O Primo, rico Primo


O Primo

Sócrates avisa primo e afasta-se da família
“Ilegítima e inadmissível.” É assim que Sócrates considera a atitude alegadamente cometida por Hugo Monteiro, filho de Júlio Monteiro, que terá enviado um e-mail para a administração do Freeport, pedindo contrapartidas pelo encontro promovido pelo seu pai e José Sócrates, na altura ministro do ambiente. ‘Se existe, como dizem que existe – eu não conheço – um e-mail de um filho do meu tio para o Freeport, reclamando uma qualquer vantagem para si e invocando o meu nome, considero isso um abuso de confiança. E considero que essa invocação é completamente ilegítima e inadmissível’, afirmou o primeiro-ministro, ontem de manhã, num dos dias mais difíceis da sua já longa carreira política.

Ora deixa cá ver, se é o filho do meu tio, então ele é…..é…o teu primo. Pois é Sócrates é o teu Primo. Vê lá a lata do puto que também queria ficar com uma fatia dos quatro milhões que andam desaparecidos pelas off-shores. Ele há cada marmanjo por aí.
– “Ele estava aflito. A empresa de marketing e publicidade que geria – a Neurónio Criativo – não conseguia facturar. Ele deve ter visto no projecto Freeport uma oportunidade para fazer um contrato, para facturar. E achou que falando no nome do primo poderia facilitar”, afirmou o pai do filho do tio do Sócrates, sobre as afirmações do primo do seu sobrinho.
Desculpa-o lá Sócrates, o gajo estava aflito, queria facturar e primo é primo.

Zeitgeist Addendum (Legendado) 5-6/12

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora

Os nossos líderes dizem… (I)

lideresdizem1

Jorge Pedreira. Novembro, 2008

Esta e outras incríveis citações dos nossos ilustres “timoneiros pedagógicos” já andam há algum tempo a circular na net e não são novidade para (quase) ninguém. No entanto, não resisti à tentação de interpretar isto à minha maneira, visualmente falando…

Não dá vontade de trabalhar em conjunto com eles, como se fossemos todos uma grande família??

In Protesto  Gráfico

Rigor, Acima De Tudo… E Respeito Pela Lei

Univ. Coimbra abre inquérito a João Pedroso

A Universidade de Coimbra abriu um inquérito para avaliar se o seu docente João Pedroso, ex-dirigente socialista, cometeu alguma “falha disciplinar” ao celebrar um contrato com o Ministério da Educação.

Fonte da reitoria da UC adiantou que se pretende averiguar se a encomenda de um estudo do ME é incompatível com o regime contratual de exclusividade com a instituição. Caso sejam detectadas falhas disciplinares de João Pedroso, será o próprio reitor, Seabra Santos, a decidir uma eventual sanção. João Pedroso, escusando-se a tecer comentários sobre a situação, apenas declarou que “a legalidade será lá demonstrada”. Pedroso assinou um contrato com o ME para a compilação de leis e normativos na área da Educação, mas o mesmo foi rescindido pela tutela em Novembro por “incumprimento definitivo”.

pub29jan091

Correio da Manhã e Público, 29 de Janeiro de 2009

E só descobriram isso agora? Então farol vital da legalidade, nem de propósito uma das maiores luminárias da UC deu por nada? Curioso…

In A Educação do meu Umbigo

Caso Freeport – O DVD é prova válida em Portugal

Caso Freeport: José Sócrates volta a repudiar notícias “difamatórias” contra si
In Público
socrates2
Contrariamente à posição da senhora Procuradora-Geral Adjunta, Drª Cândida Almeida , do DCIAP, a prova obtida e que está no DVD é prova legal, valorável, mesmo em Portugal.
Na verdade, vigora no Reino Unido a Convenção Europeia dos Direitos do Homem.
Tal como vigora em Portugal.

Assim, a prova obtida e que está no DVD só seria nula se o fosse face à
Convenção Europeia dos Direitos do Homem, que tem valor superior ao Código de
Processo Penal Português.

A Convenção Europeia dos Direitos do Homem não fere a Constituição da República Portuguesa.
Por fim, Portugal neste caso confronta-se com um sistema de Justiça Superior ao português e tem as mesmas dificuldades que tem na economia, na cultura, na indústria, no comércio, na Defesa, áreas onde anda desde 1580 de joelhos face aos outros países.
Portugal vive nos arrabaldes da Europa. Portugal está em contraciclo com as democracias avançadas da Europa.
E não pode estar. Isto tem de acabar. Pelo nosso orgulho, pela nossa honra.
O Ministério Público Português tem de ter uma resposta adequada, sob pena de Portugal ser considerado um Estado medieval, atrasado , um Estado rebelde na União Europeia.
É este o momento histórico adequado para os ajustes necessários no DCIAP e na PGR.
Apesar de todo o respeito que me merece a Drª Cândida Almeida, é este o momento para ela sair de cena. Ou seja, está cansada, são muitos anos de trabalho. Tem direito a merecido descanso.
O Povo está perplexo pelas suas palavras, quando afirma que Sócrates não é suspeito e afinal sabe desde Novembro/2008 que é suspeito, que pendem sobre o PM de Portugal imputações gravissimas e que agora há uma rendilhado familiar à volta de uma coisa inacreditável: Dinheiro para ser decidido num certo sentido um assunto de Estado.
O que não é aceitável é que a investigação não avance , que não vá até ao fim.
Seria prova de menoridade democrática e Portugal ficaria a anos luz dos outros países, que afinal nos alimentam, nos defendem, nos ensinam, nos aturam. Portugal depende em tudo do Reino Unido, verdadeiro guarda-chuva português desde 1383!
Porque em Portugal não se produz nada, por causa de governos incompetentes e que parece que se compaginaram com práticas que nenhuma democracia do mundo aceitaria.

Se estivessemos em 1890 ou em 1943 lá vinha uma esquadra britânica ao Tejo, para obrigar Cândida de Almeida a constituir a equipa mista anglo-lusa para investigar José Sócrates e devolver a “massa” a Sua Magestade a Rainha.
Ou uma esquadra francesa se fosse o caso.
Ou uma Esquadra Espanhola, se fosse o caso, como foi em Olivença , em 1801.

Hoje as esquadras são a credibilidade das democracias. Que Cândida Almeida e o PGR saibam que é o nome de Portugal , dos portugueses e da nossa democracia que está em causa.

Sócrates não vale tanto, seja ou não PM.

Por Portugal!

ADENDA: A TVI acaba de revelar que afinal há documentos, excertos de depoimentos, e-mails, e que indica José Sócrates como suspeito. Parece que há uma guerra surda no DCIAP. E parece que Portugal está sem norte, sem coragem para constituir arguidos. São estranhos tantos comunicados da PGR. Em Espanha nada disto há. No Reino Unido nada disto se passa. Em Portugal Sócrates usa o comunicado da PGR para navegar. Sócrates não pode estar dependente dos comunicados da PGR para depois falar aos portugueses. Basta de comunicados da PGR. O que se quer é que a PGR faça investigação e tenha coragem. Portugal está a passar por um Estado sem uma PGR eficiente , autónoma.

Posto por José Maria Martins in Blogue de José Maria Martins

Primo de Sócrates em retiro na China


O primo de José Sócrates envolvido no Caso Freeport está há 15 dias na China a tentar refazer a vida. De acordo com o jornal «Correio da Manhã», o último contacto de Hugo Monteiro com a família foi há apenas dois dias, numa altura em que a polémica do e-mail enviado ao Freeport já estava no auge.
O irmão, Nuno Monteiro, diz que o e-mail apareceu agora na investigação das autoridades britânicas, que realizaram buscas em Inglaterra.
O «Correio da Manhã» noticia que a abertura do Freeport em Alcochete permitiu aos gestores do projecto encaixarem um bónus superior a 4,5 milhões de euros e fez triplicar a facturação da empresa de Charles Smith em 2004.
“Estou mesmo perto do templo de Shaolin. […] Abraço, cuida do pai e da mãe por nós.” A mensagem, escrita por Hugo numa página do Face Book (uma comunidade na internet, semelhante ao Hi5) é dirigida ao irmão Nuno.
Sócrates considera a atitude alegadamente cometida pelo seu primo:
‘Se existe, como dizem que existe – eu não conheço – um e–mail de um filho do meu tio para o Freeport, reclamando uma qualquer vantagem para si e invocando o meu nome, considero isso um abuso de confiança. E considero que essa invocação é completamente ilegítima e inadmissível’
O
Alguém informa o engenheiro que o filho do tio dele é seu primo… Por mais Zen que seja…

Cravinho diz que mexida na ZPE violou acordo de financiamento com Bruxelas

joaocravinho

Ministro com especial envolvimento nos contenciosos com a União Europeia que envolveram a construção da Ponte Vasco da Gama, João Cravinho não tem dúvidas em afirmar que a alteração da Zona de Protecção Especial violou o acordo de financiamento celebrado com a União Europeia, em 1994, para fazer a ponte.

Qualquer alteração aos limites da ZPE exigia a prévia aprovação da Comissão Europeia, tal como é recordado em alguns documentos elaborados pelo ICN na fase de preparação das alteração feitas em 2002 (ver texto principal). O decreto foi, porém, aprovado no dia 13 de Março, sendo publicado já em Maio depois da entrada em funções do Governo de Durão Barroso, sem que a autorização de Bruxelas tivesse sido obtida.

Alguns anos antes, ainda com Cravinho no Ministério do Equipamento, a autorização do loteamento industrial do Passil, nos limites da ZPE de Alcochete, tinha já dado origem a um sério contencioso com a Comissão, tendo o Governo sido obrigado a recuar, sob pena de serem suspensos os financiamentos à ponte. Dado este e outros precedentes, a aprovação do decreto de 2002 esteve à beira de desencadear um conflito de grandes proporções com a União Europeia.
Em declarações feitas anteontem, o secretário de Estado do Ordenamento do Território que sucedeu a Pedro Silva Pereira, Ferreira de Almeida, confirmou que Comissão ficou particularmente incomodada quando soube da alteração da ZPE, na sequência das queixas apresentadas pelas associações ambientalistas. A única forma de evitar um conflito de consequências imprevisíveis foi suspender o decreto do ministério de Sócrates, suspensão que se mantém.
O diploma que o fez, de Setembro de 2002, foi aliás retroactivo à data da entrada em vigor do decreto publicado em Maio, fazendo com que o Freeport, entretanto construído, tenha ficado dentro da ZPE – o que contraria o plano de gestão da zona protegida e os objectivos da ZPE. O mesmo diploma, assinado por Durão Barroso, é justificado no preâmbulo com a “necessidade de assegurar o correcto cumprimento das obrigações decorrentes dos compromissos que Portugal assumiu perante a Comissão Europeia”.
O resultado da reposição da ZPE nos limites anteriores deixou, todavia, um problema por resolver: “O que não percebo é como é que, tendo tudo voltado à ZPE anterior, aquilo [o Freeport] lá foi construído”, confessa João Cravinho.
Por esclarecer está o facto de a Comissão não ter reagido a esta violação da ZPE, sendo que as razões do arquivamento da queixa apresentada pela Quercus em 2002 – que só foi decidido em Novembro último – ainda não foram transmitidas à associação.
Independentemente da forma como Bruxelas tratou desta questão, João Cravinho sustenta que já chegou a altura de “regular definitivamente” aquilo que os governos podem fazer em vésperas de eleições.
Para além de não ouvir a Comissão Europeia antes de alterar a ZPE, o Governo faltou também à obrigação de ouvir as organizações ambientalistas, referida no próprio despacho de Silva Pereira que mandou agendar a aprovação do decreto. José Caetano, presidente da Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente, disse ao PÚBLICO que foi convidado pelo presidente do ICN para uma reunião sobre o assunto, mas que este ficou de pedir um parecer “mais concreto” – coisa que nunca aconteceu. Silva Pereira garantiu já esta semana que aquela confederação foi ouvida sobre o assunto. J.A.C.

In Publico