Basta de Mentiras e Hipócrisias da Nato e seus aliados

Independência da Ossétia e da Abkházia: NATO pede a Moscovo que reveja a sua decisão

A NATO apelou hoje à Rússia que “reveja a sua decisão” de reconhecer a independência da Abkházia e da Ossétia do Sul, de acordo com um comunicado da Aliança Atlântica hoje tornado público.

In Público

Como sempre, os senhores da Nova Ordem Mundial, pensam que todos têm de se ajoelhar perante Bush e a Nato.

Gostaria que me explicassem o que faziam os Conselheiros Militares da Nato, Israelitas e Norte Americanos na Geórgia quando se deu o ataque à Ossétia do Sul?

Esta Invasão e limpeza étnica por parte da Geórgia e dos seus aliados, USA, NATO e Europa foi planeada, só não contavam com a resposta Russa.

Com a Independência do Kosovo abriu-se um precedente, que Putin bem avisou o Ocidente. No entanto este Ocidente só tem olhos para a sua ambição militar, estratégica e Geopolítica de domínio, alastrando-se como uma praga pelo mundo.

Se Kosovo é Independente, a mesma LEI que permitiu deve-se por uma questão de igualdade e de Honra aplicar-se à Ossétia do Sul e à Abkhazia.

A Rússia por seu lado afirma que não tem medo de uma nova Guerra Fria.

Os Barões deste Mundo não podem viver sem Guerras, sem pessoas a viver com fome, com doenças, desde que esses Barões continuem a Tentar Governar o Mundo. Eles só governam se nós os deixarmos, pois somos nós que temos o poder para dizer: BASTA.

A Nato é um pau mandado dos Estados Unidos

O deputado russo considera que os Estados Unidos cometem um “erro terrível” ao reconhecer a independência do Kosovo. “No fundo, Tahci (líder do Kosovo) não é muito diferente de Bin Laden. Os americanos alimentaram esse terrorista e agora ele faz explodir as suas casas. Tahci será mais um Bin Laden” – concluiu Markov.

In Da Rússia

O G7 e o G8 são dominados pelos Estados Unidos. Não admira a tomada de posição, Afinal os restantes Países deste grupo são dominados e “escravos” das decisões do governo americano.

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Quem Lucra com a Fome e Pobreza?

Motins da fome marcam o fim da era da alimentação barata

Ao desfolhar jornais velhos no meu escritório/biblioteca, deparei-me com este curioso artigo, da autoria de Jorge Almeida Fernandes, no Jornal «Público», do dia 27.04.2008, que importa reter (na memória) e reproduzo abaixo na íntegra.
À distância de 4 meses, longe vão os tumultos verificados um pouco por todo o mundo, devido à instabilidade dos mercados e à oscilação do preço do barril de petróleo.
E penso, caramba nada foi feito, para inflectir a situação! A instabilidade social (em Portugal e no Mundo) aumentou fruto de vários factores.
Urge repensar a maneira como gastamos energia e como a obtemos.
No futuro teremos que mudar muito dos nossos comportamentos, inclusive a forma como nos deslocamos.
Provavelmente, desta vez, a crise foi abafada.
Mas, o mal-estar (geral) é evidente. Parece que está um tacho ao lume, em banho-maria…
Recordo as teorias de Thomas Malhus – sobre o crescimento da população humana e sobre a eventualidade dos alimentos não chegarem para a espécie humana – leccionadas na disciplina de Ecologia, nos meus tempos de Liceu.
Provavelmente, a situação já será incomportável, teremos que mudar qualquer coisa, sobre risco de desaparecermos como espécie…

«Após 40 anos de preços baixos, o custo da alimentação vai subir. Os pobres já estão a sofrer e duvida-se que possamos dar de comer a todos!» «Os motins de fome em África, na Ásia e na América Latina assinalam o fim de uma era, a da comida barata, e o risco de tempos de penúria alimentar. Josette Sheeran, directora do Programa Alimentar Mundial da ONU (PAM), definiu o “novo rosto da fome”: o custo dos alimentos sobe rápida e sustentadamente, invertendo quatro décadas de declínio dos preços. Está em risco imediato a segurança alimentar de 36 países.
“É a pior crise do género em 30 anos”, afirma o economista Jeffrey Sachs, conselheiro do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. “É um enorme problema que ameaça um grande número de governos. Alguns estão encostados às cordas e há consequências políticas ainda por chegar.”
Estão a ser tomadas medidas de emergência para conter a expansão dos motins e da fome, que hoje atinge 854 milhões de pessoas. Mas o PAM e as ONG estão perplexos. Nas crises recentes tratava-se de dar comida a populações vítimas de desastres naturais ou humanos: secas, guerras civis ou até casos de governos que utilizam a fome como meio de domínio político ou de chantagem internacional. Hoje, com “comida nas prateleiras”, as pessoas não têm dinheiro para a comprar. Como ajudar?
A fúria dos pobres
Os mexicanos foram pioneiros: em Janeiro de 2007, um motim contra o aumento de 40 por cento no custo da tortilla, alimento dos pobres, obrigou o Governo a subsidiar os preços. Em Setembro, houve confrontos violentos em Marrocos e, a seguir, na Mauritânia e na Guiné. Este ano a mancha dos protestos, que fizeram algumas dezenas de mortos, alastrou aos Camarões, Senegal, Burkina Faso, Costa do Marfim, Madagáscar, Moçambique, Etiópia. No Haiti, os tumultos levaram à queda do primeiro-ministro. Na Ásia, atingiram o Uzbequistão, a Indonésia, o Iémen, o Bangladesh e o Paquistão. Como medida preventiva, vários países suspenderam ou restringiram a exportação de cereais: Vietname, Tailândia, Camboja, Índia, Indonésia, Cazaquistão, Rússia, Ucrânia, Argentina, Brasil. Em reacção, o preço do arroz subiu 31 por cento num só dia (27 de Março).
A onda de choque chegou aos EUA, onde começou o açambarcamento de arroz e farinha. Duas grandes cadeias de supermercados passaram a limitar a venda de arroz. Poucos levaram a sério a premonitória “greve à pasta” dos italianos, a 13 de Setembro de 2007, contra a “especulação”. As várias Chinas Uma extraordinária conjugação de factores poderia levar a pensar numa crise conjuntural ou reversível: secas ou inundações, desvio de cereais para bio combustíveis, baixos stocks e especulação. De facto, os fundos especulativos passaram a apostar nos cereais (“o trigo vale ouro”). Mas, a mudança não é conjuntural, é estrutural, diz a maioria dos especialistas. Para não falar no petróleo e nos fertilizantes, basta somar àqueles factores um outro: o aumento exponencial do consumo e a mudança de hábitos alimentares nos “países emergentes”, fazendo explodir uma procura que a oferta não acompanha. Países como a China e a Índia, e muitos outros, não têm apenas “fome de energia”. Com a industrialização, perdem agricultores e ganham consumidores que se alimentam melhor. O crescimento das classes médias aumenta o consumo de carne e a consequente necessidade de importar muito mais cereais para criar aves, porcos e vacas, isto é, “ocidentalizam” a alimentação à medida que se modernizam.
Tensões e desafios As medidas de emergência deverão aliviar a pressão e reduzir a especulação. Todos os olhos estão postos nas colheitas de 2008. Mas o carácter estrutural e fulminante da crise levou o Banco Mundial e o FMI a penitenciarem-se por políticas passadas. Haverá ressacas. As políticas agrícolas da UE e dos EUA serão postas em causa. Crescerão as tensões Norte-Sul e em torno da globalização, pois vários Estados, face à instabilidade interna, são incitados a tomar medidas proteccionistas e a afirmar a sua “soberania alimentar”.
Se as crises no Haiti ou na África fazem sobretudo temer uma catástrofe humanitária com turbulências políticas, já casos como o do Egipto são uma dor de cabeça geopolítica para todas as potências. Mubarak, dizem analistas egípcios, não resistiria a uma praga de fome urbana. Um colapso no Cairo é inimaginável: abalaria todo o Médio Oriente, o “celeiro do petróleo”.
O “choque alimentar” terá como primeiro efeito fazer da agricultura uma prioridade mundial, reconheceu-o Pascal Lamy, presidente da OMC. A crise seria então uma oportunidade. Em 1960, havia duas pessoas a partilhar um hectare cultivado. Em 2050, haverá seis. Dizem os agrónomos: a revolução verde quantitativa do século XX – mais terras, mais irrigação e mais química – está esgotada. Trata-se de inventar outra, adaptada à escassez de recursos. Os pobres gastam 60 a 80 por cento do seu rendimento na alimentação, os ricos apenas 10 a 20 por cento. Faz toda a diferença…»

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posted by Mário Nunes at Kafe kultura

Cego é o que não quer ver…

Teixeira dos Santos diz que “linha de rumo” do país se mantém

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, garante que o Governo vai prosseguir a “linha de rumo” traçada para o país, para que Portugal mantenha a “solidez financeira” e consiga enfrentar “intempérie que vem do exterior”.

Imagem do Kaos

Nota: Não há maior cego do que aquele que não quer ver. Não é necessário nada de especial para verificar o estado em que a economia deste país à beira mar plantado se encontra. Não há poder de compra, a classe média está em crise para não falar nos 1.800 milhões de pobres em Portugal com uma população que ronda ps 10.000 milhões.

Só uma pequena Oligarquia tem acesso ao poder de compra, é a Oligarquia que nos governa e que governa este governo, desgovernado sem rumo – aparentemente tem rumo…mas o rumo centra-se na colecta financeira e na coação aos que não podem , por não terem poder económico para um bom advogado, de lutar contra este fascismo financeiro.

Cego é o que não quer ver o estado em que o País está.

Manter o rumo, mas qual rumo? O rumo de fingir que se faz e esperar que a Europa retome o crescimento, enquanto se dá benesses a quem pertence a um pequeno grupo Oligárquico que nos governa?

O Rumo resume-se à cobrança de impostos? É isto o rumo? Só? Não admira que Portugal esteja sempre em crise…

A Mentira é uma arma de destruição massiva.

Dark Energy and Black holes, Energia Negra e Buracos Negros

An orbiting observatory has spotted a massive cluster of galaxies in deep space that can only be explained by the exotic phenomenon known as dark energy, the European Space Agency (ESA) said on Monday.

Distant Galaxy Blob

Spotted in a scan by ESA’s orbiting X-ray telescope XMM-Newton, the cluster’s mass is about 1,000 times that of our own galaxy, the Milky Way, it said.

The huge cluster, known by its catalogue number of 2XMM J083026+524133, lies 7.7 billion light-years from Earth and helps confirm the existence of dark energy, the agency said.

Under this hypothesis, most of the universe comprises “dark energy,” an enigmatic force that is causing the expansion of the cosmos to accelerate.

The outward drive of dark energy is such that, in more recent times, massive galaxy clusters have lacked the gravitational glue to be able to form.

So the newly-discovered super-cluster can only have been formed earlier in the history of the universe, a notion that is backed by its huge distance from Earth.

“The galaxy cluster is so big that there can only be a handful of them at that distance,” said ESA, likening the achievement to finding a “cosmic needle in a haystack.”

The observation was made by a team led by Georg Lamer of the Potsdam Astrophysics Institute, eastern Germany, initially using a photon imaging camera aboard the XMM-Newton.

Intrigued by the indicators of scorching gases spewed out by X-ray sources, the astronomers followed up by getting a deep exposure image of the region from a large binocular telescope in the Arizona desert.

“Dark energy” is believed to comprise more than 72 percent of the detected universe and “dark matter” — heavy particles still waiting to be discovered — accounts for around 23 percent, according to cosmological theory.

That leaves less than five percent of normal, or baryonic, matter, the category for the protons and neutrons that compose it.

In Discovery News

E Black Holes

Vodpod videos no longer available.

A Energia Negra a responsável pela expansão do Universo.

A Mentira é uma arma

Algo está errado

Num período em que a criminalidade em geral e a violenta em particular aumentam, efectuar cortes no Ministério da Administração Interna que reduzirão o seu orçamento, em menos 17 por cento no investimento e um corte de oito por cento nas despesas de funcionamento, parece-me não só totalmente descabido como irresponsável e imoral. ( E pelos vistos não é só a mim…)Desde logo porque está patente que os meios existentes não têm chegado e que a grave crise que o país atravessa e que só os governantes não vêm, forçosamente, fará essa criminalidade aumentar. Depois, é passada uma mensagem que desmoraliza os cidadãos e as forças policiais, levando a crer que haverá, mesmo, um maior facilitismo nesse combate que parece estar a ser perdido. Ou seja, resumindo, quer-me parecer que se irá assistir ao contrário do que deveria ser feito, que seria encetar um combate sério a essa ameaça real.
Porém, posso estar enganado e aquilo que não chegava passar a chegar, talvez os nossos estimados governantes estejam a pensar prescindir das suas seguranças privadas, dos seus carros e outras coisas do género. Hoje, por exemplo, mais um indivíduo foi atingido na cabeça por ter tentado resistir a um assalto à mão armada, foi em Boliqueime, quer-me é parecer que deveria ter sido outro o alvo, e esse sim lá nascido e com sérias responsabilidades no estado de coisas a que o país chegou…

Os Manipuladores da especulação

O Monstro da especulação

 Capitalismo

«Os investidores responsáveis pela escalada que colocou os preços das matérias-primas – agrícolas e não só – em preços recorde no início de Julho, estão a vender posições nestes mercados, numa reorganização das suas carteiras. Em pouco mais de um mês, os bens agrícolas desceram, em média, 26%. Os índices que agregam várias matérias-primas (agrícolas, metais, petróleo) já corrigiram entre 17% e 22%. E o investimento financeiros nestes mercados baixou 50% entre o primeiro e segundo trimestres.»

in Diário de Notícias

Agora que o preço petróleo baixou, no mercado internacional, (já vai nos 110 dólares), porque nas bombas de gasolina a gravidade é invertida e os preços sobem rapidamente mas para cairem é em câmara lenta, deve haver aí muito governante, a começar no Engenheiro, que devem estar a suspirar de alivio. Se os especuladores não tivessem ido de férias, se apertassem um bocadinho mais o mercado, a economia Europeia e Norte Americana corriam o perigo de estoirarem. Bom era que aprendessem alguma coisa com isto, que entendessem que este mercado liberalizados e não controlado pelos estados, os deixa à mercê do grande capital e impotentes para reagir. Era bom que vissem que no meio disto tudo quem ganhou foram especuladores, (basta imaginar o que representará 26% do mercado mundial) e quem perdeu fomos todos nós. Era bom que entendessem que é a politica que fazem e defendem, que permite que isto possa acontecer…e um dia a casa cai.


Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI