Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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As agruras de hoje da Grécia serão as de Portugal no futuro com o pacote da troika

As consequências de uma reunião não tão secreta

por Euro Intelligence

O nosso ponto de vista foi sempre que a resolução da crise consistiria num refinanciamento (rollover) permanente. Quando confrontados com a questão de permitir o incumprimento da Grécia ou concordar com mais um programa (irrealista), os ministros europeus das Finanças aceitaram esta última opção.

Numa reunião secreta no Luxemburgo, os ministros das Finanças de um subconjunto de países da eurozona encontraram-se para discutir o futuro da Grécia e, segundo o FT , alcançaram um consenso de que querem recorrer a um pacote inteiramente novo, pois o actual programa da Grécia, o qual prevê um retorno aos mercado em 2012, não é realista.

A Grécia precisa obter €25 a €30 mil milhões no próximo ano. O FT informa que o European Financial Stability Facility (EFSF) pode comprar dívida grega em mercados primários, em complemento de uma reestruturação voluntária para “rolar” (roll over) dívida que será devida em 2012. Responsáveis parecem ter descartado com firmeza qualquer reestruturação involuntária da dívida, a qual criaria mais problemas do que resolveria. O ministro grego das Finanças foi convidado à reunião de modo a que responsáveis pudessem enfatizar-lhe a importância de mais austeridade e privatização.

Na sexta-feira à noite, a revista Der Spiegel informou que a Grécia havia considerado uma saída da eurozona e revelou que uma tal teria lugar, com Wolfgang Schäuble tendo um estudo na sua pasta sobre porque uma saída grega far-se-ia a um custo proibitivo – para a Grécia mas também para a própria eurozona. A notícia deu lugar a negações frenéticas de responsáveis da UE e provocou uma nova derrota do euro, o qual declinou de um pico de US$1,49 para US$1,43 em dois dias. Responsáveis da UE primeiro tentaram negar que uma tal reunião viesse a ocorrer, mas quando se tornou impossível sustentar isso, eles simplesmente negaram que os ministros discutissem uma reestruturação da dívida, muito menos uma saída.

“COMENTÁRIOS ABSURDOS DE JOSÉ SÓCRATES”

Wolfgang Münchau escreve na sua coluna no FT que o fracasso em ser capaz de organizar uma reunião secreta simboliza a dificuldade em administrar uma união monetária (e especialmente um programa de refinanciamento de dívida) com um grupo de decisores executivos tão diversos. Disse ele não acreditar em quaisquer pronunciamentos oficiais de qualquer responsável da UE. Afirmou que os comentários absurdos de José Sócrates de que obteve um acordo melhor do que os gregos e os irlandeses também são muito típicos para o programa de acção colectiva da eurozona. E que vê cada vez mais evidências de uma bifurcação – uma situação dentro de poucos anos nesse caminho em que estados membros da eurozona terão de decidir se saltam para dentro de uma união política ou saltam para fora de uma união monetária.

Juan Ignacio Crespo escreve em El Pais que uma saída da eurozona seria o equivalente a uma outra crise financeira global. Se a Grécia saísse, o sistema bancário do país entraria em colapso e o país seria confrontado com uma implosão económica e social. E a crise imediatamente propagar-se-ia ao país seguinte da eurozona. A Europa neste ponto suspenderia tanto o mercado como o acordo de Schengen.

Os principais jornais alemães estão divididos sobre os méritos de um segundo pacote de resgate para a Grécia. Enquanto os diários económicos Financial Times Deutschland e Handelsblatt endossam a ideia de má vontade o Frankfurter Allgemeine Zeitung e o Bild estão em franca revolta. Holger Steltzner , do FAZ, destaca que a UE e o FMI não têm quaisquer meios de aplicar pressão sobre a Grécia uma vez que excluem a reestruturação da dívida grega e a saída da Grécia da eurozona. O colunista Hugo Müller-Vogg, do Bild, argumenta que se bem que o euro seja indispensável para a Europa, a Grécia não é. Se a Grécia quisesse deixar a zona da divisa ninguém deveria impedi-la. “Isso seria caro para o contribuinte europeu”, argumenta ele. “Mas um final caro é melhor do que infindáveis pacotes caros de resgate”.

PSD revela seu plano económico pelo lado da oferta

Passos Coelho revelou o plano económico do seu partido com o objectivo de mudar o modelo económico de Portugal. A principal característica é uma redução de encargos sociais dos negócios em 4 pontos percentuais, de 23,75% para 19%, financiando por cortes estruturais na despesa governamental. Isto inclui cortes no período que dá direito a benefício de desemprego; um corte no número de Secretarias de Estado em 30% e de conselheiros à metade; reduções em entidades públicas em pelo menos 15%; um serviço de recrutamento independente para postos no governo e o fim de prestigiosos projectos de infraestrutura, tais como serviços ferroviários de alta velocidade. O Jornal de Negócios tem os pormenores. O presidente Cavaco Silva disse que um corte fiscal para os negócios é possível e está de acordo com o acordo da troika mas que deveria ir a par com um corte fiscal sobre o trabalho, ao passo que o IVA pode aumentar.

Desordem tempestuosa na Irlanda após apelo de Morgan Kelly à reestruturação da dívida

Um comentário do economista irlandês Morgan Kelly no Irish Times a apelar a que a Irlanda se afaste do acordo de salvamento provocou uma enorme tempestade na Irlanda e alguma reacção irada do banco central e do governo. Kelly argumentou que o governo irlandês deveria afastar-se da dívida bancária, deixando-a para o BCE, de modo a que país ficasse com uma dívida “sobrevivivel” de €110 mil milhões. O governador do banco central, Patrick Hohohan, sentiu-se obrigado a defender-se, depois de Kelly acusá-lo de ter feito o “mais custoso erro alguma vez já feito por uma pessoa da Irlanda” ao calcular mal a escala das perdas bancárias. Hoohan defendeu o seu papel na corrida para o acordo de salvamento original e a sua decisão de manter a garantia bancária. O ministro das Finanças também respondeu emitindo uma rígida advertência ao artigo de Kelly, dizendo que benefícios à infância e os salários de 300 mil trabalhadores do sector público seriam reduzidos em 33% se o governo abandonasse o acordo de salvamento com a UE-FMI.

E se a França recorrese a um programa de resgate da UE e do FMI?

Em Les Echos Nicolas Barre também é céptico quando ao resgate grego, mas por razões diferentes. Originalmente os pacotes de resgate tinham duas razões bem fundamentadas. Eles precisavam mostrar a populações locais nos países periféricos quão grave era a situação e houve tantos pacotes de resgate para aqueles países quanto houve resgates para os bancos no resto da eurozona. Hoje aquelas duas razões já não são válidas segundo Barre. De modo que reestruturar a dívida grega seria a solução adequada. O colunista francês argumenta que políticos em Paris deveriam reflectir sobre os seus colegas em Atenas, Dublim e Lisboa, onde os governos já não estão no comando e têm de receber ordens da UE e do FMI. Barre aponta o sempre crescente rácio da dívida em relação ao PIB em França e diz que o destino de países periféricos deveria ser motivo de reflexão para qualquer candidato às eleições presidenciais francesas na Primavera de 2012.


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Corte salarial. Pensões e subsídio de férias em risco

A 6 de Abril de 2011, Portugal pede pela terceira vez na sua história ajuda externa ao Fundo Monetário Internacional. Resgate deverá estar entre os 70 e os 80 mil milhões.

Bruxelas deverá exigir um corte substancial do dinheiro pago pelo Estado em salários e pensões para que o país possa recorrer ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF). Em cima da mesa, apurou o i, poderá estar um corte que ronde os 20% da massa salarial. Não cabe a Bruxelas definir o modo como esse corte será efectuado porém o caminho mais directo, à semelhança do que já foi feito quando Mário Soares era primeiro-ministro, na década de 80, passa pelo 13º mês dos funcionários públicos. A esta possibilidade poderá ser somado um imposto adicional sobre as pensões mais altas e o congelamento das reformas. Ainda assim, o executivo poderá pagar o 13º mês dos funcionários públicos através de títulos de dívida portuguesa.

Mudanças nas leis laborais e aumento da idade da reforma deverão ser igualmente equacionados. O pacote de ajuda será sempre duríssimo, à semelhança do que aconteceu na Grécia e na Irlanda .

Depois da reunião do Ecofin, que junta os ministros das Finanças da zona euro sexta-feira e sábado, poderá ser já avançado o valor de um empréstimo de emergência ao país para suprir necessidades imediatas, devendo ser, posteriormente, formalizado um pacote de ajuda de Bruxelas em troca de medidas de austeridade. O resgate português deverá rondar os 70 a 80 mil milhões de euros, parte deste valor será assegurado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) .

A posição concertada dos bancos, que decidiram deixar de financiar o Estado através da compra de dívida pública, empurrou o executivo para esta decisão. As necessidades de tesouraria do Estado estavam suprimidas durante o mês de Abril, mas com o corte do financiamento bancário o governo não conseguiu manter a posição irredutível de não pedir ajuda até às eleições de 5 de Junho. À voz dos banqueiros juntou-se a do governador do Banco de Portugal que esta semana reuniu com o ministro das Finanças, a quem disse, sabe o i, que um pedido de ajuda imediato era indispensável.

6 de Abril de 2011 O dia de ontem fica para a história. Portugal assumiu pela terceira vez a incapacidade de fazer face às suas obrigações, recorrendo a uma ajuda externa. Depois de o jornal “Financial Times” ter anunciado que Portugal estaria a negociar um empréstimo com Bruxelas, o gabinete do primeiro-ministro foi categórico logo pela manhã, recusando, numa primeira fase, contactos formais com a União Europeia e, mais tarde, negando igualmente conversas informais.

Porém, na Assembleia da República, o tom era outro e, à semelhança do que tinha feito no dia anterior o líder da bancada parlamentar, Francisco Assis, o ministro dos Assuntos Parlamentares abria a porta à ajuda externa “perante uma situação excepcional”.

A notícia do pedido de ajuda chegou a meio da tarde, de forma inédita, através da versão online do “Jornal de Negócios”. O ministro das Finanças anunciava, em entrevista dada por escrito, que era “necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu”. “O país foi irresponsavelmente empurrado para uma situação muito difícil nos mercados financeiros”, disse Teixeira dos Santos, atirando as culpas para a oposição. Ontem, os juros portugueses mantiveram-se em queda acentuada e a taxa a dois anos desceu dos 9%.

Filipa Martins


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Mais um Casino Financeiro em Portugal

DEA abre escritório em Lisboa para reforçar cooperação

por LusaHoje

DEA abre escritório em Lisboa para reforçar cooperação

A Administração norte-americana para o Combate à Droga (DEA) vai abrir este ano um escritório em Lisboa, numa altura em que as organizações narcotraficantes encontraram novas maneiras de fazer entrar droga na Europa através de Portugal.

O Relatório de Estratégia Internacional de Controlo de Narcóticos, apresentado na semana passada em Washington pelo Departamento de Estado, sublinha que no ano passado “Portugal mais uma vez registou um declínio significativo nas apreensões de cocaína, à medida que os carregamentos para a Europa são cada vez mais canalizados através de nações africanas, em vez de pelas rotas do Atlântico Norte”.

A queda de apreensões de cocaína é explicada pelas forças policiais portuguesas com a mudança dos traficantes para países da África Ocidental, de onde a droga é posteriormente enviada através de pessoas que engolem “pacotes mais pequenos, mais difíceis de detectar”.

Além disso, afirma o gabinete anti-narcotráfico, os traficantes estarão a usar com mais frequência contentores, aos quais as forças policiais têm mais dificuldade em aceder.

Brasil e Venezuela são as principais origens da cocaína, através da aviação comercial, contentores e navios, enquanto o haxixe chega sobretudo de Marrocos e as drogas sintéticas da Holanda, Espanha e Bélgica.

No primeiro semestre de 2009, as apreensões de cocaína caíram para 1,6 milhões de toneladas métricas, face a 2,6 milhões em igual período do ano anterior, de acordo com o gabinete do Departamento de Estado responsável pelo acompanhamento do combate ao narcotráfico a nível internacional (BINLEA).

As apreensões de heroína registaram igual tendência, de 49 quilos em 2008 para 39,2 quilos no ano passado, tal como as de haxixe, que recuaram para 16,7 toneladas métricas no primeiro semestre do ano passado, de 24,4 toneladas métricas no período homólogo.

O relatório sublinha que a DEA tem vindo a realizar investigações conjuntas com Portugal e que, para continuar a cooperação em curso, vai abrir um escritório em Lisboa em meados deste ano, depois de em Outubro de 2009 ter sido colocado um oficial de ligação norte-americano junto do Centro Marítimo da União Europeia, também na capital portuguesa.

O objectivo, refere, será “lidar com os cambiantes padrões de tráfico de droga” e o escritório terá um adido, um agente especial, uma especialista de apoio administrativo, planeando-se no “futuro próximo” incluir também um especialista em informações.

“Este escritório poderá conduzir investigações conjuntas com as autoridades portuguesas, tendo como alvo as grandes organizações narcotraficantes que usam Portugal como porta de entrada para os seus carregamentos para a Europa”, refere o relatório.

O gabinete anti-narcotráfico norte-americano tem actualmente um escritório em Madrid, a partir do qual tem sido feita a coordenação com as autoridades portuguesas.

Em anos recentes, salienta, Portugal tem sido usado pelo narcotráfico sul-americano como “portal primordial” para a Europa, uma “tarefa facilitada” pelas fronteiras abertas na Europa e pela vastidão da costa portuguesa.

A 27ª edição do relatório foi apresentada perante o Congresso norte-americano a 1 de Março, pelo secretário de Estado adjunto David T. Johnson.

Tem ainda um capítulo dedicado à lavagem de dinheiro a nível internacional, em que Portugal aparece entre os países alvo de “preocupação” e países europeus como a Espanha ou a Suíça são considerados de “principal preocupação”.


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Espiando os cidadãos, novas tecnologias via DARPA

Espiando os cidadãos, novas tecnologias via DARPA

Posted on Março 15, 2009 by ovigia

O Pentágono acaba de anunciar que se prepara através da DARPA, para lançar uma esquadra de cerca de 450 dirigíveis «ISIS» capazes de voar a 65000 pés de altitude «19812 metros» durante 10 anos e alimentados por células de hidrogénio e painéis solares.
Serão gastos 400Milhões de dólares apenas no protótipo.

A ideia não é nova, mas parece que será desta vez ainda mais abrangente e poderosa.
As deculpas para a sua implementação também não deverão ser novas, terrorismo, ataques exteriores com misseis, etc etc.
Quando se quer enganar o povo, as desculpas arranjam-se, e que as vende já está à muito controlado e no bolso, os media mainstream acríticos.

Estes equipamentos permitirão aos seus operadores em estações no terreno, o controlo e monitorização de várias centenas de kms de diâmetro através de equipamentos de vigilância, tais como câmaras de alta resolução bem como antenas de radar.

Podendo através dessa vigilância monitorizar e controlar, veículos, aviões e pessoas.

Já não chegando todos os ataques às Liberdades, Direitos e Garantias dos cidadãos dos EUA, com o constante ataque e destruição da sua constituição, como são provas o fim do Habeas Corpus, Posse Comitatus, a implementação do Patriot Act e da FISA, do projecto REX 84 que permite a espionagem/vigilância de todas as comunicações internas e externas sem necessidade de recorrer a um Juíz, chega agora mais uma arma para as mãos da cleptocracia oligarca dos EUA.

Não deve tardar a chegar à UE, especialmente através do Reino Unido.

Afinal de contas A Oligarquia está a ficar com medo – A Lei Marcial está a chegar

DARPA courted defense contractors Raytheon, Lockheed Martin and Northrop Grumman to develop the airships

Infowars.com
sept 6, 2004

The skies were filled with surveillance helicopters as well as the Fuji Blimp, that was being rented by the NYPD. We could always tell where the protests and arrests were taking place because as many as 4 helicopters and a blimp would be circling overhead.

A look at the future. Homeland Security plans to tether megablimps 32xs the size of the goodyear blimp over every major US city mounted with ground-penetrating radar looking right through your walls. This is only conditioning.

(Photo by Ted O’Brien)

[Via mediamonarchy, LA Times, Guardian, Infowars]

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A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 9-15


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A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 5 a 8


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Al Gore Admits CO2 Does Not Cause Majority Of Global Warming

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com

Gore was set to become the first “carbon billionaire”

 

Al Gore Admits CO2 Does Not Cause Majority Of Global Warming 041109top

In a new development that is potentially devastating to the agenda to introduce a global carbon tax and a cap and trade system, Al Gore admits that the majority of global warming that occurred until 2001 was not primarily caused by CO2.

Before we get too excited, Gore is not backing away from his support for the theory of man-made climate change, but his concession that carbon dioxide only accounted for 40% of warming according to new studies could seriously harm efforts to tax CO2, that evil, life-giving gas that humans exhale and plants absorb.

“Gore acknowledged to Newsweek that the findings could complicate efforts to build a political consensus around the need to limit carbon emissions,” reports BB News.

Yesterday we reported on how Gore was set to become the first “carbon billionaire” on the back of vast profits from companies invested in the “green revolution” that the former vice-president has a hefty stake in.
We also highlighted how the Chicago Climate Exchange (CCX) has direct ties to both Al Gore and Maurice Strong, two figures intimately involved with a long standing movement to use the theory of man made global warming as a mechanism for profit and social engineering. Gore’s investment company, Generation Investment Management, which sells carbon offset opportunities, is the largest shareholder of CCX.

Gore stands to make windfall profits from his stake in carbon trading systems that would be used to manage the cap and trade system currently being readied for passage in the Senate, but his admission that CO2 is far less of a threat than global warming alarmists have been claiming could be a terminal blow for such a proposal.

As Andrew Bolt writes in today’s Australian Herald Sun, his flip-flopping “Suggests not only that was Gore wrong to claim the science was “settled”, but that the hugely expensive schemes to “stop” warming by slashing carbon dioxide emissions will be less than half as effective as claimed.”

“Over the years I have been among those who focused most of all on CO2, and I think that’s still justified,” Gore told Newsweek . “But a comprehensive plan to solve the climate crisis has to widen the focus to encompass strategies for all” of the greenhouse culprits identified in the Nasa study.”

Gore now blames soot and methane for the majority of global warming, leaving the door open for a tax on livestock, a tax on meat, a tax on milk, and on and on until he changes his mind again and blames another culprit so that too can be taxed.

In another indictment of Gore’s accuracy in warning about climate change, he has now virtually abandoned scientific “facts” in favor of characterizing his Inconvenient Truth presentation in the context of a religious sermon.

“Simply laying out the facts won’t work,” admits Gore.

That’s right, the church of environmentalism has come full circle with Gore’s intention to deliver his widely debunked presentation with spiritual overtones, a move that will shock most hard-headed empirical scientists.

“I’ve done a Christian [-based] training program; I have a Muslim training program and a Jewish training program coming up, also a Hindu program coming up. I trained 200 Christian ministers and lay leaders here in Nashville in a version of the slide show that is filled with scriptural references. It’s probably my favorite version, but I don’t use it very often because it can come off as proselytizing,” Gore tells Newsweek.

In a new book Gore has been working on, he attempts to address the rapidly growing skepticism towards global warming alarmism not with science, but by blaming people’s own thoughts, a Kafkaesque cop-out if ever there was one.

According to the book’s press release, “Among the most unique approaches Gore takes in the book is showing readers how our own minds can be an impediment to change.”

“Our own minds are the enemy! Don’t free the minds – imprison them!,” scoffs Tim Blair.


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A face oculta dos negócios


Operação face Oculta

Interessante o percurso deste amigo e colega do auto-intitulado Engenheiro que passou de um Zé-ninguém no PS a administrador da Caixa Geral de Depósito que o acabou por colocar como Vice-Presidente do BCP. Habilitações e capacidade para ocupar o cargo é algo que nunca ninguém descobriu, mas isso nunca pareceu trazer qualquer dificuldade à sua fulgurante carreira. É agora arguido na Operação face oculta por suspeita de corrupção. Nada que surpreenda.

In KAos


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Chance of being struck by lightning 40 times higher than having your life saved by swine flu vaccine: Mike Adams does the maths

Mike Adams has taken some of the corporate media’s swine flu statistics at face value and calculated on that basis that you have a 40 times higher chance of being struck by lighting than of having your life saved by a swine flu vaccine.

Fuzzy Math: Why Swine Flu Vaccines Don’t Add Up

Mike Adams
Natural News
September 1, 2009

Here’s a seventh grade word problem for you: If swine flu has infected one million people and killed 500, how many people might be expected to die if it infects 150 million people (assuming no major changes in the virus)? The correct answer, of course, is 75,000 people, and that’s within the range of the number of swine flu deaths now being publicly predicted by the White House.

But there’s another part to this word problem: How many vaccine shots and hand washings does it take to boost vitamin D levels in the average person

You have a 40 times greater chance of being struck by lightning at some point in your life than having your life saved by the swine flu vaccine.

The question, of course, makes no sense. Vaccine shots don’t boost vitamin D levels any more than eating pork infects you with swine flu. So why is the official advice on swine flu protection essentially limited to “wash your hands, get your vaccine shot and cough into your elbow?” (Seriously. I’m not making this up.)

The Associated Press has distilled swine flu advice to “10 things you need to know.” None of those ten things include boosting your nutrition, getting more vitamin D or taking anti-viral medicinal herbs. They do, however, include hilarious explanations like “If you develop breathing problems, pain in your chest, constant vomiting or a fever that keeps rising, go to an emergency room.”

Emergency room in a pandemic?

Whatever for? They don’t bother to mention that in a pandemic scenario that strikes you with constant vomiting, the entire emergency room is likely to be overrun with other people joining you in a hospital room vomit fest.

Nor do they mention some other important math: The very limited number of anti-viral medication courses available in the U.S. The last time I checked, that was roughly 50 million courses. If the U.S. population is roughly 300 million people, and there are 50 million courses of anti-viral meds available, how many Americans will have no access to those meds? (Ahem… 250 million people…)

Here’s an even more interesting brain buster for you: If each vaccine shot generates $25 in revenue for drug companies, and the U.S. government orders the production of 160 million vaccines, how much money is Big Pharma making off the pandemic? That answer is roughly $4 billion in net revenues.

But even that doesn’t count all the repeat business from the future victims who suffer neurological side effects from the vaccines and have to be institutionalized and subjected to high-dollar medical care for years on end. In all, a mass vaccination program could end up generating over ten billion dollars in revenues for drug companies.

These numbers just don’t add up

Now let’s look at some serious statistics: If one million people have already been infected with swine flu, and 500 have died, that’s a fatality rate of 1 out of 2000 people. Depending on which research you believe, vaccines might at most be credited with preventing 1% of flu deaths during any given flu season (and that’s being very generous to the vaccine). So here’s the question:

How many people have to be vaccinated with the new swine flu vaccine to save ONE life from a swine flu fatality?

(Notice, carefully, this question has never been asked in the mainstream media. That’s because the answer isn’t exactly what most people want to hear…)

This question is easy to answer, actually. If the vaccine were 100% effective (that is, they prevented every death that would have otherwise occurred), they could be credited with saving 1 life out of 2000, right? Because that’s the normal death rate for this particular virus (these figures are widely quoted by AP, Reuters and the White House, by the way).

But no vaccine is 100% effective. As I mentioned above, seasonal flu vaccines might — at a stretch — be credited with preventing 1% of the deaths that might otherwise have occurred. With this 1% effectiveness factor calculated back into the formula for swine flu (assuming the same 1% effectiveness factor), it turns out that you would have to vaccinate 200,000 people to save ONE life from swine flu.

That puts a whole new perspective on the vaccine push, doesn’t it? 200,000 vaccines costs taxpayers roughly $5,000,000, and it subjects 200,000 people to the potential side effects of these vaccines which have never been subjected to any long-term testing whatsoever.

It all begs the question: Is it really worth it?

Is it worth spending $5 million and exposing 200,000 people to potentially dangerous vaccine side effects in order to prevent ONE death from swine flu? And why isn’t anybody breaking down the numbers on this issue and providing a serious cost / benefit analysis as I’m doing here?

Let’s be generous to the vaccine…

Vaccine pushers might argue that the vaccine is far more than 1% effective at preventing swine flu deaths. In their wildest dreams, they might imagine a death reduction rate of, say, a wildly optimistic 10%. But even considering that, is it worth it? If the vaccine stops 10% of deaths that would have otherwise occurred, that still means you’d have to vaccinate 200,000 people to prevent the deaths of ten people.

I’m going to throw out a wild guess here and suggest that far more than 10 people will be killed by the vaccine itself, completely nullifying any net reduction in total deaths. Mathematically, you see, mass swine flu vaccinations make absolutely no sense given the very low rate of fatalities being observed right now.

Just do something!

Of course, public health policy is never based on sense. It’s based on politics. And the politics demand that “they DO something!” That’s what the public wants: Do something! It doesn’t matter if doing something is worse than doing nothing… they just want to see some action.

It’s the same story with breast cancer screenings (almost completely useless), prostate cancer screenings (now proven to be far more harmful than helpful) and of course ADHD screening tests (which are only designed to trick parents into drugging their kids). Much of western medicine, it turns out, is complete hokum. We would all be better off without the screenings and without the vaccinations altogether.

There’s a highly credible book on this subject by authors Gerald E. Markle and Frances B. McCrea. It’s called What if Medicine Disappeared?http://www.amazon.com/What-Medicine…)

This book argues quite persuasively (and with the citation of many convincing studies) that western medicine offers virtually no net gain in quality of life to the very people it claims to serve. Doctors, hospitals, vaccines and cancer clinics could all disappear tomorrow and most people would actually be far better off. Of course, no one disputes the value of having emergency rooms to handle acute trauma and accidents, but when it comes to preventive medicine and protecting quality of life, western medicine is a near-total failure.

When it comes to swine flu vaccines, any honest look at the math reveals that 200,000 people will have to be vaccinated with a largely untested experimental vaccine in order to prevent the death of one person (or ten people, if you really believe in vaccines). Remembering that more than one person in 200,000 will almost certainly be killed by the vaccine itself, it really makes you wonder: What’s the point of all this?

The point, of course, is to sell vaccines. It’s the one math problem that everybody understands: To make money, you have to sell a product, and there’s no better way to sell vaccines to 160 million people than to scare them into begging for injections that are statistically opposed their own self interests. But I suppose anything is possible in a country where state governments can punitively tax the poor by convincing them to play the lottery. People who play the lottery are very likely to be the same people getting vaccine shots: It’s like a lottery on your health, except that your odds of “winning” are far worse than your odds of winning something in a state lotto.

Let’s see: You have a 1 in 1 chance of being injected with foreign viral matter, and yet you only have a 1 in 200,000 chance of your life being saved by it.

Allow me to put this into perspective: You have a 40 times greater chance of being struck by lightning at some point in your life than having your life saved by the swine flu vaccine. (Source: National Weather Service statistics.)

Mathematically speaking, getting a swine flu injection and hoping it will save your life is more foolish than buying a lotto ticket with your last dollar and hoping you’ll scratch off a multi-million dollar winning ticket.

And buying a lotto ticket doesn’t risk the health of your nervous system, by the way. You can always earn back a buck, but restoring your nervous system after it’s attacked by a rogue vaccine can take years or decades. Some never recover. (Thousands died from the 1976 vaccines.)

Pop quiz: What’s the actual cost of vaccinating 160 million Americans with an unproven, experimental swine flu vaccine?

Answer: $1.6 billion plus countless victims with strange neurological disorders, comas and sudden death — all of which will be written off as “coincidence” by the vaccine pushers.

Free flu shots for the unemployed

As this article was about to go to press, I couldn’t help but notice a new announcement by CVS and Walgreens pharmacies. The powers that be are so desperate to get all Americans injected with this experimental vaccine that CVS and Walgreens are now offering free swine flu vaccine injections to anyone who doesn’t have a job!

That’s right: Just show up, prove you’re unemployed, and you get jabbed at no charge. (Who said losing your job didn’t have some benefits, huh?) Conspiracy theorists might suggest this is a clever way to clear the streets of “useless eaters.” Just lure the jobless into some experimental vaccine program, inject them and send them on their way. Next, will retailers start handing out free Soylent Green too?

The Flu Case


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Uma escolha decisiva

Alguns pontos da entrevista de um candidato a governar, conhecido por Sr. Inginheiro:

Em primeiro lugar, trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação. Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.

Pois eu acho que esta atitude paralisante, herdeira de um certo espírito do salazarismo, faz mal ao País e não nos deixa andar para a frente. Pelo contrário, acho que o primeiro dever de quem governa é ter uma visão do futuro do País e a determinação de impulsionar as reformas modernizadoras que são necessárias para servir o interesse geral. Este é o seu dever: mobilizar as energias da sociedade e puxar pela confiança. Confiança, nunca desistir da confiança.

—-Não sendo eu uma pessoa da direita considero que este governo que está prestes a terminar governou à boa maneira Salazarista, onde a arrogância, o desprezo, a humilhação e a mentira ou meias verdades foram o pão nosso de cada dia. O futuro com este senhor será catastrófico tal como já vimos e sentimos na pele durante quatro anos e meio. Falar de Futuro quando nos deixou um quase sem futuro.

A resignação, o pessimismo e a amargura são os sentimentos que o Sr e seus acólitos nos deixaram e nos deixarão para o futuro uma Nação totalmente endividada e destruída pelas famosas políticas socratinas.

Em segundo lugar, há uma escolha política a fazer sobre o investimento público. A questão é esta: num contexto de crise económica global e de consequente quebra das exportações, de falta de confiança e adiamento de projectos por parte dos investidores privados, de dificuldades no acesso ao crédito, de menor procura pelos consumidores, que factor pode contribuir para relançar a economia, salvar muitas empresas e promover o emprego? Desde a célebre Grande Depressão, que se seguiu à crise de 1929, todos os economistas que resistem à cegueira ideológica sabem a resposta: o investimento público. Por isso, a generalidade dos países europeus e das economias desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos da América de Obama, decidiram enfrentar a crise lançando programas de reforço do investimento público. Foi o que fizemos aqui também, com investimentos selectivos e destinados a impulsionar a modernização do País, de num modo geral antecipando apenas o calendário de projectos já anteriormente decididos e privilegiando os investimentos de mais rápida execução: modernização das escolas, equipamentos sociais e de saúde, energia, redes de nova geração.

—— O investimento público na salvação de grandes fortunas foi real, pelo qual teremos de pagar todos essa factura. Nenhum Português ficará mais rico com este investimento, no entanto os que investiram, especularam e geriram todo o nosso dinheiro foram premiados com o tal investimento público seleccionado. tenho pena que os montantes aplicados nesses investimentos não estejam disponíveis para investir onde verdadeiramente faz falta.

E mais: Portugal não pode estar constantemente a regressar à estaca zero na discussão dos seus projectos de investimento. Não pode estar cinquenta anos para decidir uma barragem, quarenta anos para decidir um aeroporto e vinte anos para decidir se fica dentro ou fora da rede europeia de alta velocidade, que está já hoje a revolucionar a mobilidade por toda a Europa e na nossa vizinha Espanha. Houve um tempo para decidir, este é o tempo de fazer. A proposta do PS é, por isso, continuar a apostar no investimento público como instrumento fundamental de combate à crise mas também de modernização do País.

——- Nem mais nem menos, na mouche. Aeroporto, TGV entre outros projectos apresentados sem discussão, foram após críticas alterados ou congelados. O Sr Inginheiro confunde a modernização com TGV. Há tanto para modernizar e mais importante, uma linha férrea de transporte de carga que cubra todo o País ,assim como alargar a rede ferroviária aos locais onde não existe ou foi retirado. A Finlândia é um País moderno sem TGV.

Em terceiro lugar, há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas sociais – e também aí as opções são claras, separando nitidamente a direita e o PS. A direita insiste no recuo do Estado Social, para a condição de Estado mínimo ou, como dizem agora, Estado “imprescindível”. Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas sociais quando estavam no Governo. Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança social, fim da tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde e pagamento dos próprios serviços de saúde pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania. A proposta do PS, por seu turno, é bem diferente: reforço das políticas sociais, qualificação e modernização dos serviços públicos, investimento no combate à pobreza e na redução das desigualdades. E os portugueses sabem que esta proposta do PS dá seguimento aquela que foi a sua prática no Governo: criámos o complemento solidário que já beneficia mais de 200 mil idosos, criámos a rede de cuidados continuados, reforçámos o investimento nos equipamentos sociais, criámos o abono pré-natal, aumentámos o abono de família, alargámos a acção social escolar, aumentámos o salário mínimo.

——-Mais uma vez as famosas políticas sociais. Se o investimento seleccionado fosse a política social estariam bem melhor os que as usufruem e não as elites financeiras e económicas. Fala de Serviço Nacional de saúde mas esquece que hoje mais Portugueses não dispõem de médico de famílía e a famosa gratuitidade dos serviços já foi. Qualificação sim, mas não da forma como se está a desenrolar visto ser um embuste total.

No entanto apresenta uma novidade, uma conta de 200 € aos recém nascidos. Quem lucra? Os bancos. Isto não é ajudar os que necessitam mas o seu oposto.

heidrich1

E que não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder. Mas nesta escolha decisiva que está diante dos portugueses, o PS está, creio, do lado certo, que é também o lado da acção e do futuro: propõe uma atitude de iniciativa, preconiza o investimento público para a modernização do País e defende o Estado Social para reduzir as desigualdades e promover oportunidades para todos.

——– Novamente o choradinho. Ou votam em nós ou o País afunda-se. Um velha receita para ganhar votos por meio do medo. Esta receita utilizado desde o 25 de Abril serviu para manter um classe política a engordar a si e aos seus amigos estabelecendo ligações com agentes económicos, como se tem visto. A promiscuidade entre a classe política que nos governou nestes trinta anos com as elites económicas é assombroso.

Por isso devemos escorraçar estes senhores dos locais onde se encontram de modo a que Portugal possa ter futuro, caso contrário e brevemente estaremos sem condenado ao fracasso.

É altura de não termos medo e votarmos em consciência e não pelo medo ou pela cabeça dos opinadores políticos que nos entram pela casa e tentam influenciar a nossa decisão. O que pretendem os partidos do poder? Manter o poder, os tachos, os negócios. Esta máfia política tem de ser exterminada.

Basta!

Eu já decidi.


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Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 05/06 – Aspartame

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

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Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 04

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

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Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 03

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

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Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 01

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 11

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

obama-brainThe Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

http://www.prisionplanet.com
http://www.infowars.com

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 10

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

obama-brainThe Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 9

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

The Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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ESQUERDA.NET | Off-shores, Pinochet e Espírito Santo

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Ricardo Salgado ficou irritado com a proposta do Bloco para levantar o sigilo bancário. E quando pediu uma amnistia fiscal para os off-shores, só o Bloco lhe fez frente. Neste vídeo, o esquerda.net mostra como o Grupo Espírito Santo, através dos seus bancos em Miami e no off-shore nas Ilhas Caimão, protegeu durante mais de oito anos o dinheiro roubado ao povo chileno pela ditadura de Pinochet. E revela a acção judicial que a justiça chilena interpôs em Março de 2009 contra o BES num tribunal da Florida para reaver os cerca de 4 milhões de dólares que passaram pelas contas do BES. Ricardo Salgado diz que não é nada com ele, mas o relatório do Senado norte-americano desmente o banqueiro. Leia-o aqui: http://www.esquerda.net/media/relatoriopinochet _us.pdf


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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 3

A Mentira de Obama (The Obama Deception) 4

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The Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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Zeitgeist Addendum (Legendado) 12/12

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Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora


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Zeitgeist Addendum (Legendado) 11/12

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Site Oficial do documentario:
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Site Oficial do Projeto Venus:
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Site do Zeitgeist Moviment:
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Zeitgeist Addendum (Legendado) 9-10/12


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Site Oficial do documentario:
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Site do Zeitgeist Moviment:
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