Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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EUA a caminho da recessão

As Nações Unidas estimam que o PIB mundial crescerá menos em 2011 e 2012 do que em 2010. Paul Krugman fala que vivemos uma “fase inicial de uma terceira depressão nos Estados Unidos”.

A economia mundial vai crescer em 2011 apenas 3,1% e em 2012 um pouco mais, 3,5%, taxas de crescimento anuais inferiores ao crescimento verificado em 2010 que se terá cifrado em 3,6%.

O que esta sucessão significa é que a economia mundial vai abrandar. E pode até ficar muito mais abaixo: o crescimento pode sofrer reveses e descer abaixo de 2%! Quem o diz hoje são as Nações Unidas, que divulgaram o seu relatório sobre a situação e perspetivas para a economia mundial em 2011.

Este abrandamento é derivado de dois fatores: a permanência de problemas estruturais nas economias desenvolvidas que impedem uma descolagem económica efetiva e o abrandamento também nos países em desenvolvimento e economias emergentes que crescerão apenas 6% entre 2011 e 2012 abaixo dos 7% de 2010.

Um ponto percentual a menos no crescimento do mundo em desenvolvimento e emergente tem um efeito dominó no PIB mundial, pois desde o 4º trimestre de 2009 que essa parte do globo contribui com mais de 50% da expansão da economia mundial.

A ONU admite inclusive que uma nova recessão poderá bater à porta da Europa, Estados Unidos e Japão.

Facilitismo monetário e estagflação

O pessimismo, entretanto, regressou à academia americana. Ronald McKinnon, da Universidade de Stanford, afirma que a economia da primeira potência mundial já entrou em estagflação, o palavrão de economês que significa que a economia vive uma mistura de estagnação económica com inflação e alto desemprego.

McKinnon salienta que o índice de preços dos produtos acabados – excluindo serviços e preços da habitação – aumentou 6,8% em abril e que o desemprego atingiu os 9%. O professor de Standard alertou para um padrão similar ao dos anos 1970: “A estagflação derivou de uma política monetária facilitista conjugada com tentativas de desvalorizar o dólar, o que levou à saída massiva de dinheiro quente que desestabilizou os sistemas monetários dos parceiros comerciais da América. Ainda que a estagflação de hoje não seja idêntica, as parecenças são chocantes”.

Krugmam: uma terceira longa depressão

Paul Krugman vai mesmo mais longe. “Temo que estejamos a viver a fase inicial de uma terceira depressão”, afirma o professor de Princeton, esta semana, na sua coluna “The Conscience of a Liberal” publicada no The New York Times.

O Nobel de Economia alvitra que poderemos estar a atravessar um período similar ao da longa depressão do século XIX, entremeado por alguns períodos de retoma que nunca conseguiram reparar o estrago inicial e que acabaram em recaídas.

Krugmam cita o economista Brad DeLong, da Universidade de Berkeley, que escreveu, esta semana, um post sugestivamente intitulado: “Time to Panic”. A razão do pânico nos Estados Unidos: não houve fecho do fosso (entre o crescimento real efetivo e o crescimento potencial) nos últimos seis trimestres desde o final de 2009, depois de uma recuperação desde o pico da recessão em 2008.


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Bayer Exposed ( HIV Contaminated Vaccine )

[Video] Bayer Sells AIDS-Infected Drug Banned in U.S. in Europe, Asia – Unearthed documents show that the drug company Bayer sold millions of dollars worth of an injectable blood-clotting medicine — Factor VIII concentrate, intended for hemophiliacs — to Asian, Latin American, and some European countries in the mid-1980s, although they knew that it was tainted with AIDS. Bayer knew about the fact that the drug was tainted and told the FDA to keep things under wraps while they made a profit off of a drug that infected its patients. If these allegations are true, then both Bayer and the FDA are at fault for this catastrophe. FDA regulators helped to keep the continued sales hidden, asking the company that the problem be ”quietly solved without alerting the Congress, the medical community and the public,” according to the minutes of a 1985 meeting

octomedia

Vaccine Information and Awareness sites:

http://thinktwice.com/

http://www.vaclib.org/


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“Número 2″ do Vaticano tentou abafar escândalo de abuso a 200 crianças surdas

Documentos divulgados hoje pelo semanário alemão Die Zeit indicam que foi o atual “número dois” do Vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone, que tentou abafar o escândalo de um padre acusado de abusar de mais de 200 crianças surdas.

O jornal alemão, que reproduz documentos do Vaticano, identifica o atual secretário de Estado da Santa Sé e amigo pessoal do Papa Bento XVI como a pessoa que desempenhou o papel chave na travagem do esclarecimento daquele escândalo, o que diverge dos documentos divulgados pelo jornal norte-americano The New York Times.

Por ocasião de uma reunião de crise convocada em 1998 no Vaticano, devido ao caso do padre Murphy, acusado de ter abusado de mais de 200 crianças surdas numa escola do estado do Wisconsin, no Norte dos Estados Unidos da América, Bertone levantou numerosos obstáculos à “eventualidade de um processo” no seio da Igreja, segundo a ata da sessão.

Em particular, destacou a “dificuldade imanente do processo no caso de tal crime, que deve ser tratado no segredo mais absoluto”, ainda segundo este documento.

Para o cardeal, também seria difícil arranjar testemunhos e obter provas “sem alargar o escândalo”.

Acrescentou ainda que “os direitos extensos da defesa” em vigor nos EUA e “as dificuldades que poderiam resultar do processo” seriam problemáticos.

Pretendeu, assim, “evitar um escândalo ao seu chefe”, o cardeal Ratzinger, que dirigia então a Congregação para a Doutrina da Fé, o que fez entre 1981 e 2005, adianta o Die Zeit.

Os documentos obtidos pelo The New York Times indicam outra versão: a de que o atual Papa Bento XVI cobriu as ações do padre Lawrence C. Murphy, acusado de ter abusado de 200 crianças surdas de uma escola de Milwaukee, onde trabalhou de 1950 a 1974.

Estes textos, mantidos secretos durante muito tempo, mencionam uma correspondência em 1996 entre o padre Murphy e o cardeal Joseph Ratzinger, com este ainda a ser alertado para o caso pelo arcebispo do Wisconsin, que lhe teria escrito duas cartas a esse respeito.

Um processo contra o padre Murphy à porta fechada, em tribunal eclesiástico, foi evitado depois de uma carta deste ao cardeal Ratzinger a pedir-lhe que não o fizesse, segundo o diário nova-iorquino.

O Vaticano defendeu a ação do atual Papa Bento XVI, sublinhando que só fora informado muito tarde, quando o padre Murphy estava velho e doente.

SIC NOTÍCIAS


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Wikileaks reveals video showing US air crew shooting down Iraqi civilians

Footage of July 2007 attack made public as Pentagon identifies website as threat to national security

Chris McGreal in Washington

Namir Noor-Eldeen, the photographer killed in the Baghdad air strike. (Photo: Khalid Mohammed/AP)

A secret video showing US air crew falsely claiming to have encountered a firefight in Baghdad and then laughing at the dead after launching an air strike that killed a dozen people, including two Iraqis working for Reuters news agency, was revealed by Wikileaks today.

The footage of the July 2007 attack was made public in a move that will further anger the Pentagon, which has drawn up a report identifying the whistleblower website as a threat to national security. The US defence department was embarrassed when that confidential report appeared on the Wikileaks site last month alongside a slew of military documents.

Video Clip

The release of the video from Baghdad also comes shortly after the US military admitted that its special forces attempted to cover up the killings of three Afghan women in a raid in February by digging the bullets out of their bodies.

The newly released video of the Baghdad attacks was recorded on one of two Apache helicopters hunting for insurgents on 12 July 2007. Among the dead were a 22-year-old Reuters photographer, Namir Noor-Eldeen, and his driver, Saeed Chmagh, 40. The Pentagon blocked an attempt by Reuters to obtain the video through a freedom of information request. Wikileaks director Julian Assange said his organisation had to break through encryption by the military to view it.

In the recording, the helicopter crews can be heard discussing the scene on the street below. One American claims to have spotted six people with AK-47s and one with a rocket-propelled grenade. It is unclear if some of the men are armed but Noor-Eldeen can be seen with a camera. Chmagh is talking on his mobile phone.

One of the helicopter crew is then heard saying that one of the group is shooting. But the video shows there is no shooting or even pointing of weapons. The men are standing around, apparently unperturbed.

The lead helicopter, using the moniker Crazyhorse, opens fire. “Hahaha. I hit ‘em,” shouts one of the American crew. Another responds a little later: “Oh yeah, look at those dead bastards.”

One of the men on the ground, believed to be Chmagh, is seen wounded and trying to crawl to safety. One of the helicopter crew is heard wishing for the man to reach for a gun, even though there is none visible nearby, so he has the pretext for opening fire: “All you gotta do is pick up a weapon.” A van draws up next to the wounded man and Iraqis climb out. They are unarmed and start to carry the victim to the vehicle in what would appear to be an attempt to get him to hospital. One of the helicopters opens fire with armour-piercing shells. “Look at that. Right through the windshield,” says one of the crew. Another responds with a laugh.

Sitting behind the windscreen were two children who were wounded.

After ground forces arrive and the children are discovered, the American air crew blame the Iraqis. “Well it’s their fault for bringing kids in to a battle,” says one. “That’s right,” says another.

Initially the US military said that all the dead were insurgents. Then it claimed the helicopters reacted to an active firefight. Assange said that the video demonstrated that neither claim was true.

“Why would anyone be so relaxed with two Apaches if someone was carrying an RPG and that person was an enemy of the United States?” he said. “The behaviour of the pilots is like a computer game. When Saeed is crawling, clearly unable to do anything, their response is: come on buddy, we want to kill you, just pick up a weapon … It appears to be a desire to get a higher score, or a higher number of kills.”

Wikileaks says it will shortly release a second secret US military video showing the deaths of civilians in an attack in Afghanistan. The Pentagon has been seeking ways to prevent classified material appearing on Wikileaks, including through “criminal sanctions”. Wikileaks has made public classified US army reports on weapons, military units and battle strategy in Iraq and Afghanistan.

The Pentagon report, reflecting the depth of paranoia about where Wikileaks is obtaining its material, speculates that the CIA may be responsible. But perhaps most embarrassing leak for the US defence department was that of the 2008 report itself which appeared on the Wikileaks site last month.

Category: US-NATO, HR Violations

RAWA NEWS


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Why Does the MSM Ignore Al Gore’s ‘Global Warming’ Million$?

In yet another case of willful blindness, our formerly august mainstream media all but ignores Al Gore’s global warming millions. Their secular saint, Prophet Al, has become a very rich man off his global warming “science.”  Yet, whenever he is interviewed by those virtuous paragons among the media elite, you’ll hear nary a peep on the fact that Prophet Al stands to become the “World’s First Carbon Billionaire,” if and when governments – especially ours – enact the cap and trade legislation, of which Mr. Gore is the most vociferous proponent.

The lying hypocrisy of it is just too much for an honest person to bear.

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Mr. Gore has, in effect, declared economic war on the middle-class American family through his global warming faux science.  The Congressional Budget Office has estimated that the cap and trade legislation, which passed the House last year, will cost the average American family $890 per year.  But the conservative Heritage Foundation immediately challenged this figure.  Using a more inclusive analysis, Heritage raised the estimate to at least $1,870 per year.

Heritage also took the trouble – on behalf of American families – to take into account the larger picture, significant details completely ignored in the CBO’s accounting:

It is also worth noting that, of the 24 years analyzed by The Heritage Foundation’s Center for Data Analysis (CDA), 2020 had the second lowest GDP loss. Furthermore, the CDA found that for all years the average GDP loss was $393 billion, or over double the 2020 hit. In 2035 (the last year analyzed by Heritage) the inflation adjusted GDP loss works out to $6,790 per family of four–and that is before they pay their $4,600 share of the carbon taxes. The negative economic impacts accumulate, and the national debt is no exception. The increase in family-of-four debt, solely because of Waxman-Markey, hits an astounding $114,915 by 2035.

The bottom line here is that Al Gore is nothing higher on the moral scale than a war profiteer or as Investors Business Daily has called him, a “green Ponzi scheme” scammer.  When Gore provided his star-witness testimony in the House last year on cap and trade, Representative Marsha Blackburn (R-TN) queried him on the millions he stands to make off the legislation.  Gore responded that he was merely “putting my money where my mouth is.”

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To which IBD scornfully added:

Perhaps, but at the same time he is advocating policies based on junk science that, while he enriches himself, will devastate the American economy, causing huge losses in jobs, economic growth and GDP.

The American consumer and taxpayer are on the wrong end of his green Ponzi scheme. Somewhere, Bernie Madoff is smiling.

Just to provide the hopelessly ignorant (or willfully blind) MSM with a bit of recap on Gore’s climate war profiteering, it might be useful to remind them of a few easily obtainable facts regarding our former VP, Prophet Al.

When Al Gore left the VP office, he reported a net worth somewhere between one and two million dollars.  Currently his net worth is estimated in the hundreds of millions.

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In 2004, Al Gore co-founded with former campaign manager, David Blood (also formerly with Goldman Sachs), an investment fund aimed at profiting from business and government initiatives to stop “global warming.”  They affectionately call their venture:  “Blood and Gore.”  It’s real name is Generation Investment Management (GIM).  GIM has its home base in London and lists a host of mega-corporations as investors, among them, Aflac, GE, Staples, SYSCO, UBS, Waters Corp. and Whole Foods.  This is not the sort of venture capitalist scheme with which your ordinary American family could become a shareholder.

In 2006, Al Gore came out with his Oscar-chosen movie, “An Inconvenient Truth.”  Due to the movie’s consequent hyping by an enthralled media, Mr. Gore’s “documentary” has grossed over $24 million in the U.S. and over $49 million worldwide, making it the fifth-highest-grossing documentary in the U.S. to date, (from 1982 to the present).  Yet, in 2007, the U.K.’s High Court found that the film was both “biased” and “alarmist” and noted nine specific “scientific” claims, which were at best unfounded and at worst outright lies.  To be shown in British schools, the High Court ruled, would require tedious instruction to students on the errors and bias contained in the film.

The British ruling was widely ignored by the MSM this side of the big pond, however, and the movie continues to be shown to unsuspecting students in government schools and universities nationwide – with no disclaimers whatsoever.

Interestingly, one of the film’s claims which was noted as unsubstantiated by Britain’s High Court was the recently debunked.  Mr. Gore’s assertion that the disappearance of snow on Mount Kilimanjaro in East Africa was expressly attributable to global warming has been found unscientific and based on faulty research.

None of Mr. Gore’s newly demonstrated scientific errors should really come as any surprise, however (after all, the man flunked out of divinity school).  As noted by the Washington Post in this 2000 article on Gore’s lackluster college transcripts, the media-heralded scientific genius — Prophet Al — spent his entire tenure at Harvard avoiding all courses in mathematics and logic.  The two science courses he had to take, Natural Science in his sophomore and senior years, he managed to receive a D and a C+ respectively.  Gore’s college science performance was easily predictable, however, as his high school transcripts showed that the only courses in which Mr. Gore scored A’s were in art and religious studies.

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The MSM is so enthralled with Mr. Gore and his single-handed quest to save mankind from itself that they ignore every salient fact regarding not only the scientific sham, but every detail about the man himself, including his anything-but-sterling scientific background.  Add to that shameful sycophancy their enabling of the man to bank multi-millions while he scams the public and the MSM becomes no less than an unindicted co-conspirator in Gore’s war on Western economies.

When Mr. Gore makes wild claims, which are later debunked by truly scientifically minded folks, the MSM is AWOL.  When Mr. Gore blithely insisted recently on NBC’s Tonight Show that the “interior of the earth is extremely hot, several million degrees, and the crust of the earth is hot …,” neither the host nor the media elite know enough about science to even question his authority.  When Mr. Gore belittled critics on the cost to American families of his cap-and-trade Ponzi scheme to ex-cheerleader-turned- anchorwoman, perky Katie Couric, she was so ignorant that she did not even question his recitation of accepted dogma.

Poppycock peddlers are found in every generation, but Al Gore’s get-rich-off-unsuspecting citizens is definitely a cake-taker in this lot of scoundrels.  And for the love of Pete, one would think that any self-respecting journalist would go after him with at least the zeal they show in examining Sarah Palin’s hand.

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Moral compass?  The MSM does not seem to own a single working one among their entire lot of overpaid, under-worked scalawags.  In allowing Al Gore to continue his green Ponzi scheme unobstructed, they prove they are all birds of a feather and have lost all credibility.


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FIRST CHINA, HAITI AND NOW CHILE HAARP AND EARTHQUAKE


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CIA utilizou franceses como cobaias

Um fenómeno sem explicação ocorreu em Pont-Saint-Esprit, uma pequena localidade a sul de França em 1951. De repente, cinco pessoas morreram misteriosamente, dezenas foram internadas em hospícios e centenas sentiram-se mal. Agora alega-se que a CIA seria responsável pelos factos.

Acontecimentos bizarros como um homem que afirmou ser um avião e se atirou de uma janela no segundo andar, outro que assegurava que o seu coração lhe estava a fugir pelos pés ou outro que declarava que o seu umbigo estava a ser devorado por cobras, assolaram a pacata localidade a 16 de Dezembro de 1951.

O fenómeno assemelhava-se a uma intoxicação alimentar, só que, para além de vómitos e dores de cabeça, as pessoas demonstraram outros sintomas como loucura, alucinações e tentativas de suicídio.

Durante décadas atribuiu-se o fenómeno a um pão ‘amaldiçoado’, que teria sido envenenado por um padeiro local com bolor psicadélico ou mercúrio orgânico.

Agora um jornalista americano descobriu provas que sugerem que a CIA estaria por detrás do misterioso caso, tendo alterado a composição da comida local, com LSD, numa experiência para tentar controlar mentes, em plena Guerra Fria.

O governo francês já negou qualquer tipo de envolvimento no caso, remetendo para a CIA que ainda não se pronunciou.


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Terramoto pode ter sido provocado

O Mundo foi agitado nas últimas semanas com a notícia divulgada pelo jornal moscovita Pravda que cita a Frota Russa do Norte segundo a qual, o sismo que devastou o Haiti em 12 de Janeiro passado resultou do teste de uma das “armas de terramotos” da Marinha norte-americana. De acordo com a informação, o tremor de terra no Haiti estava inserido num diagrama de sucessão linear em relação aos terramotos denunciados que se produziram à mesma profundidade de 10 km na Venezuela (8 de Janeiro) e em Honduras (11 de Janeiro).

O presidente venezuelano Hugo Chávez, numa declaração pronunciada no mês passado, acusou os Estados Unidos de “brincarem aos deuses”, e denunciou a existência de uma arma capaz de provocar tremores de terra.

Segundo o jornal Pravda, a Frota Russa do Norte, comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” tem controlado os movimentos navais dos EUA no Caribe desde 2008.

O relatório compara as experiências de duas destas armas de terramotos com um teste realizado no Pacífico que causou um sismo de magnitude 6,5 na área em torno da cidade de Eureka, na Califórnia. Não se registaram vítimas.

A informação acrescenta que os norte-americanos “tinham conhecimento total” dos danos que poderiam ser causados e que, para tal, mandara avançar o general P.K.

Keen, Comandante Delegado do Comando Sul, para supervisionar na ilha os trabalhos de ajuda que fossem necessários.

Logo após o terramoto no Haiti, seguindo o relatório da marinha russa e o jornal Pravda, o Pentágono mandou preparar o navio-hospital USNS Confort para seguir para a sacrificada ilha.

O porta-aviões USS Carl Vinson foi enviado para a zona com a sua capacidade máxima de aviões e helicópteros. Chegou no dia 14 de Janeiro, dois dias depois da catástrofe.

No terreno, já operava há tempos a agência norte-americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) que, junto com o Comando Sul e o Departamento de Estado accionaram o envio de 10.000 soldados para “ajuda humanitária” e controlo do país que entrou em total ruptura administrativa após o sismo.

O relatório russo afirma ainda que existe um plano dos EUA para destruição do Irão por intermédio de uma sucessão de sismos induzidos, com o objectivo de derrubar o regime islâmico local.

A harpa que nem os anjos tocam

A verdade é que, por muito que tudo pareça saído de um manual da guerra das estrelas em versão tenebrosa, existe, de facto, um projecto em desenvolvimento desde 1993 chamado HAARP (High Frequency Active Auroral Program), destinado a estudar a ionoesfera com base na radiofrequência induzida por hipocampos. Em linguagem corrente, o programa permite controlar o tempo, provocar terramotos, baralhar as telecomunicações mundiais, detectar e destruir mísseis.

O HAARP foi fundado pela Força Aérea e Marinha dos Estados Unidos, pela Universidade do Alasca e pela DARPA (Agência de Projectos de Pesquisa Avançada de Defesa).

Funciona num lugar recôndito do Alasca, em Gakona e, em 2008, custou 250 milhões de dólares.

Segundo dados oficiais, o HAARP estuda a forma como a ionoesfera afecta as comunicações via rádio.

Para mitigar os efeitos negativos, os cientistas desenvolvem meios de melhorar as comunicações e sistemas de navegação tanto sobre a terra como debaixo de água e no sub-solo.

Uma das aplicações pode ser mapear os conteúdos minerais no sub-solo da Terra assim como estudar o subsolo de países como o Irão e a Coreia do Norte.

O principal instrumento da estação no Alasca consiste num potentíssimo radiotransmissor de alta-frequência com um conjunto de 180 antenas que ocupam uma área de 13 hectares.

O sistema permite enviar sinais para a ionoesfera a uma altitude compreendida entre os 70 e os 350 km, conforme a frequência.

Militares afirmam que o HAARP pode facultar toda uma série de aplicações, desde descobrir petróleo, gás e depósitos minerais em largas áreas, a detectar aviões e mísseis de cruzeiro, tornando obsoletas as outras tecnologias.

Em curto, o HAARP substitui com menos custos, as comunicações submarinas, substitui o sistema de radar sobre o horizonte, fornece meios para apagar as comunicações numa área extremamente larga, ao mesmo tempo que mantém as próprias comunicações dos militares, penetra na terra para controlar instalações subterrâneas de armas nucleares.

Grande controvérsia

São tudo boas ideias para ajustar o patriótico sentido de defesa nacional (norte-americana), para além de serem bem mais económicas. Isto é o que dizem as informações do próprio HAARP. O que não dizem, pode ser verdadeiramente alarmante. Mais: os efeitos de uma utilização menos “responsável” destes poderes sobre o escudo natural da Terra que é a ionosfera, pode ser cataclísmico, segundo alguns cientistas.

Um fundador do movimento contra o HAARP, Clare Zickuhr diz: “Os militares vão dar um grande pontapé na ionosfera e vão ficar a ver o que vai acontecer”. Acontece que os militares não sabem esclarecer exactamente o que pode acontecer com experiências de utilização de imensos níveis de energia. O projecto tem sido alvo de muitas teorias da conspiração.

Muitos críticos apontam objectivos escondidos: provocar um poderoso raio da morte, ser uma fonte alternativa de energia, ser um sistema de defesa anti-míssil, ser uma arma de controlo da mente.

A rádio iraniana, além de apoiar a teoria de que o sismo do Haiti foi provocado, acrescenta que o HAARP criou um tempo extraordinariamente frio para evitar acções contra o aquecimento global.

A própria Duma (Parlamento da Rússia) produziu uma violenta denuncia contra o HAARP em 2002 ao acusar os Estados Unidos de “ter criado armas geofísicas integrais capazes de influenciar a Terra com ondas de rádio de alta frequência”.

Cientistas independentes como Begich e Manning afirmam que assaltos ao céu do tipo do HAARP, com os seus imprevistos efeitos, “podem ser um acto de vandalismo global”.

Os haitianos, o primeiro povo negro a tornar-se independente e livre, preocupados em simplesmente sobreviver, nunca saberão se o sismo que lhes levou familiares e bens foi natural ou provocado.

Helder de Sousa


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THE GLOBAL FINANCIAL CRISIS — Michel Chossudovsky Jan 2009, Montreal

LECTURE: THE GLOBAL FINANCIAL CRISIS — The Great Depression of the 21st Century with Michel Chossudovsky Causes and consequences of the financial meltdown; The speculative onslaught; Financial fraud and the “bank bailouts”; Bankruptcy of the real economy; Impacts on employment, wages and social services; Towards a spiralling public debt; The economic crisis and its relationship to the Middle East war; The centralization of corporate power; The concentration of wealth; The globalization of poverty. What are the policy alternatives?


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EUA e UE negoceiam secretamente corte de Internet a piratas

Pirataria-1.jpg image by techpolls

Os EUA e a União Europeia reuniram-se secretamente para discutir medidas de combate à pirataria. No encontro, os EUA lançaram um duplo alerta às empresas que fornecem os acessos à Internet (os ISP): ou colaboram com as autoridades e impedem que os piratas acedam à Net ou podem vir a ser co-responsabilizados pelas acções de pirataria, avança o site «Numerama», que revela uma negociação secreta entre EUA e a União Europeia.

Que acordo será este? Chama-se «Anti-Counterfeiting Trade Agreement» (ACTA) e nele os EUA propõem que o corte de acesso à Net seja efectuado depois de as autoridades judiciais serem consultadas.

Embora tivessem um carácter secreto, as negociações entre os mais de 40 países que participaram no encontro, realizado no México, foram alvo de uma fuga de informação na Internet.

A preocupação com a pirataria digital tem motivado a procura de um consenso e de uma uniformização de práticas de luta contra a pirataria, na Internet.

Para já, ainda não há certezas quanto a uma lei de definitiva aplicação geral, mas as negociações do ACTA deverão recomeçar dentro de dois meses.


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Simon Johnson: Goldman Is About To Be Blacklisted And Possibly Banned In Europe

MIT professor Simon Johnson raises some provocative scenarios in regards to Goldman’s participation in Greece’s scheme to obfuscate its debt levels.

In particular, he expects a full audit of the company, and perhaps some kind of ban:

If the Federal Reserve were an effective supervisor, it would have the political will sufficient to determine that Goldman Sachs has not been acting in accordance with its banking license.  But any meaningful action from this direction seems unlikely.

Instead, Goldman will probably be blacklisted from working with eurozone governments for the foreseeable future; as was the case with Salomon Brothers 20 years ago, Goldman may be on its way to be banned from some government securities markets altogether.  If it is to be allowed back into this arena, it will have to address the inherent conflicts of interest between advising a government on how to put (deceptive levels of) lipstick on a pig and cajoling investors into buying livestock at inflated prices.

And the US government, at the highest levels, has to ask a fundamental question: For how long does it wish to be intimately associated with Goldman Sachs and this kind of destabilizing action?  What is the priority here - a sustainable recovery and a viable financial system, or one particular set of investment bankers?


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Goldman Sachs is Controlling USA Government – Are we Now an Oligarchy?

Is our Republic for and by the people gone? Has it been replaced by a Republic for and by Goldman Sachs? Liberals cried about this happening when Bush was President, but now they are silent. Why? Could it be that their man can do no wrong? Or perhaps they are fine with it as long as they believe that there will be liberal influences on these companies to carry out their liberal agenda.

Here’s what a delusional liberal thought about this issue back in November.

November 4, 2008
“What is an alagarky?
Nothing. The word that I had trouble spelling is Oligarchy.

But what is that? It is a government where power is controlled by a small elite group of people (Usually rich). Well today I believe that we are getting rid of ours. No longer will our government be controlled by the rich. Why? Because of the $10 and $25 dollar donations that fueled the Obama campaign.

Now I know you might be saying “Oh, but he got Wall Street money etc…” Well yes he did, but do you think he would have raised record SHATTERING funds without the full support of the American people giving whatever they could? He will be the first president in a while that will be going into the Oval office for the people, assuming he wins which is a foregone conclusion.

So celebrate the freeing of our bonds from the Alagorky? Elegarkie? Alagarkie? Whatever, the people have finally thrown those rich bastards out of office! Power to us!”
Here’s the blog in case you want to comment on it: http://billionspolitics.blogspot.com/…

So as you see, the liberals have been duped by Obama, just like we were duped by Bush. Like I wrote on my page six moths ago, the rights that one of them doesn’t take away, the other one will, until liberty is dead; they play us like fools. When we start to catch on to the republicans and their crooked ways, they just put the democrats in charge so that we, the country as a whole, think that we have voted in change, when in fact nothing really changes.

Now I do understand that conservatives are ten times better than liberals, but the fact of the matter is that they have not stopped the march towards corporatism/statism in the least, and now with Obama in charge, we are going full throttle ahead, and I see nothing that will stop us.

So if what I think is going to happen happens, and the republicans take back control of our government in the next two elections, and then they do nothing to put the brakes on drastically, then that is that, you can kiss your Republic goodbye.
jbranstetter04


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Agências de Rating: A Goldman Sachs permitiu ocultar crise grega



Wall Street agravou crise da Grécia
Tácticas utilizadas por Wall Street, como as que fomentaram a crise das subprime nos Estados Unidos, contribuíram para agravar a crise na Grécia e prejudicaram o euro, garantiu o The New York Times

O diário, baseando-se em entrevistas, relatórios e documentos a que teve acesso, noticia que no caso da Grécia, Atenas incorreu durante uma década, com a ajuda de Wall Street, em práticas que lhe permitiram iludir os limites da dívida estabelecidos por Bruxelas.

Concretamente, uma transacção promovida pelo banco de investimento Goldman Sachs permitiu à Grécia ocultar às autoridades supervisoras de Bruxelas uma dívida de milhares de milhões de euros, refere o jornal.

Mesmo quando a crise fiscal da Grécia estava no ponto máximo, numa situação sem retorno, bancos de Wall Street procuravam mecanismos para ajudar aquele país a evitar perguntas incómodas da parte de Bruxelas e dos Estados da zona euro.

De facto, em princípios de Novembro, três meses antes de Atenas se transformar no epicentro da preocupação global devido à má situação das suas contas públicas, uma equipa do Goldman Sachs chegou à capital grega levando uma proposta «muito moderna» para governos com problemas em fazer frente aos seus gastos, de acordo com duas pessoas que foram informadas do encontro, noticia o New York Times.

Os banqueiros, liderados pelo presidente do Goldman, Gary Cohn, ofereceram à Grécia um produto financeiro que permitiria ao país redistribuir parte da dívida do sistema de Saúde, de forma a só ter de a enfrentar muito mais tarde.

O New York Times compara este método ao aplicado por cidadãos com problemas económicos que hipotecam as casas para poder pagar as contas dos cartões de crédito.

A táctica sugerida pelo Goldman já tinha funcionado em 2001, pouco depois da Grécia ter sido aceite na zona euro. Na altura, o banco apresentou uma estratégia segundo a qual Atenas pode tomar de empréstimo milhares de milhões de euros, sem ultrapassar os limites fixados por Bruxelas, destaca o jornal de Nova Iorque.

A transacção, que não veio a público porque foi qualificada como uma intermediação de divisas e não como um empréstimo, permitiu à Grécia as normas de Bruxelas, continuando a gastar mais do que tinha, adianta o diário.

Atenas não aceitou a última proposta do Goldman, mas face à crise de credibilidade da Grécia devido à má situação das suas contas públicas, o papel de Wall Street no «mais recente drama financeiro mundial» suscita questões sérias, na opinião do jornal.

Tal como na crise das subprime (hipotecas de alto risco) nos Estados Unidos e o colapso e posterior resgate da seguradora American International Group (AIG), produtos financeiros tiveram um papel fundamental na fase prévia da crise da dívida da Grécia, recorda o diário.

Instrumentos desenvolvidos por Goldman, JPMorgan Chase e outros bancos permitiram a Governos europeus ocultar os empréstimos adicionais que faziam, como aconteceu na Grécia e Itália e provavelmente em outros países, escreve ainda o New York Times.


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Climategate U-turn as scientist at centre of row admits: There has been no global warming since 1995

  • Data for vital ‘hockey stick graph’ has gone missing
  • There has been no global warming since 1995
  • Warming periods have happened before – but NOT due to man-made changes

Data: Professor Phil Jones admitted his record keeping is ‘not as good as it should be’

Professor Phil Jones

The academic at the centre of the ‘Climategate’ affair, whose raw data is crucial to the theory of climate change, has admitted that he has trouble ‘keeping track’ of the information.

Colleagues say that the reason Professor Phil Jones has refused Freedom of Information requests is that he may have actually lost the relevant papers.

Professor Jones told the BBC yesterday there was truth in the observations of colleagues that he lacked organisational skills, that his office was swamped with piles of paper and that his record keeping is ‘not as good as it should be’.

The data is crucial to the famous ‘hockey stick graph’ used by climate change advocates to support the theory.

Professor Jones also conceded the possibility that the world was warmer in medieval times than now – suggesting global warming may not be a man-made phenomenon.

And he said that for the past 15 years there has been no ‘statistically significant’ warming.

The admissions will be seized on by sceptics as fresh evidence that there are serious flaws at the heart of the science of climate change and the orthodoxy that recent rises in temperature are largely man-made.

Professor Jones has been in the spotlight since he stepped down as director of the University of East Anglia’s Climatic Research Unit after the leaking of emails that sceptics claim show scientists were manipulating data.

The raw data, collected from hundreds of weather stations around the world and analysed by his unit, has been used for years to bolster efforts by the United Nation’s Intergovernmental Panel on Climate Change to press governments to cut carbon dioxide emissions.

Following the leak of the emails, Professor Jones has been accused of ‘scientific fraud’ for allegedly deliberately suppressing information and refusing to share vital data with critics.

Discussing the interview, the BBC’s environmental analyst Roger Harrabin said he had spoken to colleagues of Professor Jones who had told him that his strengths included integrity and doggedness but not record-keeping and office tidying.

Mr Harrabin, who conducted the interview for the BBC’s website, said the professor had been collating tens of thousands of pieces of data from around the world to produce a coherent record of temperature change.

That material has been used to produce the ‘hockey stick graph’ which is relatively flat for centuries before rising steeply in recent decades.

According to Mr Harrabin, colleagues of Professor Jones said ‘his office is piled high with paper, fragments from over the years, tens of thousands of pieces of paper, and they suspect what happened was he took in the raw data to a central database and then let the pieces of paper go because he never realised that 20 years later he would be held to account over them’.

Asked by Mr Harrabin about these issues, Professor Jones admitted the lack of organisation in the system had contributed to his reluctance to share data with critics, which he regretted.

But he denied he had cheated over the data or unfairly influenced the scientific process, and said he still believed recent temperature rises were predominantly man-made.

Asked about whether he lost track of data, Professor Jones said: ‘There is some truth in that. We do have a trail of where the weather stations have come from but it’s probably not as good as it should be.

‘There’s a continual updating of the dataset. Keeping track of everything is difficult. Some countries will do lots of checking on their data then issue improved data, so it can be very difficult. We have improved but we have to improve more.’

He also agreed that there had been two periods which experienced similar warming, from 1910 to 1940 and from 1975 to 1998, but said these could be explained by natural phenomena whereas more recent warming could not.

He further admitted that in the last 15 years there had been no ‘statistically significant’ warming, although he argued this was a blip rather than the long-term trend.

And he said that the debate over whether the world could have been even warmer than now during the medieval period, when there is evidence of high temperatures in northern countries, was far from settled.

Sceptics believe there is strong evidence that the world was warmer between about 800 and 1300 AD than now because of evidence of high temperatures in northern countries.

But climate change advocates have dismissed this as false or only applying to the northern part of the world.

Professor Jones departed from this consensus when he said: ‘There is much debate over whether the Medieval Warm Period was global in extent or not. The MWP is most clearly expressed in parts of North America, the North Atlantic and Europe and parts of Asia.

‘For it to be global in extent, the MWP would need to be seen clearly in more records from the tropical regions and the Southern hemisphere. There are very few palaeoclimatic records for these latter two regions.

‘Of course, if the MWP was shown to be global in extent and as warm or warmer than today, then obviously the late 20th Century warmth would not be unprecedented. On the other hand, if the MWP was global, but was less warm than today, then the current warmth would be unprecedented.’

Sceptics said this was the first time a senior scientist working with the IPCC had admitted to the possibility that the Medieval Warming Period could have been global, and therefore the world could have been hotter then than now.

Professor Jones criticised those who complained he had not shared his data with them, saying they could always collate their own from publicly available material in the US. And he said the climate had not cooled ‘until recently – and then barely at all. The trend is a warming trend’.

Mr Harrabin told Radio 4’s Today programme that, despite the controversies, there still appeared to be no fundamental flaws in the majority scientific view that climate change was largely man-made.

But Dr Benny Pieser, director of the sceptical Global Warming Policy Foundation, said Professor Jones’s ‘excuses’ for his failure to share data were hollow as he had shared it with colleagues and ‘mates’.

He said that until all the data was released, sceptics could not test it to see if it supported the conclusions claimed by climate change advocates.

He added that the professor’s concessions over medieval warming were ‘significant’ because they were his first public admission that the science was not settled.


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A Greek crisis is coming to America

By Niall Ferguson

Pinn illustration

It began in Athens. It is spreading to Lisbon and Madrid. But it would be a grave mistake to assume that the sovereign debt crisis that is unfolding will remain confined to the weaker eurozone economies. For this is more than just a Mediterranean problem with a farmyard acronym. It is a fiscal crisis of the western world. Its ramifications are far more profound than most investors currently appreciate.

There is of course a distinctive feature to the eurozone crisis. Because of the way the European Monetary Union was designed, there is in fact no mechanism for a bail-out of the Greek government by the European Union, other member states or the European Central Bank (articles 123 and 125 of the Lisbon treaty). True, Article 122 may be invoked by the European Council to assist a member state that is “seriously threatened with severe difficulties caused by natural disasters or exceptional occurrences beyond its control”, but at this point nobody wants to pretend that Greece’s yawning deficit was an act of God. Nor is there a way for Greece to devalue its currency, as it would have done in the pre-EMU days of the drachma. There is not even a mechanism for Greece to leave the eurozone.

That leaves just three possibilities: one of the most excruciating fiscal squeezes in modern European history – reducing the deficit from 13 per cent to 3 per cent of gross domestic product within just three years; outright default on all or part of the Greek government’s debt; or (most likely, as signalled by German officials on Wednesday) some kind of bail-out led by Berlin. Because none of these options is very appealing, and because any decision about Greece will have implications for Portugal, Spain and possibly others, it may take much horse-trading before one can be reached.

Yet the idiosyncrasies of the eurozone should not distract us from the general nature of the fiscal crisis that is now afflicting most western economies. Call it the fractal geometry of debt: the problem is essentially the same from Iceland to Ireland to Britain to the US. It just comes in widely differing sizes.

What we in the western world are about to learn is that there is no such thing as a Keynesian free lunch. Deficits did not “save” us half so much as monetary policy – zero interest rates plus quantitative easing – did. First, the impact of government spending (the hallowed “multiplier”) has been much less than the proponents of stimulus hoped. Second, there is a good deal of “leakage” from open economies in a globalised world. Last, crucially, explosions of public debt incur bills that fall due much sooner than we expect

For the world’s biggest economy, the US, the day of reckoning still seems reassuringly remote. The worse things get in the eurozone, the more the US dollar rallies as nervous investors park their cash in the “safe haven” of American government debt. This effect may persist for some months, just as the dollar and Treasuries rallied in the depths of the banking panic in late 2008.

Yet even a casual look at the fiscal position of the federal government (not to mention the states) makes a nonsense of the phrase “safe haven”. US government debt is a safe haven the way Pearl Harbor was a safe haven in 1941.

Even according to the White House’s new budget projections, the gross federal debt will exceed 100 per cent of GDP in just two years’ time. This year, like last year, the federal deficit will be around 10 per cent of GDP. The long-run projections of the Congressional Budget Office suggest that the US will never again run a balanced budget. That’s right, never.

The International Monetary Fund recently published estimates of the fiscal adjustments developed economies would need to make to restore fiscal stability over the decade ahead. Worst were Japan and the UK (a fiscal tightening of 13 per cent of GDP). Then came Ireland, Spain and Greece (9 per cent). And in sixth place? Step forward America, which would need to tighten fiscal policy by 8.8 per cent of GDP to satisfy the IMF.

Explosions of public debt hurt economies in the following way, as numerous empirical studies have shown. By raising fears of default and/or currency depreciation ahead of actual inflation, they push up real interest rates. Higher real rates, in turn, act as drag on growth, especially when the private sector is also heavily indebted – as is the case in most western economies, not least the US.

Although the US household savings rate has risen since the Great Recession began, it has not risen enough to absorb a trillion dollars of net Treasury issuance a year. Only two things have thus far stood between the US and higher bond yields: purchases of Treasuries (and mortgage-backed securities, which many sellers essentially swapped for Treasuries) by the Federal Reserve and reserve accumulation by the Chinese monetary authorities.

But now the Fed is phasing out such purchases and is expected to wind up quantitative easing. Meanwhile, the Chinese have sharply reduced their purchases of Treasuries from around 47 per cent of new issuance in 2006 to 20 per cent in 2008 to an estimated 5 per cent last year. Small wonder Morgan Stanley assumes that 10-year yields will rise from around 3.5 per cent to 5.5 per cent this year. On a gross federal debt fast approaching $15,000bn, that implies up to $300bn of extra interest payments – and you get up there pretty quickly with the average maturity of the debt now below 50 months.

The Obama administration’s new budget blithely assumes real GDP growth of 3.6 per cent over the next five years, with inflation averaging 1.4 per cent. But with rising real rates, growth might well be lower. Under those circumstances, interest payments could soar as a share of federal revenue – from a tenth to a fifth to a quarter.

Last week Moody’s Investors Service warned that the triple A credit rating of the US should not be taken for granted. That warning recalls Larry Summers’ killer question (posed before he returned to government): “How long can the world’s biggest borrower remain the world’s biggest power?”

On reflection, it is appropriate that the fiscal crisis of the west has begun in Greece, the birthplace of western civilization. Soon it will cross the channel to Britain. But the key question is when that crisis will reach the last bastion of western power, on the other side of the Atlantic.

The writer is a contributing editor of the FT and author of ‘The Ascent of Money: A Financial History of the World‘


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O Mundo Segundo a Monsanto [Legendas pt-Br]

A Monsanto produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no mercado de sementes. Para ecologistas e movimentos sociais ligados a pequenos agricultores, a empresa é a encarnação do mal.
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Resultados de um trabalho de três anos de investigação da jornalista francesa Marie-Monique Robin, o livro Le Monde Selon Monsanto (O Mundo Segundo a Monsanto) e o documentário homônimo são um libelo contra os produtos e o lobby da multinacional.
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O trabalho cataloga ações da Monsanto para divulgar estudos científicos duvidosos de apoio às suas pesquisas e produtos, a exemplo do que fez por muitos anos a indústria do tabaco, relaciona a expansão dos grãos da empresa com suicídios de agricultores na Índia, rememora casos de contaminação pelo produto químico PCB e detalha as relações políticas da companhia que permitiram a liberação do plantio de transgênicos nos Estados Unidos.
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Em 2007, havia mais de 100 milhões de hectares plantados com sementes geneticamente modificadas, metade nos EUA e o restante em países emergentes como a Argentina, China e Brasil.
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CRÉDITOS:
Marie-Monique Robin autora do livro e diretora do filme.


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A Falsa Pandemia: empresas farmacêuticas lucraram com o pânico da gripe suína, afirma o chefe da Agência de Saúde Europeia

O surto de gripe suína era uma “falsa pandemia” movida por empresas de medicamentos que fizeram bilhões de libras através do pânico em todo o mundo, alegou um importante especialista europeu em saúde.

Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa, acusou os fabricantes de medicamentos e vacinas da gripe de influenciar a decisão da Organização Mundial de Saúde de declarar uma pandemia.

Isto levou a que as empresas farmacêuticas assegurassem “enormes lucros”, enquanto os países, incluindo o Reino Unido, “desperdiçaram” seus parcos orçamentos da saúde com milhões que estão sendo vacinados contra uma doença relativamente branda.

A resolução proposta pelo Dr. Wodarg pedindo uma investigação sobre o papel das empresas de droga foi aprovada pelo Conselho da Europa, o “senado” baseado em Estrasburgo que é responsável pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

Um debate de urgência sobre a questão será realizado ainda este mês.
As afirmações do Dr. Wodarg emergem no mesmo momento em que o governo britânico está tentando desesperadamente se livrar de 1 bilhão de libras em vacina da gripe suína, encomendadas na época do pânico.

O Departamento de Saúde britânico alertou que poderia haver até 65.000 mortes por causa da gripe suína, criou uma linha telefónica e site especial para aconselhamento, suspendeu as regras normais para drogas anti-gripe para que pudessem ser dadas sem receita médica e aconselhou às autoridades locais para se prepararem para uma pandemia grave.

Planeadores foram orientados a prepararem os necrotérios para uma grande número de mortes e houve alertas de que o Exército poderia ser chamado para evitar tumultos enquanto a população lutasse para obter drogas.

Mas com menos de 5.000 pessoas na Inglaterra contraindo a doença até a semana passada e apenas 251 mortes no total, Dr. Wodarg definiu o surto do H1N1 como “um dos maiores escândalos médicos do século”.

Ele afirmou: “O que tivemos foi uma gripe leve – e uma falsa pandemia.”

Ele acrescentou que as sementes do pânico foram semeadas cinco anos atrás, quando se temia que o vírus mais letal da gripe aviária poderia se transformar em uma forma humana.

O “clima de pânico” levou os governos a estocar o remédio anti-gripe Tamiflu e criando “contratos adormecido” para milhões de doses de vacina.
Dr Wodarg afirmou: “Os governos fecharam contratos com produtores de vacinas onde assegurariam as encomendas com antecedência e tomariam para si quase toda a responsabilidade.
“Desta forma, os produtores de vacinas teriam a certeza de enormes lucros sem qualquer risco financeiro.
‘Então, eles só esperariam até que a OMS declarasse a “pandemia” e activassem os contratos. ”
Ele também afirma que para continuar a avançar os seus interesses, as principais fabricantes de medicamentos colocaram ’seu pessoal’ nas “engrenagens” da OMS e outras organizações influentes.

Ele acrescentou que sua influência poderia ter conduzido a OMS a suavizar a sua definição de pandemia – levando à declaração de um surto mundial em Junho passado.

Dr Wodarg disse: “A fim de promover os seus medicamentos patenteados e de vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas influenciaram os cientistas e os órgãos oficiais, responsáveis pelas normas de saúde pública, para alardear os governos pelo mundo inteiro.

“Eles nos fizeram esbanjar parcos recursos de saúde para estratégias de vacina ineficientes e que milhões de pessoas saudáveis fossem expostas desnecessariamente ao risco dos efeitos colaterais desconhecidos de vacinas insuficientemente testadas.

Ele não dá os nomes de ingleses com os conflitos de interesse.

Mas no ano passado, o Daily Mail revelou que Sir Roy Anderson, um cientista que aconselha o Governo sobre a gripe suína, também possui um salário de 116.000 libras por ano no conselho da GlaxoSmithKline (GSK).
A GSK produz drogas e vacinas anti-gripe e deve ser uma das maiores beneficiárias da pandemia.O Departamento de Saúde britânico afirmou que embora a doença pareça estar em declínio, não descarta uma terceira onda, e insiste que todos as pessoas que podem receber a vacina que o façam.

P professor David Salisbury, chefe de imunização do governo britânico, disse que não havia “nenhuma razão” para as alegações do Dr Wodarg, dizendo que as pessoas com conflitos de interesse foram mantidos fora do processo decisório.

Um porta-voz da GSK declarou: “Alegações de influência indevida são equivocadas e infundadas. A OMS declarou que o vírus H1N1 preenchiam os critérios para uma pandemia. Como a OMS afirmou, regulamentos legais e inúmeras salvaguardas existem para evitar eventuais conflitos de interesse. ”

A empresa, que ainda emprega Sir Roy, disse que ele tinha declarado os seus interesses comerciais e não tinha qualquer participação em reuniões relacionadas com a compra de drogas ou vacina para o Governo ou GSK.

Fontes:

Daily Mail: The ‘false’ pandemic: Drug firms cashed in on scare over swine flu, claims Euro health chief

In    Fim dos tempos


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Policy Peril: Straight Talk About Global Warming

more about “Policy Peril: Straight Talk About Glo…“, posted with vodpod


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Jesse Ventura ex-Governador do Minnesota desmonta a farsa do Aquecimento Global – ‘Conspiracy Theory’

Posted on Dezembro 18, 2009 by ovigia

Jesse Ventura ex-Governador do Minnesota tem agora uma série de reportagens de investigação que visam tentar esclarecer ou fazer alguma luz sobre alguns assuntos designados por aqueles que os querem desacreditar como Teorias da Conspiração.

Este ex-Navy SEAL, ex-lutador de Wrestling e ex-político resolveu abordar numa nova série de televisão em formato tipo reportagens de investigação, diversos temas nossos conhecidos, tendo já ido para o ar três episódios desta série que se designa por CONSPIRACY THEORY WITH JESSE VENTURA e é uma produção da trutv.com.

Entre os temas abordados nos seus três primeiros episódios encontram-se o projecto militar HAARP capaz de alterar a atmosfera e o clima bem como o pensamento de todos nós e até provocar tremores e terra entre outros, no segundo episódio tratou do tema dos atentados do 11Set2001 e no episódio de ontem o terceiro, foi sobre o AGW, Aquecimento Global supostamente de origem antropogénica, sobre o qual Alex Jones tem um interessante artigo no seu site.

Para darem olhada aos seguintes episódios vão até ao site do projecto, caso queiram fazer o seu download através de torrents, aqui estão eles, para darem uma olhada primeiro vão até ao youtube.


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Espiando os cidadãos, novas tecnologias via DARPA

Espiando os cidadãos, novas tecnologias via DARPA

Posted on Março 15, 2009 by ovigia

O Pentágono acaba de anunciar que se prepara através da DARPA, para lançar uma esquadra de cerca de 450 dirigíveis «ISIS» capazes de voar a 65000 pés de altitude «19812 metros» durante 10 anos e alimentados por células de hidrogénio e painéis solares.
Serão gastos 400Milhões de dólares apenas no protótipo.

A ideia não é nova, mas parece que será desta vez ainda mais abrangente e poderosa.
As deculpas para a sua implementação também não deverão ser novas, terrorismo, ataques exteriores com misseis, etc etc.
Quando se quer enganar o povo, as desculpas arranjam-se, e que as vende já está à muito controlado e no bolso, os media mainstream acríticos.

Estes equipamentos permitirão aos seus operadores em estações no terreno, o controlo e monitorização de várias centenas de kms de diâmetro através de equipamentos de vigilância, tais como câmaras de alta resolução bem como antenas de radar.

Podendo através dessa vigilância monitorizar e controlar, veículos, aviões e pessoas.

Já não chegando todos os ataques às Liberdades, Direitos e Garantias dos cidadãos dos EUA, com o constante ataque e destruição da sua constituição, como são provas o fim do Habeas Corpus, Posse Comitatus, a implementação do Patriot Act e da FISA, do projecto REX 84 que permite a espionagem/vigilância de todas as comunicações internas e externas sem necessidade de recorrer a um Juíz, chega agora mais uma arma para as mãos da cleptocracia oligarca dos EUA.

Não deve tardar a chegar à UE, especialmente através do Reino Unido.

Afinal de contas A Oligarquia está a ficar com medo – A Lei Marcial está a chegar

DARPA courted defense contractors Raytheon, Lockheed Martin and Northrop Grumman to develop the airships

Infowars.com
sept 6, 2004

The skies were filled with surveillance helicopters as well as the Fuji Blimp, that was being rented by the NYPD. We could always tell where the protests and arrests were taking place because as many as 4 helicopters and a blimp would be circling overhead.

A look at the future. Homeland Security plans to tether megablimps 32xs the size of the goodyear blimp over every major US city mounted with ground-penetrating radar looking right through your walls. This is only conditioning.

(Photo by Ted O’Brien)

[Via mediamonarchy, LA Times, Guardian, Infowars]

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