Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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É hora de se embriagar!

É necessário estar sempre bêbado.
Tudo se reduz a isso; eis o único problema.
Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo, que vos abate e vos faz pender para a terra, é preciso que vos embriagueis sem cessar.
Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha.
Contanto que vos embriagueis.
E, se algumas vezes, nos degraus de um palácio, na verde relva de um fosso, na desolada solidão do vosso quarto, despertardes, com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio, hão de vos responder: É hora de se embriagar!
Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-vos; embriagai-vos sem tréguas!
De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha.

(Baudelaire)


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A VIDA INTERLIGADA

Um pequeno e excelente documentário educativo que apresenta importantes informações e refleções relativas a questões éticas, ambientais, sustentabilidade e sociais dentro da temática do vegetarianismo e do consumo de produtos, que representa um assunto urgente e de vital importância para a sobrevivência de todo o Planeta e da espécie Humana.


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A CARNE É FRACA

” A CARNE É FRACA “
* É UM DOCUMENTÁRIO QUE MOSTRA QUE NÃO PRECISAMOS DE CARNE PARA VIVER, MAS, SÓ PARA NOS MATAR!!

Morrissey – Meat Is Murder

isso gera compaixao e generosidade?

NÃO É ISSO SOMENTE QUE DEVERIA GERAR COMPAIXÃO

Compaixão é um sentimento INATO do ser humano, que eh gerado espontâneamenteINCONDICIONAL(sem condições:pobre,classe baixa,pessoa com fome,pessoa com dor)NÃO A CONDIÇÕES

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Primeiro, livre-se da maldade;
Depois, livre-se do ego;
Finalmente, livre-se dos pensamentos.
Sábio é aquele que conhece isto.

Outro documentário : Meat The Truth


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Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 05/06 – Aspartame

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

Publicado por libertas000


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Richard Dawkins – A Raiz de Todo o Mal – Parte 4-6

Publicado por peideiemvc

Richard Dawkins

Richard Dawkins nasceu em Nairobi, capital do Quénia, em 1941. Estudou Zoologia em Oxford, tendo-se doutorado sob a direcção do biólogo Nikolaas Tinbergen, Prémio Nobel em 1973 pelos seus estudos em Etologia. Foi professor de Zoologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Presentemente, é catedrático da Universidade de Oxford. Para lá de cientista e académico, tornou-se conhecido como um dos intelectuais mais influentes da actualidade. Defensor intransigente da evolução segundo a teoria de Darwin, é um divulgador ágil da ciência e do pensamento científico. Intelectual polémico, defende fervorosa e militantemente o “orgulho de ser ateu”.


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Nova Ordem Mundial – Rastros Quimicos Vacinas Mortais

NWO,controle total sobre a vida das pessoas, vacina e outros aditivos inseridos na alimentação que provocam graves doenças.


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A fascinante tese do ensino da ignorância

Em Dezembro, o estudo da OCDE afirmava: os alunos portugueses de 15 anos estão abaixo da média entre 57 países a Ciências, Matemática e Leitura. Este facto gerou mais um conceito ‘eduquês’ de um secretário de Estado que disse à TV qualquer coisa do tipo ‘Os alunos são ignorantes porque são reprovados’ já que os resultados se devem em larga medida às elevadas taxas de retenção. Tão irresponsável doutrina dá crédito a uma curiosa tese da qual se pincelam os traços principais abaixo.

Humanidade supra-numerária

A correspondência entre ‘progresso da ignorância’ e declínio da inteligência crítica é evidente, como o é a necessidade de competência linguística elementar para o exercício do juízo crítico. Isto assente, porque se aprofunda e tolera a iliteracia que o quotidiano e estudos demonstram?

Michéa atribui-a à implantação da Escola do Poder Transnacional assente em reformas perversamente justificadas pela ‘democratização do ensino’ e ‘adaptação ao mundo moderno’. Ilustra a teoria com reunião de ‘quinhentos homens políticos, líderes económicos e científicos de primeiro plano’, em S. Francisco, que concluiu que ‘no século XXI, dois décimos da população activa serão suficientes para manter a actividade da economia mundial’, pondo a questão: como manter a governabilidade dos oitenta por cento da humanidade supra-numerária?

A solução mais razoável lá defendida é do conhecido Z.Brzezinsky: ‘criando ‘cocktail’ de diversão embrutecedora e alimentação suficiente que permita manter o humor dessa população’. Este cínico objectivo implicaria reconfigurar o sistema educativo do modo que se passa a sintetizar e se vem assistindo.

Excelência para poucos

Primeiro, há que manter um selectivo sector de excelência que forme as elites científicas e de gestão, enformado pelo modelo da escola clássica, criador de espírito crítico.

No escalão seguinte, ensinam-se competências técnicas com semi-vida estimada de dez anos e ligadas a tecnologias efémeras. Competências descartáveis quando as tecnologias são superadas e cuja aprendizagem não exige autonomia, nem criatividade e, no limite, pode ser feita em casa, frente ao computador. Ajustada ao ensino multimédia à distância proporciona negócio às grandes firmas e torna dispensáveis milhares de professores, sonho economicista e político dos meios do poder.

Ignorância para muitos

Resta o escalão dos supra-numerários (com emprego precário e flexível) que, ‘jamais constituirão um mercado rentável’ e a quem ‘a transmissão de saberes críticos e mesmo de comportamento cívicos e o encorajamento à rectidão e à honestidade’ é indesejável. A esses se destina a escola dos grandes números, a escola que deve ensinar a ignorância coerente com Brzezinsky. É a escola que produz ignorantes diplomados, incapazes de compreender um texto, ou serem proficientes em matemática. O ensino da ignorância é objectivo ao qual os professores tradicionais, apesar de excepções, se ajustam mal o que implica a sua reeducação por neo-especialistas em ciências da educação.

Estes peritos têm por missão impor condições de ‘dissolução da lógica’ no Ensino, real revolução cultural porque, até recentemente, ‘toda a gente pensava com um mínimo de lógica, com a notável excepção dos cretinos e dos militantes’ . Os professores tornar-se-ão animadores de actividades transversais e assistentes psicológicos. A escola será um espaço acrítico, um local de animação (Thanksgiving, Halloween…) confiada a associações de pais, aberto a todas as mercadorias tecnológicas ou culturais.

Fascinante e preocupante!

Difícil acreditar que haja esta estratégia capitalista específica, mas as mesmas consequências resultam de políticas incompetentes e do deslumbramento estrangeirado que assolam o país. É imperativo de cidadania reverter decisões e políticas que alicerçam um Ensino da Ignorância que converta 80% dos portugueses em supra numerários embrutecidos de uma UE, ela própria, ameaçada pelo mesmo mal.

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Manuel Gonçalves da Silva, Professor Catedrático da
Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNL In “Diário Económico


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Hoje…


Anoitece! O palácio entra no silêncio e calmaria que a noite traz, lá fora o vento sopra de mansinho por entre as arvores do jardim, fazendo anunciar a chuva que se aproxima. Deitada sobre a cama, nesta letargia doce sinto a alma levitar pelo quarto enquanto o meu corpo descansa nos lençóis macios, sinto-me tão leve…
Do quarto dos senhores vem as vibrações e os gemidos a lembrar-me que eles estão de novo na luxúria da alcova, mas não me mexo, deixo-me estar ali deitada sentido o meu corpo a querer eriçar-se pelos gemidos que me despertam os sentidos. Fico ali, apenas sentindo a excitação aumentar. Lá fora o vento forte que soprava acalma, a chuva começa a cair levemente, bate na vidraça e da minha garganta solta-se um soluço, uma melancolia súbita toma conta de mim o meu corpo sucumbe àquela sensação e as lágrimas correm-me pelo rosto, soltas, livres, numa torrente enérgica que me lava a alma.
Quando os soluços cedem e as lágrimas se cansam de correr, a melodia da chuva que agora cai intensamente fazendo com que o cheiro do jardim me invada as narinas e vá directo alojar-se no canto da minha mente onde guardo as mais doces recordações, aquele perfume faz soltar a imagem de um dia assim em que no jardim te encontrei, nossos olhares se cruzaram, num ímpeto fugaz nossas bocas não resistiram e se tocaram primeiro a medo, como se o medo de não ser real, provocasse o receio de que de um momento para o outro voasses por entre as arvores e apenas fizesses parte da minha imaginação. Mas não era. E ainda sinto em mim, esse beijo que de doce e calmo passou a fogoso intenso, carregado de desejo, depois que essa tua boca deliciosa saciou a minha, entregou-se ao meu corpo e percorreu-o com mestria. Calma, lentamente murmurando o teu desejo, o teu amor. Mordiscaste todo o meu corpo, lambeste, beijaste, apertaste, até que encontraste o meu jardim e o tornaste teu. Com ímpeto devoraste o meu sexo quente e húmido com a fome que sempre tiveste de mim, essa fome que me faz sentir única e me dá o paraíso. Sussurraste no meu ouvido o teu amor e o meu corpo entrou naquela dimensão em que já não tem consciência, minha alma saiu do corpo sobrevoou o jardim e regressou num espasmo doce de prazer. Uma paz imensa me atingiu.
Suspiro…
Hoje só queria fazer amor contigo.


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O poder que há em nós

Há uma mentira que actua como um virus na mente da humanidade: a de que não há bens suficientes para todos. Há escassez, há limitações e nada é suficiente. Esta mentira faz com que as pessoas vivam com medo, ganância, avareza, e estes pensamentos tornaram-se no seu dia-a-dia. É por isso que o mundo parece ter tomado o comprimido do pesadelo. A verdade é que há coisas boas mais do que suficientes. Há ideias criativas suficientes, há mais poder do que o suficiente, mais amor do que o suficiente, mais alegria do que o suficiente. Tudo isso entra numa mente que tem a consciência da sua própria infinita natureza. O poder que há em nós é maior que o poder que existe no mundo.

(Dr. Michael Beckwith)

O homem transforma-se no que pensa.  (Morris E.Goodman)

Fotografia de Joana
(www.olhares.com/pearls)

Publicado em “Arvore de pérola”