Cavaco chama CGTP e UGT a Belém depois de críticas de Arménio


Depois das confederações patronais terem ido a Belém manifestar ao Presidente da República a sua posição sobre a atual situação política, amanhã será a vez das centrais sindicais. CGTP e UGT irão amanhã à tarde ao Palácio de Belém, depois de, ao final da manhã, os serviços da Presidência terem entrado em contacto com as organizações sindicais.

A demora no contacto por parte Cavaco, que desde o início da semana tornou pública a vontade de ouvir os parceiros sociais, motivou duras críticas do líder da CGTP. Esta manhã, aos microfones da Antena 1, Arménio Carlos disse que “o Presidente da República tem o direito de ouvir quem quiser, mas não tem o direito de discriminar organizações que, eventualmente, podem não estar de acordo com os seus desejos”.

O líder da Intersindical foi mais longe e admitiu que “a confirmar-se esta discriminação”, o Presidente da República “abre um grave conflito institucional com a CGTP que não deixará de ter consequências no futuro”. Quais seriam essas consequências, Arménio não concretizou. “Veremos”, limitou-se a acrescentar.

O objetivo de Arménio Carlos foi o de informar “os portugueses e os trabalhadores do que se está a passar”. O problemas está em que “todas as confederações patronais foram recebidas hoje e até agora ainda não recebemos nenhuma confirmação de que isso iria ser feito, como seria habitual”. Horas depois, Belém entrou em contacto com a Intersindical. O problema ficou resolvido.

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