Janeiro 19, 2009 <!–antero–>
In Anterozóide
Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.
Janeiro 19, 2009 <!–antero–>
In Anterozóide
Obama assume enfrentando os desafios económicos mais difíceis desde que Franklin Roosevelt foi para a Casa Branca nos anos da Grande Depressão, em 1932. O senador de Illinois fez campanha com uma agenda ambiciosa de cortes de impostos para a classe média e uma onda de investimentos públicos em praticamente tudo que possa algum dia reduzir a dependência do petróleo estrangeiro. Ao mesmo tempo, ele prometeu gastar bilhões de dólares na reforma do sistema de saúde e de educação.
Mas, mesmo com a economia abalada e o socorro ao sector financeiro empurrando o déficit público para a casa do US$ 1 trilhão, Obama tem dado poucas pistas sobre como vai conseguir cumprir todas essas metas ambiciosas. Quais são as principais prioridades económicas de Obama e quais ele vai atacar primeiro? Como elas poderão mudar diante das condições cada vez piores do Orçamento? Haverá realmente dinheiro disponível para investir em educação, saúde e infra-estrutura? E, se houver, quando ele virá?
Votaram, por escrutínio secreto, 142 professores. Houve 115 votos a favor da moção, 7 votos contra, 11 votos brancos e 9 nulos (assim foram designados pela PCE porque os professores não se limitaram a escrever “sim”; colocaram no voto mais qualquer coisinha). Aqui vai a parte final da moção, aprovada esta tarde:
A direcção da bancada do PS está a mobilizar os seus deputados para chumbarem sexta-feira o diploma do CDS-PP que
visa suspender a avaliação dos professores, admitindo mesmo tirar «consequências políticas» se o resultado lhe for negativo, informa a Lusa.
«A direcção do Grupo Parlamentar do PS assume as suas responsabilidades e tirará todas as consequências políticas», declarou à agência Lusa um alto responsável da bancada socialista, quando confrontado com a hipótese de o projecto do CDS-PP ser viabilizado com votos de deputados da maioria.
Por sua vez, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, recusou-se a considerar que o Governo esteja a dramatizar a votação de sexta-feira, mas adiantou que o executivo considera a avaliação dos professores «uma reforma emblemática» e uma «questão crítica» para o cumprimento do programa do Governo.
«Caso o Governo não tivesse condições para prosseguir com a avaliação dos professores, também não teria condições para prosseguir com um dos eixos fundamentais da sua agenda reformista. Mas não antecipo nada para sexta-feira que não seja o Parlamento continuar a acompanhar o Governo nesta reforma que para nós é decisiva», declarou.
Mails, telefonemas e SMS
Sabendo que, dos 121 deputados do PS, cinco poderão votar ao lado da oposição (Manuel Alegre, Teresa Portugal, Matilde Sousa Franco, Eugénia Alho e Júlia Caré), a direcção da bancada socialista está a fazer «uma mobilização geral dos seus deputados» para estarem presentes na votação de sexta-feira.
Um dirigente do Grupo Parlamentar do PS referiu que esse apelo será reforçado quinta-feira, durante a reunião da bancada. Um outro membro da bancada socialista disse à agência Lusa que os deputados receberam na semana passada um «e-mail» a alertar para a importância de duas votações: o expurgo da inconstitucionalidade do Código de Trabalho na quarta-feira e a votação do diploma do CDS-PP na sexta-feira.
Para os deputados socialistas serão ainda feitos telefonemas e enviados «sms» para estarem presentes na hora de votar. Alguns deputados, com missões no estrangeiro, por exemplo, vão ficar em Lisboa para garantir a maioria necessária da bancada nas votações, acrescentou a mesma fonte.
Nota: A Democracia partidária não existe, unicamente a vóz do dono. O Dono da Vóz, Sócrates, tem uma concepção de Democracia muito “moderna” que entronca precisamente na União Nacional de Salazar. Um Partido Socialista dito democrático que pressiona os seus deputados com o medo da votação. Quando dentro do próprio partido a democracia é inexistente, fora dele, no País também não existe!
No Público de hoje surge uma curta notícia que talvez explique melhor porque o ME procedeu ao segundo processo de simplificação do modelo de avaliação do desempenho docente.
Pelos vistos, em Novembro, já a Provedoria de Justiça tinha dado razão às queixas dos docentes relativamente à ponderação dos resultados dos alunos na avaliação daqueles.
Isto reforça a ideia que há algum tempo defendo de ser premente a pressão sobre o Ministério da Educação do ponto de vista jurídico. Mas feita com substância e eficácia na forma.
Porque, apesar dos despachos valterianos que tentam sobrepor-se a decretos e de noções estranhas como a maior ou menor força do «carácter vinculativo» das decisões dos Tribunais, isto para não falar da seminal observação de alguém sobre uma decisão de um tribunal açoriano, como se não fosse português, começa a existir no ME a noção de que, talvez e porventura, a «lei é para cumprir» mas por todos, sendo que as leis produzidas devem enquadrar-se na arquitectura de um Estado de Direito e não nos interesses particualres de uma facção.
É nesse sentido que, como se tem vindo a flar aqui no blogue, um grupo alargado de umbiguistas decidiu passar para a acção e pedir um parecer a sério – não daqueles feitos por estagiários ou avençados de ocasião – junto de alguém conceituado na matéria.
Mesmo que para isso tenhamos de pagá-lo do nosso bolso, sem apoios ocultos, pelo seu justo valor e a partir daí desenvolver as acções consideradas consequentes e eficazes.
Não só em relação às ameaças de procedimentos disciplinares, como relativamente à avaliação e à gestão escolar.
Porque, ao contrário daqueles que julgam que a luta voltou às tácticas de anteontem, há quem ache que o futuro fica para a frente.
E mesmo que esteja em muito mau estado, ainda há quem acredite que existem resquícios de Justiça neste país
E porque, contrariando ainda os que aqui aparecem a tentar assustar quem contesta como sendo criminoso, o que mais queremos é que as leis sejam feitas com qualidade, coerência e respeito pelos cidadãos.
Açores
Luiz Fagundes Duarte
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=9&leg=X
Renato Leal
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=461&leg=X
Aveiro
João Bernardo
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=464&leg=X
Rosa Maria Albernaz
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=12&leg=X
Braga
António José Seguro
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=260&leg=X
Isabel Coutinho
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=429&leg=X
Manuel Mota
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=466&leg=X
Ricardo Gonçalves
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=27&leg=X
Bragança
Mota Andrade
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=28&leg=X
Coimbra
Horácio Antunes
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=432&leg=X
Matilde Sousa Franco
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=431&leg=X
Teresa Portugal
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=433&leg=X
Europa
Maria Carrilho
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=152&leg=X
Évora
Bravo Nico
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=490&leg=X
Faro
Aldemira Pinho
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=436&leg=X
Jovita Ladeira
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=44&leg=X
Guarda
Fernando Cabral
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=343&leg=X
Leiria
Odete João
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=438&leg=X
Lisboa
Celeste Correia
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=67&leg=X
Irene Veloso
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=409&leg=X
Jaime Gama
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=145&leg=X
José Augusto de Carvalho
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=156&leg=X
José Lamego
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=84&leg=X
Pedro Farmhouse
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=440&leg=X
Madeira
Jacinto Serrão
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=462&leg=X
Maria Júlia Caré
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=463&leg=X
Portalegre
Miranda Calha
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=79&leg=X
Porto
Agostinho Gonçalves
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=473&leg=X
Alcídia Lopes
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=494&leg=X
Santarém
Fernanda Asseiceira
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=454&leg=X
Setúbal
Alberto Arons de Carvalho
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=149&leg=X
Maria Manuel Oliveira
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=500&leg=X
Teresa Diniz
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=455&leg=X
Vítor Ramalho
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=166&leg=X
Viana do Castelo
Jorge Fão
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=457&leg=X
Rosalina Martins
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=119&leg=X
Vila Real
Maria Helena Rodrigues
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=482&leg=X
Viseu
Cláudia Couto Vieira
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=459&leg=X
José Junqueiro
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=122&leg=X
Miguel Ginestal
http://www.ps.parlamento.pt/?menu=deputados&id=123&leg=X
Publicado por lucask8nunes
Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/
Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/
Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/
A Revolução é Agora
“O direito dos professores à greve não pode colidir com o direito dos alunos e das suas famílias.
Espero que as organizações sindicais tenham a lucidez de não marcar mais nenhuma greve para este ano lectivo
porque a escola pública fica seriamente ameaçada se se continuar por este caminho, de realizar uma greve por mês”.
O autor desta pérola é o sr. Albino, da Confederação das Associações de Pais. Produzidas num dia em que os educadores e professores portugueses realizaram uma greve a 90 por cento no plano nacional, evidenciando um firme repúdio pelos ataques que têm sofrido do Ministério da Educação do Governo Sócrates, estas infelizes declarações dum cidadão que passa a vida em bicos de pés na ânsia de ser visto, talvez a pensar num lugarzito nas eleições (já faltou mais…) mostram que o sr. Albino não anda bem…
1º Os direitos dos professores, nomeadamente o direito à greve, estão consignado na Lei Fundamental da República, a Constituição. Não é o sr. Albino que vai agora dizer ao País quais são os direitos dos professores e dos outros trabalhadores;
2º Com toda a lucidez, as organizações sindicais, sr. Albino, marcam as lutas dos professores que forem necessárias, no tempo e no espaço que acharem convenientes, de forma responsável e sem interferências de terceiros;
3º A escola pública fica ameaçada é com a política do Ministério da Educação contra os professores e contra a estabilidade nas escolas. E essa de uma greve por mês, sr Albino, mostra que o sr. não faz o trabalho de casa… não se informa. Os professores têm lutado aos fins de semana (manifestações gigantescas ao sábado), e ao fim do dia, em concentrações um pouco por todo o País. Já agora: lembra-se de quando é que ocorreu a última greve antes da que mobilizou mais de 94 por cento dos docentes no passado dia 3 de Dezembro?
Caso se venha a arrepender das barbaridades que agora deixou cair, aqui fica uma sugestão, sr. Albino: peça desculpa aos professores e mobilize os pais e encarregados de educação que ainda estão inscritos na CONFAP para participarem numa grande Marcha pela Educação que vai decorrer oportunamente. / JPO