A carta enviada na sexta-feira à coligação, tal como António Costa tinha dito, é escrita por Mário Centeno e, de acordo com o Público, foi escrita em tom crítico é muito duro.


De acordo com o Público, o líder do PS diz que Passos se mostrou “displicente, sem nada a propor” no primeiro encontro com o partido socialista.

E termina com cinco conclusões que tirou das reuniões e que mostram que o entendimento para não estar próximo.

Uma das conclusões é que a coligação prosseguiu “uma política de falta de transparência e ocultação de informação”. Outra conclusão sublinhada é o facto de se ter tornado “incapaz de assumir qualquer correcção à política económica prosseguida ao longos dos últimos quatro anos.

Para o secretário-geral do PS, a coligação prosseguiu no diálogo com os socialistas “uma política de falta de transparência e ocultação de informação”.

Para Costa isto é “revelador da sua incapacidade de, de boa-fé, construir uma qualquer plataforma de entendimento”.

E acusa. “Essa incapacidade revelou-se particularmente grave na ausência de informação consistente sobre a situação orçamental, sobre a situação do sector financeiro e sobre os fundamentos das projecções económicas para 2016 e 2107”, bem como “sobre os impactos financeiros das medidas de políticas propostas no programa da coligação”, pode ler-se na carta divulgada pelo Público.

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