O Ché Ché ás vezes acerta…

Ontem Mário Soares teme que Portugal possa ficar «ingovernável» em 2009, com um aumento do desemprego e os protestos que daí podem surgir. Em entrevista à Rádio Renascença, o antigo Presidente da República acha que o próximo ano vai ser «muito difícil, muito mais»



VAI SER UM ANO ÍMPAR!

VAI SER UM ANO ÍMPAR!

Bye 2008 by risquillo.


Ferreira Fernandes

Sim, há um ligeiro indício que me preocupa: um ano como este, 2008, que se inventa um segundo a mais, isto é, que retarda a sua saída de cena, um segundinho que seja, é porque suspeita que o que vem aí é mesmo mau. Mas esse mau pressentimento é varrido pela boa notícia: todos os economistas, todos, prevêem um 2009 desastroso. Acho que estou a respeitar as leis da lógica: se todos os economistas se enganaram completamente sobre os dias de hoje, é provável, sendo unânimes sobre o dia de amanhã, voltarem a enganar-se. 2009 não pode ser a repetição da Grande Depressão, não pode ser a crise funda, não pode ser a deflação sem saída, não pode. A prova que não pode? Os economistas dizem que só pode. O pessimismo generalizado dos economistas é a minha luz ao fundo do túnel. Eles, este ano, só me deram boas notícias. Incapaz de apontar uma taxa euribor (quanto mais indexá-la!), confundindo CMVM com um jipe com tracção a quatro rodas, sempre me julguei um caso isolado de iletrado em economia. Até este ano. Agora sei que sou um ignorante, sou, mas tal como Alan Greenspan. Permita que lhe digo, caro leitor, o que há para dizer: 2009 vai ser um ano ímpar.

À moda de Stalin. Mas também podia ser à moda de Kim il Sung ou de qualquer outro ditador

Está no site do ME. e uma pessoa nem acredita. Tem a data de 18/12/08. E é a propósito da avaliação de desempenho e das orientações para reformular as fichas e grelhas. Os PCEs apressados vão ter de reformular as fichas e as grelhas. Com o simplex 2 toda essa tralha vai ter de ser alterada profundamente. Pois a ministra da educação ou alguém por ela teve a ousadia de aconselhar os professores a lerem as suas inúmeras entrevistas. E mandou colocar links no site do ME para as suas entrevistas com a justificação de que podem ajudar os professores a reformularem as fichas e as grelhas. Uma pessoa não acredita. Tem de ler duas vezes para acreditar. Mas é verdade! Então, uma pessoa esfrega os olhos e pensa que está na Coreia do Norte ou na velha URSS de Stalin . Ora leiam o que está no portal do ME. Passo a citar:

Para mais informações, consultar:
1 – Posições da equipa ministerial:
  • “Avaliação reforça capacidade da escola pública para cumprir a sua missão com mais eficácia” – artigo da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, publicado no semanário Expresso em 06 de Dezembro.
  • “Não há, nem haverá, suspensão do processo de avaliação do desempenho” – declaração do secretário de Estado Jorge Pedreira à Imprensa em 06 de Dezembro.
  • “Uma avaliação séria melhorará a escola” – discurso da ministra na Assembleia da República, realizado em 04 de Dezembro.
  • “Se o Governo suspendesse a avaliação seria uma vergonha” – entrevista da ministra ao Correio da Manhã e ao Rádio Clube, divulgada em 16 de Novembro.
  • “É a defesa do interesse público que está em causa” – entrevista da ministra ao Expresso, publicada em 15 de Novembro.
  • “Este modelo de avaliação protege os professores” – entrevista da ministra difundida pela RTP N em 23 de Outubro último.
  • “Queremos reconhecer os professores excelentes” – entrevista da ministra à Visão, publicada em 16 de Outubro.

Circunspecção de mau gosto -Ricardo Araújo Pereira

Opinião de Ricardo Araújo Pereira


Julgo que a opinião da directora da DREN, Margarida Moreira, segundo a qual a ameaça a uma professora com uma arma de plástico foi uma brincadeira de mau gosto, é uma brincadeira de mau gosto. Mais uma vez se prova que a crítica de cinema é extremamente subjectiva. Eu também vi o filme no YouTube e não dei pela brincadeira de mau gosto. Vi dois ou três encapuzados rodearem uma professora e, enquanto um ergue os punhos e saltita junto dela, imitando um pugilista em combate, outro aponta-lhe uma arma e pergunta: «E agora, vai dar-me positiva ou não?» Na qualidade de apreciador de brincadeiras de mau gosto, fiquei bastante desapontado por não ter detectado esta antes da ajuda de Margarida Moreira.

Vejo-me então forçado a dizer, em defesa das brincadeiras de mau gosto, que, no meu entendimento, as brincadeiras de mau gosto têm duas características encantadoras: primeiro, são brincadeiras; segundo, são de mau gosto. Brincar é saudável, e o mau gosto tem sido muito subvalorizado. No entanto, aquilo que o filme captado na escola do Cerco mostra aproxima-se mais do crime do que da brincadeira. E os crimes, pensava eu, não são de bom-gosto nem de mau gosto. Para mim, estavam um pouco para além disso – o que é, aliás, uma das características encantadoras dos crimes. Se, como diz Margarida Moreira, o que se vê no vídeo se enquadra no âmbito da brincadeira de mau gosto, creio que acaba de se abrir todo um novo domínio de actividade para milhares de brincalhões que, até hoje, estavam convencidos, tal como eu, que o resultado de uma brincadeira é ligeiramente diferente do efeito que puxar de uma arma, mesmo falsa, no Bairro do Cerco, produz.

O mais interessante é que Margarida Moreira, a mesma que agora vê uma brincadeira de mau gosto no que mais parece ser um delito, é a mesma que viu um delito no que mais parecia ser uma brincadeira de mau gosto. Trata-se da mesma directora que suspendeu o professor Fernando Charrua por, numa conversa privada, ele ter feito um comentário desagradável, ou até insultuoso, sobre o primeiro-ministro. Ora, eu não me dou com ninguém que tenha apontado uma arma de plástico a um professor, mas quase toda a gente que conheço já fez comentários desagradáveis, ou até insultuosos, sobre o primeiro-ministro. Se os primeiros são os brincalhões e os segundos os delinquentes, está claro que preciso de arranjar urgentemente novos amigos.

In Visão

«choque e pavor», O senhor da Guerra – Israel

Entre o cerco e os bombardeamentos israelitas, o fanatismo do Hamas, a corrupção e docilidade da Autoridade Palestiniana, a traição e cumplicidade das nações árabes e o silêncio do Ocidente, os palestinianos não podiam estar mais sozinho.

Têm muita razão os que exigem democracia nos países árabes. Fossem o Egipto ou a Jordânia democráticos e nunca os seus governos seriam cúmplices do cerco a Gaza. É porque são ditaduras corruptas que se vendem com facilidade e que não acompanham a indignação dos seus povos. Tivessem os palestinianos um líder forte e não dois líderes péssimos e os israelitas teriam de negociar. Assim, resta a guerra. Quem achou que o melhor seria vergar os palestinianos e comprar os seus líderes e os seus aliados não se pode queixar. Assim, a paz é uma miragem. E quem paga é o povo de Gaza.

Por Daniel Oliveira in Arrastão

«Os acontecimentos ao longo da frente Sul que começaram sábado de manhã, às 11h30, parecem-se muito com uma guerra entre Israel e o Hamas. É difícil dizer onde (geograficamente) e por quanto tempo vai prosseguir a violência antes de uma intervenção da comunidade internacional com vista à suspensão das hostilidades. Todavia, a salva de abertura israelita não é uma operação “cirúrgica” ou um ataque limitado. É o assalto mais violente a Gaza desde que este território foi conquistado em 1967.»

É interessante notar que os comentadores israelitas, como a maior parte dos comentadores da imprensa ocidental, não assinalam a razão mais importante do falhanço do cessar-fogo de seis meses, que durou de 19 de Junho até 19 de Dezembro. Como nos confirmou Khaled Mechaal, chefe da comissão política do Hamas na semana passada, o acordo compreendia, para além do cessar-fogo, o levantamento do bloqueio de Gaza e um compromisso do Egipto em abrir a passagem de Rafah. Ora, não só Israel violou o acordo de cessar-fogo lançando um ataque que matou várias pessoas no dia 4 de Novembro, como os pontos de passagem não foram reabertos senão parcialmente, e o bloqueio foi mesmo reforçado nas últimas semanas. A população, que era largamente favorável ao acordo em Junho, exige hoje uma clarificação: ou a guerra ou a abertura incondicional dos pontos de passagem e o fim da chantagem permanente que permite a Israel matar lentamente à fome (e privar de cuidados de saúde) a população. Esta está certa quando acusa Israel, como relata o sítio Internet da Al-Jazeera em inglês: «Gazans: Israel violated the truce» (Mohammed Ali).


Credo Mutwa on Barack Obama

An actor walks upon the floodlit stage of life
wearing a mask of an angel beneath a demon’s gown.
Pretence smiles upon the crowded hall of life
holding out hope as bright as it is false.
Son of a woman in whose veins flows the blood
of ancient Ireland and dark Africa’s plains.
You are Obama, nick-named the standing king
You are Barack, oh, son born to deceive
The suffering hoards of Africa look up to you,
See a black saviour where nought but a Judas strides.
An entrapper of nations, bringer of dismal war
Behind the robes and the nylon wings of hope
Oh, may those who look upon you, see you as you are.
May those who hope in you behold you as you be
A prince deceitful to bring down Africa’s shrines
A siren who leads Africa’s ships onto rocks of obliteration.
Your rule my lord will not be one of peace
Your reign my king will not be one of smiles
Even as we speak in caves both dark and dank
Enraged fanatics plot your dark demise
They will put around your head a bloodwet martyr’s crown.
Oh black Kennedy following the one before
May God forgive thee and thy fiery spouse
As you walk in silence from the stage of life
Barack Obama, blessed son, Oh standing king.

Credo Mutwa

Rotulagens histórico-geográficas

O Adamastor económico

O Adamastor

«O “Cabo das Tormentas” da crise económica acontecerá em 2009. A advertência é do primeiro-ministro que avisa que será exigido do Governo “rapidez na acção” sem ortodoxias. “É preciso estar com a mente aberta para responder aos problemas e não para responder às necessidades da nossa ideologia. Precisamos de ter mente aberta e não ficarmos reféns da ideologia ou das respostas clássicas, porque problemas novos exigem respostas novas“, sustentou o primeiro-ministro. »

Habituados a Cabos das Tormentas estamos todos nós que sempre vivemos na crise de os atravessar. Do paraíso prometido já vamos ao encontro do Adamastor. A rapidez com que esta gente muda o discurso é surpreendente embora ainda mais seja o facto de parecer que muitos achem isso normal. Claro que depois deste discurso tudo é possível e facilmente nos imporão mais sacrifícios. Como estas crises são úteis a quem faz as politicas dos Clubes de Bilderberg e para retirar direitos e para justificar cortes na democracia e nas liberdades.

Aqui chegados, há quem faça um balanço de 2008 ou previsões para 2009. O primeiro-ministro foi avisando que o novo ano será uma espécie de Cabo das Tormentas (a crise económica, pois).

José Sócrates parece apreciar as referências histórico-geográficas, tanto assim que ao «seu» computador deu o nome de Magalhães. Quanto chegará o momento em que passará de Cabo das Tormentas para Cabo da Boa Esperança?

Enquanto não chega esse ansiado dia, por que não aplicar rótulos do mesmo tipo a alguns ministérios, dados estados de coisas ou perspectivas? Assim, o Cabo das Tormentas exige que o ministro das Finanças responda à altura. Aludamos, portanto, à Grande Corrida ao Ouro, na Califórnia do fim do séc. XIX, pois Teixeira dos Santos terá de fazer uma grande corrida ao ouro, não das minas, mas dos nossos bolsos.

É de prever que Maria de Lurdes Rodrigues tenha que sustentar não a Guerra dos Seis Dias, como gostaria, mas algo parecido com Guerra dos Trinta Anos, pois não se vislumbra o fim do conflito com os professores.

Quanto ao Ministério da Justiça, falar-se-á da II Guerra, que durou seis anos. E isso porque há processos que já se arrastam há quatro anos (de outros até se poderia pensar na Guerra dos Cem Anos…) e ainda nada nos permite crer que, como naquele conflito mundial, os «maus» acabarão por pagar pelos seus crimes.

Na Administração Interna, rezemos para não mergulharmos no periodo do Terror, um dos capítulos mais negros da Revolução Francesa — mas a verdade é que o aumento da criminalidade violenta anda a aterrar-nos de tal modo que talvez tenha chegado o momento de pensar em pôr de novo a guilhotina a funcionar (é uma maneira de dizer, não se assustem!).

Quanto ao Ministério da Saúde, ao olhar para o SNS, só me ocorre um nome: Ilha da Desolação.

Os restantes ministérios escapam a esta rotulagem histórico-geográfica porque, felizmente para eles, já se esgotaram as minhas 30 linhas de fama…


Sérgio Andrade in J.Notícias

Grande plano

Para o próximo ano [2009] está previsto o arranque da nova fase do Programa, abrangendo mais 70 escolas31 Jul 08 (Ministério da Educação)

“O primeiro domínio têm a ver com a educação. Nós decidimos fazer em 2009 a recuperação e modernização de mais de 100 escolas públicas13 Dez 08 (José Sócrates)

O programa de modernização das escolas previa, até ao ano de 2015, um investimento total de 940 milhões de euros em 330 Escolas.

Estando já prevista a modernização de 70 escolas em 2009, como pode o documento oficial do Governo anunciar a diferença de 500 milhões de euros face ao OE2009 ?

a) Sócrates mentiu e o valor do plano anunciado é uma farsa

b) O OE2009 estava errado e não previu qualquer verba para a empresa Parque Escolar, EPE

c) O custo das 30 escolas a modernizar passa de 2,84 Milhões de euros por escola para 16,6 milhões, como medida de apoio directo às empresas de construção

d) Nenhuma das anteriores

c) É uma “aldrabice pegada”



publicado por Carlos Nunes Lopes in 31 da Armada

Somos Governandos por Maníacos com fins Maníacos. Eles estão todos doidos

John Lennon & Yoko Ono: WAR IS OVER! (If You Want It)

Imagine um clube onde presidentes, primeiros-ministros e banqueiros internacionais convivem, onde a realeza presente garante que todos se entendem, onde as pessoas que determinam as guerras, controlam os mercados e impõem as suas regras a todo o mundo dizem o que nunca ousariam dizer em público. Pois este clube existe mesmo e tem um nome. Ao longo dos últimos cinquenta anos, um grupo seleccionado de políticos, empresários, banqueiros e outros poderosos tem-se reunido em segredo para tomar as grandes decisões que afectam o mundo. Se quiser saber quem mexe os cordelinhos nos bastidores dos organismos internacionais conhecidos, não hesite: leia este livro.Não temendo pôr em risco a própria vida, Daniel Estulin foi a única pessoa a conseguir romper o muro de silêncio que protege as reuniões do clube mais exclusivo e perigoso da história.
Fique a saber:- Porque se reúnem os cem mais poderosos do mundo todos os anos durante quatro dias.- O porquê do silêncio dos media em relação a estas reuniões.- Que vínculos existem entre o Clube Bilderberg e os serviços secretos ocidentais.- Quais os planos do Clube Bilderberg para o futuro da humanidade.

José Sócrates um produto Bilderberg / A Actual Crise Económica um produto Bilderberg

Bilderberg um clube secreto governa o mundo
Criado há 53 anos, o Clube Bilderberg reúne anualmente, em caráter sigiloso, nomes influentes da política, da economia e da mídia do Ocidente para debater assuntos de interesse mundial. Seus defensores dizem que essas conferências são uma ocasião única para a busca de consenso, mas seus críticos afirmam que em tais encontros se trama o destino do mundo

Por Eduardo Araia


A ignorância é “O triunfo dos Porcos”.

José Sócrates ganhou o Euromilhões!

Num momento em que a crise social, as políticas anti-sociais do Governo ,desgastavam o Partido Socialista, a crise do subprime nos EUA e a consequente crise bancária internacional, salvam José Sócrates.José Sócrates – com pose de vencedor – “deu” uma comunicação de Natal aos portugueses.

Apareceu como o salvador da Pátria, o “pai” das políticas sociais, o D. Sebastião da crise.

livrobilderbergOs portugueses têm de saber algumas coisas:
1 – José Sócrates é um homem do Club Bilderberg;
2 – José Sócrates esteve na supersecreta reunião dos bilderbergs em Stresa, Itália, no ano de 2004;
3 – Na supersecreta reunião do Clube Bilderberg em Stresa , esteve também Santana Lopes e Pinto Balsemão;
4 – Nesta reunião foi decidido pelo Clube Bilderberg que Durão Barroso seria o próximo Presidente da Comissão Europeia; que Santana Lopes seria o próximo Primeiro Ministro de Portugal e que, para tanto, seria dissolvida a Assembleia da República Portuguesa; seria feito um ataque ao PSD e que José Sócrates depois seria o próximo Primeiro Ministro de Portugal.
5 – Para tanto o Clube Bilderberg – ligado à maçonaria internacional e sobretudo norte americana , ao grande sistema financeiro internacional, à estratégia dos EUA, aos poderes das grandes multinacionais e serviços secretos ocidentais – contou com o apoio de Mário Soares, de Jorge Sampaio e de Pinto Balsemão e seu Grupo Económico.

Os Bilderbergs são os grandes responsáveis pelo colapso do sistema financeiro internacional, ao promoverem as políticas de especulação financeira, a aposta no mercado de títulos e do imobiliário.

José Sócrates é um homem de confiança do Club Bilderberg.

As crises são sempre motores do renascimento económico.

A actual crise além de estrategicamente determinada pelos grandes senhores do Mundo Capitalista, Ocidental, é fundamental para combater a concorrência, para prejudicar as economias emergentes e assim manter o exército de pobres no Mundo e o mercado aberto.

O crescimento das economias chinesa , indiana e russa é uma ameaça aos grandes grupos económicos mundiais, porque as não controlam.

José Sócrates distribui migalhas e aparece como o grande estadista, o “salvador”, precisamente a poucos meses de eleições, sem uma Oposição do PSD estruturada, forte .

No entanto José Sócrates sabe que foi o “seu” clube que esteve por detrás de toda esta turbulência.

José Sócrates é um indivíduo com sorte, com muita sorte!

Pinto Balsemão, apesar de ser do PSD, é um bilderberg, e, como tal, o seu grupo económico tem de observar os interesses do Clube Bilderberg, designadamente cumprir as determinações dos bilderbergs.

Assim, a SIC e o Expresso estão dominados pela maçonaria, pelo Partido Socialista.

A comunicação social é fundamental na estratégia dos bilderbergs.José Sócrates colhe benefícios enormes desta estratégia.

O Expresso está uma pera doce para o Governo, mesmo na questão da licenciatura, pois esse episódio tem de ser visto numa frente alargada de pressão e condicionamento do Governo do PS aos desígnios do Club Bilderberg.

E agora aí está o Governo a apoiar o Banco Privado Português , precisamente onde grande parte do Poder Económico Português tem as suas contas e Pinto Balsemão tem posição estratégica!!!

O Povo Português nada manda.Quando vota, pensa que manda alguma coisa.Mas para nada conta.

Só para votar, sem saber que são os mesmos sempre a decidir.

– Continua , proximamente –

Posto por José Maria Martins

É professor, tem 61 anos de idade e 36 anos de serviço e não abandonou o barco em tempo de tempestade. Foi à luta e está aí.

É professor. Chama-se Miguel Loureiro. Tem 61 anos de idade e 36 anos e 4 meses de serviço. Tem o tempo todo para se poder aposentar mas não o fez. Preferiu ficar e dar o corpo ao manifesto. Em vez de carpir, escolheu lutar. Não abandonou o barco durante a tempestade. Ficou e pôs a sua voz ao serviço dos mais novos e dos mais fracos. É professor e membro do conselho pedagógico do Agrupamento Vertical  Afonso Betote. Esteve em todas as lutas de professores. Tem idade para ser pai dos jovens professores. Leia aqui o discurso que o colega fez em Conselho Pedagógico contra o simplex2.

Caros colegas e amigas

Até parece que é a primeira vez… agora a coisa é mais fina e haverá pouca poesia.

Mais uma vez aqui estamos e eu aqui estou, empurrado como já disse, mas coerente na minha motivação, que vou tentar explicar, expondo-me um bocadinho, começando por desfazer a insinuação que a Sra. Directora da DREN me fez, de ser comunista…

Afinal só sou Rotário, membro de uma movimento internacional de profissionais, que para além do que faz e “faz fazer”, tem entre os seus 4 objectivos criar boas relações entre as pessoas, mesmo que sejam em tudo diferentes de nós, reconhecer o mérito de todas as profissões úteis e privilegiar a ética profissional. E é esta consciência social, que me leva a por em prática o lema “Dar de si antes de pensar em si”, no caso, ajudar a dignificar a profissão de PROFESSOR, estabelecer pontes para relacionamentos sãos e forçar que a justiça seja feita na equidade.

Dada esta explicação, começo com uma história “real”, acerca de quatro pessoas “comuns e correntes”, conhecidas como: TODAGENTE“, “ALGUÉM“, “QUALQUER” e NINGUÉM“, que viviam juntos.

Acontece que um dia se apresentou um importante trabalho, que devia levar-se a cabo com prontidão.

TODAGENTEestava seguro de que ALGUÉMo faria.

O certo é que QUALQUERpodia tê-lo feito… mas NINGUÉMo fez.

ALGUÉM” ficou muito chateado, já que era um trabalho para TODAGENTE”.

Todavia “TODAGENTE”, pela sua parte, pensou que QUALQUERpodia fazê-lo, mas NINGUÉMcompreendeu que ALGUÉMnão o faria.

O incidente terminou de uma forma muito desagradável, já que TODAGENTEculpou ALGUÉMquando NINGUÉM fez o que QUALQUERpodia e devia ter feito.

O “QUALQUER” neste caso sou eu, e esta é outra explicação…

A terceira explicação é que não gosto de deixar objectivos por cumprir, razão porque a minha disfarçada alegria, se converteu numa indisfarçável tristeza, já várias vezes, e que da última vez preocupou algumas amigas, a quem agradeço, mas era só pelo impasse desta tarefa que me encomendaram. E já chega… Há mais, mas são só minhas…

Passando ao assunto que nos trouxe aqui, confesso que com o “simplex” pensei que me veria à rasca para justificar a recusa, mas depois de reler a Moção anterior e pensar um bocadão, consegui convencer-me (para poder convencer) que as razões da exigência da suspensão se mantêm, em alguns casos agravadas e o meu papel é tentar convencer TODAGENTE de que é a hora de assumirmos individual e colectivamente uma posição definitiva sobre a Avaliação de Desempenho Docente.

Para não enganar ninguém, vou ler ponto por ponto o “abaixo-assinado” e apresentar a minha justificativa, que pode ser contestada ou recusada em silêncio, ou ser aceite e levar acto-contínuo a assinar o documento.

E começa assim:

Na sequência da Moção aprovada pelo Conselho Pedagógico de 27 de Outubro passado, e do plenário realizado em 13 de Novembro em que os Professores e Educadores do Agrupamento Vertical Afonso Betote de Vila do Conde, exigiam a suspensão deste processo de ADD, formalizada num abaixo-assinado e porque entretanto houve uma “simplificação” anunciada do mesmo, (mas ainda não publicada), que não a suspende como se exigia, reuniram-se mais uma vez em plenário para tomar uma posição definitiva, pelas razões que se elencam:

1. O processo continua incompleto e diferenciado porque os instrumentos não foram construídos por técnicos e não são iguais para todos os Agrupamentos / Escolas.

Não há outro processo de avaliação em prática, no público ou privado, em que os instrumentos não venham prontos a usar.

2. O trabalho louvável realizado por todos os Conselhos Pedagógicos, terá que ser reiniciado, com nova carga de trabalhos e consequente sobrecarga horária semanal, para readaptar os instrumentos de avaliação já construídos, mantendo-se a falta de garantia dos seus resultados, quer no rigor, quer na sua certificação.

O Pedagógico

– uma família, onde já nos insultamos, morcões para cima e morconas para baixo, ou vice-versa…

– onde cada um tem sintomas do foro psicológico…

– o meu PREC (as 2 realidades)…

– merece o reconhecimento, porque resguardou o mais que pôde os outros colegas de sofrerem como sofremos, para que o ambiente de trabalho não fosse deteriorado antes de tempo;

– que esteve sempre à frente na tomada de decisões e de posições e de lutas, conseguindo até levar o Ventura a Lisboa e tê-lo do nosso lado (afinal ele também é Rotário).

3. Os resultados relativos a cada Agrupamento/Escola terão o mesmo valor absoluto na base de concursos de âmbito zonal e nacional e serão agravados pela opção individual (intimidatória/aliciante), criando mais desigualdades.

Quem requerer a avaliação, tem mais campo para conseguir “Muito Bom” ou “Excelente”, embora tenha que o provar, caso contrário será um esforço em vão.



4. Os Avaliados que optem por requerer candidatar-se ao “Muito Bom” ou “Excelente”, ficarão em desigualdade com os restantes, por o seu tempo ficar reduzido para a preparação das actividades lectivas e simultaneamente lhes ser exigida toda a “papelada” a que o processo exige.

Requerer “Muito Bom” ou “Excelente”, não significa que terá “Muito Bom” ou “Excelente”, significa que terá uma avaliação completa, feita pelo Avaliador e PCE, com toda a “papelada” e observação de aulas.

5. Com a criação de três estratos de docentes: os que recusam esta avaliação, os que aceitam esta avaliação e os que aceitando-a requeiram “Muito Bom” ou “Excelente”, os Agrupamentos/Escolas viverão num clima de instabilidade, com conflitos pessoais e profissionais, com repercussão no sucesso/insucesso que daí advirá.

Apesar da premunição, esperamos que saibamos honrar a cultura europeia a que pertencemos, que é a única que defende os direitos e as opções individuais.

6. Este modelo de ADD, mesmo “simplificado”, não melhorará a prática pedagógica, nem o sucesso dos alunos, antes os diferenciará, se o docente optar ou não pela avaliação.

Pelo que se disse acima, quem quiser ser avaliado ou requerer o “Muito Bom” ou “Excelente”, ou dará à escola mais tempo ou prejudicará a função docente.

7. Mantém-se a falta de competências dos Avaliadores, apesar das acções de formação que lhes foram ministradas.

Avaliar alunos não é o mesmo que avaliar desempenho profissional, tarefa de especialistas, agravado pela inexistência de fichas preparadas.

8. A substituição dos Coordenadores / Avaliadores Titulares, por Avaliadores da mesma área não permite avaliar com seriedade científica os professores de cada Subdepartamento/Disciplina, pelo que o rigor e a equidade continuam a não ser acautelados.

As razões apontadas no número anterior, agravam-se por ser possível a avaliação ser feita pelo par mais velho do Subdepartamento / Disciplina, que não tiveram formação, nem têm competências certificadas, desinseridos do processo de construção dos instrumentos ou pior se for feita por outro de outro Agrupamento / Escola, tornando-se numa Avaliação Externa.

9. A Avaliação quase se resumirá à ficha “simplificada” dos Presidentes dos Conselhos Executivos, que mantém alguns itens que não podem observar, mas que têm de valorizar, seguramente de forma subjectiva e alienatória e que continuam a não ter tempo útil para o trabalho gigantesco que ainda lhes é exigido.

Se antes do “simplex” o resultado da avaliação já quase só dependia dos PCEs, agora é mesmo só, como teste ao Decreto-Lei 75/08, que virá em Maio.

Sobre a subjectividade, dizem os que sabem, que na realidade cada um é cinco pessoas ao mesmo tempo:

1) A que é realmente.

2) A que acredita ser.

3) A que representa diante dos outros.

4) A que os outros pensam que é.

5) A que acreditamos que os outros crêem que é.

A falta de tempo em relação à enormidade de trabalho, não é o processo que origine mais rigor, equidade e justiça.

10. Todos os membros das Direcções Executivas são avaliados com um modelo diferente dos restantes professores (SIADAP), como Pessoal Dirigente Intermédio da Administração Pública.

Tal como todos os docentes, os membros da Direcções Executivas, excepção PCE, têm funções lectivas e de supervisão, pelo que não se aceita que tenham um modelo de ADD diferente do de todos os colegas, como se fossem funcionários públicos.

A escala de avaliação do SIADAP é diferente (de 1 a 5) e mais benéfica (BOM de 3 a 3,9) do que a da ADD (BOM de 6,5 a 7,9).

11. Os Vice-presidentes das Direcções Executivas serão avaliados pelo PCE, sem se saber se para eles também há quotas estipuladas, por coerência com o modelo e a filosofia propalada no nosso, já que amanhã serão concorrentes connosco na progressão na carreira.

A avaliação de uma equipa unitária e solidária, feita pelo PCE, dificulta a isenção, a equidade com os restantes docentes e a consequente justiça.

As quotas ou são para todos ou não há equidade e justiça!

12. Os PCEs serão avaliados pelos/as Directores/as Regionais de Educação, sem se saber se têm objectivos “negociados” e comprometedores deste “simplex” e se para eles também há quotas estipuladas, por coerência com o modelo e a filosofia propalada no nosso, já que amanhã serão concorrentes connosco na progressão na carreira.

Nos objectivos, podem entrar os resultados escolares!

As quotas ou são para todos ou não há equidade e justiça!

13. A manutenção das quotas, pelos cinco grupos, vem demonstrar que continuam a existir objectivos ocultos, prejudicando todos os Avaliados e todos os Avaliadores, desvalorizando e desmistificando o mérito que se diz perseguir.

Havendo quotas em separado para: Contratados; Professores; Professores Titulares; Professores Titulares Avaliadores Delegados e Coordenadores, os que têm mais responsabilidade e trabalho são os mais penalizados e pode levar a perverter o processo avaliativo, pelas implicações na progressão na carreira.

14. Os Professores já interiorizaram a necessidade de uma ADD, mas não com este modelo, assente em teorias empresariais falhadas e pressupostos político-económicos subjacentes, que nada têm a ver com a nossa cultura europeia, antes com conceitos que os globalizadores querem impor aos globalizados, pela mundialização desregulada.

O paradigma neo-liberal e globalizante, da concorrência, pode traduzir-se nesta parábola, que recebi há anos e compartilho:

Toda a manhã, em qualquer lugar de África…

Uma gazela acorda e sabe que terá que correr muito de um leão, para não morrer.

Toda a manhã, em qualquer lugar de África…

Um leão acorda e sabe que terá que correr muito atrás de uma gazela, para não morrer de fome.

Portanto, quando o sol surgir, não importa se você é um leão ou uma gazela, o melhor será começar a correr.

Não pare nunca, porque a vitória só sorri para aqueles que não param no meio do caminho.

E continua:

“O único lugar em que o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.”

É notícia todos os dias, que os mais pobres são os que mais trabalham…

“Sucesso é conseguir o que queres.”

Como ensina Maquiavel?

“Felicidade é gostar do que conseguiste.”

Não importa como, ou esquecendo o preço da dignidade?

São estas as palavras que circulam e que trocamos nos mails e distraídos vamos interiorizando como paradigmas, mas não será mais paradigmático, como diz um Provérbio Chinês:

“Se em vez de enchermos o bolso enchermos a cabeça, nunca seremos roubados”?

15. Uma ADD para a melhoria da prática pedagógica e para o sucesso dos alunos tem que ter carácter formativo e continuado, à responsabilidade do Ministério da Educação, dos Centros de Formação ou dos Agrupamentos / Escolas, sem penalizações ao nível da carreira.

Sobre isto, basta interiorizar o que Mário Quintana diz:

“Os livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas.”

E plagiando-o diríamos que:

“A formação não muda o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. A formação só muda as pessoas.”

16. As razões das anteriores posições deste Agrupamento, não assentavam apenas na “simplificação” do processo, mas sobretudo no rigor, na equidade e na justiça, premissas e valores que continuam a não ser garantidas, como se procurou provar.

Os docentes rebateram mais os valores, enquanto os órgãos de gestão rebateram mais a inexequibilidade.

A tutela mantém os “valores” e procura resolver a operacionalidade, indo contra os docentes e a favor da concretização ad hoc da sua mesma proposta.

As razões dos Professores e Educadores não coincidem nem com as dos Sindicatos, nem com as do ME. Uns querem a revisão do ECD, o outro sonha aguentar este processo até Maio, com a entrada do DL 75/08 e dos Directores, para acabar com a TUA FESTA, PÁ…

17. Em menos de seis meses, em dois anos lectivos consecutivos, a tutela alterou o processo de ADD, por lhe reconhecer erros, que nem os técnicos os previram ou descobriram. Que fiabilidade “científica“ sobra neste “simplex”?

Se o processo de ADD desenhado não funciona, tendo-se insistido tanto na sua eficácia, que outra solução senão suspendê-lo, para que não origine nos docentes uma falta de confiança em quem os dirige, neste assunto e em outros do presente e do futuro?

Assim, tendo em conta os fundamentos acima, os Professores e Educadores do Agrupamento Vertical Afonso Betote de Vila do Conde, subscritores deste documento, decidiram por maioria recusar a aplicação deste modelo de Avaliação do Desempenho Docente, mesmo “simplificado”, recusando-se assim a entregar a Ficha de Objectivos Individuais, quando tal data for anunciada, pedindo que tal decisão seja dada a conhecer a quem de direito.

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não.

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

Sophia de Mello Breyner

O construtor de Catedrais…

Agora, cada um que assuma, sem heroísmo, porque:

“Herói é aquele que não mede a consequência dos seus actos”, mas também sabendo que “Somos responsáveis pela nossa tragédia e pela nossa glória.” Chico Xavier/Emmanuel

Eu, coerentemente, já subscrevi, e este ano NÃO QUERO SER AVALIADO, com este modelo!

Quem quer a palavra?

In ProfAvaliação

Avaliadora avaliada – Mário Crespo

Avaliadora avaliada

Porque a realidade excede os meus dotes ficcionais, esta Ficha de Avaliação da Doutora Maria de Lurdes Rodrigues, Ministra da Educação, assenta nos critérios seguidos pelo seu Ministério incluindo, a terminologia usada na avaliação de docentes, o número de alíneas e a bitola de classificação.

Níveis de Pontuação: Mínimo 3, máximo 10.

A – Preparação e execução de actividades.

A – 1 Correcção científico-pedagógica e didáctica da planificação.

Classificação obtida – Nível 3

(Não efectuou as reformas previstas no Programa do Governo por falta de trabalho preparatório. As cenas de pugilato, luta greco-romana e intimidação por arma de fogo simulada nas áreas que lhe foram confiadas vão originar um aumento significativo da despesa pública com a contratação à Blackwater (por ajuste directo) de um mercenário israelita por cada sala de aula e dois nas salas dependentes da DREN).

A – 2 Adequação de estratégias.

Classificação obtida – Nível 3

(Não definiu linhas de rumo nem planos de acção que permitissem concretizar a missão delineada, usando como benchmarking nacional os parâmetros seguidos no sistema educativo da Faixa de Gaza.)

A – 3 Adaptação da planificação e das estratégias.

Classificação obtida – Nível 3

(Não obteve eficácia aferível em três anos de actividade, consumindo no processo a maior parcela de verba pública atribuída a um Ministério. Insistiu em manter o organograma dos seus serviços (em particular da DREN) inspirado no modelo das Tentações de Santo Antão de Jeronimus Bosh).

A – 4 Diversidade, adequação e correcção científico-pedagógica das metodologias e recursos utilizados.

Classificação obtida – Nível 3

(A observação empírica dos resultados é indiciária de um inadequado e/ou incorrecto aproveitamento de recursos disponibilizados em sucessivos Orçamentos de Estado em tal monta que fazem o BPP parecer uma operação rentável. Adicionalmente, o seu Ministério atingiu tal desordem que faz a Assembleia Geral do Benfica parecer um retiro de monges Cartuxos).

B – Realização de actividades.

Classificação obtida – Nível 3

(A avaliação conclui que à incapacidade da avaliada na “promoção de clima favorável” se junta a insuficiência de valências de conhecimentos gerais essenciais, como o atesta a confusão que fez a 23 de Junho de 2005 pp. em entrevista televisionada, falhando na distinção entre “República” e “Governo da República”. Isto deu novas dimensões ao Estatuto da Autonomia dos Açores e inspirou o Chefe do Estado a crescentes afrontas à vontade do Parlamento com graves e desgastantes consequências para o executivo.

Nas secções C e D da Ficha de Avaliação do Ministério da Educação, nos quatro subgrupos, a avaliada obteve oito classificações de Nível 3, pelo que, feita a média aritmética dos dezasseis parâmetros cotados lhe é atribuída a classificação geral de Insuficiente. Recomenda-se que sejam propostas à Doutora Maria de Lurdes Rodrigues as seguintes opções: integrar o quadro de mobilidade especial até colocação em Baucau; frequentar um curso das Novas Oportunidades e/ou filiar-se no Movimento Esperança Portugal; aceitar o 12º lugar na lista de espera para o próximo Conselho de Administração da FLAD; frequentar o curso de formação do INA – Limites da Autonomia Regional; ser animadora de As Tardes de Maria de Lurdes na RTP África; integrar a quota ainda disponível para antigos executivos socialistas na Mota Engil, Iberdrola ou BCP

REBUS – Scie Chimiche ( chemtrails) – Legendado

Publicado por deusmihifortis

Programa Italiano REBUS, que questiona os chemtrails e a possível relação que possam ter com a síndrome de morgellons.

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  • Fibras embutidas na pele removida da lesão facial menino de três anos de idade, 60x.


Doença de Morgellons:

A doença de Morgellons é misteriosa e controversa.

A doença de Morgellons é uma desordem misteriosa da pele caraterizada por sores desfigurando e por sensações de rastejamento e sob na pele. Embora a doença de Morgellons não seja reconhecida extensamente como um diagnóstico médico, os peritos dos centros para o controlo e prevenção de enfermidades (CDC) estão investigando relatórios da circunstância, que referem como dermopathy inexplicado.

Se você suspeita que você tem a doença de Morgellons, você pode ter muitas perguntas sobre a circunstância. É aqui o que você precisa de saber sobre a doença de Morgellons, incluindo pontas práticas para controlar seus sinais e sintomas.

Que são os sinais e os sintomas da doença de Morgellons?

De acordo com a fundação de pesquisa de Morgellons, os sinais e os sintomas preliminares da doença de Morgellons incluem:

  • Lesões de pele, acompanhadas frequentemente da dor ou de itching intenso
  • Fibras – que podem ser brancas, azuis, vermelhas ou pretas – e nas lesões
  • Sensações de rastejamento e sob na pele, comparada frequentemente aos insetos que movem-se, picando ou mordendo
  • Dor da junção e de músculo
  • Fatiga significativa bastante para interferir com a atividade diária
  • Inabilidade concentrar-se e dificuldade com memória a curto prazo
  • Mudanças comportáveis

Outros sinais e sintomas podem incluir:

  • Mudanças na visão
  • Dor de estômago ou outros sintomas gastrintestinais
  • Mudanças na textura e na cor da pele

A doença de Morgellons compartilha de caraterísticas com as várias circunstâncias reconhecidas, incluindo a desordem de deficit de atenção, a síndrome crônica da fatiga, a doença de Lyme, a desordem obsessionante e uma enfermidade mental que envolve a opinião falsa sobre a infestação por parasita (parasitose delusória).

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Os sofredores de Morgellons começam por sentir picadas de insectos no interior da sua pele, simultâneamente sentem mordeduras, sentem que a sua carne está a ser comida. Eles comem até fazer ferida, quando atingem o exterior, recolhem e vão para as bermas recomeçando a comer aumentando cada vez mais a ferida.

Sentem dores horríveis, e comichão.

Os Morgellons têm o tamanho de um bago de arroz ou mais, não têm forma bem definida, reproduzem-se, espalham-se pelo corpo, atacando também os ossos, sobretudo as articulações.

Os Morgellons têm bicos que se estendem, furam a pele, vêm «espreitar» cá fora tal um periscópio de um submarino. Têm alguma inteligência.

Podem ser azuis, brancos, pretos ou vermelhos. Os seus bicos (fibras) só queimam a 1700 graus F.

Chemtrails, Nano-Tech and Morgellons:


Info:

Humana

Iconocast

Morgellons Disease



Somos um Paí$ Rico

Recentes dados estatísticos revelam que os portugueses, os que tem trabalho, ganham pouco mais de metade (55%) do que a média da zona Euro!


Há claras evidências que mostram sem qualquer margem para dúvida que Portugal viaja na carruagem da frente da Europa, basta considerar para o efeito um dos elementos estatísticos relevantes na apreciação da realidade económica de um país, a remuneração média dos gestores de topo do sector público e privado (separação meramente formal).


Os gestores Portugueses recebem em média:


– mais 32% do que os americanos;

– mais 22,5% do que os franceses;

– mais 55 % do que os finlandeses;

– mais 56,5% do que os suecos


(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/08)


À luz destes elementos, que julgo credíveis, peço ajuda aos “iluminados” que por ventura por aqui passem, que me expliquem o porquê da citação de um dos mais proeminentes Gestores deste país, Dr. Vítor Constâncio, que chama a nossa atenção afirmando que “os portugueses gastam acima das suas possibilidades”. Refere-se individualmente a cada um dos portugueses ou aos portugueses como um todo?

In A Arte de Roubar

PS anti-democrático e autoritário

ps

Apesar de pretender transmitir para o público uma imagem coesa, o Partido Socialista é composto por múltiplas sensibilidades políticas, a mais evidente das quais é a posição de Manuel Alegre, em diversas ocasiões e de forma muito notória. No entanto, a diversidade de opiniões não se esgota nesta figura histórica. Tornou-se recentemente público que vários dirigentes da esquerda do PS, entre os quais Vera Jardim, Paulo Pedro, Ana Gomes e Maria de Belém Roseira, gostariam de ver assumida por José Sócrates, no próximo congresso do partido, a garantia de que, se for governo após as legislativas de 2009, o PS adoptará medidas fiscais que favoreçam as pessoas mais afectadas pela crise.

De acordo com informações recolhidas pelo jornal Público, este grupo de dirigentes do PS, que foram todos apoiantes de Manuel Alegre em 2004 e que estão unidos por laços comuns de pensamento quanto ao papel do PS, que fortaleceram entre si durante a direcção de Ferro Rodrigues, querem que o PS dê um sinal claro de que é um partido de esquerda, que governa à esquerda e que é também um partido moderno. Mas como é isto possível?

O cunho autoritário que o partido do governo tem assumido sob a liderança de José Sócrates dificulta que se tornem públicas posições contrárias à actual governação, mesmo no interior do próprio PS. Neste caso, o excesso de auto-censura imposta pelos actuais dirigentes do partido do poder transforma-se no veneno que vai corroendo a própria maioria absoluta de que são confortavelmente detentores. Sem que existam sinais de abertura a novas correntes de pensamento, novas alternativas, o PS fechar-se-á cada vez mais sobre si próprio, pagando também essa factura perante o eleitorado. Reforçando a sua atitude autoritária e anti-democrática no nosso regime político.

# Savonarola in O Libertário

O Simplex 2 tal como vai ser publicado no DR. É o decreto regulamentar 669/2008 de 16/12

winter promenade by josepmaria.

Pode ler aqui o decreto regulamentar 669/2008. Estabelece o Simplex2.

Os aspectos mais importantes são:

Artigo 2º – 1. O calendário anual de desenvolvimento do processo de avaliação, a que se refere o n.º 2 do artigo 14.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, é fixado pelo presidente do conselho executivo ou director do agrupamento de escolas ou escola não agrupada.

3 – O procedimento de calendarização a que se referem os números anteriores deve ser estabelecido no prazo de cinco dias úteis a contar da data da entrada em vigor do presente decreto regulamentar.

5 – Não estando aprovados os instrumentos necessários à concretização do processo de avaliação até à data da entrada em vigor do presente decreto regulamentar, compete igualmente ao presidente do conselho executivo ou director do agrupamento de escolas ou escola não agrupada proceder à sua aprovação.

Artigo 3º – 2 – A avaliação a cargo dos coordenadores de departamento curricular, a que se refere o artigo 17.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, incluindo a observação de aulas, depende de requerimento dos interessados e constitui condição necessária para a atribuição das menções de Muito Bom e de Excelente.

Artigo 4º – O despacho a que se refere o n.º 2 do artigo 12.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, adopta as providências necessárias com vista a assegurar, sempre que tal seja requerido pelo avaliado, que a avaliação a cargo do coordenador de departamento curricular é efectivamente confiada a avaliador do mesmo grupo de recrutamento do docente avaliado.

Artigo 5º – 2 – A proposta de objectivos individuais a formular pelo avaliado é exclusivamente dirigida ao presidente do conselho executivo ou ao director

Artigo 7º – Quando, a pedido dos interessados, haja lugar a avaliação a cargo do coordenador do departamento curricular, nos termos do n.º 2 do artigo 3.º, é calendarizada, pelo avaliador, a observação de duas aulas leccionadas pelo avaliado, podendo este requerer a observação de uma terceira aula.

Artigo 9º – 1 – A realização da entrevista individual, a que se referem a alínea d) do artigo 15.º e o artigo 23.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, só tem lugar desde que haja requerimento do avaliado nesse sentido.

2 – A proposta de classificação final a que se refere o número anterior é comunicada por escrito ao professor avaliado.

3 – O requerimento a que se refere o n.º 1 deve ser apresentado no prazo máximo de cinco dias úteis a contar da comunicação referida no número anterior.

4 – No caso de não ser requerida a entrevista individual ou de o avaliado a esta não comparecer sem motivo justificado, considera-se a classificação proposta como tacitamente aceite.

Artigo 10º -1 – Os coordenadores de departamento curricular e os professores titulares, providos em concurso ou nomeados em comissão de serviço, em quem aqueles tenham delegado competências de avaliação, são exclusivamente sujeitos à avaliação a cargo da direcção executiva.

Artigo 11º -2 – Os presidentes dos conselhos executivos e os directores são avaliados pelo director regional da educação.

Artigo 14º -O presente decreto regulamentar é apenas aplicável no 1.º ciclo de avaliação de desempenho que se conclui no final do ano civil de 2009, devendo ser revisto até ao início do 2.º ciclo de avaliação.

Ramiro Marques in ProfAvaliação

Esoteric Agenda 1/2 – LEGENDADO

ADVERTÊNCIA

Este documentário contém informações muito polémicas sobre toda a nossa realidade, tudo que você acreditou até agora. se você acha que não está preparado para descobrir os segredos da Matrix, recomendamos que não assista a esse vídeo.

Existe uma Agenda Esotérica atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa.
Há uma facção da elite conduzindo a política social, economia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.
esse vídeo expoe essa agenda…

Enfim, um documentário IMPRESCINDÍVEL para aqueles que buscam a verdade.

Publicado por deusmihifortis

GANHAR FORÇA PARA A LUTA!


Ao contrário do que é habitual, aqui fica uma mensagem de Fim de Ano.

Os últimos dias do ano civil que se aproxima do fim foram especialmente “dramáticos”, ao contrário do que a aparência do modelo de avaliação simplex quis impor. Mansamente, quiseram ludibriar-nos por benesses imediatas, que só têm como objectivo enganar-nos e desmobilizar-nos.

2009 aproxima-se. Devemos preparar-nos para um ano de lutas decisivas e duras. Com determinação e unidade, venceremos esta “GUERRA” que o Governo, através do Ministério da Educação, decidiu declarar aos professores e à qualidade da escola pública.

É preciso recobrar forças para a luta que se avizinha ao retomar as actividades lectivas. É preciso resistir dentro e fora das escolas.
Não desistiremos enquanto não for suspenso este modelo de avaliação inspirado no subdesenvolvimento latino-americano, decalcado do modelo chileno. Não nos conformaremos com remendos nem com o que, declaradamente, já foi reconhecido como mau e não tem como objectivo a melhoria da prática lectiva. A avaliação é algo muito sério para permitir veleidades, falsos moralismos, mentiras e irresponsabilidade.

Os professores sempre foram avaliados e querem continuar a sê-lo. Se não se quer o modelo de avaliação anterior, siga-se um dos modelos dos países mais desenvolvidos da Europa.

Não desistiremos enquanto o Estatuto da Carreira Docente não for revogado e revisto, expurgando-o da aberrante divisão da carreira em duas categorias de profissionais que, afinal, desempenham a mesma função, sem esquecer que a divisão já realizada assentou em critérios desadequados, aleatórios, espúrios, injustos e falsos.
Os nossos (des)governantes terminam as funções e “desaparecem” para lugares de benesses ainda maiores! Os Professores continuarão nos estabelecimentos de ensino, por longos anos, dedicando o seu esforço à escola e ao País! Os Professores continuarão a sua função de enorme responsabilidade, contribuindo para a educação de um povo! Os (des)governantes continuarão apenas preocupados com a forma de tornarem possível a manutenção do seu poder!

UNIDOS E DETERMINADOS, VENCEREMOS!

MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!