Wir Leben Immer … Noch
African Reggae
Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.
A identidade de um homem referido nos documentos por ‘Pinocchio’ ou apenas por ‘P.’ é uma das chaves para deslindar a trama de corrupção em torno do Freeport. E o outlet abriu ilegalmente, com a conivência da Câmara
Nas conversas por e-mail entre os administradores da Freeport no Reino Unido e o seu consultor em Portugal, Charles Smith, ressalta um nome de código – ‘Pinocchio’ –, usado por ambos referindo-se a alguém que parece ser a chave para descodificar como se processou a viabilização da construção do empreendimento em Alcochete.
As referências iniciam-se a seguir a Junho de 2002, depois de o projecto ter sido aprovado pelo Governo de Guterres, entretanto saído do poder.
In SOL
In SOL
Em Davos, os senhores do mundo reuniram-se durante vários dias e saíram de lá sem soluções para a crise. Só esta semana foram anunciados mais de 230 mil empregos. Só na União Europeia já se ultrapassaram os 18 milhões e esse número parece não querer parar de subir. A culpa é da crise, dizem-nos. Vemos os têxteis fechar por falta de encomendas e logo a seguir é uma de agulhas porque os têxteis deixaram de encomendar. Diminui a produção de automóveis e as fábricas que fabricam cablagens ou estofos declaram falência. É a bola de neve da crise a apanhar tudo e todos. Neste momento qualquer empresa que decida despedir não é questionada e esse acto é considerado natural. Mas será que todos os despedimentos a que assistimos são realmente causados pela crise? Será que não há por aí muito gestor oportunista que apanha boleia da crise para fazer uma limpeza nos seus trabalhadores? Como é que um grupo farmacêutico é apanhado na crise? Deixaram as pessoas de necessitar de remédios? A própria Quimonda, afirmou que declarava falência para fazer uma reestruturação. Até quando vamos nós assistir a todos estes despedimentos como se de uma fatalidade se tratasse?
Portugal é um país onde paulatinamente os nossos “parceiros” europeus foram retirando toda a capacidade produtiva, deixando-nos ainda mais na dependência de comprar lá fora tudo o que necessitamos. Somos um país de serviços e um local de férias dos europeus. Não poderemos aproveitar este momento para darmos a volta ao problema e alterarmos a nossa forma de criarmos um futuro?
Em vez de andar o estado a meter o nosso dinheiro em empresas privadas sem qualquer garantia de resolver seja lá o que for, porque não assume o Estado a nacionalização das empresas que declaram falência? Fica com as instalações, a tecnologia e o “now-how” e oferece aos trabalhadores dessas empresas a possibilidade de serem eles a salvar a empresa, a pegarem no seu futuro nas suas mãos. Se, como dizem, a crise é coisa para durar um ou dois anos, então passado esse tempo o esforço destes trabalhadores poderá ser recompensado e a sua vida melhorar. Não será altura de tentarmos fazer a diferença, de alterar alguma coisa e de deixarmos de “oferecer” dinheiro àqueles que, quando tinham lucros cantavam de galo, muitas vezes tentavam fugir ao fisco e nada se preocupavam com o país, para o utilizarmos em beneficio deste país. Ajudar quem trabalha e vive neste país é sem dúvida muito mais justo e a melhor forma de enfrentarmos o futuro.
Aproveito para informar que no Agrupamento de Escolas D. Martinho Castelo Branco – Portimão, 56 professores não entregaram os Objectivos Individuais, incluindo eu próprio. Depois de toda a luta travada não poderia deixar-me “morrer na praia”, de forma silenciosa. Continuo preparado para a continuação da luta. (Entregaram 62, na sua esmagadora maioria profs. do 1º ciclo e pré-escolar).
Abraço
João Vasconcelos
Publicado por lucask8nunes
Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/
Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/
Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/
A Revolução é Agora
Caiu mal no PS a forma como o ministro dos Assuntos Parlamentares reagiu às acusações de falta de debate interno, ouvidas num debate no Largo do Rato, em Lisboa, sobre as moções ao congresso. Augusto Santos Silva classificou as críticas como “minudências” e recusou exercícios de “autoflagelação”. “Eu cá gosto é de malhar na direita e gosto de malhar com especial prazer nesses sujeitos e sujeitas que se situam de facto à direita do PS. São das forças mais conservadoras e reaccionárias que eu conheço e que gostam de se dizer de esquerda plebeia ou chique”.

Paulo Gaião In Semanário