Corrupção – Caso Freeport – Vamos Intervir no Processo como Cidadãos

O caso de corrupção – como parece ser o caso “Freeport” – que envolverá um ex-ministro de um Governo Português, deve merecer dos cidadãos uma intervenção activa.

Porque se trata de um caso de corrupção, ou tráfico de influência, qualquer pessoa pode intervir no processo como assistente.

O que quer dizer assistente?

Quer dizer a qualidade daquele que em colaboração com o Ministério Público pode intervir na investigação do caso, e pode mesmo deduzir acusação , ainda que o Ministério Púbico arquive o processo, através da chamada “fase da instrução”.

Para se constituir assistente é necessário pagar uma taxa de justiça e ter um advogado.

Fica daqui lançado o repto ,sendo necessário o seguinte:
1º – Todos os cidadãos podem intervir como assistentes no processo “Freeport” ;
2 – Para isso é necessário pagarem uma taxa de justiça e ter um advogado;
3º – Requerer ao Juiz de Instrução a admissão como assistente.

O assistente tem o direito de consultar o processo e saber o que foi feito e do que está à espera.

Eu não sei se houve corrupção, ou tráfico de influências, mas pelas notícias vindas a público parece que sim.
Não sei quem é o corrupto ou o traficante de influências.

Mas os portugueses devem usar os mecanismos que têm para intervir em defesa da nossa democracia e para agirem no sentido de os culpados não ficarem impunes.

Seja quem for o criminoso não pode ficar impune. Portugal não pode continuar a ser o paraíso dos corruptos.

Os portugueses têm de ter coragem para lutar pela democracia e pela mudança de política- judicial em Portugal.

Participem!
Eu acredito que alguns terão amigos advogados que não cobrarão honorários e assim se pode ajudar a mudar Portugal, contra os corruptos.

Há que agir!

Vamos embora intervir!

Por Portugal!

Posto por José Maria Martins in blogue de José Maria Martins

Sócrates quer maioria absoluta, promete referendo à regionalização e defende casamento homossexual


“Pediremos aos portugueses, com clareza, uma maioria absoluta e lutaremos com toda a energia para a alcançar de novo. Por isso, e porque o PS acredita na possibilidade real de obter uma nova maioria absoluta, recusaremos todas as especulações sobre quaisquer outros cenários pós eleitorais, que só enfraquecem as condições para alcançar essa nova maioria”, refere a moção que, assim, repete a estratégia de José Sócrates na campanha para as legislativas de 2005.


Depois de ter posto o país num autêntico CAOS, ainda vem pedir maiorias. Quando ouvirem as promessas socráticas e do PS, lembrem-se: José Sócrates prepara-se para entregar Portugal com o nível de endividamento mais alto de sempre (69,5% do PIB), com um rating depreciado que limita e encarece o investimento público, com a mais alta taxa de desemprego das últimas décadas (8,5%) e – espanto – com um défice das contas públicas acima dos 3% (segundo números do governo, 3,9%). Terão de ser os portugueses a dar-lhe uma grande lição, nas urnas. Ele quer muita coisa, eu só queria que o mesmo falasse verdade uma vez na vida.
Por falar em verdade, espero que os ingleses levem o caso freeport até as últimas consequências, pois só assim poderemos ver a justiça ser aplicada, porque em Portugal já vimos como é.
Quem era o ministro do Ambiente quando foi licenciado o Freeport?
A central de comunicação bem tenta abafar o caso mas a verdade vem sempre ao de cima, como o azeite… Pelo menos nos outros países.

Esoteric Agenda 9/10 – LEGENDADO

ADVERTÊNCIA

Este documentário contém informações muito polémicas sobre toda a nossa realidade, tudo que você acreditou até agora. se você acha que não está preparado para descobrir os segredos da Matrix, recomendamos que não assista a esse vídeo.

Existe uma Agenda Esotérica atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa.
Há uma facção da elite conduzindo a política social, economia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.
esse vídeo expoe essa agenda…

Enfim, um documentário IMPRESCINDÍVEL para aqueles que buscam a verdade.

Publicado por deusmihifortis

Sionistas em Julgamento? Finalmente !

Tzipi Livni chega esta tarde a Bruxelas

Tribunal belga terá recebido pedido de prisão da ministra dos Negócios Estrangeiros de Israel

Advogados europeus terão pedido a um tribunal belga para mandar prender a ministra dos Negócios Estrangeiros de Israel, Tzipi Livni, quando hoje ao fim do dia chegar a Bruxelas, de acordo com o jornal Haaretz.

As queixas estarão preenchidas em nome de cidadãos belgas e franceses que têm parentes que foram feridos ou mortos em Gaza, conta no seu site o jornal israelita Haaretz, citando o Jawalan.com. Ainda segundo aquele jornal, a informação do Jawalan.com estará a ser analisada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel e a embaixada israelita em Bruxelas ainda não teria sido envolvida no assunto.

A lei belga não permite a prisão de altos-funcionários estrangeiros, mas o Haaretz considera que estas queixas poderão ser embraçosas para Israel e ser o início de um conjunto de processo judiciais a ser preparados por pró-palestinianos em todo o mundo.

253623In Público

A julgar pelas notícias, finalmente alguém se mexeu para meter estes criminosos em Tribunal. Depois de anos de crimes de guerra, já está na altura de se fazer o julgamento destes Sionistas Nazis.

DISCURSOS OCOS OUVIDOS MOUCOS

18jan-t5Na semana que passou eles estiveram em congressos, conclaves, magnos encontros. Que nos revelaram? Só estiveram a falar, não disseram rigorosamente nada. Sócrates, Manuela Ferreira Leite, Paulo Portas, em defesa e ilustração de um “sistema” que tem limitado a influência da política na vida das pessoas, estão absolutamente ausentes das numerosas dimensões da realidade. Ouvimo-los com a complacência e o desgosto de quem deixou de acreditar no poder da palavra. E, também, com a sensação de que as construções teóricas deles obedecem a um pequeno teatro mimético. Quando Manuela Ferreira Gomes acusa Sócrates de “ser o coveiro da pátria” estamos perante uma forma intrinsecamente instável de politicar. Quando Paulo Portas declama que não fará alianças com ninguém; e quando José Sócrates se recomenda como o principal fautor do “equilíbrio” português – todas estas afirmações são manifestações de fragilidade, degradadas e degradantes. A base, digamos empírica, dos pressupostos contidos nestes discursos está irremediavelmente ultrapassada. O afastamento das pessoas da política e do acto cívico resulta do facto de os dirigentes não se distinguirem uns dos outros – a não ser no modo de vestir. Acreditou-se, ingenuamente, num código universal de conduta do capitalismo. Ora, o capitalismo, como se está a ver, não está para aí virado. O “mercado” é alérgico ao Estado, o qual, em condições normais, reduz o perímetro do lucro e afecta a ganância. Um pouco por toda a parte o desassossego alastra como endemia. São escassas as diferenças entre as acções praticadas ou propugnadas pelos dirigentes políticos “com vocação de poder”, e as que se registam por todo o mundo. A escandalosa desigualdade de rendimentos, as injustiças generalizadas, o crescente aumento do desemprego, da fome, da miséria, da agitação nas periferias revela-nos que a hierarquia normal de valores foi pulverizada. O poder económico deve subordinar-se à democracia, e não o oposto, como acontece, aliás, de um modo absolutamente desabusado. Os discursos de José Sócrates, Manuela Ferreira Leite e Paulo Portas nem sequer ao de leve se inclinaram nestes temas – afinal, a razão de ser dos nossos maiores problemas. As últimas intervenções de D. Manuel Clemente e de D. Carlos Azevedo não só demonstram a preocupação da Igreja Católica como são mais profundas, mais veementes e mais corajosas. Somente as formas em movimento crítico são susceptíveis de reforçar a democracia. Nenhum daqueles três, que desenharam o retrato político da semana, adopta critérios alternativos ao lodaçal em que vivemos – exactamente porque não sabem criar a persistência das diferenças.

Enfim: haja Obama!

Baptista Bastos in D. Notícias

Partido Socialista: O regresso da União Nacional


Se dúvidas existissem sobre o carácter vinte-e-quatro-abrilista da actual direcção do PS, a visita ao site do partido da situação e ao apelo à protecção do trinómio País-Famílias-Empresas, relembrando a famosa trilogia de Deus($$)-Pátria-Famíla é elucidativa. Só falta recuperar  o famosíssimo condicionamento industrial e estaremos de volta aos tempos gloriosos do século XX português.

Não sei quem foi o “marketeiro” que teve tão brilhante ideia, mas acredito que o ministro SS não enjeitaria a paternidade, emcaso de dúvida.

salazar

Retirado daqui

n (RE)Flexões

Contradições no simplex2

alessandro-gatto-111º – O decreto regulamentar 1-A/2009 refere que:  “O novo modelo assenta em três pilares essenciais: (…)       ii) uma avaliação integral, que valoriza a plenitude do desempenho dos docentes e não apenas o grau de cumprimento dos seus deveres funcionais(…)” .Mais adiante, afirma: “Tornar a avaliação (…)dependente de requerimento dos interessados é condição necessária para a obtenção da classificação de muito bom ou excelente”. Isto é , O NÃO APENAS O GRAU DE CUMPRIMENTO deve ser para distrair.
2º- Como é que o Conselho Executivo vai avaliar, nos objectivos individuais,  a alínea c) do artº 9º do decreto regulamentar 2/2008, se o decreto regulamentar 1-A /2009,  no artº5º, só retira as alíneas a) e b) do nº2  daquele artigo?
3º-Não constam nos objectivos individuais(este ano) “a melhoria dos resultados escolares dos alunos” nem “a redução do abandono escolar”,  OBJECTIVOS QUE SE PRENDEM DIRECTAMENTE COM A ALÍNEAS a) e b) do artº8º do 2/2008 (Objectivos e metas e indicadores de medida).
Então como é que o professor vai definir os objectivos em relação aos alunos?O professor só pode defini-los em relação às alíneas c) d) e) f) g) i) ii) do artº9º do 2/2008,ou seja”no cumprimento dos seus deveres funcionais”(contrariando assim o que pretende o decreto regulamentar nº1 /2009)
3º- Que instrumentos de registo normalizados vão os coordenadores avaliadores utilizar (de acordo com artº 6º do 2/2008 ) se no site do  ministério consta que foram alterados e aguardam publicação?
4ºPara quê a realização de entrevista individual se não há nade a negociar? (NÃO HÁ INDICADORES DE MEDIDA QUANTO AO PROGRESSO DOS RESULTADOS ESCOLARES?)
Para além disso, diz o artº 9º: “Os objectivos individuais são fixados, por acordo entre o avaliado e os  avaliadores, através da apresentação de uma proposta do avaliado (…) redigida de forma clara e rigorosa, de modo a aferir o contributo do docente para a concretização dos objectivos na alínea a (…)”.  COMO PODE UM PROFESSOR DEFINIR OS OBJECTIVOS SE OS INDICADORES DE MEDIDA E METAS FIXADAS foram abolidos na sua avaliação? UMA VEZ MAIS SÓ É AVALIADO nos seus deveres funcionais.
5º- AFINAL o que vão observar os avaliadores na sala de aula , se não há qualquer meta em termos de metas e indicadores de medida?
6º-  Como se preenche uma ficha de auto- avaliação sem as metas e indicadores?
7º – SENDO OS AVALIADORES APENAS AVALIADOS PELOS CONSELHOS EXECUTIVOS, À SEMELHANÇA DE TODOS OS OUTROS PROFESSORES QUE NÃO TÊM AULAS ASSISTIDAS, NÃO É JUSTO QUE POSSAM OBTER EXCELENTE OU MUITO BOM.
Alexandrina (Rendas)