Esoteric Agenda 3/4 – LEGENDADO

ADVERTÊNCIA

Este documentário contém informações muito polémicas sobre toda a nossa realidade, tudo que você acreditou até agora. se você acha que não está preparado para descobrir os segredos da Matrix, recomendamos que não assista a esse vídeo.

Existe uma Agenda Esotérica atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa.
Há uma facção da elite conduzindo a política social, economia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.
esse vídeo expoe essa agenda…

Enfim, um documentário IMPRESCINDÍVEL para aqueles que buscam a verdade.

Publicado por deusmihifortis

O simplex 2 antecipa o enterro da gestão democrática e dificulta a resistência interna

img_0701Claro que o Decreto Regulamentar promulgado pelo PR no dia 31/12 veio antecipar a implementação do decreto-lei 75/08 – novo modelo de Gestão não democrática e autocrática – até porque no ponto 5 do Artigo 63º do decreto-lei 75/08 diz claramente, e muitos PCEs já o utilizavam:

“5 — Com a entrada em vigor do presente diploma, as direcções executivas eleitas ao abrigo do regime previsto no Decreto -Lei n.º 115 -A/98, de 4 de Maio, alterado, por apreciação parlamentar, pela Lei n.º 24/99, de 22 de Abril, assumem as competências previstas no artigo 20.º do presente diploma, assumindo o presidente do conselho executivo ou o director as competências previstas neste diploma para o director.”

O artigo 20º do decreto-lei 75/2008 define as competências do director. Representa a morte anunciada da gestão democrática ao concentrar na pessoa do director praticamente todas as competências que, antes, se encontravam disseminadas pelos órgãos colegiais. Com a designação dos directores, toda a arquitectura organizacional da escola muda e aqueles passam a ser meros comissários das DREs.

A Escola Pública Democrática morreu com a eleição dos Conselhos Gerais Transitórios, a que os professores não deram a mínima importância. Seria a contestação deste diploma que poderia ter evitado este processo de ADD. O Simplex 2 (decreto regulamentar 669/2008) antecipa a implementação do decreto-lei 75/2008 e torna ainda mais difícil o processo de resistência interna nas escolas. As greves e a luta nas ruas, por meio de marchas e concentrações, voltam a ganhar centralidade. O objectivo do Simplex2 é desviar a luta do interior das escolas para fora delas.

Miguel Loureiro e Ramiro Marques

Onde Está o Modelo de Avaliação destes Famosos Gestores?

img_0691A actual gestão da empresa municipal Gebalis, que gere os bairros municipais de Lisboa, pede uma indemnização de 5,9 milhões de euros aos ex-gestores Francisco Ribeiro, Mário Peças e Clara Costa, por danos patrimoniais. Os ex-gestores, já acusados de peculato e administração danosa noutro processo, são agora acusados de “usar dinheiro público a seu bel-prazer”.

Segundo a edição de hoje do “Correio da Manhã”, a actual gestão da empresa municipal culpa os anteriores responsáveis de gestão danosa e de terem sido os culpados pelo mau nome a que a empresa está actualmente votada.

Segundo a acção judicial, os envolvidos saberiam do estado deficitário da empresa, mas não se inibiram de gastar dinheiro da instituição consigo próprios ou com pessoas do seu convívio pessoal.

Segundo o jornal, a administração da Gebalis terá gasto, entre Março de 2006 e Outubro de 2007, mais de 64 mil euros com cartões de crédito. Mário peças terá gasto 40 mil euros só em refeições, sendo que do rol de restaurantes por onde o ex-responsável passou estão alguns dos mais luxuosos de Lisboa, Londres e do Brasil.

PERGUNTA:

Onde Está o Modelo de Avaliação Destes Senhores? Mostrem-no!
Se Não O Mostrarem, É Porque Não Existe!

In Público

Tópicos para as reuniões plenárias de professores em cada escola

img_0702Tendo em conta as decisões recentemente tomadas pela Comissão  Provisória de Coordenação das Escolas em Luta e a necessidade de os  professores reafirmarem, neste início do 2.º período, a resistência  nas suas escolas, torna-se urgente a realização de novas reuniões  gerais ou plenários de professores em cada estabelecimento de ensino.  Nesse sentido, vimos sugerir alguns tópicos para essas  reuniões/plenários:

1. Mostrar que a recusa do modelo de avaliação, mesmo na versão  simplex, é a condição para que a luta dos professores possa prosseguir  e ir mais longe, derrubando o Estatuto da Carreira Docente em vigor e  impedindo a concretização das novas reformas que o Governo tem na  manga: supressão dos quadros de escola, precarização dos QZP, fusão do  1.º com o 2.º ciclo e substituição dos professores do actual 2.º ciclo  pelos professores generalistas, etc.
2. Reafirmar a suspensão da avaliação do desempenho e substituir a  entrega dos objectivos individuais pela declaração cuja minuta se  inclui nesta mensagem.
3. Mobilizar os professores para a manifestação/concentração de 19 de Janeiro.
4. Eleger dois representantes para o segundo Encontro Nacional de  Escolas em Luta.
Com um abraço para todos,
Mário Machaqueiro

Simplex aplicado aos políticos

Publicado no Jornal do Fundão e enviado pela autora:

Pontos d’Escrita: Para a avaliação dos políticos

” (…) avaliar é atribuir valor: é determinar se as coisas são boas ou más. A avaliação política consiste, portanto, em atribuir valor às políticas, às suas consequências, ao aparato institucional em que elas se dão e aos próprios actos que pretendem modificar o conteúdo dessas políticas.” (Barry, 1975).

Avaliação tem sido a palavra que porventura terá vertido mais tinta nos últimos tempos, fruto de intervenções mais ou menos honestas nos meios de comunicação social e em conversas de rua. Despoletou pelo menos uma reflexão por parte dos cidadãos, coisa rara nos tempos que correm, pois tudo indiciava que, tal como Eugénio de Andrade escrevera um dia, o nosso estado de passar ” (…) pelas coisas sem as ver, / gastos, como animais envelhecidos: /se alguém chama por nós não respondemos, / se alguém nos pede amor não estremecemos, / como frutos de sombra sem sabor, /… caindo ao chão, apodrecidos”, estaria entranhado em nós, colado à nossa pele, confundindo-se com o fado do nosso descontentamento plácido e lacrimejante, da cruz que a bem dizer, Nosso Senhor Jesus Cristo nos concedeu, para expiarmos em terra os nossos pecados.

Reflectindo bem no assunto, acho pertinente convocar-vos para a aprovação dum modelo de avaliação dos políticos, uma vez que me parece ser uma classe à parte, que exigindo avaliações, não se avalia a si própria nem nunca achou pertinente desenvolver com seriedade mecanismos para que tal acontecesse.

Se nós somos eleitores, se escolhemos os nossos governantes, acode-nos o legítimo direito de lhes exigirmos que sejam avaliados, até porque estamos fartos de sentir na pele as crises sociais e económicas justificadas com a culpabilização da Europa, do Mundo, do Universo, ao mesmo tempo que nos alheamos, sentindo o nosso futuro quase como uma fatalidade sem resposta.

Caro concidadão conhece o seu deputado? Aquele que ajudou a eleger? Consegue avaliar o seu desempenho? Estará ele a desenvolver o seu programa com seriedade? Terá atingido os objectivos a que se propôs? Será assíduo e pontual no seu trabalho?

Não?! Então avaliemo-los segundo determinados parâmetros:

A) Cumprimento do horário de trabalho:

Um deputado com um cumprimento de 100% do seu serviço será sem dúvida excelente; com 98% a 99,9% Muito Bom; com 90 a 94% digamos que seria considerado Bom; Com menos de 90% teria um desempenho não satisfatório ou seja negativo.

B) Apoio aos cidadãos que o elegeram:

Cumpriu o serviço e os objectivos a que se propôs? Empenhou-se? Fora do Parlamento desempenhou as suas actividades relacionadas com a componente não política?

Totalmente? Algumas vezes? Raramente? Nunca?

C) Melhorias sociais visíveis:

Houve progresso no país devido à sua intervenção? Que diferenças existem entre a avaliação diagnostica realizada no início do seu mandato e a actual (ao fim de dois anos de trabalho)? Que classificação obteve numa avaliação externa (feita por cidadãos independentes e acreditados junto do povo)? Qual foi o empenhamento e a qualidade da sua participação no círculo que o elegeu? Qual foi o seu desempenho em incumbências que nele foram depositadas? Relacionou-se com a comunidade? Investigou sobre as necessidades dos eleitores? Desenvolveu um trabalho cooperativo com as populações? Lutou dentro do seu partido político para conseguir melhorias visíveis? Planeou bem as suas intervenções? Diversificou estratégias a fim de encontrar soluções pragmáticas para os problemas quotidianos dos eleitores? Estimulou-os na participação cívica activa da resolução de problemas? Foi promotor dum clima estável ao progresso? Promoveu o trabalho autónomo no Concelho dentro do qual foi mandatado? Com que regularidade avaliou o seu trabalho e os resultados alcançados? O seu portfólio reflecte um trabalho criativo e honesto?

Segundo um estudo realizado por Conceição Pequito, professora do Instituto de Ciências Sociais e Políticas, publicado no passado domingo, dia 14 de Dezembro, os nossos deputados têm um compromisso para com o partido ao qual pertencem e não um compromisso para com o cidadão que o elege. Ainda segundo esta investigadora, os políticos são escolhidos consoante a participação em governos anteriores e não segundo os parâmetros de trabalho positivamente avaliados, desenvolvidos no cumprimento de mandatos anteriores.

Muitas vezes elegemos uma figura que nem chega a exercer as suas funções no Parlamento, refiro-me aos que se deslocam para o Poder ou para Empresas Públicas. Existe inclusive, quem não tendo nascido nem vivido em determinada região, desconhecendo inteiramente a realidade da mesma, seja escolhido para representá-la.

Durante o mandato, o deputado respeita as orientações da sua bancada, sendo esta que responde perante o Partido – aqui se reforça a perversidade das maiorias absolutas.

No que concerne a este último parágrafo, tem havido honrosas excepções dentro das quais distingo a do Deputado Manuel Alegre.

Concluindo, e sem me desviar do tema inicial, propunha que todos os deputados da Nação fossem avaliados em cada dois anos de mandato, segundo os parâmetros que acima assinalei, e que sofressem as sanções respectivas, com efeitos imediatos, levando à expulsão dos que não cumprissem com a frase repetida, quase mecanicamente, sem reflexão, sem sentimento, na altura em que aceita o cargo, prometendo que cumprirá “com lealdade as funções” que lhe são confiadas.

Que se implemente uma avaliação séria aos políticos do meu País!
Que se faça justiça, premiando os fazedores e expulsando os impostores.
Se não quisermos perpetuar a distância cada vez maior e real entre eleitos e eleitores, se o nosso desejo é abolir injustiças, compadrios, corrupção, tenhamos a coragem de defender com clareza e honestidade todos os assuntos e decisões que dizem respeito a todos, cidadãos, trabalhadores, votantes deste Portugal, onde neste momento cabe a inquietação de Chico Buarque:

“Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente nalgum canto do jardim (…)

Esperemos estar a tempo de ainda encontrarmos essa semente escondida.

Merícia Passos

Nota: Os parâmetros enunciados acima, e que sugerem tópicos para a avaliação dos nossos políticos, foram “copiados” embora já de uma forma muito simplificada, do Modelo de Avaliação imposto aos professores.

Gentilmente sonegado in A Educação do Meu Umbigo

ACREDITEM MAS NÃO ACREDITEM – Pedro Lomba

ACREDITEM MAS NÃO ACREDITEM


Pedro Lomba

Na sua mensagem de ano novo, o Presidente da República pediu ontem aos portugueses que não desanimem perante a crise, que continuem a acreditar. Esse tom já era esperado na mensagem: os inevitáveis apelos à união e à persistência de todos. Mas Cavaco Silva não se ficou por aí. Também disse: não acreditem, não se enganem e, sobretudo, não se deixem enganar. Há oito anos que Portugal se afasta do ritmo médio de crescimento da Europa, gastamos o que não produzimos e a dívida externa do país é uma catástrofe. Esta é, de facto, a realidade. Não se enganem. E não acreditem se algum governo anda por aí, cheio de truques, a querer vender-vos o contrário. Ao ouvir ontem Cavaco Silva, eu perguntei-me o que pode um Presidente da República dizer sobre a crise se hoje os governos, um pouco por todo o lado, parecem ter recebido um mandato livre para intervir como bem entendam na economia. . A mensagem do Presidente teve essa virtude: alguém que ao menos fale toda a verdade sobre a crise.