Governo e CGD em guerra na TAP


Ciekawa oferta TAP PortugalA s condições impostas pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) para renegociar a dívida da TAP arrastaram a assinatura do contrato final da privatização e agravaram o mal estar entre o Governo e o banco público. O negócio estava a ser ultimado ontem à noite, mas o SOL sabe que, no Conselho de Ministros que aprovou a minuta da operação, a ministra das Finanças fez críticas à atuação da administração do banco público, liderada por José de Matos, por atrasar a finalização do acordo.

Na perspetiva de Maria Luís Albuquerque, a CGD impôs condições demasiado exigentes para renegociar os créditos concedidos à empresa, dificultando uma operação pela qual o Executivo deu a cara. A inflexibilidade do banco terá mesmo obrigado a Atlantic Gateway, o consórcio que ficou com 61% da TAP, a encontrar alternativas de financiamento para contornar as imposições da Caixa. Contactado pelo SOL, o agrupamento não quis comentar. A instituição pública fez a mesma opção.

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