Conhecia-a há três anos e viveu os seus últimos tempos a preencher a papelada que o demónio exigia… Tinha, talvez, e jogo por alto, quarenta anos… E muito stress, sobretudo, porque não sabia que sorte seria a sua e estava preocupada sem sequer saber com o quê, nem para quê… Ri-me com ela a última vez que a vi, porque estava a fazer relatórios… Nem sei de quê…
Morreu, repentinamente, ataque cardíaco? Não sabemos, mas, certamente, a pensar nas muitas coisas que queria fazer e melhorar… Valeu-lhe de muito, jaz morta e apodrece…
A morte tem rosto, espectro se preferirem, cada morte é uma vitória, menos um direito(?) adquirido…
Viva a morte dos professores, viva a Ana e viva a coveira..
Fonte: porquemedizem
