teixeira
Montanha José Paulo do Nascimento Dias
Vitória José Paupério Fernandes
Madrugada José Pedro Blanco Panadés Gil
Montanha José Pedro de Almeida Fernandes
Coerência José Pedro Guina dos Santos
Do Castelo José Pedro Oliveira da Silva Pinto
Camões José Pedro Paixão Camacho Vieira
Luz e Harmonia José Pedro Vasconcelos de Sousa Correia
Acácia José Pereira dos Santos
Fénix José Raimundo Correia de Almeida
José Estevão José Ramos Horta
Acácia José Ribeiro Vieira
Estrela d’Alva José Ricardo Hernandez Loureiro
Vitória José Roberto da Costa
A Revolta José Rodrigues de Sousa Fernandes
Aurora Alentejana José Rodrigues Dias
Ocidente José Rodrigues Faustino
José Estevão José Rodrigues Pereira dos Penedos
José Estevão José Romeu Freitas Caetano
Convergência José Rosa Rodrigues Gonçalves Baptista
Simpatia e União José Sarmento Gomes Mota
Universalis José Simão Gomes
Tolerância José Tomás de Oliveira
Tolerância José Tomaz Vasques
Vitória José Viale Moutinho
Liberdade e Justiça José Vitor Soreto de Barros
Sete Colinas José Xavier Anjo de Sena Ezequiel
União Josep Maria Ustrell Torrent
Universalis Joshua Gabriel Benoliel Ruah
Atlântico Julio Albino Pinto de Matos
Triângulo de Vila Real Júlio António Alves Coutinho
União Júlio Capelo Pires Veloso
José Estevão Júlio Cardoso Araújo Pereira
Estrela d’Alva Júlio Cortez Fernandes
Vitorino Nemésio Júlio Dinis Lopes da Silva
Livre Pensamento Júlio Edgar Cândido de Magalhães
Coerência Julio Emilio Gonçalves Louro
Tolerância Júlio Fernando de Albuquerque Fernandes
Liberdade e Justiça Júlio Luis Santos Ferreira
Simpatia e União Júlio Manuel dos Santos
Gomes Freire Júlio Patricio Freitas
Vitória Julio Pires
Lusíadas Renascida Júlio Torcato Ribeiro Faria
Vinte Cinco de Abril Justino José Morgado Pereira
Fraternidade e Progresso Konstantin Bernertin
Bomtempo Laureano Martins Carreira
Acácia Lélio Manuel Vicente de Sousa Branca
Aurora Alentejana Leonardo Manuel Valido Maia
Gomes Freire Leonel Alexandre Ribeiro Moreira Gonçalves
O Futuro Leonel Álvaro Torres Pereira Neves
Alberto Sampaio Leonel Ferreira dos Santos
Transparência Leonel Jorge Suzano Pires
Humanitas Leonel Sousa Fadigas
Convergência Leonildo Miguel Peixoto Teixeira de Aguilar
Obreiros do trabalho Leopoldo Lopes de Almeida Amaral
Simpatia e União Lesseps José António Lourenço dos Reis
8 de Maio Levi Alexandre Bucar Corte Real
Vitória Libertino José Dias
Montanha Liberto da Fonseca Ribeiro da Cruz
Liberdade Lino Duarte Loureiro Reis
União Lourenço Santos Neto
Redenção Lourivan Rodrigues
Vitória Luciano Augusto Bastos Vilhena Pereira
Do Castelo Lúcio Augusto Pimentel Lourenço
Gravito Luis Alberto Correia Fernandes Batista
Universalis Luis Alexandre Gaspar Albino de Campos Cruz
Liberdade e Justiça Luis Álvaro Barbosa de Campos Ferreira
A Revolta Luis Alves Ferreira
União Luís André Araújo Raposo
Universalis Luis Antero Reto
Liberdade e Justiça Luis António da Silva Barraquero
José Estevão Luis António Neves de Paiva Andrade
Luz e Harmonia Luis António Rivera da Silva Virote
Vitorino Nemésio Luis António Vieira de Brito de Azevedo
Montanha Luis Armando Catarino Costa
Acácia Luis Artur Freitas Costa Cardoso Pereira
José Estevão Luis Carlos Andrade Ferreira
Acácia Luis Carlos Calceteiro Serafim
Madrugada Luís Carlos da Costa Monteiro
Passos Manuel Luís Carlos Moutinho da Silva
Cidadania e Laicidade Luis Carlos Quintela Jacob
Acácia Luís Claudio Gouveia Faustino
Coerência Luis Coelho Nascimento
Lusitânia Luis de Carvalho Machado
Liberdade Luis Diogo Almeida Campos
Liberdade e Justiça Luis Falcão da Fonseca (Pai)
Liberdade e Justiça Luis Fernando dos Santos Correia de Mendonça
Sete Colinas Luis Filipe Alvoeiro da Costa Quaresma
Madrugada Luis Filipe Banito Gameiro
Acácia Luis Filipe Botelho da Nova
Universalis Luis Filipe Canova de Leão Miranda
Vinte Cinco de Abril Luis Filipe Coutinho Barros de Figueiredo
Sete Colinas Luís Filipe da Costa Mendes Afonso
Simpatia e União Luís Filipe da Fonseca Machado
Coerência Luis Filipe da Silva Ferreira
Madrugada Luis Filipe de Almeida Coelho de Sousa
Ocidente Luis Filipe de Ataíde Rodrigues Dias
Coerência Luis Filipe de Carvalho Dinis Esteves
José Estevão Luis Filipe de Menezes Montenegro Romeu
Simpatia e União Luis Filipe do Cruzeiro Gonçalves Penedo
Madrugada Luis Filipe Godinho de Faria Maneira Câncio
Vitória Luis Filipe Gouveia Borba Rodrigues
José Estevão Luis Filipe Moura de Carvalho
Acácia Luis Filipe Natal Marques Santos
Arcádia Luis Filipe Nunes Boaventura de Figueiredo
Lusitânia Luis Filipe Paulo Brandão
Convergência Luis Filipe Pires da Conceição
Liberdade e Justiça Luís Filipe Teixeira Gestas
Montanha Luis Filipe Varela Duarte
Vitória Luís Filipe Vieira Santos
Convergência Luis Flores Gomes
Fernando Pessoa Luis Gabriel Freire Costa
Fraternidade e Progresso Luis Gomes
Humanitas Luis Gonçalves Vaz
Cidadania e Laicidade Luis José da Silva Ferreira
dos Hereges Luis José de Almeida Gomes
Liberdade e Justiça Luis José Torres Falcão da Fonseca (Filho)
Redenção Luis Malheiro Vilar
Tolerância Luís Manuel Alves de Fraga
Universalis Luís Manuel Biscaia Poda Reis
Passos Manuel Luís Manuel Bragança de Miranda Flores
Ocidente Luis Manuel Capoulas Santos
Convergência Luis Manuel César Nunes de Almeida
Estrela D’Alva Luis Manuel Cirne Tomás
Vinte Cinco de Abril Luis Manuel Coelho da Mata Almeida
Tolerância Luís Manuel Coutinho Lopes Cabral
Redenção Luis Manuel Curcialeiro Godinho de Matos
Estrela D’Alva Luís Manuel da Conceição Freitas
Bomtempo Luis Manuel de Almeida Nunes
José Estevão Luís Manuel de Medeiros Ferreira
Universalis Luis Manuel Dias Martins
Livre Pensamento Luis Manuel dos Santos Paixão
Fernandes Tomás Luis Manuel Ferreira Parreirão Gonçalves
Fraternidade e Progresso Luis Manuel Guerreiro Mendonça de Freitas
Montanha Luis Manuel Guerreiro Tristão
Tolerância Luís Manuel Mendonça Torres
Convergência Luis Manuel Pinto Gomes
Harmonia Luis Manuel Ribeiro do Rosário Mateus
Convergência Luis Manuel Ribeiro dos Santos Alves Carpinteiro
Intervenção Luís Manuel Verdelho da Costa
Universalis Luís Maria Kalidas Costa Barreto
Lusíadas Renascida Luis Mário Pereira Morais de Oliveira
José Estevão Luis Medeiros Vieira
Fénix Luis Miguel Antunes Barata
Livre Pensamento Luis Miguel Carreira Madaleno
Vinte e Cinco de Abril Luis Miguel da Serpa Soares Vargas
Fénix Luís Miguel de Sousa Lopes Soares
dos Hereges Luís Miguel Garcia Cruz
Bomtempo Luis Miguel Gonçalves Rebelo
Bomtempo Luis Miguel Gonçalves Zeferino
Do Castelo Luis Miguel Lopes de Carvalho Bigotte Chorão
Convergência Luis Miguel Pacheco da Fontoura
Sete Colinas Luis Miguel Pena Piedade
Madrugada Luis Miguel Pereira de Almeida
Fernando Pessoa Luis Miguel Pina Antunes Ferreira
Fernando Pessoa Luis Miguel Ruiz-Rios
José Estevão Luis Morgado Ferreira Alves
Convergência Luis Oliveira Fontoura
Cidadania e Laicidade Luís Paulo Costa Maldonado Gonelha
Acácia Luis Pedro Saldanha Miranda
Honra e Dignidade Luis Pedro Vaz dos Santos
Cidadania e Laicidade Luís Roberto de Matos Castro Roselló
República Luis Rui de Matos Firmo
República Luis Simões Dias Cardoso do Valle
Do Castelo Luís Tiago de Sousa Gouveia
Universalis Luis Velosa Espírito Santo
8 de Maio Lusitano Moreira Martins dos Santos
dos Hereges Magadiel dos Santos Lopes
Fernandes Tomás Manuel Adelino dos Santos Pinto
Vitória Manuel Albano Batista Carvalho
União Manuel Alberto David Rodrigues de Castro
União Manuel Alberto Moreira Falcão
Sete Colinas Manuel Alexandre Amado Ferreira Chaves
Consenso Manuel Alexandre Pereira Martins Leiria
Vitória Manuel Alexandre Silva Pinto Fardilha
Fernandes Tomás Manuel Alfredo Aguiar de Carvalho
José Estevão Manuel Alf

 

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Goldman Sachs Toma Oficialmente Posse da Presidência do BCE

Mário Draghi, antigo Presidente da Goldman Sachs Europa, toma hoje posse na presidência do Banco Central Europeu. Draghu presidia ao Banco de investimentos americano no momento em que este, nos anos 2000, ajudou a Grécia a mascarar as contas públicas. O seu papel vai ser o de preservar os interesses dos bancos na atual crise Europeia.
Podíamos até aqui interrogarmo-nos sobre as razões pelas quais o BCE e Jean-Claude Trichet se opunham de modo virulento – mesmo contra a Chancelaria alemã – a toda e qualquer ideia da reestruturação da dívida Grega.
Esta atitude parecia incompreensível, dado que todos os analistas, incluindo os economistas dos bancos, concordavam em considerar que a Grécia não pode cumprir as suas obrigações de dívida na atuais condições contratuais. A inevitabilidade de um reescalonamento, mesmo uma anulação parcial, parece ser consensual. Querer atrasar a reestruturação não fará mais do que agravar o desgaste económico e social provocados pelos planos de austeridade brutais e impopulares impostos sobre os Gregos.
A nomeação de M. Draghi clarifica as coisas. O BCE defende não os interesses dos cidadãos e contribuintes europeus, mas o interesse dos bancos. Um estudo britânico citado ontem no Les Echos tem o mérito de quantificar claramente o processo em curso: este estudo indica que graças ao «pacote de ajuda» da Grécia e ao «mecanismo europeu de estabilidade» posto em prática pelo BCE, FMI e UE, «a fasquia de dívida Grega nas mãos de contribuintes estrangeiros passará de 26% para 64% em 2014. Isto quer dizer que a exposição de cada agregado familiar da zona euro passará de 535 euros hoje para 1450 euros.»
O «salvamento» da Grécia é assim uma gigantesca operação de socialização de prejuízos do sistema bancário. Trata-se de transferir o essencial da dívida Grega – mais também da dívida Irlandesa e Espanhola – das mãos dos banqueiros para as dos contribuintes. Será então possível passar os custos da inevitável reestruturação destas dívidas para os orçamentos públicos Europeus.
Como dizem os Indignados espanhóis, «esta não é uma crise, é uma fraude!» O Parlamento Europeu votou ontem o «pacote de governação económica» que reforma o pacto de estabilidade, reforçando as restrições sobre os orçamentos nacionais e as sanções contra os países em infração. O Conselho europeu reúne-se hoje e amanhã para completar os trabalhos. E não será a próxima nomeação de Christine Lagarde como cabeça do FMI que reduzirá a influência dos bancos sobre as instituições financeiras internacionais – bem pelo contrário.
Felizmente, as resistências sociais e de cidadania cruzam-se por toda a Europa. Governar para os povos ou governar para a finança? A resposta é hoje clara: será preciso que os povos europeus retomem o poder para juntos construirem uma outra Europa. As Attac de toda a Europa organizam de 9 a 13 de Agosto uma Universidade Europeia de movimentos sociais em Frebourg, na Alemanha. Será neste verão um dos locais principais de coordenação das resistências e de construção de das alternativas europeias.
Tradução de Tiago Neves


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Food, Inc. (Alimentos S.A.) (2009) Legendado em Portugues – Parte 1 / 10


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Portugal, século XXI: há escravos levados das Beiras para Espanha

A quinta de Iscar, Valladolid

As pessoas arregimentadas em Portugal para trabalharem na agricultura espanhola chegavam de carro. Tó Zé, de 35 anos, entregava-os ao cuidado dos pais, Francisco José Maria, de 68, e Maria Clotilde Fortunato, de 69. Eram estes quem lhes mostravam a futura residência em Iscar, Valladolid.

“Ali chegados, aos trabalhadores eram-lhes retirados todos os documentos de identificação, pelos arguidos, e instalados num armazém, que servia de galinheiro, onde havia galinhas e pombos, sem quaisquer condições de higiene e salubridade”, diz o texto da sentença.

A descrição do local e do que espera as pessoas para ali levadas piora nas linhas seguintes: “Dormiam em velhos colchões retirados do lixo, no chão, sendo presos pelos pulsos, por uma corrente de ferro e cadeado, todos aqueles que os arguidos António, Francisco e Maria suspeitassem que pretendiam fugir, sendo ainda o armazém fechado pelos mesmos arguidos, para que nenhum daqueles trabalhadores pudesse sair”.


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OS lacaios de Merkel: CIP defende redução de férias para 22 dias

O presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), António Saraiva, considera que os trabalhadores portugueses devem voltar a ter 22 dias de férias como forma de diminuir o custo unitário do trabalho e aumentar a competitividade.

“Advogamos que deveríamos retomar os 22 dias” de férias, em vez dos 25 atuais, disse à Lusa António Saraiva.

“Já quando se decidiu aumentar de 22 para 25 dias úteis premiando aqueles que não faltam considerámos a medida errada porque todos nós temos a obrigação de trabalhar mais e melhor”, explicou, criticando que se premeie “uma coisa que deve ser natural, que é a comparência ao trabalho”.

Para António Saraiva, a posição da chanceler alemã, Angela Merkel – que exigiu a unificação da idade da reforma e dos períodos de férias na União Europeia e criticou os sistemas vigentes na Grécia, Espanha e Portugal — é “natural”.

“Quando somos obrigados a pedir ajuda externa perdemos alguma da nossa liberdade de ação e é natural que os nossos credores e, desde logo, a Alemanha, venham tentar impor condições diferentes daquelas a que estamos habituados”, referiu.

No entanto, ressalvou o presidente da CIP, “cada país tem especificidades próprias e instituições próprias”.

Ainda assim, António Saraiva acredita que a redução de férias é uma forma de tornar a economia portuguesa mais competitiva.

“A economia portuguesa tem de se tornar mais competitiva e os custos unitários do trabalho têm que ser melhorados, quer pelo lado da Taxa Social Única, quer pelo tempo de trabalho”, defendeu.

Para António Saraiva, a solução deve passar “por um ‘mix’ até para não ser necessário compensar com penalizações fiscais para diferenciar positivamente alguns sectores e empresas mais expostos à concorrência internacional”

 Angela Merkel também defendeu um adiamento da idade de reforma nos países com maior crise financeira, lembrando que a Alemanha passará gradualmente dos 65 para os 67 anos, entre 2012 e 2029.

Uma posição que o presidente da CIP diz ser “uma velha pretensão da União Europeia”, mas que António Saraiva critica.

“Não posso deixar de lamentar que a UE queira nivelar algumas práticas e regras mas feche os olhos a outras, como é o caso da harmonização fiscal”, disse.

“O programa de ajustamento deve ser socialmente repartido de forma equitativa e justa. Não se queira adotar em Portugal as regras da Alemanha, porque a Alemanha tem taxas de juro de 1 por cento e nós suportamos 9 e 10 por cento”, concluiu.


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As agruras de hoje da Grécia serão as de Portugal no futuro com o pacote da troika

As consequências de uma reunião não tão secreta

por Euro Intelligence

O nosso ponto de vista foi sempre que a resolução da crise consistiria num refinanciamento (rollover) permanente. Quando confrontados com a questão de permitir o incumprimento da Grécia ou concordar com mais um programa (irrealista), os ministros europeus das Finanças aceitaram esta última opção.

Numa reunião secreta no Luxemburgo, os ministros das Finanças de um subconjunto de países da eurozona encontraram-se para discutir o futuro da Grécia e, segundo o FT , alcançaram um consenso de que querem recorrer a um pacote inteiramente novo, pois o actual programa da Grécia, o qual prevê um retorno aos mercado em 2012, não é realista.

A Grécia precisa obter €25 a €30 mil milhões no próximo ano. O FT informa que o European Financial Stability Facility (EFSF) pode comprar dívida grega em mercados primários, em complemento de uma reestruturação voluntária para “rolar” (roll over) dívida que será devida em 2012. Responsáveis parecem ter descartado com firmeza qualquer reestruturação involuntária da dívida, a qual criaria mais problemas do que resolveria. O ministro grego das Finanças foi convidado à reunião de modo a que responsáveis pudessem enfatizar-lhe a importância de mais austeridade e privatização.

Na sexta-feira à noite, a revista Der Spiegel informou que a Grécia havia considerado uma saída da eurozona e revelou que uma tal teria lugar, com Wolfgang Schäuble tendo um estudo na sua pasta sobre porque uma saída grega far-se-ia a um custo proibitivo – para a Grécia mas também para a própria eurozona. A notícia deu lugar a negações frenéticas de responsáveis da UE e provocou uma nova derrota do euro, o qual declinou de um pico de US$1,49 para US$1,43 em dois dias. Responsáveis da UE primeiro tentaram negar que uma tal reunião viesse a ocorrer, mas quando se tornou impossível sustentar isso, eles simplesmente negaram que os ministros discutissem uma reestruturação da dívida, muito menos uma saída.

“COMENTÁRIOS ABSURDOS DE JOSÉ SÓCRATES”

Wolfgang Münchau escreve na sua coluna no FT que o fracasso em ser capaz de organizar uma reunião secreta simboliza a dificuldade em administrar uma união monetária (e especialmente um programa de refinanciamento de dívida) com um grupo de decisores executivos tão diversos. Disse ele não acreditar em quaisquer pronunciamentos oficiais de qualquer responsável da UE. Afirmou que os comentários absurdos de José Sócrates de que obteve um acordo melhor do que os gregos e os irlandeses também são muito típicos para o programa de acção colectiva da eurozona. E que vê cada vez mais evidências de uma bifurcação – uma situação dentro de poucos anos nesse caminho em que estados membros da eurozona terão de decidir se saltam para dentro de uma união política ou saltam para fora de uma união monetária.

Juan Ignacio Crespo escreve em El Pais que uma saída da eurozona seria o equivalente a uma outra crise financeira global. Se a Grécia saísse, o sistema bancário do país entraria em colapso e o país seria confrontado com uma implosão económica e social. E a crise imediatamente propagar-se-ia ao país seguinte da eurozona. A Europa neste ponto suspenderia tanto o mercado como o acordo de Schengen.

Os principais jornais alemães estão divididos sobre os méritos de um segundo pacote de resgate para a Grécia. Enquanto os diários económicos Financial Times Deutschland e Handelsblatt endossam a ideia de má vontade o Frankfurter Allgemeine Zeitung e o Bild estão em franca revolta. Holger Steltzner , do FAZ, destaca que a UE e o FMI não têm quaisquer meios de aplicar pressão sobre a Grécia uma vez que excluem a reestruturação da dívida grega e a saída da Grécia da eurozona. O colunista Hugo Müller-Vogg, do Bild, argumenta que se bem que o euro seja indispensável para a Europa, a Grécia não é. Se a Grécia quisesse deixar a zona da divisa ninguém deveria impedi-la. “Isso seria caro para o contribuinte europeu”, argumenta ele. “Mas um final caro é melhor do que infindáveis pacotes caros de resgate”.

PSD revela seu plano económico pelo lado da oferta

Passos Coelho revelou o plano económico do seu partido com o objectivo de mudar o modelo económico de Portugal. A principal característica é uma redução de encargos sociais dos negócios em 4 pontos percentuais, de 23,75% para 19%, financiando por cortes estruturais na despesa governamental. Isto inclui cortes no período que dá direito a benefício de desemprego; um corte no número de Secretarias de Estado em 30% e de conselheiros à metade; reduções em entidades públicas em pelo menos 15%; um serviço de recrutamento independente para postos no governo e o fim de prestigiosos projectos de infraestrutura, tais como serviços ferroviários de alta velocidade. O Jornal de Negócios tem os pormenores. O presidente Cavaco Silva disse que um corte fiscal para os negócios é possível e está de acordo com o acordo da troika mas que deveria ir a par com um corte fiscal sobre o trabalho, ao passo que o IVA pode aumentar.

Desordem tempestuosa na Irlanda após apelo de Morgan Kelly à reestruturação da dívida

Um comentário do economista irlandês Morgan Kelly no Irish Times a apelar a que a Irlanda se afaste do acordo de salvamento provocou uma enorme tempestade na Irlanda e alguma reacção irada do banco central e do governo. Kelly argumentou que o governo irlandês deveria afastar-se da dívida bancária, deixando-a para o BCE, de modo a que país ficasse com uma dívida “sobrevivivel” de €110 mil milhões. O governador do banco central, Patrick Hohohan, sentiu-se obrigado a defender-se, depois de Kelly acusá-lo de ter feito o “mais custoso erro alguma vez já feito por uma pessoa da Irlanda” ao calcular mal a escala das perdas bancárias. Hoohan defendeu o seu papel na corrida para o acordo de salvamento original e a sua decisão de manter a garantia bancária. O ministro das Finanças também respondeu emitindo uma rígida advertência ao artigo de Kelly, dizendo que benefícios à infância e os salários de 300 mil trabalhadores do sector público seriam reduzidos em 33% se o governo abandonasse o acordo de salvamento com a UE-FMI.

E se a França recorrese a um programa de resgate da UE e do FMI?

Em Les Echos Nicolas Barre também é céptico quando ao resgate grego, mas por razões diferentes. Originalmente os pacotes de resgate tinham duas razões bem fundamentadas. Eles precisavam mostrar a populações locais nos países periféricos quão grave era a situação e houve tantos pacotes de resgate para aqueles países quanto houve resgates para os bancos no resto da eurozona. Hoje aquelas duas razões já não são válidas segundo Barre. De modo que reestruturar a dívida grega seria a solução adequada. O colunista francês argumenta que políticos em Paris deveriam reflectir sobre os seus colegas em Atenas, Dublim e Lisboa, onde os governos já não estão no comando e têm de receber ordens da UE e do FMI. Barre aponta o sempre crescente rácio da dívida em relação ao PIB em França e diz que o destino de países periféricos deveria ser motivo de reflexão para qualquer candidato às eleições presidenciais francesas na Primavera de 2012.


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O Mentiroso e aldrabão, o animal político que nos conduziu ao abismo.

O cenário macroeconómico em que se baseia o Programa de Estabilidade e Crescimento entregue pelo Governo hoje no Parlamento aponta para uma contracção da economia este ano de 0,9 por cento, uma revisão acentuada face ao crescimento de 0,2 por cento projectado no Orçamento do Estado.

O governo prevê uma recessão de 0,9% em 2011 na versão actualizada do PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento). Esta previsão contraria uma estimativa de crescimento de 0,7% do PIB este ano quando as instituições internacionais apontavam para uma recessão de 1%.

 

O agravamento do quadro macroeconómico foi a principal razão apontada para a necessidade de avançar com medidas adicionais de consolidação orçamental. Em 2012, o PIB deverá crescer apenas 0,3% e só em 2013 está previsto um crescimento superior a 1%.

 

Segundo as novas estimativas do Governo, a inflação deverá acelerar para 2,7% este ano. Já o desemprego vai continuar a crescer este ano até aos 11,2%, o que reflecte uma contracção de 0,6% do emprego total. Só vai recuar a partir do próximo ano com o governo a prever 10,8%.

 

O mesmo documento prevê que o preço do petróleo se situe nos 107,2 dólares por barril este ano, ficando sempre acima dos 100 dólares até 2014. O Orçamento do Estado para 2011 previa uma cotação de 78 dólares por barril para o petróleo.

 

O documento entregue diz que ainda que as empresas públicas vão ter que cortar mais custos operacionais, além dos 15% que foi exigido este ano. Além disso, diz o governo, estas empresas vão ficar limitadas a tectos máximos de despesa “até ao final de Março de 2011″.

 

Já os hospitais EPE  vão ter de reduzir os seus custos operacionais nos próximos dois anos. “Na sequência dos programas lançados em 2011, serão prosseguidos em 2012 e 2013 os esforços de redução dos custos operacionais nos hospitais EPE”, diz o documento.

 

Apesar das condições desfavoráveis dos mercados, que já levaram ao adiamento de operação, o governo reviu em alta as receitas esperadas com privatizações entre 2010 e 2013.
Agora, a estimativa é obter de 6470 milhões de euros, contra seis mil milhões de euros previstos há um ano. Este valor já inclui a única operação realizada até agora, a venda de 7% da Galp.

 

O Governo vai também rever as listas anexas ao Código do IVA (imposto sobre o valor acrescentado), prevendo gerar um “ganho de receitas” de 0,1 por cento do PIB em 2012 e 0,3 por cento em 2013.

 

Tal como já tinha anunciado, o Executivo prepara-se para aumentar as pensões mais baixas em 2012 e cortar a partir de 1500 euros.


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Há três semanas que o IV Reich conhecia medidas de austeridade

Sócrates não consegue evitar que o FMI continue a fiscalizar Portugal.

O anúncio das novas medidas de austeridade apanhou o país de surpresa, mas há três semanas que o novo pacote era do conhecimento de Angela Merkel, apurou o SOL. A chanceler alemã acompanhou o PEC 4 e levou Sócrates a comprometer-se com ele na reunião entre ambos em Berlim, há exactamente quinze dias.

E o primeiro-ministro terá saído mesmo dessa reunião com a certeza de que o novo acordo não iria afastar o FMI – uma vez que o acesso aos empréstimos europeus, ainda que pontuais, exigirá a aprovação deste organismo. A «análise e aconselhamento» por parte do FMI farão parte do futuro fundo de resgate europeu, admite-se até em S. Bento.

As medidas mais contestadas – o corte de pensões acima de 1.500 euros, o compromisso de não aumentar a despesa com as restantes pensões (congeladas até 2013), os despedimentos mais baratos ou os cortes na Educação e na Saúde – estão, aliás, em linha com os princípios aceites pelos países do Euro (e pelo FMI), no acordo que saiu da cimeira do passado fim-de-semana.

Negar os factos

A 2 de Março, quando Sócrates foi a Berlim com o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, já tinha na mão as novas medidas de austeridade. Três dias antes, porém, indignou-se com o facto de se dizer que elas estariam na calha, protestando por a imprensa interpretar dessa forma as suas palavras de que faria tudo para cumprir a meta do défice, e as de Teixeira dos Santos, que admitiu «medidas adicionais».

De qualquer modo, o mediatizado encontro com Merkel em Berlim foi saudado como uma vitória. A chanceler declarou que Portugal se «encontra num muito bom caminho». E elogiou o novo pacote de medidas: «Portugal vai dar os passos certos» – apesar de acrescentar que poderia ser necessário «ir mais além».

Sócrates aproveitou também as palavras de Durão Barroso. O presidente da Comissão Europeia, interpelado pelo eurodeputado do BE, Miguel Portas, aconselhou Portugal a não «tirar o pé do acelerador». Um recado que era um eufemismo, tendo em conta o que se preparava.

Segredo até ao limite

Entretanto, o PSD sabia que estava a tomar forma um PEC 4, e Passos Coelho veio antecipar que não aprovaria novas medidas de austeridade.

Sócrates continuou em silêncio até ao limite do possível. Há oito dias, voou para Bruxelas para assinar o acordo com o grupo Euro para um PEC 4. Nessa manhã, Teixeira dos Santos comunicava em conferência de imprensa o pacote – os jornalistas foram convocados às 23h da véspera e Passos Coelho informado, sumariamente, por telefone.

A reacção do PSD, pelo secretário-geral Miguel Relvas, reflectiu a surpresa: «Quanto às medidas em concreto, só tomaremos uma posição depois do Conselho Europeu». A resposta foi um não .

Belém fez saber por fonte oficial que o PR «não foi previamente informado» das medidas do novo PEC. No discurso de tomada de posse, Cavaco dissera, dois dias antes, que «há limites para os sacrifícios» que se podem pedir aos portugueses.

Esta semana, na entrevista à SIC, Sócrates justificou-se com o calendário: o dia da tomada de posse de Cavaco (9 de Março, quarta) e o do debate da moção de censura ao Governo (na quinta) teriam sido inapropriados. Uma posição criticada pelo ex-Presidente Mário Soares, que disse que Sócrates teve «esquecimentos imperdoáveis».


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News About Bilderberg and NWO- 5: EU Is Collapsing Like Tower Of Babel

[Note: while the IMF and banks have calculated with a certain number of protests and riots in Greece and other EU countries, events in Iceland show that people can defeat the debt slavery trap if they continue protests over a long period of time. It took the Icelanders about a year.]

EU Is Collapsing Like Tower of Babel

But World Bank and IMF vultures are lying in wait to feed on the remains of Greece

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Friday, May 7, 2010

Monument Securities Chief Economist Stephen Lewis says the chaos in Greece could lead to collapse of the European Union, bringing down with it the dangerous assumption that structures of global governance provide stability in times of financial peril, but the World Bank and IMF vultures will be waiting as ever to feed on the remains of a dying country.

Striking Greek workers and civil servants have violently protested their government’s acceptance of the terms of an EU-IMF bailout, which sacrifices their future prosperity in a trade off for an attempt at stabilizing the Euro zone as a whole, a damning indictment of how global governance, which was introduced under the justification of maintaining financial stability, has had the exact opposite effect, with the virulence of the contagion from Greece threatening to spread to Portugal, Spain and Italy.

“There can be little wonder that the bailout finds little favor with Greek popular opinion,” Lewis said. “It must be obvious to Greek citizens that its terms pay scant regard to their future prosperity, which is being sacrificed in an increasingly forlorn hope of preserving a stable currency for the use of citizens in other member-states.”

Europe’s debt crisis has seen the Euro single currency plunge against the U.S. dollar, while riots were also a contributing factor to yesterday’s alarming U.S. stock market plunge, which at one stage saw the Dow Jones shed almost 1000 points.

BNP Paribas are now predicting that the Euro will hit parity against the U.S. dollar within 12 months, a level not seen for eight years.

“While we have had one of the most bearish forecasts in the market, these previous projections now appear too moderate given the current developments,” states the BNP report.

Economist Lewis firmly lays the blame for the chaos on internationalists who conned European nations into surrendering their sovereignty to the European project under the delusion that the architecture they were trading for their national self-determination would protect their country from precisely the kind of strife now unfolding.

“The guilty men are the eurocrats who stubbornly refuse to recognise that their fanciful construction is collapsing like a Tower of Babel,” Lewis told CNBC.

Lewis also forecasts that the riots and the violence show no signs of abating, so long as the globalists insist on forcing Greece into bondage by implementing the draconian terms of the EU-IMF loan which has now been passed by Parliament.

“Since most Greeks appear to think their government’s debts were incurred in the first place as a result of the nefarious activities of a ruling elite, the chances of their settling down to fulfil the terms of the bailout seem remote at best,” he said.

As was first documented by investigative reporter Greg Palast, what is happening in Greece is a familiar blueprint for how the IMF and World Bank habitually pillage and take over national countries and their economies.

Palast uncovered World Bank documents explaining how the IMF and World Bank deliberately fan the flames of violence and social unrest by raising prices on food, oil and the cost of living, causing riots which then lead to a virtual collapse of society which they then swoop in to exploit.

“The IMF riot is painfully predictable,” Palast quotes former World Bank chief Joe Stiglitz. When a nation is, “down and out, [the IMF] takes advantage and squeezes the last pound of blood out of them. They turn up the heat until, finally, the whole cauldron blows up,” as when the IMF eliminated food and fuel subsidies for the poor in Indonesia in 1998.

Palast uncovered how the riots were “written into the plan” by the IMF and World Bank and that “social unrest” was required to cause a financial panic, allowing for global corporations to then be able to buy up infrastructure on the cheap.

“The IMF riots (and by riots I mean peaceful demonstrations dispersed by bullets, tanks and teargas) cause new panicked flights of capital and government bankruptcies,” writes Palast. “This economic arson has it’s bright side – for foreign corporations, who can then pick off remaining assets, such as the odd mining concession or port, at fire sale prices.”


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IV Reich – polícia secreta

Autorizaram a ocupação de Portugal?

Fonte: PHI (Politische Hintergrundinformationen) de 26.2.2010, pág. 60.

Existe um EXÉRCITO SECRETO EUROPEU, que também pode ser chamado de FORÇA SECRETA POLICIAL DE INTERVENÇÃO PARA O ESMAGAMENTO DE REVOLTAS NA EUROPA.

Já se encontra dentro da União Europeia, porém apenas muito poucos sabem disso.

A força possui os mais amplos direitos, tem de momento 3.000 homens e responde pelo nome de “EURO GENDFOR (EUROPEAN GENDARMERIE FORCE)”, ou seja, TROPA DE POLÍCIA EUROPEIA. O seu comando encontra-se em Vicenza, na Itália, longe do Centro da UE.

Quem deu vida a este projecto foi a Ministra da Defesa Francesa, Alliot-Marie, com o objectivo de mais facilmente esmagar levantamentos populares, como os que têm surgido frequentemente em cidades francesas.

Esta força, já existente, pode agora ser empregue por toda a União Europeia, anulando os direitos nacionais e as soberanias dos Estados Membros!

O Tratado de Velsen (Holanda), decidiu de forma inequívoca, que vai ser um CONSELHO DE GUERRA, que vai decidir sobre a sua actuação. Este conselho compõe-se dos Ministérios de Defesa e de Segurança dos países membros da UE, inclusivamente do país onde vai ser aplicado.

Aos olhos dos observadores trata-se de uma clara manifestação de um DIREITO DE OCUPAÇÃO DA EUROPA. Porque, desde que tenha sido decidido por unidades da EURO GENDFOR a ocupação de edifícios e regiões, ficam estas debaixo da sua alçada, já não podendo sequer ser visitadas pelos organismos oficiais do país a que territorialmente pertencem. De facto, existe assim um DIREITO DE OCUPAÇÃO EUROPEU. Porém, a situação pode vir a piorar ainda mais.

A EURO GENDFOR não possui apenas os direitos policiais, mas também a competência sobre os serviços secretos, e, pode, em estreita colaboração com forças militares, restabelecer a lei e a ordem nas zonas consideradas convenientes. Em caso de necessidade, deve esta tropa possuir todos os direitos e acessos a todos os meios considerados necessários, para executar o respectivo mandato.

Graças à EURO GENDFOR encontram-se os governos europeus à vontade. Desta forma podem ordenar o abrir fogo contra as próprias populações em caso de demonstrações de massas, colocar regiões inteiras sobre quarentena militar e prender os principais cabecilhas, sem ter de chamar militares, ou polícias, da sua própria nação, visto existir o perigo destes se solidarizarem com os revoltosos.

A EURO GENDFOR, por sua vez, graças às suas excepcionais atribuições de direitos civis e militares, não pode ser responsabilizada por ninguém.

Este cenário, que parece incrível, tornou-se agora possível através da entrada em vigor do TRATADO DE LISBOA, que não é mais do que a Constituição da UE sob novo título.

http://www.grifo.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=292&Itemid=1

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Esta noticia deixou-nos particularmente curiosos, tendo alguns dos emmbros ido investigar melhor e eis o que se descobriu acerca desta temática.

Esta força existe mesmo: http://www.eurogendfor.eu .

Reparem no que está escrito na pagina de introdução:

The European Gendarmerie Force (EGF) is an initiative of 5 EU Member States – France, Italy, The Netherlands, Portugal and Spain – aimed at improving the crisis management capability in sensitive areas. Since Wednesday, 17th December 2008, the High Level Interdepartmental Committee Meeting (CIMIN) decided to welcome the Romanian Gendarmerie to become a full member of the EGF. Therefore the EGF consists from that moment of 6 member states.“
Iniciativa de Portugal?! Porque nunca ouvimos falar disto antes?!

”EGF responds to the need to rapidly conduct all the spectrum of civil security actions, either on its own or in parallel with the military intervention, by providing a multinational and effective tool.
The EGF will facilitate the handling of crisis that require management by police forces, usually in a critical situation, also taking advantage from the experience already gained in the relevant peace-keeping missions.”

As suas funções são:

- responder à necessidade imediata de conduzir todo o espectro da acções de segurança civil.

Como?

- Sozinhos ou em cooperação cm as forças militares intervenientes.

Reparem que são uma força multinacional, o mail está correcto também nesse ponto.

Based in Vicenza in the “Generale Chinotto” barracks, the EGF HQ is now developing a comprehensive and coherent operational system, which will permit to be ready in case of prompt deployment to crisis areas.”

O quartel general (HQ) está em Vicenza,  Italia (confirma) e reforçam a prontidão das forças.

EGF goal is to provide the International Community with a valid and operational instrument for crisis management, first and foremost at disposal of EU, but also of other International Organizations, as NATO, UN and OSCE, and ad hoc coalitions.

Olhem só o objectivo:

Providenciar a Comunidade Internacional com um instrumento valido e operacional para a gestão de crises, à disposição total da EU, mas também para outras Organizações Internacionais, como a Nato, NU e a OSCE e suas coligações.

Mas ainda há mais!

Vejam quem é o Comandante da Força!

Colonel Jorge ESTEVES (Portuguese GNR)

É português?! E nunca passou nas noticias nacionais uma coisa destas?!

Segundo o site ele comanda desde 26/6/2009, cargo que deixará  em 2011.

É da GNR! Agora se percebe porque é que escolhem a GNR para ir para manutenção de paz (como Bósnia, Timor, Afeganistão, Iraque, etç.) em vez das tropas mais especializadas…. Estão a treina-los em situações reais.

O homem é de Abrantes, tem 52 anos e veio do Regimento de  Cavalaria, vejam o CV do personagem:

“As a high-ranking Officer he has been Territorial Group Commander, Head of the 3rd Territorial Brigade Operations and Information’s Office, Head of the 3rd Territorial Brigade Criminal Investigation Office, 3rd Territorial Brigade Chief of Staff and 3rd Territorial Brigade Deputy Commander (2000 – 2007). During 2006 he integrated the Working Group for the Reform of the Portuguese Internal Security System. From 2004 to 2007 he was Assistant Lecturer of Military Sociology at the Military Academy in Lisbon. From July 2007 till June 2009 he has been the European Gendarmerie Force Chief of Staff.

He attended several courses related with Crisis Management Operations among them the United Nations Police Commander Course, the Strategic Planning for European Union Police Mission Course, the European Security and Defence Policy Orientation Course, the NATO Staff Officer Force Planning Course and the NATO Partnership for Peace Staff Officer Course.”

Ora bem vamos lá analisar o que podem fazer!

A nível estratégico:

- Fazer policiamento em operações de gestão de crise, com base nas conclusões dos Conselhos de Santa Maria da Feira e de Nice:

http://www.ena.lu/conclusions_santa_maria_da_feira_european_council_1920_june_2000-02-27325%20target=
http://www.ena.lu/conclusions_nice_european_council_7_9_december_2000-02-17960

- Quem pode usar esta Força?

EU, NU, OSCE, NATO, outras e coligações.

- Quem ordena?

A Estrutura de Comando é a CIMIN (Comité InterMiistériel de haut Niveau) composta pelos representantes dos responsáveis pelos Ministérios de cada Pais, que assegura coordenação político-militar, nomeia o Comandante da Força e provisiona-lhe directivas e orientações para o emprego.

Qual a estrutura da Força?

E a nível táctico?

- A Força pode ser posta sob o comando quer tanto de autoridades militares como de civis, por forma a assegurar a segurança publica, ordem publica e o funcionamento pleno das tarefas judiciais. (Entrega de alimentos, cuidados médicos não interessa!)

- Não é uma força permanente (é só para repor a ordem… a ordem deles, é uma Força de Intervenção).

- A força é formada num máximo de 800 oficiais de policia, em menos de 30 dias. Para quem ainda não perceba como é que funciona, explicamos, existe um HQ permanente em Itália e quando necessitam formam uma força e essa é enviada para a crise, depois de fazer o que tem a fazer esta força é desmantelada.

Mas afinal o que é que eles tem a fazer?

– Missões gerais de segurança publica;
– Missões de manutenção da ordem publica- Combate ao crime;
– Investigação criminal (detecção, recolha, analise de informação);
– Processamento, protecção e assistência de indivíduos;
– Controlo de tráfego;
– Desactivação de explosivos;
– Combate ao terrorismo e crimes maiores e outros especializados;
– Armazenamento, gestão, recuperação e evacuação de equipamentos, transportes, e ajuda medica (não se deixem enganar por este último ponto, pois reparem que não existe distribuição nem de propriamente a ajuda, apenas a organizam);
– Monitorizar e aconselhar a policia  local no seu trabalho do dia-a-dia;
– Vigilância do publico;
– Policiamento das fronteiras;
– Serviços secretos;
– Protecção de pessoas e propriedades (esta até é cómica! Vamos ver quem são essas pessoas e propriedades…);
– Treino de oficiais de policia e de instrutores.

Por fim vamos aos símbolos, este é o logótipo da força em questão:

- O mote “Lex Paciferat” (A Lei trará a Paz);
– A espada como cruz invertida;
– O louro maçónico;
– A granada a rebentar (parece uma planta, mas é uma granada e as chamas a sair dela) – Pacifistas vê-se…

Sendo tudo isto tão interessante porque não passou nos média nacionais e europeus?

Retirado de Portugal Esotérico.org


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Why Does the MSM Ignore Al Gore’s ‘Global Warming’ Million$?

In yet another case of willful blindness, our formerly august mainstream media all but ignores Al Gore’s global warming millions. Their secular saint, Prophet Al, has become a very rich man off his global warming “science.”  Yet, whenever he is interviewed by those virtuous paragons among the media elite, you’ll hear nary a peep on the fact that Prophet Al stands to become the “World’s First Carbon Billionaire,” if and when governments – especially ours – enact the cap and trade legislation, of which Mr. Gore is the most vociferous proponent.

The lying hypocrisy of it is just too much for an honest person to bear.

al-gore-thumbs-up

Mr. Gore has, in effect, declared economic war on the middle-class American family through his global warming faux science.  The Congressional Budget Office has estimated that the cap and trade legislation, which passed the House last year, will cost the average American family $890 per year.  But the conservative Heritage Foundation immediately challenged this figure.  Using a more inclusive analysis, Heritage raised the estimate to at least $1,870 per year.

Heritage also took the trouble – on behalf of American families – to take into account the larger picture, significant details completely ignored in the CBO’s accounting:

It is also worth noting that, of the 24 years analyzed by The Heritage Foundation’s Center for Data Analysis (CDA), 2020 had the second lowest GDP loss. Furthermore, the CDA found that for all years the average GDP loss was $393 billion, or over double the 2020 hit. In 2035 (the last year analyzed by Heritage) the inflation adjusted GDP loss works out to $6,790 per family of four–and that is before they pay their $4,600 share of the carbon taxes. The negative economic impacts accumulate, and the national debt is no exception. The increase in family-of-four debt, solely because of Waxman-Markey, hits an astounding $114,915 by 2035.

The bottom line here is that Al Gore is nothing higher on the moral scale than a war profiteer or as Investors Business Daily has called him, a “green Ponzi scheme” scammer.  When Gore provided his star-witness testimony in the House last year on cap and trade, Representative Marsha Blackburn (R-TN) queried him on the millions he stands to make off the legislation.  Gore responded that he was merely “putting my money where my mouth is.”

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To which IBD scornfully added:

Perhaps, but at the same time he is advocating policies based on junk science that, while he enriches himself, will devastate the American economy, causing huge losses in jobs, economic growth and GDP.

The American consumer and taxpayer are on the wrong end of his green Ponzi scheme. Somewhere, Bernie Madoff is smiling.

Just to provide the hopelessly ignorant (or willfully blind) MSM with a bit of recap on Gore’s climate war profiteering, it might be useful to remind them of a few easily obtainable facts regarding our former VP, Prophet Al.

When Al Gore left the VP office, he reported a net worth somewhere between one and two million dollars.  Currently his net worth is estimated in the hundreds of millions.

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In 2004, Al Gore co-founded with former campaign manager, David Blood (also formerly with Goldman Sachs), an investment fund aimed at profiting from business and government initiatives to stop “global warming.”  They affectionately call their venture:  “Blood and Gore.”  It’s real name is Generation Investment Management (GIM).  GIM has its home base in London and lists a host of mega-corporations as investors, among them, Aflac, GE, Staples, SYSCO, UBS, Waters Corp. and Whole Foods.  This is not the sort of venture capitalist scheme with which your ordinary American family could become a shareholder.

In 2006, Al Gore came out with his Oscar-chosen movie, “An Inconvenient Truth.”  Due to the movie’s consequent hyping by an enthralled media, Mr. Gore’s “documentary” has grossed over $24 million in the U.S. and over $49 million worldwide, making it the fifth-highest-grossing documentary in the U.S. to date, (from 1982 to the present).  Yet, in 2007, the U.K.’s High Court found that the film was both “biased” and “alarmist” and noted nine specific “scientific” claims, which were at best unfounded and at worst outright lies.  To be shown in British schools, the High Court ruled, would require tedious instruction to students on the errors and bias contained in the film.

The British ruling was widely ignored by the MSM this side of the big pond, however, and the movie continues to be shown to unsuspecting students in government schools and universities nationwide – with no disclaimers whatsoever.

Interestingly, one of the film’s claims which was noted as unsubstantiated by Britain’s High Court was the recently debunked.  Mr. Gore’s assertion that the disappearance of snow on Mount Kilimanjaro in East Africa was expressly attributable to global warming has been found unscientific and based on faulty research.

None of Mr. Gore’s newly demonstrated scientific errors should really come as any surprise, however (after all, the man flunked out of divinity school).  As noted by the Washington Post in this 2000 article on Gore’s lackluster college transcripts, the media-heralded scientific genius — Prophet Al — spent his entire tenure at Harvard avoiding all courses in mathematics and logic.  The two science courses he had to take, Natural Science in his sophomore and senior years, he managed to receive a D and a C+ respectively.  Gore’s college science performance was easily predictable, however, as his high school transcripts showed that the only courses in which Mr. Gore scored A’s were in art and religious studies.

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The MSM is so enthralled with Mr. Gore and his single-handed quest to save mankind from itself that they ignore every salient fact regarding not only the scientific sham, but every detail about the man himself, including his anything-but-sterling scientific background.  Add to that shameful sycophancy their enabling of the man to bank multi-millions while he scams the public and the MSM becomes no less than an unindicted co-conspirator in Gore’s war on Western economies.

When Mr. Gore makes wild claims, which are later debunked by truly scientifically minded folks, the MSM is AWOL.  When Mr. Gore blithely insisted recently on NBC’s Tonight Show that the “interior of the earth is extremely hot, several million degrees, and the crust of the earth is hot …,” neither the host nor the media elite know enough about science to even question his authority.  When Mr. Gore belittled critics on the cost to American families of his cap-and-trade Ponzi scheme to ex-cheerleader-turned- anchorwoman, perky Katie Couric, she was so ignorant that she did not even question his recitation of accepted dogma.

Poppycock peddlers are found in every generation, but Al Gore’s get-rich-off-unsuspecting citizens is definitely a cake-taker in this lot of scoundrels.  And for the love of Pete, one would think that any self-respecting journalist would go after him with at least the zeal they show in examining Sarah Palin’s hand.

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Moral compass?  The MSM does not seem to own a single working one among their entire lot of overpaid, under-worked scalawags.  In allowing Al Gore to continue his green Ponzi scheme unobstructed, they prove they are all birds of a feather and have lost all credibility.


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FIRST CHINA, HAITI AND NOW CHILE HAARP AND EARTHQUAKE


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Terramoto pode ter sido provocado

O Mundo foi agitado nas últimas semanas com a notícia divulgada pelo jornal moscovita Pravda que cita a Frota Russa do Norte segundo a qual, o sismo que devastou o Haiti em 12 de Janeiro passado resultou do teste de uma das “armas de terramotos” da Marinha norte-americana. De acordo com a informação, o tremor de terra no Haiti estava inserido num diagrama de sucessão linear em relação aos terramotos denunciados que se produziram à mesma profundidade de 10 km na Venezuela (8 de Janeiro) e em Honduras (11 de Janeiro).

O presidente venezuelano Hugo Chávez, numa declaração pronunciada no mês passado, acusou os Estados Unidos de “brincarem aos deuses”, e denunciou a existência de uma arma capaz de provocar tremores de terra.

Segundo o jornal Pravda, a Frota Russa do Norte, comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” tem controlado os movimentos navais dos EUA no Caribe desde 2008.

O relatório compara as experiências de duas destas armas de terramotos com um teste realizado no Pacífico que causou um sismo de magnitude 6,5 na área em torno da cidade de Eureka, na Califórnia. Não se registaram vítimas.

A informação acrescenta que os norte-americanos “tinham conhecimento total” dos danos que poderiam ser causados e que, para tal, mandara avançar o general P.K.

Keen, Comandante Delegado do Comando Sul, para supervisionar na ilha os trabalhos de ajuda que fossem necessários.

Logo após o terramoto no Haiti, seguindo o relatório da marinha russa e o jornal Pravda, o Pentágono mandou preparar o navio-hospital USNS Confort para seguir para a sacrificada ilha.

O porta-aviões USS Carl Vinson foi enviado para a zona com a sua capacidade máxima de aviões e helicópteros. Chegou no dia 14 de Janeiro, dois dias depois da catástrofe.

No terreno, já operava há tempos a agência norte-americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) que, junto com o Comando Sul e o Departamento de Estado accionaram o envio de 10.000 soldados para “ajuda humanitária” e controlo do país que entrou em total ruptura administrativa após o sismo.

O relatório russo afirma ainda que existe um plano dos EUA para destruição do Irão por intermédio de uma sucessão de sismos induzidos, com o objectivo de derrubar o regime islâmico local.

A harpa que nem os anjos tocam

A verdade é que, por muito que tudo pareça saído de um manual da guerra das estrelas em versão tenebrosa, existe, de facto, um projecto em desenvolvimento desde 1993 chamado HAARP (High Frequency Active Auroral Program), destinado a estudar a ionoesfera com base na radiofrequência induzida por hipocampos. Em linguagem corrente, o programa permite controlar o tempo, provocar terramotos, baralhar as telecomunicações mundiais, detectar e destruir mísseis.

O HAARP foi fundado pela Força Aérea e Marinha dos Estados Unidos, pela Universidade do Alasca e pela DARPA (Agência de Projectos de Pesquisa Avançada de Defesa).

Funciona num lugar recôndito do Alasca, em Gakona e, em 2008, custou 250 milhões de dólares.

Segundo dados oficiais, o HAARP estuda a forma como a ionoesfera afecta as comunicações via rádio.

Para mitigar os efeitos negativos, os cientistas desenvolvem meios de melhorar as comunicações e sistemas de navegação tanto sobre a terra como debaixo de água e no sub-solo.

Uma das aplicações pode ser mapear os conteúdos minerais no sub-solo da Terra assim como estudar o subsolo de países como o Irão e a Coreia do Norte.

O principal instrumento da estação no Alasca consiste num potentíssimo radiotransmissor de alta-frequência com um conjunto de 180 antenas que ocupam uma área de 13 hectares.

O sistema permite enviar sinais para a ionoesfera a uma altitude compreendida entre os 70 e os 350 km, conforme a frequência.

Militares afirmam que o HAARP pode facultar toda uma série de aplicações, desde descobrir petróleo, gás e depósitos minerais em largas áreas, a detectar aviões e mísseis de cruzeiro, tornando obsoletas as outras tecnologias.

Em curto, o HAARP substitui com menos custos, as comunicações submarinas, substitui o sistema de radar sobre o horizonte, fornece meios para apagar as comunicações numa área extremamente larga, ao mesmo tempo que mantém as próprias comunicações dos militares, penetra na terra para controlar instalações subterrâneas de armas nucleares.

Grande controvérsia

São tudo boas ideias para ajustar o patriótico sentido de defesa nacional (norte-americana), para além de serem bem mais económicas. Isto é o que dizem as informações do próprio HAARP. O que não dizem, pode ser verdadeiramente alarmante. Mais: os efeitos de uma utilização menos “responsável” destes poderes sobre o escudo natural da Terra que é a ionosfera, pode ser cataclísmico, segundo alguns cientistas.

Um fundador do movimento contra o HAARP, Clare Zickuhr diz: “Os militares vão dar um grande pontapé na ionosfera e vão ficar a ver o que vai acontecer”. Acontece que os militares não sabem esclarecer exactamente o que pode acontecer com experiências de utilização de imensos níveis de energia. O projecto tem sido alvo de muitas teorias da conspiração.

Muitos críticos apontam objectivos escondidos: provocar um poderoso raio da morte, ser uma fonte alternativa de energia, ser um sistema de defesa anti-míssil, ser uma arma de controlo da mente.

A rádio iraniana, além de apoiar a teoria de que o sismo do Haiti foi provocado, acrescenta que o HAARP criou um tempo extraordinariamente frio para evitar acções contra o aquecimento global.

A própria Duma (Parlamento da Rússia) produziu uma violenta denuncia contra o HAARP em 2002 ao acusar os Estados Unidos de “ter criado armas geofísicas integrais capazes de influenciar a Terra com ondas de rádio de alta frequência”.

Cientistas independentes como Begich e Manning afirmam que assaltos ao céu do tipo do HAARP, com os seus imprevistos efeitos, “podem ser um acto de vandalismo global”.

Os haitianos, o primeiro povo negro a tornar-se independente e livre, preocupados em simplesmente sobreviver, nunca saberão se o sismo que lhes levou familiares e bens foi natural ou provocado.

Helder de Sousa


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THE GLOBAL FINANCIAL CRISIS — Michel Chossudovsky Jan 2009, Montreal

LECTURE: THE GLOBAL FINANCIAL CRISIS — The Great Depression of the 21st Century with Michel Chossudovsky Causes and consequences of the financial meltdown; The speculative onslaught; Financial fraud and the “bank bailouts”; Bankruptcy of the real economy; Impacts on employment, wages and social services; Towards a spiralling public debt; The economic crisis and its relationship to the Middle East war; The centralization of corporate power; The concentration of wealth; The globalization of poverty. What are the policy alternatives?