A SERVIDÃO MODERNA (2009)

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‘Valores socialistas foram totalmente renegados por José Sócrates’, acusa Pureza

O líder da bancada parlamentar do BE, José Manuel Pureza, afirmou hoje que os «valores socialistas foram totalmente renegados pela direcção política de Sócrates» e que «Passos Coelho cada vez que fala do programa do PSD pede imediatamente desculpa».

Na sua primeira aparição na campanha nacional do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, cabeça de lista por Coimbra, condenou a «campanha de nevoeiro» dos grandes partidos, «que acima de tudo procura envolver em névoa a falta de referência aos programas dos partidos».

«Passos Coelho, de cada vez que fala do programa do PSD, pede imediatamente desculpa. Tem sido assim invariavelmente», condenou, referindo-se às prestações sociais para «malandros» e à questão do aborto.

Segundo Pureza, que falava num comício em Santarém, o «Eng. José Sócrates a única coisa que sabe dizer sobre as propostas do Partido Socialista é que está chocado com as propostas do PSD».

«O nevoeiro vai abrir mas sabemos que o que vem a seguir é uma enorme tempestade», disse.

Considerando que «esta campanha eleitoral é sobre calotes e credores», o líder da bancada parlamentar do BE defendeu que o «BPN é o grande calote que nós temos diante de nós».

«Temos que falar com todos os socialistas que estão profundamente desapontados e indignados com um Partido Socialista que está mais à direita do que nunca na sua história, para quem a cultura socialista, os valores socialistas foram totalmente renegados pela direcção política de José Sócrates», enfatizou.

Também o cabeça de lista por Santarém, José Gusmão, afirmou que pedir um empréstimo sabendo que não se pode pagar, «isso sim é comportamento de caloteiro, aquele que tem PS, PSD e CDS».

No almoço no Entroncamento, José Gusmão tinha deixado uma crítica ao facto de Fábio Coentrão ter estado hoje em campanha com José Sócrates, nas Caxinas.

«O PS, a única forma que tem de introduzir alguma coisa de esquerda nesta campanha, é chamando Fábio Coentrão», disse, com tom irónico já que o jogador do Benfica é lateral esquerdo.

Banco do Vaticano suspeito de lavagem de dinheiro

O Banco do Vaticano está a ser investigado por alegado envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro, tal como outros dez bancos italianos.

A notícia avançada esta terça-feira pelo jornal La ‘Repubblica’ refere que as entidades investigadas são o Instituto das Obras Religiosas (IOR), nome pelo qual é vulgarmente conhecido o banco oficial do Vaticano, e dez bancos italianos, entre eles estão um grupo bancário com liderança no mercado italiano, Intesa Sanpaolo, e a Unicredit, um dos maiores conglomerados bancários da Europa.

Os investigadores suspeitam que as pessoas com residência fiscal em Itália, usam o IOR para esconder crimes como fraude e evasão fiscal. Foram descobertas transacções em dois anos, no valor de 180 milhões de euros, numa das contas a cargo da IOR.

O IOR, responsável pelas contas bancárias das ordens religiosas e associações católicas, já esteve o seu nome envolvido em escândalos anteriormente, por ligações à máfia e ao terrorismo político.

Uma Mina de Pedófilos….São às carradas….Vergonha!

“Quando ainda não era bispo e também durante algum tempo depois de ser, abusei sexualmente de um jovem da minha entourage próxima. A vítima ainda está marcada”, disse o monsenhor Vangheluwe numa carta lida por um responsável da Igreja Católica belga numa conferência de imprensa.

“Isto será muito doloroso para a comunidade católica da Bélgica, estamos conscientes da crise de confiança que isso vai provocar junto de muitas pessoas”, afirmou na conferência de imprensa o chefe da Igreja belga, monsenhor André-Joseph Léonard.

Com esta decisão, a Igreja belga quer “virar a página em comparação com uma época não muito longínqua, na Igreja e fora dela, onde se preferia o silêncio”, acrescentou o primado da Bélgica.

Este caso não tinha sido denunciado publicamente e era desconhecido até esta confissão de Roger Vangheluwe. A Igreja tinha pedido a todos os envolvidos em abusos que se apresentasse à justiça e às vítimas que fizessem queixa.

O Vaticano anunciou já que o Papa Bento XVI aceitou a demissão do bispo de Bruges.

Irmão de Papa Bento XVI: Escândalo de pedofilia envolve família Ratzinger

O último escândalo de pedofilia na Alemanha envolve um apelido conhecido em todo o Mundo: Ratzinger. O irmão de Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI) era director musical de um colégio interno de Ratisbona, no qual várias crianças foram vítimas de abusos sexuais entre 1958 e 1973. Casos conhecidos agora, mas já prescritos judicialmente.
Os abusos a menores no Coro da Catedral de Ratisbona, uma das escolas mais prestigiadas do país, foram confirmados por Clemens Neck, porta-voz do bispado da cidade. A Conferência Episcopal alemã condenou o escândalo e pediu perdão a todas as vítimas.

Os responsáveis pelos abusos seriam membros da direcção, alguns condenados a penas de prisão.

Precisamente nessa altura, um dos directores musicais do colégio foi Georg Ratzinger, agora com 86 anos, que ocupou o cargo entre 1964 e 1994. Esta sexta-feira, em declarações a uma rádio alemã, o irmão do Papa Bento XVI afirmou que nunca teve conhecimento dos casos na escola.

“Número 2” do Vaticano tentou abafar escândalo de abuso a 200 crianças surdas

Documentos divulgados hoje pelo semanário alemão Die Zeit indicam que foi o atual “número dois” do Vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone, que tentou abafar o escândalo de um padre acusado de abusar de mais de 200 crianças surdas.

O jornal alemão, que reproduz documentos do Vaticano, identifica o atual secretário de Estado da Santa Sé e amigo pessoal do Papa Bento XVI como a pessoa que desempenhou o papel chave na travagem do esclarecimento daquele escândalo, o que diverge dos documentos divulgados pelo jornal norte-americano The New York Times.

Por ocasião de uma reunião de crise convocada em 1998 no Vaticano, devido ao caso do padre Murphy, acusado de ter abusado de mais de 200 crianças surdas numa escola do estado do Wisconsin, no Norte dos Estados Unidos da América, Bertone levantou numerosos obstáculos à “eventualidade de um processo” no seio da Igreja, segundo a ata da sessão.

Em particular, destacou a “dificuldade imanente do processo no caso de tal crime, que deve ser tratado no segredo mais absoluto”, ainda segundo este documento.

Para o cardeal, também seria difícil arranjar testemunhos e obter provas “sem alargar o escândalo”.

Acrescentou ainda que “os direitos extensos da defesa” em vigor nos EUA e “as dificuldades que poderiam resultar do processo” seriam problemáticos.

Pretendeu, assim, “evitar um escândalo ao seu chefe”, o cardeal Ratzinger, que dirigia então a Congregação para a Doutrina da Fé, o que fez entre 1981 e 2005, adianta o Die Zeit.

Os documentos obtidos pelo The New York Times indicam outra versão: a de que o atual Papa Bento XVI cobriu as ações do padre Lawrence C. Murphy, acusado de ter abusado de 200 crianças surdas de uma escola de Milwaukee, onde trabalhou de 1950 a 1974.

Estes textos, mantidos secretos durante muito tempo, mencionam uma correspondência em 1996 entre o padre Murphy e o cardeal Joseph Ratzinger, com este ainda a ser alertado para o caso pelo arcebispo do Wisconsin, que lhe teria escrito duas cartas a esse respeito.

Um processo contra o padre Murphy à porta fechada, em tribunal eclesiástico, foi evitado depois de uma carta deste ao cardeal Ratzinger a pedir-lhe que não o fizesse, segundo o diário nova-iorquino.

O Vaticano defendeu a ação do atual Papa Bento XVI, sublinhando que só fora informado muito tarde, quando o padre Murphy estava velho e doente.

SIC NOTÍCIAS

Vaticano: três mil acusações de pedofilia contra padres entre 2001 e 2010

Cerca de 3000 acusações de pedofilia contra padres foram tratadas pela justiça do Vaticano entre 2001 e 2010 por casos ocorridos nos últimos 50 anos, indicou hoje um responsável do Vaticano.

“De 2001 a 2010”, houve “cerca de 3000 acusações contra padres diocesanos ou religiosos por crimes cometidos nos últimos 50 anos”, declarou monsenhor Charles J. Scicluna do Ministério Público do Tribunal da Congregação para a Doutrina da Fé numa entrevista ao Avvenire, jornal da Conferência Episcopal italiana.

“Cerca de 60 por cento dos casos referem-se a atos de ‘efebofilia’, ou seja, atração física entre adolescentes do mesmo sexo, 30 por cento a relações heterossexuais e os restantes 10 por cento a verdadeira pedofilia, ou seja, uma atração sexual por rapazes impúberes”, refere o prelado.

Para Scicluna, “em nove anos, os casos de padres acusados de pedofilia são, portanto, cerca de 300”. “Demasiados, é certo, mas é necessário constatar que o fenómeno não está espalhado como se quer fazer crer”, adianta, recordando que há cerca de “400 mil padres diocesanos e religiosos” em todo o mundo.

Em 10 por cento das denúncias, “casos particularmente graves com provas indubitáveis”, os culpados foram reduzidos ao estado laico, ou seja, não podem mais dar sacramentos, precisou.

Na mesma proporção, são os próprios padres que pediram para ser libertados dos seus deveres sacerdotais.

Na muito grande maioria dos casos (60 por cento), “principalmente por causa da idade avançada dos acusados, não se inicia qualquer processo, mas são tomadas medidas disciplinares” como a “da interdição de celebrar a missa em público e de confessar, ou a da obrigação de levar uma vida retirada e de penitência”, explica Scicluna.

Para os restantes 20 por cento, “o processo penal ou administrativo” realizou-se “na diocese de competência”.

A maioria das denúncias emana dos Estados Unidos, “cerca de 80 por cento dos casos entre 2003 e 2004”, uma proporção que caiu para “25 por cento dos 223 novos dossiers provenientes do mundo inteiro” em 2009.

Entre 2007 e 2009, “a média anual dos casos assinalados foi de 250”, sublinha Scicluna, acrescentando que muitos países “apenas assinalaram um ou dois casos, apesar de estar a aumentar o número de países”.

O Diabo anda à solta no Vaticano

Aos 85 anos, o padre Gabriele Amorth já lidou com 70 mil pessoas possuídas pelo demónio. Ele é o principal exorcista da Santa Sé e acaba de lançar um livro que faz jus a uma carreira: “Memórias de um Exorcista”.
E, para Amorth, não há dúvidas de que os recentes escândalos de abuso sexual de menores em instiuições da Igreja são obra de Belzebu.
“O Diabo está a trabalhar dentro do Vaticano”, diz o padre Amorth em entrevista ao La Repubblica. Para o padre, as influências satânicas estão espalhadas por todo o Vaticano e são bastante óbvias nos episódios de luta pelo poder interno na igreja, entre  “cardeais que não acreditam em Jesus e bispos que estão ligados ao demónio.”
A “cobertura”  da morte de Alois Estermann, o comandante da Guarda Suíça, em 1998, e do guarda Cedric Tornay, encontrado morto de forma misteriosa, é, na opinião de Amorth mais um exemplo de como o diabo vive e trabalha no Vaticano.

Pedofilia no coro do irmão do Papa

Alemanha: Abusos sexuais denunciados por antigo corista de Ratisbona

Os escândalos sexuais envolvendo a Igreja Católica alemã não param de crescer. As últimas revelações dão conta de abusos sobre menores do coro da diocese de Ratisbona (ou Regensburg), dirigido durante trinta anos por Georg Ratzinger, irmão do Papa Bento XVI.

Três antigos membro desse coro afirmam ter sido abusados e espancados nos anos de 1960. Os casos de pedofilia foram confirmados por Clemens Neck, porta–voz da diocese da cidade onde o Papa ensinou teologia de 1969 a 1977. Neck frisou que não há queixas actuais, e ainda que todos os casos conhecidos tiveram lugar antes da entrada em funções do irmão do Papa como director musical da Catedral de Ratisbona, em 1964.

Mas esta informação contraria uma outra avançada pela diocese, quando confirmou ter contratado um advogado para fazer a “clarificação sistemática” das queixas de abusos sexuais entre 1958 e 1973.

Alegadamente, os responsáveis pelo assédio aos meninos do coro, entretanto falecidos, foram descobertos e afastados de funções. Um deles terá sido condenado a dois anos de cadeia em 1958, tendo o outro sacerdote passado 11 meses na prisão, em 1971.

Georg Ratzinger, de 86 anos, declarou ontem à rádio da Baviera que durante os seus anos de chefia do coro não teve conhecimento de quaisquer abusos. O Vaticano, por seu lado, recusou para já comentar o caso. Fonte da Santa Sé adiantou que os bispos alemães têm encontro marcado com o Papa Bento XVI no dia 12, em Roma.

CORISTA DESPEDIDO POR CHEFIAR REDE DE PROSTITUIÇÃO NO VATICANO

O Vaticano despediu o corista nigeriano Chinedu Thomas Ehim, de 40 anos, depois de descobrir que chefiava uma rede de prostituição masculina na Santa Sé envolvendo seminaristas e imigrantes clandestinos. Ehim foi apanhado em escutas a Angelo Balducci, responsável das Obras Públicas do Vaticano,já afastado por envolvimento num escândalo de corrupção.

Em algumas escutas, Ehim descreve a Balducci as características dos prostitutos. Numa delas, o cliente pergunta ao corista, a propósito de um deles: “A que horas tem de voltar para o seminário?”

MAIS DADOS

INVESTIGAÇÃO EM ETTAL

O colégio do Mosteiro beneditino de Ettal, na Baviera, anunciou que o Vaticano vai enviar um inspector para investigar denúncias de abusos feitas por vinte alunos da instituição.

PEDIDO DE DESCULPAS

A Conferência Episcopal alemã condenou os abusos nos anos60 e 70 em colégios católicose pediu perdão às vítimas.

Escândalo sexual abala Vaticano

Um dos assessores de elite do Vaticano foi afastado do cargo nesta semana devido ao alegado envolvimento num escândalo sexual. A polícia gravou um telefonema de Angelo Balducci no qual este requisitava serviços de prostituição homossexual a um dos elementos do coro do Vaticano, Thomas Ehiem, que também foi suspenso.

A situação foi descoberta por acaso, uma vez que o telefone de Balducci estava a ser escutado a propósito de uma investigação de corrupção que nada tinha a ver com o Vaticano. O caso teve forte eco na imprensa italiana, que afirma que o Papa Bento XVI já tem conhecimento da situação.

Balducci tinha um cargo de responsabilidade no Vaticano. Era ele que acompanhava, por exemplo, os chefes de Estado.

Recusemos a servidão

Não chegávamos a um milhão quando fomos ao mar. Metemo-nos numas “cascas de noz” e enfrentámos o medo e a superstição. Há qualquer coisa de inimaginável nesta epopeia. Lemos os cronistas, os historiadores e abrimos a boca de espanto. De então até cá fomos, gradualmente, perdendo a altanaria e tombámos na submissão. Pêro Vaz de Caminha tinha 63 anos, idade impressionante para a época, quando escreveu esse magno tratado de jornalismo, “Novas do Achamento ou Carta a Dom Manuel, o Primeiro”, que todo o aprendiz de repórter devia ser obrigado a ler. A prosa é fresca como uma alface. Rica em pormenores, fornece-nos a dimensão do humano e a grandeza que emerge quando descobrimos o que nos liga ao “outro.”

Entregávamo-nos à erudição dos sábios, à sabedoria dos capitães-de-mar, à ilustração dos pilotos. E, não aparecesse o Diabo a tecê-las, nas mãos de Deus, embora não fôssemos um povo muito temente. Éramos mais de desafios e de pancadaria. Até nisso o Camões é exemplar: soldado, poeta e brigão. A Inquisição veio dar cabo dessa genuinidade. Muitos de então preferiram a aventura do imprevisível ao olho agudo dos inquisidores. Ficar, amar pretas, amarelas, castanhas ou escarlates, criar num leito de nações a medida do respeito humano – isso é nosso, pertence-nos. Entre o sangue e a violência, colonizar é estuprar mas é, também, moldar com o barro e as puas do mato a cubata familiar.

Orgulho-me de pertencer a esta estirpe. E, quando as evidências da actualidade fazem renascer a minha nefasta melancolia, vou aos livros. Que povo assombroso era este que, mesmo com as labaredas de Dom João III atrás de si, enfrentou as forças terríveis de uma Igreja sem complacência, inclemente e feroz, e desenhou novos meridianos e abriu outros horizontes à insaciável ânsia de saber!

Que nos aconteceu para chegarmos a isto? O medo, o medo começou devagar, cercou-nos, larvarmente, avantajou-se, fez-se parte integrante do nosso modo de ser. Ainda nos não libertámos da ameaça latente. Os três séculos de Inquisição deixaram nódoas. O conceito de liberdade nunca foi apanágio de uma Igreja cumpliciada com o fascismo. E ela não podia dizer-se ignorante do que se passava. O que se passava era o cárcere, a tortura, o assassínio político, a desgraça em milhares de famílias, o decepamento da inteligência portuguesa, o exílio e a deportação dos melhores portugueses. As vozes recalcitrantes da própria Igreja foram caladas pelos bispos. É uma história medonha, cheia de sombras e de inquietantes crimes.

A crítica à igreja do salazarismo nunca foi feita. Nem a sua conivência com o capitalismo mais selvagem foi analisada à luz dos próprios tempos da conivência. O que acontece hoje, em todos os sectores da sociedade portuguesa, resulta dessa ausência de estudo e de apreciação. O medo nunca foi extirpado, o medo nunca foi seriamente removido. O medo alimenta a superstição religiosa, e sustenta a autoridade dos mitos sobre a razão. Não falo de fé. Isso é outra coisa e pertence aos domínios mais íntimos de cada um. Escrevo sobre os malefícios da crendice, que não só conduzem a cenas e propósitos deploráveis como representam uma técnica de servidão.

O cinquentenário da inauguração do Cristo-Rei, o Cristo da Outra Banda como lhe chama o povo, foi a demonstração, muitíssimo bem organizada, de um exagero que se pretende corresponder aos desejos populares. Foram utilizados, de novo, os meneios do medo, em horas de aflição popular. O recurso ao transcendente (no mais execrável sentido da palavra) transformou massas humanas desesperadas pelo desemprego, pela carência de perspectivas, pela fome e pela miséria, numa robotização infame.

O dinheiro que se gastou, em nome não se sabe bem de quê, a extrema manipulação das almas, as manigâncias do fanatismo não ajudam a reimaginar a política nem a reanimar a solidariedade – como pretende D. José Policarpo. Enfrentar e combater a espessa ameaça que persegue e domina os mais pobres não se faz com rezas nem com desfiles medievais. Os bispos sabem-no bem. A insistência nesses métodos é perversa: pode dar a ilusão momentânea de uma realidade aparente, mas não é nunca solução dos problemas.

A Igreja, em consciência, pode aceitar a ilusória legitimidade de um acto manuseado e controlador? As horas e horas seguida e extremamente maçadoras que a RTP (sobretudo) atribuiu às comemorações, foram um descalabro. Nem um comentário crítico, nem a mais leve análise histórica: tudo constituindo a representação da subserviência mais sabuja. É por estas e por outras que a democracia portuguesa, em trinta e cinco módicos anos de existência, é a mais conservadora, a mais retrógrada e, até, a mais reaccionária da Europa. E a mais frágil e ameaçada.

O medo exprime-se e faz-se representar das formas e dos modos mais diversos. E tende a ocupar todo o espaço de definição política, cultural e moral da nação. É um fenómeno conhecido de fragmentação social, que não conjuga nenhuma ordem de progresso, e serve de domínio, quase absoluto, de uma classe sobre outra. Temos de nos cuidar, se não quisermos pertencer à mais vil das servidões
Baptista Bastos J.Neg.

História das sociedades secretas Illuminati vs Vaticano 1-2

Esta série  fala das sociedades secretas, iluminatti e Templários, e das tentativas para acabar com a Igreja Católica. Como nos sucessivos atentados contras os diversos Papas. Muito interessante, com videos da extinta KGB comprados no mercado negro da Rússia eles mostram como isso é real.


Zeitgeist Addendum (Legendado) 12/12

Publicado por lucask8nunes

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Site do Zeitgeist Moviment:
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A Revolução é Agora

Zeitgeist Addendum (Legendado) 11/12

Publicado por lucask8nunes

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A Revolução é Agora

Os bilderbergers sempre estiveram a favor de extremo liberalismo.

taxil_il1(…) Para além do que já disse, outro dos items de Stresa esteve relacionado com a “liberalização dos mercados mundiais”. Os bilderbergers sempre estiveram a favor de extremo liberalismo. Estamos a chegar a um nível profundo de liberalismo com tendência a ser restaurado em máxima força nas suas crenças e credo. Historicamente, o liberalismo sempre reivindicou três liberdades: liberdade de mão de obra. Isso não significa que os trabalhadores serão livres, mas que o povo será livre de se mover de um país para o outro, uma região para outra. Para os bilderbergers isso é muito importante. Significa que os patrões terão um livre acesso a uma grande massa de mão-de-obra. Quanto mais global for, melhor. Liberdade de solo: significando que o solo é tão importante como qualquer outra mercadoria. Liberdade de moeda. Em que o dinheiro também é uma mercadoria como qualquer outra. Recordo que a primeira vaga de liberalismo desvaneceu-se entre 1920-1930, após ter feitos muitos estragos nas sociedades americanas e europeias. O seu sistema afirmava que se tudo for livre e as empresas não efectuarem cartéis ou monopólios, com nenhum trabalhador a pertencer às centrais sindicais, o sistema irá enriquecer toda a gente. Isto é uma perfeita utopia, mas baseados nas obras de economistas laureados com o Prémio Nobel da Economia, bem como desenvolvimentos matemáticos, isto parece aos seus olhos verdade. O Sistema exige que cada país do mundo seja incluído, e que cada indivíduo seja eficaz. É por isto que o liberalismo e a globalização trabalham tão bem juntos. Como é por isto que existe o Grupo Bilderberg. ( Daniel Estolin ). (…)

. Aceitam-se comparações com algumas das bandeiras fracturantes da nossa modernidade revolucionária e com as suas agendas culturais.

Adendas: .

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1364491&idCanal=57 .

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1364489&idCanal=57 .

In Bandeira Negra

BRAS denuncia Clube Bilderberg em Portugal:forçar as escolas públicas à estupidificação dos alunos oriundos de meios desfavorecidos

Steven Kenny

O SEMANÁRIO publica, em exclusivo, a lista de todos os portugueses que já estiveram em reuniões de Bilderberg, um clube que é considerado uma espécie de governo-sombra a nível mundial. Uma das principais tarefas dos jornalistas que investigam o clube é não só saber quem participa nas reuniões mas, sobretudo, acompanhar o seu percurso nos tempos seguintes. Quase todos, ascendem a altos postos. Na reunião que teve lugar de 3 a 6 de Junho, em Stresa, em Milão, Santana Lopes e José Sócrates estiveram presentes, juntamente com Pinto Balsemão. Curiosamente, Santana seria primeiro-ministro dois meses depois e nem passaria um ano para José Sócrates chefiar o Governo. Outros três intervenientes na crise política de 2004, o Presidente da República, Jorge Sampaio, Durão Barroso, então primeiro-ministro, e Ferro Rodrigues, então líder do PS, também estiveram em reuniões de Bilderberg. Sampaio esteve presente em 1999, na reunião
de Sintra. Durão é um velho conhecido de Bilderberg, tendo estado presente em 1994, 2003 e já este ano, na Alemanha, na qualidade de presidente da Comissão Europeia. Já Ferro esteve presente na reunião de 2003.

Francisco Pinto Balsemão É um membro permanente do Clube de Bilderberg desde 1988, tendo participado em quase todas as reuniões anuais desde essa data. Pertence mesmo ao comité restrito, denominado “Steering”. É ele quem tem convidado muitas personalidades portuguesas a estarem presentes no clube. Em 1988, Pinto Balsemão tinha abandonado o cargo de primeiro-ministro há 5 anos e estava dedicado aos seus negócios, mantendo também o “Expresso”. Anos depois abriria a SIC, aproveitando a liberalização da televisão feita pelo governo de Cavaco Silva. O processo conturbado, com divisões no próprio Conselho de Ministros, tendo o grupo televisivo de Proença de Carvalho sentido-se desfavorecido. Pinto Balsemão é hoje presidente da Impresa. Falado como potencial candidato presidencial, nunca se concretizou esta hipótese.

Mira Amaral Ministro da Indústria de Cavaco Silva. Participou na reunião de Bilderberg em 1995, no final do governo de Cavaco Silva, numa altura em que o professor rumava à corrida a Belém e Fernando Nogueira e Durão Barroso disputavam a liderança do PSD. O facto de ter estado presente pode significar que o seu nome esteve fadado para mais altos voos, que depois não se concretizaram. É especialista em energia e tem-se dedicado à sua actividade de administrador de empresas. Foi administrador da Caixa Geral de Depósitos, tendo saído do banco num processo político conturbado. Só participou em Bilbderberg na reunião de 1995.

Joaquim Ferreira do Amaral Ministro das Obras Públicas de Cavaco Silva, uma das cartas mais importantes do governo, artíficie das auto-estradas portuguesas. Tem mostrado disponibilidade para combates difíceis, tendo perdido Lisboa para João Soares. Participou na reunião de Bilderberg que ocorreu em Sintra, em 1999, uma das que teve mais participantes portugueses. A sua presença é significativa, tanto que dois anos depois seria candidato à Presidência da República, defrontando Jorge Sampaio. Só esteve presente em 99.

António Barreto Este investigador esteve presente na reunião de 1992, em pleno cavaquismo, um ano depois de Cavaco obter a sua segunda maioria absoluta. António Barreto foi ministro da Agricultura nos primeiros governos PS, tendo deixado o seu nome associado à Lei Barreto, massacrada pelos comunistas por traduzir o primeiro desmantelamento da reforma agrária. Teve um papel essencial na candidatura presidencial de Soares em 1986, sendo o seu porta-voz. Foi ele quem apelou ao “povo de esquerda” para a segunda volta de Soares contra Freitas do Amaral. Nos últimos anos tem-se dedicado à investigação e a comentários e análises nos jornais. É uma mente brilhante, o género de pessoa que os bilderbergs políticos gostam de ver no seu seio. Só participou na reunião de 92.

Durão Barroso Participou na reunião de Bilderberg de 1994, quando era ministro dos Negócios Estrangeiros de Cavaco Silva. Não por acaso, um ano depois estava a candidatar-se à liderança do partido. Perdeu para Fernando Nogueira, mas a sorte acabou por o bafejar, porque Nogueira foi derrotado por Guterres (num ciclo político muito desfavorável ao PSD). Durão ficou como reserva e tornou-se líder social-democrata em 1999, quando Marcelo Rebelo de Sousa saiu. Apesar de ter perdido as legislativas de 99 para Guterres não se deu por vencido, ficando célebre a sua frase “tenho a certeza que serei primeiro-ministro, só não sei é quando.” O seu vatícinio acabou por confirmar-se, tornando-se primeiro-ministro em 2002. Em 2003, voltou a estar presente no clube de Bilderberg, na qualidade de primeiro-ministro. Em meados de 2004 era designado presidente da Comissão Europeia. Voltou a participar na reunião deste ano de 2005 de Bilderberg, que teve lugar na Alemanha, na qualidade de presidente da Comissão.

António Borges É o homem português da Goldmam Sachs, curiosamente uma empresa com ligações a Bilderberg. Esteve presente na reunião do clube em 1997, o que mostra que o seu nome é badalado para altos voos há muito tempo. Se estava na calha para a liderança laranja, acabou por ser Durão a tomar o lugar de Marcelo. Em 1998, escapou, miraculosamente, ao acidente fatal da TWA, que não deixou sobreviventes. Chegou a ter bilhete mas não embarcou. Na reunião de 2003 do clube voltou a estar presente. Em 2004, foi um dos principais critícos da solução Santana Lopes para suceder a Durão Barroso. Actualmente, está posicionado para suceder a Marques Mendes. É um homem muito próximo de Cavaco Silva, ainda que o professor não favoreça as amizades e às vezes até as discrimine.

Maria Carrilho Investigadora, sempre esteve ligada ao PS, tendo sido deputada à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu. Hoje é vice-presidente da Assembleia da República. É especialista em assuntos de defesa, uma área prioritária nas discussões de Bilderberg. Esteve presente na reunião do clube em 1995, o ano da chegada ao poder de António Guterres.

António Guterres Esteve presente na reunião deste ano na Alemanha, já na qualidade de Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados. O seu nome continua a ser uma hipótese para outros voos, designadamente o Palácio de Belém, em 2011 ou 2016.

Roberto Carneiro Ministro da Educação de Cavaco Silva. Esteve presente na reunião de 1992, no auge do cavaquismo. Chegou a ser-lhe vaticinada uma importante carreira política mas, depois da queda de Cavaco, os seus interesses viraram–se para outras áreas. Envolveu-se no projecto inicial da TVI, como profundo católico que é, e tem-se dedicado à investigação universitária e a algumas iniciativas empresariais.

Vitor Constâncio Esteve presente em Bilderberg em 1988, quando era secretário-geral do PS. Nunca mais participou em nenhuma reunião depois desta data. Afastou-se das lides mais activas do PS e dedicou-se ao que sabe fazer muito bem: os assuntos económicos. O Partido premiou-o com o Banco de Portugal.

Vasco Pereira Coutinho Um dos maiores empresários portugueses, tendo enriquecido com o negócio da AutoEuropa. Esteve presente na reunião de 1998, numa altura em que Marcelo Rebelo de Sousa liderava o PSD. Durão Barroso fez uma viagem de férias ao Brasil, no avião dele e na sua casa, quando era primeiro-ministro, provocando grande polémica. É apoiante de Cavaco Silva.

João Cravinho Esteve presente na reunião de 1999, no auge do guterrismo, sendo ministro do Planeamento e da Administração do Território. Alia um pensamento interessante a uma excelente preparação técniva, devendo ter participado no clube como um dos “cérebros” que os políticos gostam de ouvir. Atacou bastante Guterres no fina dos seus dias, sendo um homem próximo de Jorge Sampaio (mas muito senhor do seu nariz).

José Cutileiro O embaixador português esteve presente na reunião de Bilderberg em 1994, tornando-se presidente da estrutura de defesa da União Europeia, a UEO, logo nesse ano. É um homem culto, brilhante, com opiniões geoestratégicas muito auscultadas por qualquer governante.

José Manuel Galvão Teles Advogado, homem muito próximo de Mário Soares, de quem é amigo e vizinho. Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1997, no auge do guterrismo. É conselheiro de Estado.

Teresa Patrício Gouveia Fez parte do governo de Cavaco, como secretária de Estado da Cultura e como ministra do Ambiente. Esteve presente na reunião de Bilderberg em 2000.Foi ministra dos Negócios Estrangeiros de Durão Barroso.

Marçal Grilo Ministro da Educação de António Guterres, de quem era amigo. Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1999, em Sintra. Há quem diga que é uma mente brilhante.

Miguel Horta e Costa Esteve presente na reunião do clube em 1998, no tempo da liderança laranja de Marcelo, sendo vice-presidente da Portugal Telecom. Já no tempo de Durão Barroso ascendeu à presidência da empresa, mantendo-se com Santana Lopes e José Sócrates, todos bilderbergs. Deverá sair da PT já em Janeiro.

Margarida Marante É um dos dois jornalistas que marcaram presença em Bilderberg, tendo estado presente em 1996, no auge da sua carreira na SIC, onde conheceu Emídio Rangel e contraiu matrimónio. É próxima da área do PSD.

Vasco de Mello Um dos grandes empresários portugueses. Esteve presente na reunião de Sintra, em 1999. Tem tido um percurso discreto, mantendo pontes com o poder político mas não dando azo a conversas.

Carlos Monjardino Homem da área do PS, que participou no governo de Macau. Grande empresário, com ligações fortes ao Oriente, sobretudo a Stanley Ho. Presidente da Fundação Oriente. Há muito que é falado para candidato presidencial mas nunca conseguiu concretizar essa aspiração. Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1991, no auge do cavaquismo e da reeleição de Mário Soares, de quem é muito próximo.

Murteira Nabo Ministro fugaz de António Guterres, tendo de se demitir por causa de um caso de sisa. Esteve presente na reunião do clube em 1999, já era presidente da PT há três anos.

Faria de Oliveira Ministro do Turismo de Cavaco Silva, esteve presente na reunião de Bilderberg em 1993, sendo uma peça essencial na ligação entre o então primeiro-ministro e o mundo dos negócios, quer público, quer privado.

Carlos Pimenta Ministro do Ambiente de Cavaco, um dos mais activos de sempre. Chegou a ser-lhe vaticinando um futuro político risonho. Esteve na reunião de Bilderberg de 1991. Nos últimos anos, afastou-se da política.

Francisco Lucas Pires O malogrado líder do CDS, que depois se aproximou do PS, era uma mente brilhante, a quem pareciam reservados altos voos. No entanto, só esteve presente na reunião do clube de 1988.

Ricardo Salgado Um dos grandes banqueiros portugueses. Esteve na reunião de 1997, quando Marcelo era líder do PSD e voltou a estar na reunião de 1999, em Sintra. É um homem com relações privilegiadas com o poder político à direita. Santana Lopes chegou a chamá-lo para uma reunião privada. Viu o seu banco, o BES, ser alvo de buscas judiciais este ano.

Jorge Sampaio Presidente da República. Participou na reunião de Bilderberg, em Sintra, na qualidade de primeiro magistrado da Nação portuguesa, uma presença, sem dúvida, polémica.

Nicolau Santos O outro jornalista que participou em Bilderberg, tendo estado em Sintra em 1999. É especialista em assuntos económicos. Curiosamente, os jornalistas que estiveram no clube eram ambos profissionais no grupo de Balsemão, Nicolau Santos no “Expresso” e Margarida Marante na SIC.

Artur Santos Silva Um dos grandes banqueiros portugueses, com o seu BPI. Tem relações privilegiadas à esquerda e é um homem culto, de uma família espiritual. Esteve presente na reunião de 1999. Curiosamente, nesta reunião só acabou por faltar um banqueiro do BCP, um banco com outra estratégia, mais europeia.

Marcelo Rebelo de Sousa Esteve presente na reunião de 1998, quando era líder do PSD e ainda julgava que era possível fazer renascer a AD com Paulo Portas e ganhar as eleições legislativas de 1999 a António Guterres. As coisas correram-lhe mal, metendo o caso da Universidade Moderna pelo meio (afectando Portas). Regressou ao comentário político. A entrada na corrida de Belém também falhou, porque tudo correu bem a Cavaco.

Miguel Veiga Advogado nortenho, um histórico do PSD, com relações fortes com a ala soarista do PS. Esteve em Bilderberg em 1994, no fim do cavaquismo. Tornou-se um dos piores inimigos de Santana Lopes, sendo a voz mais forte contra a sua indigitação para primeiro-ministro, sucedendo a Durão Barroso.

António Vitorino Era a eminência-parda do guterrismo, tendo estado na reunião de Bilderberg de 1996, quando era vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa. Por causa de um caso de sisa, acabou por se demitir. Foi comissário europeu e o seu nome chegou a estar na calha para presidir à Comissão. Rejeitou ser candidato à Presidência da República.

Oliveira Martins Participou na reunião de 2001, quando era ministro da Presidência do governo Guterres, já no ocaso do guterrismo, depois da queda da ponte de Castelo de Paiva. Se não fosse independente, tinha sido um nome possível para a corrida à liderança do PS. Tornou-se presidente do Tribunal de Contas este ano, numa nomeação polémica, face à natureza das funções do órgão, que requerem independência e imparcialidade.

Vasco Graça Moura Deputado ao Parlamento Europeu pelo PSD, poeta e erudito. Esteve presente na reunião de 2001 de Bilderberg. É um intelectual brilhante, que os políticos gostam de ouvir.

Ferro Rodrigues Esteve presente na reunião de 2003, quando era líder do PS, pouco depois de ter deflagrado o caso Casa Pia no partido. Depois de Jorge Sampaio ter dado posse a Santana Lopes, demitiu-se, tomando a decisão presidencial como uma derrota pessoal. É hoje embaixador português da OCDE em Paris.

Santana Lopes Esteve presente na reunião de 2004, que ocorreu de 3 a 6 de Junho em Stresa, Milão. Curiosamente, pouco mais de um mês depois era primeiro-ministro de Portugal. A vida, contudo, não lhe correu bem. Ao ponto de Jorge Sampaio ter dissolvido o Parlamento e convocado eleições legislativas.

José Sócrates Tal como Santana Lopes, esteve presente na reunião de Stresa de 2004. Curiosamente, menos de um ano depois seria primeiro-ministro de Portugal, parecendo estar no cargo de pedra e cal. Malgré Cavaco Silva.

Nuno Morais Sarmento Esteve presente na reunião de Bilderberg deste ano, tendo sido convidado por Pinto Balsemão, um facto que pode ter significado nos próximos tempos.

Comentário:

A lista continua incompleta, falta o Augusto Santos Silva, caceteiro do Ps, Rui Rio e António Costa .

Professor Ramiro Marques:

O Clube Bilderberg tem sido acusado de ter uma agenda secreta com vista a forçar os sistemas educativos do Ocidente à estupidificação dos alunos oriundos dos meios mais desfavorecidos, de forma a criar as condições para uma mão-de-obra barata, ignorante e dócil. Não será isso que o Governo de Sócrates esta a fazer no nosso país?

Zeitgeist Addendum (Legendado) 9-10/12


Publicado por lucask8nunes

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A Revolução é Agora

Zeitgeist Addendum (Legendado) 7-8/12

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Zeitgeist Addendum (Legendado) 5-6/12

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Zeitgeist Addendum (Legendado) 3-4/12

α

Ω

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Esoteric Agenda 11/12 /13- LEGENDADO

ADVERTÊNCIA

Este documentário contém informações muito polémicas sobre toda a nossa realidade, tudo que você acreditou até agora. se você acha que não está preparado para descobrir os segredos da Matrix, recomendamos que não assista a esse vídeo.

Existe uma Agenda Esotérica atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa.
Há uma facção da elite conduzindo a política social, economia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.
esse vídeo expoe essa agenda…

Enfim, um documentário IMPRESCINDÍVEL para aqueles que buscam a verdade.

Publicado por deusmihifortis

Esoteric Agenda 9/10 – LEGENDADO

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Existe uma Agenda Esotérica atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa.
Há uma facção da elite conduzindo a política social, economia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.
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