Vergonha Nacional : Trocam escolas pelos centros de emprego


 Milhares de professores sem colocação nas escolas deslocaram-se ontem aos centros de emprego de norte a sul do País, para se inscreverem e, em alguns locais, para protestarem contra a diminuição de contratados pelo Ministério da Educação. Segundo os dados do Ministério da Educação e Ciência, foram contratados 7600 professores, tendo ficado de fora 43 609 candidatos. 

Carlos Vasconcelos, de 60 anos, foi um dos professores não colocados que protestou junto à Loja do Cidadão das Laranjeiras (Lisboa). “Tenho 20 anos de serviço e estou a concorrer às ofertas de escola. É a minha última esperança para evitar o desemprego”, afirmou ao CM o professor de Matemática, que acrescentou que o aumento do número de alunos por turma agravou ainda mais este cenário. Em algumas cidades, houve docentes a pernoitarem à frente dos centros de emprego.

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) não tem dúvidas em afirmar que as escolas precisam dos professores que ficaram de fora. “É um dia extremamente triste para as escolas. No nosso País, os professores podem chegar à reforma e ainda estarem contratados”, referiu Mário Nogueira, secretário-geral da estrutura sindical.

Carlos Vasconcelos, de 60 anos, foi um dos professores não colocados que protestou junto à Loja do Cidadão das Laranjeiras (Lisboa). “Tenho 20 anos de serviço e estou a concorrer às ofertas de escola. É a minha última esperança para evitar o desemprego”, afirmou ao CM o professor de Matemática, que acrescentou que o aumento do número de alunos por turma agravou ainda mais este cenário. Em algumas cidades, houve docentes a pernoitarem à frente dos centros de emprego.

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) não tem dúvidas em afirmar que as escolas precisam dos professores que ficaram de fora. “É um dia extremamente triste para as escolas. No nosso País, os professores podem chegar à reforma e ainda estarem contratados”, referiu Mário Nogueira, secretário-geral da estrutura sindical.

CONFUSÃO CONTINUA COM OFERTAS LOCAIS

l Repetem-se nas redes sociais os relatos de confusão nos concursos de oferta de escola. Segundo os candidatos – muitos já foram convocados pelas escolas para onde concorreram para entrevistas –, há direcções de agrupamentos que estão a telefonar para os professores para confirmarem os dados das candidaturas, enquanto noutros casos há escolas que estão a contratar professores para horários sem componente lectiva. Recorde-se que são as escolas quem tem a responsabilidade de confirmar os dados utilizados nas candidaturas.

 
 

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