Catarse

Toda a alma é imortal, porque aquilo que se move a si mesmo é imortal.


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O 1º Hino do Sport Lisboa e Benfica, banido pelo Estado Novo.

“Avante, Avante p`lo Benfica”

Todos por um!” eis a divisa,
Do velho Clube Campeão,
Que um nobre esforço imortaliza,
Em gloriosa tradição.

Olhando altivo o seu passado,
Pode ter fé no seu futuro.
Pois conservou imaculado
Um ideal sincero e puro.

REFRÃO
Avante, avante p’lo Benfica,
Que uma aura triunfante Glorifica!
E vós, ó rapazes, com fogo sagrado,
Honrai agora os ases
Que nos honraram o passado!

Olhemos fitos essa Águia altiva,
Essa Águia heráldica e suprema,
Padrão da raça ardente e viva,
Erguendo ao alto o nosso emblema!

Com sacrifício e devoção
Com decisão serena e calma,
Dêmos-lhe o nosso coração!
Dêmos-lhe a fé, a alma!

letra: Félix Bermudes
música: Alves Coelho
Interpretação do Orfeão Sport Lisboa e Benfica

Composto por ocasião do vigésimo quinto aniversário do Clube (1929) e censurado pelo Estado Novo fascista em 1942.

A 16 de Abril de 1953 foi apresentado num sarau de angariação de fundos para a construção do Estádio da Luz, no Pavilhão dos Desportos, com a presença de cerca de 6 mil benfiquistas o tema “Ser Benfiquista” escrito por Paulino Gomes Júnior (letra e música) e interpretado pelo cristalino tenor Luís Piçarra, muitas vezes tomado, erradamente, pelo hino oficial do Clube.


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Face Oculta :Escutas revelam o ‘esquema’ e os negócios

Por Ana Paula Azevedo e Felícia Cabrita
Pode parecer ficção, mas o que ressalta das conversas telefónicas interceptadas no inquérito ‘Face Oculta’ é que um plano dominava a cabeça do primeiro-ministro e de um conjunto de homens da sua confiança ao longo de 2009: controlar a principal comunicação social do país

O plano envolveu directamente alguns dos principais gestores da PT e de outros grandes grupos económicos, mas também de bancos – todos qualificados como «os nossos».

O primeiro alvo que surge é a TVI e percebe-se que o «esquema» estava em marcha há quase um ano. Manuela Moura Guedes, que à sexta-feira abria o Jornal Nacional com notícias sobre o ‘caso Freeport’, era uma das vozes a silenciar. Mas para isso tinham de afastar da estação o director, José Eduardo Moniz. Armando Vara, quando a estratégia sofreu o primeiro revés, disse a frase certa numa das várias conversas interceptadas: «Esta operação era para tomar conta da TVI e limpar o gajo».

As primeiras escutas com relevância criminal são de Maio de 2009, com Paulo Penedos (advogado, dirigente do PS, assessor na PT e pivô para vários negócios) e Armando Vara (ex-dirigente do PS, muito próximo de Sócrates, e vice-presidente do BCP) a falarem do assunto com vários interlocutores.

No dia 26 de Maio, Penedos recebe um telefonema do administrador executivo da PT para quem trabalha: Rui Pedro Soares (ver biografia na pág. 9), o homem escolhido para ultimar o contrato com o grupo de media espanhol Prisa, que há muito se sabia estar vendedor de 30% da portuguesa Media Capital, dona da TVI.

Rui Pedro pede-lhe para ligar para a secretária de Manuel Polanco (líder da Prisa) na TVI, para «marcar a reunião para a semana, conforme combinado».

PT compra através de fundos

No dia seguinte, 27, Paulo Penedos dá conta dos seus receios a Américo Thomati (presidente executivo do Tagus Park, em representação da PT, a cujo quadro pertence). É que Zeinal Bava, presidente executivo da PT, não queria envolver o nome da empresa na compra e optara por engenharias participadas pelos bancos para a ocultar.

«O Zeinal já arranjou maneira de, não dizendo que não ao Sócrates, fazer a operação de forma que ele nunca aparece» – conta Penedos, explicando que vão «passar uns fundos para Londres». Thomati diz que «então são os fundos que aparecem a comprar». Paulo diz que não está disposto a ficar mal visto no mercado e o outro remata: «Não é conveniente para nenhum».

30% por 90 milhões

No dia 29 de Maio, Rui Pedro Soares diz que esteve «com o Júdice» (o advogado José Miguel Júdice, cujo nome é apenas referido, não existindo escutas de conversas com ele), que pensou outra solução. A Media Capital, empresa-mãe da TVI, detém outras participadas. Se a PT, aliada a parceiros de confiança, dividisse esse ‘bolo’ em fatias, conseguiriam dominar a holding através dos administradores lá colocados pelos vários compradores. Rui Pedro conta como se «inventou uma solução de antologia»: em vez de comprarem 30% da holding, «compram activos em baixo, o que permite que a PT, directamente, possa comprar a internet e a produtora de novelas, e que outras entidades mais inócuas vão comprar 30% da televisão».

Rui Pedro Soares e Paulo Penedos convocam para os ajudar João Carlos Silva (vogal da comissão executiva do Tagus Park e ex–presidente da RTP nomeado por Armando Vara, quando este foi ministro-adjunto de Guterres e tinha o pelouro da Comunicação Social).

No dia 2 de Junho, Rui pede a Paulo para fazer «aquele périplo pelos empresários do Porto, pessoas de confiança». Rui esclarece as contas: vão «comprar 30% por 90 milhões» e «era importante que o João Carlos conseguisse, pelo menos, uma participação de 9 milhões. Em dinheiro seriam 3 milhões, no máximo».

No dia 3 de Junho, Rui Pedro vai a Madrid, negociar com o patrão da Prisa, Manuel Polanco.

Manuela sai, para o entretenimento

No dia 5 de Junho, Penedos fala com um homem não identificado, mas que parece bem informado. Comunica-lhe que, na segunda-feira a seguir, vai ter «um dia lindo, que começa com Zeinal», às 8h45. Ao saber que, na reunião, o tema na mesa é a TVI, o interlocutor diz que «tem-se rido» com o assunto, pois tem «informação privilegiada».

Penedos revela que, quanto a «ela, Manuela Moura Guedes, vai ser anunciado já que vai sair»«vai para o entretenimento». Moniz é um problema nesta altura ainda não resolvido: «Ele deve ser muito bom porque os espanhóis querem fazer a transição com tranquilidade». Têm medo de, «se o hostilizarem, perderem uma boa operação em Portugal» e afectarem os activos da Media Capital. O que Moniz «não sabe é que já não estão a pedir a cabeça dele». Ou seja, há outras formas de resolver a questão.

A 17 de Junho, Paulo Penedos não tem dúvidas sobre o desfecho do negócio e avisa um certo Luís (alguém que vive fora do país e que não surge identificado) de que «vai haver alterações imprevisíveis na comunicação social». Daí a dois dias, segundo as suas contas, a TVI «vai deixar de ser controlada por Moniz e Manuela».

O tal Luís quer saber se a Media Capital vai mudar de dono. Penedos garante o plano inicial, que apenas compram 30% à Prisa. Mas também poderão comprar o Correio da Manhã a Paulo Fernandes – já que o dono da Cofina, com a quebra das receitas de publicidade, admite desfazer-se do diário se não entrar no negócio da TVI. Pediu «140 milhões, para começar a conversar».

Impresa na mira

A Impresa, grupo de Francisco Pinto Balsemão, também é envolvida. Foram então comunicadas à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) duas operações, fora de Bolsa, de compra e venda de acções da holding do fundador do Expresso. A Ongoing, de Nuno Vasconcelos e Rafael Mora (accionistas da PT), compra mais 1,88% da Impresa. O BCP vendeu também a sua participação na Impresa, quase na mesma percentagem.

Paulo Penedos explica ainda ao incógnito Luís: «A confirmar-se a operação da TVI», esta «terá algum fôlego na reorganização da comunicação social, da qual apenas lhe dá um lamiré» – as «transacções do grupo Impresa nas últimas horas». «Está tudo ligado».

A encenação e o jogo psicológico noutras esferas de poder também não são descurados. Entre os sócios do Benfica opositores a Luís Filipe Vieira, surgira o movimento ‘Vencer, Vencer’ que convida Moniz para se candidatar à presidência do clube. O director da TVI admite estar a pensar seriamente no assunto – e Paulo Penedos vê logo aí «um sinal», uma «saída» mesmo.

Em conferência de imprensa, Moniz anuncia que afinal desiste, pois não tem tempo para preparar convenientemente a candidatura.

Paulo Penedos lamenta, mas acha que isso até «foi bom»: acabou por ser uma excelente «cortina de fumo», que já deixou às pessoas a ideia de que o próprio Moniz até está disponível, tem vontade em sair da direcção da TVI sem dramas e conotações políticas.

O negócio com a Prisa está quase fechado. A 19 de Junho, Rui Pedro Soares manda Paulo Penedos tratar de enviar a Manuel Polanco «um documento», por email. Penedos fala com a secretária do líder da Prisa em Madrid, diz-lhe que «é a versão definitiva».

Jantar com Sócrates: ‘é tudo ou nada’

Estava-se a 19 de Junho e Rui Pedro comenta com Penedos que está «tudo a seguir o seu caminho» e que vai «jantar com o 1.º». Telefona três horas depois e conta que «o chefe estava bem disposto».

No dia seguinte, 20 de Junho, Moniz dá uma conferência de imprensa e Paulo faz o relato a Rui: «Não tem nada de pessoal contra o primeiro–ministro» e «terá dito que, se não o ouvirem na alteração ao projecto, sai sem fazer barulho».

Então, conclui Rui, «a abordagem está a correr bem». Mas avisa que há uma alteração de última hora: Sócrates diz que «tem de ser a PT, especificamente, a fazer a operação». Penedos pergunta-lhe se o documento que foi para a Prisa já reflecte isso e a resposta é afirmativa. Rui, aliás, tem viagem marcada para Madrid daí a três dias para fechar o negócio. Penedos desabafa que «é uma situação de risco» e que tem «mais medo do lado interno».

Internamente, porém, a situação parecia salvaguardada. A PT assumia o negócio e Rui seria o substituto de Moniz. Para isso, teria de fazer uma espécie de comissão de serviço na Prisa. Sócrates – que é apelidado pelos seus como o «chefe» ou «chefe maior» – dissera-lhe que tinha de ir para a Prisa «durante três meses». O que ele acata: «O chefe diz que é tudo ou nada e que não pode ficar com a fama e sem o proveito».

Rui Pedro adianta que também «já está escolhido o homem da informação, o Paulo Baldaia» (director da TSF, rádio do grupo Controlinveste, de Joaquim Oliveira, que inclui o DN e o JN).

Notícias colocadas nos jornais

Mas o caso Benfica/Moniz, causara interrogações nos jornalistas e começam a circular informações de que a PT estava na corrida à TVI. Além disso, a súbita mudança de planos obriga a acções rápidas.

A 23 de Junho, terça-feira, Rui Pedro Soares parte para Madrid, num avião a jacto, para ultimar o negócio com a Prisa. Pelo telefone, comenta com Penedos a manchete do Diário Económico (da Ongoing) que satisfaz os seus objectivos. O jornal dá conta de que não apenas a PT, mas também a Telefónica estão na guerra pela Media Capital.

Nesse mesmo dia, a PT é obrigada a fazer um comunicado à CMVM em que admite o interesse estratégico na Media Capital – mas nega ter sido concretizado qualquer acordo.

Rui e Paulo esfregam as mãos: ambos concordam que, dada a forma como as coisas foram feitas, só uma teoria da conspiração anularia a ideia de que se tratou de uma «guerra entre empresas». «Ao menos a notícia já não sai de chofre».

O ego dos dois é enorme e Rui Pedro Soares festeja o rasgo intelectual de ambos: «Podemos escrever um livro e ser pagos a peso de ouro». Com a campanha eleitoral à porta, comenta que merece mesmo ser recompensado pelos seus feitos – depois disto, espera «obter do chefe ‘luz verde’ para lhe tratar da comunicação durante três meses».

Rui telefona para Armando Vara: «O que lhe está a parecer a comunicação?». O homem do BCP não vacila: «Boa».

Mas a rápida inversão de estratégia deixa os mais próximos preocupados. José Penedos (presidente da REN) não percebe, mas o filho explica-lhe que se trata de «uma cortina de fumo para dar a ideia de que há mais interessados e que se trata de algo com mero interesse empresarial para justificar a operação».

‘Isto é que é uma tristeza total’

Conta ainda ao pai como Rui voara para Madrid num jacto particular, com as minutas do contrato na mão, que já lhes tinha enviado por email. Os bancos com que a Prisa trabalha «não estavam a aceitar as condições financeiras» e, «por isso, estão agora a negociar». E adianta: «As minutas não foram feitas por mim mas pelo Bes Investimentos». José Penedos ri-se: «Isto é que é uma tristeza total».

Aos primeiros minutos do dia 24, Paulo Penedos reporta a Rui Pedro Soares as manchetes dos jornais da manhã seguinte, que está a ver nas televisões. Mas Rui, em Madrid, ainda está preocupado com outros imbróglios do negócio. Estão a terminar «um novo documento para o Moniz assinar». Vai mandar-lhe, para Penedos o ler.

A notícia correcta já está em alguns jornais, que não engoliram a história do interesse da Telefónica: o diário i tem como manchete «PT compra 30% da Media Capital». Os comentários sobre Moniz e as más relações com o Governo multiplicam-se e o ambiente começa a ficar tenso.

Rui Pedro Soares e Paulo Penedos apostam que houve fuga de informação. Paulo recebe os ecos da PT, que está dividida. Agora «está toda a gente contra» «o chairman (Henrique Granadeiro) está contra», «o Zeinal faz isto porque é um profissional, mas está-se a torcer».

Rui Pedro Soares sabe que vai receber ataques, mas continua mais preocupado com José Eduardo Moniz, que ainda não saiu de cena: «Se o Moniz é corrido sem nós entrarmos, é melhor para a PT», mas «é pior para o ‘chefe máximo’».

Um contrato para Moniz

Paulo não tem dúvidas que «os gajos que trabalharam ali espalharam» informações. Por seu lado, Rui já informara quem de direito: «Disse ao Sócrates que tem a noção que andam nisto há dez meses e que só nos últimos dias é que…». Mas o primeiro-ministro tinha uma ideia fixa: «O Sócrates perguntou-me se não era melhor correr com o Moniz antes da PT entrar». Rui garantiu-lhe que não, porque «tem uma grande pára-choques para ele» (o ‘chefe’).

E Penedos: «Custe o que custar em termos de dinheiro, por muito que um gajo possa pensar que o crime compensa ou vamos beneficiar o gajo, o Moniz devia sair confortável para estar calado».

Mas o que os deixa mais moídos são os comentários do socialista Arons de Carvalho no i, ao dizer que teme que a entrada da PT na TVI possa ser vista como tentativa de pressão do Governo: «Parece que põe cá a história toda e, ainda por cima, burro, dá como certa a entrada da PT».

Dia 24 é dia de debate na Assembleia da República, entre Governo e oposição e os homens do plano adivinham que vem aí um ataque a Sócrates.

Ainda em Madrid, com ordens para manter o plano, Rui aguarda a todo o momento a hora em que irá falar com a Prisa. Dá então instruções a Penedos para meter de imediato uma pessoa num avião, para lhe levar o seu computador a Madrid.

Entretanto, pede-lhe que vá ao seu gabinete e entre no seu email – «a password é ‘Sócrates2009». O contrato de Moniz está concluído e tem de ser «entregue a Zeinal».

Falta um minuto para as 11 horas da manhã, quando Fernando Soares Carneiro (outro administrador executivo da PT) telefona a Armando Vara. Recorda-lhe o almoço em que falaram «das perpétuas» (acções de direito perpétuo, que também pode significar golden share) e pergunta ao vice-presidente do BCP quando «termina o prazo». Este responde que «precisam de tomar uma decisão hoje». Fernando diz-lhe que «interessa que esteja a ser analisado o pacote da PT» – Vara responde apenas que «está» e «o outro está mas não é para já».

À mesma hora, Paulo Penedos lê um documento a Rui Pedro Soares. Trata-se de um contrato de prestação de serviços para «consultor» do grupo PT na área dos audiovisuais. Pela conversa de ambos, deduz-se que seria um contrato para Moniz assinar.

Sócrates já falou com Zapatero

Paulo Penedos diz a Rui que Soares Carneiro lhe «disse que o negócio estava feito», pois «ontem à noite o Zapatero (chefe do Governo espanhol) tinha falado com Sócrates».

São três horas da tarde (ainda do dia 24) e Rui Pedro Soares pergunta a Penedos «se a Mediapro já disparou» (trata-se de outro grupo de media espanhol, dono da cadeia La Sexta, que em Maio de 2009 os jornais espanhóis diziam ser alvo do interesse da Prisa, que estudaria uma fusão). Penedos responde: «A informação que há aqui é que dispararam; a Mediapro e as acções da Prisa dispararam 9%».

Como condicionar Cavaco

Ainda na mesma conversa, Rui Pedro Soares equaciona mais uma ideia: «As rádios (da Media Capital) vão ser compradas pela Ongoing e pelo genro de Cavaco» (o empresário Luís Montez).

Penedos comenta que «isso é bom» e pergunta–lhe se é «o autor desta patifaria». Rui Pedro acrescenta, referindo-se a Cavaco, que «é o preço da paz e que esse cala-se logo, fica a cuidar dos netos».

O debate no Parlamento começa por essa altura e Penedos vai relatando o que se passa a Rui Pedro Soares. Diogo Feio, deputado do CDS, pergunta a Sócrates se o Governo está a par do negócio da PT/TVI. E o primeiro-ministro perde a calma, mas nega: «O Governo não dá orientações nem recebe informações da PT».

Rui Pedro pede então a Paulo que vá aos estatutos da PT ver em que circunstâncias a golden share do Estado na empresa tem de dar parecer. Penedos pergunta se o negócio «está fechado ou não». Rui diz que sim, mas, como a questão «Moniz não está fechada», ele também «não fecha» – não quer «cair do cavalo abaixo, deixando a questão do Moniz por assinar antes de assinarmos». «Os gajos estão debaixo de uma pressão terrível pois as acções da Prisa cresceram hoje 14%», acrescenta. Mas chegam à conclusão que «está tudo feito em fanicos».

À noite, Armando Vara recebe um telefonema de outro arguido no ‘Face Oculta’, o empresário Fernando Lopes Barreira, que lhe pergunta se viu «a entrevista da ‘bruxa’» à SIC Notícias (referindo-se a Manuela Ferreira Leite, líder do PSD). Vara responde que não e o amigo comenta que «saiu-se bem».

Vara diz que já ouviu dizer que ela disse que Sócrates mentiu, ao dizer que não sabia de nada. Comentam que «não se dizia uma coisa dessas». Vara diz que «ninguém acredita que não soubesse», diria antes que «foi um erro trágico», «ele tinha de ter dito que não foi oficialmente informado, mas tinha conhecimento disso». Termina a dizer que as cisas vão correr mal e Lopes Barreira responde que não tem a mínima dúvida. No dia seguinte, 25, Cavaco Silva desafia publicamente a PT a esclarecer o que se passa. Zeinal Bava, presidente executivo da PT, vai à RTP dizer que não havia negócio nenhum, apenas uma disponibilidade de ambas as partes. Nos bastidores discute-se: avança-se ou não se avança. Até que Sócrates anuncia que, se a PT prosseguir, o Estado usará a golden share para vetar o negócio.

O plano sofre assim um sério revés, mas não ficaria por aqui.

paula.azevedo@sol.pt

felicia.cabrita@sol.pt


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Como se pode confiar neles?

Por Manuel Carvalho

Nero

Na última década do século XIX o ministro da Fazenda, Oliveira Martins, aumentou os impostos e esperou por uma revolta popular. Nada. Naquela época, “isto”, o país, “já nem sequer tem energia para se revoltar”, notou. Olhando para o que se passou ontem, percebe-se como, apesar da passagem do tempo, pouco mudou desde este episódio citado na História de Portugal de Rui Ramos. O semanário Sol revelou despachos judiciais e transcrições de conversas que envolvem o primeiro-ministro num plano para silenciar a TVI? Muito bem, lá se ouvem frases de circunstância e tudo se mantém no remanso do costume. À custa dessas notícias, há motivos que reforçam as dúvidas e a perplexidade sobre o papel do procurador-geral da República e do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, que mandaram arquivar os despachos e as escutas sem sequer abrirem um inquérito? Talvez, mas as suspeitas de violação de direitos constitucionais já não merecem mais do que a apatia do costume.

O que ontem foi revelado em Portugal não pode, no entanto, ser recebido com mais um encolher de ombros. Os indícios são de tal forma graves que, se confirmados, tornam a democracia portuguesa uma farsa e o estado de direito um devaneio lírico. Cansado de tantas suspeitas, informações, denúncias ou críticas sobre a relação entre José Sócrates e a liberdade de imprensa, o país já fica imune a qualquer nova que o associe ao condicionamento de jornalistas ou a pressões sobre televisões. Mesmo quando, como agora acontece, essa acção é valorizada por magistrados e exposta em telefonemas de personagens do PS que constantemente invocam o seu nome. Ou quando esses telefonemas não aludem a uma exasperação acidental num restaurante, mas a um plano premeditado, que envolve conspiração nos bastidores e imposição a empresas nas quais o Estado tem uma golden share.

Mas se a acção atribuída a José Sócrates nos leva para a imaginação de Hollywood, a reacção do poder judicial transporta-nos para uma ditadura africana. Haverá sempre quem procure situar a acção de Pinto Monteiro e de Noronha Nascimento no domínio das restrições processuais. Mas evite-se a polémica das interpretações jurídicas e tente-se perceber o que levou o presidente do Supremo a transformar os “graves indícios” dos magistrados de Aveiro em dados “irrelevantes”. Ou o que fez Pinto Monteiro desvalorizar as escutas, ao ponto de dizer que, por ele, mostrava tudo para acabar com os mexericos – coisa que nunca fez.

Pode ser que muitas escutas, a maior parte até, se limitem a comentários sobre o estado do tempo. Mas depois de se ler as que ontem foram divulgadas, é difícil não reconhecer razão aos magistrados de Aveiro. O que elas mostram é, no mínimo, uma série de “fortes indícios” sobre a existência de um plano que configura um atentado ao estado de direito. No seu fluxo, percebe-se que os protagonistas que invocavam o nome do primeiro-ministro na operação para calar a TVI sabiam do que falavam. E, principalmente, pode-se estabelecer um nexo de causalidade entre as acções que planeavam e o que veio a acontecer: a PT fez o que eles disseram que Sócrates queria que a PT fizesse, José Eduardo Moniz saiu como eles disseram que deveria sair e, acto final, Manuela Moura Guedes foi calada como eles quiseram que fosse calada.

Se o que se diz do primeiro-ministro reforça apenas uma suspeita antiga, a facilidade com que Pinto Monteiro e Noronha Nascimento remeteram para o arquivo os indícios que lhes chegaram de Aveiro merece maior preocupação. Com esta etapa, a intolerância de Sócrates para com a liberdade de imprensa não se revela – apenas se adensa; já os receios de que o princípio da separação de poderes está em Portugal ameaçado pelo desempenho dos principais magistrados do país ganham uma nova e substantiva força. Por muito que falem e se expliquem com alíneas e jurisprudência, será agora mais difícil fazer parte do país acreditar na sua independência face ao poder político. As suspeitas valem o que valem, mas, no caso, valem o suficiente para minar a credibilidade do estado de direito. A sua demissão seria um bálsamo para este país doente.


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The Cloud Mystery

Climate change and global warming caused by CO2 – or? Watch these videos and judge for yourself..

Henrik Svensmark (born 1958) is a physicist at the Danish National Space Center in Copenhagen who studies the effects of cosmic rays on cloud formation. His work presents hypotheses about solar activity as an indirect cause of global warming; his research has suggested a possible link through the interaction of the solar wind and cosmic rays. His conclusions have been controversial as the prevailing scientific opinion on climate change considers solar activity unlikely to be a major contributor to recent warming, though it is thought to be the primary driver of many earlier changes in climate.

Career

Henrik Svensmark is director of the Center for Sun-Climate Research at the Danish Space Research Institute (DSRI), a part of the Danish National Space Center. He previously headed the sun-climate group at DSRI. He held postdoctoral positions in physics at three other organizations: University of California, Berkeley, Nordic Institute for Theoretical Physics, and the Niels Bohr Institute.[1] Svensmark uses a pacemaker because of a heart-condition. [2]

In 1997, Svensmark and Eigil Friis-Christensen popularised a theory that linked galactic cosmic rays and global climate change mediated primarily by variations in the intensity of the solar wind, which they have termed cosmoclimatology. This theory had earlier been reviewed by Dickinson.[3] One of the small-scale processes related to this link was studied in a laboratory experiment performed at the Danish National Space Center (paper published in the Proceedings of the Royal Society A, February 8, 2007).

Svensmark’s research downplays the significance to which atmospheric CO2 has affected recent global warming.

Cosmoclimatology theory of climate change

Svensmark detailed his theory of cosmoclimatology in a paper published in 2007.[4] The Center for Sun-Climate Research at the Danish National Space Institute “investigates the connection between solar activity and climatic changes on Earth”.[5][6] Its homepage lists several publications earlier works related to cosmoclimatology.[7][8]

Svensmark and Nigel Calder published a book The Chilling Stars: A New Theory of Climate Change (2007) describing the Cosmoclimatology theory that cosmic rays “have more effect on the climate than manmade CO2“:

“During the last 100 years cosmic rays became scarcer because unusually vigorous action by the Sun batted away many of them. Fewer cosmic rays meant fewer clouds—and a warmer world.[9]

The book has been criticised by Gavin Schmidt[10]. A documentary film on Svensmark’s theory, The Cloud Mystery, was produced by Lars Oxfeldt Mortensen[11] and premiered in January 2008 on Danish TV 2.

Experimental verification

Preliminary experimental verification has been conducted in the SKY Experiment at the Danish National Space Science Center. CERN, the European Organization for Nuclear Research in Geneva, is preparing comprehensive verification in the CLOUD Project.

SKY Experiment

Svensmark conducted proof of concept experiments in the SKY Experiment at the Danish National Space Institute.[12]

To investigate the role of cosmic rays in cloud formation low in the Earth’s atmosphere, the SKY experiment used natural muons (heavy electrons) that can penetrate even to the basement of the National Space Institute in Copenhagen. The hypothesis, verified by the experiment, is that electrons released in the air by the passing muons promote the formation of molecular clusters that are building blocks for cloud condensation nuclei.

CLOUD Project Experiments

See main article CLOUD

Scientists are preparing detailed atmospheric physics experiments to test Svensmark’s thesis, building on the Danish findings. CERN started a multi-phase project in 2006, including rerunning the Danish experiment. CERN plans to use an accelerator rather than rely on natural cosmic rays. CERN’s multinational project will give scientists a permanent facility where they can study the effects of both cosmic rays and charged particles in the Earth’s atmosphere.[13] CERN’s project is named CLOUD (Cosmics Leaving OUtdoor Droplets).[14] CERN posted a 2008 progress report on the CLOUD project.[15]

Debate and controversy

Galactic Cosmic Rays vs Global Temperature

Mike Lockwood of the UK’s Rutherford Appleton Laboratory and Claus Froehlich of the World Radiation Center in Switzerland published a paper in 2007 which concluded that the increase in mean global temperature observed since 1985 correlates so poorly with solar variability that no type of causal mechanism may be ascribed to it, although they accept that there is “considerable evidence” for solar influence on Earth’s pre-industrial climate and to some degree also for climate changes in the first half of the 20th century.[16]

Svensmark’s coauthor Calder responded to the study in an interview with LondonBookReview.com, where he put forth the counterclaim that global temperature has not risen since 1999.[17]

Later in 2007, Svensmark and Friis-Christensen brought out a Reply to Lockwood and Fröhlich which concludes that surface air temperature records used by Lockwood and Fröhlich apparently are a poor guide to Sun-driven physical processes, but tropospheric air temperature records do show an impressive negative correlation between cosmic-ray flux and air temperatures up to 2006 if a warming trend, oceanic oscillations and volcanism are removed from the temperature data. They also point out that Lockwood and Fröhlich present their data by using running means of around 10 years, which creates the illusion of a continued temperature rise, whereas all unsmoothed data point to a flattening of the temperature, coincident with the present maxing out of the magnetic activity of the Sun, and which the continued rapid increase in CO2 concentrations seemingly has been unable to overrule. This reply has so far not been published in a peer-reviewed journal.

An early (2003) rebuttal of Svensmark’s theory reanalyzed Svensmark’s data and suggested that it does not support a correlation between cosmic rays and global temperature changes; it also disputes some of the theoretical bases for the theory.[18]

Galactic Cosmic Rays vs Cloud Cover

In April 2008, Professor Terry Sloan of Lancaster University published a paper in the journal Environmental Research Letters titled “Testing the proposed causal link between cosmic rays and cloud cover”,[19] which found no significant link between cloud cover and cosmic ray intensity in the last 20 years. Svensmark responded by saying “Terry Sloan has simply failed to understand how cosmic rays work on clouds”.[20] Dr. Giles Harrison of Reading University, describes the work as important “as it provides an upper limit on the cosmic ray-cloud effect in global satellite cloud data”. Harrison studied the effect of cosmic rays in the UK.[21] He states: “Although the statistically significant non-linear cosmic ray effect is small, it will have a considerably larger aggregate effect on longer timescale (e.g. century) climate variations when day-to-day variability averages out”. Brian H. Brown (2008) of Sheffield University further found a statistically significant (p<0.05) short term 3% association between Galactic Cosmic Rays (GCR) and low level clouds over 22 years with a 15 hour delay. Long-term changes in cloud cover (> 3 months)and GCR gave correlations of p=0.06.[22]


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A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 9-15


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A história surpreendente atrás do embuste do aquecimento global


Um texto publicado em Janeiro de 2009 no site OSMOOTHIE alertava para a manipulação climatérica, para o embuste do CO2 como principal poluente da atmosfera e causado do efeito de estufa:
Publicado janeiro em 29, 2009

KUSI, “a história surpreendente atrás do embuste do aquecimento global
por John Coleman

Todos os actores importantes estão agora no lugar em Washington e nos governos estatais através de América para etiquetar oficialmente o dióxido de carbono como um poluente e para decretar as leis que nos taxam cidadãos para nossas pegadas do carbono. Somente dois detalhes estão na maneira, nos tempos económicos esmorecidos e em uma volta dramática para um clima mais frio. Os últimos dois Invernos amargos têm conduzir a uma ascensão na consciência pública que o CO2 não é um poluente e não é um gás de estufa significativo que esteja provocando o aquecimento global do fugitivo.

Como nós chegamos a este ponto onde a ciência má está conduzindo o governo ?

A história começa com um Oceanographer nomeado Roger Revelle. Seriu com a marinha na segunda guerra mundial. Depois que a guerra ele assentou bem no director do instituto Oceanographic de Scripps em La Jolla em San Diego, Califórnia. Revelle viu a oportunidade de obter o financiamento principal da marinha para fazer medidas e pesquisa sobre o oceano em torno dos Atolls pacíficos onde as forças armadas dos E.U. conduziam testes da bomba atómica. Expandiu extremamente as áreas do instituto de interesse e entre outro empregou Hans Suess, um químico notável da Universidade de Chicago, que estava muito interessada nos traços de carbono no ambiente do burning de combustíveis fósseis. Revelle etiquetou sobre aos estudos de Suess e co-autorizou um estudo em 1957. O papel levanta a possibilidade que o dióxido de carbono pôde criar um efeito de estufa e causar o aquecimento atmosférico. Parece ser um argumento para financiar para mais estudos. Financiar, sincera, é onde a mente de Revelle estava na maioria das vezes.

Revelle seguinte empregou um Geochemist nomeado David Keeling para planear uma maneira de medir o índice atmosférico do dióxido de carbono. Em Keeling 1960 publicado seu primeiro papel que mostra o aumento no dióxido de carbono na atmosfera e que liga o aumento à queima de combustíveis fósseis.

Estes dois artigos de investigação transformaram-se a terra firme da ciência do aquecimento global, mesmo que não oferecessem nenhuma prova que o dióxido de carbono era de facto um gás de estufa. Além não explicaram como este gás de traço, simplesmente uma fração minúscula da atmosfera, poderia ter todo o impacto significativo em temperaturas.

Deixe-me agora tomá-lo de volta aos anos 50 em que isto estava indo sobre. Nossas cidades entrapped em um nuvem da poluição motor a combustão interna crus que carros pstos e caminhões para trás então e das emissões descontroladas das centrais energéticas e das fábricas. Os carros e as fábricas e as centrais energéticas enchiam o ar com todas as sortes dos poluentes. Havia um válido e a preocupação séria sobre as consequências da saúde desta poluição e de um movimento ambiental forte estava tornando-se para exigir a ação. O governo aceitou este desafio e os padrões ambientais novos foram ajustados. Os cientistas e os coordenadores vieram ao salvamento. Os novos combustíveis reformulados  foram desenvolvidos para carros, como eram os motores altas tecnologia, controlados por computador novos e os conversores catalíticos. Em o meio dos anos 70 os carros eram já não poluidores do máximo, emitindo-se somente alguns dióxido de carbono e vapor de água de suas tubulações de cauda. Do mesmo modo, o processamento novo do combustível e os purificadores da pilha de fumo foram adicionados a industrial e as centrais energéticas e suas emissões foram reduzidas extremamente, também.

Mas um movimento ambiental tinha sido estabelecido e seu financiamento e muito existência dependeu de ter uma edição de continuação da crise. Assim os artigos de investigação de Scripps vieram apenas no momento direito. E, com eles veio o nascimento de uma edição; aquecimento global sintético do dióxido de carbono da queima de combustíveis fósseis.

Revelle e Keeling usaram esta alarmismo nova para manter seu crescimento do financiamento. Outros investigadores com motivações ambientais e uma fome para o financiamento viram este tornar-se e escalaram-no a bordo também. As concessões de pesquisa começaram a fluir e a hipótese alarmista começou a aparecer em toda parte.

A curva de Keeling mostrou uma ascensão constante no CO2 na atmosfera durante o período desde que o óleo e o carvão foram descobertos e usados pelo homem. Até à data de hoje, o dióxido de carbono aumentou de 215 a 385 porções por milhão. Mas, apesar dos aumentos, é ainda somente um gás de traço na atmosfera. Quando o aumento for real, a percentagem da atmosfera que é CO2 permanece minúscula, aproximadamente .41 centésimo de um por cento.

Diverso a hipótese emergiu nos anos 70 e no 80s sobre como este componente atmosférico minúsculo do CO2 pôde causar um aquecimento significativo. Mas permaneceram não demonstrados. Os anos passaram e os cientistas mantiveram-se alcangar para fora para a evidência do aquecimento e da prova de suas teorias. E, o dinheiro e as reivindicações ambientais manteve-se na acumulação.

Para trás nos anos 60, esta pesquisa do aquecimento global veio à atenção de um Maurício nomeado de nação unida carregada burocrata canadense forte. Procurava edições que poderia se usar para cumprir seu sonho do governo do um-mundo. Forte organizou um evento do dia de terra do mundo em Estocolmo, Sweden em 1970. Disto desenvolveu um comité dos cientistas, dos ecólogos e de eficiente políticos do UN para continuar uma série de reunião.

Forte desenvolveu o conceito que o UN poderia exigir pagamentos das nações avançadas para o dano climático de seu burning de combustíveis fósseis beneficiar as nações subdesenvolvidas, uma sorte do imposto do CO2 que fosse o financiamento para seu governo do um-mundo. Mas, ele necessário mais prova científica suportar sua tese preliminar. Tão forte patrocinou o estabelecimento do painel intergovernamental de nação unida na mudança de clima. Esta não era uma organização científica do estudo puro do clima, como nós fomos conduzimos para acreditar. Era uma organização dos burocratas do UN do governo do um-mundo, dos activistas ambientais e dos cientistas da ecologia que imploraram o financiamento do UN assim que poderiam produzir a ciência eles necessários para parar a queima de combustíveis fósseis. Durante os últimos 25 anos foram muito eficazes. As centenas de papéis científicos, de quatro reuniões internacionais principais e de resmas de notícias sobre o Armageddon climático mais tarde, o UN IPCC fizeram seus pontos à satisfação da maioria e compartilharam mesmo de um prémio de paz de Nobel com Al Gore.

Ao mesmo tempo, esse Maurício Strong era ocupado no UN, coisas começ um bocado fora da mão para o homem que é chamado agora o avô do aquecimento global, Roger Revelle. Tinha sido muito polìtica active nos anos 50 atrasados porque trabalhou para mandar a Universidade do Califórnia encontrar um terreno de San Diego junto ao instituto de Scripps em La Jolla. Ganhou essa guerra principal, mas perdeu uma batalha da mais alta importância mais tarde quando foi passado sobre na selecção do primeiro chanceler do terreno novo.

Deixou Scripps finalmente em 1963 e transportou-se à Universidade de Harvard para estabelecer um centro para estudos de população. Era lá que Revelle inspirou um de seus estudantes assentar bem em um activista principal do aquecimento global. Este estudante diria mais tarde, “ele feltro como tal privilégio poder ouvir-se sobre os readouts de algumas daquelas medidas em um grupo de não mais do que os undergraduates uma dúzia. Estava aqui este professor que apresenta a algo não os anos velhos mas frescos fora do laboratório, com implicações profundas para nosso futuro!” O estudante descreveu-o como “um professor maravilhoso, visionário” quem fosse “um dos primeiros povos na comunidade académico para soar o alarme no aquecimento global,” esse estudante era Al Gore.

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Pensou do Dr. Revelle como seu mentor e referiu-lhe frequentemente, retransmitindo suas experiências como um estudante em sua terra do livro no contrapeso, publicou em 1992.

Então, Roger Revelle era certamente o avô do aquecimento global. Seu trabalho tinha colocado a fundação para o UN IPCC, desde que a munição do combustível do anti-fóssil ao movimento ambiental e a Al Gore emitido em sua estrada a seus livros, sua movimento, seu prémio de paz de Nobel e uns cem milhão dólares do negócio de créditos do carbono.

O que aconteceu em seguida é surpreendente. A agitação do aquecimento global estava transformando-se a celebridade da causa dos meios. Depois que todos os meios são na maior parte liberais, ama Al Gore, amores advertir que nós de desastres iminentes e para nos dizer “o céu estão caindo, o céu estão caindo”. Os políticos e o ecólogo amaram-no, demasiado.

Mas a maré estava girando com o Roger Revelle. Foi forçado para fora em Harvard em 65 e retornou a Califórnia e semi a uma posição da aposentadoria no UCSD. Lá teve o tempo para repensar o dióxido de carbono e o efeito de estufa. O homem que tinha inspirado Al Gore e tinha dado ao UN a investigação básica ele necessário para lanç seu painel intergovernamental na mudança de clima tinha dúvidas. Em 1988 escreveu duas letras preventivas aos membros de congresso. Escreveu, “minha própria opinião pessoal é que nós devemos esperar outros 10 ou 20 anos a ser convencidos realmente que o efeito de estufa está indo ser importante para seres humanos, em maneiras positivas e negativas.” Adicionou, “… nós devemos ser cuidadosos não despertar demasiado alarme até a taxa e uma quantidade de aquecimento torna-se mais desobstruída.”

E em 1991 Revelle aliou-se com Chauncey Starr, fundando o directivo do instituto de investigação da energia eléctrica e do cantor de Fred, o primeiro diretor do serviço satélite de tempo dos E.U., para escrever um artigo para o compartimento do cosmos. Incitaram mais pesquisa e imploraram cientistas e governos não mover demasiado rápido para emissões de CO2 da estufa do freio porque era de modo nenhum certo que o impacto verdadeiro do dióxido de carbono e limitar o uso de combustíveis fósseis poderia ter um impacto negativo enorme na economia e os trabalhos e nosso standard de vida. Eu discuti esta colaboração com o Dr. Cantor. Assegura-me que era consideravelmente mais certo que Revelle do que era naquele tempo que o dióxido de carbono não era um problema.

Roger Revelle atendeu à enclave do verão no bosque boémio em Califórnia do norte no verão de 1990 ao trabalhar nesse artigo? Entregou um discurso da beira do lago lá aos motores e aos abanadores montados de Washington e de Wall Street em que se desculpou emitindo o UN IPCC e Al Gore neste ganso selvagem – persiga sobre o aquecimento global? Disse que a conjectura científica chave de sua vida tinha despejado erradamente? A resposta 2 aquelas perguntas é, “eu penso assim, mas eu não a sei  certo”. Eu não consegui confirmar até à data deste momento. É um pequeno como Las Vegas; o que é dito nas estadas boémias do bosque no bosque boémio. Não há nenhum transcrito ou as gravações e os povos que atendem são incentivados não falar. Contudo, o tópico é tão importante, que alguns povos compartilharam comigo em uma base informal.

Roger Revelle morreu de um ataque cardiaco três meses depois que a história do cosmos foi imprimida. Oh, como eu o desejo estavam ainda vivo hoje. Pôde poder parar este disparate científico e terminar o embuste do aquecimento global.

Al Gore não admitiu a culpa do Mea de Roger Revelle como as acções do homem idoso senil. E, o próximo ano, ao funcionar para o vice-presidente, disse que a ciência atrás do aquecimento global está estabelecida e não haverá não mais debate, de 1992 até que hoje, e suas cortes recusem debater o aquecimento global e em que nos pergunte aproximadamente cépticos insultam-nos simplesmente e chamam-nos nomes.

Tão hoje nós temos a aceitação do dióxido de carbono como o culpado do aquecimento global. Conclui-se que quando nós queimamos combustíveis fósseis nós estamos deixando uma pegada inexorável do carbono que nós devamos pagar a Al Gore ou aos ecólogos para deslocar. Nossos governos em todos os níveis estão considerando taxar o uso de combustíveis fósseis. A Agência de Protecção Ambiental federal está na orla de nomear o CO2 como um poluente e estritamente de regular seu uso proteger nosso clima. O presidente novo e o congresso dos E.U. são a bordo. Muitos governos estatais estão movendo sobre o mesmo curso.

Nós já estamos sofrendo deste disparate do CO2 de várias maneiras. Nossa política energética hobbled estritamente por nenhuma perfuração e por nenhumas refinarias novas por décadas. Nós pagamos pela falta que esta criou cada vez que nós compramos o gás. Sobre isso que o tudo isto sobre o milho baseou o álcool etílico custa-nos milhões dos dinheiros provenientes dos impostos nos subsídios. Isso igualmente conduziu acima dos preços dos alimentos. E, toda a esta é longe de sobre.

E, eu sou convencido totalmente que não há nenhuma base científica para algum dela.

Aquecimento global. É o embuste. É ciência má. É um levantamento com macaco elevado da política de interesse público. Não é nenhum gracejo. É o grande embuste na história.

John Coleman é o fundador da canaleta de tempo e é um apresentador do tempo para o KUSI em San Diego, CA.

Neste momento, este artigo continua a ter importência pelo facto de ter rebentado o caso “Climategate”. Mais um vídeo acerca do assunto:



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A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 3-4

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Nem só de pão vive o homem, senhor engenheiro

Mandataria juventude

José Sócrates está convencido de que não há ninguém mais belo do que ele. E é essa vaidade que o perde.

José Sócrates é um homem a quem não faltam qualidades para ser primeiro-ministro. Gosta do poder e não se envergonha disso. Despreza a conversa do político sacrificado ou do homem providencial. Trabalha horas sem fim e não se queixa. Deseja deixar a sua marca no País. É o primeiro-ministro que mais esforço fez para fazer avançar reformas essenciais desde Cavaco Silva. Aguenta a contestação da rua. Protege os seus ministros. Acredita sinceramente no que anda a fazer. E acima de tudo, está lá sempre, não desiste, não vira a cara, vai à luta, jamais abandona o barco. Ter um primeiro-ministro com capacidade de liderança, com perseverança e com coragem já é ter alguma coisa. Na verdade, é ter mais do que aquilo a que estávamos habituados desde Cavaco. Se me perguntassem: “entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite, qual tem mais capacidade para desenvolver o País e o pôr a andar para a frente?” Eu não teria qualquer dúvida em responder: “José Sócrates.” E no entanto, jamais votaria nele nas próximas eleições.

“Nem só de pão vive o homem”, responde um Jesus esfomeado ao diabo quando por ele está a ser tentado no deserto. Infelizmente, o alcance desta frase milenar (já vem do Antigo Testamento) está muito para além da arquitectura mental do senhor engenheiro. Então ele pensa: se eu me esforço, se eu faço, porque é que não sou admirado por isso? E é no labirinto desta pergunta que José Sócrates se perde, tal como a rainha na história da Branca de Neve ao olhar para o seu reflexo: “espelho meu, espelho meu, haverá alguém no mundo mais bela do que eu?” Sócrates está convencidíssimo de que não há ninguém mais belo do que ele, se não no mundo, pelo menos em Portugal. E é essa vaidade que o trai. Não falo, evidentemente, de o seu número de calças ser o mesmo de quando tinha 20 anos, como chegou a confessar ao Expresso. Falo, isso sim, da certeza das suas qualidades enquanto primeiro-ministro e do caminho que traçou para o País. Ele está tão certo, tão certo, que qualquer contestação é vista como uma afronta.

Daí esse enorme problema com a comunicação social e com o controlo da informação, que culmina agora no desastre da TVI. Para sermos justos, Sócrates tem razão em muita coisa: a comunicação social é demasiadas vezes demasiado incompetente e os timings do caso Freeport estão a ser manipulados (depois de meses sem notícias relevantes, eis que novos factos sobre o processo surgem milagrosamente em véspera de eleições). Mas os factos existem e só Sócrates finge não os ver. O desejo de silenciar existe e só Sócrates finge não o saber. É que ele acha que ser o melhor fornecedor de pão chega. Não chega. Felizmente, há ainda muita gente que não se dispõe a trocar um grama de liberdade por um par de carcaças.

João Miguel Tavares no D.N.


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Na comunicação social o que parece é – Mário Crespo

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Não se pode dizer que de Espanha nem boa brisa nem boa Prisa, porque o clima para este monumental acto censório é da exclusiva responsabilidade de José Sócrates.

35 anos depois da ditadura, digam lá o que disserem, não volta a haver o Jornal de Sexta da TVI e os seus responsáveis foram afastados à força.

No fim da legislatura, em plena campanha eleitoral, conseguiram acabar com um bloco noticioso que divulgou peças fundamentais do processo Freeport.

Sem o jornalismo da TVI não se tinha sabido do DVD de Charles Smith, nem do papel de “O Gordo” que é (também) primo de José Sócrates e que a Judiciária fotografou a sair de um balcão do BES com uma mala, depois de uma avultada verba ter sido disponibilizada pelos homens de Londres.

Sem a pressão pública criada pela TVI o DVD não teria sido incluído na investigação da Procuradoria-geral da República porque Cândida Almeida, que coordena o processo, “não quer saber” do seu conteúdo e o Procurador-geral “está farto do Freeport até aos olhos”.

Com tais responsáveis pela Acção Penal, só resta à sociedade confiar na denúncia pública garantida pela liberdade de expressão que está agora comprometida com o silenciamento da fonte que mais se distinguiu na divulgação de pormenores importantes.

É preciso ter a consciência de que, provavelmente, sem a TVI, não haveria conclusões do caso. Não as houve durante os anos em que simulacros de investigação e delongas judiciais de tacticismo jurídico-formal garantiram prolongada impunidade aos suspeitos.

A carta fora do baralho manipulador foi a TVI, que semanalmente imprimiu um ritmo noticioso seguido por quase toda a comunicação social em Portugal. Argumenta-se agora que o estilo do noticiário era incómodo. O que tem que se ter em conta é que os temas que tratou são críticos para o país e não há maneira suave de os relatar.

O regime que José Sócrates capturou com uma poderosa máquina de relações públicas tentou tudo para silenciar a incómoda fonte de perturbação que semanalmente denunciou a estranha agenda de despachos do seu Ministério do Ambiente, as singularidades do seu curriculum académico e as peculiaridades dos seus invulgares negócios imobiliários.

Fragilizado pelas denúncias, Sócrates levou o tema ao Congresso do seu partido desferindo um despropositado ataque público aos órgãos de comunicação que o investigam, causando, pelos termos e tom usados, forte embaraço a muitos dos seus camaradas.

Os impropérios de Sócrates lançados frente a convidados estrangeiros no Congresso internacionalizaram a imagem do desrespeito que o Chefe do Governo português tem pela liberdade de expressão.

O caso, pela sua mão, passou de nacional a Ibérico. Em pleno período eleitoral, a Ibérica Prisa, ignorante do significado que para este país independente tem a liberdade de expressão, decidiu eliminar o foco de desconforto e transtorno estratégico do candidato socialista.

É indiferente se agiu por conta própria ou se foi sensível às muitas mensagens de vociferado desagrado que Sócrates foi enviando. Não interessa nada que de Espanha não venha nem boa brisa nem boa Prisa porque a criação do clima para este monumental acto censório é da exclusiva responsabilidade do próprio Sócrates.

É indiferente se a censura o favorece ou prejudica. O importante é ter em mente que, quem actua assim, não pode estar à frente de um país livre. Para Angola, Chile ou Líbia está bem. Para Portugal não serve.


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Outra “cabala”

Nunca vi o tão falado “Jornal Nacional” das sextas e agora, depois da decisão da Administração da TVI de acabar com ele, fico com a impressão de que perdi alguma coisa. Porque quando uma empresa privada, que supostamente produz tendo em vista o lucro, retira do mercado o seu produto mais vendável (o “Jornal Nacional” era líder absoluto de audiências), das duas uma: ou o lucro afinal não lhe interessa ou a coisa envolve algum negócio ainda mais lucrativo.

Negra1E há-de ter sido um negócio dos chorudos porque tudo sugere que, de caminho, a Administração da TVI tenha vendido também a hipótese de vitória do PS nas próximas eleições. Com efeito, do que o PS nesta altura menos precisava era da suspeita de estar por detrás (coisa que toda a gente sabe que seria incapaz de fazer) da bolivariana medida. O que aconteceu foi uma cabala, desta vez dos socialistas espanhóis da Prisa, feitos com o PSD, contra o PS, a sua credibilidade democrática e o seu respeito pela liberdade de informação. Eu, se fosse a Sócrates (que tanto contava com o “Jornal Nacional” para ganhar as eleições), cassava-lhes já a licença.

Manuel António Pina in J. N.


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BE compara cancelamento do Jornal Nacional a afastamento de Marcelo Rebelo de Sousa

BE

O Bloco de Esquerda considerou hoje “estranho” o cancelamento do Jornal Nacional da TVI e comparou o caso com o afastamento de Marcelo Rebelo de Sousa da mesma estação de televisão.
“O que tivemos hoje faz-nos lembrar um episódio que ocorreu durante o Governo PSD e CDS-PP na mesma estação de televisão que levou ao afastamento de Marcelo Rebelo de Sousa porque os seus comentários incomodavam o Governo da altura. As pressões foram imensas e resultaram exactamente no seu afastamento”, disse a deputada do BE Helena Pinto.

A deputada considerou “estranho” o cancelamento do Jornal Nacional da TVI e adiantou que “tem que ser totalmente explicado”, tendo em conta o “contexto especial” em que ocorreu. “A suspensão do Jornal Nacional que nada previa que acontecesse tem lugar num contexto muito especial marcado pelo facto do primeiro-ministro ter escolhido como alvo de críticas este programa e esta estação de televisão e, por outro lado, ocorre a três semanas de se realizarem eleições importantíssimas no país”, sublinhou.
A direcção de informação da TVI demitiu-se hoje devido ao cancelamento do Jornal de Sexta, apresentado por Manuela Moura Guedes, disse fonte da estação. A direcção de informação era, até agora, composta pelo director, João Maia Abreu, e pelos adjuntos, Mário Moura e Manuela Moura Guedes.


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Há um polvo que a aperta cada vez mais

José Eduardo Moniz diz que “há um cerco à liberdade de informação” 

José Eduardo Moniz considera “um escândalo” o cancelamento do Jornal de Sexta da TVI. Não sabe se houve ou não interferência política, mas diz que a “liberdade de informação está a ser alvo de um cerco cada vez mais apertado”. “Há um polvo que a aperta cada vez mais”, acrescenta.
José Eduardo Moniz, que abandonou o cargo de director-geral do canal há cerca de um mês, afirmou hoje ao PÚBLICO que cancelamento do Jornal Nacional de sexta-feira “é um escândalo empresarial e político” e “um sinal dos riscos que corre a liberdade de informação em Portugal”.

Moniz, que é casado com Manuela Moura Guedes, sub-directora demissionária da TVI e apresentadora e coordenadora do Jornal de Sexta, considera ainda uma “fraqueza, um sinal de falta de inteligência e uma confrangedora incapacidade de lidar com a liberdade de informação ” acabar com o jornal.

Questionado se considera que houve interferência política no cancelamento do Jornal de Sexta, José Eduardo Moniz respondeu: “Não sei se houve ou não, mas que há várias fragilidades com a ligação da estação ao exterior há.”

“A inocência deixou de fazer parte da minha bagagem há muito tempo. Acredito que as coisas não acontecem por acaso e nada deve ser desenquadrado do seu contexto”, acrescentou.

O Jornal de Sexta foi alvo nos últimos meses de diversas críticas duras por parte do primeiro-ministro, José Sócrates, e por vários membros do Governo e do PS. Moniz anunciou mesmo que ia avançar com um processo judicial contra Sócrates, por considerar as suas declarações injuriosas.
Questionado sobre estas críticas de José Sócrates, Moniz: acrescentou: “Preocupa-me pouco o que pensa José Sócrates. Neste momento, o que me preocupa mais é o estado da liberdade do de informação em Portugal, que está a ser alvo de um cerco cada vez mais apertado. Há um polvo que a aperta cada vez mais.”


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Bill would give president emergency control of Internet

Internet companies and civil liberties groups were alarmed this spring when a U.S. Senate bill proposed handing the White House the power to disconnect private-sector computers from the Internet.

They’re not much happier about a revised version that aides to Sen. Jay Rockefeller, a West Virginia Democrat, have spent months drafting behind closed doors. CNET News has obtained a copy of the 55-page draft (excerpt), which still appears to permit the president to seize temporary control of private-sector networks during a so-called cybersecurity emergency.

The new version would allow the president to “declare a cybersecurity emergency” relating to “non-governmental” computer networks and do what’s necessary to respond to the threat. Other sections of the proposal include a federal certification program for “cybersecurity professionals,” and a requirement that certain computer systems and networks in the private sector be managed by people who have been awarded that license.

“I think the redraft, while improved, remains troubling due to its vagueness,” said Larry Clinton, president of the Internet Security Alliance, which counts representatives of Verizon, Verisign, Nortel, and Carnegie Mellon University on its board. “It is unclear what authority Sen. Rockefeller thinks is necessary over the private sector. Unless this is clarified, we cannot properly analyze, let alone support the bill.”

Representatives of other large Internet and telecommunications companies expressed concerns about the bill in a teleconference with Rockefeller’s aides this week, but were not immediately available for interviews on Thursday.

A spokesman for Rockefeller also declined to comment on the record Thursday, saying that many people were unavailable because of the summer recess. A Senate source familiar with the bill compared the president’s power to take control of portions of the Internet to what President Bush did when grounding all aircraft on Sept. 11, 2001. The source said that one primary concern was the electrical grid, and what would happen if it were attacked from a broadband connection.

Full story here.

Prison Planet


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A Censura está de volta!

censura1PT notificada para acabar com sites que promovem pirataria de música e filmes
A Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) notificou quarta-feira a empresa de telecomunicações PT para remover e impossibilitar o acesso a sites que disponibilizam ilegalmente filmes, músicas e matéria editorial na internet, confirmou hoje fonte daquele organismo

Em comunicado, o Movimento Cívico Antipirataria na Internet, MAPiNET, refere que em causa estão 28 sites cujo acesso a PT ficou obrigada a remover e a impossibilitar o acesso.

A ANACOM e o Ministério Público foram também notificados da decisão da IGAC, adoptada ao abrigo da Lei do Comércio Electrónico, em vigor desde 2004, após queixas apresentadas pelo MAPiNET.

Constituído em Novembro de 2008, o MAPiNET integra representantes de autores, artistas, produtores de música, de vídeo e de cinema, editores de livros e de publicações periódicas e também por retalhistas e agentes das indústrias criativas.

Lusa/SOL


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Big Brother da União Europeia

Uma agência europeia reunirá todos os ficheiros de polícia, justiça e asilo, segundo uma proposta apresentada pela Comissão Europeia
O Big Brother está em gestação. É de facto uma Big Sister, pois trata-se de uma agência personalizada fundada pela União Europeia. Orwell não nos tinha prevenido que o risco totalitário viria de Bruxelas.
Texto publicado pelo professor Gilles J. Gugliemi no seu site .

Eis o que comporta a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho apresentada pela Comissão Europeia a 24 de Junho de 2009, que tem como objectivo criar uma agência responsável pela gestão operacional dos sistemas de informação SIS2, VIS e Eurodac.

A Comissão Europeia apresenta uma proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho de 24 de Junho de 2009, que tem como objecto criar uma agência que será responsável pela gestão operacional dos sistemas de informação de grande escala aplicando o Título IV do Tratado das Comunidades Europeias e, potencialmente, «de outros sistemas de informação no domínio da liberdade, da segurança e da justiça».

Baseia-se no artigo 66 do Tratado da CE1

1. Os três instrumentos de registo na Europa

O registo dos indivíduos pela União Europeia por motivos de segurança, de justiça ou de fluxos migratórios assenta de momento em três sistemas distintos. Já tínhamos escrito aqui sobre a criação dos vistos e dos aperfeiçoamentos do Eurodac, mas é preciso recordar a existência do SIS (I depois II).

Na base da convenção de aplicação do acordo de Schengen de 14 de Junho de 19852, o sistema de informação Schengen (SIS) foi criado para preservar a ordem pública e a segurança pública, incluindo a segurança dos Estados. O sistema de informação Schengen de segunda geração (SIS II)3 foi consideravelmente ampliado pois tem como objecto «assegurar um nível elevado de segurança na espaço de liberdade, de segurança e de justiça da União Europeia, incluindo a preservação da segurança pública e da ordem pública e a salvaguarda da segurança nos territórios dos Estados membros, assim como aplicar disposições do título IV da terceira parte do tratado CE relativos à livre circulação das pessoas nos territórios dos Estados membros, com a ajuda das informações transmitidas por este sistema».

O EURODAC, sistema de informação à escala da Comunidade (isto é, um conjunto de tratamento e de ficheiros respeitantes a todos os Estados membros) foi criado para facilitar a aplicação da convenção de Dublin4, destinada a estabelecer um mecanismo de determinação da responsabilidade do exame dos pedidos de asilo apresentados num dos Estados membros da União. Esta convenção foi substituída por um instrumento legislativo comunitário, o regulamento de Dublin5.

Enfim, o sistema de informação sobre os vistos (VIS)6 deve permitir às autoridades dos Estados membros «trocar informações sobre os vistos, com o objectivo de simplificar os procedimentos de pedido de visto, prevenir o “visa shopping”, facilitar a luta contra a fraude, facilitar os controlos nos pontos de passagem das fronteiras externas e no território dos Estados membros, ajudar à identificação das pessoas provenientes de países terceiros, facilitar a aplicação do regulamento de Dublin e contribuir para a prevenção das ameaças à segurança interna de um dos Estados membros».

A lógica apontaria para que a EUROPOL gerisse o SIS, enquanto que a Comissão geria o VIS e o EURODAC. Esta opção foi sugerida durante as negociações para a transformação da Europol actual num acto comunitário. Pelo contrário, foi a criação de uma nova agência de regulação centralizadora e de vocação universal que foi aprovada.

2. Tudo concentrado na mesma instituição

Uma das maiores ambiguidades da proposta de regulamento é confundir a natureza da agência que, de gestão acaba por ser em seguida “de regulação”.

«A agência de regulação será criada enquanto organismo comunitário dotado de personalidade jurídica. As primeiras tarefas a confiar à agência são de natureza operacional, o que abrange a gestão global dos sistemas de informação assim como o funcionamento destes sistemas. Ela tornar-se-á assim um ‘centro de excelência’ dotado de pessoal de execução especializado. Um organismo especializado permitirá além disso atingir níveis de eficácia e de reactividade mais elevados, incluindo na perspectiva do desenvolvimento e da gestão operacional de outros sistemas potenciais no domínio da liberdade, da segurança e da justiça.»

A agência será além disso encarregue de todas as tarefas ligadas à infraestrutura de comunicação. A este respeito, a Comissão anuncia implicitamente a publicação do regulamento resultante da proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho apresentado pela Comissão a 3 de Dezembro de 2008, COM(2008) 825 final

Enfim, a agência poderá também potencialmente ser encarregue de desenvolver e de gerir «outros sistemas de informação em grande escala no espaço de liberdade, de segurança e de justiça» (com a condição que sejam adoptados instrumentos legislativos que criem estes sistemas e confiram à agência as competências correspondentes.

Nada é dito, evidentemente, sobre a articulação, e mesmo a interconexão dos ficheiros em questão. Mas qual é o conteúdo de uma gestão operacional, se não for para agir nos ficheiros, estruturá-los, melhorar a sua «eficácia e reactividade»?

Autorizar os Estados a partilhar ficheiros de polícia, de justiça e de circulação das pessoas tinha já graves consequências para as liberdades. Sem mesmo concluir definitivamente sobre a sua natureza de regulação, criar uma agência que domina completamente a gestão operacional dos seus ficheiros é um passo decisivo e simbólico que nunca deveria ser dado sem um debate democrático alargado.

Gilles J. Gugliemi, professor na universidade Panthéon-Assas (Paris-2)

Tradução de Carlos Santos

1 Que prevê a adopção das medidas apropriadas que visem encorajar e reforçar a cooperação administrativa entre os serviços competentes das administrações dos Estados membros nos domínios dos vistos, do asilo, da imigração e das outras políticas ligadas à livre circulação da pessoas, assim como entre os serviços e a Comissão.

2 publicada em 2000: JO L 239 de 22/09/2000, p. 19

3 estabelecido pelo regulamento (CE) nº 1987/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho de 20 de Dezembro de 2006 e pela decisão 2007/533/JAI do Conselho de 12 de Junho de 2007 sobre o estabelecimento, o funcionamento e a utilização do sistema de informação Schengen de segunda geração (SIS II)

4 JO C 254 de 19.8.1997, p. 1.

5 Regulamento (CE) nº 343/2003 do Conselho de 18 de Fevereiro de 2003 que estabelece os critérios e mecanismos de determinação do Estado membro responsável pelo exame de um pedido de asilo apresentado num dos Estados membros por uma pessoa de um país terceiro, JO L 50 de 25/02/2003, p. 1

6 Criado pelo regulamento (CE) nº 767/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho de 9 de Julho do Parlamento Europeu e do Conselho de 9 de Julho de 2008 relativo ao sistema de informação sobre os vistos (VIS) e a troca de dados entre os Estados membros sobre os vistos de curta duração (regulamento VIS).

Fonte: Esquerda.net


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O Desfecho Do Imbróglio

socratesmampf1Começam a chover soluções criativas para empurrar à força o novo modelo de gestão com soluções não contempladas em nenhum diploma legal. O curioso – ou não – é que já parece que muita gente está por tudo e até aguenta bota de ferro cardada desde que servida com firmeza de um lado e sorriso do outro: Para quem não se lembrar, a situação descrita há pouco mais do seguinte era esta. Eis o desfecho: Cumprida a leitura da DREL sobre a legislação dos concursos para directores de escolas, realizou.se na tal Secundária de Cascais nova reunião do CT para proceder a nova votação com o regime de 2ª volta. E qual é esse regime? Bastava apenas um voto a favor, já que o boletim de voto não podia conter o não mas sim e só o nome do candidato. Mas não teve apenas um – teve dez votos a favor e seis em branco. Como o voto é secreto apenas se podem fazer suposições, o que não interessa para o caso. O que mudou? A presença da PCE que tinha estado ausente na reunião anterior, querendo mostrar uma independência que rapidamente fez cair com a sua presença nesta reunião. Não tem direito a voto mas tem direito a influenciar !!! E num discurso preparado, apelou ao voto por unanimidade no candidato, elogiando as suas pretensas qualidades e virtudes e disponibilizando-se para o “ajudar” em tudo que ele necessitar !!! Será que depois de dois mandatos como PCE, estará candidata a adjunta do Director???!!! Naquela escola, e em determinadas pessoas, já é possível acreditar em tudo, embora o “poleiro” pareça um pouco pequeno para dois.Fiquemos a aguardar os próximos desenvolvimentos, já que se começa a perceber é que há gente que não gosta mesmo é de dar aulas !!! E dizem-se professores… Se repararem, mesmo sem especial atenção, este é o princípio base do regime de partido único. Basta haver um voto a favor e foca escolhido o plesidente da junta paroquial. Ou o fim de qualquer simulacro de democracia electiva – apre!, apre! – na escolha dos novos Directores. Mas tudo bem, desde que se estejam a dividir pelos grupos de pressão em presença, todos ficam satisfeitinhos com a sua fatia…

Fonte: A educação do meu umbigo


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Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 01

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

Publicado por libertas000


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Os ausentes da indignação

E m dez anos, João Ubaldo Ribeiro foi duas vezes censurado, no nosso País, por um zeloso vigilante da moral. O grupo proprietário da cadeia de supermercados Jumbo, voltou a pôr, no seu Índex privado, A Casa dos Budas Ditosos, por sinal um belíssimo romance. Acusação: o livro “é um produto pornográfico”. Ubaldo é baiano, escritor importante, viveu em Portugal, e já foi distinguido com o Prémio Camões, valha isso o que valer. Em condições outras, a extraordinária proibição suscitaria, entre os “intelectuais” portugueses, um alarido de protestos, de abaixo-assinados, de repulsa, e a comunicação social seria levada a transformar a vergonha em causa.

Nada disso aconteceu. Os “intelectuais” portugueses andam tão exaustos de escrever livros maus, de participar em colóquios ridículos, debates patéticos, conferências inúteis no estrangeiro, que são indiferentes às minudências da solidariedade para com os seus camaradas. Neste caso, a João Ubaldo Ribeiro.

Que abstrusos critérios levaram alguém do Jumbo a apontar à execração o romance do brasileiro? Que conceito de “pornografia” possui o pequeno Torquemada de supermercado? E de que extraordinário poder dispõe, que iluminada noção de valores contém, com que espírito superior foi bafejado para assim atirar pedras a uma obra literária editada em numerosos idiomas? E, sobretudo, quem é ele? Esse “ele” não tem nome, como aqueles blogues que insultam, injuriam, mentem, caluniam com absoluta impunidade. Esse alguém, misterioso e, certamente, crudelíssimo, de olho feroz e ânimo comprometido com as trevas, usa uma “agência de comunicação” para revelar as suas tristes decisões. Não dá a cara: é um esboço de pessoa, um ser vago, estéril, arfante de gozo como todo o censor que se preza.

O romance foi proibido no supermercado e – insisto – que fizeram os nossos desenvoltos “intelectuais”? Limitaram-se ao silêncio que tem sido a capa da cobardia na qual se envolvem. Nelson de Matos, o editor, diz que tem recebido solidariedade de “gente grada”. Ninguém sabe, ninguém viu, como se canta no samba. Essa “gente grada” também não tem nome? Protesta por sussurro? Telefona-se com cauta indignação e voz baixinha? Então, e a APE, e a SPA, também andam meio aladas?

Ao longo dos últimos vinte anos temos assistido à mais vil das demissões daqueles que deveriam arriscar o ónus da sua pretendida importância. Habita, neste mutismo miseravelmente defensivo, uma viscosa e esgueirada indignidade. Claro que é uma imprudência, um perigo, um desafio alguém afrontar os poderes que se constituíram como as estruturas da sociedade. Porém, há ocasiões em que os “intelectuais” têm de estar à altura das circunstâncias – as próprias e as históricas.

Baptista Bastos no D.N.


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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 11

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

obama-brainThe Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

http://www.prisionplanet.com
http://www.infowars.com

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 10

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O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 9

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O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 7

Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 8

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The Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 5

A Mentira de Obama (The Obama Deception) 6

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O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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