Angela Merkel governa Portugal :exige menos férias e aumento da idade para reforma em Portugal

A chanceler alemã, Angela Merkel, exigiu a unificação da idade da reforma e dos períodos de férias na União Europeia, criticando os sistemas vigentes em Portugal, na Grécia e em Espanha.

“Não se trata só de não contrair dívidas. Em países como a Grécia, Espanha e Portugal, as pessoas não devem poder ir para a reforma mais cedo do que na Alemanha”, afirmou a chanceler num comício partidário na terça-feira à noite, em Meschede (na Renânia).

“Todos temos de fazer um esforço, isso é importante, não podemos ter a mesmo moeda, e uns terem muitas férias e outros poucas”, advertiu Merkel.

Na Alemanha, a lei impõe que as empresas concedam aos trabalhadores um mínimo de 20 dias de férias por ano.

No entanto, mercê de acordos colectivos, este período é mais alargado em muitas empresas, quer do sector privado, quer do sector público, chegando a ultrapassar os 30 dias úteis.

Quanto à entrada na idade da reforma na Alemanha, passará gradualmente dos 65 para os 67 anos, entre 2012 e 2029.

Em Portugal, os trabalhadores podem reformar-se aos 65 anos, e o primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou repetidamente que não será necessário aumentar esta idade, devido às medidas de sustentabilidade implementadas na segurança social.

As agruras de hoje da Grécia serão as de Portugal no futuro com o pacote da troika

As consequências de uma reunião não tão secreta

por Euro Intelligence

O nosso ponto de vista foi sempre que a resolução da crise consistiria num refinanciamento (rollover) permanente. Quando confrontados com a questão de permitir o incumprimento da Grécia ou concordar com mais um programa (irrealista), os ministros europeus das Finanças aceitaram esta última opção.

Numa reunião secreta no Luxemburgo, os ministros das Finanças de um subconjunto de países da eurozona encontraram-se para discutir o futuro da Grécia e, segundo o FT , alcançaram um consenso de que querem recorrer a um pacote inteiramente novo, pois o actual programa da Grécia, o qual prevê um retorno aos mercado em 2012, não é realista.

A Grécia precisa obter €25 a €30 mil milhões no próximo ano. O FT informa que o European Financial Stability Facility (EFSF) pode comprar dívida grega em mercados primários, em complemento de uma reestruturação voluntária para “rolar” (roll over) dívida que será devida em 2012. Responsáveis parecem ter descartado com firmeza qualquer reestruturação involuntária da dívida, a qual criaria mais problemas do que resolveria. O ministro grego das Finanças foi convidado à reunião de modo a que responsáveis pudessem enfatizar-lhe a importância de mais austeridade e privatização.

Na sexta-feira à noite, a revista Der Spiegel informou que a Grécia havia considerado uma saída da eurozona e revelou que uma tal teria lugar, com Wolfgang Schäuble tendo um estudo na sua pasta sobre porque uma saída grega far-se-ia a um custo proibitivo – para a Grécia mas também para a própria eurozona. A notícia deu lugar a negações frenéticas de responsáveis da UE e provocou uma nova derrota do euro, o qual declinou de um pico de US$1,49 para US$1,43 em dois dias. Responsáveis da UE primeiro tentaram negar que uma tal reunião viesse a ocorrer, mas quando se tornou impossível sustentar isso, eles simplesmente negaram que os ministros discutissem uma reestruturação da dívida, muito menos uma saída.

“COMENTÁRIOS ABSURDOS DE JOSÉ SÓCRATES”

Wolfgang Münchau escreve na sua coluna no FT que o fracasso em ser capaz de organizar uma reunião secreta simboliza a dificuldade em administrar uma união monetária (e especialmente um programa de refinanciamento de dívida) com um grupo de decisores executivos tão diversos. Disse ele não acreditar em quaisquer pronunciamentos oficiais de qualquer responsável da UE. Afirmou que os comentários absurdos de José Sócrates de que obteve um acordo melhor do que os gregos e os irlandeses também são muito típicos para o programa de acção colectiva da eurozona. E que vê cada vez mais evidências de uma bifurcação – uma situação dentro de poucos anos nesse caminho em que estados membros da eurozona terão de decidir se saltam para dentro de uma união política ou saltam para fora de uma união monetária.

Juan Ignacio Crespo escreve em El Pais que uma saída da eurozona seria o equivalente a uma outra crise financeira global. Se a Grécia saísse, o sistema bancário do país entraria em colapso e o país seria confrontado com uma implosão económica e social. E a crise imediatamente propagar-se-ia ao país seguinte da eurozona. A Europa neste ponto suspenderia tanto o mercado como o acordo de Schengen.

Os principais jornais alemães estão divididos sobre os méritos de um segundo pacote de resgate para a Grécia. Enquanto os diários económicos Financial Times Deutschland e Handelsblatt endossam a ideia de má vontade o Frankfurter Allgemeine Zeitung e o Bild estão em franca revolta. Holger Steltzner , do FAZ, destaca que a UE e o FMI não têm quaisquer meios de aplicar pressão sobre a Grécia uma vez que excluem a reestruturação da dívida grega e a saída da Grécia da eurozona. O colunista Hugo Müller-Vogg, do Bild, argumenta que se bem que o euro seja indispensável para a Europa, a Grécia não é. Se a Grécia quisesse deixar a zona da divisa ninguém deveria impedi-la. “Isso seria caro para o contribuinte europeu”, argumenta ele. “Mas um final caro é melhor do que infindáveis pacotes caros de resgate”.

PSD revela seu plano económico pelo lado da oferta

Passos Coelho revelou o plano económico do seu partido com o objectivo de mudar o modelo económico de Portugal. A principal característica é uma redução de encargos sociais dos negócios em 4 pontos percentuais, de 23,75% para 19%, financiando por cortes estruturais na despesa governamental. Isto inclui cortes no período que dá direito a benefício de desemprego; um corte no número de Secretarias de Estado em 30% e de conselheiros à metade; reduções em entidades públicas em pelo menos 15%; um serviço de recrutamento independente para postos no governo e o fim de prestigiosos projectos de infraestrutura, tais como serviços ferroviários de alta velocidade. O Jornal de Negócios tem os pormenores. O presidente Cavaco Silva disse que um corte fiscal para os negócios é possível e está de acordo com o acordo da troika mas que deveria ir a par com um corte fiscal sobre o trabalho, ao passo que o IVA pode aumentar.

Desordem tempestuosa na Irlanda após apelo de Morgan Kelly à reestruturação da dívida

Um comentário do economista irlandês Morgan Kelly no Irish Times a apelar a que a Irlanda se afaste do acordo de salvamento provocou uma enorme tempestade na Irlanda e alguma reacção irada do banco central e do governo. Kelly argumentou que o governo irlandês deveria afastar-se da dívida bancária, deixando-a para o BCE, de modo a que país ficasse com uma dívida “sobrevivivel” de €110 mil milhões. O governador do banco central, Patrick Hohohan, sentiu-se obrigado a defender-se, depois de Kelly acusá-lo de ter feito o “mais custoso erro alguma vez já feito por uma pessoa da Irlanda” ao calcular mal a escala das perdas bancárias. Hoohan defendeu o seu papel na corrida para o acordo de salvamento original e a sua decisão de manter a garantia bancária. O ministro das Finanças também respondeu emitindo uma rígida advertência ao artigo de Kelly, dizendo que benefícios à infância e os salários de 300 mil trabalhadores do sector público seriam reduzidos em 33% se o governo abandonasse o acordo de salvamento com a UE-FMI.

E se a França recorrese a um programa de resgate da UE e do FMI?

Em Les Echos Nicolas Barre também é céptico quando ao resgate grego, mas por razões diferentes. Originalmente os pacotes de resgate tinham duas razões bem fundamentadas. Eles precisavam mostrar a populações locais nos países periféricos quão grave era a situação e houve tantos pacotes de resgate para aqueles países quanto houve resgates para os bancos no resto da eurozona. Hoje aquelas duas razões já não são válidas segundo Barre. De modo que reestruturar a dívida grega seria a solução adequada. O colunista francês argumenta que políticos em Paris deveriam reflectir sobre os seus colegas em Atenas, Dublim e Lisboa, onde os governos já não estão no comando e têm de receber ordens da UE e do FMI. Barre aponta o sempre crescente rácio da dívida em relação ao PIB em França e diz que o destino de países periféricos deveria ser motivo de reflexão para qualquer candidato às eleições presidenciais francesas na Primavera de 2012.

Há três semanas que o IV Reich conhecia medidas de austeridade

Sócrates não consegue evitar que o FMI continue a fiscalizar Portugal.

O anúncio das novas medidas de austeridade apanhou o país de surpresa, mas há três semanas que o novo pacote era do conhecimento de Angela Merkel, apurou o SOL. A chanceler alemã acompanhou o PEC 4 e levou Sócrates a comprometer-se com ele na reunião entre ambos em Berlim, há exactamente quinze dias.

E o primeiro-ministro terá saído mesmo dessa reunião com a certeza de que o novo acordo não iria afastar o FMI – uma vez que o acesso aos empréstimos europeus, ainda que pontuais, exigirá a aprovação deste organismo. A «análise e aconselhamento» por parte do FMI farão parte do futuro fundo de resgate europeu, admite-se até em S. Bento.

As medidas mais contestadas – o corte de pensões acima de 1.500 euros, o compromisso de não aumentar a despesa com as restantes pensões (congeladas até 2013), os despedimentos mais baratos ou os cortes na Educação e na Saúde – estão, aliás, em linha com os princípios aceites pelos países do Euro (e pelo FMI), no acordo que saiu da cimeira do passado fim-de-semana.

Negar os factos

A 2 de Março, quando Sócrates foi a Berlim com o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, já tinha na mão as novas medidas de austeridade. Três dias antes, porém, indignou-se com o facto de se dizer que elas estariam na calha, protestando por a imprensa interpretar dessa forma as suas palavras de que faria tudo para cumprir a meta do défice, e as de Teixeira dos Santos, que admitiu «medidas adicionais».

De qualquer modo, o mediatizado encontro com Merkel em Berlim foi saudado como uma vitória. A chanceler declarou que Portugal se «encontra num muito bom caminho». E elogiou o novo pacote de medidas: «Portugal vai dar os passos certos» – apesar de acrescentar que poderia ser necessário «ir mais além».

Sócrates aproveitou também as palavras de Durão Barroso. O presidente da Comissão Europeia, interpelado pelo eurodeputado do BE, Miguel Portas, aconselhou Portugal a não «tirar o pé do acelerador». Um recado que era um eufemismo, tendo em conta o que se preparava.

Segredo até ao limite

Entretanto, o PSD sabia que estava a tomar forma um PEC 4, e Passos Coelho veio antecipar que não aprovaria novas medidas de austeridade.

Sócrates continuou em silêncio até ao limite do possível. Há oito dias, voou para Bruxelas para assinar o acordo com o grupo Euro para um PEC 4. Nessa manhã, Teixeira dos Santos comunicava em conferência de imprensa o pacote – os jornalistas foram convocados às 23h da véspera e Passos Coelho informado, sumariamente, por telefone.

A reacção do PSD, pelo secretário-geral Miguel Relvas, reflectiu a surpresa: «Quanto às medidas em concreto, só tomaremos uma posição depois do Conselho Europeu». A resposta foi um não .

Belém fez saber por fonte oficial que o PR «não foi previamente informado» das medidas do novo PEC. No discurso de tomada de posse, Cavaco dissera, dois dias antes, que «há limites para os sacrifícios» que se podem pedir aos portugueses.

Esta semana, na entrevista à SIC, Sócrates justificou-se com o calendário: o dia da tomada de posse de Cavaco (9 de Março, quarta) e o do debate da moção de censura ao Governo (na quinta) teriam sido inapropriados. Uma posição criticada pelo ex-Presidente Mário Soares, que disse que Sócrates teve «esquecimentos imperdoáveis».

Alemães consideram turcos e curdos inferiores geneticamente. Daqui a uns dias são atacados os portugueses…

 

A Alemanha pode não ter um partido ultra-nacionalista, mas o sucesso de vendas de um livro com comentários xenófobos e uma sondagem revela que quase dois terços dos alemães concordam com os comentários ao autor em relação aos imigrantes turcos e curdos, apelidados de “menoridades genéticas” no país.

O sentimento anti-imigração não pára de crescer na Alemanha ou, pelo menos, mostrar a sua verdadeira dimensão, tema central de uma reportagem do The Guardian. Depois do recente ataque de um kosovar no aeroporto de Frankfurt, matando dois soldados dos EUA, o ministro do Interior, Hans Peter-Friedrich, afirmou que os Islão não tem lugar na Alemanha. Já em Outubro, a chanceler Angela Merkel afirmou que o projecto multi-culturalista germânico foi uma falhanço completo, lembra o mesmo jornal britânico.

Os comentários dos políticos são apenas a ponta de um icebergue tendo em conta o sucesso do livro “Deutschland Schafft Sich Ab”, escrito por Thilo Sarrazin, membro do conselho do Bundesbank (banco central germânico), que já vai na 14ª edição e é o mais vendido desde a II Guerra Mundial.

Nesse livro, Sarrazin, filiado no Partido Social-Democrata (socialistas alemães), diz que os turcos estão a “tornar mais burra” a Alemanha devido à sua genética inferior e considera que este alegado facto “pode ser parcialmente responsável pelo falhanço de partes das populações turcas no sistema escolar germânico”. O membro do Bundesbank escreve ainda que a consanguinidade entre turcos (5% da população alemã) e curdos está na origem desta “deficiência congénita” e que os imigrantes do Médio Oriente são “menoridades genéticas” da Alemanha.

Numa sondagem publicada pela revista germânica Focus, 31% dos alemães consideram que o seu país está a “ficar mais burro” devido aos imigrantes e 62%, quase dois terços da população, dizem que os comentários de Sarrazin são “justificados”. “Foi realmente chocante ver o número de intelectuais que disse que o tom de Sarrazin não é o correcto, mas que ele tem razão”, criticou Mekonnen Meshgena, chefe do departamento de imigração e gestão multicultural da Fundação Heinrich Böll.

NEWS ABOUT BILDERBERG – 3

Bilderberg Merkel urges parliament to give more taxpayer money to Deutsche Bank under pretext of “Greek bailout”**Germany staggers under bank bailout and souvereign debt**Faces financial meltdown with Greece** Banks poised to buy up bankrupted countries

Merkel urges support for Greece

From the BBC

Chancellor Angela Merkel has urged the German parliament to back the EU’s emergency loan package for Greece.

“Quite simply Europe’s future is at stake,” Ms Merkel said. “Europe is at a fork in the road.”

Parliamentary approval is needed for the EU and IMF to start disbursing the 110bn-euro ($143bn; £95bn) bail-out.

The rescue is conditional on Greece cutting public sector wages and pensions and boosting tax receipts. It risks defaulting on its huge debts.

The German parliament will vote on the bail-out package on Friday. It has already been approved by the German government.

Some opposition deputies shouted out protests as Ms Merkel defended her position.

Opposition Social Democrat (SPD) leader Frank-Walter Steinmeier accused her of poor crisis management and refused to commit the SPD to the Greek bail-out.

Greece is gripped by a general strike as protests against the tough austerity measures continue.

Eurozone cautious

Under the bail-out agreed on Sunday, Greece’s 15 partners in the eurozone will lend it 80bn euro spread over three years and the International Monetary Fund will lend 30bn euro.

Germany’s contribution has been set at 22.4bn euro, including 8.4bn euro this year.

Eurozone leaders will hold a special summit on Greece this Friday, where they are expected to give formal approval to the bail-out deal.

But Slovakia’s Prime Minister Robert Fico warned that “we can’t give Greece any loan before we see them doing their homework”.

Slovakia’s parliament is not likely to vote on the Slovak contribution – about 800m euro – until next month.

The European Commission insists that the bail-out cannot be blocked now. A Commission spokesman on economic affairs, Amadeu Altafaj, said “there is already a political decision by the Eurogroup to activate the mechanism” – a reference to the eurozone finance ministers’ agreement.

German Finance Minister Wolfgang Schaeuble had some tough words for Greece on Tuesday, saying “every three months, Greece’s government must give a comprehensive report to the European Commission and the IMF about how it is implementing its plan”.

“If there are any violations, payments will be stopped. Then Athens will once again be threatened with bankruptcy,” he warned.

In her speech to the Bundestag (lower house) Ms Merkel also called for an overhaul of the EU’s Growth and Stability Pact, which sets rules for member states’ budget deficits and debt. Greece’s budget crisis had highlighted the need for reform of the pact, she said.

She said countries “notorious” for breaching deficit targets should lose voting rights. The EU should also consider cutting their structural funds or agricultural subsidies in such cases, she said.

Presidente alemão do IV REICH demite-se após declaração certeira

O presidente alemão anunciou esta tarde a resignação ao cargo. A decisão tem efeitos imadiatos e surge na sequência de declarações polémicas sobre a participação militar da Alemanha no Afeganistão.

Horst Koehler insinuou durante uma visita ao território afegão que a presença das tropas germânicas no país tinha como propósito a defesa de interesses económicos.

“Lamento que os meus comentários tenham conduzido a um erro de interpretação sobre uma questão importante e difícil”, disse na hora da despedida.

Tais acusações “não têm qualquer justificação e representam uma falta de respeito pelo mais alto cargo do Estado”, afirmou Koehler.

Numa recente entrevista à emissora pública de rádio Deutschlandfunk, à margem de uma visita ao contingente militar alemão no Afeganistão, Koehler afirmou que as missões militares deveriam também servir os interesses da Alemanha, provocando uma vaga de protestos.

O presidente democrata cristão afirmou mais tarde que tinha sido “mal interpretado” e que as suas palavras não se tinham referido à missão militar no Afeganistão, mas sim, por exemplo, à participação da marinha alemã na defesa das rotas marítimas contra piratas na costa da Somália.

A chanceler Angela Merkel foi repetidamente instada, na semana passada, a comentar a polémica em torno das declarações do presidente, mas remeteu-se ao silêncio.

Koehler, candidato apresentado pelos democratas cristãos e liberais à presidência da República, foi eleito pela primeira vez em maio de 2004, de forma indirecta, na Assembleia Federal, e cinco anos mais tarde foi reeleito para um mandato de mais cinco anos, que devia terminar em 2014.

Na Alemanha, as funções do presidente são sobretudo representativas, mas cebe-lhe também dar posse ao governo ou aceitar a sua demissão, e promulgar as leis.
Koehler ocupava o cargo desde 2004 e foi reeleito no ano passado. Depois da II Grande Guerra, é a primeira vez que um presidente resigna ao cargo na Alemanha.

O IV Reich


guerra mundia

A Comissão Europeia pretende aprovar os orçamentos nacionais de cada país, antes de estes serem votados nos respectivos parlamentos.

Pretende a Comissão Europeia que os países só possam aprovar orçamentos a quem já tenha dado o seu “ámen”? Quem elege a Comissão Europeia? Quem lhe concede legitimidade? Porque devemos nós obediência a gente que nunca possuiu essa legitimidade? Como pode um país decidir do seu futuro se esse futuro é decidido num qualquer gabinete de Bruxelas sem a intervenção dos cidadãos desse país?
Não pretendo ser uma voz agoirenta, embora o estado das coisas e as lições da história se pareçam conjugar para que o futuro seja negro. As crises que atravessamos eram há muito previsíveis e não é credível que os responsáveis políticos e económicos de cada país e da União os não tivessem visto. O que se vê é que preferiram olhar para o lado em busca de mais riquezas e mordomias para hoje esquecendo o amanhã. Agora é uma “aí Jasus que desgraça que nos foi acontecer” e atiram com os problemas para cima de quem em nada é responsável pelo estado a que a economia chegou. Os responsáveis, a Banca e os grandes especuladores, esses nunca deixaram de ter lucros bilionários, as ajudas da União Europeia e dos Estados sem ninguém se importar com os défices criados. Esses continuam a passar ao lado das medidas anti-crise e a ganhar milhões todos os dias. Esta gente que se recusou a ver a crise quando ela era evidente parece também preferir não ler os sinais da história. A cada dia que passa, com a menor independência dos estados na resolução dos seus problemas, com as leis a chegarem dos burocratas “Bruxelianos” e a crise a criar miséria e desemprego todos os dias facilmente podemos encontrar paralelos na história, todos eles a acabar em guerras sangrentas e desnecessárias. Foi assim na crise de 1909 que culminou na primeira guerra mundial em 1914, na crise de 1929 que levou à segunda guerra em 1939 e temo que venha a acontecer de novo com a crise de 2009. Os sinais estão todos aí, as causas também. Só a consciência e a vontade de o evitar parecem arredados das cabeças pensantes do nosso mundo. Aproximam-se tempos negros e a pergunta que faço é se iremos ainda a tempo de os evitar?

KAOS

A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 9-15

Two thirds of Germans refuse “swine flu” jab

Almost one third, or 29 per cent of all Germans have said they will not “under any circumstances” take the “swine flu” jab and a further 33 per cent have said they most probably will not take it, according to a poll by Forsa in Germany.

Only 14 per cent said they would take the “swine flu” jab.

In the states of Bavaria and Baden Württemberg, the number of people who said they would take the toxic injection was under 10 per cent.

Inspite (– or maybe because –) of the growing opposition to the toxic WHO jab, the German government has announced it is buying even more “swine flu vaccine”, stocking up to reach 68 million doses, enough to “cover” 34 million Germans.

Hamburg (AP) Knapp zwei Drittel der Bundesbürger wollen sich nicht gegen Schweinegrippe impfen lassen. Das geht aus Umfrage des Forsa-Institutes unter 1.001 Personen im Auftrage der DAK hervor, die am Montag in Hamburg veröffentlicht wurde. Nach den Umfrageergebnissen wollten sich nur 14 Prozent «ganz sicher» impfen lassen. 29 Prozent wollen sich «auf keinen Fall» und 33 Prozent «wahrscheinlich nicht» impfen lassen. Wie die DAK-Forschung weiter mitteilte, ist die Ablehnung in Bayern und Baden-Württemberg besonders hoch, hier wolle nicht einmal ein Zehntel der Bevölkerung eine Impfung.

Agricultores alemães exigem ajudas como as dadas aos bancos

“Banqueiros tiveram chapéu protector, agricultores têm buraco financeiro”, lia-se nos cartazes que os agricultores empunhavam em Frankfurt.

Milhares de agricultores alemães manifestaram-se contra a queda de preços dos produtos agrícolas e para exigir ao governo de Angela Merkel ajudas financeiras semelhantes às concedidas à banca e à indústria.

foto THOMAS LOHNES/AFP
Agricultores alemães exigem ajudas como as dadas aos bancos
Agricultores alemães exigem apoios

Os agricultores desfilaram pelo bairro dos bancos da Eça financeira alemã, e o presidente da respectiva confederação, Gerd Sonnleitner, fez-se fotografar junto ao edifício da Bolsa de Frankfurt com um porco vivo que tinha no lombo a inscrição “Banken haben Schwein gehabt” (os bancos tiveram porco, que na gíria alemã significa tiveram sorte).

Nos cartazes que os agricultores empunhavam, lia-se também “Banqueiros tiveram chapéu protector, agricultores têm buraco financeiro”, ou ainda “exigimos preços justos por trabalho duro”.

Tal como já havia feito em idêntica manifestação em Berlim, na segunda-feira, Sonnleitner afirmou que os agricultores alemães “precisam tanto de um pacote conjuntural, como outros profissionais ou como a indústria automobilística”.

Num comício eleitoral dos democratas-cristãos, na quinta-feira à noite, em Mainz, a chanceler Angela Merkel apelou aos consumidores para se solidarizarem com os agricultores.

“Não é possível que a águia mineral seja mais barata do que o leite”, observou a chanceler, que hoje à tarde receberá uma delegação de produtoras de leite, depois de estas terem feito uma vigília e uma greve de fome, diante da Chancelaria Federal, em Berlim, na semana passada.

A ministra da Agricultura, Ilse Aigner, anunciou na segunda-feira que o governo irá abrir linhas de crédito bonificado para os agricultores, e interceder junto de Bruxelas para que as ajudas directas que estes têm a receber no fim do ano sejam pagas antecipadamente.

Fonte: J.N.

Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 10

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

obama-brainThe Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

http://www.prisionplanet.com
http://www.infowars.com

Publicado por deusmihifortis

Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 9

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

The Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

http://www.prisionplanet.com
http://www.infowars.com

Publicado por deusmihifortis

Zeitgeist Addendum (Legendado) 12/12

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora

História e Génese da Canção dos Alemães

Tradução:

A Canção dos Alemães

I

Alemanha, Alemanha acima de tudo,
Acima de tudo no mundo,
Quando sempre, na defesa e proteção,
Se mostra unida como irmãos.
Do Maas ao Memel,
Do Etsch ao Pequeno Belt,
Alemanha, Alemanha, acima de tudo,
Acima de tudo no mundo!

II

Mulheres alemãs, alemã fidelidade,
O vinho e os cânticos da Alemanha
Deverão continuar a ser no mundo
Estimados pela sua beleza e som,
Inspirando-nos a um ânimo nobre
Todos os dias da nossa vida.
Mulheres alemãs, alemã fidelidade,
Vinho e cânticos da Alemanha!

III

Unidade e Justiça e Liberdade
Para a Pátria Alemã!
Procuremos, irmanados,
Aalcançá-las com afã!
Unidade e Justiça e Liberdade
São o penhor da felicidade.
Floresce, no esplendor desta felicidade,
Floresce, ó Pátria Alemã!

Música: Franz Josef Haydn (1732-1809)


Letra: August Heinrich Hoffmann von Fallersleben (1798-1874)


1. A história atribulada da Canção dos Alemães
2. Génese da letra e da melodia
3. A Canção dos Alemães e o seu caminho para hino nacional
1. A história atribulada da Canção dos Alemães
O hino é um cântico solene. Antigamente cabia ao hino nacional venerar sobretudo o respectivo regente no poder – isto pelo menos no século XVIII, quando os primeiros hinos nacionais se tornaram moda. Mais tarde, a maioria dos hinos ainda hoje usados se estabeleceu na sequência de levantes revolucionários ou batalhas de libertação nacional, como aconteceu em França, Polónia e nos EUA. De acordo com isto, a sua força simbólica era grande para os
habitantes dos respectivos Estados. De modo que esses cânticos populares simbolizam, até à data, uma tradição nacional sem rupturas e confiante em si.
Era diferente a situação na Alemanha após o fim da última guerra mundial: A Lei Fundamental da República Federal da Alemanha de 1949 não estableceu um hino nacional.
Embora a intenção tivesse sido totalmente outra na hora do nascimento do hino, trechos da Canção dos Alemães, até então usada, que evocavam uma “Alemanha acima de tudo” – – 2 – situada entre os rios Maas, Memel, Etsch e Belt – não teriam tido mais cabimento no hino nacional alemão.
2. Génese da letra e da melodia
O poeta August Heinrich Hoffmann von Fallersleben (1798-1874) era catedrático de literatura. Como democrata radical e partidário dos assim chamados “Freisinnige” (livrespensadores), movimento precursor do liberalismo na Alemanha, acabou perdendo em 1842 , sobretudo por causa das suas manifestações nas “Canções Apolíticas”, a cátedra de ciências literárias e linguísticas na Universidade Silesiana Frederico Guilherme de Breslau.
Fez os versos da Canção dos Alemães durante suas férias de Verão no mês de Agosto de 1841 na Ilha de Helgoland, na altura ainda pertencente à Inglaterra. Pouco depois, em 4 de Setembro do mesmo ano, o editor Friedrich Campe publicou em Hamburgo a primeira versão impressa. A melodia era adotada do hino “Gott erhalte Franz, den Kaiser, unsern guten Kaiser Franz!” (Deus salve Francisco, o Imperador, nosso bom Imperador Francisco!) de Josef
Haydn.
Por conseguinte, o hino nacional alemão também remonta, quanto à sua melodia, ao louvor a um monarca. Haydn (1732-1809) compôs a trova em 1796. No dia 12 de Fevereiro de 1797, a canção teve a sua estreia por ocasião do aniversário do regente austríaco Francisco II e passou a ser chamada de “Hino Imperial”.
Mais tarde, Haydn aproveitou a melodia do “Hino Imperial” na composição do segundo movimento (de variações) do quarteto de cordas op. 76, no 3. Em alusão à melodia em que se inspira, este quarteto tornou-se conhecido como “Quarteto Imperial”.
Hoffmann von Fallersleben visava com os seus versos a unidade da nação alemã, que naquele tempo parecia mera utopia. Pois o território, onde predominava a língua alemã, se compunha desde 1815 de 39 Estados individuais (um império, cinco reinos, um principado eleitor, sete grão-ducados, dez ducados, onze principados e quatro cidades independentes da autoridade do império), que se tinham juntado na Confederação Germânica, por ocasião do Congresso de Viena. Não havia chefe de Estado comum, nem administração ou legislação uniformes, não
havia união económica e aduaneira e tampouco um exército comum.
– 3 –
Por isso, sobretudo intelectuais críticos reivindicavam publicamente a superação da existência de muitos Estados pequenos e da prepotência dos príncipes e a fundação de um Estado nacional alemão.
A canção foi, pela primeira vez, entoada em público no dia 5 de Outubro de 1841, por ocasião duma marcha luminosa em Hamburgo.
3. A Canção dos Alemães e o seu caminho para hino nacional Mesmo assim, a verdadeira popularização da canção “Alemanha, Alemanha acima de tudo” ainda demorou até à fundação do Império germânico por Bismarck em 1871. Não chegou logo a alcançar a categoria de hino nacional. Na altura, a canção “Die Wacht am Rhein” (A Guarda
no Reno) foi substituída pelo hino “Heil Dir im Siegerkranz, Herrscher des Vaterlands!” (Salve, ó Senhor da Pátria, coroado de louros!). Além do mais, já naquele tempo, não faltava quem criticasse que a primeira estrofe extrapolava os limites. Pois o Rio Maas (“Meuse” – em francês) atravessava na sua maior parte a França e a Bélgica e o Rio Etsch (“Adige” em italiano) a Itália. O Rio Belt era parte da Dinamarca e o Memel é hoje um rio lituano.
A Canção dos Alemães foi cantada oficialmente pela primeira vez em 1890, por ocasião da devolução de Helgoland à Alemanha em troca da ilha africana de Zanzibar.
No dia 11 de Agosto de 1922, precisamente 81 anos após o nascimento do hino, o primeiro Governo social-democrata elevou a Canção dos Alemães à categoria de hino nacional, porém, sem usar o próprio termo hino nacional. Friedrich Ebert, o Presidente do Reich Alemão deu a seguinte justificação no âmbito dum discurso comemorativo: “Unidade e Justiça e Liberdade!
Este trítono dos versos do poeta deu, em tempos de desunião e opressão internas, expressão ao ardente desejo de todos os alemães; deverá agora acompanhar o nosso árduo caminho para um futuro melhor…” Na República de Weimar, acrescentou-se, por pouco tempo, uma quarta estrofe a essa canção, que logo iria cair em esquecimento.
Parece amarga ironia da história terem sido justamente os social-democratas que forneceram a Hitler um hino de Estado cuja primeira estrofe iria ser tão nefastamente abusada. Poucas semanas após a tomada do poder, a liderança nacional-socialista fundiu o hino com uma canção de luta da SA. A partir daí ouvia-se sempre, em circunstâncias oficiais, após a primeira estrofe da Canção dos Alemães (as duas restantes tinham sido proibidas), o “Horst-Wessel-
Lied”.
– 4 –
Com a queda do Reich, a Canção dos Alemães também foi posta no índex. Os aliados proibiram o cantar do hino sob pena de multa. Voltou a ser entoado ilegalmente, pela primeira vez, em 1948 por ocasião dum comício do partido “Deutsche Reichspartei” em Wolfsburg.
Pelos vistos, tanto os políticos como as forças de ocupação tinham subestimado a necessidade de perseverança dos alemães neste caso, segundo confessou mais tarde Theodor Heuss, primeiro Presidente da República Federal da Alemanha. Por isso, deputados de vários partidos fizeram uma moção, logo após a fundação da República Federal da Alemanha, no sentido de que todas as três estrofes fossem declaradas parte integrante do hino nacional.
Heuss, porém, queria visibilizar o recomeço democrático com a introdução dum novo hino.
De modo que, num primeiro passo, substituíu, no mês de Agosto de 1950, a Canção dos Alemães pela melodia “Ich hab’ mich ergeben” (Entreguei-me), incumbindo, ao mesmo tempo, o poeta Rudolf Alexander Schröder e o compositor Carl Orff da missão de criarem um novo hino para os alemães. Orff recusou e Herman Reutter o substituíu na tarefa, compondo o novo hino nacional “Land des Glaubens, deutsches Land” (Terra da fé, terra alemã). A estreia
foi no reveillon de 1950. Mas não houve ressonância no povo, a obra não teve aceitação. E pior ainda: Numa sondagem de opinião, no Outono de 1951, três entre quatro alemães ocidentais se pronunciaram a favor da manutenção da Canção dos Alemães como hino nacional. Quase um terço dos entrevistados que eram a favor pleiteou que futuramente a terceira estrofe fosse cantada no lugar da primeira. Assim mesmo, a proibição integral da Canção dos Alemães pelos aliados ainda se mantinha.
O Chanceler Federal Konrad Adenauer sentiu-o n a própria pele, já no mês de Abril, quando, ao entoar de forma demonstrativa o hino antigo no Parlamento, causou logo um escândalo político. Mesmo quando grande parte dos deputados, que, emocionados, tinham justado a voz ao canto colectivo, chegaram à terceira estrofe, os Altos Comissários das potências vendedoras, sobressaltados, manifestaram o seu desagrado. Na altura, outros povos ainda
associavam com essa melodia excessivamente a sanha xenófoba e hegemónica dos nacionalsocialistas.
Porém, nas comemorações dos seus 75 anos, Adenauer tentou, no início do ano de 1951, mover os circunstantes na escadaria dos paços do conselho de Bonn a entoar com ele a terceira estrofe do hino. Na ocasião, a banda de música ainda lhe estragou a festa – pois o hino antigo não constava do seu repertório. Assim mesmo, o Chanceler acabou impondo a sua vontade. Pois o congresso do partido da União Democrata-Cristã (CDU) em Karlsruhe, em Outubro de 1951, aprovou unanimemente a moção de solicitar ao Presidente Federal Heuss que levantasse o banimento da Canção dos Alemães. Ao menos a terceira estrofe deveria – 5 – futuramente poder retomar a tradição alemã. Também num boletim do Governo Federal, Adenauer observou pouco depois que não havia nenhuma outra canção tão arraigada nos corações dos alemães como essa.
No mês de Maio, ele finalmente conseguiu impor a sua vontade após troca de correspondência com Heuss: Em actos oficiais voltaria a ser cantada a terceira estrofe da canção de Hoffmann von Fallersleben. A questão de saber se era apenas a terceira estrofe ou toda a canção dos Alemães que assim se elevava novamente à condição de hino nacional seria assunto de discussão entre os juristas ao longo dos 38 anos seguintes – sem resultado. Só em Março de 1990, os juízes do Tribunal Constitucional Federal sentenciaram que apenas a terceira estrofe estava “protegida pelo direito penal”.
Significa que ainda falta uma lei formal sobre o hino nacional da República Federal da Alemanha. Foi o então Presidente Federal Richard von Weizsäcker que acordou, no mês de Novembro de 1991, numa troca de cartas com o Chanceler Kohl – analogamente à correspondência histórica entre Heuss e Adenauer de há 40 anos atrás – que a terceira estrofe da Canção dos Alemães seria declarada hino da República reunificiada.

* resposta, auto retratamento meu ao post  do Bandeira Negra.