Microchip por Alex Jones

Em Portugal vamos ser obrigados a comprar o microchip para usar nos carros. Ninguém contestou? Todos estão de acordo com o rastreio das vossa intimidade, das vossas vidas, do vosso eu? Estão de acordo com uma sociedade cada vez mais parecida ou igual com a sociedade idealizada por Hitler, que controlava todos os aspectos da vida de cada um?

Um está a nossa liberdade?

Publicado por deusmihifortis

Anúncios

Cavaco e o Lobo

A “Montanha” pariu um Rato

 O Rapaz que gritou Lobo

Durante todo o dia ouvi os maiores disparates sobre o assunto do discurso que o S. Silva ia fazer no telejornal da noite. Uns falavam da dissolução da Assembleia da Republica, outros de problemas de saúde do próprio Sr. Silva, mas eu apostava que o assunto seria o Estatuto da Região Autónoma dos Açores e ganhava. Para muitos o Sr. Silva fez como o rapaz que gritava lobo e acredito que da próxima vez que vier falar ao país ninguém lhe vai ligar. Convocar a imprensa para falar de um assunto que pouco interesse tem para os portugueses e que não passa de pormenores técnicos de um assunto de mecanismos políticos de um Estatuto que pouco influencia a vida dos cidadãos, é no mínimo fazer alarmismo desnecessário. A montanha pariu um rato, mas não nos devemos surpreender, o Sr. Silva já nos habituou a discursos sem qualquer interesse. Discursos ocos, como ocos são os discursos políticos do Sr. Silva.

Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN

Richard Dawkins – A Raiz de Todo o Mal – Parte 3-6

Publicado por peideiemvc

Richard Dawkins

Richard Dawkins nasceu em Nairobi, capital do Quénia, em 1941. Estudou Zoologia em Oxford, tendo-se doutorado sob a direcção do biólogo Nikolaas Tinbergen, Prémio Nobel em 1973 pelos seus estudos em Etologia. Foi professor de Zoologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Presentemente, é catedrático da Universidade de Oxford. Para lá de cientista e académico, tornou-se conhecido como um dos intelectuais mais influentes da actualidade. Defensor intransigente da evolução segundo a teoria de Darwin, é um divulgador ágil da ciência e do pensamento científico. Intelectual polémico, defende fervorosa e militantemente o “orgulho de ser ateu”.

quod erat demonstrandum Sócrates

quod erat demonstrandum

Sempre me ensinaram, e tive bons mestres, que para se ver o valor ou exequibilidade de alguma proposta dever-se-ia estendê-la o mais possível, a ver onde nos levava essa operação fictícia do pensamento… Ora foi o que eu fiz… Já “que a proposta de alteração da legislação laboral manteve o que estava em vigor, mas deixou cair a obrigatoriedade de haver um acordo com o trabalhador. Será isso importante?” Respondo: parece-me que sim… Senão vejamos, se eu tiver uma funcionária a quem pago, por exemplo, 1000 euros e aplicar a lei na sua nova formulação, posso, perfeitamente, dizer-lhe que passo a pagar-lhe apenas 800, sendo o restante pago em espécie, no caso, admitamos e é para verem o ridículo, favores sexuais prestados por mim a que atribuo o valor de 200 euros… Os meus mestres tinham razão… é sempre um bom princípio levar as coisas aos extremos para ver a sua validade… quod erat demonstrandum…

Publicidade enganosa é Crime

Publicidade enganosa

Primeiro foram as notícias que davam conta de uma nova fábrica da Intel em Portugal. Um sucesso, garantia-se, que já tinha 4 milhões de encomendas ainda antes de ser instalada a primeira pedra. Um investimento que iria criar 1000 postos de trabalho qualificados, na zona de Matosinhos, graças à diligência do Governo. A apresentação foi ontem. Com pompa e circunstância a imprensa andou dois dias a anunciar o “primeiro portátil português”. O Magalhães é um computador inspirado no navegador, diziam ontem as televisões em coro. Para dar credibilidade à coisa, o mais famoso relações públicas nacional e o presidente da Intel subiram ontem ao palco do Pavilhão Atlântico para a “apresentação mundial” deste computador de baixo custo.

Um único problema. Não só o computador não tem nada de novo como a única coisa portuguesa é a localização da fábrica e o capital investido.  A “novidade mundial” ontem apresentada, já tinha sido anunciada a 3 de Abril – no Intel Developer Forum, em Shangai – e foi analisada pela imprensa internacional vai agora fazer quatro meses. O tempo que tem a segunda geração do Classmate PC da Intel, que é o verdadeiro nome do Magalhães. De resto, o primeiro computador mundial para as crianças dos 6 aos 11 anos, características que foram etiquetadas pela imprensa lusa por ser resistente ao choque e ter um teclado resistente à agua, já está à venda na Índia e Inglaterra. No primeiro país com o nome de MiLeap X, no segundo como o JumpPC. O “nosso” Magalhães é isso mesmo, uma versão produzida  em Portugal sob  licença da Intel, uma história bem distinta da  habilmente “vendida” pelo governo para criar mais um caso de sucesso do Portugal tecnológico.

Fábrica da Intel nem vê-la e os tão falados 1000 novos postos de trabalho ainda menos, tudo se ficando por uma extensão da actual capacidade de produção da fábrica da JP Sá Couto. Serão 80 novos empregos, 250 se conseguirem exportar para os Palops. Os tais 4 milhões, que já estavam assegurados, lembram-se? Só que as 4 milhões encomendas não passam de wishful thinking do nosso primeiro. E muito pouco credível. Em todos os países onde o computador está à venda é produzido através de licenças com empresas locais. Como explicou o presidente da Intel, a empresa continua à procura de parceiros locais para ganhar quota de mercado com o Classmate PC, não o Magalhães.

A guerra de Intel é outra, como se pode perceber no relato que um dos mais reputados sites tecnológicos – a Arstechnica, do grupo editorial da New Yorker – faz da apresentação da Intel e do governo português: espetar o derradeiro prego no caixão do One Laptop for Child, o projecto de Nicholas Negroponte e do MIT para destinar um computador a cada criança dos países do terceiro mundo. É essa a importância estratégica para a Intel. O resto é fogo de vista para português ver.

PS: Não tenho nada contra a iniciativa em si, parecendo-me meritório um projecto para garantir um contacto precoce de milhares de alunos com a informática. Mas isso não quer dizer que aceite gato por lebre. Não seria nada mau sinal se a imprensa nacional, que andou a vender uma história ficcionada, também cumprisse o seu papel.


publicado por Pedro Sales Zero de Conduta

Sugestões para a construção de uma proposta de avaliação de desempenho justa e equilibrada

No seguimento do anúncio feito pela FENPROF da apresentação de uma proposta alternativa de avaliação de desempenho, deixo aqui algumas sugestões para o debate.
1. A avaliação dos professores. Quem a deve fazer? Quando? Como?

1.1.Quem a deve fazer? Os pares? O primeiro concurso para professores titulares criou injustiças e fracturas muito grandes nos professores. Não tendo havido possibilidade de reconhecer o mérito, nem os professores titulares nem os que o não puderam ser consideram existir legitimidade para uma avaliação feita pelos pares. Com a aplicação do novo diploma de gestão escolar, passarão a existir dois avaliadores, um interno, o coordenador de departamento, e um externo, o director. Os conflitos e a desconfiança irão agravar-se. Posto isto, parece-me não haver condições para uma avaliação feita pelos pares. Resta uma avaliação feita por uma entidade externa. Quem? Apenas os inspectores? Mas quem são os inspectores? Regra geral, são ex-professores afastados da sala de aula há muitos anos. Uma boa parte dos inspectores são professores que nunca gostaram de o ser e que abandonaram a profissão por não gostarem de leccionar. Com certeza que há excepções.

Em qualquer caso, que credibilidade científica tem um ex-professor que deixou de dar aulas, em alguns casos, há mais de vinte anos? Que sabe ele ou ela ainda de Matemática, História ou de outra área curricular qualquer? Posto isto, parece-me que a avaliação de desempenho também não pode ser feita apenas pelos inspectores. Então, será feita por quem? A minha proposta vai no sentido de a avaliação de desempenho do professor ser feita no quadro da avaliação externa da escola. Essa avaliação externa seria feita, não apenas por inspectores, mas por um painel de personalidades formado por um inspector e mais duas personalidades exteriores à escola, designadas pelo ME, após consulta ao Conselho Pedagógico da escola. Ou seja, o painel de 3 personalidades exteriores à escola seria designado pelo ME mas teria de ter o parecer favorável do CP. No caso de rejeição de parecer favorável do CP, o ME teria de designar outras personalidades que, nesse caso, não careceriam de parecer favorável do CP.

O painel de avaliadores não condicionaria a avaliação de desempenho dos professores da escola à taxa de sucesso escolar nem à taxa de abandono, mas apenas ao nível de cumprimentos de objectivos nas áreas lectivas, fora da sala de aula, relações com os pais e a restante comunidade educativa e ao plano de formação contínua. A componente lectiva (sala de aula) teria um peso de 50%, a componente não lectiva (incluindo a relação com os pais e a comunidade educativa) 25% e o plano de formação contínua teria um peso de 25%.

A avaliação externa da escola seria feita de quatro em quatro anos. O professor seria avaliado, no contexto da avaliação externa da escola, mediante a entrega de um portefólio que seria lido e analisado pelo painel.O painel deveria ouvir os coordenadores de departamento, o PCE (ou director), os representantes dos pais e os membros do CP. Nos casos em que o painel tivesse intenção de dar uma classificação de irregular, o avaliado teria de se sujeitar à observação de aulas. Nos casos em que o professor tivesse o desejo de se candidatar a um Muito Bom, teria de se submeter a uma prova pública para apresentação e defesa do portefólio e teria de se sujeitar à observação de aulas.

Qual é a sua opinião? Partilhe connosco as suas ideias sobre a construção de um modelo alternativo de avaliação.

Sócras deveria ser pago em Pregos…pelos pregos que nos prega

Regresso ao passado

Os sindicatos não o sabiam, eu também não e, dada a forma sumária como foi discutido o Código do Trabalho, suspeito que o Governo se lembrou de promover este regresso à pré-história já depois do desfecho da encenação a que assistimos na concertação social. Confesso que até fiquei banzado quando li que a proposta de lei de alteração da legislação laboral prevê que o trabalhador já não tem de dar o seu acordo para que parte da retribuição a que tem direito seja paga em espécie. Caso se confirme este regresso aos dias de ouro das trocas directas, o conceito de modernidade de José Sócrates vai permitir, por exemplo, que alguém que trabalhe numa fábrica de ferragens coma pregos no prato todos os dias. À rico. Isto é que vai ser qualidade de vida.

O Regresso da Múmia

Brincadeirinha…

A Múmia interrompeu as férias para vir às televisões e aos rádios fazer uma importante comunicação, mantida em clima de secretismo até à hora de ir para o ar. Extraordinário. Estavam os portuguesinhos muito bem em plenas férias e vem esta avantesma pôr tudo de orelha alçada para ver se alguma coisa ia mudar no lodaçal. Claro que depois vim a saber que era conversa da treta, só para se fazer ouvir e nos fazer a nós esta desfeita de nem de férias estarmos livres de apanhar com a múmia pela frente. Quem chegou a pensar que era para mandar o governo abaixo ou para vir dizer que estava a gostar muito das férias e que se demitia, pôde se desenganar.
No solene momento vinha de carro da praia e mal a alimária começou a balbuciar, adormeci como uma pedra. Disseram que ia falar 5 minutos e eu zás, mal o ouvi, caí num sono profundo e não ouvi nada do que disse. Abençoado ar do mar!

O Enfado

Mensagem após a Mensagem…

Leia o resto senhor presidente, leia o resto…


Parece que o presidente da república, inopinadamente, falou hoje ao país pela televisão… Ao que constava, parece que o tema seria a situação geral do país… Eu dir-lhe-ia, se privasse com ele, não vale a pena senhor presidente, quem não vive com não sei quantas reformas, o ordenado e as alcavalas do cargo de presidente não precisa que o senhor lhes explique isso, porque se trata de uma matéria que nós sabemos melhor que o senhor, portanto deixe a RTP fazer mais uns cobres com um reclame qualquer e continue de férias em Boliqueime ou lá onde estiver.

Se na última vez que se dirigiu ao país por via televisiva foi para criticar os excessivos ordenados dos gestores e nada fez para diminuir esse excesso e, ao que julgo saber, não abdicou de nenhum dos seus proveitos que, não serão ilegais ou indevidos, mas que são manifestamente imorais face à situação económica do país, que tanto o preocupava, nada fazendo, igualmente, no sentido de procurar que se chegasse a um tecto limite nas pensões que fosse consentâneo com a moralidade, não se mace mais senhor presidente, nem nos mace a nós, já sabíamos o que podíamos contar consigo e com o séquito que o rodeia, volte para as suas férias, de preferência com eles todos e para bem longe daqui e não voltem… Já agora, escusava de se ter incomodado em vir incomodar o país com as banalidades jurídico/constitucionais que não interessam a ninguém ou a muito poucos… Nas férias leia o resto da Constituição senhor presidente, leia o resto e verá que tem muito e muito mais importante a dizer sobre o país a que preside… Leia o resto…

Sociedades Secretas, Nova Ordem Mundial -5

Walter Julius Veith (1949—) is an , author and speaker known for his work in nutrition, creationism and other Christian topics. He studied zoology at the University of Stellenbosch and obtained his doctorate in zoology from the University of Cape Town in 1979