Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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Divulgada listagem de elementos da maçonaria em Portugal

A Maçonaria Em Portugal- uma História de Corrupção e Conspiração

É com alguma dificuldade que tento neste pequeno texto discutir brevemente a razão pela qual todos devemos estudar as sociedades secretas cuidadosamente. Este é um tema muitíssimo vasto, e tem tantas vertentes que para proceder à denuncia da verdadeira teia de poder que transcende partidos, afiliações políticas e religiosas, tanto poderíamos considerar textos sobre finança, como livros sobre geopolítica, como tratados sobre misticismo. Mas para não complicar demasiado, e com vista a clarificar em vez de mistificar, serve este texto de breve introdução para ilustrar de que forma a maçonaria plantou, e continua a plantar as sementes da desgraça que é a condição atual de Portugal. Vamos portanto considerar elementos puramente terrestres (negligenciando por enquanto as dinâmicas filosóficas e etéreas), sendo que uma pesquisa mais aprofundada do presente tema levará necessariamente a áreas de conhecimento às quais as mentes mais fechadas se negam o acesso.

Listagem retirada de Casa das Aranhas:

Convergência Abel Saturnino da Silva de Moura Pinheiro
Vitória Abilio Afonso Ferreira
Madrugada Abílio de Jesus Fidalgo
Transparência Abilio José Salgado
Simpatia e União Abilio Vassalo Abreu
Passos Manuel Acácio Gonçalves Machado Carvalho
Madrugada Acácio José Monteiro Ribeiro
O Futuro Acácio Manuel de Frias Barreiros
Alberto Sampaio Adalberto Tomaz
Intervenção Adelino Cerqueira Leitão
A Revolta Adelino Ferreira Martins
Liberdade Adelino Manuel Marques Da Silva
Convergência Adélio Pereira André
Fernando Pessoa Adérito Vicente Serrão
Simpatia e União Adozindo de Sousa Leite
Redenção Adriano Jorge Correia Dias
Obreiros do Trabalho Adriano Pinto Gomes Amaral
Triângulo Castelo Branco Afonso Amável Barata Camões
Passos Manuel Afonso Henrique Carvalho da Cunha
Madrugada Afonso Manuel Matos Viola
Sete Colinas Afonso Nuno de Moura Brígido Verissimo da Cruz
Delta Agostinho de Martino
Vinte Cinco de Abril Agostinho Mesquita Antunes de Carvalho
Simpatia e União Alain Pierre Victor Merelo Barberá
Madrugada Albano Andrade Pereira
União Albano Dias da Costa
Estrela D’Alva Albano José Pires
Vitória Albano Manuel Matos Barbosa Mendonça
Liberdade e Justiça Alberto António Sequeira Pinto Gouveia
Acácia Alberto Carlos Castro Barros Pereira
Fraternidade e Progresso Alberto Fernandes Brás
Fénix Alberto José Carvalho Batista
Delta Alberto Manuel Casal Toscano Pessoa
O Futuro Alberto Manuel Gonçalves Mendes
Fénix Alberto Manuel Roque Lobo da Silva
República Alberto Marques de Oliveira e Silva
Passos Manuel Alberto Mendes Teles
Vitória Alberto Nuno Torgal Simões
Paladinos Alberto Santiago Rodrigues de Sousa
Consenso Alberto Silva Sousa e Cunha
Vitória Alberto Sousa Martins
Montanha Albino Ribeiro Cardoso
José Estevão Alcindo Manuel Pacheco Ferreira da Silva
Vinte Cinco de Abril Alcino José Cardoso Pedrosa
Passos Manuel Alex Tona
Triângulo Chaves Alexandre António Alves Chaves
José Estevão Alexandre Barros de Sousa
Obreiros do Trabalho Alexandre Manuel Santos Paiva
Gomes Freire Alexandre Mesquita Carvalho Fava
União Alexandre Miguel Barbosa Valle de Carvalho
Estrela do Norte Alexis Rodriguez Perez
Fraternidade e Justiça Alfredo Carlos Barroco Esperança
Simpatia e União Alfredo Conceição Ribeiro
Acácia Alfredo João Gouveia Tomé
Universalis Alfredo Jorge Gomes de Sá e
Gomes Freire Alfredo José Sousa Gomes
Fenix Alfredo Luís Carvalho Baptista
Estrela D’Alva Alfredo Ricardo Rezende Tropa
A Revolta Alfredo Salvaterra
Vitória Alfredo Teixeira Costa Pereira
Fraternidade e Justiça Alipio Mendes de Melo
A Revolta Aloísio Albano de Castro Leão
Lusitânia Aloísio Fernando Macedo da Fonseca
Liberdade Álvaro Alberto Negrão de Sousa
Atlântico Álvaro Augusto Tojal
Redenção Alvaro Dias Martins Aroso
O Futuro Álvaro José Carrilho Martins de Medeiros Tavares
Ocidente Álvaro José Ribeiro Gonçalves
Universalis Álvaro Leon Cassuto
Fernandes Tomás Álvaro Manuel Cação Biscaia
Universalis Alvaro Manuel Ricardo Nunes
Redenção Álvaro Morais de Oliveira Canelas de Castro
Sete Colinas Álvaro Ribeiro Monteiro
Atlântico Álvaro Teixeira de Oliveira
Bomtempo Álvaro Veiga
Estrela D’Alva Amadeu Carlos de Oliveira Basto de Lima
Redenção Amadeu José de Figueiredo Carvalho Homem
Fernando Pessoa Amândio da Conceição Silva
Universalis Amândio Peres Jacinto
Alberto Sampaio Américo António Pais Borges
Redenção Américo Manuel da Costa Figueiredo
Ocidente Américo Patricio Cipriano Thomati
Fernando Pessoa Américo Rodrigues Madeira Bárbara
Madrugada Anatólio Dias Falé
Bomtempo André Campos Martins Carreira
Madrugada André Claudino Francisco
O Futuro André da Atalaia Samouco
O Futuro André Franco de Sousa
Acácia André Henriques Suarez Garcia
Fénix André Luciano Rodrigues Camara
Montanha Angelo Miguel Ferreira Marques
Passos Manuel Angelo Miguel Quaresma Gomes Martingo
Vitória Anibal Belo Antunes da Silva
Vitória Antero Anibal Ribeiro da Silva
Redenção Antero Sousa Braga
Atlântico Anthony Laurel
Bomtempo Antoni Assuncion Hernandez
Revolução Antonino da Conceição Ventura
O Futuro Antonino Proença Marques
A Revolta António Abel Garcia Meliço Silvestre
Bomtempo António Adriano de Ascensão Pires Ventura
Universalis António Alberto Alves Pereira Borga
Sete Colinas António Alberto da Cunha Abrantes
Ocidente António Alexandre Picareta Delgado
Luz e Harmonia António Alfredo Avelar Canto Machado
Fraternidade e Justiça António Almeida Santos
União António Álvaro Ferreira Correia Marques
Estrela D’Alva António Alves Fonseca
Madrugada António Armando Agostinho Rodelo
Do Castelo António Armando Dantas de Almeida
Simpatia e União António Armindo de Sousa e Silva
Vitória António Artur Rodrigues da Costa
Liberdade António Athias da Cunha Leal
Fraternidade e Justiça António Augusto Cerveira Cardoso
Alberto Sampaio António Augusto Espinha Ribeiro de Carvalho
Vitória António Augusto Ferraz
Vitória António Augusto Ferreira Nadais
Livre Pensamento António Augusto Lagoa Henriques
Rebeldia António Augusto Marques de Almeida
Fénix António Augusto Pais de Lacerda Ferreira
Redenção António Augusto Vieira Lopes
Acácia António Baltazar Valente Ramos Dias
Madrugada António Becho Grave Caldeira
Liberdade e Justiça António Bento da Silva Galamba
Alberto Sampaio António Bruno Couchinho
Alberto Sampaio António Campos de Morais
Fernandes Tomás António Cândido Alves
Do Castelo António Candido Baltazar Paiva
Século XXI António Cardoso Alves
Passos Manuel António Carlos Antunes Guimarães Côrte-Real
Graal António Carlos dos Santos Gois
Madrugada António Carlos Gonçalves e Carvalho
Humanitas António Carlos Harthley Fernandes Caroço
Fraternidade e Justiça António Carlos Ribeiro Campos
Vitória António Carlos Viçoso Costa Paz
Acácia António Castelo Sérgio Pessoa
8 de Maio António César Quaresma Ventura
Universalis António Cunha Coutinho
Vinte Cinco de Abril António da Conceição Antunes Ribeiro
Fraternidade e Justiça António da Conceição Gonçalves Dias
O Futuro António da Silva Carvalho
A Revolta António David da Costa Hall
Gomes Freire António de Carvalho Medalha
Convergência António de Deus Ramos Ponces de Carvalho
Rebeldia António de Melo Bernardo
A Revolta António Diamantino Marques Lopes
Ocidente António Domingos Pereira Marques
Camões António dos Ramos Domingos e Sousa
Lusitânia António dos Santos Luis
Gravito António dos Santos Maltez
Redenção António Duarte Arnaut
Madrugada António Eduardo Conceição Fortunato
Século XXI António Eduardo Costa Simões
Convergência António Eduardo Garcia Alves Lico
Fraternidade e Progresso Antonio Eduardo S. R. Lobo Vilela
Gravito António Fernando Ferreira Monteiro
Estrela D’Alva António Fernando Marques Ribeiro Reis
Redenção António Fernando Monteiro
Liberdade e Justiça António Fernando Reis Gil
A Revolta António Fernando Rodrigues Costa
Liberdade e Justiça António Filipe Leite e Pereira da Silva
Fénix António Francisco Canhota Santana
Vinte Cinco de Abril António Francisco Felício Correia
A Revolta António Francisco Matos Martins Ferreira
Passos Manuel António Freitas Azevedo
União António Graça Teixeira da Silva
Paladinos António Henrique Machado Capelas
dos Hereges António Henrique Rodrigo de Oliveira Marques
Ocidente António Henrique Rodrigues Roseiro
Vitória António Inácio Gomes da Mota
Liberdade e Justiça António João Lente Rodrigues da Silva
Arcádia António João Varela Simões Monteiro
Fernando Pessoa António Joaquim Catarino Raimundo
Livre Pensamento António Joaquim da Silva Faria
Alberto Sampaio António Joaquim de Almeida Henriques
Liberdade e Justiça António Joaquim Lameira Vivas
Redenção António Joaquim Mariano Pego
Utopia António Joaquim Pires da Silva
Lusitânia António Joaquim Rebelo dos Reis Lamego
Lusitânia António Joaquim Rodrigues Lopes
8 de Maio António Jorge Bigotte Oliveira Santos
Revolução António Jorge Martins Barata
Do Castelo António Jorge Ramos Soares
Vitória António Jorge Tavares Costa de Jesus
Cidadania e Laicidade António José Alberto Ladeira
Ocidente António José Andrade Boronha
Sete Colinas António José André Inácio
Intervenção António José Boléo Abranches Vidigal
Graal António José Candeias Coelho
Sete Colinas António José Carvalho Ferreira
Do Castelo António José Cerejo Pinto Pereira
Sete Colinas António José Costa
Sete Colinas António José Coutinho Lopes Cabral
Vinte Cinco de Abril António José da Silva Moreira
Liberdade e Justiça António José da Silva Robalo Cordeiro
Passos Manuel António José de Aguiar Monteiro Pinho
Simpatia e União António José de Almeida de Abreu
Aurora Alentejana António José de Carvalho Domingues Firmo
Vitória António José de Oliveira Couto
Acácia António José de Pina Pereira
Ocidente António José de Sousa Matos
Liberdade António José do Castro Guerra
Utopia António José do Nascimento Minhalma
União António José Ferreira Santa Comba
Montanha António José Filipe dos Santos
Fraternidade e Justiça António José Gonçalves Castanheira Jorge
Rebeldia António José Gonçalves Martins
Acácia António José Macieira Antunes
Redenção António José Martinho Marques
Simpatia e União António José Martins Ferreira
Vitória António José Monteiro de Pinho
Revolução António José Moreira Vilhena Nogueira
Livre Pensamento António José Moutinho Pereira
Obreiros do Trabalho António José Ribeiro de Almeida Taurino
Fraternidade e Justiça António José Rodrigues Gonçalves
Camões António José Rodrigues Henriques
Camões António José Rodrigues Neto
Triângulo Chaves António José Roque da Costa
União António José Rosas Silva Pereira
Fraternidade e Justiça António José Santinho Pacheco
O Futuro António José Tomas Santos Bento
Liberdade António José Valente
Estrela D’Alva António José Xavier Cunha
Lusíadas Renascida António Júlio Soares de Oliveira
Montanha António Justino Alves Ribeiro
Passos Manuel António Leonel Gomes de Pinho Caetano
Cidadania e Laicidade António Leonel Marques Graça
Fraternidade e Progresso António Lobo Vilela
Intervenção António Lopes Batalha
Alberto Sampaio António Lúcio Rodrigues
Alberto Sampaio António Luis Gonçalves da Costa Martins
Do Castelo António Luis Marinho de Castro
A Revolta António Luzio Vaz
Universalis António Manuel Afonso Barata Camões
Liberdade António Manuel Almeida Salvador
Livre Pensamento António Manuel Barata Pereira Gomes
Arcádia António Manuel Beato Ribeiro da Cruz
Redenção António Manuel Brandão Gomes Costa
Gomes Freire António Manuel Branquinho Caseiro
Vinte Cinco de Abril António Manuel Caeiro
Delta António Manuel Chaves Fernandes Fidalgo
Simpatia e União António Manuel Clemente Lima
Convergência António Manuel Costa Peixoto
Triângulo Vila Real S. António António Manuel de Carvalho Costa
Convergência António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino
Do Castelo António Manuel de Jesus Faustino Silva Garcia
Gomes Freire António Manuel de Oliveira Pires
Arcádia António Manuel Dias Baptista
Aurora Alentejana António Manuel Dias Pereira Santos Pinheiro
Século XXI António Manuel dos Anjos Mourão
Redenção António Manuel dos Santos Arnaut
Vinte Cinco de Abril Antonio Manuel Estevão Amante
José Estevão António Manuel Fernandes da Silva Ribeiro
Universalis António Manuel Garcia dos Reis
Triângulo Tomar António Manuel Godinho Paulo
Rebeldia António Manuel Henriques Fernandes
Aurora Alentejana António Manuel Leitão Cavacas
Gravito António Manuel Leite Ramalho
Madrugada António Manuel Machado Fernandes Novaes
Tolerância António Manuel Maldonado Gonelha
Fernandes Tomás António Manuel Pereira da Silva
O Futuro António Manuel Pinto Basto Ribeiro Ferreira
Simpatia e União António Manuel Ribeiro dos Anjos Machado
Ocidente António Manuel Ribeiro Mendes
Triângulo de Vila Real António Manuel Rodrigues
Lusíadas Renascida António Manuel Rodrigues da Mota
Intervenção António Manuel Rodrigues Nunes Diogo
Livre Pensamento António Manuel Rodrigues Vieira
A Revolta António Manuel Vilhena
Rebeldia António Maria Balcão Vicente
Fraternidade e Progresso António Maria da Conceição Júnior
Obreiros do Trabalho António Maria da Fonseca
União António Maria Lobo de Vasconcelos Corte-Real
Simpatia e União António Maria Pacheco do Passo
Humanitas António Maria Ramos Ricardo
Vinte Cinco de Abril António Maria Rodrigues Soares
Harmonia António Martins Alonso Cerdeiras
Camões António Martins Gonçalves Pedro
Redenção António Miguel Bastos Martins Ferrão
Revolução António Miguel Ribeiro Pinheiro
Gravito António Montenegro da Cunha Fiúza
Vitória António Morais Ribeiro
Simpatia e União António Neves Pereira
Coerência António Paulo Martins Pereira Coelho
Fénix António Paulo Roque Lira Leite
Vitória António Paulo Salvado de Lima Moreira
Aurora Alentejana António Paulo Santiago Jorge
Delta António Pedro Batista Carvalho Bona
Coerência António Pedro Melo Goulão dos Santos Taborda
Transparência António Pedro Pires
Lusíadas Renascida António Pereira de Vasconcelos
Redenção António Pires de Carvalho
A Revolta António Quintas Queiroz Aguiar
8 de Maio António Ramos da Silva
Século XXI António Ramos Preto
Bomtempo António Rebelo Delgado Tomás
Cidadania e Laicidade António Ribeiro Gameiro
Obreiros do Trabalho António Ricardo de Oliveira Vieira Machado
Tolerância António Roque de Andrade Afonso
Bomtempo António Samuel Henriques da Costa
Montanha António Segadães Madeira Tavares
Liberdade e Justiça António Sérgio da Silva Abrantes Mendes
Simpatia e União António Sérgio Fernandes Lebres
Obreiros do Trabalho António Sérgio Ferreira Borges
Tolerância António Valdemar J. Medeiros Torres
Intervenção António Vasco Pereira de Oliveira Costa
Triângulo Vila Real S. António António Vitorino Pereira
Vinte Cinco de Abril Aprigio Ramalho
Liberdade Aquilino Ribeiro Machado
Fénix Ari José Marques de Carvalho
Gravito Arlindo José Silva da Cunha
Tolerância Arlindo Pereira Almeida
8 de Maio Armando Augusto Alves Martinho
Camões Armando Augusto Pinto da Silva
Montanha Armando Augusto Rod. de Figueiredo e Silva
Transparência Armando Ferreira Gomes
Vitória Armando José Moreira
Fénix Armando Luís Gomes de Carvalho Homem
Vinte Cinco de Abril Armando Pinheiro Isaac
Passos Manuel Armando Pinto Bento
O Futuro Armando Pulquério Antunes de Castro
Transparência Armando Santinho Cunha
Luz e Harmonia Armando Saraiva Teixeira
A Revolta Arménio Alberto Tavares da Silva
8 de Maio Armindo Augusto Martins da Silva Andrade
Simpatia e União Armindo Ribeiro Cardoso
José Estevão Armindo Salgado Martinho
Século XXI Arnaldo Adérito Carvalho João
Obreiros do Trabalho Arnaldo Afonso Botelho Guedes
Vitória Arsénio Oliveira Leite
Montanha Artur Fernandes Batista
Ocidente Artur José Gonçalves Gomes
Montanha Artur José Tavares Azevedo da Costa Lindo
Vinte Cinco de Abril Artur Junqueiro Sarmento
Passos Manuel Artur Machado de Campos Rangel
Gravito Artur Manuel Pereira Marques
A Revolta Artur Manuel Sales Guedes Coimbra
República Artur Manuel Santana das Dores
Honra e Dignidade Artur Martinez Marinho
Liberdade e Justiça Artur Miguel Claro da Fonseca Mora Coelho
Fernando Pessoa Artur Miguel Gomes Ferraz
Vinte Cinco de Abril Artur Pita Alves
Ocidente Artur Ramon da Rocha de la Féria
Vinte Cinco de Abril Artur Rodrigues Pereira dos Penedos
O Futuro Asdrúbal de Matos Fernandes
Rebeldia Augusto Artur da Silva Pereira Brandão
Obreiros do Trabalho Augusto Fontes Baganha
Revolução Augusto Gonçalves Dias
O Futuro Augusto Joaquim Franco Bélico de Velasco
Redenção Augusto José Monteiro Valente
Redenção Augusto Rogério Leitão
República Augusto Silva Gomes
Acácia Aureliano Oliveira das Neves
Simpatia e União Aurélio Gomes Veiga
Fernando Pessoa Áureo Zannotta Villagra
Rebeldia Avelino Augusto Pacheco dos Santos
Livre Pensamento Avelino José da Costa e Sousa
Madrugada Barnabé Francisco Primo Pisco
A Revolta Belmiro Moita da Costa
Estrela do Norte Belmiro Moreira de Sousa
Liberdade e Justiça Belmiro Pereira de Sá Leão
Fraternidade e Justiça Benigno Brito Gomes
Vitória Bento Gonçalves da Cruz
Obreiros do Trabalho Bernard Jean-Marie Seynaeve
Fraternidade e Progresso Bernardino Tomé Galvão
Fernando Pessoa Bernardo José Martins Pereira
Passos Manuel Bruno Alexandre Batista dos Santos
Tolerância Bruno Andrade de Mendonça
Delta Bruno Filipe Barata Rebelo Ferreira
Bomtempo Bruno Ricardo Pinto Reimão Gonçalves Rosa
A Revolta Camilo Duarte dos Santos Cruz
Acácia Camilo Duarte Inácio
Gomes Freire Camilo Manuel Fialho dos Santos Barata
Liberdade Carlos Alberto Martins Couceiro
Passos Manuel Carlos Abílio Moreno
Atlântico Carlos Albano Ribeiro
Estrela D’Alva Carlos Alberto Afonso Rebelo
Intervenção Carlos Alberto Alvarez de Faria e Chagas
Vinte Cinco de Abril Carlos Alberto Carranca de Oliveira e Sousa
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Carvalho Castanheira
Ocidente Carlos Alberto Clemente Frazão
Triângulo de Vila Real Carlos Alberto Coelho Pires
Transparência Carlos Alberto Cordeiro Coelho
Rebeldia Carlos Alberto da Assunção Alho
Graal Carlos Alberto da Silva Fonseca
Liberdade Carlos Alberto de Carvalho
Vinte Cinco de Abril Carlos Alberto Dias dos Santos
Fraternidade e Progresso Carlos Alberto dos Santos Marreiros
Liberdade e Justiça Carlos Alberto Fernandes
Madrugada Carlos Alberto Frias Barata
Estrela do Norte Carlos Alberto Gomes Dias Guimarães
Simpatia e União Carlos Alberto Gomes Lopes
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Gonçalves da Costa
Simpatia e União Carlos Alberto Gonçalves Estorninho
Montanha Carlos Alberto Idães Soares Fabião
Ocidente Carlos Alberto Leitão Capelas
Ocidente Carlos Alberto Lopes Martins
Simpatia e União Carlos Alberto Lopes Wahnon de Araújo
Aurora Alentejana Carlos Alberto Lourenço Cunha
Alberto Sampaio Carlos Alberto Marques Paiva
Liberdade Carlos Alberto Martins da Silva Poiares
Consenso Carlos Alberto Medina Freitas Lopes
Acácia Carlos Alberto Monteiro Bicas
Graal Carlos Alberto Monteiro Dias da Graça
Tolerância Carlos Alberto Monteiro Granês
Do Castelo Carlos Alberto Monteiro Rodrigues de Oliveira
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Nunes Dias
Livre Pensamento Carlos Alberto Oliveira Damas
Simpatia e União Carlos Alberto Pereira Correia
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Pereira dos Ramos
Universalis Carlos Alberto Pestana Barros
Damião de Góis Carlos Alberto Pinto Ferreira
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Raposo Santana Maia
Montanha Carlos Alberto Ribeiro Mota
Obreiros do Trabalho Carlos Alberto Silva de Almeida
Liberdade Carlos Alberto Sobral Marques da Costa
Honra e Dignidade Carlos Alberto Tavares Dias de Brito
Sete Colinas Carlos Albino Cabral
Rebeldia Carlos Almerindo Filipe Tembe
Delta Carlos Amante Crujeira
Lusíadas Renascida Carlos Amilcar Armando da Cruz Lima
Coerência Carlos Ângelo Ferreira Monteiro
Fernandes Tomás Carlos António Duarte Cachulo Costa
Convergência Carlos António Moutinho de Carvalho Macedo
Universalis Carlos António Pitacas Antunes
Fraternidade e Justiça Carlos Artur Simões Esteves Maia
Fraternidade e Justiça Carlos Augusto Inácio da Fonseca
Livre Pensamento Carlos Augusto Lopes Amado dos Santos
Fraternidade e Progresso Carlos Avila
Fraternidade e Justiça Carlos Bessa Ferreira
O Futuro Carlos Caranguejeiro
Fernando Pessoa Carlos da Silva Amaral
Vitória Carlos da Silva Teixeira Mourão
Do Castelo Carlos Eduardo Ferro Gomes
Intervenção Carlos Eduardo Rodrigues Nunes Diogo
José Estevão Carlos Eduardo Teixeira Mendes
Bomtempo Carlos Eugénio Cícero Silva
República Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias
Atlântico Carlos Fernandes da Silva
Universalis Carlos Fernando Campos Ventura
Madrugada Carlos Francisco Ferreira da Silva
Acácia Carlos Henrique Gomes Villar
Liberdade Carlos Henrique Prata Dias da Costa
Atlântico Carlos Isidoro da Silva Oliveira
Passos Manuel Carlos Jorge dos Reis Meirinho Gonçalves
Madrugada Carlos Jorge Ferreira Garcia Madeira
Delta Carlos Jorge Gonçalves Soares Fabião
Bomtempo Carlos José Brás Geraldes
Rebeldia Carlos José Campos de Andrada
8 de Maio Carlos José Faria Cortes
A Revolta Carlos José Luzio Vaz
Madrugada Carlos José Mota Alves
Fénix Carlos Laufkoetter Sarmento
Lusíadas Renascida Carlos Manuel Amaral de Vasconcelos
Delta Carlos Manuel Baeta Barata
José Estevão Carlos Manuel Brandão Perdigão
O Futuro Carlos Manuel Cardoso da Costa Pires
Vinte Cinco de Abril Carlos Manuel Cardoso Lopes
Fernandes Tomás Carlos Manuel Cardoso Rodrigues Beja
Universalis Carlos Manuel Correia França
O Futuro Carlos Manuel da Conceição Alves Costa
A Revolta Carlos Manuel da Silva Páscoa
Atlântico Carlos Manuel de Freitas Salomé
Arcádia Carlos Manuel Ferreira Caetano
Gomes Freire Carlos Manuel Frazão Vitorino
Montanha Carlos Manuel Grave Campos
Intervenção Carlos Manuel Luis
Madrugada Carlos Manuel Martins
Graal Carlos Manuel Pereira Andrade Costa
Convergência Carlos Manuel Saramago Pinto
Livre Pensamento Carlos Manuel Valentim Aurélio
Montanha Carlos Miguel Bravo Lourenço
Gravito Carlos Miguel de Almeida Campos Pereira
Delta Carlos Miguel Ferreira
Obreiros do Trabalho Carlos Morais dos Santos
Do Castelo Carlos Neves Marques da Silva
Tolerância Carlos Oliveira Fontoura
Liberdade e Justiça Carlos Ribeiro Nunes
Fraternidade e Progresso Carlos Roldão Lopes
Alberto Sampaio Carlos Salvador Pinto da França Raposo
Vitória Carlos Silva Dias
Delta Carlos Vitor Machado
Madrugada Carolino José Nunes Monteiro
Lusíadas Renascida Casimiro Joaquim Pereira da Silva
Redenção Casimiro Soares Simões
Obreiros do Trabalho Casimiro Tomásio Ferreira
Fénix Cédric Claude Bernard Grueau
Sete Colinas Celestino Soares Monteiro
Livre Pensamento Celso Afonso Castro de Jesus Soares
Consenso Celso José das Neves Manata
Obreiros do Trabalho Celso Manuel Gomes Ferreira
Alberto Sampaio Celso Oliveira Neto
Montanha César Manuel Coelho de Oliveira
Intervenção Cesário José Simões Martinho
Acácia Cícero Cavalheiro
União Cícero Pereira da Silva
Ocidente Cilio Pereira Correia
Humanitas Cipriano de São José Santos Oliveira
Ocidente Cipriano Pires Justo
Gomes Freire Claude Frederic Balestra
Vinte Cinco de Abril Constantino Paulo Santos Almeida
Montanha Custódio Azevedo Fidalgo Castelo
Montanha Custódio João Vilela Maldonado de Freitas
Cidadania e Laicidade Daniel Fonseca dos Reis
Liberdade Daniel Gomes de Pinho
Acácia Daniel Madeira de Castro
Cidadania e Laicidade Daniel Molmgreen de Oliveira
Rebeldia Daniel Neves Sales Grade
Montanha Dário Miguel Vieira Duarte Pereira
Redenção David Abreu Felino Carvalhão
Vitória David Custódio Gomes Magalhães
Fernando Pessoa David Franklin Nunes Garcia
Gomes Freire David José Gomes
Ocidente Delberto Constatino Araujo de Aguiar
Século XXI Dimas Ferreira Pestana
Vitorino Nemésio Dimas Manuel Simas da Costa Lopes
Obreiros do Trabalho Dinis Augusto Escudeiro
Fénix Diniz Jacinto Marçal Nunes
Livre Pensamento Diogo Afonso Cristina Patricio
Humanitas Diogo Feijóo Leão Campos Rodrigues
Montanha Diogo Manuel de Oliveira Bernardo Monteiro
Montanha Domingos Branco Coelho
Triângulo Guimarães – nº 368 Domingos José Ferreira Nobre
República Dórdio Leal Guimarães
Universalis Douglas Liberti Incáo Junior
Convergência Duarte Facco Viana Álvares Calvão
Luz e Harmonia Duarte Jorge Barbara
Vinte Cinco de Abril Duarte Nuno Alves Climaco Pinto
União Durval Arnaldo Pereira de Brito
O Futuro Edgar Fernando Camacho da Rocha
O Futuro Edmundo Fernando Paula de Assunção
Vinte Cinco de Abril Edmundo Pedro
Madrugada Eduardo Alberto Lopes Soares
Acácia Eduardo Cardeano Monteiro Pereira
Luz e Harmonia Eduardo Carlos Neves de Noronha
Delta Eduardo Costa Dias Martins
Paladinos Eduardo da Natividade Jesus
Madrugada Eduardo Henrique Coelho Moos
Gomes Freire Eduardo Jorge Valdez Fatela dos Santos
Harmonia Eduardo José Lascasas Moreira dos Santos
Montanha Eduardo José Mourão da Silva e Costa
Tolerância Eduardo Manuel Camacho Ascenção
Acácia Eduardo Manuel Franco Madeira
Fernando Pessoa Eduardo Manuel Lobo da Costa Simões
Triângulo de Vila Real Eduardo Moreira Vaz Cardoso
União Eduardo Paulo Ferreira de Sá
Redenção Eduardo Reinaldo Ferro Alves
O Futuro Eduardo Santos Fernandes Bugalho
Gomes Freire Eduardo Vieira Coelho
Simpatia e União Éldio Marques Vaz
Cidadania e Laicidade Élio Amador Bernardino
Simpatia e União Elisio Costa Santos Summavielle
Coerência Emanuel José de Oliveira Alves
Universalis Emídio Arnaldo Freitas Rangel
Vinte Cinco de Abril Emidio Guerreiro
Estrela D’Alva Emilio Augusto Simão Ricon Peres
Delta Emílio Miranda Alvarez
Simpatia e União Ernest Alberto Theile
Universalis Ernesto Manuel de Freitas Lomelino Gomes Machado
Honra e Dignidade Estevão José Pedro Kachiungo
Coerência Estevão Lavado Espadilha
Estrela D’Alva Estevão Roberto Ribeiro
Universalis Estevão Rodigues Pires Moura
Graal Euclides Soares Teixeira
Fraternidade e Justiça Eugénio Borges Gonçalves
Estrela do Norte Eugénio Fernando Rietsch Monteiro
José Estevão Eugénio Maria da Cruz Azevedo- Candido de Azevedo
Humanitas Eugénio Oscar Filipe de Oliveira
Fraternidade e Justiça Eugénio Tavares Fróis
A Revolta Eurico Manuel Soares Fernandes
Redenção Fausto José Dias Duarte dos Santos
Alberto Sampaio Fausto Lucas Martins
Revolução Fausto Sousa Correia
A Revolta Fernando Abel Simões
8 de Maio Fernando Afonso dos Anjos Silva
Damião de Góis Fernando Alberto Pereira Marques
Tolerância Fernando Albino Canhão da Graça
Simpatia e União Fernando Alves Marques Mano
Livre Pensamento Fernando António Palma Raposo
Madrugada Fernando Arnaldo Duarte de Carvalho
Gomes Freire Fernando Augusto de Deus Cirilo Gil
Montanha Fernando Augusto de Oliveira Sacramento
Humanitas Fernando Augusto Gonçalves de Carvalho
Redenção Fernando Baeta Cardoso do Vale
Bomtempo Fernando Carmino da Silva Marques
Montanha Fernando César Antunes Costa
José Estevão Fernando Cruz Pacheco
Liberdade Fernando da Costa Nicolau
Fraternidade e Progresso Fernando da Silva Pinto Ribeiro
Redenção Fernando de Jesus Regateiro
Triângulo Vila Real S. António Fernando de Sant’Águeda Gutierres Reis
Ocidente Fernando de Sousa Brito e Cunha
Ocidente Fernando Dias Nogueira
A Revolta Fernando dos Santos Andrade Porto
Atlântico Fernando Ferreira Lino
A Revolta Fernando Freire
Fernandes Tomás Fernando Góis Moço
Estrela D’Alva Fernando Gomes Afonso
Convergência Fernando Gonçalves Carvalho e Oliveira
Liberdade e Justiça Fernando Graça Gil
Arcádia Fernando Helder Silvestre Romero
Tolerância Fernando Joaquim Carneiro
Paladinos Fernando Jorge Carneiro Mascarenhas
República Fernando Jorge Giesteira de Castro Gonçalves
Revolução Fernando José Borges
Intervenção Fernando José Carrilho Ribeiro Leitão
Lusitânia Fernando José Correia Cabecinha
Alberto Sampaio Fernando José de la Vieter Ribeiro Nobre
Utopia Fernando José dos Santos Anastácio
Fraternidade e Justiça Fernando José Duarte Ventura Gomes
Camões Fernando José Fernandes Baginha
Consenso Fernando José Ferreira Lucas Bação
Rebeldia Fernando José Lopes Nogueira
Montanha Fernando José Martins Palma
Simpatia e União Fernando José Reino
Revolução Fernando José Ribeiro Cavaleiro da Maia Valle
Camões Fernando José Venâncio Pereira
Arcádia Fernando José Vicente Mendes
Fernandes Tomás Fernando Lopes Cardoso
Montanha Fernando Lourenço Antunes
Fraternidade e Progresso Fernando Lynn da Rosa Duque
Simpatia e União Fernando Manuel Alves da Cruz Garcia
Cidadania e Laicidade Fernando Manuel Amaro Pratas
Sete Colinas Fernando Manuel Cardoso Coelho
Fraternidade e Justiça Fernando Manuel Carvalho Castanheira
Delta Fernando Manuel Carvalho de Almeida
Rebeldia Fernando Manuel Costa Labescat
Fernando Pessoa Fernando Manuel da Silva e Costa
Século XXI Fernando Manuel Dionísio Saraiva
Universalis Fernando Manuel Ferrão Castel-Branco Sacramento
Universalis Fernando Manuel Lima Valadas Fernandes
Convergência Fernando Manuel Lúcio Marques da Costa
Redenção Fernando Manuel Marques Rodrigues
Liberdade e Justiça Fernando Manuel Moreira Lopes
Fénix Fernando Manuel Pereira Azevedo e Sá
Ocidente Fernando Manuel Pinheiro Mendes
Arcádia Fernando Manuel Rodrigues das Neves Vicente Mendes
Harmonia Fernando Manuel Silva Capela Miguel
Gomes Freire Fernando Medeiros Bonfante
Revolução Fernando Mendes Figueira Henriques
Bomtempo Fernando Miguel Bernardes
Fernando Pessoa Fernando Miranda Borges Gonçalves
Obreiros do Trabalho Fernando Moura Marques
Vinte Cinco de Abril Fernando Paulo Estrela Pinho Almeida
Do Castelo Fernando Pedro Peniche de Sousa Moutinho
A Revolta Fernando Pereira da Silva
Universalis Fernando Reis Condesso
A Revolta Fernando Ribeiro Dias
Século XXI Fernando Simões Henriques
Redenção Fernando Tomás Simões de Oliveira
Ocidente Fernando Vieira da Cruz
Obreiros do Trabalho Fernão Augusto de Araújo Vicente
Consenso Filipe Alexandre Aleman Ferreira Serrano
Liberdade e Justiça Filipe João Marques Caçapo
Sete Colinas Filipe Jorge Larsen de Assis Costa Rodrigues
Acácia Filipe José Guerreiro Palma
Vinte Cinco de Abril Filipe Madeira Marques Fraústo da Silva
José Estevão Filipe Manuel Espinha Soares da Silva
Sete Colinas Filipe Mesquita Vital
Honra e Dignidade Filipe Miguel S. Fontoura de Sousa Marto
Liberdade Filipe Rino Coelho
Vitória Firmino Jesus do Couto
Delta Firmino Ribeiro Mendes
Gomes Freire Flávio Dalto
Obreiros do Trabalho Flávio Gomes Pereira
Fernando Pessoa Floriano João Nunes Batista
Utopia Francis Tondeur
Damião de Góis Francisco José Paixão Braz Pinto
Redenção Francisco Abranches Marta
Passos Manuel Francisco Alberto Fidalgo Ferro de Beça
Sete Colinas Francisco Alexandre de Sintra e Janes Semedo
Fernando Pessoa Francisco Álvaro Magalhães de Carvalho
Rebeldia Francisco António Ribeiro da Costa
Fraternidade e Justiça Francisco Borges Garcia
Estrela D’Alva Francisco Carlos Duarte de Azevedo
Universalis Francisco Guilherme Serranito Nunes
Obreiros do Trabalho Francisco Henrique Espinheira Fonseca
Aurora Alentejana Francisco Inácio Morita Coimbra
Madrugada Francisco Joaquim Maneira Câncio
Atlântico Francisco Jorge Batel Marques
Vitorino Nemésio Francisco Jorge da Silva Ferreira
Lusíadas Renascida Francisco José Alves Teixeira
Redenção Francisco José Antunes Paz
Ocidente Francisco José Cardoso dos Reis
Madrugada Francisco José Coelho de Sousa Ferreira da Silva
Estrela do Norte Francisco José Dias Santos Barbosa Monteiro
Ocidente Francisco José Domingos Cardoso
Redenção Francisco José Fortunato Soares
Tolerância Francisco José Gentil Berger
Vitória Francisco José Guerra da Mota
Fraternidade e Justiça Francisco José Marques Borges Garcia
Cidadania e Laicidade Francisco José Nascimento Silva
União Francisco José Neves dos Santos
Damião de Góis Francisco José Tavares Gordo
Madrugada Francisco Manuel Carromeu Gomes
Redenção Francisco Manuel Coelho Ferreira Pimentel
Aurora Alentejana Francisco Manuel da Silva Rosa
8 de Maio Francisco Manuel de Jesus Neves
Tolerância Francisco Manuel dos Reis Caldeira
Estrela D’Alva Francisco Manuel Manso de Faria
Liberdade Francisco Manuel Marcelo Monteiro Curto
Ocidente Francisco Manuel Marques Bandeira
Vitória Francisco Manuel Moreira Gomes Remelgado
Universalis Francisco Maria Correia de Oliveira Pereira
Estrela D’Alva Francisco Maria Soares Lopes Figueira
Redenção Francisco Mateus Barreirinhas
Acácia Francisco Moita Flores
Coerência Francisco Nuno Costa de Melo Biscaia
Luz e Harmonia Francisco Sabélio Nobrega Lobo
Convergência Francisco Simões Gomes
Montanha Francisco Ventura Soares Feio
Madrugada François Marcel Léon Guibert
Simpatia e União Franklin Nunes Santana Casal
Fernandes Tomás Franklin Ramos Gaspar
Universalis Frederico António Kosian Gomes de Almeida
Camões Frederico Florentino Simões Melaneo
Fernando Pessoa Frederico Guilherme Magalhães
Delta Frederico Manuel Carvalhão Gil
Fernando Pessoa Gedião Vargas da Silva
Tolerância Germano dos Santos Alves
Estrela D’Alva Gervásio Vilela Ferreira Viana
Passos Manuel Gil Manuel Barbosa de Magalhães Ferreira
Fernando Pessoa Gilberto Gil Umbelina
Liberdade e Justiça Gonçalo Matos Correia de Almeida Velho
Cidadania e Laicidade Gonçalo Miguel Pedro Salgueiro
Coerência Gonçalo Nuno Ferreira Ribeiro Alves
Cidadania e Laicidade Gonçalo Nuno Gonçalves Crespo Cardoso
José Estevão Gualter Viriato Nunes Basilio
José Estevão Guilherme Augusto Espinha Ribeiro de Carvalho
Vinte Cinco de Abril Guilherme da Costa Ferreira
8 de Maio Guilherme Elísio Rodrigues Tralhão
Obreiros do Trabalho Guilherme Manuel Domingues Marques
José Estevão Guilherme Pestana Godinho
Liberdade Gustavo Soromenho
União Heitor Alves Bessa
Vitória Helder Firmino Ribeiro Pereira
Convergência Helder Gonçalo Pires da Conceição
Lusíadas Renascida Helder José dos Santos Trigo
Século XXI Helder Manuel da Silva Monte
Tolerância Helder Santos da Silva Freire
Liberdade Henrique Brito Tovar Faro
Estrela D’Alva Henrique dos Santos Aparício
Estrela D’Alva Henrique Eduardo Torres Carmona
Delta Henrique Gomes Bernardo
Liberdade Henrique Jorge Cabral da Silva
Simpatia e União Henrique Jorge de Almeida Martins Coelho
Gomes Freire Henrique José Cabrita Franco
A Revolta Henrique José Lopes Fernandes
Convergência Henrique Manuel Batista Costa Monteiro
União Henrique Sá Pereira Miguel
Cidadania e Laicidade Henrique Vicente Paixão de Oliveira
Fernandes Tomás Herculano Ramos Rocha
Redenção Hermano de Deus Nobre Alves
A Revolta Herminio de Oliveira Palmeira
Do Castelo Hernâni do Espírito Santo Nunes
Livre Pensamento Hernani José Pereira Duarte da Costa
Obreiros do Trabalho Honório Barbosa
Fraternidade e Justiça Horácio André Antunes
Acácia Horácio Crespo Pedrosa Faustino
Cidadania e Laicidade Horácio Martins de Vale César
Acácia Horácio Pires Gonçalves Ferreira Saraiva
Transparência Hugo Martins Gonçalves Ferrão
Fénix Hugo Rafael Roque Faria
Cidadania e Laicidade Hugo Renato Ferreira Cristovão
8 de Maio Humberto Alexandre Marçal Tomás Martins
Livre Pensamento Humberto Duque Monteiro Leite
Lusitânia Humberto Fernando Sérgio Baptista Costa
8 de Maio Humberto Jorge da Conceição
Montanha Humberto Luis Manuel Modas Daniel
Livre Pensamento Humberto Sertório Fonseca Rodrigues
Lusitânia Idalino André Rodrigues do Nascimento Magrinho
Delta Igor Baluka Boal Roçadas Marmota
Universalis Ilidio José Silvestre Nunes
Século XXI Ilidio Pelicano Lopes da Cunha
Passos Manuel Ilidio Renato Garrido Matos Pereira
Livre Pensamento Inácio Ludgero Gomes Fernandes
Simpatia e União Isaac Wambembe
Montanha Isaurindo José Abegão
Atlântico Ivan Leonardo Sanchez Toro
Gomes Freire Ivo Manuel dos Santos Patricio
Acácia Jacinto do Patrocinio Gasparinho Correia
Redenção Jaime A. Simões Ramos
Convergência Jaime Alvarez Pina
A Revolta Jaime Brás de Carvalho
O Futuro Jaime Carlos da Silva Corbal Moreira
Século XXI Jaime Manuel de Pinho Crato
República Jaime Manuel Pereira Mendes
Lusitânia Jaime Octávio Pires Fernandes
Do Castelo Jaime Sampaio Louro
Delta Jan Cabri
Vinte Cinco de Abril Januário Souto de Almeida
Graal Jayme Ferrer de Oliveira Soeiro Caetano Carvalho
Fénix Jean Claude Tavera
Acácia João Abel de Oliveira Lemos Gonçalves Novo
Gomes Freire João Alberto Batista Neves
Vinte Cinco de Abril João Alberto Correia
Liberdade João Alberto de Oliveira Cachado
Triângulo de Vila Real João Alberto Miranda de Azevedo
Convergência João Alberto Santos Pavão Nunes
Alberto Sampaio João Alfredo Felix Vieira de Lima
Humanitas João Aníbal Heitor Ratinho
Delta João Anibal Ribeiro Fernandes
Montanha João António Gomes de Proença
Do Castelo João António Gouveia dos Santos
Madrugada João António Horta Morais
Liberdade e Justiça João António Leal Cruz Franco
Cidadania e Laicidade João António Santos Silva Rodrigues
Triângulo Castelo Branco João Antunes Baltazar
Madrugada João Artur Branco da Fonseca Pascoal
Fénix João Artur Neves de Castro Peral
Rebeldia João Augusto Amaral Rocha Oliveira
A Revolta João Aurélio Sansão Coelho
Simpatia e União João Barroso Soares
Bomtempo João Batista Ferreira da Silva
Vitória João Batista Vasconcelos Miranda Magalhães
Alberto Sampaio João Bernardino Dias Figueiredo
Utopia João Caldeira Romão
Gravito João Campos da Silva Coelho
O Futuro João Cardona Gomes Cravinho
Acácia João Carlos Caneira Antunes
Sete Colinas João Carlos dos Santos Catarino Oliveira
Montanha João Carlos Farelo Sacramento
Do Castelo João Carlos FernandesCosta
Universalis João Carlos Graça Camacho
Acácia João Carlos Leal de Matos
Cidadania e Laicidade João Carlos Lopes de Melo
Universalis João Carlos Marcelo
Transparência João Carlos Matos da Cunha
Honra e Dignidade João Carlos Pessa de Oliveira
Triângulo Castelo Branco João Carlos Rolão Baltazar
Honra e Dignidade João Carlos Socha Pereira
Estrela D’Alva João Correia Colaço
Fraternidade e Justiça João da Cruz Marques
Obreiros do Trabalho João Daniel Neves Botelho Nunes
Simpatia e União João David Pinto Correia
Estrela d’Alva João de Deus Ramos Ponces de Carvalho
O Futuro João de Deus Rodrigues Pires
Universalis João Dias das Neves
Passos Manuel João Diogo Ferreira Barbosa
Alberto Sampaio João Duarte da Silva Ferreira da Cruz
Simpatia e União João Eduardo de Melo de Oliveira e Sobral Costa
José Estevão João Eduardo Ribeiro Castanheira Nunes
Graal João Eusébio da Fonseca
Triângulo Vila Real S. António João Faustino Carlota Ribeiro
Redenção João Fernandes
Fernando Pessoa João Fernandes Martins
Do Castelo João Fernando Amaral Carvalho
Rebeldia João Fernando Goulão Pinto
Universalis João Fernando Neto Abrantes Serra
Lusitânia João Fernando Tocha de Faro Coelho
Obreiros do Trabalho João Ferreira da Silva
Delta João Filipe Brás Fontes Frade
8 de Maio João Francisco Ferreira Palmeiro
Alberto Sampaio João Francisco Lourenço Roseiro Botelho
Obreiros do Trabalho João Frederico Sousa Peres de Drumond Ludovice
José Estevão João Geraldes Freire
União João Geraldo dos Reis Correia Pinto
Paladinos João Gouveia Ferreira
Fraternidade e Progresso João Guedes
República João Henrique de Almeida Rainho
Passos Manuel João Joaquim Sousa Sobral
Lusíadas Renascida João Jorge de Abreu Gonçalves
Madrugada João José Alcaide Duarte
dos Hereges João José Alves Dias
O Futuro João José Andrade dos Santos Tavares
A Revolta João José da Fonseca e Costa Soares
Camões João José do Carmo Delgado
Liberdade e Justiça João Luis Costa Nunes
Aurora Alentejana João Luis Latas Lázaro
Simpatia e União João Luis Valente Pires
Liberdade João Luz Ribeiro da Silva
Redenção João Manuel Alves de Moura Pereira
Rebeldia João Manuel Ascenção Belém
Transparência João Manuel Borges de Azevedo
Honra e Dignidade João Manuel Castro Castanheira
Ocidente João Manuel Correia de Oliveira
Do Castelo João Manuel Correia dos Santos Silva
Século XXI João Manuel Correia Viegas Palma
Fraternidade e Progresso João Manuel de Mendonça Aleixo
José Estevão João Manuel de Oliveira Cabral
Liberdade João Manuel de Sousa Marques
Utopia João Manuel de Sousa Martins
Do Castelo João Manuel Dionisio Carranca
José Estevão João Manuel do Carmo Silva
Vinte Cinco de Abril João Manuel LLeotte Nobre
Fernandes Tomás João Manuel Malheiro Vilar
Tolerância João Manuel Martins dos Santos Barba
Humanitas João Manuel Martins Teixeira
Simpatia e União João Manuel Morais Isidro
O Futuro João Manuel Rodrigues de Brito Guterres
Obreiros do Trabalho João Manuel Serpa Gonçalves
República João Manuel Soares Abreu
Liberdade João Manuel Trindade Duro
Passos Manuel João Maria da Costa Magalhães
A Revolta João Maria Lacerda de Lemos Mexia
Fraternidade e Progresso João Maria Larquito Claro
Vitória João Maria Matos Araújo Correia
Alberto Sampaio João Mendes Fernandes
Luz e Harmonia João Miguel Sousa Mestre
Camões João Nelson Veríssimo
Estrela D’Alva João Nogueira Garcia
Bomtempo João Paula da Fonseca
Coerência João Paulo Carrasquilho Gonçalves Louro
8 de Maio João Paulo Correia Rodrigues
O Futuro João Paulo Costa Amorim
Gravito João Paulo Duarte Dias Marques
Redenção João Paulo Gaspar de Almeida e Sousa
Rebeldia João Paulo Isidoro Almeida Soares
Fénix João Paulo Martins Farinha
Vitória João Paulo Sousa Duarte Neves
Sete Colinas João Pedro de Góis Ribeiro de Carvalho
Camões João Pedro do Rego dos Santos Vasconcelos
Madrugada João Pedro Gonçalves Cardoso
Fénix João Pedro Lagoa Batista Ferro
Graal João Pedro Marafusta Bernardo
Estrela d’Alva João Pedro Ramalho Rodrigues
Aurora Alentejana João Pedro Segurado Dias
dos Hereges João Pedro Tojal Loia Soares Silva
Montanha João Pires Represas da Mata
Estrela D’Alva João Rodrigues
Vitória João Rosado Correia
Alberto Sampaio João Soares Louro
A Revolta João Vasco da Fonseca Jorge Ribeiro
Livre Pensamento João Vicente Catarino de Freitas
Bomtempo Joaquim António Barata Lopes
Fraternidade e Justiça Joaquim António Almeida Martins dos Santos
Aurora Alentejana Joaquim António Banha da Fonseca
Vinte Cinco de Abril Joaquim António de Oliveira Soares
Obreiros do Trabalho Joaquim António Diogo Barreiros
Humanitas Joaquim António Neutel Neves
Redenção Joaquim António Seco Machado Gil
Redenção Joaquim António Simões Vilela Martins
Estrela do Norte Joaquim Barbosa Ferreira Couto
Século XXI Joaquim Brogueira da Silva Thó
Alberto Sampaio Joaquim da Silva Mendes dos Santos
O Futuro Joaquim do Nascimento
Vitória Joaquim dos Santos Carvalho
Madrugada Joaquim Fernandes António
Graal Joaquim Fernando Parra Pereira Marujo
O Futuro Joaquim Ferreira de Sousa
Camões Joaquim Filipe Clemente
O Futuro Joaquim Inácio Ferreira Pinto
Fraternidade e Progresso Joaquim Jorge Perestelo Neto Valente
O Futuro Joaquim José Alpoim Pereira Vaz
Estrela do Norte Joaquim José da Silva Lopes
Utopia Joaquim José Leal de Carvalho Afonso
Ocidente Joaquim José Mesquita da Silva Pereira
Simpatia e União Joaquim José Pereira Torres
Do Castelo Joaquim José Rocio Pereira Mendes
Humanitas Joaquim Luís Rosa do Cèu
Fernandes Tomás Joaquim Manuel Jesus Carvalho Jerónimo
Ocidente Joaquim Manuel Leitão Ribeiro Arenga
Livre Pensamento Joaquim Manuel Lima Carvalho
Vitória Joaquim Manuel Oliveira Vilela
Montanha Joaquim Manuel Simas Abrantes
Bomtempo Joaquim Maria Alves Zeferino
Gomes Freire Joaquim Marques da Silva
Triângulo Tomar Joaquim Marques dos Santos
Montanha Joaquim Matias Livreiro Rocha
Lusitânia Joaquim Pedro Ferreira Canas Mendes
Redenção Joaquim Pereira da Silva Correia
Estrela D’Alva Joaquim Rafael Branco
Gomes Freire Joaquim Rocha Silva
Acácia Joaquim Vidal Tomé
Livre Pensamento Joel Pinto Marçal dos Santos
Simpatia e União Joffre António de Sousa Justino
Vitória Jorge Abrantes Passos Gonçalves
Alberto Sampaio Jorge Alberto da Silva
Atlântico Jorge Alberto Mendes da Rocha Brochado
Transparência Jorge António Batista de Sousa
Graal Jorge António Fernandes Tavares e Sousa
Delta Jorge Augusto Maximino
Vitorino Nemésio Jorge Augusto Paulus Bruno
Simpatia e União Jorge da Silva Forte
Atlântico Jorge Daniel Cabral Santos Henrique
Montanha Jorge Fernando da Silva Nunes
Montanha Jorge Fernando dos Santos
Alberto Sampaio Jorge Ferreira Vicente
Triângulo de Vila Real Jorge Herculano Wandt Teixeira de Matos
Damião de Góis Jorge Humberto Azevedo Monteiro Silva
Estrela D’Alva Jorge Lacão Costa
Redenção Jorge Loureiro Mendes
Delta Jorge Luis Miranda Arez da Silva
Livre Pensamento Jorge Manuel Beirão Barroco Duarte
Madrugada Jorge Manuel Bicó da Costa
Livre Pensamento Jorge Manuel Costa Barata de Sá
Atlântico Jorge Manuel da Cruz Gago
José Estevão Jorge Manuel de Araújo Fernandes
Honra e Dignidade Jorge Manuel de arros Teixeira Borges
Alberto Sampaio Jorge Manuel de Sousa Mota
A Revolta Jorge Manuel Fernandes Cosme
Transparência Jorge Manuel Fernandes da Silva
Liberdade e Justiça Jorge Manuel Firmino Baptista
Madrugada Jorge Manuel Flor de Albuquerque Coelho
Graal Jorge Manuel Garcia da Fonseca
Convergência Jorge Manuel Geraldo Simões Moita
Luz e Harmonia Jorge Manuel Gomes de Oliveira
Fraternidade e Justiça Jorge Manuel Gomes Paiva
Vitória Jorge Manuel Guimarães Quinta
A Revolta Jorge Manuel Jegundo Vicente
Madrugada Jorge Manuel Lopes Pombo
Lusíadas Renascida Jorge Manuel Martins Casaca
Madrugada Jorge Manuel Navarro de Menezes Figueiredo
8 de Maio Jorge Manuel Oliveira Santos
Camões Jorge Manuel Rodrigues da Silva
Graal Jorge Maria Ramalho da Silva Ferreira
José Estevão Jorge Marques dos Santos
Sete Colinas Jorge Marques Queirós
Simpatia e União Jorge Melício da Conceição
Universalis Jorge Miguel Cabral e Pereira da Silva
Harmonia Jorge Miguel de Assis Caldeira Cruz Corais
Fénix Jorge Miguel Maia Afonso
Fénix Jorge Nelson Gouveia de Sousa Neves
Camões Jorge Oliveira Ferreira Mendes
Bomtempo Jorge Paulo Napoleão Garcia Inacio
Camões Jorge Paulo Sacadura Almeida Coelho
Rebeldia Jorge Pedro de Almeida Cabral
Madrugada Jorge Valadares Vilhena Rodrigues
Delta Jorge Virgílio Rodrigues Mealha da Costa
Redenção José António Ferreira da Cunha Sotto Maior
Convergência José Manuel Carlos Saraiva Saraiva dos Santos
Tolerância José Adelino Ferreira da Costa Nunes
União José Afonso Teixeira de Magalhães Lobão
Delta José Alberto Alves Pereira
Gravito José Alberto Coelho Figueiredo
Cidadania e Laicidade José Alberto Domingos Rodrigues
Ocidente José Alberto Ferrão Morgado
José Estevão José Alberto Martins Ribeiro
Aurora Alentejana José Alberto Noronha Marques Robalo
Ocidente José Alberto Popinha Ramos
Ocidente José Alberto Rebelo dos Reis Lamego
União José Alexandre Vasconcelos Rebelo Cotta
Universalis José Alfonso de Mateo Garcia
Do Castelo José Alfredo Vieira Machado
Vitória José Amândio Gonçalves Trigo
Sete Colinas José Aníbal Magalhães de Couto Nogueira
Redenção José António Alves de Moura Pereira
República José António Amante Parreira
Sete Colinas José António Amaral da Silva
Simpatia e União José António Azevedo Castelo
Lusíadas Renascida José António Azevedo Oliveira
Gomes Freire José António Batista de Sousa Violante
Triângulo Tomar José António Becerra Vitorino
Luz e Harmonia José António Braga de Oliveira
Do Castelo José António Caetano Tavares
Coerência José António da Paz Cardoso Ferreira
Convergência José António de Figueiredo Osório
Madrugada José António de Jesus Martins
Fernandes Tomás José António de Sousa Alves
Gomes Freire José António de Sousa Canha
Passos Manuel José António Fernandes Correia Teles
Lusitânia José António Ferreira Peres de Sousa
Simpatia e União José António Mota Correia Ambrósio
Camões José António Patricio Pires
Século XXI José António Ribeiro Mendes
Universalis José António S. Vidal de Oliveira
Alberto Sampaio José António Santos Esteves Correia
Vinte Cinco de Abril José António Soares de Albergaria
O Futuro José Apolinário Nunes Portada
Aurora Alentejana José Augusto Dias
Transparência José Augusto Fernandes Chamusco
Triângulo Chaves José Augusto Filhol Guimarães
Vitória José Augusto Fraga Ferreira
A Revolta José Augusto Gomes de Brito Xavier
Redenção José Augusto Jorge da Conceição
Lusitânia José Augusto Ramos Rocha
Estrela D’Alva José Augusto Rodrigues Roseira
União José Augusto Seabra
Obreiros do Trabalho José Aveiro de Sousa Marques
Vitorino Nemesio José Avelino Rocha dos Santos
Atlântico José Barbosa Mota
Redenção José Batista Geraldes
Alberto Sampaio José Bernardino Dias de Figueiredo
Humanitas José Bernardo Fonseca Pólvora Trindade Chagas
Fénix José Brás Rodrigues
Fernando Pessoa José Canas
Livre Pensamento José Candido Oliveira Lopes
Utopia José Cardoso Fontão
Aurora Alentejana José Carlos Alegria
Honra e Dignidade José Carlos Antunes Gomes Nunes Martins
União José Carlos Araújo Ferreira Neves
8 de Maio José Carlos Baptista Garrucho
Paladinos José Carlos Coelho Ferreira de Almeida
Camões José Carlos Cruz Lavrador
Lusitânia José Carlos das Dores Zorrinho
Delta José Carlos Domingos de Oliveira Gonçalves
Liberdade José Carlos dos Santos Mendonça
Fénix José Carlos Gonzalez Rodriguez
Atlântico José Carlos Leal Ribas
Transparência José Carlos Pedro Cardoso Matias
Camões José Carlos Pinto Basto de Mota Torres
Do Castelo José Carlos Pinto Embaixador
Convergência José Carlos Ramos Corte-Real
Século XXI José Carlos Vicente Simões Baptista
Fraternidade e Progresso José Celestino da Silva Maneiras
Revolução José da Costa Baeta e Vale
O Futuro José da Cruz Madaleno
Redenção José da Cunha e Sá
Obreiros do Trabalho José da Silva Chanoca
Rebeldia José das Neves Abreu
José Estevão José de Sousa
Simpatia e União José Deodoro Faria Troufa Real
Fraternidade e Justiça José Domingos da Ascenção Cabeças
Redenção José Domingues Ferreira Ribeiro
Liberdade José dos Santos Silva Pereira
Atlântico José Eduardo Alves Fragateiro
Convergência José Eduardo Areias Meira da Cunha
Transparência José Eduardo Cabral Mimoso Serra
Fénix José Eduardo Cordéis Mendes Rodrigues
Universalis José Eduardo da Câmara Correia de Lemos Quintela
Madrugada José Eduardo de Brito Jorge Soares
Sete Colinas José Eduardo Duarte Tavares Moreira
Universalis José Eduardo Fernandes de Sanches Osório
Arcádia José Eduardo Goulart Machado
Cidadania e Laicidade José Eduardo Marçal Ruivo
Liberdade José Eduardo Pescador de Matos Fanha Vieira
Simpatia e União José Eduardo Simões Coimbra
Liberdade José Eduardo Vasconcelos Casqueiro Cardim
Convergência José Emílio Amaral Gomes
Redenção José Emilio Vieira de Campos Coroa
Sete Colinas José Ernesto Carvalho Oliveira Lopes
Aurora Alentejana José Ernesto Idelfonso Leão D’Oliveira
Lusíadas Renascida José Ernesto Mesquita Rodrigues
Arcádia José Eugénio Silva da Nóvoa Cortez
A Revolta José Faria Lourenço
Fernandes Tomás José Fernando Guedes Correia
Bomtempo José Fernando Macedo Esteves
Redenção José Fernando Mendes Abranches
Harmonia José Fernando Videiro de Oliveira
Liberdade e Justiça José Ferreira Vicente
Redenção José Francisco de Faria e Costa
Fraternidade e Justiça José Francisco Tavares Rolo
Convergência José Gabriel Viegas
União José Gomes Fernandes
Liberdade e Justiça José Gomes Silveira da Cunha
União José Guedes Rodrigues
O Futuro José Henrique Damas Mora Ponces de Carvalho
Obreiros do Trabalho José Henrique Gonçalves Lourenço
Lusitânia José Henrique Lopes
Liberdade José Henrique Rodrigues Dias
Ocidente José Henrique Romão Santos
Redenção José Humberto Santos Paiva de Carvalho
Damião de Góis José Inácio Fava Batista
Simpatia e União José Jacinto Sousa Gonçalves Simões
Revolução José João Bidarra Palmeirão
Obreiros do Trabalho José Joaquim Antunes Fernandes
Obreiros do Trabalho José Joaquim Botelho Guedes
Estrela D’Alva José Joaquim Geraldes Reis
Fénix José Joaquim Martins Peres Machado
Estrela D’Alva José Joaquim Pascoal Gomes
União José Joaquim Pinto da Conceição
Fraternidade e Justiça José Jorge Abrantes Passos Gonçalves
Montanha José Jorge Alves Letria
José Estevão José Jorge de Melo Correia
Do Castelo José Jorge Viegas Madruga
Fraternidade e Justiça José Júlio Matias da Cunha e Sá
Alberto Sampaio José Júlio Miranda da Costa
Camões José Justino de Matos Barros Gomes
Aurora Alentejana José Lourinho Graciano
Fraternidade e Progresso José Lucian Correia de Oliveira
Transparência José Luis Costa Lopes
Acácia José Luis de Almeida Casares
Simpatia e União José Luis de Figueiredo Neves
Redenção José Luis de Oliveira Gonçalves
Gomes freire José Luis de Sousa Jorge
José Estevão José Luis de Sousa Reis
Montanha José Luis Farelo Sacramento
Harmonia José Luis Ferreira dos Santos Pardal
Livre Pensamento José Luis Figueira Monteiro
União José Luis Madeira Jorge Castelo
Fraternidade e Progresso José Luis Mendes da Maia
Liberdade José Luis Nascimento
Honra e Dignidade José Luis Neves dos Santos
Alberto Sampaio José Luis Nunes de Almeida
Liberdade e Justiça José Luis Parente de Lima
Ocidente José Luis Pereira Forte
Convergência José Luis Piña Alvarez
Aurora Alentejana José Luis Quitério Mendes Matos
Intervenção José Luis Rabaça Vasques
Ocidente José Luís Ribeiro dos Santos
Montanha José Luis Rodrigues Moutinho
Redenção José Luís Silva Pinto de Almeida
Aurora Alentejana José Luis Simões de Morais Luz
Redenção José Luís Vicente Torres
Atlântico José Manuel Alegre Tavares
Paladinos José Manuel Alves Teixeira
Simpatia e União José Manuel Blanco Gil
Madrugada José Manuel Carmona Barreto
Fernandes Tomás José Manuel Carreira Iglésias
Universalis José Manuel Carrilho Ribeiro Leitão
Universalis José Manuel Carvalho Araujo Caldeira
Delta José Manuel Correia Camilo Martins
Rebeldia José Manuel Costa da Veiga Cosmelli
Vinte Cinco de Abril José Manuel Costa Neves
Intervenção José Manuel da Conceição Morais
A Revolta José Manuel da Silva Couto
Convergência José Manuel da Silva Guardado Moreira
Ocidente José Manuel D’Assunção Brucho
Convergência José Manuel de Jesus Vilas Monteiro
Transparência José Manuel de Lemos Diogo
Universalis José Manuel de Matos Fernandes e Fernandes
Simpatia e União José Manuel de Sousa
Simpatia e União José Manuel de Sousa Fernandes Pina
Coerência José Manuel dos Santos Silva
Arcádia José Manuel dos Santos Viegas
Cidadania e Laicidade José Manuel Duarte da Silva
Aurora Alentejana José Manuel Fernandes Varge
Madrugada José Manuel Figueira de Sousa Barreto
Simpatia e União José Manuel Gomes Ferreira
Redenção José Manuel Gonçalves da Silva
Universalis José Manuel Gouveia Almeida Ribeiro
Tolerância José Manuel Henriques de Abreu
Universalis José Manuel Marques Alves da Silva
Universalis José Manuel Marques da Silva Lemos
Simpatia e União José Manuel Matos Pereira
Estrela D’Alva José Manuel Monteiro de Rezende Tropa
Estrela D’Alva José Manuel Morais da Silva e Costa
Convergência José Manuel Morbey Almeida Mesquita
Paladinos José Manuel Oliveira Costa Rodrigues
José Estevão José Manuel Oliveira Monteiro
Acácia José Manuel Palma de Oliveira
Gomes Freire José Manuel Palma Redes Ramos
Fernando Pessoa José Manuel Passos Cabrita Calafate
Passos Manuel José Manuel Pereira Ribeiro
Madrugada José Manuel Pires Epifâneo
Obreiros do Trabalho José Manuel Pires Trabucho
Liberdade José Manuel Rodrigues Fernandes
Liberdade e Justiça José Manuel Rolo Ferreira Correia
Liberdade e Justiça José Manuel Rosa do Egipto
Convergência José Manuel Salgado Braz
Fernando Pessoa José Manuel Serra de Andrade
Gomes Freire José Manuel Silva Carvalho Fava
Obreiros do Trabalho José Manuel Tavares de Almeida e Costa
Simpatia e União José Manuel Torres do Couto
Lusitânia José Manuel Vieira Conde Rodrigues
Rebeldia José Manuel Zaluar Nunes Basílio Júnior
Fénix José Marcelino Franco de Sá
Bomtempo José Maria da Costa Ramos e Ramos
Do Castelo José Maria Maia Lima Duque
José Estevão José Maria Marques da Silva
Universalis José Maria Mateus Cavaco Silva
Gomes Freire José Maria Nogueira da Silva Freitas
Paladinos José Maria Paixão Afonso Andrade
Acácia José Maria Pinho de Paiva Raposo
Liberdade e Justiça José Maria Ribeiro Rodrigues
Acácia José Maria Roque Lino
Madrugada José Maria Subtil de Sousa
Revolução José Maria Vilhena Nogueira
Fraternidade e Justiça José Mário da Fonseca Monteiro
Montanha José Mendes Rodrigues Bento
Intervenção José Miguel Abreu de Figueiredo Medeiros
Honra e Dugnidade José Miguel Agostinho Rodelo
Tolerância José Miguel Figueira Amaro
Universalis José Miguel Marques Boquinhas
Livre Pensamento José Miguel Portelinha Vaz
José Estevão José Nascimento Nunes Vicente
Liberdade José Nunes Lourenço
Convergência José Nuno de Araújo Martins
Estrela d’Alva José Osvaldo Martins Brás
Fernando Pessoa José Paulo de Almeida da Silva Graça
República José Paulo de Massano Ranita Teixeira
Montanha José Paulo do Nascimento Dias
Vitória José Paupério Fernandes
Madrugada José Pedro Blanco Panadés Gil
Montanha José Pedro de Almeida Fernandes
Coerência José Pedro Guina dos Santos
Do Castelo José Pedro Oliveira da Silva Pinto
Camões José Pedro Paixão Camacho Vieira
Luz e Harmonia José Pedro Vasconcelos de Sousa Correia
Acácia José Pereira dos Santos
Fénix José Raimundo Correia de Almeida
José Estevão José Ramos Horta
Acácia José Ribeiro Vieira
Estrela d’Alva José Ricardo Hernandez Loureiro
Vitória José Roberto da Costa
A Revolta José Rodrigues de Sousa Fernandes
Aurora Alentejana José Rodrigues Dias
Ocidente José Rodrigues Faustino
José Estevão José Rodrigues Pereira dos Penedos
José Estevão José Romeu Freitas Caetano
Convergência José Rosa Rodrigues Gonçalves Baptista
Simpatia e União José Sarmento Gomes Mota
Universalis José Simão Gomes
Tolerância José Tomás de Oliveira
Tolerância José Tomaz Vasques
Vitória José Viale Moutinho
Liberdade e Justiça José Vitor Soreto de Barros
Sete Colinas José Xavier Anjo de Sena Ezequiel
União Josep Maria Ustrell Torrent
Universalis Joshua Gabriel Benoliel Ruah
Atlântico Julio Albino Pinto de Matos
Triângulo de Vila Real Júlio António Alves Coutinho
União Júlio Capelo Pires Veloso
José Estevão Júlio Cardoso Araújo Pereira
Estrela d’Alva Júlio Cortez Fernandes
Vitorino Nemésio Júlio Dinis Lopes da Silva
Livre Pensamento Júlio Edgar Cândido de Magalhães
Coerência Julio Emilio Gonçalves Louro
Tolerância Júlio Fernando de Albuquerque Fernandes
Liberdade e Justiça Júlio Luis Santos Ferreira
Simpatia e União Júlio Manuel dos Santos
Gomes Freire Júlio Patricio Freitas
Vitória Julio Pires
Lusíadas Renascida Júlio Torcato Ribeiro Faria
Vinte Cinco de Abril Justino José Morgado Pereira
Fraternidade e Progresso Konstantin Bernertin
Bomtempo Laureano Martins Carreira
Acácia Lélio Manuel Vicente de Sousa Branca
Aurora Alentejana Leonardo Manuel Valido Maia
Gomes Freire Leonel Alexandre Ribeiro Moreira Gonçalves
O Futuro Leonel Álvaro Torres Pereira Neves
Alberto Sampaio Leonel Ferreira dos Santos
Transparência Leonel Jorge Suzano Pires
Humanitas Leonel Sousa Fadigas
Convergência Leonildo Miguel Peixoto Teixeira de Aguilar
Obreiros do trabalho Leopoldo Lopes de Almeida Amaral
Simpatia e União Lesseps José António Lourenço dos Reis
8 de Maio Levi Alexandre Bucar Corte Real
Vitória Libertino José Dias
Montanha Liberto da Fonseca Ribeiro da Cruz
Liberdade Lino Duarte Loureiro Reis
União Lourenço Santos Neto
Redenção Lourivan Rodrigues
Vitória Luciano Augusto Bastos Vilhena Pereira
Do Castelo Lúcio Augusto Pimentel Lourenço
Gravito Luis Alberto Correia Fernandes Batista
Universalis Luis Alexandre Gaspar Albino de Campos Cruz
Liberdade e Justiça Luis Álvaro Barbosa de Campos Ferreira
A Revolta Luis Alves Ferreira
União Luís André Araújo Raposo
Universalis Luis Antero Reto
Liberdade e Justiça Luis António da Silva Barraquero
José Estevão Luis António Neves de Paiva Andrade
Luz e Harmonia Luis António Rivera da Silva Virote
Vitorino Nemésio Luis António Vieira de Brito de Azevedo
Montanha Luis Armando Catarino Costa
Acácia Luis Artur Freitas Costa Cardoso Pereira
José Estevão Luis Carlos Andrade Ferreira
Acácia Luis Carlos Calceteiro Serafim
Madrugada Luís Carlos da Costa Monteiro
Passos Manuel Luís Carlos Moutinho da Silva
Cidadania e Laicidade Luis Carlos Quintela Jacob
Acácia Luís Claudio Gouveia Faustino
Coerência Luis Coelho Nascimento
Lusitânia Luis de Carvalho Machado
Liberdade Luis Diogo Almeida Campos
Liberdade e Justiça Luis Falcão da Fonseca (Pai)
Liberdade e Justiça Luis Fernando dos Santos Correia de Mendonça
Sete Colinas Luis Filipe Alvoeiro da Costa Quaresma
Madrugada Luis Filipe Banito Gameiro
Acácia Luis Filipe Botelho da Nova
Universalis Luis Filipe Canova de Leão Miranda
Vinte Cinco de Abril Luis Filipe Coutinho Barros de Figueiredo
Sete Colinas Luís Filipe da Costa Mendes Afonso
Simpatia e União Luís Filipe da Fonseca Machado
Coerência Luis Filipe da Silva Ferreira
Madrugada Luis Filipe de Almeida Coelho de Sousa
Ocidente Luis Filipe de Ataíde Rodrigues Dias
Coerência Luis Filipe de Carvalho Dinis Esteves
José Estevão Luis Filipe de Menezes Montenegro Romeu
Simpatia e União Luis Filipe do Cruzeiro Gonçalves Penedo
Madrugada Luis Filipe Godinho de Faria Maneira Câncio
Vitória Luis Filipe Gouveia Borba Rodrigues
José Estevão Luis Filipe Moura de Carvalho
Acácia Luis Filipe Natal Marques Santos
Arcádia Luis Filipe Nunes Boaventura de Figueiredo
Lusitânia Luis Filipe Paulo Brandão
Convergência Luis Filipe Pires da Conceição
Liberdade e Justiça Luís Filipe Teixeira Gestas
Montanha Luis Filipe Varela Duarte
Vitória Luís Filipe Vieira Santos
Convergência Luis Flores Gomes
Fernando Pessoa Luis Gabriel Freire Costa
Fraternidade e Progresso Luis Gomes
Humanitas Luis Gonçalves Vaz
Cidadania e Laicidade Luis José da Silva Ferreira
dos Hereges Luis José de Almeida Gomes
Liberdade e Justiça Luis José Torres Falcão da Fonseca (Filho)
Redenção Luis Malheiro Vilar
Tolerância Luís Manuel Alves de Fraga
Universalis Luís Manuel Biscaia Poda Reis
Passos Manuel Luís Manuel Bragança de Miranda Flores
Ocidente Luis Manuel Capoulas Santos
Convergência Luis Manuel César Nunes de Almeida
Estrela D’Alva Luis Manuel Cirne Tomás
Vinte Cinco de Abril Luis Manuel Coelho da Mata Almeida
Tolerância Luís Manuel Coutinho Lopes Cabral
Redenção Luis Manuel Curcialeiro Godinho de Matos
Estrela D’Alva Luís Manuel da Conceição Freitas
Bomtempo Luis Manuel de Almeida Nunes
José Estevão Luís Manuel de Medeiros Ferreira
Universalis Luis Manuel Dias Martins
Livre Pensamento Luis Manuel dos Santos Paixão
Fernandes Tomás Luis Manuel Ferreira Parreirão Gonçalves
Fraternidade e Progresso Luis Manuel Guerreiro Mendonça de Freitas
Montanha Luis Manuel Guerreiro Tristão
Tolerância Luís Manuel Mendonça Torres
Convergência Luis Manuel Pinto Gomes
Harmonia Luis Manuel Ribeiro do Rosário Mateus
Convergência Luis Manuel Ribeiro dos Santos Alves Carpinteiro
Intervenção Luís Manuel Verdelho da Costa
Universalis Luís Maria Kalidas Costa Barreto
Lusíadas Renascida Luis Mário Pereira Morais de Oliveira
José Estevão Luis Medeiros Vieira
Fénix Luis Miguel Antunes Barata
Livre Pensamento Luis Miguel Carreira Madaleno
Vinte e Cinco de Abril Luis Miguel da Serpa Soares Vargas
Fénix Luís Miguel de Sousa Lopes Soares
dos Hereges Luís Miguel Garcia Cruz
Bomtempo Luis Miguel Gonçalves Rebelo
Bomtempo Luis Miguel Gonçalves Zeferino
Do Castelo Luis Miguel Lopes de Carvalho Bigotte Chorão
Convergência Luis Miguel Pacheco da Fontoura
Sete Colinas Luis Miguel Pena Piedade
Madrugada Luis Miguel Pereira de Almeida
Fernando Pessoa Luis Miguel Pina Antunes Ferreira
Fernando Pessoa Luis Miguel Ruiz-Rios
José Estevão Luis Morgado Ferreira Alves
Convergência Luis Oliveira Fontoura
Cidadania e Laicidade Luís Paulo Costa Maldonado Gonelha
Acácia Luis Pedro Saldanha Miranda
Honra e Dignidade Luis Pedro Vaz dos Santos
Cidadania e Laicidade Luís Roberto de Matos Castro Roselló
República Luis Rui de Matos Firmo
República Luis Simões Dias Cardoso do Valle
Do Castelo Luís Tiago de Sousa Gouveia
Universalis Luis Velosa Espírito Santo
8 de Maio Lusitano Moreira Martins dos Santos
dos Hereges Magadiel dos Santos Lopes
Fernandes Tomás Manuel Adelino dos Santos Pinto
Vitória Manuel Albano Batista Carvalho
União Manuel Alberto David Rodrigues de Castro
União Manuel Alberto Moreira Falcão
Sete Colinas Manuel Alexandre Amado Ferreira Chaves
Consenso Manuel Alexandre Pereira Martins Leiria
Vitória Manuel Alexandre Silva Pinto Fardilha
Fernandes Tomás Manuel Alfredo Aguiar de Carvalho
José Estevão Manuel Alf

 

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Krugman “Portugal não vai conseguir pagar a dívida”

O Nobel da economia diz que também a Grécia e a Irlanda não serão capazes de pagar as suas dívidas.

“Tornou-se evidente que a Grécia, a Irlanda e Portugal não serão capazes de pagar as suas dívidas na totalidade, embora Espanha talvez se aguente”, escreve Paul Krugman num artigo de opinião do New York Times, publicado hoje pelo i.

O economista arrasa a política seguida pelo Banco Central Europeu, que insiste que a estabilidade da moeda e o equilíbrio orçamental são a resposta a todos os problemas financeiros que os países da Europa atravessam.

“Por trás desta insistência estão algumas fantasias económicas, em particular a da fada da confiança – isto é, a convicção de que cortar na despesa vai de facto criar emprego, porque a austeridade vai criar confiança no sector privado”, escreve Krugman. “Infelizmente, a fada da confiança está a fazer-se rogada e a discussão em torno da melhor maneira de lidar com esta realidade desagradável ameaça tornar a Europa o centro de uma nova crise financeira.”

Para Krugman, as condições do empréstimo à Grécia fizeram com que o país se endividasse demasiado: “Os líderes europeus ofereceram empréstimos de emergência aos países em crise, mas apenas em troca de compromissos com programas de austeridade selvagens, feitos sobretudo de cortes da despesa. A objecção de que estes programas põem em causa os seus próprios objectivos – não só impõem efeitos negativos drásticos à economia, mas ao agravar a recessão reduzem a receita fiscal -, foi ignorada.”

O economista diz que só há uma solução: “Como a fada da confiança até agora ainda não apareceu”, a crise tem-se agravado, “tornando-se evidente que a Grécia, Irlanda e Portugal não serão capazes de pagar as suas dívidas na totalidade”. “Se quiser ser realista, a Europa tem de se preparar para aceitar uma redução da dívida, o que poderá ser feito através da ajuda das economias mais fortes e de perdões parciais impostos aos credores privados, que terão de se contentar com receber menos em troca de receber alguma coisa. Só que realismo é coisa que não parece abundar”, sublinha.

Alemanha e BCE têm-se oposto a esta reestruturação da dívida, pondo em causa o próprio euro.”Se os bancos gregos caírem, a Grécia pode ser forçada a sair do euro – e é fácil ver como isto pode ser a primeira peça de um dominó que se estende a grande parte da Europa. Então que estará o BCE a pensar?”, questiona Krugman.

O Nobel da economia termina o texto com mais uma pergunta: “Estou convencido que isto é apenas falta de coragem para enfrentar o fracasso de uma fantasia. Parece-lhe tolo? Quem é que lhe disse que era o bom senso que governava o mundo?”


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INE revela mais 55 mil desempregados. Taxa de 13% vai ser atingida mais cedo que o previsto

“Portugal enfrenta uma bancarrota social”

O coordenador da Comissão Política do Bloco de Esquerda afirmou esta quarta-feira, após um encontro com dirigentes da CGTP, que o crescimento da taxa de desemprego é resultado de uma “economia falhada”.

 Francisco Louçã lembrou que, se tivermos em conta o desemprego real, “estaremos próximo de um milhão” de desempregados e que o memorando do resgate externo a Portugal aponta para um aumento de 150 mil novos desempregados e para a redução do número de beneficiários do subsídio de desemprego

 Perante este panorama, Portugal enfrenta, segundo Louçã, uma verdadeira “bancarrota social”.

A realidade do desemprego em Portugal foi ontem revista – e aumentada. No final do primeiro trimestre deste ano havia cerca de 689 mil desempregados oficiais no país, mais 71 mil que no último trimestre de 2011, mostram os dados ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Cerca de três quartos deste agravamento devem-se a uma mudança no método de contabilização do INE e os restantes 20% à deterioração significativa da economia. Para os observadores do mercado de emprego estes dois efeitos desactualizam por completo a previsão do governo de 13% para o desemprego em 2013 – a partir da taxa de 12,4% registada no primeiro trimestre (ainda antes do programa de ajustamento da troika). A tendência será para piorar para níveis nunca vistos no país.

“Independentemente da mudança de método e dos problemas em comparar números anteriores, a conclusão mantém-se: a degradação do mercado de trabalho deverá piorar com a esperada contracção da economia”, aponta Paula Carvalho, economista do Banco BPI, que admite rever a previsão de 12,1% para este ano. O Fundo Monetário Internacional, que participou na intervenção externa em Portugal, prevê uma recessão de 2% este ano e de igual intensidade em 2012, devido à dureza do ajustamento orçamental que Portugal terá de fazer e às dificuldades de financiamento de toda a economia.

“A taxa de desemprego está a subir aceleradamente. As políticas que estão a ser aplicadas podem projectar o país para as taxas de desemprego próximas dos 15%”, antecipou ontem Carvalho da Silva, líder da central sindical CGTP.

A recessão começou no início do ano e os seus efeitos já se fazem notar. O boletim do INE indica que, descontando o efeito da mudança de metodologia, o desemprego no primeiro trimestre – comparável com dados anteriores – subiu de 11,1% no final do ano passado para 11,4% até Março (mais 15 mil desempregados).

Mas a grande diferença veio mesmo da mudança na forma de contabilizar (ver texto ao lado), que somou 55 600 desempregados ao contingente anteriormente conhecido. Apesar de inviabilizar comparações entre séries de dados do passado, esta mudança não impossibilita uma identificação das grandes tendências de médio e longo prazo no mercado de trabalho português, como referiu aliás a presidente do conselho directivo do INE, Alda de Caetano Carvalho. Para o INE, a percepção do fenómeno do desemprego é agora mais fina.

quase Um milhão de pessoas E a tendência revelada por essa maior percepção é preocupante do ponto de vista social. Portugal, que no início da década passada chegou a ter uma taxa de desemprego inferior a 4% da população activa, caminha agora para valores superiores a 13% – isto apesar de o país estar a passar pela segunda maior vaga de emigração da sua história (700 mil saíram do país nos últimos dez anos, segundo o economista Álvaro Santos Pereira) e de o número de desempregados inactivos (disponíveis para trabalhar ou desencorajados) já superar os 200 mil.

Uma soma (grosso modo) das pessoas desempregadas e das inactivas – conceitos relacionados, mas distintos (os inactivos desistem de procurar e saem do mercado) – revela aliás que haverá perto de 900 mil pessoas em Portugal que querem um emprego mas não o encontram (uma parte por determinar está na economia paralela).

A estes haverá ainda que somar as pessoas que frequentam programas ocupacionais do Instituto do Emprego e Formação Profissional (cerca de 50 mil), que no novo método do INE passaram a ser contabilizados como empregados. Um indicador total deste tipo, ainda que grosseiro, permite ter uma ideia mais abrangente do problema – permite chegar a um número próximo de um milhão de pessoas afectadas. “É a maior fractura social que Portugal já conheceu”, apontou ontem Paulo Portas, líder do CDS, referindo-se aos desempregados.

Esta fractura será difícil de fechar. Não é fácil atrair os inactivos de volta para o mercado de trabalho – muito menos nas condições actuais – e mais de 50% do desemprego é de longa duração, ou seja, superior a um ano. E, ao contrário do que se pensa, as pessoas que recebem subsídio de desemprego são uma minoria (ver caixa).

Sangria nos jovens O efeito combinado da mudança metodológica e da recessão económica fez-se sentir mais no desemprego jovem (15 e 24 anos), que apanhou mais 28 mil pessoas no primeiro trimestre. A taxa de desemprego jovem é agora de 28,5% – um número maior e significativo, que muda de 15% para 18% o peso deste escalão etário (que vale apenas 8% da população activa total) no desemprego nacional. Durante as recessões o ritmo de crescimento do desemprego jovem é tipicamente o dobro da taxa nacional, apontam diversos estudos económicos – no caso de Portugal este ritmo tem sido maior (2,3 vezes superior desde o início da crise, em 2008). O agravamento estendeu-se aos restantes escalões etários (ver gráfico), embora em menor escala.

O problema é transversal a todo o país, mas as regiões Norte, Lisboa, Alentejo e Madeira têm taxas superiores à média nacional. O Algarve bate o recorde, com 17% de desemprego. “São números dramaticamente históricos, já que não há registo de situação semelhante no Algarve”, disse à Lusa o sindicalista António Goulart, que prevê que “as expectativas sejam piores para o próximo Inverno”. Com M. B. S.


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Portugueses trabalham mais do que alemães e finlandeses

Semana de trabalho lusa tem mais horas do que alemã ou finlandesa. Mas o que sai das empresas não tem o valor acrescentado de um BMW ou de um Nokia. Reside aqui a falta de competitividade portuguesa.

Na escalada da crise grega, há um ano, o tablóide alemão Bild publicou um editorial em que dava conselhos ao país do mediterrâneo sobre como ultrapassar as dificuldades económicas que estava a viver. À semelhança dos alemães, escreveu o jornal, os gregos deviam levantar-se «razoavelmente cedo» e trabalhar o dia todo. A proposta foi reproduzida em meios de comunicação internacionais e gerou chacota à escala europeia, mas tem um problema. Os gregos, tal como os portugueses, já são dos povos que mais horas trabalham por semana, ultrapassando países nórdicos como a Alemanha ou a Finlândia.

Quem pensa que as dificuldades económicas dos povos periféricos são causadas por passarem demasiado tempo na praia, está enganado. Segundo dados do Eurostat do último trimestre de 2010, baseados em inquéritos, os portugueses trabalham quase 39 horas por semana, acima da média europeia (37,5 horas). São mais três horas do que os alemães e quase mais duas do que os finlandeses. E os gregos ainda mais: a semana laboral tem 42,2 horas, o valor mais alto dos 27 Estados-membros da União Europeia. Portugal ocupa a 11.ª posição, a seguir a países como a Eslovénia ou a Hungria.


Mão-de-obra intensiva

Portugal tem de facto um problema de produtividade, mas está sobretudo relacionado com outra variável da questão: o que se faz com o tempo passado no posto de trabalho. O país está muito especializado em sectores de mão-de-obra intensiva, sem incorporação tecnológica ou geração de valor acrescentado, pelo que o rendimento gerado pela actividade económica é menor. Uma coisa é trabalhar em cafés, restaurantes ou em fábricas de têxteis que concorrem com produtos chineses; outra é fabricar telemóveis Nokia e automóveis BMW, dois dos produtos mais inovadores e vendidos do mundo.

«A questão não é trabalharmos mais, mas sim trabalharmos de forma diferente», resume a economista Aurora Teixeira, que fez vários trabalhos de investigação sobre o papel do capital humano e da investigação e desenvolvimento no crescimento dos países.

Segundo a docente da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, a falta de produtividade portuguesa tem sobretudo a ver com a «concentração em sectores de mão-de-obra intensiva», a par da falta de competências dos recursos humanos e da falta de capacidade de gestão e de organização das empresas. «Estar a trabalhar mais horas não significa estar a produzir mais», acrescenta, clarificando que o conceito de produtividade é «produzir o mesmo com menos custos ou produzir mais com custos semelhantes».

E neste campo Portugal não sai bem do retrato. Um dos indicadores de produtividade mais simples da OCDE consiste em dividir o Produto Interno Bruto de cada país, em paridade de poder de compra, pelo total de horas trabalhadas nessa economia.

Em Portugal, 60 minutos laborais resultam num retorno de 21 euros para a economia nacional, em termos de PIB. É praticamente metade da produtividade alemã: 37 euros de PIB por hora de trabalho. Só há três países com pior produtividade do que a portuguesa – Polónia, Hungria e República Checa –, e este desempenho tem depois reflexos a nível salarial.

Um trabalhador português recebe menos de metade do que um alemão, segundo dados sobre vencimentos também da OCDE. Só há salários mais baixos em alguns países de Leste.

Apesar de a produtividade agregada do país estar abaixo da média europeia, Aurora Teixeira destaca a capacidade que alguns sectores tiveram, nas últimas décadas, de melhorar o seu desempenho. A docente recorda o caso do calçado, cuja produtividade subiu, desde meados dos anos 80, com melhorias tecnológicas e na organização das empresas, com uma aposta mais forte no design. «Ajudou a subir a competitividade externa, ao contrário do que aconteceu com o sector têxtil».

Como melhorar

Para Aurora Teixeira, o que aconteceu no calçado devia ser replicado. As melhorias surgiram depois de ser elaborado um plano estratégico para o sector e de ser gerada uma ‘plataforma’ eficaz entre empresas, universidades e institutos públicos. «Teve um impacto assinalável na inovação e capacidade de ajustamento das empresas. O sector emagreceu em quantidade de empresas e emprego, mas aumentou em valor acrescentado».

Outro economista, Vítor Bento, tem-se destacado exactamente por defender que tem havido um excessiva canalização dos investimentos nacionais para o sector não transaccionável, o que prejudicou a competitividade do país. E para sair da actual situação, considera ser necessária uma maior aposta no sector transaccionável. Num post recente do blogue da Sedes, defendeu que a descida da Taxa Social Única negociada com a troika «é uma boa ideia, sobretudo para quem não dispõe de moeda própria e pretende emular uma desvalorização».

joao.madeira@sol.pt


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OS lacaios de Merkel: CIP defende redução de férias para 22 dias

O presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), António Saraiva, considera que os trabalhadores portugueses devem voltar a ter 22 dias de férias como forma de diminuir o custo unitário do trabalho e aumentar a competitividade.

“Advogamos que deveríamos retomar os 22 dias” de férias, em vez dos 25 atuais, disse à Lusa António Saraiva.

“Já quando se decidiu aumentar de 22 para 25 dias úteis premiando aqueles que não faltam considerámos a medida errada porque todos nós temos a obrigação de trabalhar mais e melhor”, explicou, criticando que se premeie “uma coisa que deve ser natural, que é a comparência ao trabalho”.

Para António Saraiva, a posição da chanceler alemã, Angela Merkel – que exigiu a unificação da idade da reforma e dos períodos de férias na União Europeia e criticou os sistemas vigentes na Grécia, Espanha e Portugal — é “natural”.

“Quando somos obrigados a pedir ajuda externa perdemos alguma da nossa liberdade de ação e é natural que os nossos credores e, desde logo, a Alemanha, venham tentar impor condições diferentes daquelas a que estamos habituados”, referiu.

No entanto, ressalvou o presidente da CIP, “cada país tem especificidades próprias e instituições próprias”.

Ainda assim, António Saraiva acredita que a redução de férias é uma forma de tornar a economia portuguesa mais competitiva.

“A economia portuguesa tem de se tornar mais competitiva e os custos unitários do trabalho têm que ser melhorados, quer pelo lado da Taxa Social Única, quer pelo tempo de trabalho”, defendeu.

Para António Saraiva, a solução deve passar “por um ‘mix’ até para não ser necessário compensar com penalizações fiscais para diferenciar positivamente alguns sectores e empresas mais expostos à concorrência internacional”

 Angela Merkel também defendeu um adiamento da idade de reforma nos países com maior crise financeira, lembrando que a Alemanha passará gradualmente dos 65 para os 67 anos, entre 2012 e 2029.

Uma posição que o presidente da CIP diz ser “uma velha pretensão da União Europeia”, mas que António Saraiva critica.

“Não posso deixar de lamentar que a UE queira nivelar algumas práticas e regras mas feche os olhos a outras, como é o caso da harmonização fiscal”, disse.

“O programa de ajustamento deve ser socialmente repartido de forma equitativa e justa. Não se queira adotar em Portugal as regras da Alemanha, porque a Alemanha tem taxas de juro de 1 por cento e nós suportamos 9 e 10 por cento”, concluiu.


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Pura Hipocrisia , afinal as medidas de austeridade são para a Alemanha

O comissário europeu dos assuntos financeiros, Olli Rehn, considerou hoje o empréstimo de 78 mil milhões de euros a Portugal “também necessário para proteger a retoma económica na Alemanha e as poupanças dos alemães”.

Em entrevista ao matutino Die Welt, Rehn afirmou que “ajudando Portugal, com critérios rigorosos, mas também com condições realistas, protege-se, simultaneamente, a retoma económica na Alemanhe a as poupanças dos alemães”.

O empréstimo, aliás, “não seria possível sem boa vontade da Alemanha“, sublinhou ainda o comissário europeu, no dia em que os ministros das Finanças do eurogrupo se reúnem em Bruxelas para tomar a decisão final sobre a assistência financeira a Portugal.


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PAck da troika: Austeridade empurra salários e consumo para queda histórica

Nas suas previsões de Primavera, a instituição aponta para dois anos de recessão e um desemprego recorde. As medidas de austeridade já aplicadas e as que decorrem do acordo de ajuda externa vão ter um impacto enorme na vida dos portugueses, atirando o consumo privado para a maior queda de sempre e os salários reais para o maior recuo desde 1984, quando o FMI também interveio em Portugal.

Os gastos das famílias vão ressentir-se com os cortes salariais, os aumentos de impostos, a inflação, a subida das taxas de juro e o desemprego. A CE prevê que, em 2011, o consumo privado recue 4,4 por cento e outros 3,8 em 2012. A verificar-se, será a maior queda deste indicador desde que há registos dos dados. Os salários vão também ressentir-se com as medidas de austeridade, desde logo devido ao corte de 5 por cento na massa salarial dos funcionários públicos.

De acordo com as previsões da CE, os salários reais vão descer 3,6 por cento este ano e outros 1,9 em 2012, naquela que é a maior queda entre os países da zona euro. As quedas nominais são ainda maiores (7 e 3,9 por cento, respectivamente), visto que Bruxelas está a prever uma inflação de 3,4 e 2 por cento em Portugal.

A queda em 2011 não surpreende, devido ao corte salarial na função pública, mas o novo recuo das remunerações em 2012 espelha já que a economia fará um ajustamento salarial por baixo. As medidas de flexibilização laboral acordadas com a União Europeia (UE) e o FMI, a facilitação do despedimento e o nível recorde de desemprego irão pressionar os vencimentos dos novos contratados, reduzindo o nível geral das remunerações.

Tanto para 2011 como para 2012, as previsões da CE representam a maior queda dos salários reais desde 1983 e 1984, quando estes recuaram 5,7 e 9,2 por cento, respectivamente, na sequência da intervenção do FMI (ver texto em baixo).

No sector público, as despesas com salários vão estar, este ano e no próximo, ao nível mais baixo dos últimos 20 anos e os gastos com prestações sociais (subsídio de desemprego, abonos de família ou o rendimento social de inserção) vão sofrer uma redução, na sequência das medidas de austeridade já previstas no Orçamento do Estado de 2011 e exigidas pela própria troika. A CE prevê que, este ano, os encargos do Estado com as transferências sociais atinjam o nível mais baixo desde 1999 (ver infografia). Esses encargos, em percentagem do PIB, vão mesmo registar em 2011 a maior descida desde 1983 (-1,3 por cento).

Portugal pior que a Grécia

O quadro decepcionante traçado por Bruxelas começou ontem a materializar-se, depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmar que Portugal entrou já em recessão no primeiro trimestre. E uma recessão mais profunda do que se previa.

O Produto Interno Bruto (PIB) nacional recuou 0,7 por cento entre Janeiro e Março, depois de ter já resvalado 0,6 por cento nos últimos três meses do ano passado. Portugal entrou, assim, oficialmente, em recessão técnica (conceito que define dois trimestres consecutivos de contracção do PIB), reflectindo uma acentuada retracção da procura interna, sobretudo das famílias.

Para este ano, as previsões da CE são de uma contracção do PIB de 2,2 por cento, que se prolongará para 2012, com nova queda de 1,8. Mas, enquanto este ano ainda nos podemos congratular por a Grécia estar em pior situação (com uma queda da economia de 3,5 por cento), em 2012 a economia helénica vai descolar e deixar Portugal como o único país em recessão da zona euro e da UE.

Tal como o ministro das Finanças já tinha anunciado, a taxa de desemprego vai atingir um recorde histórico no próximo ano – 13 por cento -, depois de chegar aos 12,3 este ano. Só a Espanha, a Grécia, a Irlanda e a Eslováquia estarão em pior situação.

A queda recorde do consumo privado vai empurrar a procura interna (que reúne os gastos das famílias, o consumo público e o investimento) para o maior recuo de sempre este ano (5,7 por cento) e para o segundo maior em 2012 (4,7 por cento). Os gastos do Estado vão registar uma queda acumulada de 10,5 por cento até 2012, enquanto o investimento público vai deslizar 17,3 por cento nestes dois anos.

De acordo com a CE, este recuo nos gastos do Estado irá afectar o investimento privado, que deverá encolher 10 por cento em 2011 e 7,5 por cento em 2012. Os únicos contributos positivos para a economia virão das exportações e das importações. As vendas ao exterior vão aumentar 6,2 por cento este ano e 5,9 em 2012, ainda assim abaixo da performance do ano passado (ver infografia).

Já as compras ao exterior vão ressentir-se com a contracção do consumo privado e diminuir 5,3 e 2,8 por cento, em 2011 e 2012. Estes valores ficam, contudo, abaixo da redução das importações registada em 2009 (-10,6 por cento, na sequência de uma contracção do PIB de 2,5 por cento) e também dos valores registados aquando da última intervenção do FMI em Portugal, em 1983/1984.

Euro a duas velocidades

Enquanto Portugal e outros países periféricos continuam a desiludir, as maiores economias europeias estão a ganhar fôlego, acentuando o quadro de uma Europa a duas velocidades. A CE reviu ontem em alta ligeira as suas previsões para a zona euro, apontando para um crescimento de 1,6 por cento este ano e 1,8 por cento no próximo. Os 27 Estados da UE deverão crescer, em média, 1,8 por cento em 2011 e 1,9 em 2012.

À semelhança das taxas de crescimento, o mercado laboral europeu oscila entre a taxa de desemprego de 20,6 por cento projectada para Espanha e os 4,2 por cento na Holanda. A inflação deverá atingir quase 3 por cento na UE este ano e 2,6 por cento na zona euro, aliviando em 2012 para 2 e 1,8 por cento, respectivamente.


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As agruras de hoje da Grécia serão as de Portugal no futuro com o pacote da troika

As consequências de uma reunião não tão secreta

por Euro Intelligence

O nosso ponto de vista foi sempre que a resolução da crise consistiria num refinanciamento (rollover) permanente. Quando confrontados com a questão de permitir o incumprimento da Grécia ou concordar com mais um programa (irrealista), os ministros europeus das Finanças aceitaram esta última opção.

Numa reunião secreta no Luxemburgo, os ministros das Finanças de um subconjunto de países da eurozona encontraram-se para discutir o futuro da Grécia e, segundo o FT , alcançaram um consenso de que querem recorrer a um pacote inteiramente novo, pois o actual programa da Grécia, o qual prevê um retorno aos mercado em 2012, não é realista.

A Grécia precisa obter €25 a €30 mil milhões no próximo ano. O FT informa que o European Financial Stability Facility (EFSF) pode comprar dívida grega em mercados primários, em complemento de uma reestruturação voluntária para “rolar” (roll over) dívida que será devida em 2012. Responsáveis parecem ter descartado com firmeza qualquer reestruturação involuntária da dívida, a qual criaria mais problemas do que resolveria. O ministro grego das Finanças foi convidado à reunião de modo a que responsáveis pudessem enfatizar-lhe a importância de mais austeridade e privatização.

Na sexta-feira à noite, a revista Der Spiegel informou que a Grécia havia considerado uma saída da eurozona e revelou que uma tal teria lugar, com Wolfgang Schäuble tendo um estudo na sua pasta sobre porque uma saída grega far-se-ia a um custo proibitivo – para a Grécia mas também para a própria eurozona. A notícia deu lugar a negações frenéticas de responsáveis da UE e provocou uma nova derrota do euro, o qual declinou de um pico de US$1,49 para US$1,43 em dois dias. Responsáveis da UE primeiro tentaram negar que uma tal reunião viesse a ocorrer, mas quando se tornou impossível sustentar isso, eles simplesmente negaram que os ministros discutissem uma reestruturação da dívida, muito menos uma saída.

“COMENTÁRIOS ABSURDOS DE JOSÉ SÓCRATES”

Wolfgang Münchau escreve na sua coluna no FT que o fracasso em ser capaz de organizar uma reunião secreta simboliza a dificuldade em administrar uma união monetária (e especialmente um programa de refinanciamento de dívida) com um grupo de decisores executivos tão diversos. Disse ele não acreditar em quaisquer pronunciamentos oficiais de qualquer responsável da UE. Afirmou que os comentários absurdos de José Sócrates de que obteve um acordo melhor do que os gregos e os irlandeses também são muito típicos para o programa de acção colectiva da eurozona. E que vê cada vez mais evidências de uma bifurcação – uma situação dentro de poucos anos nesse caminho em que estados membros da eurozona terão de decidir se saltam para dentro de uma união política ou saltam para fora de uma união monetária.

Juan Ignacio Crespo escreve em El Pais que uma saída da eurozona seria o equivalente a uma outra crise financeira global. Se a Grécia saísse, o sistema bancário do país entraria em colapso e o país seria confrontado com uma implosão económica e social. E a crise imediatamente propagar-se-ia ao país seguinte da eurozona. A Europa neste ponto suspenderia tanto o mercado como o acordo de Schengen.

Os principais jornais alemães estão divididos sobre os méritos de um segundo pacote de resgate para a Grécia. Enquanto os diários económicos Financial Times Deutschland e Handelsblatt endossam a ideia de má vontade o Frankfurter Allgemeine Zeitung e o Bild estão em franca revolta. Holger Steltzner , do FAZ, destaca que a UE e o FMI não têm quaisquer meios de aplicar pressão sobre a Grécia uma vez que excluem a reestruturação da dívida grega e a saída da Grécia da eurozona. O colunista Hugo Müller-Vogg, do Bild, argumenta que se bem que o euro seja indispensável para a Europa, a Grécia não é. Se a Grécia quisesse deixar a zona da divisa ninguém deveria impedi-la. “Isso seria caro para o contribuinte europeu”, argumenta ele. “Mas um final caro é melhor do que infindáveis pacotes caros de resgate”.

PSD revela seu plano económico pelo lado da oferta

Passos Coelho revelou o plano económico do seu partido com o objectivo de mudar o modelo económico de Portugal. A principal característica é uma redução de encargos sociais dos negócios em 4 pontos percentuais, de 23,75% para 19%, financiando por cortes estruturais na despesa governamental. Isto inclui cortes no período que dá direito a benefício de desemprego; um corte no número de Secretarias de Estado em 30% e de conselheiros à metade; reduções em entidades públicas em pelo menos 15%; um serviço de recrutamento independente para postos no governo e o fim de prestigiosos projectos de infraestrutura, tais como serviços ferroviários de alta velocidade. O Jornal de Negócios tem os pormenores. O presidente Cavaco Silva disse que um corte fiscal para os negócios é possível e está de acordo com o acordo da troika mas que deveria ir a par com um corte fiscal sobre o trabalho, ao passo que o IVA pode aumentar.

Desordem tempestuosa na Irlanda após apelo de Morgan Kelly à reestruturação da dívida

Um comentário do economista irlandês Morgan Kelly no Irish Times a apelar a que a Irlanda se afaste do acordo de salvamento provocou uma enorme tempestade na Irlanda e alguma reacção irada do banco central e do governo. Kelly argumentou que o governo irlandês deveria afastar-se da dívida bancária, deixando-a para o BCE, de modo a que país ficasse com uma dívida “sobrevivivel” de €110 mil milhões. O governador do banco central, Patrick Hohohan, sentiu-se obrigado a defender-se, depois de Kelly acusá-lo de ter feito o “mais custoso erro alguma vez já feito por uma pessoa da Irlanda” ao calcular mal a escala das perdas bancárias. Hoohan defendeu o seu papel na corrida para o acordo de salvamento original e a sua decisão de manter a garantia bancária. O ministro das Finanças também respondeu emitindo uma rígida advertência ao artigo de Kelly, dizendo que benefícios à infância e os salários de 300 mil trabalhadores do sector público seriam reduzidos em 33% se o governo abandonasse o acordo de salvamento com a UE-FMI.

E se a França recorrese a um programa de resgate da UE e do FMI?

Em Les Echos Nicolas Barre também é céptico quando ao resgate grego, mas por razões diferentes. Originalmente os pacotes de resgate tinham duas razões bem fundamentadas. Eles precisavam mostrar a populações locais nos países periféricos quão grave era a situação e houve tantos pacotes de resgate para aqueles países quanto houve resgates para os bancos no resto da eurozona. Hoje aquelas duas razões já não são válidas segundo Barre. De modo que reestruturar a dívida grega seria a solução adequada. O colunista francês argumenta que políticos em Paris deveriam reflectir sobre os seus colegas em Atenas, Dublim e Lisboa, onde os governos já não estão no comando e têm de receber ordens da UE e do FMI. Barre aponta o sempre crescente rácio da dívida em relação ao PIB em França e diz que o destino de países periféricos deveria ser motivo de reflexão para qualquer candidato às eleições presidenciais francesas na Primavera de 2012.


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Nós pagamos a fortuna da família Espirito Santo!

Já se compreende como o Banco do “Estado Socrático” ficou assim, mais para baixo por que para cima, uma espécie de rombo ao apoiar as obras idiotas dos socretinos.

Quem acaba por pagar esta recapitalização doa família espirito Santo, somos nós atrav´s dos impostos que nos irão cobrar a mais!

Nós ficamos mais pobres, eles mais ricos!!!!!!!

Onde está a Justiça?

O BES deverá ser o banco com mais dificuldades para cumprir o rácio de capital acordado entre o Governo e a ‘troika’, podendo necessitar entre 400 e mil milhões de euros, disseram os analistas contactados pela agência Lusa.

De acordo com o memorando de entendimento, será exigido aos bancos um rácio ‘core tier I’ de 9 por cento no final de 2011 e de 10 por cento até final de 2012. “O caso mais difícil é o BES”, disse à Lusa João Pereira Leite, director de investimentos do Banco Carregosa, numa posição partilhada por André Rodrigues, do Caixa Banco de Investimento. Pelas suas contas, o analista do Caixa BI estima que, a partir de um rácio ‘core Tier 1′ de 8,2 por cento, o BES precisa de 182,4 milhões de euros para atingir um rácio de 9 por cento e 433,5 milhões para os 10 por cento. Os valores estimados por André Rodrigues de ‘gap’ entre o capital dos bancos e aquilo de que necessitam já têm em conta as estimativas dos lucros (no BES de 387,9 e 822,5 milhões de euros em 2011 e 2012), pressupondo que estes não distribuem dividendos.

Já para João Pereira Leite, o BES necessita de 500 milhões de euros este ano para atingir os 9 por cento de rácio e 1050 milhões até 2012. Tendo em conta que o ‘core tier 1′ estabelece um nível mínimo de capital das instituições face aos seus activos ponderados de risco, os bancos podem aumentar o rácio através de aumento de capital ou diminuição os activos ponderados de risco. Ambos os especialistas consideram que o BES “facilmente” atingirá os 9 por cento pela alienação de activos ou venda de carteiras de créditos. André Rodrigues recorda que até Março o banco já vendeu 1,3 mil milhões de euros e que “por cada mil milhões de euros que o banco reduza os activos ponderados de risco, o rácio de capital aumenta 14 pontos base”.

No entanto, em 2012, o BES poderá ter de se capitalizar, ainda que deva estar afastado o recurso aos 12 mil milhões de euros que deverá ser destinado à banca dos 78 mil milhões acordado com a ‘troika’. “Todos os grandes bancos excluíram essa possibilidade, com única excepção da Caixa Geral de Depósitos (CGD) porque o accionista é o Estado”, afirmou o analista do Caixa BI. Já o BCP, para atingir as novas metas de ‘core Tier 1′, necessita, segundo Pereira Leite, de 550 milhões até 2012, tendo em conta que o aumento de capital em curso é “bem sucedido” e este fica com um rácio de 9,05 por cento. Já para André Rodrigues, que estima que o rácio será de 8,4 por cento no final do aumento de capital, o banco liderado por Santos Ferreira precisa de 46,8 milhões este ano e 224,7 até final 2012, tendo em conta lucros gerados nos dois anos de 1014,4 milhões de euros.

No caso do BPI, Pereira Coutinho aponta para necessidades em 250 milhões de euros até 2012, enquanto Rodrigues considera que, com lucros de 514,1 milhões, o banco liderado por Fernando Ulrich não tem necessidades. O BPI tem actualmente um rácio de 9 por cento. A CGD, com um rácio de 8,8 por cento, precisa de 100 a 150 milhões para atingir o rácio de 9 por cento e 900 milhões para os 10 por cento, segundo o responsável do Banco Carregosa. Quanto ao banco Santander Totta, o rácio atual já é de 10,7 por cento. “De grosso modo, as necessidades dos bancos são inferiores a três mil milhões, pelo que os 12 mil milhões são mais do que suficientes”, considerou João Pereira Coutinho.


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Apoios sociais pagam IRS!!!

No acordo entre o Governo e a troika está também contemplado que todos os apoios sociais vão ter de ser declarados para efeitos de IRS e sujeitos a imposto, como são os casos do subsídio de desemprego, abono de família, de maternidade e paternidade.

O Ministério do Trabalho, contudo, esclareceu que estas prestações sociais não vão ter de pagar IRS – apenas terão de ser obrigatoriamente declaradas anualmente. Mas no memorando da ‘troika’ está escrito que serão “aplicadas taxas de IRS a todo o tipo de transferências sociais”.


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Markus Kerber “Portugal tem que abandonar o euro”

Markus C. Kerber, Fundador do Europolis diz que a ideia de uma taxa de juro igual para todos no euro é um disparate.

Para o fundador do Europolis, o grupo de pressão alemão que colocou uma providência cautelar no Tribunal Constitucional com o objectivo de impedir que Portugal receba ajuda internacional, a ideia de uma taxa de juro igual para todos no euro é um disparate.

Porque não deve a Alemanha prestar assistência financeira a Portugal?
Em Maio e Junho do ano passado requeremos junto do Tribunal Constitucional a constatação que as ajudas à Grécia e o fundo europeu de resgate são anti-constitucionais. Com Portugal temos o terceiro caso, e, se isto continuar, deixa de fazer sentido processar, porque uma vez o dinheiro entregue, será tarde demais para uma intervenção do Tribunal. Pelo que interpusemos a providência cautelar. Do ponto de vista económico, somos contra o ‘bailout’ de uma forma geral, porque viola a soberania fiscal dos países dadores. Também não ajuda Portugal a resolver os seus problemas fundamentais. O Fundo Monetário Internacional (FMI) vai transformar Portugal num protectorado. Mas a política económica portuguesa tem que ser feita pelos portugueses. Uma reacção liberal à crise só é possível se os políticos portugueses, que foram eleitos, puderem agir de forma soberana.

Portugal deve abandonar o euro?
Portugal tem que aumentar a competitividade e reforçar o crescimento. O que não será possível enquanto estiver entalado no espartilho do euro. A noção de uma taxa de juros directora para 17 sistemas económicos e financeiros diferentes é um profundo disparate. Portugal está a sofrer as consequências de uma falta de consolidação atempada das suas finanças e só poderá recuperar se abandonar temporariamente a união monetária. A questão não é se, mas quando. Com o curso actual do euro aliado a um programa de austeridade não há saída possível, pois a austeridade vai conduzir à recessão.


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Bloco quer uma auditoria às contas da dívida pública

O Bloco de Esquerda não quer ficar de fora das negociações em torno da intervenção externa que começam esta terça-feira com a troika Comissão Europeia/Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional e o seu líder defendeu esta segunda-feira que esse trabalho “tem de começar por uma auditoria às contas da dívida externa”. “É preciso saber o que estamos a pagar, porquê e quando”, afirmou Francisco Louçã, em entrevista à SIC.

“O Bloco assumirá as suas responsabilidades e apresentará medidas concretas de como fazer a correcção do défice para este ano e como começar a recuperação da economia”, garantiu Louçã. E apontou desde logo três medidas: o registo obrigatório de todas as “transferências [financeiras] que são claramente evasões fiscais, um imposto sobre a banca e a renegociação das parcerias público-privadas (PPP).

Antes, porém, não deixou de criticar que o Governo tenha pedido intervenção externa: “Tinha que o ter evitado”, afirmou. E se não tivesse sido antes, pela via estrutural, então que fosse por uma solução de emergência: “O problema de liquidez dos últimos dias podia ter sido resolvido se a Caixa Geral de Depósitos tivesse pedido um empréstimo de urgência ao BCE, como antes fez a banca privada”.

Mas agora, com o mal feito, Louçã propõe atacar as PPP, até porque elas representam hoje “um pacote do mesmo tamanho que o do FMI, quase 60 mil milhões de euros, mas para os próximos 40 anos e com juros maiores”. E cobrar impostos à banca, cujas dificuldades desvaloriza: “Se está descapitalizada é porque os seus accionistas distribuíram dividendos e não recapitalizaram a sua própria empresa, como deviam ter feito”.

Sobre a “cimeira” da semana passada com o PCP, Louçã frisou que “o que se quer saber é se há um caminho para um futuro Governo de esquerda”. Com ou sem PS? “O desafio está colocado a toda a gente”, acabou por responder. Para o fim ficou a revelação de um pró-europeísmo do BE, quando Louçã se manifestou contra a saída do euro – “seria uma aventura lamentável” – e defendeu a integração europeia. “A Europa falhou, mas não pode continuar a falhar”, defendeu.


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Parem as rotativas: há um socialista inteligente – Henrique Raposo

Uma epígrafe raposiana, que é por causa das tosses: O primeiro-ministro que nos levou à bancarrota não tem condições para nos fazer sair dela“, Rómulo Machado, militante do PS, (hoje, às 00.42).

 

MATOSINHOS/PORTO. Neste congresso norte-coreano, todos os oradores dizem o mesmo. Até parece que recebem um script obrigatório logo à entrada da Exponor. Tirando Jaime Gama, nenhum dos tubarões ousou desafiar o script leninista (como é que o PS chegou tão baixo ao nível do debate e do tal pluralismo?). Mas deixemos Jaime Gama para amanhã. Hoje queria apenas homenagear o único socialista que revelou coragem e inteligência (como é óbvio, Almeida “Fidel” Santos agendou a intervenção deste homem para o início da madrugada).

Este bravo socialista dá pelo nome de Rómulo Machado, um indivíduo que devia ser emoldurado. Para começo de conversa, Rómulo Machado disse que “um congresso não é um comício”. Ou seja, Rómulo afirmou no palanque aquilo que Ana Gomes só tem coragem de dizer cá fora: é preciso assumir erros, é preciso fazer uma crítica interna. Porque, de facto, este consenso acrítico é sufocante. É uma espécie de unanimismo norte-coreano. Fora de brincadeiras, o “centralismo democrático” do PCP não deve ser muito diferente deste PS socrático, que vive completamente metido na sua bolha mediática e de culto ao líder. Chega a fazer impressão.

Depois, Rómulo Machado desmontou a argumentação de José Sócrates. A crise da nossa dívida não foi provocada pela tal crise internacional. Os mercados não obrigaram Portugal a pedir dinheiro emprestado. Foi o governo Sócrates que transformou uma dívida pública de 92 mil milhões (2005) numa dívida de 160 mil milhões (2010). Ou seja, a nossa crise é o resultado de um “endividamento irresponsável” levado a cabo por este governo, levado a cabo por políticas assentes no betão para os amigos construtores. Ora, perante esta conclusão, Rómulo Machado afirmou que o PS precisava de uma nova liderança, porque “o primeiro-ministro que conduziu o país à bancarrota não tem condições para nos fazer sair dela”. O coro de assobios que recebeu é o melhor elogio que um português pode receber neste momento.


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Ajuda externa: e o povo, pá? – João Lemos Esteves

1.É certo e sabido que Portugal enfrenta um dos períodos mais difíceis da sua história. A situação orçamental do país é preocupante exige um tratamento de choque. Não podemos persistir num modelo que já está falido e que nos trouxe à ruína. Que nos irá custar enormes sacrifícios. Note-se que não coloco em causa a dimensão social do nosso Estado: democracia implica uma ideia de dignidade da pessoa humana que impede a degradação das condições de vida dos indivíduos à mais pura e ignóbil miséria. Só o Estado – em colaboração com a sociedade civil – poderá exercer um papel eficaz na promoção da qualidade de vida da população, assumindo-se como corretor das desigualdades geradas pelo livre funcionamento dos mercados. O problema foram os excessos e os vícios que o nosso Estado foi gerando, criando a ideia do “Estado paizinho” que dispunha de mundos e fundos para acorrer a tudo e todos. Mais: a colonização do Estado pelos partidos políticos (todos – da esquerda à direita) fez nascer uma elite medíocre que vive à conta dos favorzinhos, das cunhas, do lugar nas empresas públicas – gozando literalmente com o dinheiro dos contribuintes honestos. Dos portugueses que trabalham para alcançarem a vida com que sonharam, para sustentarem as suas famílias, para darem novas oportunidades aos seus filhos. Quem paga a fatura são sempre os mesmos: os mais carenciados (em relação aos quais o Estado permitiu que se criasse uma cultura de subsidiodependência que, ao invés de ajudar, destruiu as suas vias) e a classe média. Um país assim não é sustentável.

2.Contudo, hoje – mais do que olhar para o passado – importa encarar o futuro. O passado é importante para sabermos aquilo que não queremos. Os erros que não devemos (não podemos) voltar a cometer. Importa construir o futuro com confiança, seriedade, honestidade – e muita, muita vontade de mudar. O caminho será árduo: entre a margem do passado e a margem do futuro, a ponte do presente será difícil de percorrer. Todos devemos contribuir para o esforço de recuperação nacional. Não podemos crir divisões na sociedade portuguesa – antes devemos promover o amplo consenso, o espírito de cooperação, a compreensão. Trata-se de Portugal. Do nosso país. Dir-me-ão que foi a incompetência dos políticos que nos conduziu a situação tão grave. É verdade. Mas este não é o momento de julgar os responsáveis pelo nosso triste passado e complexo presente – é o momento de pensarmos nas gerações futuras. De recuperar o orgulho de ser português.

3.Dito isto, os sacrifícios terão de ser impostos com equidade. Com justiça. Quem tem mais, mais deve contribuir. Quem tem menos, menos deverá ser penalizado. Os políticos não deverão esquecer o discurso social – de apoio aos portugueses que se confrontam com situações de desemprego, cujos filhos não dispõem de meios para estudar, que precisam de contar cada cêntimo para (sobre) viver. O discurso político não pode, pois, reduzir-se aos números, às finanças. Estas são muito importantes? Sem dúvida. Mas o fim, a razão de ser das sociedades politicamente organizadas é proteger e promover a qualidade de vida dos cidadãos. Atrás de cada décima do nosso défice, estão rostos de portugueses. Como nós. Eles são a nossa preocupação. Eles devem ser a prioridade dos nossos políticos. Serei eu um sonhador? Talvez. But i’m not the only one…

P.S – Hoje, o texto deveria abordar a estratégia do PS. Contudo, falaremos deste tema amanhã. Por duas razões: hoje, inicia-se o congresso socialista; segundo, porque recebi mail de senhora que me contou os sacrifícios que passa, em virtude de ter perdido o seu emprego. São estes portugueses que não têm voz que devem ser atendidos – para além das discussões sobre défices, FMI’s, PS ou maiorias absolutas…

Email:politicoesfera@gmail.com


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FMI fornecerá ajuda a Portugal antes da União Europeia

O ministro das Finanças britânico, George Osborne, afirmou esta sexta-feira que o Reino Unido participará no resgate a Portugal, mas que o Fundo Monetário Internacional (FMI) fornecerá um primeiro pacote antes da entrada de «qualquer dinheiro europeu».

Citado pela Bloomberg, George Osborne sublinhou ainda que «ao contrário do caso da Irlanda», o Reino Unido não irá fazer um empréstimo bilateral a Portugal, isto é, «o dinheiro dos contribuintes britânicos não será emprestado directamente a Portugal».

O ministro britânico disse ainda que o país não fará parte de um mecanismo permanente de resgate «que irá ocupar o lugar» do actual mecanismo temporário da União Europeia a partir de 2013.

O Reino Unido participa em 13,5 por cento no Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, um sistema temporário para ajudar os países europeus em dificuldades.

Dos 60 mil milhões de euros iniciais, restam agora, depois do resgate à Irlanda, 37,5 mil milhões de euros, o que corresponde a cerca de cinco mil milhões de euros da contribuição britânica.

Londres tem ainda uma quota de cerca de 4,5 por cento no sistema do Fundo Monetário Internacional (FMI) para ajudar neste tipo de situações.

Num discurso na quinta-feira na Câmara de Comércio Britânica, George Osborne usou o caso português para reiterar a necessidade de austeridade também no Reino Unido.

«Se ouvirem o que se diz sobre os cortes na despesa e ainda se perguntam porque precisa o nosso país de tomar estas decisões difíceis, olhem à nossa volta: primeiro Grécia, depois Irlanda, agora Portugal», disse.


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Narciso Miranda insta Sócrates a renunciar a recandidatura

O socialista Narciso Miranda desafiou hoje José Sócrates a renunciar à recandidatura ao cargo de primeiro-ministro nas próximas eleições legislativas, uma vez que este disse, há cerca de 15 dias, que não estaria disponível para governar com o FMI.

Depois do anúncio de quinta-feira por parte do primeiro-ministro de que Portugal iria pedir ajuda externa, Narciso Miranda recordou à Agência Lusa algumas declarações de José Sócrates.

«Há pouco mais de 15 dias afirmou, e eu vou citar, ‘não estou disponível para governar se o FMI vier a entrar em Portugal’, para oito dias depois, reforçar esta tese dizendo: «Este é o momento [estava a referir-se às próximas eleições] dos portugueses escolherem se querem um Governo com o FMI ou sem o FMI», relembrou.

Para o ex-presidente da câmara de Matosinhos, «é legítimo propor ao Eng. José Sócrates para dar um sinal de grande desprendimento do poder, de grande humildade política, renunciando à recandidatura ao cargo de primeiro-ministro».

«Se o fizer, presta um grande serviço ao PS e esta decisão é, do meu ponto de vista, patriótica e em consequência disso merecerá uma grande homenagem, em que eu obviamente participarei com muito gosto», garantiu.

Para o socialista «há aqui uma questão que já não é só política mas que para além disso é uma questão de carácter», acrescentando que «é um grande desafio» que faz a José Sócrates.

«Se ele fizer isso vai abrir caminho para que, seja qual for o resultado das eleições, se concretize um grande objectivo que é o de se criar um Governo com uma ampla maioria, forte, credível, que diga a verdade, que deixe de enganar os portugueses para resolver esta grande alhada para que nos conduziram nos últimos dois, três anos e que se agravou perante esta enorme teimosia do primeiro-ministro por não ter tomado a decisão mais cedo», criticou.


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Corte salarial. Pensões e subsídio de férias em risco

A 6 de Abril de 2011, Portugal pede pela terceira vez na sua história ajuda externa ao Fundo Monetário Internacional. Resgate deverá estar entre os 70 e os 80 mil milhões.

Bruxelas deverá exigir um corte substancial do dinheiro pago pelo Estado em salários e pensões para que o país possa recorrer ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF). Em cima da mesa, apurou o i, poderá estar um corte que ronde os 20% da massa salarial. Não cabe a Bruxelas definir o modo como esse corte será efectuado porém o caminho mais directo, à semelhança do que já foi feito quando Mário Soares era primeiro-ministro, na década de 80, passa pelo 13º mês dos funcionários públicos. A esta possibilidade poderá ser somado um imposto adicional sobre as pensões mais altas e o congelamento das reformas. Ainda assim, o executivo poderá pagar o 13º mês dos funcionários públicos através de títulos de dívida portuguesa.

Mudanças nas leis laborais e aumento da idade da reforma deverão ser igualmente equacionados. O pacote de ajuda será sempre duríssimo, à semelhança do que aconteceu na Grécia e na Irlanda .

Depois da reunião do Ecofin, que junta os ministros das Finanças da zona euro sexta-feira e sábado, poderá ser já avançado o valor de um empréstimo de emergência ao país para suprir necessidades imediatas, devendo ser, posteriormente, formalizado um pacote de ajuda de Bruxelas em troca de medidas de austeridade. O resgate português deverá rondar os 70 a 80 mil milhões de euros, parte deste valor será assegurado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) .

A posição concertada dos bancos, que decidiram deixar de financiar o Estado através da compra de dívida pública, empurrou o executivo para esta decisão. As necessidades de tesouraria do Estado estavam suprimidas durante o mês de Abril, mas com o corte do financiamento bancário o governo não conseguiu manter a posição irredutível de não pedir ajuda até às eleições de 5 de Junho. À voz dos banqueiros juntou-se a do governador do Banco de Portugal que esta semana reuniu com o ministro das Finanças, a quem disse, sabe o i, que um pedido de ajuda imediato era indispensável.

6 de Abril de 2011 O dia de ontem fica para a história. Portugal assumiu pela terceira vez a incapacidade de fazer face às suas obrigações, recorrendo a uma ajuda externa. Depois de o jornal “Financial Times” ter anunciado que Portugal estaria a negociar um empréstimo com Bruxelas, o gabinete do primeiro-ministro foi categórico logo pela manhã, recusando, numa primeira fase, contactos formais com a União Europeia e, mais tarde, negando igualmente conversas informais.

Porém, na Assembleia da República, o tom era outro e, à semelhança do que tinha feito no dia anterior o líder da bancada parlamentar, Francisco Assis, o ministro dos Assuntos Parlamentares abria a porta à ajuda externa “perante uma situação excepcional”.

A notícia do pedido de ajuda chegou a meio da tarde, de forma inédita, através da versão online do “Jornal de Negócios”. O ministro das Finanças anunciava, em entrevista dada por escrito, que era “necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu”. “O país foi irresponsavelmente empurrado para uma situação muito difícil nos mercados financeiros”, disse Teixeira dos Santos, atirando as culpas para a oposição. Ontem, os juros portugueses mantiveram-se em queda acentuada e a taxa a dois anos desceu dos 9%.

Filipa Martins


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A Avenida da Liberdade foi pequena para tantos manifestantes

A marcha de protesto foi encabeçada pelos Homens da Luta

O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, declarou-se hoje agradado com os “muitos milhares de pessoas” presentes na Avenida da Liberdade no protesto da CGTP-IN, sublinhando que “só se mexe quem confia no futuro” do país.

“O povo está descontente e indignado com as injustiças, pobreza e precariedade, mas a afirmar esperança e confiança no futuro”, disse Carvalho da Silva à agência Lusa enquanto descia a Avenida da Liberdade na frente da manifestação.

A Avenida da Liberdade ficou repleta de manifestantes que aderiram ao protesto convocado pela CGTP-IN contra o desemprego, a precariedade e por aumentos salariais e das pensões.

Por volta das 17:00 quando a Praça dos Restauradores, onde termina o desfile, já estava cheia, ainda havia trabalhadores a desfilar na Avenida Fontes Pereira de Melo.

Sem que se consiga ver a cauda da manifestação, na Avenida da Liberdade o desfile vai passando ladeado por inúmeras pessoas que assistem nos passeios.

O desfile iniciou-se no Marquês de Pombal com uma salva de palmas aos participantes na iniciativa.