Escurecimento Global vs Aquecimento Global – Parte 4 de 5

Escurecimento global é a designação dada à redução da quantidade de irradiância directa global na superfície terrestre, observada ao longo de várias décadas após o início de medições sistemáticas na década de 1950.
O escurecimento global cria um efeito de arrefecimento que esta mascarado parcialmente os efeitos dos gases do efeito estufa no aquecimento global.

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Chegará a vez deles

No conflito que opõe a Geórgia à Rússia as explicações não parecem ser tão lineares quanto a comunicação social portuguesa nos propõe. Apesar de todo o cuidado posto nas frases, Carlos Santos Pereira foi, até agora, o único comentador que esclareceu a natureza da pendência.

Map of region

Vou tentar resumir: desde 1990 que as Nações Unidas tutelam a Ossetia do Sul, e, desde 2003, os Estados Unidos têm um peão no presidente da Geórgia, Mikheil Saakachvili, o que permite a constituição de uma espécie de tenaz proliferante, com pontos “amigáveis” na Ucrânia, e a ameaça de instalação, pelos americanos, do sistema antimísseis, na República Checa e na Polónia.

Como retaliação, os russos anunciam apontar os seus mísseis à Ucrânia e à Polónia. Junte-se-lhe a questão dos combustíveis e adivinhar-se-á a crispação internacional, colocada ante uma outra face de uma outra Guerra Fria.

No “Diário de Notícias”, Santos Pereira esclarece, citando George Friedman, director do Observatório de Análise Geopolítica: “Pela primeira vez desde o colapso da União Soviética, os russos lançaram uma acção militar decidida, e impuseram uma situação militar.

Fizeram-no de forma unilateral, e os países que olhavam para o Ocidente, para intimidar a Rússia, vêem-se agora obrigados a ter em conta o que aconteceu.”

Tudo leva a crer que a exibição de força russa conduzirá a um recuo dos Estados Unidos.

Este é o eixo do problema. Sabe-se que, tanto na Ucrânia como na Geórgia, a intervenção dos americanos não se limitou ao envio de centenas de “assessores” militares: o investimento, naqueles países, de milhões e milhões de dólares não são demonstrações de compaixão nem expressões de solidariedade.

Seja quem for o próximo presidente, o legado deixado por Bush revela-se um bico-de-obra de difícil solução. E adiante-se que nenhum dos dois intervenientes está disposto à humilhação de uma derrota desacreditante. Por outro lado, a política externa francesa já exprimiu a gravidade do caso, ao mesmo tempo que inflecte para o lado da razão russa. Fê-lo com o melindre que o assunto envolve. Mas fê-lo.

Há uma extraordinária superficialidade no tratamento destas crises, por parte dos jornais, das rádios e das televisões portuguesas. A grande rábula da designada “visão ocidental dos acontecimentos” encobre ignorância, leviandade e cumplicidade.

A autêntica “visão” será a da procura da “verdade”, o que quer que esta palavra hoje signifique. De facto, em todos os conflitos não existe uma razão unilateral. As responsabilidades cabem a muitas partes, inclusive aquelas que não aparecem à luz do dia. E não há “distanciação” possível quando a beligerância, nascida sempre de manobras políticas, atinge níveis como os registados nesta guerra.

Raras vezes a Imprensa (não só a portuguesa, mas sobretudo a portuguesa) foi ao fundo das questões. E o anticomunismo ainda se não desvaneceu do espírito da esmagadora maioria dos “comentadores”, como se não houvesse outros e novos e surpreendentes temas e teses a merecer a sua atenção. O preconceito obnubila qualquer sentido crítico, por mais ténue que ele seja. Eles falam e escrevem como se o comunismo não tivesse acabado. Ou não acabou? Ou como se a Rússia estivesse a desenvolver potencialmente uma espécie de niilismo, resultante da nostalgia comunista. Tudo isto é ridículo.

A perspectiva na qual se colocam os “colunistas” permite que os consideremos ou ineptos, ou preguiçosos, ou ignorantes. Ou isso tudo, com canalhice à mistura.

Estamos a assistir a acontecimentos de conclusões imprevisíveis. A liberdade tem sido espezinhada em nome de uma paz falaciosa. Pouco sabemos, com rigor, das grandes transformações por que passa parte substancial da América Latina, e das dificuldades tremendas com que se deparam os governos não submissos ao “diktat” dos EUA.

A nossa comunicação social, neste como em numerosos e vários casos, emudece, ou faz pender a balança da informação e da análise para um só lado. Não é só um erro profissional: é uma estrebaria moral, um ultraje deontológico e uma perfídia abjecta.

O descrédito que tombou sobre a nossa Imprensa, a quebra avassaladora das tiragens, deve-se, grandemente, à perda dessa unidade fundamental entre o jornal e o leitor.

Muitos portugueses lêem e falam francês, inglês e alemão.

É absurdo ignorar esta vertente do conhecimento. Encontram na Imprensa estrangeira o que nem por sombras é publicado na de cá. Haverá “felicidades diferentes”, como reconhecia Camus.

Porém, verdades impostas pela multiplicação de manipulações, de omissões e de enganos, são difíceis de manter por tempo excessivo. Entre a separação e a comunhão, o leitor avisado tem escolhido a primeira.

A semelhança entre os jornais, a ausência de causas, a uniformidade do estilo, a “distanciação”, a morte da paixão em favor da gelidez da prosa, o mesmo registo filosófico e análogas “linhas” editoriais afugentaram milhares e milhares de leitores. Ancilosados na superstição de que aquilo que escrevem faz opinião, muitos directores de jornais (e lembro-me, neste momento, de alguns, por igual desprezíveis) não entendem que, mais cedo ou mais tarde, os seus “serviços” serão dispensados.

Chegará a vez deles. Para parafrasear um famoso editorial do “Jornal Novo”.

Baptista Bastos In Jornal de Negócios

Darth Cheney, o arquitecto das Guerras

Cessar-fogo não estabelece limite de tempo ao contingente russo na Geórgia

In Público

Como o propagandista  Nazi, Joseph Goebbels, disse, é fácil iludir uma pessoa. Você apenas diz-lhes que foram atacados e acenam a bandeira.

Trabalhou certamente para os americanos.

Darth Cheney

A Culpabilidade e a indiferença dos povos americanos fizeram muitas vítimas. Há 1.25 milhões de Iraquianos mortos. Há 4 milhões de Iraquianos deslocados. Ninguém sabe quantos são os mutilados e órfãos.

O Iraque está em ruínas, a sua infra-estrutura destruída por bombas americanas, por mísseis, e pelo armamento aéreo.

Nós não sabemos o rol de morte no Afeganistão, mas mesmo os protestos do regime fantoche pró americano ,as matanças repetidas das mulheres e das crianças por tropas dos E.U. e da OTAN.

Nós não sabemos qual o rol de morte que seria no Irão se Darth Cheney e os neoconservadores com Israel obtiverem sucesso em bombardear o Irão, talvez com armas nucleares.

O que nós sabemos são que todos estes assassinatos e destruição não têm nenhuma justificação e são péssimos. É o trabalho de um homem mau que não têm nenhum dilema sobre a mentira e a ilusão a fim matar povos inocentes para conseguir a sua agenda não-declarada.

O sucesso da propaganda dos neoconservadores foi tão grande que o partido de oposição não levantou um dedo para controlar as acções criminosas do regime de Bush. Mesmo Obama, que promete a “mudança” é constrangido em demasiado pelo sucesso dos neoconservadores na lavagem cerebral feita à população americana para fazer o que seus apoiantes  esperavam que os conduzi-se para fora desta vergonha em que o regime neoconservador de Bush os encarcerou.


Isto resume aproximadamente o estado pessimista que existe no povo americano antes da luz verde dada por Bush para que o regime fantoche na Geórgia fizesse uma limpeza étnica na Ossétia do Sul a fim desactivar o movimento separatista. Os meios de comunicação social americanos, aka, o ministério das mentiras e engano, outra vez encobriram o regime criminoso de Bush e protestaram contra “a invasão russa” como encobrimento à limpeza étnica dos russos na Ossetia do sul pelo assalto militar Georgiano.


Somente desta vez, o mundo não comprou a história. Muitos anos de mentiras-9/11, armas iraquianas de destruição maciça, al Quaeda e suas conexões, yellowcake, ataque do antraz, armas nucleares iranianas, “os Estados Unidos não torturam,” os bombardeamentos de casamentos, funerais, e os jogos de futebol das crianças, Abu Ghraib, capitulações, Guantanamo, várias teorias fabricadas sobre terroristas , o assalto determinado às liberdades civis- fizeram o seu papel na descredibilidade americana. Ninguém fora da América acredita por muito mais tempo nos média dos E.U. ou no governo dos E.U.

O mundo relatou os factos – a invasão contra civis russos pelos americanos e israelitas que treinaram e equiparam as tropas Georgianas.

In InforWars

O Tiro saiu pela Culatra…Demita-se Mikhail Saakachvili

O Presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, assinou hoje o plano preparado com a França para um cessar-fogo na Geórgia, anunciou o Kremlin.

O acordo de cessar-fogo foi assinado ontem em Tbilissi pelo presidente da Geórgia, Mikhail Saakachvili, e enviado hoje por fax para a Rússia pela diplomacia americana, anunciaram hoje os russo, que disseram também que o documento “é idêntico ao já anteriormente assinado pelos presidentes da Abecásia e da Ossétia do Sul”, os dois territórios separatistas da Geórgia.

O acordo, negociado pela França (que preside à União Europeia), tinha sido “clarificado” ontem junto dos georgianos pela secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice.

O documento não foi ainda tornado público, mas autoriza no entanto a Rússia a tomar “medidas suplementares de segurança” em redor da Ossétia do Sul, cujo alcance não é ainda conhecido.

Nota: O Acordo inicial sobre a integridade da Geórgia foi modificado após reunião com o Presidente Francês, SarkozY, tendo a “garantia da integridade territorial da Geórgia”, que estava na primeira redacção do Plano Sarkozy, proposto em nome da União Europeia, foi substituído por um ponto que prevê “a abertura de discussões internacionais sobre o futuro estatuto e as modalidades de segurança duradoura na Abkházia e na Ossétia do Sul”, os dois territórios separatistas pró-russos da Geórgia.

Isto significa que os Russos conseguiram o que pretendiam e  Mikhail Saakachvili ficou a abanar os braços e teve de aceitar o acordo. Significa também que o plano inicialmente traçado com os USA para a ocupação e limpeza étnica da Ossétia do Sul e Abecássia ,fracassou.

De Salientar uma reportagem censurada pela Fox News sobre uma adolescente Americana que agradece aos Russos por a ter em salvo dos ataques georgianos. A Famosa Liberdade de expressão Ocidental que critica os países chamados totalitários,  só passa o que lhes apetece da agenda de controle mundial por parte dos USA, Um exército, um governo, uma lei, a opressão dos Estados e das populações:

Entretanto George Friedman liga a invasão georgiana ao plano de misseis  Americano:

Para Políticos que honram a verdade, a dignidade e o bem estar do seu povo, Mikhail Saakachvili só teria uma saída , a sua demissão, pois pôs em causa a vida dos georgianos e de outras comunidades que não queriam fazer parte da Geórgia.

In Público

Campo de Concentração em Denver? Denver’s DNC concentration camp

Notícia da CBS, cadeia televisa Americana:

Denver officials weren’t planning to reveal details about where activists would be detained in the event of mass arrests during the Democratic National Convention until after the event had started, but those plans were quickly dashed this week when CBS 4News reporter Rick Sallinger not only revealed that protesters would be locked up in a city-owned warehouse, but he also obtained clear video footage inside the facility, a building that includes barbed wire-topped cages and signs warning of stun-gun use.

Nota: O Campo de Concentração será usado para prender os manifestantes contra a Convenção Nacional do Partido Democrático. Jaulas de metal, com arame farpado  Ligado a corrente eléctrica ‘Warning! Electric stun devices used in this facility.’”

In Infowars