O economista Pedro Arroja e as “esganiçadas” do Bloco de Esquerda


Pedro Arroja, economista polémico, comentou, no Porto Canal, a queda do Governo PDS/CDS e os acordos à Esquerda, acusando PS, PCP e Bloco, principalmente “as meninas do Bloco de Esquerda”.

Repare, aquelas esganiçadas, sempre contra alguém ou contra alguma coisa. Aqui entre nós que ninguém nos ouve, eu não queria nenhuma daquelas mulheres – já tenho pensado – eu não queria nenhuma daquelas mulheres, nem dada. Nem dada! Porquê? Porque eu não conseguiria com elas, com uma delas, com uma mulher assim, contruir uma comunidade, uma família. Elas estão sempre contra alguém ou contra alguma coisa. E lá em casa só havia dois tipos de pessoas, ou os filhos, ou o marido. O mais provável é que elas se pusessem contra o marido. Todas as noites, todos os dias, durante o dia no Parlamento, à noite com o marido: “Porque tu é que tens a culpa disto!”. Com o tempo ia-me pôr fora de casa… e eu saía! E eu saía! E estou a imaginar o sentimento de alívio que sentiria nesse dia. “Estou livre! Estou livre dela!””, afirmou o professor no Instituto Superior de Estudos Financeiros e Fiscais.

Além da descrição, que rapidamente começou a circular nas redes sociais, Pedro Arroja frisou ainda que o Bloco  de Esquerda “é especialista nas causas fraturantes”. “Mas fratura o quê? Fratura a comunidade. Divide. O aborto, o casamento gay, a adoção de casais homossexuais… divide!”, reitera.

Em jeito de conclusão, o economista explica que, na sua opinião, “se esta aliança de Esquerda prevalecer e for governo, vai contribuir para fraturar, numa altura em que nós precisávamos era de unidade, vai contribuir para fraturar, para dividir, para pôr os portugueses ainda mais uns contra os outros”.

Mais ainda, Pedro Arroja foi perentório nas acusações ao símbolos dos partidos de Esquerda, considerando que se tratam de imagens radicais e com significados de violência.

“Quem levanta um punho serrado não é para lhe fazer festinhas, e agora veja a bandeira, o fundo vermelho, a cor do sangue, o significado é luta, poder, violência. E a foice e o martelo perdem todo o significado de instrumentos de trabalho agrícola ou industrial e ganham outro significado: instrumentos de agressão. No PS o vermelho desfaz-se em rosa mas está lá também o punho. O Bloco de Esquerda, o símbolo vermelho é uma cruz humanizada, é o mais radical deles todos”, conclui

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