Fight the New World Order with Global Non Compliance Pt.1

publicado por LightWarrior2

It is time for the people of the world to stop and realise that the divisions that supposedly exists amongst us are an illusion. There is no division. Its time for everyone to understand the truth of this. Its time to approach the world and each other in a state of love rather than a state of fear. Its time for you to tap into the source and realize your own potential and its time for us all to collectively stand together and address the root cause of the problem. And all of you need to spread this information, its very important that you do.
It needs to be clearly understood by people everywhere that the elite only have the power over the people that the people themselves grant to them, so stop giving it to them. Stop doing what the TV tells you to do and stop complying with the system. Understand that there truly is no division among the people of the world no matter who they are or where they are from. We are all people and we are all one. It is through the constantly promoted illusion of division that the system is able to function but in order for it to do so, it needs public compliance. Stop complying and you will shut the system down.

The money system is the head of the snake.

Cut the head off the snake and the rest of it will whither and die.

The time for talk is over and the time has come for action. It is now time for the people of the world to stop complying with the system.

Everyone.

Stop complying with it and you will shut it down. And the best form of non compliance is love. Approach every issue with love. Rather than obediently following orders given to you by a commanding officer, and rather than doing what is right for you personally. Do what is actually right. And if a leader wants to send you to war, say no sir, I wont murder other peoples children for you any more. You’ll have to go and do it yourself. You will be called coward by the military but such is not the case. It is much easier to fight for principles than to live up to them and it takes a far braver man to stand up for what is right and spit in the face of authority than it does to blindly follow orders due to fear of the consequences.
Understand that we are all one and the key to real change and unity in this world lies with love.

There need be No violence, no guns, no banners, no slogans, no group think, just a united act of global non compliance. Non compliance for any thing in conflict with the directives out lined in the universal declaration of human rights would be a good start. Simply stop giving these people the power to control you. Understand that the only power they have is the power the people themselves grant to them. Understand that injustice towards one is injustice towards all. Injustice against him, is injustice against you and there should be no grey area in you mind in regard to that. Everyone needs to stop going along with it. And it needs to be done immediately. Its time to cut the head off the snake.

The Revolution is not coming.

The Revolution is now.

Vencimentos dos Políticos

Em Portugal, os deputados ganham 3708 euros de salário-base, o que corresponde a 50% do vencimento do presidente da República. Os subsídios de férias e de Natal são pagos em Junho e em Novembro e têm direito a10% do salário para despesas de representação. Como também

lhes são pagos abonos de transporte entre a residência e São Bento uma vez por semana, e por cada deslocação semanal ao círculo de eleição, um deputado do Porto, por exemplo, pode receber mais dois mil euros, além do ordenado.

De acordo com o “Manual do Deputado”, os representantes do povo podem estar no regime de dedicação exclusiva e acumularem com o pagamento de direitos de autor, conferências, palestras, cursos breves, etc.

Como o fim da subvenção vitalícia irá abranger somente os deputados eleitos em 2009, os que perfaçam até ao final da legislatura 12 anos de funções (consecutivos ou intervalados) ainda a recebem, mas com menor valor. Quem já tinha 12 anos de funções quando a lei entrou em

vigor – em Outubro de 2005 – terá uma subvenção vitalícia de 48% do ordenado base – pelo actual valor, quase 1850 euros – logo que completar 55 anos.

O Governo acautelou assim a situação de parte dos deputados do PS eleitos em 1995, com a primeira vitória de Guterres, pelo que ao fim de dez anos de actividade (até 2005) poderão auferir a pensão vitalícia que corresponde a 40% do vencimento-base – dez anos a multiplicar por 4% do vencimento base auferido quando saiu do Parlamento. A subvenção é cumulável com a pensão de aposentação ou a de reforma até ao valor do salário base de um ministro que é em 2008 de 4819,94 euros. Os subvencionados beneficiam ainda “do regime de previdência social mais favorável aplicável à Função Pública”, diz o documento.

Sócrates recebe pensão vitalícia

José Sócrates tem direito à pensão vitalícia por ter 11 anos de Parlamento. Eleito pela primeira vez em 1987, esteve oito anos consecutivos em funções. Secretário de Estado do Ambiente e ministro da pasta nos Governos de Guterres, voltou em Abril de 2002, onde ficou mais três anos.

Quem tem e vai ter a subvenção

Almeida Santos (PS), Manuela Ferreira Leite, Manuel Moreira e Eduarda Azevedo (PSD), Narana Coissoró e Miguel Anacoreta Correia (CDS-PP) e Isabel Castro (PEV) já requereram a subvenção vitalícia. Outros 31 deputados, 20 dos quais do PS, poderão pedi-la, pois até ao fim de 2009 perfazem 12 anos de mandato, embora só se contabilizem os anos até 2005.

Salário cresceu 77 euros num ano

Em 2007, o vencimento-base de um deputado foi 3631,40 euros. Este ano é de 3707,65 euros , segundo a secretaria-geral da AR. Um aumento de 77 euros.

Presidir à AR dá direito a casa

O presidente da Assembleia da República (AR) recebe 80% do ordenado do presidente da República – 5.810 euros. Recebe ainda um abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do respectivo vencimento 2950 euros, o que perfaz 8760 euros. Usufrui de residência oficial e de um veículo para uso pessoal conduzido por um motorista.

Dez têm carro com motorista

Ao presidente do Conselho de Administração (José Lello), aos quatro vices-presidentes da AR – na actual legislatura, Manuel Alegre (PS), Guilherme Silva (PSD), António Filipe (PCP) e Nuno Melo (CDS-PP) – e aos líderes parlamentares é disponibilizado um gabine pessoal, secretário e automóvel com motorista.

Benesses para a Mesa da AR

Para os quatro vice-presidentes da AR (PS, PSD, CDS e PCP) e para os membros do Conselho de Administração, o abono é de 25% do vencimento 927 euros. Os seis líderes parlamentares e os secretários da Mesa têm de abono 20% do salário: 742 euros.

Abono superior ao salário mínimo

Os vice-presidentes parlamentares com um mínimo de 20 deputados (PS e PSD), os presidentes das comissões permanentes e os vice-secretários da mesa têm de abono 15% do vencimento – 555 euros. Mais 129 euros do que o salário mínimo nacional. Uso gratuito de correio, telefone e electricidade. Os governos civis, se solicitados, devem disponibilizar instalações para que os deputados atendam os media ou cidadãos. Os deputados podem transitar livremente pela AR, têm direito a cartão de identificação e passaporte especial e ao direito de uso e porte de arma. Podem também usar, a título gratuito, serviços postais, telecomunicações e redes electrónicas.

Ajudas de custo para os de fora

Quem reside fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro e Amadora recebe 1/3 das ajudas de custo fixadas para os membros do Governo (67,24 euros) por cada dia de presença em plenário, comissões ou outras reuniões convocadas pelo presidente da AR e mais dois dias por semana.

Pára-quedistas ficam a ganhar

Os deputados que residem num círculo diferente daquele por que foram eleitos recebem ajudas de custo, até dois dias por semana, em deslocações que efectuem ao círculo, em trabalho político. Mas também os que, em missão da AR, viajem para fora de Lisboa. No país têm direito a 67,24 euros diários ou a 162,36 euros por dia se forem em serviço ao estrangeiro.

Viagens pagas todas as semanas

Quando há plenário, a quantia para despesas de transporte é igual ao número de quilómetros de uma ida e volta semanal entre a residência do parlamentar e S. Bento vezes o número de semanas do mês (quatro ou cinco) multiplicado pelo valor do quilómetro para deslocações em viatura própria. Uma viagem ao Porto são 600 quilómetros cinco vezes num mês, dá três mil. Como o quilómetro é pago a 0,39 euros, o abono desse mês é de 1170 euros.

Viver na capital também dá abono

Os deputados que residam nos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa recebem também segundo a fórmula anterior. Os quilómetros (ida e volta) são multiplicados pelas vezes que esteve em plenário e em comissões, tudo multiplicado por 0,39 euros.

Ir às ilhas com bilhetes pagos

A resolução 57/2004 em vigor, de acordo com a secretaria-geral da AR, estipula que os eleitos pelas regiões autónomas recebem o valor de uma viagem aérea semanal (ida e volta) na classe mais elevada entre o aeroporto e Lisboa, mais o valor da distância do aeroporto à residência. Por exemplo, 512 euros (tarifa da TAP para o Funchal com taxas) multiplicados por quatro ou cinco semanas, ou seja, 2048 euros.

Mais o número de quilómetros (30, por exemplo) de casa ao aeroporto a dobrar (por ser ida e volta) multiplicado pelas mesmas quatro (ou cinco) semanas do mês, e a soma é multiplicada por 0,39 euros, o que dá 936 euros. Ao todo 2980 euros.

Deslocações em trabalho à parte

Ao salário-base, ajudas de custo, abono de transporte mensal há ainda a somar os montantes pela deslocação semanal em trabalho político ao círculo eleitoral pelo qual se foi eleito. Os deputados eleitos por Bragança ou Vila Real são os mais abonados.

Almoço a menos de cinco euros

Os deputados e assessores que transitoriamente trabalham para os grupos parlamentares pagam 4,65 euros de almoço, que inclui sopa, prato principal, sobremesa ou fruta. E salada à discrição. Um aumento de 0,10 euros desde 2006. Nos bares, um café custa 25 cêntimos, uma garrafa de 1,5 litro de água mineral 33 cêntimos e uma sandes de queijo 45 cêntimos.

Imunidade face à lei da Justiça

Não responde civil, criminal ou disciplinarmente pelos votos e opiniões que emitir em funções e por causa delas. Não pode ser detido ou preso sem autorização da AR, salvo por crime punível com pena de prisão superior a três anos e em flagrante delito. Indiciado por despacho de pronúncia ou equivalente, a AR decidirá se deve ou não ser suspenso para acompanhar o processo. Não pode, sem autorização da AR, ser jurado, perito ou testemunha nem ser ouvido como declarante nem como arguido, excepto neste caso quando preso em flagrante delito ou suspeito do crime a que corresponde pena superior a três anos.

Justificações para substituição

Doença prolongada, licença por maternidade ou paternidade; seguimento de processo judicial ou outro invocado na Comissão de Ética, e considerado justificado.

Suspensão pode ir até dez meses

Pedida à Comissão de Ética, deve ser inferior a 50 dias por sessão legislativa e a dez meses por legislatura. Um autarca a tempo inteiro ou a meio tempo só pode suspender o mandato por menos de 180 dias.

JORNAL DE NOTÍCIAS | 11.02.2008

Palavras para quê?

O Presidente da República vai fazer algo no caso Freeport?

Paira sobre Portugal o estigma da corrupção. Ao mais alto nível!
O caso Freeport não é apenas mais um caso de polícia. É um caso vital da democracia portuguesa.
O Presidente da República tem de tomar uma posição, pública, firme, enérgica, ética.
O Presidente da República Portuguesa tem de exercer os seus poderes para em prazo muito curto Portugal se livrar de um selo que tem: O de Estado onde a corrupção pode singrar, onde singra, medra, e onde os detentores do Poder Político estão sempre a coberto da impunidade.
Impunidade conseguida ou logo no início dos processos ou a longo prazo, já depois da intervenção do Tribunal Constitucional.
Portugal tem de ter outro modelo de Tribunal Constitucional que cada vez aparece mais associado a influências políticas, Maçónicas.
Portugal está a morrer!
Nos EUA há separação de poderes mas Barack Obama agiu para parar os julgamentos em Guantanamo.
Fê-lo pedindo, respeitosamente, para que suspendessem os processos. Por motivos de Ordem Democrática, de Direitos Humanos.
Mas fé-lo sem medo de que lhe dissessem que estava a invadir a esfera de competência do Poder Judicial.
Em Portugal tambem vigora o princípio da separação de poderes.
Mas o Presidente da República tem de dar um sinal. Cavaco Silva deve ir à televisão e apelar à independência do Poder Judicial , mas para que cumpram a lei, sensibilizando os magistrados para não terem medo nem estarem dependentes da Maçonaria.
Cavaco Silva deve dar o sinal. Inequívoco.
A Constituição permite-o. Sem margem para dúvidas. Seria um óptimo exemplo de bem exercer as funções.
Há que investigar como é que tantos que hoje estão na política, que transpiram riqueza a obtiveram!
O caso Freeport já passou fronteiras.
Já não é José Sócrates, o tio dele, ou seja quem for que estão em causa!
São os portugueses, a sua dignidade, a sua honra, o seu direito à felicidade que estão em causa.

O Mº Pº deve começar a investigar as actividade das lojas maçónicas , como em Itália se faz!
Sem medo.
A conduta das lojas maçónicas e a sua nefasta infuência em Portugal tem de ser investigada criminalmente.
O Ministério Público tem de entender que se não houver condenações nos processos de corrupção, burla, tráfico de influências, Portugal morre, perde credibilidade.
É de espantar que o Mº Pº tivesse querido a suspensão provisória do processo nos casos Operação Furacão!!!!
Burlas fiscais de milhões de euros eram arquivadas?
Quando o mesmo Ministério Público pede o julgamento e a condenação de desgraçados que furtaram um frasco de perfume?
Tem de haver uma limpeza em certa magistratura que ainda não percebeu bem as suas funções!
Cavaco Silva tem de tomar uma posição, pública, sobre o caso Freeport!
O Presidente da República é apenas mais um cidadão, que agora exerce funções de Presidente da República. Nada mais.
A Justiça do Reino Unido é que investiga quem é o ex-ministro? É o Reino Unido que vai investigar as responsabilidades de políticos portugueses em corrupção?
O que dirá Cavaco Silva quando no estrangeiro lhe perguntarem porque teve de ser o Reino Unido a avançar com as investigações?
Como por certo o Presidente da República deve saber, há informações que a Presidência da República Portuguesa tem um orçamento maior que a Casa Real Espanhola!
E, na verdade, o que faz o Presidente da República Portuguesa?
Para quê um modelo de Presidente assim?
Também seria bom que isto fosse esclarecido para os portugueses saberem o que se passa em Portugal e como se gastam dinheiros públicos.

O Povo quer um Portugal diferente.

Posto por José Maria Martins in Blogue José Maria Martins

AVALIAÇÃO


Segundo oiço nos noticiários, muitas crianças, lá para o Norte e interior do país, não têm aulas porque a neve e o gelo nas estradas e caminhos, não os deixam chegar às escolas. Culpa dos deuses!…
Oiço igualmente que muitas, por lá e por toda a parte, embora podendo chegar às escolas, não conseguem aguentar-se lá dentro (tal como os professores), porque faz o mesmo frio que na rua e chove nas salas de aula.

Avalie lá isto, sua… “Ministra da Educação”!!!

Texto gentilmente roubado ao amigo CANTIGUEIRO.

Caso Freeport: polícia faz buscas a tio de Sócrates e ao advogado Vasco Vieira de Almeida

O Departamento Central de Investigação e Acção Penal e a Polícia Judiciária realizaram hoje, no âmbito do caso Freeport, buscas na casa e empresas de Júlio Carvalho Monteiro, empresário e tio materno de José Sócrates, e no escritório de advogados de Vasco Vieira de Almeida, noticia a edição online do semanário “Sol”. De acordo com o jornal, em causa estão suspeitas de corrupção no processo que permitiu a construção do “outlet”, em Alcochete, e cujo inquérito criminal começou em Fevereiro de 2005.

Na sequência das diligências, as autoridades terão levado documentação diversa e alguma referente a “offshores antigas”, segundo disse Júlio Carvalho Monteiro. Ao semanário o empresário informou, ainda, que a contabilidade da sua empresa de Setúbal – a ISA – foi apreendida e que a polícia referiu também um email sobre o licenciamento da superfície comercial que terá sido enviado para o Freeport.

A 10 de Janeiro o “Sol” noticiou que as autoridades judiciais inglesas, que têm em curso uma investigação criminal sobre o licenciamento da construção do Freeport de Alcochete, tinham uma lista de 15 suspeitos de corrupção e fraude fiscal, encabeçada por um ex-ministro de António Guterres. Os outros suspeitos que terão estado na origem do desfalque à empresa de “outlets” são administradores do Freeport, autarcas portugueses, construtores e advogados.

Uma semana depois, o semanário avançou que o vídeo de uma conversa entre um administrador inglês da sociedade proprietária do espaço comercial e um sócio da consultora Smith & Pedro denunciava o pagamento de “luvas” ao ministro português envolvido no caso. O DVD estaria na posse das autoridades ingleses desde 2007.

O Freeport, construído numa Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, foi viabilizado num dos últimos Conselhos de Ministros do Governo de António Guterres, durante o mês de Março de 2002. Nessa altura, de acordo com as autoridades inglesas, saíram da sede da empresa em Londres grandes quantias de dinheiro que foram transferidas para Portugal através de “offshores” na Suíça e Gibraltar, alegadamente para o pagamento de “luvas”.

In Público

Comentário

Quem é o Ministro envolvido nesta corrupçao? Quem é? Não adivinham?

O problema é que se encontra imune…Noutros países democráticos já teria pedido a demissão do cargo. Só em Portugal …é que não.

Ainda querem votar num corrupto, aldrabão e mentiroso?

Mais de Cinco mil professores na reforma desde Março

HERMANA CRUZ

São mais de cinco mil professores que entraram na reforma, desde Março de 2008, quando se agudizou a luta contra o Ministério da Educação. Segundo os sindicatos, aposentam-se por descontentamento com a situação do sector.

Isabel de Melo é professora há 38 anos e há 11 anos que dá aulas de História na Escola Secundária Jaime Cortesão, em Coimbra. Precisava de trabalhar mais dois anos para não ser penalizada na reforma. Mas diz que não aguenta mais. Em Julho, quando fizer 60 anos, vai pedir a reforma antecipada, mesmo sabendo que vai sofrer uma penalização de 9%.

“Sempre gostei muito da minha profissão. Mas com esta falta de respeito do Ministério da Educação, não vale a pena o sacrifício. Quero sair”, confessou, ao JN, queixando-se do aumento do trabalho burocrático e criticando os modelos de avaliação dos professores e de gestão das escolas. “Sou do tempo do reitor. Não quero este modelo (gestão). Já o experimentei no fascismo”, sustenta.

São professores como Isabel de Melo que estão a pedir, em massa, a reforma antecipada. Desde Março, altura da primeira grande manifestação contra o Ministério da Educação, foram mais de cinco mil (ver caixa em cima) os docentes, de todo o país, que pediram a aposentação. “Estamos a falar de professores de topo de carreira, que já passaram por muitas reformas educativas. Trata-se de uma perda muito significativa porque são professores com uma grande experiência, que estão a ser substituídos por professores contratados”, sublinha, ao JN, o presidente da Associação Nacional de Professores, João Grancho.

Se são mais de cinco mil os que pediram a reforma, são muitos mais os que já acorreram aos sindicatos para determinar que perdas de vencimento terão se anteciparem a reforma, garante Mário Nogueira. “Isso tem a ver com um desgaste muito grande”, justifica o secretário-geral da Fenprof e porta-voz da Plataforma Sindical dos Professores, adiantando que há docentes que assumiram perdas de 40% porque sentem que “não dá mais para aturar a política do Ministério da Educação”.

In J.Notícias