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Os J.O. começam amanhã

Nate Beeler
Os jornalistas já estão credenciados e instruídos…

Ballouhey
Os presidentes estão a ser recebidos com pompa e circunstância…

Ougen
E os populares continuam livremente a fazer a sua corrida matinal…

In Cartunes e bonecos

Richard Dawkins – A Raiz de Todo o Mal – Parte 6-6

Publicado por   peideiemvc

Richard Dawkins

Richard Dawkins nasceu em Nairobi, capital do Quénia, em 1941. Estudou Zoologia em Oxford, tendo-se doutorado sob a direcção do biólogo Nikolaas Tinbergen, Prémio Nobel em 1973 pelos seus estudos em Etologia. Foi professor de Zoologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Presentemente, é catedrático da Universidade de Oxford. Para lá de cientista e académico, tornou-se conhecido como um dos intelectuais mais influentes da actualidade. Defensor intransigente da evolução segundo a teoria de Darwin, é um divulgador ágil da ciência e do pensamento científico. Intelectual polémico, defende fervorosa e militantemente o “orgulho de ser ateu”.

Amazónia está à Venda!!!

O Brasil prevê leiloar em hasta pública quatro milhões de hectares de florestas amazónicas em 2009, para que sejam administradas de modo “sustentável” por empresas privadas, como parte de um plano que pretende preservar da destruição áreas públicas.

O chamado Plano de Concessões de 2009 prevê, além disso, gerar 700 milhões de reais para a chamada economia florestal sustentável e arrecadar 120 milhões de reais para organismos públicos de protecção, revelou o Ministério do Meio Ambiente.

Estas metas integram o Plano para 2009 do Serviço Florestal, cujos detalhes definitivos foram divulgados hoje, depois das suas linhas gerais terem sido submetidas a consultas públicas nas últimas semanas, em sete cidades amazónicas e em que participaram 320 pessoas.

O Plano inclui a exploração de áreas de preservação florestal nos Estados de Roraima, Amazonas, Pará, Acre e Rondónia.

A área foi definida a partir do registo nacional de florestas públicas, que soma 210 milhões de hectares, dos quais 198 milhões de hectares se encontram em áreas federais.

Desse total, foram excluídas as terras dos indígenas, as áreas de protecção integral e as de uso comunitário, o que levou a um total de 42,8 milhões de hectares legalmente aptos para concessões.

Desse total, chegou-se a 12 milhões de hectares depois de analisar quais teriam “potencial de exploração florestal sustentável”, onde haveria condições para obter licenças ambientais e, principalmente, que estivessem em áreas prioritárias para projectos de conservação e desenvolvimento social, segundo o governo.

A cifra final representa seis por cento do total de florestas públicas federais e a meta do serviço Florestal é a de que, em finais de 2009, já estejam quatro milhões de hectares em processo de concessão.

«A ideia é diminuir a ilegalidade do sector madeireiro e oferecer ao mercado alternativas para a produção sustentável», afirmou o director do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo. –

In Portugal Diário

A recente compra de uma vasta região na Amazónia por um empresário sueco levantou questões recorrentes na pauta dos brasileiros: estamos preparados para proteger a nossa floresta? O que impede que outros empresários estrangeiros “tomem posse” de cada vez mais áreas verdes de nosso país? Embora o alarde do “colonialismo verde”, ou seja, a aquisição de territórios da Amazónia para protecção da região, tenha sido lançado na grande imprensa como tendência para os próximos anos, especialistas afirmam que isto está longe de ser uma realidade.

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A  Amazónia é uma das mais belas regiões do Mundo e é também conhecida como o “pulmão verde da Terra”. A Amazónia abriga 33% das florestas tropicais do planeta e cerca de 30% das espécies conhecidas de flora e fauna sendo considerada o maior reservatório global de biodiversidade. A área total vítima de desflorestação corresponde a 350 mil quilómetros quadrados.Ano após ano vai perdendo áreas brutais, numa competição com a pecuária, a agricultura e a extracção ilegal.

Com esse processo, diversas espécies, muitas delas nem sequer identificadas pelo homem, desapareceram da Amazónia. Sobretudo a partir de 1988, desencadeou-se uma discussão internacional a respeito do papel da Amazónia no equilíbrio da biosfera e das consequências da devastação que, segundo os especialistas, pode inclusivamente alterar o clima da Terra.

A destruição da floresta amazónica no Brasil, que vinha desacelerando nos últimos três anos, está de novo a aumentar. Cerca de 7000 quilómetros quadrados -quase uma vez e meia a área do Algarve-terão sido arrasados entre Agosto e Dezembro de 2007.

Os Falsos Moralistas: Anúncio de Eva Mendes censurado nos EUA

As cadeias de televisão norte-americanas consideram poses «demasiado sensuais» um anúncio da fragrância «Secret Obsession», da Calvin Klein, em que a actriz norte-americana Eva Mendes protagoniza um nu numa cama e se move de forma sensual, noticia o El Mundo, e baseia-se não só nas imagens «lascivas», como também no facto da actriz deixar à mostra um dos seus mamilos.

Educação: Na Finlândia é tudo ao contrário!

A manipulação da opinião pública começou durante uma viagem do então Presidente da República, Jorge Sampaio, à Finlândia. Sem saber como explicar os excelentes resultados escolares dos alunos finlandeses, Sampaio ensaiou um explicação que não corresponde à verdade: os professores finlandeses trabalham 50 horas por semana. E logo o magote de jornalistas que o acompanhava deu eco às afirmações erradas sem as questionar e sem procurarem a informação correcta. Foi a partir daí que decidi deixar de comprar jornais e tenho cumprido a promessa até hoje. Foi o suficiente para toda a gente ficar a pensar que os professores finlandeses trabalhavam 50 horas por semana. Os pais ressabiados exultaram de contentes e o Governo aproveitou a oportunidade para lançar mais umas falsidades sobre os professores de modo a preparar a opinião pública para o grande ataque que estava para vir. O ME fez passar para os jornais a informação errada sobre o número anual de faltas dos professores, misturando as faltas de um tempo com as faltas de dia inteiro. Foi um monumental embuste. Como de costume, os jornalistas não investigaram e deram a informação como boa. Prestaram-se, mais uma vez, a serem os megafones do Governo. Daí para cá, salvo raras excepções, não têm feito outra coisa.

O que se passa, na verdade, nas escolas finlandesas? Exactamente o contrário do que se passa nas portuguesas:

1. Os professores finlandeses têm uma tarde livre para trabalharem em conjunto: planificam, trocam materiais e elaboram recursos didácticos de forma cooperativa.


2. Não têm exames nacionais.


3. Os resultados das avaliações externas das escolas não são tornados públicos e não há rankings de escolas.


4. Um em cada três alunos recebe aulas de apoio.


5. Na Finlândia, os professores são muito bem pagos e a profissão é socialmente muito valorizada.


6. Não existe um sistema formal de avaliação de desempenho dos professores.


7. O Ministério da Educação não tem poderes curriculares e pedagógicos sobre as escolas e o currículo nacional é mínimo.


8. A autonomia das escolas é grande e os planos de estudos incluem menos disciplinas do que em Portugal.


9. O número de aulas por semana é menor e as aulas têm 45 minutos.


10. E talvez o mais importante de tudo: não há pobres na Finlândia e as desigualdades sociais são mínimas. Ao contrário de Portugal que é o campeão da pobreza e das desigualdades da zona Euro.


Como se vê, é tudo ao contrário de Portugal.

O Planeta Gulag

Um Gulag planetário

Gulag

«O CDS-PP anunciou hoje que vai promover um colóquio em Outubro para «recordar o papel histórico» do escritor russo Alexandre Soljenitsin, que morreu domingo em Moscovo com 89 anos.»

Sempre fui um defensor da liberdade e considero que não há totalitarismo que se justifique. A existência de prisões políticas e Campos de Concentração, sejam na Rússia, China, Alemanha, Israel ou na América, não têm qualquer justificação. Este colóquio que o Portas quer realizar não é certamente uma homenagem à liberdade e aos direitos humanos, mas mais um revanchismo, uma celebração da queda do Muro de Berlim. Se o fim de uma ditadura é sempre algo a festejar, não nos devemos esquecer de quais foram as consequências da derrota da URSS. Entrámos na era do neo-liberalismo Capitalista e Global que nos arrasta a todos para um precipício da derrocada social e para o fim de toda a liberdade e democracia. Não sou só eu que o digo, é uma evidência que entra pelos olhos de todos os que olhem para o futuro sem preconceitos ou interesses pessoais. Os sintomas da doença estão todos aí, o discurso repete-se aqui como em todos os países e, embora a cura seja conhecida, ninguém parece interessado em travar o seu avanço. O Estado social caminha para o fim e o mundo prepara-se para uma sociedade em que 80% da população não vai ter emprego. Caminhamos para um mundo em que não haverá um “Gulag” na Sibéria, mas onde o mundo será todo ele um enorme “Gulag”. Era com isso que o Portas se devia preocupar, era sobre isso que deveria fazer os seus colóquios se não fosse o facto de estar convencido que fará parte dos 20% que viverão da miséria global. Quero que o Soljenitsin descanse em paz, que é bem mais importante reler e repensar aquilo que Marx escreveu e combater o capitalismo voraz que nos está a devorar. Folclore político pode ser muito bonito mas em nada contribui para melhorar o nosso ameaçado futuro.

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

Biografia do CORTE C0gnitivo

Tenho dito que os piores inimigos dos professores são os ex-professores e os professores que não dão aulas. A história recente das malfeitorias cometidas contra os professores portugueses dão razão à minha tese. Foram malfeitorias cometidas por 3 professores que deixaram de dar aulas: MLR, JP e VL. O que os levou a fazerem o que fizeram? É difícil descortinar o que vai na cabeça destes 3 ex-professores porque a mente humana é insondável. Mas há várias explicações hipotéticas:

1. Ambição?


2. Frustração?


3. Inveja?


4. Vingança?

E pode haver outras explicações. Porventura, um desejo genuíno de servir uma ideologia e um projecto para o país. Dou de barato que esta última explicação possa estar presente na acção de MLR, JP e VL.

Jorge Pedreira (n. 1958) tem um percurso académico e sindical cheio de eventos significativos. Licenciado em História e Doutorado em Sociologia – mais um sociólogo! – é professor auxiliar de sociologia histórica (seja lá o que isso queira dizer!) na Universidade Nova e foi o fundador do Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESUP), seu vice-presidente entre 1990 e 1996 e seu Presidente entre 1996 e 1998. Como é que é possível que o fundador e dirigente máximo de um sindicato de professores, uma vez no Governo, venha a tratar tão mal os professores e os seus sindicatos? O que é que se passou na cabeça de JP? Que corte cognitivo ocorreu?

Valter Lemos (n. 1965) é licenciado em ensino da Biologia e mestre em educação. Nunca fez o doutoramento. Tem a categoria de professor coordenador do quadro do Instituto Politécnico de Castelo Branco (topo da carreira). Foi professor de Biologia no 2º CEB durante dois ou três anos, assessor para a Educação do Governo de Macau, entre 1981 e 1983, bolseiro durante dois anos (1983 a 1985), com o objectivo de concluir o mestrado em educação e professor da Escola de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco, onde exerceu sucessivamente os cargos de presidente da Escola e de presidente do Instituto. É autor de um livro de 100 páginas sobre critérios de avaliação escolar (O Critério do Sucesso-Técnicas de Avaliação da Aprendizagem), onde expôs uma teoria de avaliação centrada na construção do sucesso para todos. Depois de ter sido autarca pelo CDS, abandonou o partido e ligou-se ao PS.

Maria de Lurdes Rodrigues (n. 1956) foi professora do ensino primário e fez a licenciatura em Sociologia, no ISCTE, em regime nocturno. De seguida, fez o doutoramento em Sociologia (no ISCTE) com uma tese sobre a sociologia das profissões. O seu orientador de doutoramento foi João Freire, a quem ela solicitou o estudo sobre a carreira docente que iria estar na base do novo estatuto da carreira docente que criou as duas categorias de professor e introduziu limites administrativos à progressão na carreira. Na juventude, foi cooperante em Moçambique e esteve ligada a movimentos ideológicos da extrema-esquerda. Ocupa a categoria de professora associada com agregação, no ISCTE, e é membro do Centro de Investigação em Estudos Sociais (CIES), um unidade de investigação, com sede no ISCTE, que tem vindo a executar quase todos os estudos de avaliação encomendados pelo ME.

Quer colaborar com a sua opinião para explicar as razões que levaram estes 3 ex-professores a realizarem tantas malfeitorias contra os professores? O que se terá passado? Que corte cognitivo efectuaram? Que experiências os conduziram até aqui? Por favor, utilize argumentos e factos e não use uma linguagem insultuosa.