Greve encerra escolas e finanças


A greve de hoje na função pública está a afetar o país de norte a sul, com escolas e serviços de finanças encerrados e serviços de Saúde afetados.

Em Bragança, a única repartição de finanças está encerrada devido à greve e na porta está afixada uma informação do Sindicato dos Trabalhadores de Impostos.

“Dia 4 estamos em greve, mas atenção voltamos dia 5”, lê-se no papel afixado.

Ainda em Bragança, os alunos da escola secundária Abade de Baçal foram mandados para casa, enquanto o centro de Saúde II Santa Maria está a funcionar normalmente.

Poucos funcionários a iniciar o turno

Em Coimbra, o número de funcionários que chegaram aos hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) para iniciar o turno das 8h00 era bastante escasso.

O movimento geral no campus hospitalar dos HUC, a segunda maior empresa do distrito de Coimbra, com 5000 funcionários, era também muito reduzido, sem grandes constrangimentos de circulação.

No sector das consultas externas, a afluência de utentes estava igualmente aquém do normal.

Em Faro, alunos sem aulas e à esperta de informações acerca da greve era hoje de manhã o cenário à porta da Escola Secundária Tomás Cabreira.

Em algumas salas de aula, o dia decorria normalmente com a presença dos professores e o ambiente não denotava grande confusão, enquanto que nos corredores da escola as auxiliares educativas explicavam a outros alunos o que se passava.

Mesmo sem saberem exatamente as razoes da greve, os alunos que não tiveram a primeira aula estavam satisfeitos e já pensavam ir para casa descansar.

Greve contra o congelamento salarial

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (CGTP), a Frente Sindical da Administração Pública (UGT) e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado marcaram esta greve contra o congelamento salarial, o agravamento das penalizações das reformas antecipadas, questões relacionadas com as carreiras e com o sistema de avaliação.

Os sindicatos suspenderam a paralisação na região autónoma da Madeira para facilitar os esforços que estão a ser feitos para que a vida na ilha volte à normalidade, após o temporal de 20 de fevereiro.

A última greve convocada pelas três estruturas sindicais realizou-se a 30 de novembro de 2007 contra a imposição de um aumento salarial de 2,1%.

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