University of Utah (UU) in Salt Lake City undercover investigation

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 11

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obama-brainThe Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

http://www.prisionplanet.com
http://www.infowars.com

Publicado por deusmihifortis

Louçã avança com pacote de leis anti-capitalistas

O BE quer limitar os salários e acabar com os ‘paraquedas dourados’ de gestores, criar dois novos impostos e extinguir os off-shores. São medidas de um pacote que vai pôr à prova o discurso de ‘esquerda’ de Sócrates e do PS

Francisco Louçã avançou esta tarde com um pacote de medidas que atacam a desregulação dos mercados que esteve na base da crise financeira internacional.

O Bloco de Esquerda propõe nada menos que seis projectos de lei que contemplam matérias como os salários dos gestores, os paraísos fiscais e dois novos impostos, sobre os ricos e especuladores, e quer que Sócrates proponha à União Europeia o fim dos off-shores.

Além da crise internacional, recentes casos judiciais que mostram buracos no sistema penal estão na base de algumas medidas. É assim que o BE propõe que a corrupção para acto lícito (por exemplo um licenciamento urbanístico) não prescreva mais cedo do que um caso de corrupção para acto ilícito.

A criação da Taxa Tobim, um imposto sobre as mais-valias em negócios especulativos de acções ou divisas é uma das propostas de Francisco Louçã. A ser aceite, uma taxa de 0,1 por cento atingiria as ordens de transacção «emitidas por agentes económicos operando em Portugal».

Na exposição de motivos da lei, o BE lembra que foi José Sócrates que disse que «é preciso uma regulação que entre na sombra dos mercados e nos fluxos financeiros».

Outro projecto novo imposto do BE visa os mais abastados. Recordando que «Portugal é o país da União Europeia com maior desigualdade de rendimentos», o «imposto de solidariedade sobre as grandes fortunas» atingirá quem tiver bens num valor «superior a 2500 salários mínimos nacionais», ou seja cerca de 900 mil euros. Um por cento da população de Portugal, segundo as contas do BE.

O caso BCP
como argumento

Neste contexto de limitação da riqueza, aparecem também as regras que o BE quer impor aos gestores. Se forem aprovadas, os salários de administradores de empresas participadas pelo Estado passam a ter um tecto. E as empresas cotadas em bolsa terão de incluir no relatório e contas anual todas as reumunerações pagas a gestores.

Os chamados «paraquedas dourados» – indemnizações pagas a gestores despedidos – e outras benesses dos executivos de topo são alvo de um dos projectos bloquista. A «taxa sobre os prémios excepcionais pagos a administradores» pretende atingir «abusos», por vezes em empresas deficitárias, reforçam os bloquistas.

O BE lembra que a administração do BCP foi em 2007 «premiada com cerca de cem milhões de euros», apesar de estar a ser investigada por crimes. O valor proposto pelo BE para a taxa é muito alto: 75% do que for pago em prémios anuais e 30% sobre os «paraquedas dourados», nas rescisões antecipadas.

A transparência motiva dois outros projectos deste pacote apresentado por Francisco Louçã, esta tarde, em Lisboa.

Don't run away !!  It's late by [Kantor].

Assim, o BE quer que as empresas licenciadas no offshore da Madeira provem que os impostos estão em dia e que existem fisicamente na região. Quem não cumprir as regras perde a licença de operar na Zona Franca e todos os benefícios fiscais obtidos.

Mas a meta do BE é mesmo a extinção destas «zonas cinzentas» de legalidade, pelo que também propõe que o Governo se comprometa a fechar o paraíso fiscal da Madeira ao mesmo tempo que os restantes da União Europeia encerrem os seus off-shores.

Em matéria de sigilo bancário, o BE lembra que Sócrates prometeu seguir «as melhores práticas europeias» no combate à evasão fiscal e conclui que a lei actual fica muito aquém dessa bitola europeia.

Um acesso generalizado da admnistração fiscal às contas bancárias é a proposta do BE, que confrontará o PS com as suas promessas, também neste caso.

manuel.a.magalhaes@sol.pt

Nova Ordem Mundial – Rastros Quimicos Vacinas Mortais

NWO,controle total sobre a vida das pessoas, vacina e outros aditivos inseridos na alimentação que provocam graves doenças.

Bloquistas defendem a abolição da prova pública de acesso ao VI escalão


Bloco de Esquerda quer a modificação do Estatuto da

Carreira de Docente (aqui)


O grupo parlamentar do BE/Madeira propôs hoje a abolição da obrigatoriedade de os docentes terem de prestar uma prova pública para ascensão ao VI escalão, mesmo tendo avaliações de bom ou excelente.”Esta é uma imposição contraproducente, porque um docente que tenha uma avaliação de bom ou excelente não tem que provar nada a ninguém, pois já deu provas de desempenho suficientes para ascender ao topo da carreira”, disse Rodrigo Cardoso, dirigente do BE.O Bloco de Esquerda não hesita mesmo em apelar aos docentes para que, “caso esta proposta seja regulamentada, estes se revoltem e optem pela abstenção às ditas provas”.

A proposta dos bloquistas foi entregue hoje no parlamento regional sob a forma de projecto de decreto legislativo regional.
Esta obrigatoriedade de ser necessária uma prova pública para os docentes que queiram ascender ao VI escalão está contemplada no novo decreto legislativo regional do Estatuto da Carreira Docente (ECD), aprovado em Fevereiro apenas com os votos da maioria social-democrata.

No entanto, o Sindicato dos Professores da Madeira já por diversas vezes se manifestou contrário a esta norma, incluindo-a até numa Moção de Orientação para a Regulamentação do ECD, saída do seu último congresso.

A regulamentação do ECD ainda não foi feita e está a preocupar os sindicatos e os professores, que temem que a mesma seja publicada durante o período de encerramento das escolas.