Esoteric Agenda 11/12 /13- LEGENDADO

ADVERTÊNCIA

Este documentário contém informações muito polémicas sobre toda a nossa realidade, tudo que você acreditou até agora. se você acha que não está preparado para descobrir os segredos da Matrix, recomendamos que não assista a esse vídeo.

Existe uma Agenda Esotérica atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa.
Há uma facção da elite conduzindo a política social, economia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.
esse vídeo expoe essa agenda…

Enfim, um documentário IMPRESCINDÍVEL para aqueles que buscam a verdade.

Publicado por deusmihifortis

BRAS – Brigadas Revolucionárias Anti-Sócrates denúncia:Augusto Santos Silva Controleiro Pidesco de Bilderberg

Uma personagem de Óscar Wilde

O ministro Santos Silva, encarregado, na economia governamental, do pelouro da refutação da Oposição, pratica habitualmente o honroso encargo com a indignação afectada de uma personagem de Óscar Wilde: “É inadmissível que andem para aí a dizer coisas do Governo que são absolutamente verdadeiras”. Foi assim que, agora, no regresso ao Parlamento do Código do Trabalho, o ministro refutou indignadamente a acusação de que este fomenta a precariedade.

Garantiu Santos Silva ao país que “o Governo leva muito a sério o princípio constitucional da segurança no emprego” (a lição continua a ser a de Óscar Wilde: “Em questões muito sérias, o essencial é o estilo, não a sinceridade”). Por isso, o Governo – argumentou – terá incluído no Código “medidas de combate à precariedade”. Dir-se-ia que, de facto, “só quem já está completamente perdido aceita argumentar”. É que a conclusão de que o Código não leva a sério o princípio fundamental da segurança do emprego é uma constatação técnica, verificada pelo Tribunal Constitucional, não uma crítica política. E contra isso pouco podem indignação ou argumentos.

In J. Notícias por Manuel António Pina

Portugal – Lista de Membros do Clube de Bildeberg

Francisco Pinto Balsemão (1981, 1983, 1984, 1985, 1987, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1994, 1995-2008 ) ,[16] former Prime Minister of Portugal, 1981 – 1983 and CEO of Impresa media group
António Guterres (1990, 2005), former Prime Minister of Portugal, currently the United Nations High Commissioner for Refugees
Pedro Santana Lopes (2004), former Prime Minister of Portugal
José Sócrates (2004), current Prime Minister of Portugal
Jorge Sampaio (1989, 1999), former President of Portugal
Eduardo Ferro Rodrigues (2003), former Leader of the Socialist Party
António Costa (2008), current Mayor of Lisbon
Rui Rio (2008), current Mayor of Porto
Jose Pedro Aguiar-Branco (2006),[16] Member of Parliament (PSD)
Augusto Santos Silva (2006),[16] Minister for Parliamentary Affairs
Rui Machete (1989), former Deputy Prime Minister of Portugal
Joaquim do Amaral (1999), Member of Parliament
Manuel Sarmento Rodrigues (1966)

In

Jokeroo Community

List of Bilderberg attendees

Chalabi in Bilderberg?

Os agentes da nova ordem mundial illuminati estão entre os portugueses também e muito principalmente entre os portugueses bilderberg.

Segundo Daniel Estulin em seu livro “O Clube Bilderberg”, a reunião bilderberg de 2004 em Itália trouxe fortes mudanças no panorama político português reforçando as posições da nova ordem mundial no governo político de Portugal.
Santana Lopes, José Socrates e Durão Barroso são os três iluminados e abençoados que receberam as graças da elite mundial e em troca só tiveram que nos aproximar do fascismo corporativo mundial.
Santana Lopes, a marca da incompetência, foi nomeado primeiro ministro depois da reunião.
Durão Barroso anterior primeiro ministro deixa as lides portuguesas e é promovido a fantoche mor illuminati indo para Presidente da Comissão Europeia.
José Sócrates substitui Ferro Rodrigues que sai de cena com o escândalo “Casa Pia”. Segundo fontes de Daniel Estulin, Ferro Rodrigues foi envolvido pelos Bilderberg para que Sócrates pudesse ocupar seu lugar, o que veio a acontecer e como podemos confirmar tem trabalhado bem para os Bilderberg e Nova ordem Mundial o nosso Sócrates.

Vigilância, Terror, Terrorismo, incerteza, crise, doença, medo, emoção, estupidificação, ignorância, controle mental, controle emocional, controle financeiro, controle e mais controle… são armas da nova ordem mundial e de nossos líderes políticos subservientes ao poder corporativista.

Nossos serviços secretos andam a filmar, espiar e tirar fotos a manifestantes mas não mexem uma palha em relação a sociedades secretas e reuniões secretas que comprometem a segurança interna de Portugal.
Só que segurança interna não existe. 10 quadros dos serviços secretos pertencem á maçonaria? O trabalho deles é outro. É minar Portugal e os portugueses. Trabalham para Bilderberg que estão no topo dessas sociedades secretas, o poder invisivel, o olho que tudo vê e se mostra bem visivel a todos mas ninguém repara na multiplicação de olhos.

Temos mafiosos, pedófilos, ladrões, assassinos, genocídas entre outros nomes criminosos, a governarem-nos e simplesmente gozam com a nossa cara por terem as costas quentes pelos bilderberg, illuminati, maçonaria, opus dei ou outra sociedade secreta. Com certeza o juiz pertence a uma delas e é quanto basta!

Quem quer acreditar que podemos ter um melhor sistema é melhor começar a limpar a sujeira que cá temos primeiro pois se voltamos a votar nestes vampiros, vampirizados vamos ser.

In Demo de Democracia

Cuidado com o Gangue do Avental. É Necessário liquidá-lo!!!! Antes que destruam a nossa vida.

brigadas17

Discurso feito pelo Chefe Seattle ao Presidente Franklin Pierce em 1854

“Talvez Sejamos Irmãos” – Carta resposta do Chefe Índio Seattle à proposta de aquisição das terra onde vivia a sua tribo do Presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Pierce – 1854.

(Depois do Governo Americano ter dado a entender que desejava adquirir o Território da Tribo)


Os Índios Duwamish habitavam na zona norte do actual estado de Washington, cuja capital Seattle tem o nome do Chefe Índio que proferiu o discurso, conhecido como a Carta do Chefe Índio, que é considerada como um dos mais belos manifestos ecológicos. Após a cedência das terras os índios Duwamish migraram para a reserva Port Madison onde está sepultado o Chefe Seattle.

“O Grande Chefe de Washington comunicou-nos o seu desejo de comprar as nossas terras. O Grande Chefe assegurou-nos também da sua amizade e de quanto nos preza. Isso é muito generoso da sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade.

Porém, vamos considerar a sua oferta, pois sabemos que se o não fizermos, o homem branco virá com armas e tomará as nossas terras.

Mas, como pode comprar ou vender o céu e o calor da terra? Tal ideia é estranha para nós. Se não somos os proprietários da pureza do ar ou do resplendor da água, como podes comprá-los a nós?

Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada clareira e cada zumbido de insecto são sagrados nas tradições e na memória do meu povo. A seiva que corre nas árvores transporta consigo as recordações do homem de pele vermelho. O homem branco esquece a sua terra natal, quando, depois de morto vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem a beleza desta terra, pois ela é a mãe do homem de pele vermelha. Somos parte destas terras como elas fazem parte de nós.

As flores perfumadas são nossas irmãs; o veado, o cavalo, a grande águia – são nossos irmãos. As cristas rochosas, as seivas das pradarias, o calor que emana do corpo de um pónei e o próprio homem, todos pertencem à mesma família.

Assim, quando o Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós. O Grande Chefe manda dizer que nos reservará um lugar em que possamos viver confortavelmente e que será para nós como um pai e que nós seremos seus filhos. Vamos considerar a sua oferta de comprar a nossa terra, embora isso não seja fácil, pois esta terra é sagrada para nós.

A água cintilante dos rios e dos regatos não é apenas água, é o sangue dos nossos antepassados. Se vendermos a nossa terra, terás de te lembrar que ela é sagrada e deverás ensiná-lo aos teus filhos e fazer-lhes saber que cada reflexo na água límpida dos lagos fala do passado e das recordações do meu povo. O murmúrio das águas é a voz do pai de meu pai. Os rios são nossos irmãos, matam-nos a sede, transportam-nos nas canoas e alimentam os nossos filhos. Se vendermos a nossa terra, terás de te lembrar e ensinar aos teus filhos que os rios são nossos e vossos irmãos, e terás de dispensar-lhes a bondade que darias a um irmão.

Nós sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um pedaço de terra vale o mesmo que outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mais sua inimiga, e depois de a conquistar prossegue o seu caminho. Deixa para trás as sepulturas dos seus antepassados e isso não o importa. Apodera-se das terras dos seus filhos e isso não o inquieta. Ele considera a terra, sua mãe, e o céu, seu irmão, como objectos que podem ser comprados, saqueados ou vendidos como ovelhas ou miçangas cintilantes. Na sua voracidade arruinará a terra e deixará atrás de si apenas um deserto.

Não sei. Nossos caminhos diferem dos vossos. As vossas cidades ferem os olhos do homem de pele vermelha. Não há lugares calmos nas cidades do homem branco. Não há sítios onde se possa ouvir as folhas a desabrochar na primavera ou o zunir das asas dos insectos. O barulho que tudo domina ofende os ouvidos do homem de pele vermelha. Para que serve a vida se um homem não pode escutar o grito solitário do noitibó ou a lengalenga nocturna das rãs à volta de um pântano ? Sou um homem de pele vermelha e não compreendo, talvez porque os homens de pele vermelha são selvagens e ignorantes. O índio prefere o suave sussurro do vento roçando a superfície de uma lagoa e o perfume do ar lavado pela chuva do meio-dia ou carregado do aroma dos pinheiros.

O ar é precioso para o homem de pele vermelha, porque todas as criaturas partilham a mesma aragem: os animais, as árvores, o homem todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece indiferente ao ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se vendermos as nossas terras, deverás recordar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte o seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu o primeiro sopro de vida ao nosso antepassado recebe também o nosso último suspiro. Se vendermos as nossas terras, deverás conservá-la como um lugar reservado e sagrado, onde o próprio homem branco possa saborear o vento perfumado pelas flores da pradaria.

Assim pois, vamos considerar a oferta para comprar a nossa terra. Se decidirmos aceitar, será com uma condição: O homem branco deverá tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo outros costumes. Eu vi milhares de búfalos a apodrecer na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia de um combóio em movimento. Eu sou um selvagem que não compreende que o cavalo de ferro fumegante possa ser mais importante do que o búfalo que nós, os índios, matamos apenas para o sustento de nossa vida.

O que seria do homem sem os animais? Se todos os animais desaparecessem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais não tarda a acontecer ao homem. Todas as coisas estão relacionadas entre si.

Deverão ensinar aos vossos filhos que o chão debaixo dos seus pés é feito das cinzas dos nossos antepassados. Ensinem aos vossos filhos o que temos ensinado aos nossos: que a terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a terra fere os filhos da terra. Se os homens cospem no chão é sobre eles próprios que cospem.

Uma coisa sabemos: a terra não pertence ao homem, é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si.

Tudo o que acontece à terra acontece aos filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a teia da vida, ele não passa de um fio da teia. Tudo que ele fizer à trama, a si próprio fará.

Mas nós vamos considerar a vossa oferta e ir para a reserva que destinais ao meu povo. Viveremos à parte e em paz. Que nos importa o lugar onde passarem os o resto dos nossos dias ? Já não serão muitos. Ainda algumas horas, alguns invernos e não restará qualquer dos filhos das grandes tribos que viveram outrora nestas terras, ou que vagueiam ainda nas florestas. Nenhum estará cá para chorar as sepulturas de um povo tão poderoso e tão cheio de esperança como o vosso. Mas porque chorar o fim do meu povo ? As tribos são constituídas por homens e nada mais. E os homens vão e vêm como as vagas do mar.

Nem o próprio homem branco pode escapar ao destino comum. Apesar de tudo talvez sejamos irmãos, veremos. Mas, nós sabemos uma coisa, que o homem branco talvez venha a descobrir um dia, o nosso Deus é o mesmo Deus. Ele é o Deus dos homens e a Sua misericórdia é a mesma para o homem de pele vermelha e para o homem branco. A terra é preciosa aos olhos de Deus e quem ofende a terra cobre o seu criador de desprezo. O homem branco perecerá também e, quem sabe, antes de outras tribos. Continuem a macular o vosso leito e irão sufocar nos vossos desperdícios.

Mas na vossa perdição brilhareis em chamas ofuscantes acendidas pelo poder de Deus que vos conduziu e que, por desígnios só por Ele conhecidos, vos deu poder sobre estas terras e sobre o homem de pele vermelha. Este destino é para nós um mistério. Não o compreendemos quando os búfalos são massacrados, os cavalos selvagens subjugados, os recantos secretos das florestas ficam impregnados do odor de muitos homens e as colinas desfiguradas pelos fios falantes. Onde está a floresta virgem ? Desapareceu. Onde está a águia ? Morreu. Qual o significado de abandonar os póneis e a caça ? É parar de viver e começar a vegetar.

É nestas condições que vamos considerar a oferta da compra das nossas terras. E se aceitarmos será apenas para ficarmos seguros de recebermos a reserva que nos prometeram. Talvez aí possamos acabar os nossos dias e quando o último homem de pele vermelha tiver desaparecido desta terra, e a sua recordação não for mais do que a sombra de uma núvem deslizando na pradaria, estes lugares e estas florestas abrigarão ainda os espíritos do meu povo. Assim se vendermos as nossas terras amai-as como as temos amado e cuidai delas como nós cuidámos. E com toda a vossa força e o vosso poder conservem-na para os teus filhos e amem-na como Deus nos ama a todos.

Sabemos uma coisa: o nosso Deus é o mesmo Deus. Ele ama esta terra. O próprio homem branco não pode fugir ao mesmo destino. Talvez sejamos irmãos, veremos.

João Cravinho à Conquista do Partido Socialista – Fim do tempo de José Sócrates

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O Engº João Cravinho é o homem que se posiciona para afrontar e disputar a liderança a José Sócrates ao Cravinho.
O Engº João Cravinho é um homem com um curriculum impressionante , que nos últimos tempos deu verdadeiras provas de querer acabar com a CORRUPÇÃO.
Joao Cravinho apresentou na Assembleia da República vários projectos de diplomas para combater a corrupção.
José Sócrates e o PS, através do porta voz Ricardo Rodrigues, fizeram uma barreira a João Cravinho.
Em consequência do que foram chumbados os projectos de João Cravinho e assistiu-se a uma tentativa de linchamento político do então deputado do PS, que culminou com o seu afastamento da Assembleia da República.
Quem estiver um pouco atento sabe que João Cravinho é um forte opositor das políticas de José Sócrates.
Ao contrário do que muitos podem pensar, Manuel Alegre não tem espaço político.
Os votos nas eleições presidênciais foram mais contra Mário Soares que a favor de Manuel Alegre.
Manuel Alegre ficará preso ao PS por não ter qualquer espaço político autónomo.Muita gente no PS não aceita o zizezague de Manuel Alegre e muito menos a colagem ao BE.
Pelo contrário, João Cravinho é uma pessoa com uma influência política enorme – mesmo na maçonaria – tem excelentes contactos em Angola e no Reino Unido e está a preparar-se para substituir José Sócrates, cujas políticas têm sido um fiasco tremendo.
Além de que João Cravinho tem uma muito boa relação com Cavaco Silva.
Muita parra e pouca uva, como diria o Zé Povinho.
As posições de João Cravinho contra a linha política de José Sócrates têm tido ressonância, quer através da comunjcação social quer no Partido Socialista que não se revê na política espectáculo de José Sócrates, na política que fere os mais lídimos valores do Partido Socialista, nomeadamente na questão da saúde, ensino, emprego, justiça, na colagem incompreensível a Espanha.
João Cravinho está profundamente preocupado com a derrapagem que Portugal sofreu durante o actual Governo do PS.
A crise económico-financeira que estamos vivendo apanhou Portugal já num decréscimo enorme, acentuado.
As trapalhadas em que José Sócrates e seu Governo se foram vendo envolvidos também reforçou a posição de João Cravinho .
Para um certo PS o caso Casa Pia, o caso Licenciatura, o caso Freeport, já ultrapassou tudo o que é aceitável.
João Cravinho está alerta e vai avançar.

Posto por José Maria MartinsIn Blogue de José Maria Martins

Uma escola salazarista , 40 anos depois? É verdade e fica no Algarve. O futuro no presente

fasc1Ontem foi o último dia de entrega de OI na escola. Não entreguei os meus, e não fui a única. Está tudo muito calado, mas a adesão à greve foi 90% (pelo menos não deram aulas). Na sala de professores voltou a paz podre, com os funcionários a retirarem de cima das mesas os papéis considerados menos próprios, e a Comissão Administrativa Provisória a fazer propaganda acerca das obras(!) que vão ser feitas na escola, como resultado de termos tão boas relações com a Drealg. Tudo “boa” gestão, a gestão da família. Nas salas, já lá vão  semanas, temos uma ordem de serviço, nas mesas  proibindo ligar os aquecedores, fraquitos, a óleo, apesar do frio (no Algarve também faz frio, algumas salas e laboratórios ficam nos 5 ou 6 graus todo o dia). Mas o mais revoltante é que as funcionárias têm ordens para entrar de surpresa, por vezes por portas secundárias, para ver se temos o dito ligado. E claro que entre os alunos e professores já se fazem “concursos” sobre quem tem as mãos mais frias ou mais roxas.

Nas aulas de substituição, temos uma folha para avaliar o trabalho que o colega deixou, tipo “não deu para o tempo da aula”, ou “faltavam dados” ou outra falha qualquer. Na reunião em Setembro, o presidente da comissão administrativa incentivou os colegas à denúncia das falhas dos colegas dizendo com grande ênfase “Se quiserem tapar, tapem, quando forem vocês não se queixem”. Quando faltamos por doença, por ex. para uma cirurgia,  somos pressionados para repôr as aulas antes ou depois: “Senão já sabes que se reflecte no desempenho”.

salazar-ensinando-a-tabuada

O CGT está reduzido a uma assembleia. Na última reunião, em que foi aprovado o PAA e o Projecto educativo, porque o presidente da CAP declarou que tinha que ser senão a escola parava, o representante dos pais tinha que ir para um evento e a representante da autarquia fez birra atirando para cima da mesa a sua bolsa, mostrando a contrariedade por 4 professores colocarem dúvidas acerca de vários pontos do documento (que é uma tristeza de português, mal escrito, mesmo, uma vergonha). Claro que até hoje ninguém na escola viu tal coisa. As actas também não são publicadas. Atenção estamos no Algarve, não é bem a aldeia. Enfim, dá para ter uma ideia do género pidesco em que vivemos. Mas agora basta.

Dia 24 vamos a Lisboa. A luta continua.

Professora devidamente identificada

Professores do PS que não dão aulas chumbam proposta de suspensão de avaliação

capture61A maioria do Partido Socialista chumbou a proposta de suspensão do modelo de avaliação dos professores, apresentada pelo CDS-PP.

Tal como seria de esperar, toda a oposição e cinco deputados do PS (entre os quais Manuel Alegre) votaram a favor da proposta. Como não houve abstenções e registou-se a ausência de um deputado do PSD por doença (Vasco Cunha), a proposta do CDS não passou.

Avaliação: Governo antecipa vitória na votação

Votaram 115 deputados contra e 113 a favor.

Nas galerias do Parlamento estavam alguns professores e dirigentes sindicais, como Mário Nogueira, que abandonaram o local logo após o anúncio do resultado.

In Portugal Diário


Comentário


Este foi o resultado já esperado de votos em relação à proposta de suspensão do modelo d avaliação de professores, que foi chumbada pelo Partido Socialista da União Nacional. no-ps

Professores com Dignidade, Honra , Ética e Moral, não podem votar Partido Socialista da União Nacional.

Próximas eleições, vota de consciência mas não votes Partido Socialista...

Pela honra, dignidade, respeito, ética e moral não voto Partido Socialista da União Nacional!

Que visão estratégica deste Desgoverno Socialista

23.01.2009 – 09h46
Por Eduardo Melo
Paulo Pimenta (arquivo)
Em Maio de 2008, o primeiro-ministro esteve na Qimonda para aprovar apoios para um novo projecto de células solares

A Qimonda, o maior exportador nacional de origem alemã que emprega 1800 trabalhadores, foi obrigada a solicitar a abertura do processo de falência no tribunal de Munique, devido à incapacidade para satisfazer os seus compromissos financeiros, avança a edição online do “Diário Económico”.

A unidade de Vila do Conde é controlada pela Infineon que identificou necessidades financeiras imediatas de 325 milhões de euros para manter a Qimonda a laborar, dos quais 100 milhões de euros seriam financiados pelos bancos portugueses CGD, BCP e BES. No entanto, problemas com as autoridades alemãs inviabilizaram a operação de salvamento da empresa tecnológica que fabrica “chips” para computadores.

A empresa é apontada como um exemplo de sucesso e de apostar em produtos de ponta com forte potencial de exportação e apenas em Maio do ano passado tinha obtido novos fundos públicos para apoiar a produção de células solares. Na altura, o primeiro-ministro, José Sócrates, e o ministro da Economia, Manuel Pinho, estiveram na fábrica de Vila do Conde a testemunhar mais este exemplo de vitalidade das empresas implantadas em Portugal.

In Público

Comentário

O Governo e Sócrates alardearam pela comunicação social as ajudas em milhões à Qimonda em Portugal de modo a não abrir falência…era um sector de ponta em Portugal.

Este sector de ponta borrifou-se , amealhou o dinheiro dos contribuintes portugueses e abriu falência…

Isto tudo tem a ver com a famosa navegação à vista, falta de ideias, de visão para Portugal. Com visionários deste calibre a nos governar estaremos a caminho de uma banca rota e do terceiro mundismo.

Continuem a apoiar esta classe política que nestes últimos anos nos têm desgovernado. Não acordem…

Depois não se queixem das consequências.

Despacho n.º 3006/2009 : alterações às fichas de avaliação

Despacho n.º 3006/2009

A experiência decorrente da aplicação do regime de avaliação do
desempenho do pessoal docente aconselhou a introdução de ajustamentos
no sentido de desburocratizar os procedimentos de avaliação
e de facultar maior autonomia aos agrupamentos de escolas e escolas
não agrupadas
Importa pois proceder à alteração do instrumento legal pelo qual foram
aprovados os modelos de impresso das fichas e as regras para aplicação
das ponderações e dos parâmetros classificativos.
Assim, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 44.º do Estatuto
da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos
Diário da República, 2.ª série — N.º 16 — 23 de Janeiro de 2009 3413
Básico e Secundário e nos artigos 20.º, n.º 2, e 35.º do Decreto Regulamentar
n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, determina -se o seguinte:
1 — O anexo XVI ao despacho n.º 16 872/2008, publicado no Diário
da República, 2.ª série, n.º 119, de 23 de Junho de 2008, passa a ter a
seguinte redacção:

«ANEXO XVI
[…]
1 — […]
2 — […]
3 — Nas fichas de avaliação, a classificação de cada parâmetro é
expressa pelas menções qualitativas previstas no artigo 46.º do Estatuto
da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos
Ensinos Básico e Secundário e no artigo 21.º do Decreto Regulamentar
n.º 2/2008, de 10 de Janeiro.
4 — A cada uma das menções qualitativas referidas no número
anterior corresponde um determinado número de pontos, a saber:
a) […]
b) […]
c) […]
d) […]
e) […]
5 — (Revogado.)
6 — Para efeitos de classificação, podem os agrupamentos de
escolas e as escolas não agrupadas, por decisão do director ou do
presidente do conselho executivo, ouvido o conselho pedagógico,
agregar, combinar ou substituir os itens ou indicadores de avaliação,
sem prejuízo da efectiva avaliação da função ou actividade a que se
refere o respectivo parâmetro classificativo.
7 — Do disposto no número anterior não pode resultar aumento do
número total de itens ou indicadores previstos para cada parâmetro.
8 — (Revogado.)
9 — […]
10 — […]
11 — […]
12 — […]
13 — […]
14 — […]
15 — A classificação no item A.2 da ficha de avaliação de desempenho
a preencher pelo director ou pelo presidente do conselho
executivo avalia o empenho demonstrado pelo docente para efectiva
realização das aulas previstas, seja por meio da sua compensação em
horário diferente, seja por meio dos procedimentos de permuta ou de
preparação da substituição previstos nas alíneas a) e b) do n.º 7 do
artigo 82.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos
Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
16 — Para efeitos de pontuação, cada acção de formação contínua,
nas áreas prioritárias definidas pelo agrupamento de escolas ou pela
escola não agrupada ou nas disciplinas que o docente lecciona, é contabilizada
através da classificação nela obtida (de 1 a 10 valores).
17 — Para efeitos do n.º 16, consideram -se realizadas nas áreas
prioritárias definidas pelo agrupamento de escolas ou pela escola
não agrupada ou nas que o docente lecciona as acções de formação
promovidas pelo Ministério da Educação.
18 — […]
19 — […]
20 — Para efeitos de classificação do parâmetro relativo à formação
contínua é feita a média aritmética das pontuações referidas do n.º 16.
21 — Nos termos do n.º 3 do artigo 20.º do Decreto Regulamentar
n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, quando um docente não puder ser avaliado
nalgum dos parâmetros ou itens constantes das fichas de avaliação,
deve ser feita a reconversão da escala da classificação da ficha de forma
a que seja assegurada a possibilidade de, na avaliação do conjunto de
parâmetros ou itens restantes, ser atingida a classificação máxima.
22 — […]
23 — (Revogado.)
24 — (Revogado.)
25 — (Revogado.)
26 — Na avaliação do desempenho do pessoal docente contratado
nos anos escolares de 2007 -2008 e 2008 -2009, o parâmetro D das
fichas de avaliação de desempenho (participação do docente em acções
de formação contínua) a preencher pelo director ou pelo presidente do
conselho executivo só é considerado se da sua contabilização resultar
benefício para a classificação do docente nessa mesma ficha.»
2 — São aditados os n.os 14.1, 16.1 e 20.1 ao anexo XVI ao despacho
n.º 16 872/2008, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 119,
de 23 de Junho de 2008, com a seguinte redacção:
«14. 1 — Para efeitos da classificação do item A.1 das fichas de
avaliação de desempenho a preencher pelo director ou pelo presidente
do conselho executivo, deve considerar -se a seguinte correspondência:
a) A.1.1 — Excelente;
b) A.1.2 — Muito bom;
c) A.1.3 — Bom;
d) A.1.4 — Regular;
e) A.1.5 — Insuficiente.
16.1 — Para efeitos de pontuação nos termos do número anterior,
durante o primeiro ciclo de aplicação da avaliação de desempenho
considera -se que as acções de formação contínua em que não tenha
sido atribuída classificação, foram classificadas com a menção de
Bom (7 valores).
20.1 — A pontuação total, obtida pela aplicação do número anterior,
converte -se na classificação do parâmetro relativo à formação contínua
pela aplicação da escala seguinte:
a) 9 ou mais — Excelente;
b) De 8 a 8,9 — Muito bom;
c) De 6,5 a 7,9 — Bom;
d) De 5 a 6,4 — Regular;
e) Menos de 5 — Insuficiente.»
3 — É republicado em anexo ao presente despacho, do qual faz parte
integrante, o anexo XVI ao despacho n.º 16 872/2008, publicado no
Diário da República, 2.ª série, n.º 119, de 23 de Junho de 2008, com as
alterações agora introduzidas.
4 — O presente despacho produz efeitos a partir da data da assinatura.
6 de Janeiro de 2009. — Pela Ministra da Educação, Jorge Miguel
de Melo Viana Pedreira, Secretário de Estado Adjunto e da Educação.
ANEXO XVI
Regras para aplicação das ponderações
e dos parâmetros classificativos
1 — Para os efeitos do presente anexo consideram -se parâmetros
classificativos os referidos nas alíneas a) a d) do n.º 1 e a) a h) do n.º 2
do artigo 45.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos
Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com as alterações aprovadas
pelo Decreto -Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, assim como os
referidos nas alíneas a) a d) do n.º 1 do artigo 17.º e a) a g) do artigo 18.º
do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro.
2 — Para os efeitos do presente anexo, consideram -se indicadores ou
itens de avaliação as divisões e subdivisões dos parâmetros classificativos
referidos no número anterior.
3 — Nas fichas de avaliação, a classificação de cada parâmetro é
expressa pelas menções qualitativas previstas no artigo 46.º do Estatuto
da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos
Ensinos Básico e Secundário e no artigo 21.º do Decreto Regulamentar
n.º 2/2008, de 10 de Janeiro.
4 — A cada uma das menções qualitativas referidas no número anterior
corresponde um determinado número de pontos, a saber:
a) Excelente — 10 pontos;
b) Muito bom — 8 pontos;
c) Bom — 7 pontos;
d) Regular — 6 pontos;
e) Insuficiente — 3 pontos.
5 — (Revogado.)
6 — Para efeitos de classificação, podem os agrupamentos de escolas
e as escolas não agrupadas, por decisão do director ou do presidente do
conselho executivo, ouvido o conselho pedagógico, agregar, combinar
ou substituir os itens ou indicadores de avaliação, sem prejuízo da
efectiva avaliação da função ou actividade a que se refere o respectivo
parâmetro classificativo.
7 — Do disposto no número anterior não pode resultar o aumento
do número total de itens ou indicadores previstos para cada parâmetro.
8 — (Revogado.)
9 — Em cada ficha de avaliação existe uma linha final com a fórmula
de cálculo da classificação a atribuir.
10 — Na determinação do grau de exigência dos padrões de referência
a utilizar na atribuição das menções qualitativas de Excelente e de
Muito Bom, deve atender -se às percentagens máximas referidas no n.º 4
do artigo 21.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de  Janeiro.

Despacho n.º 3006/2009

Quais as consequências legais e/ou de carácter administrativo da não entrega de objectivos individuais por parte dos docentes?

inform@ção SPRC

Quais as consequências legais e/ou de carácter administrativo da não entrega de objectivos individuais por parte dos docentes? (Questão colocada por escrito por 20 professores)


De: meducacao@min-edu.pt

Ex.mo Senhor Presidente do Conselho Executivo,

Em resposta à questão colocada na aplicação de perguntas e respostas sobre a avaliação de desempenho, informamos:

O prazo para entrega dos objectivos individuais deve estar definido no calendário aprovado pela escola. Nas situações em que esse prazo não seja cumprido, deverá o director/presidente do conselho executivo notificar o docente desse incumprimento, bem como das respectivas consequências, ou seja, o período sem avaliação, não será considerado para efeitos da evolução
da carreira docente.

No entanto, uma vez que, quando existe falta de acordo, prevalece a posição do avaliador, poderá o director/presidente do conselho executivo fixar os objectivos ao avaliado, tendo por referência o projecto educativo e o plano anual de actividades da escola.

Com os melhores cumprimentos

DGRHE
O sublinhado é da nossa responsabilidade. Este documento (esclarecimento do ME) vem confirmar o que os Sindicatos da FENPROF sempre disseram, baseados nos seus Gabinetes Jurídicos. Se repararmos, mesmo quanto à fixação dos objectivos individuais pelos PCE, tal não é obrigatório, como é óbvio. A resposta proveniente do ME/DGRHE refere PODERÁ e não DEVERÁ. Fica, como não podia deixar de ser, à mercê da consciência do PCE/Director. Daí a importância de declararmos a suspensão do processo, escola a escola, agrupamento a agrupamento, com a não entrega dos objectivos individuais. Assumimos a nossa determinação e apoiamo-nos na nossa unidade. Dificulta a vida a quem quer quebrá-la.

Bom Trabalho. A Luta Continua!