O Marialva arrogante

Un antipático contra todos 

El primer ministro portugués se parece a un conductor que avanza a toda velocidad por la autopista en dirección contraria, convencido que son todos los demás automovilistas los que se equivocan. Los gobiernos europeos y las instituciones comunitarias dan por hecho que Portugal no puede salir de la crisis sin asistencia financiera, pero José Sócrates les contradice a todos diciendo que que el país puede superar sus problemas con sus propias fuerzas. Después de ser derrotado en el Parlamento ha presentado su dimisión y ha lanzado a su partido, el socialista, de frente y a toda velocidad contra la oposición liberal-conservadora, esperando que en el último momento un volantazo de buena suerte le permita dar la vuelta a las encuestas y regresar victorioso.

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Alunos do ensino básico, secundário e superior saem à rua em protesto

Alunos dos ensinos básico, secundário e superior prometem sair à rua hoje, Dia do Estudante, em diversos protestos contra as políticas do Governo.

Centenas de alunos das universidades e politécnicos de todo o país anunciaram que se dirigirão a Lisboa para escreverem no livro de reclamações da Direcção-geral do Ensino Superior (DGES) as suas queixas em relação aos cortes nas bolsas de estudo.

O protesto, que pretendem «nacional», está a ser promovido, entre outras, pelas associações e federações académicas do Porto, Braga, Évora, Aveiro, Leiria, Castelo Branco, Viseu e Trás-os-Montes e Alto Douro.

A Federação Académica do Porto estima que «500 a 600» estudantes vão a Lisboa, enquanto que da Universidade de Évora são esperados cerca de 500.

A Associação Académica da Universidade de Aveiro é outra das associações que estará em Lisboa hoje. «Vamos levar entre 50 a 70 pessoas», disse o seu presidente, Tiago Alves.

Quanto à Federação Académica da Universidade do Minho (AAUM), espera mobilizar cerca de 200 estudantes.

A AAUM tem cerca de 740 estudantes em risco de perder a bolsa no fim deste ano lectivo, por estarem no regime transitório. A taxa de indeferimento a pedidos de bolsa passou de 15% para 30%, enquanto que o aumento de pedidos de bolsa foi na ordem dos 2%.

«Entendemos que a conjuntura económica do país não é favorável e que têm de ser feitos ajustes. Mas não podemos concordar que esses ajustes sejam feitos desta forma no ensino, na educação, que deve ser assumida como uma aposta para ultrapassar a crise. Estes cortes na acção social vão, acima de tudo, cortar a possibilidade de muitos estudantes continuarem os seus estudos», disse Luís Rodrigues, presidente da AAUM.

Também a Federação Académica de Leiria decidiu, com meia centena de alunos, juntar-se ao protesto. A Federação Académica do Instituto Politécnico de Castelo Branco (FACAB) vai participar com cerca de dez bolseiros.

A Associação Académica do Politécnico de Viseu decidiu deslocar-se à DGES e «facilitar o transporte a todos os que também queiram ir».

Também a Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro vai disponibilizar um autocarro para os alunos que se queiram juntar ao protesto em Lisboa.

Além deste «protesto nacional», a Associação Académica de Coimbra vai promover um boicote geral às aulas, também por causa da política de acção social escolar.

Já os estudantes da Universidade do Algarve organizaram uma acção de protesto em Faro e vão entregar um «mural de lamentações» dos alunos e um cheque fictício com o valor retirado das bolsas à governadora civil de Faro.

As Associações Académicas e de Estudantes da Universidade de Lisboa, por seu turno, vão realizar várias acções de protesto ao longo de todo o dia na Cidade Universitária, também contra o processo de atribuição de bolsas de estudo, exigindo a sua revisão.

Quanto aos estudantes do básico e secundário, dezenas de associações de estudantes convocaram manifestações para hoje contra a política de Educação.

A Avenida da Liberdade foi pequena para tantos manifestantes

A marcha de protesto foi encabeçada pelos Homens da Luta

O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, declarou-se hoje agradado com os “muitos milhares de pessoas” presentes na Avenida da Liberdade no protesto da CGTP-IN, sublinhando que “só se mexe quem confia no futuro” do país.

“O povo está descontente e indignado com as injustiças, pobreza e precariedade, mas a afirmar esperança e confiança no futuro”, disse Carvalho da Silva à agência Lusa enquanto descia a Avenida da Liberdade na frente da manifestação.

A Avenida da Liberdade ficou repleta de manifestantes que aderiram ao protesto convocado pela CGTP-IN contra o desemprego, a precariedade e por aumentos salariais e das pensões.

Por volta das 17:00 quando a Praça dos Restauradores, onde termina o desfile, já estava cheia, ainda havia trabalhadores a desfilar na Avenida Fontes Pereira de Melo.

Sem que se consiga ver a cauda da manifestação, na Avenida da Liberdade o desfile vai passando ladeado por inúmeras pessoas que assistem nos passeios.

O desfile iniciou-se no Marquês de Pombal com uma salva de palmas aos participantes na iniciativa.

BE quer ouvir ministro das Finanças na quarta-feira

O Bloco de Esquerda (BE) vai chamar o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, quarta-feira ao parlamento, para este justificar as novas medidas anunciadas sexta-feira pelo Governo, disse neste sábado o líder do BE, Francisco Louçã.

 

 

“Na 4.ª feira o Governo será chamado à Assembleia da República, por via do ministro das Finanças, para explicar estas medidas e será confrontado com uma resposta imediata que é a proposta de renegociação das parcerias público-privado para proteger o Orçamento do Estado nos próximos 30 anos, do buraco de 48 mil milhões de euros”, disse Francisco Louçã.

O coordenador do BE acrescentou que a proposta de renegociação daquelas parcerias visa “poupar o dinheiro público e para usar melhor os recursos da economia”.

Francisco Louçã acusou ainda o Governo de ter “escondido” as novas medidas ao País.

“O Governo, escassas 10 horas depois da moção de censura do BE, apresentou uma negociação que tinha durado 15 dias e já estava pronta, foi escondida ao País, na sexta-feira, com as novas medidas de austeridade: congelamento  das pensões, redução da indemnização de despedimento, ataque aos salários e uma nova degradação da economia”, enumerou.

Quanto ao anúncio de Pedro Passos Coelho, feito sexta-feira à noite, de que o PSD não vai apoiar as medidas anunciadas pelo Governo, Francisco Louçã considera que os social-democratas têm responsabilidade nas medidas que já estão a ser aplicadas.

“O PSD, que suportou o Governo na 5.ª feira, opondo-se à moção de censura, diz agora que não quer mais medidas de austeridade. Mas os portugueses já estão a sofrer as medidas de austeridade que o PSD votou e hoje temos sobretudo uma situação de confusão política, de intriga permanente, em que o PSD não se quer opor em relação às políticas que aprovou e o PS nada quer fazer para corrigir as políticas que estão a provocar uma recessão”, salientou

Greve Função pública pára hoje contra o congelamento salarial

A greve geral da função pública já está em movimento. Escolas, hospitais, tribunais e repartições de finanças deverão reflectir o descontentamento dos trabalhadores com o congelamento de salários dos funcionários públicos em 2010.

Os sindicatos partem optimistas para a greve, prevendo níveis elevados de adesão. “Esperamos muitos, muitos serviços parados. Vai ser uma excelente greve, com bastantes trabalhadores”, afirma Ana Avóila, coordenadora da Frente Comum (CGTP). Também Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP, se mostrou convicto da existência de uma “enorme mobilização” dos trabalhadores para hoje, que faça o governo recuar.

Ontem de manhã, os sindicatos estiveram reunidos com o Ministério das Finanças, mas a posição inflexível do governo levou a que fossem mantidas as acções de luta. “Está tudo na mesma”, explicou ao i Nobre dos Santos da Fesap (UGT). “Não houve nada que nos fizesse mudar de ideias.”

À saída da reunião, o secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Castilho dos Santos, recusou que a greve de hoje pressione o governo. “[O governo] lamenta que apesar de a greve ser o exercício de um direito constitucional se marque uma greve a meio de um processo negocial, com matérias muito importantes por discutir.”

Ana Avóila responde, acusando o executivo de não estar a negociar. “O governo sabe bem que não houve nenhuma negociação durante este tempo todo.”

A greve está marcada para hoje, mas na recolha do lixo começou já ontem, às 22 horas, em todo o país – duas horas antes em Évora. Às 23 horas foi a vez dos hospitais, devido ao arranque dos turnos da noite.

Algumas escolas deverão encerrar e os tribunais estarão muito condicionados, tal como as repartições de finanças. Na saúde, apesar de os serviços mínimos terem de ser garantidos, a greve deverá ser sentida nos hospitais e nos centros de saúde.

O congelamento de salários está relacionado com o plano do governo para cortar o défice orçamental de 9,3% para menos de 3% até 2013. Para os próximos meses os sindicatos têm já agendadas outras formas de protesto, nomeadamente a Frente Comum que irá organizar uma supermanifestação em Lisboa em Maio.

Climategate U-turn as scientist at centre of row admits: There has been no global warming since 1995

  • Data for vital ‘hockey stick graph’ has gone missing
  • There has been no global warming since 1995
  • Warming periods have happened before – but NOT due to man-made changes

Data: Professor Phil Jones admitted his record keeping is ‘not as good as it should be’

Professor Phil Jones

The academic at the centre of the ‘Climategate’ affair, whose raw data is crucial to the theory of climate change, has admitted that he has trouble ‘keeping track’ of the information.

Colleagues say that the reason Professor Phil Jones has refused Freedom of Information requests is that he may have actually lost the relevant papers.

Professor Jones told the BBC yesterday there was truth in the observations of colleagues that he lacked organisational skills, that his office was swamped with piles of paper and that his record keeping is ‘not as good as it should be’.

The data is crucial to the famous ‘hockey stick graph’ used by climate change advocates to support the theory.

Professor Jones also conceded the possibility that the world was warmer in medieval times than now – suggesting global warming may not be a man-made phenomenon.

And he said that for the past 15 years there has been no ‘statistically significant’ warming.

The admissions will be seized on by sceptics as fresh evidence that there are serious flaws at the heart of the science of climate change and the orthodoxy that recent rises in temperature are largely man-made.

Professor Jones has been in the spotlight since he stepped down as director of the University of East Anglia’s Climatic Research Unit after the leaking of emails that sceptics claim show scientists were manipulating data.

The raw data, collected from hundreds of weather stations around the world and analysed by his unit, has been used for years to bolster efforts by the United Nation’s Intergovernmental Panel on Climate Change to press governments to cut carbon dioxide emissions.

Following the leak of the emails, Professor Jones has been accused of ‘scientific fraud’ for allegedly deliberately suppressing information and refusing to share vital data with critics.

Discussing the interview, the BBC’s environmental analyst Roger Harrabin said he had spoken to colleagues of Professor Jones who had told him that his strengths included integrity and doggedness but not record-keeping and office tidying.

Mr Harrabin, who conducted the interview for the BBC’s website, said the professor had been collating tens of thousands of pieces of data from around the world to produce a coherent record of temperature change.

That material has been used to produce the ‘hockey stick graph’ which is relatively flat for centuries before rising steeply in recent decades.

According to Mr Harrabin, colleagues of Professor Jones said ‘his office is piled high with paper, fragments from over the years, tens of thousands of pieces of paper, and they suspect what happened was he took in the raw data to a central database and then let the pieces of paper go because he never realised that 20 years later he would be held to account over them’.

Asked by Mr Harrabin about these issues, Professor Jones admitted the lack of organisation in the system had contributed to his reluctance to share data with critics, which he regretted.

But he denied he had cheated over the data or unfairly influenced the scientific process, and said he still believed recent temperature rises were predominantly man-made.

Asked about whether he lost track of data, Professor Jones said: ‘There is some truth in that. We do have a trail of where the weather stations have come from but it’s probably not as good as it should be.

‘There’s a continual updating of the dataset. Keeping track of everything is difficult. Some countries will do lots of checking on their data then issue improved data, so it can be very difficult. We have improved but we have to improve more.’

He also agreed that there had been two periods which experienced similar warming, from 1910 to 1940 and from 1975 to 1998, but said these could be explained by natural phenomena whereas more recent warming could not.

He further admitted that in the last 15 years there had been no ‘statistically significant’ warming, although he argued this was a blip rather than the long-term trend.

And he said that the debate over whether the world could have been even warmer than now during the medieval period, when there is evidence of high temperatures in northern countries, was far from settled.

Sceptics believe there is strong evidence that the world was warmer between about 800 and 1300 AD than now because of evidence of high temperatures in northern countries.

But climate change advocates have dismissed this as false or only applying to the northern part of the world.

Professor Jones departed from this consensus when he said: ‘There is much debate over whether the Medieval Warm Period was global in extent or not. The MWP is most clearly expressed in parts of North America, the North Atlantic and Europe and parts of Asia.

‘For it to be global in extent, the MWP would need to be seen clearly in more records from the tropical regions and the Southern hemisphere. There are very few palaeoclimatic records for these latter two regions.

‘Of course, if the MWP was shown to be global in extent and as warm or warmer than today, then obviously the late 20th Century warmth would not be unprecedented. On the other hand, if the MWP was global, but was less warm than today, then the current warmth would be unprecedented.’

Sceptics said this was the first time a senior scientist working with the IPCC had admitted to the possibility that the Medieval Warming Period could have been global, and therefore the world could have been hotter then than now.

Professor Jones criticised those who complained he had not shared his data with them, saying they could always collate their own from publicly available material in the US. And he said the climate had not cooled ‘until recently – and then barely at all. The trend is a warming trend’.

Mr Harrabin told Radio 4’s Today programme that, despite the controversies, there still appeared to be no fundamental flaws in the majority scientific view that climate change was largely man-made.

But Dr Benny Pieser, director of the sceptical Global Warming Policy Foundation, said Professor Jones’s ‘excuses’ for his failure to share data were hollow as he had shared it with colleagues and ‘mates’.

He said that until all the data was released, sceptics could not test it to see if it supported the conclusions claimed by climate change advocates.

He added that the professor’s concessions over medieval warming were ‘significant’ because they were his first public admission that the science was not settled.

Jesse Ventura ex-Governador do Minnesota desmonta a farsa do Aquecimento Global – ‘Conspiracy Theory’

Posted on Dezembro 18, 2009 by ovigia

Jesse Ventura ex-Governador do Minnesota tem agora uma série de reportagens de investigação que visam tentar esclarecer ou fazer alguma luz sobre alguns assuntos designados por aqueles que os querem desacreditar como Teorias da Conspiração.

Este ex-Navy SEAL, ex-lutador de Wrestling e ex-político resolveu abordar numa nova série de televisão em formato tipo reportagens de investigação, diversos temas nossos conhecidos, tendo já ido para o ar três episódios desta série que se designa por CONSPIRACY THEORY WITH JESSE VENTURA e é uma produção da trutv.com.

Entre os temas abordados nos seus três primeiros episódios encontram-se o projecto militar HAARP capaz de alterar a atmosfera e o clima bem como o pensamento de todos nós e até provocar tremores e terra entre outros, no segundo episódio tratou do tema dos atentados do 11Set2001 e no episódio de ontem o terceiro, foi sobre o AGW, Aquecimento Global supostamente de origem antropogénica, sobre o qual Alex Jones tem um interessante artigo no seu site.

Para darem olhada aos seguintes episódios vão até ao site do projecto, caso queiram fazer o seu download através de torrents, aqui estão eles, para darem uma olhada primeiro vão até ao youtube.

Entrevista do “pai” dos alertas para as alterações climáticas ao “The Guardian” J. Hansen: “É preferível que a cimeira de Copenhaga falhe”

Considera ser o desafio moral do século: a luta contra as alterações climáticas. James Hansen, um dos mais eminentes estudiosos do clima, o homem que alertou para os perigos das alterações climáticas muitos anos antes de Al Gore abrir os olhos ao mundo com o seu documentário “Uma Verdade Inconveniente”, falou ao “The Guardian” nas vésperas da cimeira de Copenhaga. E o que tem a dizer não é agradável. Hansen diz que é preferível que a cimeira redunde em fracasso, dado que o ponto de partida é profundamente defeituoso. Mais valia começar tudo do zero, argumenta.

“Preferia que não acontecesse [um acordo em Copenhaga], se as pessoas aceitarem a cimeira como sendo a ‘via certa’, em vez de a ‘via do desastre’”, indicou Hansen, que dirige o Instituto Goddard para os Estudos Espaciais, da NASA, em Nova Iorque.

O cientista que convenceu o mundo a prestar atenção ao perigo crescente do aquecimento global é muito claro quando diz ao “The Guardian” que seria melhor para o Planeta e para as futuras gerações que a cimeira de Copenhaga acabasse num desastre. James Hansen considera que qualquer acordo que venha a emergir das negociações será tão profundamente defeituoso que mais valia começar tudo de novo a partir do zero.

“Toda a abordagem é tão profundamente errada que é melhor reavaliar a situação. Se isto for uma coisa ao estilo Quioto, então as pessoas irão demorar anos a tentar determinar o que é que aquilo quer dizer exactamente”, criticou Hansen.

Hansen começou a apresentar-se diante do Congresso americano em 1989, alertando para as consequências do aquecimento global, e fez mais do que qualquer outro cientista na educação dos políticos norte-americanos acerca das mudanças climáticas e das suas consequências.

Apesar de se considerar um relutante orador, diz que foi forçado a entrar na esfera pública depois de as catástrofes naturais se terem começado a multiplicar.

Esta entrevista ao “The Guardian” acontece numa altura em que se registaram alguns progressos na cimeira de Copenhaga, com a Índia a anunciar um limite à emissão de CO2 para a atmosfera. Os quatro maiores produtores de gases com efeito de estufa – EUA, China, UE e Índia – já se comprometeram com limites para as emissões, mas ainda há muito a fazer e muitos obstáculos a serem ultrapassados.

Hansen opõe-se veementemente aos esquemas de compra e venda de emissões de CO2 para a atmosfera entre nações. Compara este sistema às indulgências vendidas pelo Clero na Idade Média, quando os fiéis compravam a redenção das suas almas dando dinheiro aos padres. Neste caso os países ricos dão dinheiro aos países pobres em troca de emissões de carbono.

Hansen é igualmente muito crítico das actuações de Barack Obama e de Al Gore, afirmando que estes líderes mundiais falharam aquele que é considerado hoje o desafio moral da nossa era. Porque o problema do corte das emissões de CO2 para a atmosfera não se pode ajustar aos interesses políticos e económicos internacionais. “Neste tipo de assuntos não pode haver compromissos”, avalia. “Não temos um líder que seja capaz de entender o que se passa e que diga o que realmente importa dizer. Em vez disso, estamos todos a tentar continuar com os negócios de sempre”.

Apesar de tudo, Hansen permanece optimista: “Podemos já nos ter comprometido com um aumento do nível do mar em pelo menos um metro – ou mais – mas isso não quer dizer que desistamos. Porque se desistirmos, em vez de um poderemos ter de lidar com dezenas de metros. Por isso acho contraproducente as pessoas dizerem que atingimos um ponto de não retorno e que é demasiado tarde. Nesse caso, em que é que estamos a pensar: vamos abandonar o Planeta? Devemos minimizar os estragos”, vaticinou.

A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 9-15

A história surpreendente atrás do embuste do aquecimento global


Um texto publicado em Janeiro de 2009 no site OSMOOTHIE alertava para a manipulação climatérica, para o embuste do CO2 como principal poluente da atmosfera e causado do efeito de estufa:
Publicado janeiro em 29, 2009

KUSI, “a história surpreendente atrás do embuste do aquecimento global
por John Coleman

Todos os actores importantes estão agora no lugar em Washington e nos governos estatais através de América para etiquetar oficialmente o dióxido de carbono como um poluente e para decretar as leis que nos taxam cidadãos para nossas pegadas do carbono. Somente dois detalhes estão na maneira, nos tempos económicos esmorecidos e em uma volta dramática para um clima mais frio. Os últimos dois Invernos amargos têm conduzir a uma ascensão na consciência pública que o CO2 não é um poluente e não é um gás de estufa significativo que esteja provocando o aquecimento global do fugitivo.

Como nós chegamos a este ponto onde a ciência má está conduzindo o governo ?

A história começa com um Oceanographer nomeado Roger Revelle. Seriu com a marinha na segunda guerra mundial. Depois que a guerra ele assentou bem no director do instituto Oceanographic de Scripps em La Jolla em San Diego, Califórnia. Revelle viu a oportunidade de obter o financiamento principal da marinha para fazer medidas e pesquisa sobre o oceano em torno dos Atolls pacíficos onde as forças armadas dos E.U. conduziam testes da bomba atómica. Expandiu extremamente as áreas do instituto de interesse e entre outro empregou Hans Suess, um químico notável da Universidade de Chicago, que estava muito interessada nos traços de carbono no ambiente do burning de combustíveis fósseis. Revelle etiquetou sobre aos estudos de Suess e co-autorizou um estudo em 1957. O papel levanta a possibilidade que o dióxido de carbono pôde criar um efeito de estufa e causar o aquecimento atmosférico. Parece ser um argumento para financiar para mais estudos. Financiar, sincera, é onde a mente de Revelle estava na maioria das vezes.

Revelle seguinte empregou um Geochemist nomeado David Keeling para planear uma maneira de medir o índice atmosférico do dióxido de carbono. Em Keeling 1960 publicado seu primeiro papel que mostra o aumento no dióxido de carbono na atmosfera e que liga o aumento à queima de combustíveis fósseis.

Estes dois artigos de investigação transformaram-se a terra firme da ciência do aquecimento global, mesmo que não oferecessem nenhuma prova que o dióxido de carbono era de facto um gás de estufa. Além não explicaram como este gás de traço, simplesmente uma fração minúscula da atmosfera, poderia ter todo o impacto significativo em temperaturas.

Deixe-me agora tomá-lo de volta aos anos 50 em que isto estava indo sobre. Nossas cidades entrapped em um nuvem da poluição motor a combustão interna crus que carros pstos e caminhões para trás então e das emissões descontroladas das centrais energéticas e das fábricas. Os carros e as fábricas e as centrais energéticas enchiam o ar com todas as sortes dos poluentes. Havia um válido e a preocupação séria sobre as consequências da saúde desta poluição e de um movimento ambiental forte estava tornando-se para exigir a ação. O governo aceitou este desafio e os padrões ambientais novos foram ajustados. Os cientistas e os coordenadores vieram ao salvamento. Os novos combustíveis reformulados  foram desenvolvidos para carros, como eram os motores altas tecnologia, controlados por computador novos e os conversores catalíticos. Em o meio dos anos 70 os carros eram já não poluidores do máximo, emitindo-se somente alguns dióxido de carbono e vapor de água de suas tubulações de cauda. Do mesmo modo, o processamento novo do combustível e os purificadores da pilha de fumo foram adicionados a industrial e as centrais energéticas e suas emissões foram reduzidas extremamente, também.

Mas um movimento ambiental tinha sido estabelecido e seu financiamento e muito existência dependeu de ter uma edição de continuação da crise. Assim os artigos de investigação de Scripps vieram apenas no momento direito. E, com eles veio o nascimento de uma edição; aquecimento global sintético do dióxido de carbono da queima de combustíveis fósseis.

Revelle e Keeling usaram esta alarmismo nova para manter seu crescimento do financiamento. Outros investigadores com motivações ambientais e uma fome para o financiamento viram este tornar-se e escalaram-no a bordo também. As concessões de pesquisa começaram a fluir e a hipótese alarmista começou a aparecer em toda parte.

A curva de Keeling mostrou uma ascensão constante no CO2 na atmosfera durante o período desde que o óleo e o carvão foram descobertos e usados pelo homem. Até à data de hoje, o dióxido de carbono aumentou de 215 a 385 porções por milhão. Mas, apesar dos aumentos, é ainda somente um gás de traço na atmosfera. Quando o aumento for real, a percentagem da atmosfera que é CO2 permanece minúscula, aproximadamente .41 centésimo de um por cento.

Diverso a hipótese emergiu nos anos 70 e no 80s sobre como este componente atmosférico minúsculo do CO2 pôde causar um aquecimento significativo. Mas permaneceram não demonstrados. Os anos passaram e os cientistas mantiveram-se alcangar para fora para a evidência do aquecimento e da prova de suas teorias. E, o dinheiro e as reivindicações ambientais manteve-se na acumulação.

Para trás nos anos 60, esta pesquisa do aquecimento global veio à atenção de um Maurício nomeado de nação unida carregada burocrata canadense forte. Procurava edições que poderia se usar para cumprir seu sonho do governo do um-mundo. Forte organizou um evento do dia de terra do mundo em Estocolmo, Sweden em 1970. Disto desenvolveu um comité dos cientistas, dos ecólogos e de eficiente políticos do UN para continuar uma série de reunião.

Forte desenvolveu o conceito que o UN poderia exigir pagamentos das nações avançadas para o dano climático de seu burning de combustíveis fósseis beneficiar as nações subdesenvolvidas, uma sorte do imposto do CO2 que fosse o financiamento para seu governo do um-mundo. Mas, ele necessário mais prova científica suportar sua tese preliminar. Tão forte patrocinou o estabelecimento do painel intergovernamental de nação unida na mudança de clima. Esta não era uma organização científica do estudo puro do clima, como nós fomos conduzimos para acreditar. Era uma organização dos burocratas do UN do governo do um-mundo, dos activistas ambientais e dos cientistas da ecologia que imploraram o financiamento do UN assim que poderiam produzir a ciência eles necessários para parar a queima de combustíveis fósseis. Durante os últimos 25 anos foram muito eficazes. As centenas de papéis científicos, de quatro reuniões internacionais principais e de resmas de notícias sobre o Armageddon climático mais tarde, o UN IPCC fizeram seus pontos à satisfação da maioria e compartilharam mesmo de um prémio de paz de Nobel com Al Gore.

Ao mesmo tempo, esse Maurício Strong era ocupado no UN, coisas começ um bocado fora da mão para o homem que é chamado agora o avô do aquecimento global, Roger Revelle. Tinha sido muito polìtica active nos anos 50 atrasados porque trabalhou para mandar a Universidade do Califórnia encontrar um terreno de San Diego junto ao instituto de Scripps em La Jolla. Ganhou essa guerra principal, mas perdeu uma batalha da mais alta importância mais tarde quando foi passado sobre na selecção do primeiro chanceler do terreno novo.

Deixou Scripps finalmente em 1963 e transportou-se à Universidade de Harvard para estabelecer um centro para estudos de população. Era lá que Revelle inspirou um de seus estudantes assentar bem em um activista principal do aquecimento global. Este estudante diria mais tarde, “ele feltro como tal privilégio poder ouvir-se sobre os readouts de algumas daquelas medidas em um grupo de não mais do que os undergraduates uma dúzia. Estava aqui este professor que apresenta a algo não os anos velhos mas frescos fora do laboratório, com implicações profundas para nosso futuro!” O estudante descreveu-o como “um professor maravilhoso, visionário” quem fosse “um dos primeiros povos na comunidade académico para soar o alarme no aquecimento global,” esse estudante era Al Gore.

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Pensou do Dr. Revelle como seu mentor e referiu-lhe frequentemente, retransmitindo suas experiências como um estudante em sua terra do livro no contrapeso, publicou em 1992.

Então, Roger Revelle era certamente o avô do aquecimento global. Seu trabalho tinha colocado a fundação para o UN IPCC, desde que a munição do combustível do anti-fóssil ao movimento ambiental e a Al Gore emitido em sua estrada a seus livros, sua movimento, seu prémio de paz de Nobel e uns cem milhão dólares do negócio de créditos do carbono.

O que aconteceu em seguida é surpreendente. A agitação do aquecimento global estava transformando-se a celebridade da causa dos meios. Depois que todos os meios são na maior parte liberais, ama Al Gore, amores advertir que nós de desastres iminentes e para nos dizer “o céu estão caindo, o céu estão caindo”. Os políticos e o ecólogo amaram-no, demasiado.

Mas a maré estava girando com o Roger Revelle. Foi forçado para fora em Harvard em 65 e retornou a Califórnia e semi a uma posição da aposentadoria no UCSD. Lá teve o tempo para repensar o dióxido de carbono e o efeito de estufa. O homem que tinha inspirado Al Gore e tinha dado ao UN a investigação básica ele necessário para lanç seu painel intergovernamental na mudança de clima tinha dúvidas. Em 1988 escreveu duas letras preventivas aos membros de congresso. Escreveu, “minha própria opinião pessoal é que nós devemos esperar outros 10 ou 20 anos a ser convencidos realmente que o efeito de estufa está indo ser importante para seres humanos, em maneiras positivas e negativas.” Adicionou, “… nós devemos ser cuidadosos não despertar demasiado alarme até a taxa e uma quantidade de aquecimento torna-se mais desobstruída.”

E em 1991 Revelle aliou-se com Chauncey Starr, fundando o directivo do instituto de investigação da energia eléctrica e do cantor de Fred, o primeiro diretor do serviço satélite de tempo dos E.U., para escrever um artigo para o compartimento do cosmos. Incitaram mais pesquisa e imploraram cientistas e governos não mover demasiado rápido para emissões de CO2 da estufa do freio porque era de modo nenhum certo que o impacto verdadeiro do dióxido de carbono e limitar o uso de combustíveis fósseis poderia ter um impacto negativo enorme na economia e os trabalhos e nosso standard de vida. Eu discuti esta colaboração com o Dr. Cantor. Assegura-me que era consideravelmente mais certo que Revelle do que era naquele tempo que o dióxido de carbono não era um problema.

Roger Revelle atendeu à enclave do verão no bosque boémio em Califórnia do norte no verão de 1990 ao trabalhar nesse artigo? Entregou um discurso da beira do lago lá aos motores e aos abanadores montados de Washington e de Wall Street em que se desculpou emitindo o UN IPCC e Al Gore neste ganso selvagem – persiga sobre o aquecimento global? Disse que a conjectura científica chave de sua vida tinha despejado erradamente? A resposta 2 aquelas perguntas é, “eu penso assim, mas eu não a sei  certo”. Eu não consegui confirmar até à data deste momento. É um pequeno como Las Vegas; o que é dito nas estadas boémias do bosque no bosque boémio. Não há nenhum transcrito ou as gravações e os povos que atendem são incentivados não falar. Contudo, o tópico é tão importante, que alguns povos compartilharam comigo em uma base informal.

Roger Revelle morreu de um ataque cardiaco três meses depois que a história do cosmos foi imprimida. Oh, como eu o desejo estavam ainda vivo hoje. Pôde poder parar este disparate científico e terminar o embuste do aquecimento global.

Al Gore não admitiu a culpa do Mea de Roger Revelle como as acções do homem idoso senil. E, o próximo ano, ao funcionar para o vice-presidente, disse que a ciência atrás do aquecimento global está estabelecida e não haverá não mais debate, de 1992 até que hoje, e suas cortes recusem debater o aquecimento global e em que nos pergunte aproximadamente cépticos insultam-nos simplesmente e chamam-nos nomes.

Tão hoje nós temos a aceitação do dióxido de carbono como o culpado do aquecimento global. Conclui-se que quando nós queimamos combustíveis fósseis nós estamos deixando uma pegada inexorável do carbono que nós devamos pagar a Al Gore ou aos ecólogos para deslocar. Nossos governos em todos os níveis estão considerando taxar o uso de combustíveis fósseis. A Agência de Protecção Ambiental federal está na orla de nomear o CO2 como um poluente e estritamente de regular seu uso proteger nosso clima. O presidente novo e o congresso dos E.U. são a bordo. Muitos governos estatais estão movendo sobre o mesmo curso.

Nós já estamos sofrendo deste disparate do CO2 de várias maneiras. Nossa política energética hobbled estritamente por nenhuma perfuração e por nenhumas refinarias novas por décadas. Nós pagamos pela falta que esta criou cada vez que nós compramos o gás. Sobre isso que o tudo isto sobre o milho baseou o álcool etílico custa-nos milhões dos dinheiros provenientes dos impostos nos subsídios. Isso igualmente conduziu acima dos preços dos alimentos. E, toda a esta é longe de sobre.

E, eu sou convencido totalmente que não há nenhuma base científica para algum dela.

Aquecimento global. É o embuste. É ciência má. É um levantamento com macaco elevado da política de interesse público. Não é nenhum gracejo. É o grande embuste na história.

John Coleman é o fundador da canaleta de tempo e é um apresentador do tempo para o KUSI em San Diego, CA.

Neste momento, este artigo continua a ter importência pelo facto de ter rebentado o caso “Climategate”. Mais um vídeo acerca do assunto:


Illuminati – A verdade The truth about the Illuminati Pt 1 e 2

Publicado por sleestackassassin

Sweet Misery: A Poisoned World – Parte 01

O aspartamo ou aspartame é uma neurotoxina utilizada para substituir o açúcar comum. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas.

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.
Este veneno esta sendo consumido inocentemente pelas pessoas, com aprovação da Organização Mundial de Saúde.

Faça uma pesquisa por “Codex Alimentarius” e você ficará surpreso com as proporções que isso vem tomando.

Obs: Não fui eu quem legendou o video, apenas mesclei as legendas a ele. Mesmo que em alguns momentos tenham dificuldade de acompanhar a legenda por conta da cor, vale a pena assistir ao documentário

Publicado por libertas000

Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 11

NO INFRINGEMENT OF COPYRIGHT IS INTENDED

obama-brainThe Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

http://www.prisionplanet.com
http://www.infowars.com

Publicado por deusmihifortis

O CIDADÃO PORTUGUÊS É ESCRAVO

Uma análise atenta da ‘democracia’ portuguesa permite-nos concluir que a generalidade dos cidadãos é escravizada (precários, desempregados, mal remunerados) por uma classe política autora de um sistema perverso que se locupleta com o seu sangue e os seus sacrifícios. Os mais honestos dos cidadãos são ao mesmo tempo os mais débeis para resistir a todo o tipo de esbulho e dificuldades e, face às dificuldades para uma sobrevivência condigna, coloca-se fortemente a muitos jovens a hipótese de emigrarem, o que se concretiza e evita males maiores como por exemplo os males gregos e os males daqueles países, sem vocação de emigração, onde as coisas se assinalam com violência. De resto, a classe política portuguesa, bastante insensível, bizantinesca, entregue a chinesices, e civicamente desligada dos cidadãos, inventou as reformas-benesse, as ajudas de custo à medida dos desejos de gestores públicos nomeados politicamente, inventou os apoios cumulativos, a glutonaria clientelar sobre o OE, toda a espécie de obscenidade e benfícios permutados entre si ao passo que a estabilidade profissional e psíquica é sonegada por toda a vida a um cidadão comum. Esta classe política, que assim capturou o Estado e fê-lo exclusivamente seu e ao seu serviço, também inventou a prescrição que é uma coisa que a protege de males maiores e a faz passar de todas as vezes por entre as gotas da chuva dos próprios problemas e berbicachos. Observe-se a quantidade impressionante de trapalhadas sonoras em que o sr. Sócrates aparece arrolado. Consequências? Zero. Pedidos de desculpa? Quantos forem necessários para adormecer os casos e passar adiante, além dos processos a jornalistas por difamação, sinais e características que nos permitem aferir a falta de nível e de escrúpulos de estes grandes privilegiados no seu mundo intocável. Não se rebelem nem se insurjam, não. Dom Nuno e os filhos bastardos e segundos da Nobreza. Alguém e todos esses explorados, secundarizados nos seus direitos fundamentais enquanto portugueses: «O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra mandou arquivar o inquérito aberto aos projectos de obras assinados por José Sócrates na década de 1980 por terem prescrito os crimes que poderiam estar em causa.»

Publicada por joshua em PALAVROSSAVRVS REX

Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 10

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obama-brainThe Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 9

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The Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 7

Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 8

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The Obama Deception – A Mentira de Obama é o mais novo documentário do produtor Alex Jones onde destrói por completo o mito de que Barack Obama esteja trabalhando no melhor dos interesses do povo americano.

O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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Publicado por deusmihifortis

Alex Jones: A Mentira de Obama (The Obama Deception) 5

A Mentira de Obama (The Obama Deception) 6

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O fenómeno de Obama é uma mentira maquinada cuidadosamente para liderar a NOva Ordem Mundial. Obama foi apresentado como o salvador em uma tentativa de enganar o povo americano com o fim de aceitar a escravidão mundial.

Já não se trata de esquerda ou direita, de comunismo ou sistema de liberdades, do que realmente se trata até agora de forma encoberta é de um Governo Mundial.

Este documentário cobre: Para quem Obama trabalha, as mentiras que disse e sua verdadeira agenda. Se você quer saber dos factos e passar por cima de toda essa ladainha messiânica, este filme é para você.

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Publicado por deusmihifortis

Acção policial sob suspeita em Londres e Estrasburgo

Um vídeo divulgado pelo jornal “The Guardian” revela que o homem que morreu durante os protestos contra a reunião do G20 em Londres tinha sido agredido pela polícia poucos minutos antes de sucumbir, vítima de ataque cardíaco. A intervenção policial nessa manifestação já tinha sido criticada por activistas e movimentos sociais.

Ian Tomilson, o cidadão que faleceu na semana passada à margem das manifestações contra a reunião do G20, em Londres, tinha sido violentamente agredido pela polícia minutos antes de ser vítima de um ataque cardíaco, como mostra um vídeo revelado pelo “The Guardian”.

Tomilson, que não participava nos protestos, tinha acabado de encerrar o seu quiosque de venda de jornais, localizado no centro de Londres, na zona onde se concentravam os manifestantes e sob forte vigilância policial.

O vídeo, gravado por um gestor de fundos, mostra como a vítima se desloca de forma descontraída e de mãos nos bolsos quando é atacado, pelas costas, por um agente da autoridade. Apesar de se ter levantado, Ian Tomilson viria a falecer poucos minutos depois, vítima de ataque cardíaco.

A forma como a polícia interveio nesta manifestação tem vindo a ser amplamente contestada por activistas e movimentos sociais.

Vodpod videos no longer available.

As tácticas policiais para controlar os manifestantes que encheram as ruas para contestar às políticas da NATO e do G20 estão a ser alvo de duras críticas. Em Inglaterra, o cerco aos manifestantes, impedindo-os de sair de determinada zona, é apontado como o início de uma era de violência sobre os manifestantes.


Nas ruas de Londres, a meio da semana passada, seriam cerca de 5000 pessoas a participar nas várias acções de bloqueio e protesto que procuravam dificultar a vida às delegações participantes na cimeira do G20, atrasando-as o mais possível para tornar ainda mais caótica a agenda do encontro, sempre cumprida ao minuto.

A reacção da polícia a estas acções está a ser classificada de uma brutalidade sem precedentes por alguns porta-vozes das organizações anti G20, como a líder dos Verdes Jenny Jones, que também pertence à Autoridade policial metropolitana da capital inglesa. A BBC dá conta da preocupação que é partilhada por muitos activistas, em particular quanto à acção da polícia face aos manifestantes junto ao Banco de Inglaterra. Usando uma táctica aplicada habitualmente às claques de futebol, a polícia fez um cordão policial em redor dos manifestantes, não os deixando sair da zona onde estão.

Várias testemunhas afirmam que a vítima mortal da manifestação, um homem de 47 anos que não participava no protesto, acabou por ser apanhado e agredido pela polícia minutos após os confrontos entre polícia e manifestantes.

A acção da polícia, conhecida como “táctica da chaleira” fez aumentar a tensão dos manifestantes encurralados, que na esmagadora maioria protestavam num clima festivo e pacífico, enfurecendo-os progressivamente. A utilização destas tácticas poderá marcar um volte-face em futuras manifestações, tornando-as mais violentas.

Também as manifestações anti-NATO ficam marcadas pelas críticas à acção policial e das autoridades locais, acusadas de criar um clima de terror na cidade de Estrasburgo. O líder do Novo Partido Anticapitalista acusa os responsáveis políticos e policiais de se terem recusado a negociar um percurso para a manifestação de 4 de Abril e obrigado os manifestantes a percorrer uma zona industrial deserta na periferia. O facto do acampamento se situar a mais de 7 quilómetros do ponto de partida da manifestação e ter sido proibido qualquer cortejo entre os dois pontos também é criticado.

Para Olivier Besancenot, “as provocações multiplicaram-se na altura da manifestação, com as autoridades a tornarem quase impossível o acesso à zona de partida e a bombardearem a manifestação com gás lacrimogéneo”. “Durante o percurso, as contantes cargas policiais e tiros de balas de borracha contra os manifestantes fizeram mais de 150 feridos”, diz o comunicado do NPA que exige a libertação de todos os activistas ainda presos.

Também o senador e autarca socialista de Estrasburgo, Roland Ries, critica a polícia pela estranha demora no combate ao incêndio dos edifícios desactivados da alfândega e num hotel. Durante uma hora e meia, a polícia deixou arder esses edifícios sem intervir, proporcionando as imagens que correram mundo nas televisões, supostamente ilustrando a violência e o vandalismo dos manifestantes.

A Moda do Sapato

O jornalista, de religião sikh, foi de imediato retirado do recinto por dois homens. Alegadamente o jornalista protestava contra a resposta a uma pergunta que colocou ao ministro do Interior – e membro do Partido do Congresso, no poder – sobre o suposto envolvimento de responsáveis dessa formação política no massacre de milhares de sikhs, em 1984, por hindus.

Recorde-se que, em Dezembro de 2008, numa conferência de imprensa em Bagdad, o jornalista iraquiano Muntazer al-Zaidi atirou os dois sapatos contra o antigo presidente dos Estados Unidos George W. Bush. O jornalista iraquiano foi condenado a três anos de prisão.