Congresso Vermelho Pinóquio


congresso vermelho

Bem pode falar em esquerda e em socialismo que já não engana ninguém.
Ou será que engana?

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Ideólogo Vital enviado para a Europa

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Vital Moreira é cabeça de lista do PS ao Parlamento europeu

Vital Moreira é o cabeça de lista do PS ao Parlamento Europeu. O anúncio foi feito hoje ao fim da tarde pelo secretário-geral do PS, José Sócrates, no XVI Congresso do PS. José Sócrates considerou que a “história do PS confunde-se com a história do projecto europeu em Portugal”.

In Público

Comentário

O famoso ideólogo e defensor acirrado de Sócrates foi enviado para a Sibéria…ips, para a Europa como prémio pelos bons serviços prestados a este regime velho e caduco do Partido Socialista. Mais um tacho, mais uma mordomia a quem estava desesperado por mais uns tostões…


Sócrates quer nova maioria absoluta


O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou esta sexta-feira que se recandidata a primeiro-ministro nas próximas eleições legislativas em nome de valores éticos e da decência na vida democrática em Portugal.

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Em nome de valores équê? E da dequê na vida democrática em Portugal?…
É preciso descaramento…

Dedicado ao MST

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Do grande defensor da moral e bons costumes, nomeadamente no que se refere a que livros podem, ou não, estar expostos em Feiras do Livro, ou seja todos aqueles que comecem o título por “Equa” e acabem em “Dor” ou que associem vias fluviais e a flora floral:

Ora, uma feira é um local público e, tanto quanto sei, quem se queixou foram pais, incomodados com a sua exposição a crianças. E eu acho que eles têm, pelo menos, razões que merecem ser ponderadas, por bom senso e bom-gosto. A desculpa da arte ou do erotismo não serve para tudo. As coisas têm o seu contexto e a sua liberdade própria. A liberdade de atirar o nu explícito de Courbet à cara de quem passa e o não procurou, de um pai indefeso que passeia uma criança pela mão numa inocente feira de livros, é uma falsa liberdade. Não fosse este novo saloismo de termos o terror de não ser “modernos”, e perceberíamos que a liberdade não consiste em fazer tudo o que se quer, quando isso agride os outros. Mesmo que aquilo que agride os outros seja, para nós, perfeitamente aceitável. Só os ignorantes é que acham que a liberdade é fácil de gerir.

Miguel Sousa Tavares, Expresso, 28 de Fevereiro de 2009

Retirado de A educação do meu Umbigo

B.E. O principal adversário do P.S.

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Louçã agradece “honra” de ter sido transformado em principal adversário PS

O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, agradeceu hoje a “honra” de ter sido transformado no principal adversário do PS durante o congresso daquele partido, considerando que os socialistas mostraram estar “desesperados com a esquerda”.

“É uma honra o Bloco de Esquerda ter sido transformado no principal adversário do partido espojoso dos interesses dos mais poderosos”, afirmou o líder do Bloco de Esquerda (BE), Francisco Louçã, numa intervenção no almoço comemorativo dos dez anos da fundação do partido.

Num discurso centrado nas críticas que se têm ouvido no congresso do PS ao BE, Francisco Louçã chegou mesmo a agradecer directamente ao primeiro-ministro e secretário-geral socialista a atenção dada ao partido: “Obrigada José Sócrates”, repetiu mais do que uma vez, considerando que essa foi a melhor homenagem que os socialistas fizeram aos dez anos de existência do BE. “Quem imaginaria há 10 anos que este movimento teria a força para se tornar no tema central do congresso do partido mais poderoso”, questionou

In Público

Comentário:

Já era mais que esperado que o BE fosse o principal adversário do PS. Este vê fugir-lhe os votos de esquerda desencantados com a política Neo Liberal e conservadora praticada pelo Sócretino.

Está na Hora da Mudança de voto. Votar à esquerda do P.S. é um imperativo Nacional.

Sindicatos querem travar novo concurso docente

A Plataforma Sindical de Professores vai apelar ao Parlamento, provedor de Justiça e procurador-geral da República que peçam a fiscalização do decreto, ontem publicado, que regula o próximo concurso docente por duvidarem da sua legalidade.

Uma nova frente de guerra foi aberta. Além de dúvidas quanto à constitucionalidade e legalidade de alguns artigos, os dirigentes sindicais foram surpreendidos com algumas das normas do decreto-lei, ontem publicado em “Diário da República”. Caso do artigo 25.º referente aos docentes de Educação Especial a quem poderá “ser distribuído serviço noutro agrupamento de escolas ou escola não agrupada no mesmo concelho ou em concelho limítrofe”. Mário Nogueira, João Dias da Silva e Carlos Chagas garantiram ao JN tratar-se de “matéria de negociação obrigatória” que nunca foi abordada nas reuniões no ME.

As próximas colocações serão válidas por quatro anos, será criada uma bolsa de recrutamento em substituição das colocações cíclicas e extintos os Quadros de Zona Pedagógica.

A avaliação de desempenho só contará para a graduação das listas de professores no concurso em 2013, mas os sindicatos duvidam da sua legalidade. Por “criar situações de desigualdade” – por exemplo, por as classificações máximas, que bonificam em dois e um valor a posição dos docentes, serem limitadas por quotas e por as escolas poderem abdicar dos “Excelentes” para alargarem a quota de “Muito Bom” – e também por “não existir em nenhum diploma legal que a avaliação conte para os concursos, só estavam previstas consequências para progressão da carreira”, frisa o líder da Fenprof.

Além da fiscalização, a Plataforma também vai entregar no primeiro dia de concurso um abaixo-assinado no ME, que “já tem milhares de assinaturas”, garante Nogueira.

A Fenprof estima que 36 mil professores pertençam aos QZP e receia que “não sejam abertas vagas suficientes e alguns desses docentes fiquem sem colocação”. Nesse caso, alerta, os professores terão de concorrer a todas as escolas do QZP – que geralmente corresponde a um distrito – e “voluntariarem-se” para vagas no QZP “ao lado” ou poderão ser colocados no Quadro de Mobilidade da Função Pública.

In J.N.

RETRATO A ÓLEO DE UM DITADOR

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Nada mais cruel e desmobilizador que ouvir da boca de um ditador consumado, provado e comprovado as palavras sonantes discursivas que não cumpre, que não pratica e sobretudo em que não acredita: ‘pluralismo’, ‘democracia’, ‘diálogo’, ‘causas’, ‘valores’, ‘respeito institucional’. Alguém que não respeita nem ouve ninguém, que rasura com treta e tácticas reles o Parlamento, alguém que normalmente faz o que lhe dá na veneta e menoscaba a complementaridade das oposições, dos movimentos e grupos sociais, alguém ágil e convicto a pressionar Jornais e jornalistas, a repisar Professores, mas a dar a bunda pressurosa a Camionistas, certamente por terem mais poder reivindicativo, alguém useiro a abafar opiniões divergentes, afanoso a controleirar tudo o que mexe, alguém que privilegia o monólogo, que na verdade defende o ‘anti-diálogo’, alguém que se comporta assim e até pior é o quê?! Quatro anos de diálogo?! Falar o Ditador em liberdade, em democracia é uma macaqueação, um insulto e uma provocação descarada, quando nos basta a prática do Ditador para sabermos com que linhas nos cosemos. Olhar para a realidade de quatro anos desastrosos permite-nos concluir tudo o que há a concluir de alguém que não olha a meios, que destruíu as finanças nacionais, mas ainda se atreve a alijar para três anos de PSD, em treze de PS, essa obra danosa e todos os maus frutos da oligarquia PS/PSD. O Ditador é falso, falseia, falsifica e falsariza tudo aquilo em que toca. O Ditador é demagógico e recordista a demagogizar em pleno século XXI que, graças à circulação de informação, nos permite perspicazmente compreender como é que um Ditador come um país e um povo de cebolada. Mas enfim, o Ditador é aclamado por uma multidão autómata da aselhas, esquecidos de em que conta nula ele tem os grupos, as opiniões, as competências técnicas e especializadas, quanto mais a sua dimensão de seres humanos. Só contam como biombo e fachada, eles e os seus Mercedes estacionados lá fora. O Ditador tem quem lhe faça bons discursos, cheios de uma demagogia que já ofende de tão falsária e despudorada, mas o Ditador não presta, não tem arcaboiço de Estado, não tem credibilidade, não tem carácter, não presta e é tudo. Pode ser que nos aconteça mais quatro anos de este Ditador. Está bom para se abafar de ‘democracia’ e falsificação de alto a baixo em Portugal, de imposturice e incompetência a varrer de alto a baixo a fantasiosa nação que o Ditador calca. Almeida Santos, o fóssil-da-partidarite-crónica-PS e amigo dos pobrezinhos, foi simbolicamente reeleito: «O histórico socialista Almeida Santos foi hoje reeleito presidente do PS, no início do XVI Congresso, que decorre até domingo na Nave Desportiva de Espinho. Almeida Santos, que anunciou ter-se recandidatado pela última vez, recebeu 714 votos dos 720 delegados com capacidade eleitoral. Houve ainda dois votos em branco e quatro votos nulos.» Horrorosamente, o Falso e a Treta do Ditador vão de vento em popa. O estiolar de Portugal talvez prossiga a bem da carreira política do Ditador porque nada lhe é mais caro que a carreira de Ditador, de sucessor natural e providencial do Salazar tutelar e paternalesco de que tantos têm saudades. Ser livre é um fardo. O Ditador incompetente e oportunista em todas as coisas sabe disso e faz por isso. Não há mais ninguém apto, segundo o Ditador, para gerir Portugal senão o Ditador. Imprescindível como a merda, o Ditador consagra-se, diz que se recandidata a primeiro-ministro nas próximas eleições legislativas em nome dos valores éticos e da decência na vida democrática. E são palavras assassinas como estas o insulto acabado à nossa inteligência e capacidade de sofrimento por causa de quatro anos de Mentira como sistema e modo de vida. Será ele tudo quanto temos a esperar?! Não passa de um óleo de falsidade e mentira em que Portugal continuará a patinar e com o qual com toda a certeza se despista e se estampa. Só o Ditador é que não se enxerga nem tem um surto de vergonha na cara.

A Maria Lisboa Já Recebeu O Aviso De Recepção Assinado

Provedor de Justiça já recebeu parecer sobre avaliação docente

O provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, já recebeu o parecer jurídico onde é posta em causa a constitucionalidade de vários aspectos da avaliação de professores, nomeadamente a questão da obrigatoriedade da entrega dos objectivos individuais. Entretanto, a Federação Nacional dos Professores entrega hoje, em Lisboa, a primeira de três providências cautelares visando suspender o processo.

Em declarações ao DN, Paulo Guinote- autor do blogue “A Educação do meu Umbigo” e representante do grupo de professores que pediu o parecer ao especialista em Direito do Trabalho Garcia Pereira-, confirmou que o documento foi enviado “por carta registada” para a Provedoria de Justiça “no final da semana passada”.

A expectativa dos professores é que Nascimento Rodrigues se pronuncie “com alguma brevidade” sobre as questões invocadas no parecer. “Poderá , se o entender, pedir a fiscalização sucessiva dos últimos decretos sobre a avaliação ou questionar directamente o Ministério da Educação sobre esta matéria”.

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