Os controladores Pidescos da Fenprof


Vamos lá esclarecer algumas coisas acerca da notícia ao lado.

Antes de mais referir que as citações directas que me são atribuídas estão correctas e não foram descontextualizadas. Apenas acrescentaria que durante a conversa terão existido duas outras passagens significativas não transcritas:

  • De início, o facto de eu ter caracterizado este incidente como um «epifenómeno» lateral ao que mais interessa, resultando mais de uma necessidade da Fenprof demarcar o seu território (monopólio) nos media.
  • A finalizar, por entre o meu riso, a resposta à questão sobre se eu considerava fechar o blogue, tendo eu dito que essa tentação me deu quando andava extremamente cansado há uns meses, mas que isso nunca aconteceria perante ameaças ou num contexto em que acho que o papel do Umbigo ainda é útil.

Agora dois esclarecimentos sobre deduções da jornalista Margarida Davim com base em textos meus no blogue:

  • Não acho propriamente que os juristas da Fenprof não deram pela coisa (avaliação a contar na graduação para concurso), apenas que foram estranhas as declarações produzidas nos dias 9 e 12 de Abril.
  • Não acho que a questão não tenha sido abordada nas reuniões negociais; acho, isso sim, que haveria um entendimento qualquer para resolver o problema quando possível, leia-se, quando o PM o permitisse.

Agora dois detalhes sobre as declarações atribuídas a Mário Nogueira e que vou considerar pelo valor facial, até desmentido em contrário:

  • Um colega seu de sindicato fez as contas aos comentários num blogue e em 300 apenas existiam 17 comentadores. Não querendo eu reclamar para o Umbigo o exclusivo de 300 comentários num post, gostaria que o blogue em causa fosse nomeado com clareza (sendo que não é o Profblog, pois o Ramiro retirou-se das polémicas com os sindicatos e não estou a ver outro blogue com um nível de comentários acima das poucas dezenas por dia), para se saber se a «acusação» tem fundamento. Aproveito para anunciar que irei vasculhar os arquivos de comentários do umbigo em busca de um post ou dia com contornos como os referidos, para saber se há algum sentido na boutade do colega que MN cita como detentor da verdade incontestável.
  • Dito isto, e demonstrando-se ser pouco verdadeira a acusação (e mesmo abstraindo-nos do facto de uma caixa de comentários ser uma conversa e/ou diálogo e não uma listagem de declarações individuais), gostaria de declarar desde já que, pela parte que me toca, não pretendo processar ninguém a esse respeito porque não disponho dos fundos da quotização das dezenas de milhar de associados de uma organização para pagar birras judiciais pessoais.

Por fim, um derradeiro detalhe: por enquanto, não me queixo de ataques de hackers, quanto muito de ácaros.

Dito isto, espero abandonar este assunto depois de confirmar a tal estatística sobre os comentários , pois, representando-me apenas a mim mesmo, o representado pediu ao representante para se dedicar a coisas mais interessantes do que estar a parecer querer disputar o que não quero. Se quisesse seguidores, punha essa funcionalidade no blogue. Se quisesse ser representante sindical tinha aceite a proposta que diziam estar  mesmo ali.

Paulo Guinote

Dos controleiros de A educação do meu umbigo

One thought on “Os controladores Pidescos da Fenprof

  1. Lá terei de questionar a Exa. Sra. jornalista acerca das suas fontes e da confirmação das mesmas. Que jornalismo de meia tijela.

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