ॐ Brainwashed ॐ

Brainwashed

Brainwashed in our childhood
Brainwashed by the school
Brainwashed by our teachers
and brainwashed by their rules

Brainwashed by our leaders
By our Kings and Queens
Brainwashed in the open and brainwashed
behind the scenes

God God God
A voice cried in the wilderness
God God God
it was on the longest night
God God God
An eternity of darkness
God God God
Someone turned out the spiritual light

Brainwashed by the Nikkei
Brainwashed by Dow Jones
Brainwashed by the FTSE
Nasdaq and secure loans
Brainwashed us from Brussels
Brainwashing us in Bonn
Brainwashing us in Washington
Westminster in London

God God God
You are the wisdom that we seek
God God God
The lover that we miss
God God God
Your nature is eternity
God God God
You are Existance, Knowlwedge, Bliss

The soul does not love, it is love itself
It does not exist, It is existence itself
It does not know, It is knowledge itself
“How to Know God” Page 130

They brainwashed my great uncle
Brainwashed my cousin Bob
They even got my grandma when she was
working for the mob
Brainwash you while you’re sleeping
While you’re in a traffic jam
Brainwash you while you’re weeping
While still a baby in your pram
Brainwashed by the Military
Brainwashed under duress
Brainwashed by the media
You’re brainwashed by the press
Brainwashed by computer
Brainwashed by mobile phones
Brainwashed by the satellite
Brainwashed to the bone

God God God
Won’t you lead us through this mess
God God God
From the places of concrete
God God God
Nothing’s worse than ignorance
God God God
I just won’t accept defeat

God God God
Must be something I forgot
God God God
Down on Bullshit Avenue
God God God
If we can only stop the rot
God God God
Wish that you’d brainwash us too

Namah Parvarti Pataye Hare Hare Mahadev
Namah Parvarti Pataye Hare Hare
Namah Parvarti Pataye Hare Hare

Shiva Shiva Shankara Mahadeva
Hare Hare Hare Hare Mahadeva
Shiva Shiva Shankara Mahadeva
Shiva Shiva Shankara Mahadeva

Namah Parvarti Pataya Hare Hare
Namah Parvarti Pataye Hare Hare
Shiva Shiva Shankara Mahadeva

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Ataque de Israel ao Irão está Iminente

A Fox News que é controlada  pela White House/Bush e que manipula os americanos – Veja a notícia aqui

,

Já começou a discutir e a preparar os americanos para a Guerra contra O Irão. Nessa discussão, os Israelitas atacarão o Irão em meados de Outubro ou Setembro de modo a favorecer o candidato Republicano McCain, que é visto pelos Israelitas como uma pessoa forte e agressiva em contraste com Obama que é considerado mole.

Veja aqui a discussão na Fox News:

O Irão anunciou o lançamento para o espaço de um foguetão capaz de transportar satélites, suscitando uma imediata reacção norte-americana, que considerou o facto “inquietante”.”O desenvolvimento e teste de foguetões pelo Irão é uma fonte de inquietação e levanta novas questões quanto às suas intenções”, afirmou Gordon Johndroe, porta-voz da Casa Branca, numa altura em que o Presidente norte-americano George W. Bush se encontra de férias no estado do Texas.

In Público

Irã testa foguete para levar satélite ao espaço

Da BBC Brasil

O Irã anunciou neste domingo que lançou com sucesso seu primeiro foguete capaz de colocar em órbita um satélite artificial.A TV iraniana exibiu imagens do lançamento e disse que ele foi bem-sucedido. Posteriormente, fontes do governo e militares confirmaram o lançamento.

Segundo analistas, a mesma tecnologia usada no foguete recém-lançado poderia ser usada para construir mísseis, mas o Irã nega ter esse tipo de interesse bélico.

Há anos Teerã investe em seu programa espacial, enquanto a comunidade internacional manifesta, preocupação com outro aspecto de seu desenvolvimento tecnológico, o na área nuclear.

In Ciência e Saúde

Reportagem sobre a autorização de Bush para atacar o Irão:

Bush numa entrevista admite ter dado ordens para atacar o Irão:

A Nova Ordem Mundial concretizado através do filho Bush. Reportagem da CNN.

Intimidação….Manipulação da ZON

Acabei de mudar da Tvcabo- ZoN- para o serviço MEO.

Recebi agora mesmo um telefonema da TVCAbo- Zon- supostamente para um Fulano A, mas que não era.  Depois de  me ter identificado, pois não era a pessoa com que queriam falar, o senhor disse-me isto:

Então quando receber a factura da Portugal Telecom logo fica a saber!!!!

Zumba, PUF… e desliga a chamada!!!!!!!

Já Andamos em Guerra de companhias e em chantagem às pessoas que decidem mudar de um serviço de uma empresa para outra ?

Mais um Microchip…vamos ser chipados como animais.

O CDS-PP considerou que o assalto de hoje na A2 “é um fenómeno extremamente perigoso e que pode causar outras consequências” e revelou que na reabertura dos trabalhos parlamentares vai chamar o Ministro da Administração Interna (MAI) à Assembleia.

Nota:

Depois do Carjacking, em que o governo introduziu o chip para os carros, será que depois deste assalto iremos todos que ser “vacinados” com o MICROCHIP?

O Casamento…

A primeira instituição que a religião doméstica estabeleceu foi, na verdade, o casamento.

É necessário notar que essa religião do lar e dos antepassados, que se transmitia de varão para varão, não pertencia, contudo, exclusivamente ao homem; a mulher tomava parte no culto. Como filha, assistia aos atos religiosos do pai; como casada, aos do marido.

Somente por isso se pode avaliar o carácter essencial da união conjugal entre os antigos. Duas famílias vivem uma ao lado da outra, mas possuem deuses diversos. Em uma delas, a jovem participa, desde a infância, da religião do pai, invoca seu lar, oferece-lhe todos os dias libações, enfeita-o com flores e grinaldas nos dias festivos, pede-lhe protecção, agradece-lhe benefícios. Esse fogo paterno é o seu Deus. Se um jovem de outra família a pede em casamento, para ela isso significa muito mais do que passar de uma casa para outra. Trata-se de abandonar o lar paterno, para invocar daí por diante os deuses do esposo. Trata-se de mudar de religião, de praticar outros ritos, de pronunciar outras orações. Trata-se de deixar o Deus de sua infância, para colocar-se sob o império de um deus desconhecido. E ela não espera permanecer fiel a um, honrando a outro, porque um dos princípios imutáveis dessa religião é que uma pessoa não pode invocar dois lares, nem duas séries de antepassados. “A partir do casamento, diz um antigo, a mulher não tem nada mais em comum com a religião doméstica dos pais: ela passa a sacrificar aos manes do marido(1).”

O casamento, portanto, é acto sério para a jovem, e não o é menos para o esposo, porque a religião exige que se nasça junto ao fogo sagrado para ter-se o direito de oferecer-lhe sacrifícios. E, no entanto, o rapaz vai introduzir no seu lar uma estranha; em sua companhia, oficiará as cerimónias misteriosas do culto, revelando-lhe ritos e fórmulas, que constituem património de família. Não há nada mais precioso que essa herança; os deuses, ritos e hinos, que recebeu dos pais, é quem o protege na vida, e lhe promete riqueza, felicidade, virtude. No entanto, em vez de guardar para si esse poder tutelar, como o selvagem guarda um ídolo ou amuleto, vai admitir uma mulher para participante dos mesmos.

Desse modo, quando penetramos o pensamento dos antigos, vemos a importância que tem para eles a união conjugal, e quanto lhe é imprescindível a intervenção da religião. Não seria, portanto, necessário, para que a jovem fosse iniciada no culto que iria seguir, uma cerimónia sagrada de iniciação? Para tornar-se sacerdotisa de um novo fogo, não haveria uma espécie de ordenação ou de adopção?

O casamento era a cerimónia sagrada que deveria produzir esses grandes efeitos. Os escritores latinos e gregos têm o hábito de designar o casamento por palavras que indicam ato religioso(2). Pólux, que viveu no tempo dos Antoninos, mas que podia manusear toda uma antiga literatura que não possuímos mais, diz que nos tempos remotos, em lugar de designar o casamento por seu nome particular (gámos), designavam-no simplesmente pela palavra télos, que significa cerimônia sagrada(3), como se o casamento fosse, nesses tempos antigos, a cerimônia sagrada por excelência.

Ora, a religião que celebrava o casamento não era a de Júpiter, de Juno, ou dos outros deuses do Olimpo. A cerimônia não era realizada em templo; era realizada em casa, presidida pelo deus doméstico. Na verdade, quando a religião dos deuses do céu se tornou preponderante, não foi mais possível deixar de invocá-los também nas preces do casamento; tomou-se então o costume de ir antes aos templos, para oferecer sacrifícios a tais deuses, sacrifícios esses que eram conhecidos como prelúdio do casamento(4). Mas a parte principal e essencial da cerimónia sempre devia realizar-se diante do lar doméstico.

Entre os gregos, a cerimónia do casamento compunha-se, por assim dizer, de três actos. O primeiro realizava-se diante do lar paterno, enghyesis, o terceiro no lar do marido, télos, e o segundo era a passagem de um para outro, pompé.

1.° Na casa paterna, em presença do pretendente, o pai, de ordinário rodeado pela família, oferece um sacrifício. Terminado este, declara, enquanto pronuncia uma fórmula sacramental, que dá a filha ao homem que a pediu. Essa declaração é absolutamente indispensável para o casamento, porque a jovem não poderia ir adorar o lar do esposo, se seu pai não a houvesse antes desligado do lar paterno. Para ingressar na nova religião, deve estar livre de todos os laços ou vínculos da religião primitiva(5).

2.° A jovem é levada para a casa do marido. Às vezes, é o próprio marido que a conduz(6). Em algumas cidades o encargo de levar a jovem cabia a um daqueles homens que entre os gregos estavam revestidos de caráter sacerdotal, e que chamavam de arautos(7). A jovem, comummente, é colocada sobre um carro(8), o rosto coberto com um véu, e à cabeça leva uma coroa. O uso da coroa, como veremos muitas vezes, era um costume observado em todas as cerimónias do culto. Os vestidos são brancos. O branco era a cor dos vestidos em todos os atos religiosos. Precedem-na carregando archotes: é o archote nupcial(9). Em todo o percurso cantam a seu redor um hino religioso, cujo estribilho é o seguinte: õ hymén, õ hyménaie. Esse hino era conhecido por himeneu, e a importância desse canto sagrado era tão grande, que dava nome a toda cerimônia(10).

A jovem não entra por si mesma em sua nova morada. É necessário que o marido a carregue, que simule um rapto, que grite um pouco, e que as mulheres que a acompanham finjam defendê-la. Por que esse rito? Seria um símbolo do pudor feminino? Isso é pouco provável; ainda não chegou o momento do pudor, porque o que se vai realizar por primeiro nessa casa é uma cerimónia religiosa. Será que esse rapto simulado não quer antes significar que a mulher que vai oferecer sacrifícios no novo lar não tem por si mesma nenhum direito, que ela não o adota por sua própria vontade, e que é necessário que o dono da nova casa e seu respectivo deus a introduza à força? Seja o que for, depois de uma luta fictícia, o esposo ergue-a nos braços e a introduz na casa, tendo grande cuidado para que seus pés não toquem na soleira da porta(11).

O Casamento desde que existe nunca foi visto como Procriação a não ser a partir do momento em que a religião católica se intrometeu nesta acto.

In A Cidade Antiga de Fustel de Coulanges

Na Idade Média:

A união e a família fazem parte de uma realidade social, construída junto com a evolução da humanidade. Durante séculos, as pessoas passavam por rituais de corte, com um parceiro, e então partiam directamente para casamentos que deveriam ser para toda a vida. Uma união que pretendia a procriação, passou também por questões ligadas ao valor da propriedade, à conquista das terras e aos acordos políticos entre a nobreza. O casamento era essencialmente um atco de aquisição: o noivo “adquiria” a noiva, a transação era selada por meio do pagamento de uma moeda de ouro ou prata. Na maioria das vezes, o casamento era arranjado pelos pais do casal, transformando-se numa união forçada, prevalecendo a dominação do homem sobre a mulher. A escolha dos padrinhos para o casamento estabelecia uma situação de compadres socialmente reconhecida.

Nota: O Casamento como Prócriação exclusiva é um mito, uma ideia transmitida e imposta pelas religiões que nos dominam e que nos controlam toda a nossa vida.

O estado deve ser, tem de ser independente das Religiões e de todas as formas de manipulação de ideias.

Russos retiram esta semana?Será?

A Russian military vehicle rolls past a house set on fire by South Ossetian militia in the Georgian village of Kvemo-Achebeti outside the South Ossetian capital of Tskhinvali, August 18, 2008. (Denis Sinyakov/Reuters)
NATO Freezes Russian Ties Over Georgia — Yahoo News/Reuters

BRUSSELS (Reuters) – NATO agreed after U.S. pressure on Tuesday to freeze regular contacts with Russia until Moscow had withdrawn its troops from Georgia in line with a peace deal.

The alliance also agreed to upgrade contacts with Tbilisi but stopped short of accelerating its efforts to join NATO, an ambition which had enraged Russia even before the two-week-old conflict over Georgia’s breakaway South Ossetia region.

“We have determined that we cannot continue with business as usual,” the 26 NATO states said in a joint declaration issued after emergency talks in Brussels.

The statement did not explicitly refer to a U.S. demand to suspend contacts within the six-year-old NATO-Russia Council (NRC), but NATO Secretary-General Jaap de Hoop Scheffer said it was clear such contacts could not take place at present.

“As long as Russian forces are basically occupying a large part of Georgia I cannot see a NATO-Russia Council convening at whatever level,” he told a news conference.

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Russia hits back at Nato warning — BBC
Nato offers scant comfort for Georgia over conflict with Russia — Telegraph

Nota: As tropas Russas já deveriam ter saído da Geórgia, na semana passada. Mesmo tenso em conta as possíveis razões para esta demora da saída das tropas Russas, julgo que é desnecessário esta demonstração de força exagerada que terá consequências nas suas relações com a Europa e com a Nato.

Mr. Putin, está a comportar-se como o Bush e seus aliados. Não havia necessidade de mostrar que quem manda é o senhor nem de prolongar tanto a estadia das tropas Russas.

Já é tempo de ajudar as populações a restabelecer as suas vidas, da ajuda humanitária às pessoas que nada têm a ver com esta Guerra nem com as demonstrações de ambição e poder de ambas as partes do conflito.