Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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Cloud Cult

When Water Comes to Life

Everybody here is a cloud

THE STORY OF THE GRANDSON OF JESUS (Live)

No One Said It Would Be Easy

you came up from the ground
from a million little pieces
you’re a pretty human being
yeah you’re a pretty human being,

when it all comes crashing down
try to understand your meaning
no one said it would be easy
this living it ain’t easy

and you were sewn together
with a tapestry of molecules
a billion baby galaxies
and wide open spaces

and every thing you need is here
everything you fear is here
and it’s holding you up
it just keeps holding you up

you came up from the ground
from a million little pieces
you’re a pretty human being
yeah you’re pretty human being

when it all comes crashing down
try to understand your meaning
no one said it would be easy
this living it ain’t easy


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O Genocídio em Gaza

Doze Regras de Redacção dos Grandes Media quando a notícia é do Médio Oriente

1. No Médio Oriente são sempre os árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. É inconveniente falar em «represálias» quando se tratar do exército israelita.

2. Os árabes não têm o direito de matar civis. A isso chama-se «terrorismo».

3. Israel tem o direito de matar civis. A isso chama-se «legítima defesa».

4. Quando Israel mata civis em massa, as potências ocidentais pedem que seja mais comedido. A isso chama-se «reacção da comunidade internacional».

5.Os palestinianos não têm o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isso chama-se «sequestro de pessoas indefesas».

6.Israel tem o direito de sequestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinianos desejar. Actualmente são mais de 10 mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter sequestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinianos. Isto chama-se «prisão de terroristas».

7.Quando se mencionam as palavras «Hezbollah» e «Hamas», é obrigatório a mesma frase conter a expressão «apoiado e financiado pela Síria e pelo Irão».

8.Quando se menciona «Israel», é proibida qualquer menção à expressão «apoiado e financiado pelos EUA». Isso poderia dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.

9.Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões «territórios ocupados», «resoluções da ONU», «violações dos Direitos Humanos» ou «Convenção de Genebra».

10. Os palestinianos são sempre «cobardes», que se escondem entre a população civil. Se eles dormem nas suas casas, com as suas famílias, a isso dá-se o nome de «dissimulação» e «cobardia». Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles dormem. A isso chama-se «acção cirúrgica de alta precisão».

11. Os israelitas falam melhor inglês, francês, espanhol e português que os árabes. Por isso eles e os que os apoiam devem ser mais vezes entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redacção (de 1 a 10) ao grande público. A isso chama-se «neutralidade jornalística».

12. Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redacção acima expostas são «terroristas anti-semitas de alta periculosidade».

Depois de matar 1.100 pessoas, centenas delas crianças, Israel prepara-se para ficar em Gaza.


EM GAZA

A questão não é saber quem é contra ou a favor de judeus ou muçulmanos. É saber do que se fala.

Deputado britânico judeu

Por cá, o conhecimento da matéria resume-se a isto.


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5 argumentos para convencer os cépticos e os medrosos a fazerem greve na segunda-feira


Ontem, almocei com um grupo de professoras. Uma delas, a mais nova, contratada, rematou a conversa, dizendo: “quer queiramos quer não, eles têm a faca na mão!” Esta atitude demissionária era apenas um disfarce do medo. O cepticismo anda de mãos dadas com o medo e o medo é um espinho que cresce no deserto das crenças. Quem não acredita, refugia-se no cepticismo, mas este é apenas um manto que disfarça o medo. Quem não tem crenças pedagógicas e filosóficas, deixa-se enganar, com facilidade, pelos vendedores de novidades e pelos vendilhões-de-medidas-que-vão-construir-o-sucesso-escolar-para-todos. Há muitos vendilhões a facturar com a desgraça dos professores. É vê-los a percorrerem o país a venderem as últimas novidades em cursos de formação contínua onde não se aprende coisa nenhuma. Os vendilhões têm muito a ganhar com o Complex e o Simplex.
1. Vale a pena fazer greve e prosseguir a luta, porque se os professores tivessem parado, já tinham levado com o Complex em cima. Ao invés, o ME viu-se obrigado a rever, por duas vezes, o modelo de avaliação de desempenho.
2. Vale a pena fazer greve e prosseguir a luta, porque, se os professores não reagirem, outras malfeitorias os esperam: encurtamento das pausas lectivas, professor generalista até ao 6º ano e aplicação do regime de faltas dos CEFs ao ensino regular.
3. Vale a pena fazer greve e prosseguir a luta porque, se os professores não reagirem, dois terços dos actuais docentes com menos de 45 anos atingirão o topo a ganhar 1400 euros líquidos mensais. 1400 euros mensais até ao fim da carreira. Quarenta anos de serviço!
4. Vale a pena fazer greve e prosseguir a luta porque, se os professores não reagirem, serão forçados ao silêncio nas escolas pelos directores aspirantes a ditadores. Come, cala e agradece!
5. Vale a pena fazer greve e prosseguir na luta porque, se os professores não reagirem, o Governo mais facilmente entrega a gestão das escolas e dos recursos humanos aos municípios, colocando os professores a mando dos caciques locais.


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Orçamento Suplementar: Governo prevê défice de 3,9% em 2009


O Governo prevê um défice de 3,9 por cento em 2009 – superior ao limite de três por cento do Pacto de Estabilidade e Crescimento -, corrigindo em alta a estimativa de 2,2 por cento constante no Orçamento.
O valor do défice para 2009 foi avançado pelo ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, no final do Conselho de Ministros extraordinário, que aprovou o Orçamento Suplementar para 2009 e a revisão do Programa de Estabilidade e Crescimento da UE.
O Governo prevê um agravamento da dívida pública para os 69,7 por cento em 2009, em vez dos 65,9 por cento estimados na proposta de Orçamento do Estado para este ano.
O
Alguém, honestamente, é capaz de me dizer alguma coisa de útil que tenham feito pelo povo português o “engenheiro”s e seus muchachos desde que chegaram “vigaristicamente” ao poder? Reduziram o défice proporcionalmente à diminuição dos salários dos funcionários públicos, para quê? Para nada, porque o dito cujo está hoje pior do que à três anos, aumentaram isso sim substancialmente, a percentagem do produto nacional aos banqueiros que afinal se veio a verificar serem cleptómanos…


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Nota à Imprensa Do Grupo Dos 14, Em Representação Dos PCE

Caro Colega

Envio-lhe, em anexo, a Nota à Imprensa na sequência da Reunião com a Srª Ministra realizada no dia 15 de Janeiro para o caso de querer divulgar. Já estamos a divulgar o local da reunião de 7 de Fevereiro. Obrigada pela colaboração: o vosso contributo tem sido excelente nesta luta contra a irredutibilidade.
Cumprimentos -
Rosário Gama

Nota à Imprensa

Os Presidentes de Conselhos Executivos recebidos pela Sr.a Ministra da Educação no dia 15 de Janeiro, querem, em primeiro lugar, registar que ficaram agradavelmente surpreendidos com a celeridade com que obtiveram resposta positiva da parte do Ministério para a marcação de uma reunião, o que ocorreu no espaço de poucas horas.

Os 14 Presidentes de Conselhos Executivos, oriundos de diversos pontos do país, que se apresentaram no Ministério da Educação à hora marcada, representavam cerca de centena e meia de presidentes que se reuniram no passado dia 10 de Janeiro em Santarém.

Foram recebidos pela Sr.a Ministra e pelo Sr. Secretário de Estado, Walter Lemos, aos quais entregaram o “Manifesto de 10 de Janeiro”, documento que sintetiza as posições assumida nessa data em Santarém.

A reunião iniciou-se pelo relato, por parte dos Presidentes dos Conselhos Executivos, da situação actual nas Escolas, no que concerne às implementação deste modelo de avaliação do pessoal docente e ao clima instabilidade e crispação que o mesmo gera nas Escolas, uma vez que é considerado pela maioria esmagadora dos professores e por muitos Presidentes de Conselho Executivo, tal como os presentes ou representados na reunião, como sendo injusto, pouco rigoroso e inexequível.

Em resposta, a  Sr.a Ministra afirmou compreender as preocupações e os constrangimentos que lhe foram apresentados, mas a suspensão do modelo de avaliação está fora de causa, pois acredita que haverá mais vantagens em o aplicar, apesar da contestação, do que em não o aplicar, mesmo sabendo que não estão reunidas as melhores condições para o fazer.

A argumentação favorável ao modelo usada pela Srª Ministra foi contestada pelos presentes, reafirmando os mesmos que não estão em causa os princípios mas sim a aplicação ambígua, por parte do Ministério, ao longo de todo este processo.

Após quatro horas de reunião, foi reiterado o pedido de suspensão do actual modelo de avaliação de professores e a adopção de uma solução transitória até se construir um novo modelo, para o qual os presentes manifestaram disponibilidade em colaborar. De resto, essas são as ideias-base do manifesto entregue à equipa ministerial, já que para os cerca de 140 Presidentes reunidos em Santarém, surgem como as medidas mais acertadas e que melhor defenderiam, este ano, os interesses da comunidade educativa, nomeadamente de alunos, encarregados de educação e professores, e que melhor serviriam a qualidade da escola pública em Portugal.

Na sequência da “reunião de 10 de Janeiro” realizada em Santarém, será realizada uma nova reunião de Presidentes de Conselhos Executivos, no dia 7 de Fevereiro, no Auditório Bissaya Barreto, Campus do Conhecimento e da Cidadania, Bencanta, em Coimbra, no sentido de se fazer de novo o ponto da situação e de se discutirem actuações para o futuro próximo. Esta reunião, reveste-se da máxima importância, pelo que se espera uma participação mais alargada de PCE´s.

A Ordem de trabalhos para 7 de Fevereiro, será a seguinte:

Ponto um: Informações;

Ponto dois: Discussão do actual momento do processo de avaliação de desempenho de docentes;

Ponto três: definição de linhas de actuação conjunta a curto e médio prazo.

Os Presidentes dos Conselhos Executivos de Agrupamentos de Escolas/Escolas presentes na Reunião com a Srª Ministra da Educação no dia 15 de Janeiro:

Agrupamento de Escolas de S. Silvestre – Coimbra

Agrupamento de Escolas do Sátão

Agrupamento de Vila Nova de Poiares

Agrupamento Maria Alice Gouveia – Coimbra

EB23 Alexandre Herculano – Santarém

Escola Secundária Avelar Brotero – Coimbra

Escola Secundária com 3º Ciclo  Rainha D. Amélia – Lisboa

Escola Secundária D. Duarte – Coimbra

Escola Secundária da Mealhada

Escola Secundária de Arganil

Escola Secundária de Felgueiras

Escola Secundária Eça de Queirós – Póvoa de Varzim

Escola Secundária Infanta D. Maria – Coimbra

Escola Secundária José Falcão – Coimbra

In A Educação do meu Umbigo


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O Rumo de Portimão e a Alternativa Necessária

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O Rumo de Portimão e a Alternativa Necessária

(*) João Vasconcelos

Aí temos a crise que não pode servir de justificação para tudo. Portimão não fica à margem desta dura realidade. Pelo contrário, cá a crise é a dobrar. Daqui a uns meses vai fazer 33 anos que o PS  se perpétua no poder. O seu slogan de campanha eleitoral há cerca de 3 anos atrás, era “Portimão tem Rumo”. Qual tem sido o rumo de Portimão? Um rumo que, a continuar assim, Portimão e os Portimonenses vão pagar bem caro no futuro e que, já estão a sofrer as consequências de forma dramática.

O Bloco de Esquerda, com representantes eleitos na Assembleia Municipal e na Assembleia de Freguesia de Portimão tem feito uma oposição frontal, construtiva, tem apresentado alternativas credíveis e necessárias e denunciado o pretenso rumo que caracteriza a governação socialista no nosso concelho. Ainda recentemente, nas comemorações do Dia da Cidade, no passado dia 11 de Dezembro, o representante do Bloco referiu o seguinte: «As festas de arromba, os grandes espectáculos, o fogo-de-artifício, não têm faltado em Portimão. Não nego a sua importância, no entanto questiona-se: quando há tanta gente a passar fome, tantos desempregados, tantos excluídos, tantos cidadãos e famílias sem uma habitação condigna para viver, tantos jovens sem futuro, tantas pessoas endividadas, outras tantas atiradas para a pobreza envergonhada, inúmeras pequenas empresas a passar por graves dificuldades, ainda por cima quando a crise agrava drasticamente todas estas chagas sociais, a resposta dos poderes públicos, locais e nacionais, deverá ser o de, senão acabar, pelos menos atenuar, resolver, minimizar todas estas dificuldades. O que implicará gastar menos uns milhões em festas e jantares, canalizando-os para outras áreas, como o social. Como por exemplo, requalificar os Bairros periféricos da cidade, fazer a manutenção constante e atempada de passadeiras e semáforos, ou construir a passagem aérea para peões entre o Bairro da Cruz da Parteira e o E. Eleclerc. Prioridade aos cidadãos, o resto virá depois».

Ao longo destes últimos 3 anos o Bloco de Esquerda fez várias intervenções e apresentou mais de 50 moções, requerimentos e recomendações, muitas delas aprovadas, em defesa dos mais necessitados e de uma melhor qualidade de vida, em prol do concelho de Portimão e dos seus habitantes. Vejamos algumas dessas propostas: construção de uma passagem aérea para peões no Bairro Cruz da Parteira, sobre a antiga Estrada 125; construção de um terminal rodoviário; saudação aos trabalhadores contra o Código do Trabalho; saudação às lutas dos professores contra a famigerada avaliação; a favor da 1ª hora de estacionamento gratuito nos parques subterrâneos automóveis como forma de dinamizar o comércio local; construção de uma sede condigna para a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, que se reúne na esquadra da PSP; oposição à construção de novas superfícies comerciais no perímetro da cidade, o que vai destruir o que resta do pequeno comércio tradicional; a defesa acérrima da Ria de Alvor e condenação dos crimes ambientais aqui praticados; pela construção de um novo Centro de Apoio a Idosos; pela requalificação dos bairros periféricos da cidade, como a Coca-Maravilhas, Cardosas, Cruz da Parteira e Bairro Pontal; Portimão livre de transgénicos; reprovação das linhas de alta tensão sobre Alcalar e o Poio; contra o encerramento do SAP de Portimão; construção de ciclovias e vias cicláveis; por uma protecção junto ao rio na zona ribeirinha; promover a valorização da Casa das Artes; condenação da construção de betão e mais betão na cidade, assim como nas falésias e arribas; pela implementação de um Plano Verde; oposição à criação de tantas Empresas Municipais e S. A.’s, que já são cerca de 10 e para onde são transferidos os milhões dos contribuintes, prejudicando o bem público a favor dos privados e de interesses obscuros; muito recentemente a proposta de criação de um Gabinete Anti-Crise e que foi aprovada por unanimidade, com a finalidade de se atenuar e resolver situações de pobreza, exclusão social, endividamento de famílias e de pequenas empresas.

Esta é a política do Bloco de Esquerda em Portimão (e por todo o país), bem diferente do rumo do Partido Socialista. Uma política alternativa necessária e de esquerda.

Mesmo com tantos milhões gastos em festas de arromba, espectáculos tonitruantes e show of televisivo, segundo dados vindos a público na comunicação social, o concelho de Portimão lidera a crise no Algarve com o maior aumento e o maior número de desempregados inscritos no Centro de Emprego – 4 850. Este é o rumo do PS, tal como a nível nacional – mais de meio milhão de desempregados.

(*) Membro da Assembleia Municipal de Portimão

Observação: artigo publicado no Barlavento de 16 de Janeiro de 2009.


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O Inginheiro que não é

- Senhora de preto
diga o que lhe dói
é dor ou saudade
que o peito lhe rói
o que tem, o que foi
o que dói no peito?
- É que o meu homem partiu

Disse-me na praia
frente ao paredão
“tira a tua saia
da-me a tua mão
o teu corpo, o teu mar
teu andar, teu passo
que vai sobre as ondas, vem”

Pode alguém ser quem não é?
Pode alguém ser quem não é?
Pode alguém ser quem não é?

Seja um bom agoiro
ou seja um mau pressagio
sonhei com o choro
de alguém num naufrágio
nao tenho confiança
ja cansa este esperar
por uma carta em vao

“por ca me governo”
escreveu-me então
“aqui é quase Inverno
ai quase Verão
mês d’Abril, aguas mil
no Brasil também tem
noites de S. João e mar”

Pode alguém ser quem não é?

É estranho no ventre
ser de outro lugar
e tão confusamente
ver desmoronar
um a um sonhos sãos
duas mãos
passando da alegria ao desamor

Pode alguém ser livre
se outro alguém não é
a algema dum outro
serve-me no pé
nas duas mãos,
sonhos vãos, pesadelos
diz-me:
Pode alguém ser quem não é?

Sérgio Godinho


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Uns sobem…outros descem…o anjinho ri


 Sondagem

% Dez. 08 Jan. 09

PS………..37,9………37,3

PSD……..25,9………23,3

CDU………8,4………. 8,1

CDS………6,2………. 7,7

BE…………9,5………11,4

Sondagem do “CM”


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A indústria das “Luvas” ou simplesmente “A Vigarice”

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O jornal “O Sol” publica hoje mais informação sobre o caso “Freeport”.Parece que os ingleses têm um video com prova de que foram feitos pagamentos a um ministro do Governo de António Guterres.

Veja-se aqui: http://lobi.blogs.sapo.pt/323012.html

O caso em Portugal estava morto, pelo menos é isso o que os portugueses pensam.

Mas no Reino Unido a investigação avançou e , bingo, lá está uma “bomba”. Um ex-ministro português suspeito!

A PGR diz que o Reino Unido não coopera no “cumprimento” de uma carta rogatória.

Bom, o que se passa é que o Reino Unido NÃO CONFIA na Justiça Portuguesa.

O que não é de hoje.

Já em 1808 os ingleses impuseram a Portugal juízes ingleses para julgar casos entre os seus cidadãos no Brasil e segundo as suas leis.

E em Portugal continental já era assim também.

Portanto, em Portugal havia tribunais a julgar segundo a lei inglesa, através de juízes ingleses!

O motivo foi indicado no tratado que abriu os portos do Brasil ao Reino Unido: A excelência da jurisprudência ingleses.

O que quer dizer a falta de excelência da Justiça Portuguesa.

Quer se goste ou não de ouvir, a verdade é que na União Europeia não se confia no Sistema de Justiça Português e muito menos na virtualidade de em Portugal se perseguir criminalmente os detentores do Poder, que através dos partidos e da maçonaria fazem o que querem e gozam de total impunidade.

Facto que é visto na União Europeia como intolerável, tendo o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem já assinalado, em acórdão, que o Ministério Público defende uma posição em Estrasburgo – no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem – e outra totalmente diferente em Portugal, perante a mesma lei e os mesmos factos.

Eu pela minha parte, como cidadão português, quero saber quem é o ex-ministro.

A PGR e o Presidente da República devem exigir saber e revelar aos portugueses que Ministro é suspeito do crime, por respeito para com os portugueses .

Mais, devem exigir ao Reino Unido o nome do ex-ministro, pois Portugal não pode estar nas bocas do mundo e não se passar nada.

Posto por José Maria Martins


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Docentes do Agrupamento Fernão do Pó, Bombarral, reafirmam a rejeição da avaliação burocrática de desempenho


Os professores do Agrupamento de Escolas Fernão do Pó, Bombarral, fazendo valer o seu direito à avaliação, de acordo com o estipulado pelo artigo 11, nº 1, do Decreto Regulamentar 2/2008 de 10 de Janeiro, comprometem-se a cumprir todas as funções que decorrem da sua actividade profissional, como sempre têm feito enquanto professores conscientes dos seus deveres para com os alunos e a comunidade educativa em geral. Consideram ainda que:
1.    O modelo previsto no Decreto Regulamentar 2/2008 de 10 de Janeiro nunca reuniu condições de exequibilidade, tendo sido um factor determinante na degradação do relacionamento interpessoal no seio da classe docente e profundamente perturbador do clima escolar, com reflexos negativos, directos e indirectos, no processo de ensino e aprendizagem.
2.    Este modelo, ainda em vigor, encontra-se já completamente desvirtuado por força da introdução de diferentes despachos e emendas, nenhuma delas resultado de uma discussão aberta e participada com a classe docente, carecendo igualmente de uma avaliação científica objectiva.
3.    É um modelo que estratifica a carreira artificialmente em professores titulares e professores não titulares, sem qualquer fundamento de ordem profissional, ética e pedagógica, não correspondendo a qualquer diferenciação funcional.
4. Na sequência do processo de fusão entre o ex-Agrupamento de Escolas Fernão do Pó e a ex-Escola Secundária do Bombarral, não existem condições legais que permitam a implementação deste modelo de avaliação.
Assim, os docentes do Agrupamento de Escolas Fernão do Pó, Bombarral, reunidos em reunião geral de professores no dia 14 de Janeiro de 2009, deliberam:
- Reiterar a sua intenção de ser avaliados, mas nunca por este modelo, mesmo numa versão que se limita a simplificar o acessório, mantendo os aspectos essenciais mais gravosos.
- Manifestar o seu direito a ser avaliados através de um modelo que seja justo, testado, simples, formativo e que, efectivamente, promova o mérito pela competência científico-pedagógica, mas sem diferenciação de natureza administrativa.
- Não proceder à entrega dos objectivos individuais de avaliação.
Nota: No dia 14/1/09, a Câmara Municipal de Évora aprovou uma moção de solidariedade com os professores em luta. Nessa moção, os autarcas pedem ao Governo que suspenda o decreto regulamentar 2/2008.
Mais logo, volto a publicar a lista de moções. O número de agrupamentos e escolas com moções aprovadas a rejeitar a avaliação burocrática de desempenho já ultrapassou as 110. Todas aprovadas ao longo desta semana.
Foto: Instalação artística de Christo, Ponte Nova, Paris


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AOS SENHORES PRESIDENTES DOS CONSELHOS EXECUTIVOS

COMO SE ELABORA UM PEDIDO DE DEMISSÃO EM BLOCO

PEDIDO DE DEMISSÃO

AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

brue1-25Vimos por este meio apresentar oficialmente o pedido de demissão da categoria dos adultos.

Resolvemos que queremos voltar a ter as responsabilidades e voltar aos bancos da escola como uma criança de oito anos no máximo.

Queremos acreditar que o mundo é justo e que todas as pessoas são honestas e boas.

Queremos de volta uma vida simples e sem complicações.

Estamos cansados de dias cheios de papéis inúteis, computadores, notícias deprimentes, professores e titulares, quotas, cotas…

Não queremos mais dizer adeus a pessoas queridas e, com elas, a uma parte da nossa vida.

Queremos ir tomar o café da manhã na padaria da esquina, e achar bem melhor do que um restaurante cinco estrelas.

Queremos jogar pedrinhas na água e ter tempo para olhar as ondas que elas formam.

Queremos achar que as moedas de chocolate são melhores do que as de verdade.

Queremos poder passar as tardes de verão à sombra de uma árvore, construindo castelos no ar e dividindo-os com os nossos amigos.

Queremos voltar ao tempo em que tudo o que se sabia era o nome das cores, dos números de 1 a 10 e das cantigas de roda. Voltar ao tempo em que se é feliz, simplesmente porque se vive na bendita ignorância da existência de coisas que nos podem preocupar e aborrecer.

Queremos ainda acreditar no poder dos sorrisos, dos abraços, dos agrados, das palavras gentis, da verdade, da justiça, da paz, dos sonhos, da imaginação, dos castelos no ar e na areia e queremos convencer-nos de que tudo isso vale muito mais do que o dinheiro!

Aqui fica a chave do carro, a lista do supermercado, a receita do médico, os cartões de crédito, as contas a pagar e resolvam as coisas ao vosso jeito.

Pedimos deferimento

Os PCE’s

texto adaptado

Fernando Oliveira


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QUEM NÃO SE SENTE….


  • “admito que perdi os professores, mas ganhei a opinião pública” (Maria

de Lurdes Rodrigues, Junho/2006)

  • “vocês [deputados do PS] estão a dar ouvidos a esses professorzecos”

(Valter Lemos, Assembleia da República, 24/01/2008)

  • “caso haja grande número de professores a abandonar o ensino, sempre

se poderiam recrutar novos no Brasil” (Jorge Pedreira, Novembro/2008)

  • “quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de

leite!” (Jorge Pedreira, Auditório da Estalagem do Sado, 16/11/2008)

  • “[os professores são] arruaceiros, covardes, são como o esparguete

(depois de esticados, partem), só são valentes quando estão em

grupo!” (Margarida Moreira – DREN, Viana do Castelo, 28/11/2008)

Depois disto… quem não fizer greve no dia 19 é porque já está morto.