José Sócrates vai pedir a Demissão de Primeiro Ministro ?!

Premio 2008

Kaos

Apesar das tentativas de braqueamento da situação por parte do Partido Socialista, o Primeiro Ministro não tem outra saída que não seja o pedido de demissão.
Politicamente a situação de José Sócrates é insustentável.
Todos os nossos parceiros na União Europeia têm conhecimento das buscas à casa e às empresas do tio de José Sócrates e das suspeitas sobre ele.
Todos os nossos parceiros na União Europeia tê m conhecimento das declarações do tio e do primo de José Sócrates, confirmando a reunião de Charles Smith com José Sócrates.
Depois existe o DVD no qual parece que foi dito por um dos intervenientes que sairam milhões de euros para pagar corrupção, e que José Sócrates foi o beneficiado.
Com se sabe, as notícias correm céleres na era da internet e da televisão.
Todos os embaixadores dos paises creditados em Portugal são obrigados a reportar aos seus governos as notícias relevantes do país de acolhimento.
O que significa que todos os governos dos países com representação diplomática em Portugal receberam relatórios sobre o escândalo “Freeport”.
E todos esses países sabem que José Sócrates aparece nos jornais portugueses como suspeito no Reino Unido, que este país queria que a Justiça Portuguesa colocasse sob escuta o Primeiro Ministro de Portugal.
O Presidente da República tem de estar atento, porque esta situação é extremamente embaraçosa para Portugal.
Esta situação cria um mal estar insuportável a nível internacional.
O caso agora é mil vezes mais grave que em 2005, aquando da notícia do jornal “Independente”.
Agora tomou foros de escândalo internacional.
A Justiça do Reino Unido ao considerar o Primeiro Ministro Português suspeito de corrupção ou tráfico de influências torna insustentável a posição de José Sócrates.
Não parece poder sustentar-se que a Justiça de outro países peça escutas telefónicas a um Primeiro Ministro ,sem ter indícios fortes, muito sólidos.
A pressa da nacionalização do BPN não evitou o que muitos pensavam evitar.
Muitos pensam que José Sócrates e o PS quiseram controlar o BPN, para salvar de certa forma evitar o escândalo Freeport.
Há cada vez mais a percepção na população, que se pensa que o BPN pode ter sido o banco para canalizar o dinheiro da corrupção .
A procissão ainda vai no adro.
Uma coisa é certa: José Sócrates não tem mais condições para se manter como Primeiro Ministro.
O Povo espera que o senhor Presidente da República tome uma posição e, que dissolva a Assembleia da República ou que aponte a José Sócrates que a única solução aceitável é a do pedido de demissão.O PS terá de ser reorganizado. Creio que só João Cravinho está em condições de assumir as rédeas do PS, em condições de por em prática a política anti-corrupção que defendeu na Assembleia da República, reformando o PS de alto a baixo.

Por Portugal!

Posto por José Maria Martins In Bolgue de José Maria Martins

“Foi um gosto trabalhar consigo” Maria de Ludes Rodrigues.

Não vieram de fora. Foram chamados.

Durante a apresentação de um relatório sobre as reformas realizadas no 1.° ciclo e elaborado por um conjunto de peritos internacionais liderados por Peter Matthews, José Sócrates teceu largados elogios à sua ministra da Educação e considerou lamentável a atitude da oposição que diz que o Governo está apenas a trabalhar para as estatísticas.
“Que dificuldades, que incompreensões. Foram quatro anos de governação difíceis, mas valeu a pena”, salientou, felicitando directamente Maria de Lurdes Rodrigues pelos resultados. “Foi um gosto trabalhar consigo”, acrescentou, lamentando que seja preciso “alguém vir de fora”, como os técnicos estrangeiros que elaboraram o relatório da OCDE, para dizer “bravo”.
Desconheço o relatório, razão por que não vou aqui tecer quaisquer comentários. Mas não ficava mal a José Sócrates falar verdade pelo menos uma vez na vida. Até para dar alguma credibilidade a este relatório. Convinha dizer que estes técnicos não vieram de fora. Foram chamados. Na verdade, trata-se de um relatório efectuado a pedido do Ministério da Educação que, pelos vistos, não encontrou em Portugal técnicos com capacidade ou credibilidade para o fazer.

Afinal, para esta ministra o que vem de fora é que é bom. Estes não vieram do Chile. Pelo menos que se saiba.

Já me esquecia. Vêm aí boas notícias. Sócrates ou a ministra, um deles pelo menos vai-se embora. Foi Sócrates quem o revelou ao declarar: “Foi um gosto trabalhar consigo”.

á de moura pina in Abrasivo


Refutando as conclusões do Relatório, dito da OCDE, encomendado e pago pelo Governo…Freeport educacional

Reparem nesta conclusão do Relatório “Política Educativa no 1º CEB (2005/08)”, elaborado pela equipa de Peter Mathews e encomendado e pago pelo Ministério da Educação:

Embora estas medidas ainda estejam em fase de concretização, o estudo salienta que as maiores mudanças a nível estrutural já foram levadas a cabo, existindo indícios de que os resultados no 1.º ciclo estão a melhorar e que os alunos têm acesso a um currículo de mais qualidade. (Fonte: ME ).

Gostava de saber quais foram os indicadores usados? Como é possível dizer uma coisa destas sem que os alunos do 1º CEB tenham sido submetidos a provas externas fiáveis? Terão os peritos “independentes” tido em conta apenas os resultados das provas de aferição do 4º ano? Mas que fiabilidade têm essas provas? Foram comparadas com o quê?

Esta conclusão também é boa:

O modelo de formação contínua de professores nas áreas de Língua Portuguesa, de Matemática e do Ensino Experimental das Ciências é reconhecido como excelente, havendo indícios de que os resultados escolares estão a melhorar na Matemática, o que, segundo os autores do estudo, poderá ser consequência de melhores práticas de ensino nesta disciplina. (Fonte: ME).

Quais os indicadores em que a equipa de Mathews se baseou para concluir que os Planos de Formação Contínua dos Professores de Matemática, de Ciências e de Língua Portuguesa são excelentes e que estão a melhorar os resultados escolares dos alunos, na área da Matemática? Deslocaram-se às escolas onde essa formação está a ser dada? Entrevistaram os formadores e os formandos? Observaram aulas dos formandos? Claro que não! A credibilidade destes resultados é muito escassa. Serviu, no entanto, de pretexto para o propagandista mor da República vir mais uma vez a terreiro fazer o seu número habitual.

Os piratas do Mar da Palha -Caso Freeport e o Povo nos blogues

O anjo caído

O anjo caido

«O Primeiro-ministro reafirma que não teve envolvimento directo na decisão sobre o empreendimento do Freeport, quando era ministro do Ambiente. José Sócrates diz que as notícias e as fugas de informação se destinam a atingir a sua honra, em ano de eleições: “Quero dizer que aqueles que pensam que me vencem desta forma, estão enganados, porque eu vou lutar para defender a minha honra e a minha honestidade”.»Claro que é um Engenheiro diplomado, honrado e honesto. Há alguém que tenha duvidas?

Esta trapalhada toda do caso Freeport: José Sócrates, o tio, o primo, os milhões, dá também lugar a brejeirice popular.

De entre os vários blogues que visitei há um que publicou uma sátira a José Sócrates , sob o título os “Piratas do Mar da Palha”, que não resisto a publicar, porque é do mais belo que há:

Veja-se aqui:http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/2009/01/os-piratas-do-mar-da-palha.html

Mas sob a sátira está o sentimento que grassa em Portugal de que algo muito grave se passa nos Governos e na Justiça.

Algo perigosamente perverso: Negócios, tráfico de influências, burlas, corrupção, enriquecimento ilegitimo, relações promíscuas entre Poder Político e negociatas particulares.

Com uma acrescento agora: Os movimentos de familiares do Ministro neste mundo de negociatas.

Porém não se culpe o tio de José Sócrates.
Porque José Sócrates era Ministro.Se for verdade que o tio lhe disse que estavam a pedir 4 milhões de euros para licenciar o empreendimento, José Sócrates precisamente pelo facto de ser Ministro tinha o dever, jurídico, de denunciar criminalmente os factos ao Ministério Público , de imediato, e nunca dizer : Tio, mande o fulano falar comigo!

Esta é mais uma das razões para Portugal ter caído tão baixo, estar na miséria na União Europeia, cada vez mais para trás.

Há muita gente rica que não se sabe de onde e como obtiveram o dinheiro.
Face ao milhões de pobres e a centenas de milhares de fugitivos de Portugal, que procuram na emigração algo para comer, há um conjunto cada vez maior de ricos que não se sabe a razão da fortuna.
Entre esses estão muitos políticos que de acordo com os vencimentos não podiam amealhar muito, e de repente são muito ricos, usando testas de ferro para gerir os dinheiros que vão conseguindo – sabe lá Deus como!

Claro que a Justiça não funciona porque está presa à Maçonaria e ao Controlo político.
Posto por José Maria Martins In Blogue de José Maria Martins

Freeport

Quando eu era rapazote

Dei o primeiro calote

Uma corrupção bem sucedida

Ganhei e gostei dela

E lá me atraquei a ela

P’ró resto da minha vida

Às vezes uma pessoa

O suborno não perdoa

Faz bater o coração

Mas tenho grande vaidade

Em ser uma sumidade

Na arte de aldrabão

Sou Engenheiro

Dos Piratas companheiro

Dedicado embusteiro

Pequeno ladrão do povo

E governando

A idade vai chegando

Ai… O cabelo branqueando

Mas o Freeport é sempre novo

Todos vão para a rua

Na empresa que não é sua

Mas eu tenho outro desejo

Eu navego em outras águas

Portugueses cantam as suas mágoas

Eu cá não os invejo


Mário Ferreira de Almeida, secretário de Estado do Ordenamento do Território no governo de coligação PSD-CDS-PP, admite que a alteração aos limites da Zona de Protecção Especial do Estuário (PEC) do Tejo, que permitiram a construção do complexo Freeport, tinha «falhas» e violou compromissos assumidos com a União Europeia.

A reacção é proferida em entrevista à TSF e surge numa altura em que novos dados voltaram a trazer o caso Freeport para o topo da actualidade. Ferreira da Almeida fez parte do Governo de Durão Barroso, que sucedeu a António Guterres, já depois de ter sido aprovada a alteração aos limites da Zona do PEC.

O ex-governante revelou que o Ministério do Ambiente liderado por José Sócrates não ouviu ambientalistas nem autarquias, para além de te não ter informado a União Europeia sobre os motivos que levaram a alterar a Zona de Protecção Especial, o que terá sido motivo de preocupação.

Acrescentou que, quando questionado por Bruxelas, o governo de Durão Barroso tinha poucos argumentos para justificar a decisão do Executivo anterior, acabando por suspender o decreto-lei que alterou os limites da Zona de Protecção

Contradições

O antigo secretário de Estado do Ambiente, Rui Gonçalves, respondeu a Mário Ferreira de Almeida, também na TSF, garantindo que a alteração da zona de protecção especial não esteve relacionada com a construção do Freeport:

«Já tive oportunidade de repetidamente esclarecer que o procedimento que foi seguido para a aprovação do Freeport, nada teve que ver com a alteração da zona de protecção especial que tinham outras razões relacionadas com a conservação da natureza».

Quercus pediu esclarecimentos à Comissão Europeia

A Quercus solicitou à Comissão Europeia (CE) esclarecimentos sobre uma queixa apresentada em 2002 contra o Estado português, por alegadamente viabilizar o projecto Freeport em Alcochete, violando a legislação comunitária e nacional de preservação ambiental.

Em declarações à agência Lusa, o dirigente da associação ambientalista Francisco Ferreira adiantou que a Quercus enviou no domingo, através representação da CE em Portugal, o pedido de esclarecimento para «saber o ponto de situação da queixa e o que foi feito na sequência dela».

«Nós acima de tudo queremos saber o racional da decisão porque em termos de arquivamento nós não recebemos nada», afirmou Francisco Ferreira, adiantando que depois da apresentação da queixa surgiram «vários dados novos» que poderão estar na base do atraso de uma decisão da Comissão Europeia.

O ambientalista justificou que o Governo PSD através do decreto-lei 190/2002, de 5 de Setembro, repôs os limites da zona de protecção especial do estuário do Tejo, que, entretanto, já foi alvo de um plano gestão e de outra mudança de limites em 2005.

Por outro lado, acrescentou, a Quercus tem continuado a apresentar queixas em relação à Zona de Protecção Especial do Tejo mas por outros motivos, como as relativas às Salinas do Samouco.

«Com mais elementos e mais questões associadas à ZPE do Tejo se calhar ainda está a decorrer» o processo na Comissão Europeia, sustentou.

Francisco Ferreira lembrou que, na mesma data, a Quercus fez uma queixa sobre Mourão/Barrancos, que «é um caso muito menos complexo, sobre o qual não houve mais queixas, nem questões polémicas», e a decisão da Comissão Europeia só foi tomada em Fevereiro de 2008.

In Portugal Diário

OBJECTIVOS INDIVIDUAIS ENTREGAR, NÃO ENTREGAR — QUE CONSEQUÊNCIAS?

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ENTREGAR, NÃO ENTREGAR — QUE CONSEQUÊNCIAS?


Apesar das inúmeras reuniões realizadas, “perguntas e respostas” no site, muitos telefonemas e mails, continua a ser difícil esclarecer todos os professores, face à contra informação que continua a existir, fruto de alguma acção deliberada e da profusão de rumores e boatos em que somos férteis.

O que tentamos aqui é elaborar um conjunto de respostas às questões mais centrais que têm sido colocadas.

1. A proposta que é feita aos professores, pelos Sindicatos, é que mantenham suspensa a sua participação nesta ADD.

Nesta fase, essa suspensão consubstancia-se na não entrega dos O. I.

2. Em qualquer luta que se trava, nomeadamente com as características da nossa, há sempre eventuais riscos que se correm. Nesta situação específica, os receios manifestados pelos profs resultam, não tanto do que está escrito e conhecem, mas de hipóteses mais ou menos mirabolantes que vão sendo aventadas.

3. As obrigações reais dos profs resultam dos diplomas legais que as estipulam e que seguem aliás de perto o SIADAP (Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública).

Em todos eles o funcionário tem o dever de proceder à sua autoavaliação.

4. Nos professores:

ECD (D.L. nº 15/2007)

artº 10º, nº2 g) – deveres profissionais “desenvolver a reflexão sobre a sua prática       pedagógica, proceder à sua auto avaliação e participar nas actividades de avaliação da escola”;

artº 44º –  processo de av. des. – Não consta qualquer referência aos O. I.

Da mesma forma no Dec. Reg. 2/2008

:    artº 11º deveres… –

artº 15º processo (fases) – Não é feita qualquer referência aos O.I.

5. Em que ficamos então?

Ao contrário de outros modelos da Adm. Pública, em que os objectivos são definidos pelo superior hierárquico, o nosso admite uma proposta prévia por parte do prof. (é um direito!!!) embora sujeita a alterações por parte do superior/avaliador.

Ao abdicar desse direito, o prof não pode ser penalizado nem fica afastado do seu dever de se autoavaliar, remetendo para o seu superior/avaliador a responsabilidade da definição dos objectivos, já que não existe proposta prévia

6. E se o avaliador não definir?

Será um problema dele. Nesse caso, o prof. teria que explicitar, como terá sempre, o objectivo para reflectir sobre o grau de consecução. Neste momento, esta definição obrigará a uma reunião entre avaliador/avaliado. É possível, se esta suspensão atingir o nível que esperamos, que se “invente” mais uma regrazita, permitindo ao avaliador entregar os O. I. por escrito. Também em relação aos itens a avaliar, não faz diferença quem os define.

7. E para o “Excelente”e “Muito Bom”?

Fica claro que ao requerer a avaliação da componente cientifico – pedagógica, o prof. aceita todas as condições do modelo. Isso não significa que atinja aquela classificação; apenas que é candidato. Sendo avaliado por um titular que não entrega os seus próprios O. I.? Bom…

De qualquer modo, há que realçar os benefícios práticos destas classificações: para titulares, nenhum; para contratados, nenhum também, mesmo mais tarde, quando, já na carreira, fizerem a contagem do tempo de serviço; para os professores diminui o nº de anos necessários para concorrer a titular. (não diminui nada nos anos de cada escalão).

8. Alguns colegas consideram que seria uma boa forma de luta: requerer tudo (avaliador e do grupo disciplinar) para “entupir” o sistema. Isso é válido?

Também foi equacionada, na base da pura táctica. Poderia ser até eficaz se executado pela esmagadora maioria dos profs. Era uma opção sem princípios, sem moral: significava aceitar um modelo que passámos um ano a rejeitar e que não foi rejeitado apenas porque era difícil de aplicar.

Assumido agora por umas dezenas de Escolas que fosse, não tinha qualquer significado, nem causava embaraços ao ME. Propor essa acção, neste momento, é um puro oportunismo, disfarçado de postura radical. Serve apenas para baralhar e desunir os profs.

9. Reflexos disto tudo nos concursos? E para os contratados?

Ao nível a que estamos, nenhum para ninguém. Abordámos apenas a suspensão até à fase limite da entrega da ficha de auto avaliação. Até esse momento, é de uma “coragem” sem riscos. É verdade que, como de costume, surgem todo o tipo de boatos, cada um mais imaginoso que o anterior, tentando agora misturar também os “concursos”: é verdade que consta ainda, no projecto de D. L. de “Concursos”, o aumento da graduação para o “Excelente” e “Muito Bom”. Mas também está expresso na norma transitória que não se aplica em 2009.

Poderia haver, futuramente, outras consequências mas, mais uma vez, se os professores, contratados ou não, não entregassem a sua ficha de autoavaliação. É verdade também que a DGRHE e mesmo as DREs alimentam a confusão, baralhando as obrigações face à entrega da ficha de auto avaliação com os O.I. Comportam-se, neste caso e sempre, como o braço executor das políticas do Governo.

10. E na Escola?

A não entrega dos O.I. é, em última análise, uma decisão individual e assim deve ser assumida. Em termos de luta política, é importante que a Escola, colectivamente, o assuma e o publicite. Tem a vantagem de clarificar a situação e as relações dentro da Escola, ainda que alguns professores os possam vir a entregar.

Quanto aos PCEs,é verdade que o Dec. Reg, 1-A/2009, apertou ainda mais as tenazes do ME sobre eles. Continuam, no entanto, a poder ser enquadrados em 3 tipos: os que, deliberada e convictamente, “empurram” os profs para o cumprimento integral deste modelo, por motivações variadas; os que, ainda que cumprindo as suas obrigações legais, se opõem à sua aplicação de forma mais ou menos assumida; os que, por ignorância ou medo, acham mais fácil pressionar os colegas, para que “corra tudo bem”, do que se sujeitarem a eventuais chatices. Lixam os profs, às vezes inadvertidamente, mas pedem desculpa e afirmam sempre que estão solidários com esta luta.

Em função disto, percebe-se que os professores tenham que, a par e passo, ajustar na Escola, alguns comportamentos. Mas se se conseguir a unidade entre os professores, estas dependências poderão ser superadas.

Como já foi dito, esta é a luta que conta agora: que cada professor, cada Escola, a saiba assumir.

É uma luta diferente; se for perdida, de nada terão valido as extraordinárias demonstrações de vontade a que temos assistido, em que temos participado, de há um ano até agora.

Rui Sousa