Quando Sócrates criticou corte dos benefícios fiscais. O ataque à classe média.


Classe média continuará a pagar mais IRS após o PEC

O líder do Partido Socialista (PS) acusou o BE de querer a eliminação dos benefícios fiscais e dos PPR, o que, para Sócrates, “conduziria a um aumento brutal da carga fiscal sobre a classe média”.

Louçã respondeu argumentando que os PPR deixaram de rentáveis para os subscritores e que os benefícios fiscais relativos a deduções de despesas de saúde e educação deixariam de fazer sentido, pois  BE propunha um sistema de ensino e de saúde totalmente gratuitos.

Os benefícios fiscais voltaram agora ao centro do debate político. O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) apresentado pelo Governo de Sócrates propõe tectos máximos para as deduções de despesas de saúde, o que, na prática, representa um aumento efectivo no IRS (imposto sobre rendimento singular) para 3,5 milhões de portugueses, todos os que pertencem a agregados familiares que recebam mais de 7250 euros por ano, 518 euros por mês (ver relacionado para conhecer os detalhes sobre esta proposta governamental).

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