*O homem é só azares… Irra!
Parece que sim, Sócrates está a ser vítima de uma, imagine-se … “campanha negra”.*
*Uma “campanha negra” que não é de agora:*
– No dia 13 de Fevereiro de 1992 aparece na Assembleia da República um Registo Biográfico FALSIFICADO com a sua própria letra. Até hoje, NINGUÉM foi capaz ainda de explicar como foi possível aparecerem 2 cópias escritas por ele próprio, cada uma delas com informações diferentes sobre as suas habilitações literárias e profissão.*
*- No dia 08 de Setembro de 1996, a um DOMINGO, enquanto grande parte dos portugueses ia à missa, José Sócrates “licenciou.se” em “engenharia civil”.
Já nem vale a pena falar na “campanha negra” que foi a equivalência de 26 disciplinas, no exame por FAX ou no amigo-professor-António Morais que lhe fez os “exames”.
Mais tarde, no âmbito da mesma “campanha negra”, José
Sócrates encerra a Universidade que lhe deu o curso, face ao conjunto de vergonhas que se foi sabendo, e antes que se viesse a saber mais alguma coisa.*
– Em 13 de Maio de 2008, há uma “campanha negra” que apanha José Sócrates a fumar num avião desobedecendo, em absoluto, àquilo que ele próprio tinha legislado e que antes mesmo já não era permitido em aviões. Queixinhas, informou os jornalistas que não tinha sido só ele, também o Ministro Manuel Pinho o tinha feito. E para completar a “campanha negra” … NÃO PAGOU A MULTA!*
*- Em 31de Janeiro de 2008, a “campanha negra” continua. O jornal Público denunciava que Sócrates assinava projectos de casas na Guarda das quais não era o autor mas sim Manuel Caldeira, funcionário da câmara municipal da Guarda e um colega de “curso” da Universidade Independente (dos 22 projectos localizados por amostragem, 16 foram aprovados em menos de um mês; desses houve nove aprovados em menos de dez dias e, destes, três em menos de três dias). *
– Desta “campanha negra” voltou-se recentemente a falar quando o Presidenteda Câmara Municipal da Guarda, Joaquim Valente, também este colega de “curso” de Sócrates na Universidade Independente (irrra … sempre a Independente) e autor de um dos projectos que Sócrates assinou, arquivou um inquérito feito a este caso por uma comissão “independente” feita por empregados … da própria autarquia.*
*- Agora, é o caso Freeport. Parece que tudo está claro, estão-lhe a montar uma “campanha negra”, basta dizer que o tio que lhe diz que “alguém” quer 4 milhões de luvas e ele não chama a Judiciária nem o Ministério Público. Não denunciou o caso? PORQUÊ??*
*No mínimo, isto é demasiado “amador”, qualquer criança denunciava IMEDIATAMENTE o facto.*
Este texto não é meu – circula na net – mas eu não me importava nada que fosse.
O presidente da Agência Portuguesa para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Basílio Horta, comparou hoje a crise internacional a um “abalo de terra” contra o qual não se vislumbram soluções.”É uma crise gravíssima, quase como um abalo de terra, que está a gerar uma angústia profunda, porque não sabemos o que havemos de fazer mais”, disse Basílio Horta.
Se não sebes o que fazer mais, então o que estás aí a fazer???
1. Os 212 PCEs que, ontem, estiveram em Coimbra mostraram não ter medo e convidaram os professores a agirem de acordo com a sua consciência, sem receio das intimidações e pressões. A porta-voz dos 212 falou aos jornalistas, no final do encontro que durou toda a tarde. E disse que o processo de avaliação não está a decorrer com normalidade. Antes, está a ser um factor de perturbação nas escolas. E pediu a suspensão do modelo de avaliação de desempenho. Por ser injusto, destruir o ambiente de trabalho nas escolas e não ser sério. O Público de hoje publica uma notícia sobre o encontro de Coimbra. Inexplicavelmente, o encontro de Coimbra teve pouco eco nos restantes jornais nacionais.
2. Os 212 PCEs comprometeram-se a organizar, brevemente, em Lisboa o 3º encontro. Cada PCE presente no encontro de ontem procurará levar mais dois ou três PCEs ao encontro de Lisboa. Em cima da mesa, a criação para breve de uma associação de PCEs/Directores.
3. Os 212 PCEs comprometeram-se a aceitar as fichas de auto-avaliação quer dos docentes que entregaram objectivos individuais quer dos que recusaram entregar.
4. Os 212 PCEs afirmaram que a ficha de auto-avaliação pode ser realizada tendo como base as metas e objectivos do projecto educativo e do plano anual de actividades.
5. No fundo, o que se prepara é a realização de um processo que não vai divergir muito do que era feito antes da publicação do decreto-lei 15/2007. A ficha de auto-avaliação reportada aos objectivos do PE e do PAA não passa de uma relatório crítico com os seguintes itens: cumprimento do serviço distribuído, assiduidade, formação contínua realizada e participação em projectos.
6. Os docentes que querem aproveitar a confusão para se candidatarem ao Excelente e ao Muito Bom vão ter uma grande desilusão. Está em preparação um movimento que, levado a bom termo, conduzirá a que todos os docentes tenham Bom. Atendendo à escassa seriedade do processo e ao pouco tempo sobre o qual incide esta ADD, dar Bom a todos é uma maneira de reduzir ao mínimo as injustiças. Não se esqueçam os candidatos ao MB e EXC que quem tem a última palavra na classificação final é a comissão de avaliação e não o avaliador.
Foto: Pintura de Salvador Dali – A sempre eterna sensualidade do génio espanhol
“ (…) De facto, as sucessivas intervenções do ministro da propaganda do PS caracterizam-se pelo dogmatismo, pela política da verdade única e pela incapacidade de compreender que um partido político moderno é mais de que a arregimentação de militantes passivos, que por seguidismo, necessidade ou medo deixaram de ter ideias e vontade próprias.”
“Há de facto medo no PS e na sociedade portuguesa, pelos mais variados motivos. Têm medo os empresários, de que não lhes sejam permitidos os apoios, ou os financiamentos dados a outros; têm medo os funcionários públicos, relativamente aos chefes de nomeação política; têm medo os professores, da avaliação e do ministério, avaliação necessária mas imposta; e têm medo muitos militantes socialistas de perderem os seus lugares, ou o acesso aos benefícios pessoais que retiram da actividade política. Lugares e benefícios que há muito deixaram de ser decididos pela razão do mérito e que agora são o resultado da fidelidade ao chefe.”
“ (…) O PS, como partido político da liberdade e do debate político e das novas ideias para Portugal, já não existe e o que há são sedes sem vida, militantes que olham a competição e a concorrência com medo, a quem permanentemente é incutida a ideia de que divergir e criticar é traição ao PS e bênção para os adversários políticos. “Quem se mete com o PS leva”, fez escola no PS.”
— PÚBLICO, 7.02.2009
Pois este Henrique Neto é o tal Empresário Socialista, só para não haver enganos!!!!
O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou ontem à noite na Guarda que a formação política que lidera é “o partido da esquerda democrática, da esquerda moderada, não da esquerda radical”.
o
“Os portugueses conhecem-nos de há muitos anos. Sabem que nós somos o partido da esquerda democrática, da esquerda moderada, não da esquerda radical”.
“Nós não governamos para nenhuma corporação, para nenhum sector. Nós governamos em nome daquilo que consideramos ser o interesse geral dos portugueses”, afirmou.
Ainda há militantes desta “esquerda”???? Ainda há simpatizantes???? Ainda não abriram os olhos????
Provavelmente também precisam de desfibrilhador!!!
Alemanha, Alemanha acima de tudo,
Acima de tudo no mundo,
Quando sempre, na defesa e proteção,
Se mostra unida como irmãos.
Do Maas ao Memel,
Do Etsch ao Pequeno Belt,
Alemanha, Alemanha, acima de tudo,
Acima de tudo no mundo!
II
Mulheres alemãs, alemã fidelidade,
O vinho e os cânticos da Alemanha
Deverão continuar a ser no mundo
Estimados pela sua beleza e som,
Inspirando-nos a um ânimo nobre
Todos os dias da nossa vida.
Mulheres alemãs, alemã fidelidade,
Vinho e cânticos da Alemanha!
III
Unidade e Justiça e Liberdade
Para a Pátria Alemã!
Procuremos, irmanados,
Aalcançá-las com afã!
Unidade e Justiça e Liberdade
São o penhor da felicidade.
Floresce, no esplendor desta felicidade,
Floresce, ó Pátria Alemã!
Música: Franz Josef Haydn (1732-1809)
Letra: August Heinrich Hoffmann von Fallersleben (1798-1874)
1. A história atribulada da Canção dos Alemães
2. Génese da letra e da melodia
3. A Canção dos Alemães e o seu caminho para hino nacional
1. A história atribulada da Canção dos Alemães
O hino é um cântico solene. Antigamente cabia ao hino nacional venerar sobretudo o respectivo regente no poder – isto pelo menos no século XVIII, quando os primeiros hinos nacionais se tornaram moda. Mais tarde, a maioria dos hinos ainda hoje usados se estabeleceu na sequência de levantes revolucionários ou batalhas de libertação nacional, como aconteceu em França, Polónia e nos EUA. De acordo com isto, a sua força simbólica era grande para os
habitantes dos respectivos Estados. De modo que esses cânticos populares simbolizam, até à data, uma tradição nacional sem rupturas e confiante em si.
Era diferente a situação na Alemanha após o fim da última guerra mundial: A Lei Fundamental da República Federal da Alemanha de 1949 não estableceu um hino nacional.
Embora a intenção tivesse sido totalmente outra na hora do nascimento do hino, trechos da Canção dos Alemães, até então usada, que evocavam uma “Alemanha acima de tudo” – – 2 – situada entre os rios Maas, Memel, Etsch e Belt – não teriam tido mais cabimento no hino nacional alemão.
2. Génese da letra e da melodia
O poeta August Heinrich Hoffmann von Fallersleben (1798-1874) era catedrático de literatura. Como democrata radical e partidário dos assim chamados “Freisinnige” (livrespensadores), movimento precursor do liberalismo na Alemanha, acabou perdendo em 1842 , sobretudo por causa das suas manifestações nas “Canções Apolíticas”, a cátedra de ciências literárias e linguísticas na Universidade Silesiana Frederico Guilherme de Breslau.
Fez os versos da Canção dos Alemães durante suas férias de Verão no mês de Agosto de 1841 na Ilha de Helgoland, na altura ainda pertencente à Inglaterra. Pouco depois, em 4 de Setembro do mesmo ano, o editor Friedrich Campe publicou em Hamburgo a primeira versão impressa. A melodia era adotada do hino “Gott erhalte Franz, den Kaiser, unsern guten Kaiser Franz!” (Deus salve Francisco, o Imperador, nosso bom Imperador Francisco!) de Josef
Haydn.
Por conseguinte, o hino nacional alemão também remonta, quanto à sua melodia, ao louvor a um monarca. Haydn (1732-1809) compôs a trova em 1796. No dia 12 de Fevereiro de 1797, a canção teve a sua estreia por ocasião do aniversário do regente austríaco Francisco II e passou a ser chamada de “Hino Imperial”.
Mais tarde, Haydn aproveitou a melodia do “Hino Imperial” na composição do segundo movimento (de variações) do quarteto de cordas op. 76, no 3. Em alusão à melodia em que se inspira, este quarteto tornou-se conhecido como “Quarteto Imperial”.
Hoffmann von Fallersleben visava com os seus versos a unidade da nação alemã, que naquele tempo parecia mera utopia. Pois o território, onde predominava a língua alemã, se compunha desde 1815 de 39 Estados individuais (um império, cinco reinos, um principado eleitor, sete grão-ducados, dez ducados, onze principados e quatro cidades independentes da autoridade do império), que se tinham juntado na Confederação Germânica, por ocasião do Congresso de Viena. Não havia chefe de Estado comum, nem administração ou legislação uniformes, não
havia união económica e aduaneira e tampouco um exército comum.
– 3 –
Por isso, sobretudo intelectuais críticos reivindicavam publicamente a superação da existência de muitos Estados pequenos e da prepotência dos príncipes e a fundação de um Estado nacional alemão.
A canção foi, pela primeira vez, entoada em público no dia 5 de Outubro de 1841, por ocasião duma marcha luminosa em Hamburgo.
3. A Canção dos Alemães e o seu caminho para hino nacional Mesmo assim, a verdadeira popularização da canção “Alemanha, Alemanha acima de tudo” ainda demorou até à fundação do Império germânico por Bismarck em 1871. Não chegou logo a alcançar a categoria de hino nacional. Na altura, a canção “Die Wacht am Rhein” (A Guarda
no Reno) foi substituída pelo hino “Heil Dir im Siegerkranz, Herrscher des Vaterlands!” (Salve, ó Senhor da Pátria, coroado de louros!). Além do mais, já naquele tempo, não faltava quem criticasse que a primeira estrofe extrapolava os limites. Pois o Rio Maas (“Meuse” – em francês) atravessava na sua maior parte a França e a Bélgica e o Rio Etsch (“Adige” em italiano) a Itália. O Rio Belt era parte da Dinamarca e o Memel é hoje um rio lituano.
A Canção dos Alemães foi cantada oficialmente pela primeira vez em 1890, por ocasião da devolução de Helgoland à Alemanha em troca da ilha africana de Zanzibar.
No dia 11 de Agosto de 1922, precisamente 81 anos após o nascimento do hino, o primeiro Governo social-democrata elevou a Canção dos Alemães à categoria de hino nacional, porém, sem usar o próprio termo hino nacional. Friedrich Ebert, o Presidente do Reich Alemão deu a seguinte justificação no âmbito dum discurso comemorativo: “Unidade e Justiça e Liberdade!
Este trítono dos versos do poeta deu, em tempos de desunião e opressão internas, expressão ao ardente desejo de todos os alemães; deverá agora acompanhar o nosso árduo caminho para um futuro melhor…” Na República de Weimar, acrescentou-se, por pouco tempo, uma quarta estrofe a essa canção, que logo iria cair em esquecimento.
Parece amarga ironia da história terem sido justamente os social-democratas que forneceram a Hitler um hino de Estado cuja primeira estrofe iria ser tão nefastamente abusada. Poucas semanas após a tomada do poder, a liderança nacional-socialista fundiu o hino com uma canção de luta da SA. A partir daí ouvia-se sempre, em circunstâncias oficiais, após a primeira estrofe da Canção dos Alemães (as duas restantes tinham sido proibidas), o “Horst-Wessel-
Lied”.
– 4 –
Com a queda do Reich, a Canção dos Alemães também foi posta no índex. Os aliados proibiram o cantar do hino sob pena de multa. Voltou a ser entoado ilegalmente, pela primeira vez, em 1948 por ocasião dum comício do partido “Deutsche Reichspartei” em Wolfsburg.
Pelos vistos, tanto os políticos como as forças de ocupação tinham subestimado a necessidade de perseverança dos alemães neste caso, segundo confessou mais tarde Theodor Heuss, primeiro Presidente da República Federal da Alemanha. Por isso, deputados de vários partidos fizeram uma moção, logo após a fundação da República Federal da Alemanha, no sentido de que todas as três estrofes fossem declaradas parte integrante do hino nacional.
Heuss, porém, queria visibilizar o recomeço democrático com a introdução dum novo hino.
De modo que, num primeiro passo, substituíu, no mês de Agosto de 1950, a Canção dos Alemães pela melodia “Ich hab’ mich ergeben” (Entreguei-me), incumbindo, ao mesmo tempo, o poeta Rudolf Alexander Schröder e o compositor Carl Orff da missão de criarem um novo hino para os alemães. Orff recusou e Herman Reutter o substituíu na tarefa, compondo o novo hino nacional “Land des Glaubens, deutsches Land” (Terra da fé, terra alemã). A estreia
foi no reveillon de 1950. Mas não houve ressonância no povo, a obra não teve aceitação. E pior ainda: Numa sondagem de opinião, no Outono de 1951, três entre quatro alemães ocidentais se pronunciaram a favor da manutenção da Canção dos Alemães como hino nacional. Quase um terço dos entrevistados que eram a favor pleiteou que futuramente a terceira estrofe fosse cantada no lugar da primeira. Assim mesmo, a proibição integral da Canção dos Alemães pelos aliados ainda se mantinha.
O Chanceler Federal Konrad Adenauer sentiu-o n a própria pele, já no mês de Abril, quando, ao entoar de forma demonstrativa o hino antigo no Parlamento, causou logo um escândalo político. Mesmo quando grande parte dos deputados, que, emocionados, tinham justado a voz ao canto colectivo, chegaram à terceira estrofe, os Altos Comissários das potências vendedoras, sobressaltados, manifestaram o seu desagrado. Na altura, outros povos ainda
associavam com essa melodia excessivamente a sanha xenófoba e hegemónica dos nacionalsocialistas.
Porém, nas comemorações dos seus 75 anos, Adenauer tentou, no início do ano de 1951, mover os circunstantes na escadaria dos paços do conselho de Bonn a entoar com ele a terceira estrofe do hino. Na ocasião, a banda de música ainda lhe estragou a festa – pois o hino antigo não constava do seu repertório. Assim mesmo, o Chanceler acabou impondo a sua vontade. Pois o congresso do partido da União Democrata-Cristã (CDU) em Karlsruhe, em Outubro de 1951, aprovou unanimemente a moção de solicitar ao Presidente Federal Heuss que levantasse o banimento da Canção dos Alemães. Ao menos a terceira estrofe deveria – 5 – futuramente poder retomar a tradição alemã. Também num boletim do Governo Federal, Adenauer observou pouco depois que não havia nenhuma outra canção tão arraigada nos corações dos alemães como essa.
No mês de Maio, ele finalmente conseguiu impor a sua vontade após troca de correspondência com Heuss: Em actos oficiais voltaria a ser cantada a terceira estrofe da canção de Hoffmann von Fallersleben. A questão de saber se era apenas a terceira estrofe ou toda a canção dos Alemães que assim se elevava novamente à condição de hino nacional seria assunto de discussão entre os juristas ao longo dos 38 anos seguintes – sem resultado. Só em Março de 1990, os juízes do Tribunal Constitucional Federal sentenciaram que apenas a terceira estrofe estava “protegida pelo direito penal”.
Significa que ainda falta uma lei formal sobre o hino nacional da República Federal da Alemanha. Foi o então Presidente Federal Richard von Weizsäcker que acordou, no mês de Novembro de 1991, numa troca de cartas com o Chanceler Kohl – analogamente à correspondência histórica entre Heuss e Adenauer de há 40 anos atrás – que a terceira estrofe da Canção dos Alemães seria declarada hino da República reunificiada.
* resposta, auto retratamento meu ao post do Bandeira Negra.
Foi uma boa reunião e prova que os PCEs estão muito preocupados com todo este processo. Os problemas debatidos foram vários e não se ficaram apenas pela entrega dos Objectivos Individuais, passaram pelo Estatuto da carreira Docente e pelas discrepâncias que irão certamente resultar neste processo de avaliação de desempenho.
Foram ainda tomadas medidas de médio prazo, nomeadamente criar um grupo de trabalho que apresente propostas alternativas e a possibilidade de se constituir uma Associação de PCE`s/Directores.
Isabel
Comentário
1. Os PCEs estão a mexer-se e e a caminhar no bom sentido. Há muitos PCEs que não se reconhecem no Conselho de Escolas. Muito menos no Presidente do CE. A criação de uma associação de directores de escolas é necessária para que os directores tomem posições concertadas e resistam à tentativa de os transformarem em comissários políticos.
2. O anúncio de nova reunião de PCEs, em Lisboa, a anunciar proximamente, é uma boa notícia. O número de PCEs dscontentes com este modelo de avaliação de desempenho não pára de crescer e os professores devem ver neles aliados preferenciais.
4. Como é que a ministra da educação pode dizer uma coisa dessas exactamente no dia em que 212 PCEs se reunem, em Coimbra, para afirmarem precisamente o contrário? 212 PCEs são 18% dos PCEs do país. É obra!
Numa reunião de militantes do PS no largo do Rato para debater as três moções que no final do mês vão ser apresentadas no Congresso de Espinho, os autores das moções rivais de José Sócrates quiseram discutir a situação interna do PS. O histórico militante socialista Edmundo Pedro insistiu na critica à situação interna, alertando para o medo que existe entre os militantes do PS. “Verifiquei um total desinteresse, generalizado, notei outro fenómeno, pessoas que estão no aparelho de Estado que me diziam ‘não posso pronunciar-me, porque tenho medo“, disse Edmundo Pedro, acrescentando ainda: “isto é uma coisa que não é admissível no partido, o partido da liberdade e da cidadania, que não pode promover este tipo de posições“. Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares e um dos subscritores da moção de José Sócrates, não lhes deu hipótese. “Sou provavelmente a única pessoa interessada em não discutir numa sessão de debate aberta as questões de governança interna e de pequena ou micro escala de um partido político“. “Eu cá gosto é de malhar na direita e gosto de malhar com especial prazer nesses sujeitos e sujeitas que se situam de facto à direita do PS e são das forças mais conservadoras e reaccionárias que eu conheço e que gostam de se dizer de esquerda plebeia ou chic“, afirmou o ministro dos assuntos parlamentares.O outro dizia que quem se mete com o PS leva, este diz que gosta de malhar neles. Não admira que haja quem esteja com medo. É que esta gente anda com um “piquinho” a ditadores e provavelmente, lá no fundo, concordam com a Ferreira Leite que isto da Democracia incomoda. Mas, o pior é que esta gente anda alucinada e já não sabe onde fica o cimo e o baixo nem a esquerda ou a direita. O PS faz a politica da direita mas diz estar bem à esquerda do PCP e do BE. Só não percebi se este sujeito anda de barriga cheia com as sondagens ou a borrar-se de medo com a crise. Uma coisa é certa, bem podia ir à merda.