Mário Crespo abandona colaboração com JN

Por Liliana Garcia
O Jornal de Notícias recusou publicar um texto de opinião onde Mário Crespo relata um encontro entre Sócrates, Lacão, Silva Pereira e um executivo de televisão, onde Crespo foi referido como um «problema» que tinha de ter «solução». O jornalista contou ao SOL que vai deixar de colaborar com o diário
O texto de Mário Crespo que não foi publicado
Mário Crespo  abandona colaboração com JN

O artigo de Mário Crespo, que seria hoje publicado, na coluna de opinião do Jornal de Notícias (JN), foi rejeitado pela direcção do referido diário. No texto, Crespo alude a um almoço que reuniu o Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro da Presidência Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, e um executivo de televisão. Nesse encontro, num hotel de Lisboa, Mário Crespo terá sido referido como «um problema» que teria de ter «solução».

No artigo, o jornalista enumera exemplos de outros «problemas» que o Governo socialista terá «solucionado»: Manuela Moura Guedes, José Eduardo Moniz, o Jornal de Sexta da TVI e José Manuel Fernandes, ex-director do Público.

O jornalista contou ao SOL que enviou, às seis da manhã de domingo, o texto para o copy desk do JN. Por volta da meia-noite, Mário Crespo recebeu uma chamada telefónica do director do diário, José Leite Pereira, com indicação de que o artigo de opinião não seria publicado.

Questionado sobre as razões para a não publicação, Mário Crespo refere que «não houve uma explicação plausível», por parte do director do jornal. Perante esta situação, o jornalista da SIC decidiu cessar a colaboração com o JN.

O SOL tentou contactar o director do JN, mas ainda não foi possível falar com ele.

liliana.garcia@sol.pt

O Fim da Linha – Mário Crespo

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.

via email.

O grande disciplinador

Fernando  Sobral
O grande disciplinador
fsobral@negocios.pt

J. Edgar Hoover, o chefe do FBI, transformou o gangster John Dillinger no seu inimigo público nº1. Mais modestamente, Noronha do Nascimento, o presidente do STJ, transformou os jornalistas no inimigo nº1 do nosso país. As situações são comparáveis, como se imagina. Se não fosse o jornalismo, Portugal era um sítio isento de corrupção, de crimes violento e de abusos sexuais. Sem o jornalismo, Portugal seria o País das Maravilhas de Alice. Noronha do Nascimento não se preocupa com o estado lastimoso a que chegou a justiça em Portugal, mas com assombrações. É sempre mais fácil arranjar inimigos do que resolver os problemas. A justiça não funciona, mas o que é importante é criar mais um tribunal, desta vez para julgar os jornalistas. Noronha do Nascimento não pretende investigação e julgamentos sérios: deseja o silêncio. E é a isso que ele chama justiça. A erupção vulcânica de Noronha do Nascimento serve para meter medo, mas as réplicas há muito que já se sentiam: com a comissão da carteira, com a ERC, com o fim da Caixa dos Jornalistas. PS e PSD são os verdadeiros criadores da elegância oratória de Noronha do Nascimento. Afinal o que é “a estrutura política do Estado”? Noronha do Nascimento faz lembrar o polícia das obras do escritor Amin Maalouf. É a correia de transmissão do poder. O presidente do STJ quer ser o disciplinador da comunicação social. Para ele o problema do País não está nos corruptores nem na corrupção, mas sim nos que, eventualmente, divulgam a sua existência. A balança da justiça desequilibrou-se de vez.

A história surpreendente atrás do embuste do aquecimento global


Um texto publicado em Janeiro de 2009 no site OSMOOTHIE alertava para a manipulação climatérica, para o embuste do CO2 como principal poluente da atmosfera e causado do efeito de estufa:
Publicado janeiro em 29, 2009

KUSI, “a história surpreendente atrás do embuste do aquecimento global
por John Coleman

Todos os actores importantes estão agora no lugar em Washington e nos governos estatais através de América para etiquetar oficialmente o dióxido de carbono como um poluente e para decretar as leis que nos taxam cidadãos para nossas pegadas do carbono. Somente dois detalhes estão na maneira, nos tempos económicos esmorecidos e em uma volta dramática para um clima mais frio. Os últimos dois Invernos amargos têm conduzir a uma ascensão na consciência pública que o CO2 não é um poluente e não é um gás de estufa significativo que esteja provocando o aquecimento global do fugitivo.

Como nós chegamos a este ponto onde a ciência má está conduzindo o governo ?

A história começa com um Oceanographer nomeado Roger Revelle. Seriu com a marinha na segunda guerra mundial. Depois que a guerra ele assentou bem no director do instituto Oceanographic de Scripps em La Jolla em San Diego, Califórnia. Revelle viu a oportunidade de obter o financiamento principal da marinha para fazer medidas e pesquisa sobre o oceano em torno dos Atolls pacíficos onde as forças armadas dos E.U. conduziam testes da bomba atómica. Expandiu extremamente as áreas do instituto de interesse e entre outro empregou Hans Suess, um químico notável da Universidade de Chicago, que estava muito interessada nos traços de carbono no ambiente do burning de combustíveis fósseis. Revelle etiquetou sobre aos estudos de Suess e co-autorizou um estudo em 1957. O papel levanta a possibilidade que o dióxido de carbono pôde criar um efeito de estufa e causar o aquecimento atmosférico. Parece ser um argumento para financiar para mais estudos. Financiar, sincera, é onde a mente de Revelle estava na maioria das vezes.

Revelle seguinte empregou um Geochemist nomeado David Keeling para planear uma maneira de medir o índice atmosférico do dióxido de carbono. Em Keeling 1960 publicado seu primeiro papel que mostra o aumento no dióxido de carbono na atmosfera e que liga o aumento à queima de combustíveis fósseis.

Estes dois artigos de investigação transformaram-se a terra firme da ciência do aquecimento global, mesmo que não oferecessem nenhuma prova que o dióxido de carbono era de facto um gás de estufa. Além não explicaram como este gás de traço, simplesmente uma fração minúscula da atmosfera, poderia ter todo o impacto significativo em temperaturas.

Deixe-me agora tomá-lo de volta aos anos 50 em que isto estava indo sobre. Nossas cidades entrapped em um nuvem da poluição motor a combustão interna crus que carros pstos e caminhões para trás então e das emissões descontroladas das centrais energéticas e das fábricas. Os carros e as fábricas e as centrais energéticas enchiam o ar com todas as sortes dos poluentes. Havia um válido e a preocupação séria sobre as consequências da saúde desta poluição e de um movimento ambiental forte estava tornando-se para exigir a ação. O governo aceitou este desafio e os padrões ambientais novos foram ajustados. Os cientistas e os coordenadores vieram ao salvamento. Os novos combustíveis reformulados  foram desenvolvidos para carros, como eram os motores altas tecnologia, controlados por computador novos e os conversores catalíticos. Em o meio dos anos 70 os carros eram já não poluidores do máximo, emitindo-se somente alguns dióxido de carbono e vapor de água de suas tubulações de cauda. Do mesmo modo, o processamento novo do combustível e os purificadores da pilha de fumo foram adicionados a industrial e as centrais energéticas e suas emissões foram reduzidas extremamente, também.

Mas um movimento ambiental tinha sido estabelecido e seu financiamento e muito existência dependeu de ter uma edição de continuação da crise. Assim os artigos de investigação de Scripps vieram apenas no momento direito. E, com eles veio o nascimento de uma edição; aquecimento global sintético do dióxido de carbono da queima de combustíveis fósseis.

Revelle e Keeling usaram esta alarmismo nova para manter seu crescimento do financiamento. Outros investigadores com motivações ambientais e uma fome para o financiamento viram este tornar-se e escalaram-no a bordo também. As concessões de pesquisa começaram a fluir e a hipótese alarmista começou a aparecer em toda parte.

A curva de Keeling mostrou uma ascensão constante no CO2 na atmosfera durante o período desde que o óleo e o carvão foram descobertos e usados pelo homem. Até à data de hoje, o dióxido de carbono aumentou de 215 a 385 porções por milhão. Mas, apesar dos aumentos, é ainda somente um gás de traço na atmosfera. Quando o aumento for real, a percentagem da atmosfera que é CO2 permanece minúscula, aproximadamente .41 centésimo de um por cento.

Diverso a hipótese emergiu nos anos 70 e no 80s sobre como este componente atmosférico minúsculo do CO2 pôde causar um aquecimento significativo. Mas permaneceram não demonstrados. Os anos passaram e os cientistas mantiveram-se alcangar para fora para a evidência do aquecimento e da prova de suas teorias. E, o dinheiro e as reivindicações ambientais manteve-se na acumulação.

Para trás nos anos 60, esta pesquisa do aquecimento global veio à atenção de um Maurício nomeado de nação unida carregada burocrata canadense forte. Procurava edições que poderia se usar para cumprir seu sonho do governo do um-mundo. Forte organizou um evento do dia de terra do mundo em Estocolmo, Sweden em 1970. Disto desenvolveu um comité dos cientistas, dos ecólogos e de eficiente políticos do UN para continuar uma série de reunião.

Forte desenvolveu o conceito que o UN poderia exigir pagamentos das nações avançadas para o dano climático de seu burning de combustíveis fósseis beneficiar as nações subdesenvolvidas, uma sorte do imposto do CO2 que fosse o financiamento para seu governo do um-mundo. Mas, ele necessário mais prova científica suportar sua tese preliminar. Tão forte patrocinou o estabelecimento do painel intergovernamental de nação unida na mudança de clima. Esta não era uma organização científica do estudo puro do clima, como nós fomos conduzimos para acreditar. Era uma organização dos burocratas do UN do governo do um-mundo, dos activistas ambientais e dos cientistas da ecologia que imploraram o financiamento do UN assim que poderiam produzir a ciência eles necessários para parar a queima de combustíveis fósseis. Durante os últimos 25 anos foram muito eficazes. As centenas de papéis científicos, de quatro reuniões internacionais principais e de resmas de notícias sobre o Armageddon climático mais tarde, o UN IPCC fizeram seus pontos à satisfação da maioria e compartilharam mesmo de um prémio de paz de Nobel com Al Gore.

Ao mesmo tempo, esse Maurício Strong era ocupado no UN, coisas começ um bocado fora da mão para o homem que é chamado agora o avô do aquecimento global, Roger Revelle. Tinha sido muito polìtica active nos anos 50 atrasados porque trabalhou para mandar a Universidade do Califórnia encontrar um terreno de San Diego junto ao instituto de Scripps em La Jolla. Ganhou essa guerra principal, mas perdeu uma batalha da mais alta importância mais tarde quando foi passado sobre na selecção do primeiro chanceler do terreno novo.

Deixou Scripps finalmente em 1963 e transportou-se à Universidade de Harvard para estabelecer um centro para estudos de população. Era lá que Revelle inspirou um de seus estudantes assentar bem em um activista principal do aquecimento global. Este estudante diria mais tarde, “ele feltro como tal privilégio poder ouvir-se sobre os readouts de algumas daquelas medidas em um grupo de não mais do que os undergraduates uma dúzia. Estava aqui este professor que apresenta a algo não os anos velhos mas frescos fora do laboratório, com implicações profundas para nosso futuro!” O estudante descreveu-o como “um professor maravilhoso, visionário” quem fosse “um dos primeiros povos na comunidade académico para soar o alarme no aquecimento global,” esse estudante era Al Gore.

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Pensou do Dr. Revelle como seu mentor e referiu-lhe frequentemente, retransmitindo suas experiências como um estudante em sua terra do livro no contrapeso, publicou em 1992.

Então, Roger Revelle era certamente o avô do aquecimento global. Seu trabalho tinha colocado a fundação para o UN IPCC, desde que a munição do combustível do anti-fóssil ao movimento ambiental e a Al Gore emitido em sua estrada a seus livros, sua movimento, seu prémio de paz de Nobel e uns cem milhão dólares do negócio de créditos do carbono.

O que aconteceu em seguida é surpreendente. A agitação do aquecimento global estava transformando-se a celebridade da causa dos meios. Depois que todos os meios são na maior parte liberais, ama Al Gore, amores advertir que nós de desastres iminentes e para nos dizer “o céu estão caindo, o céu estão caindo”. Os políticos e o ecólogo amaram-no, demasiado.

Mas a maré estava girando com o Roger Revelle. Foi forçado para fora em Harvard em 65 e retornou a Califórnia e semi a uma posição da aposentadoria no UCSD. Lá teve o tempo para repensar o dióxido de carbono e o efeito de estufa. O homem que tinha inspirado Al Gore e tinha dado ao UN a investigação básica ele necessário para lanç seu painel intergovernamental na mudança de clima tinha dúvidas. Em 1988 escreveu duas letras preventivas aos membros de congresso. Escreveu, “minha própria opinião pessoal é que nós devemos esperar outros 10 ou 20 anos a ser convencidos realmente que o efeito de estufa está indo ser importante para seres humanos, em maneiras positivas e negativas.” Adicionou, “… nós devemos ser cuidadosos não despertar demasiado alarme até a taxa e uma quantidade de aquecimento torna-se mais desobstruída.”

E em 1991 Revelle aliou-se com Chauncey Starr, fundando o directivo do instituto de investigação da energia eléctrica e do cantor de Fred, o primeiro diretor do serviço satélite de tempo dos E.U., para escrever um artigo para o compartimento do cosmos. Incitaram mais pesquisa e imploraram cientistas e governos não mover demasiado rápido para emissões de CO2 da estufa do freio porque era de modo nenhum certo que o impacto verdadeiro do dióxido de carbono e limitar o uso de combustíveis fósseis poderia ter um impacto negativo enorme na economia e os trabalhos e nosso standard de vida. Eu discuti esta colaboração com o Dr. Cantor. Assegura-me que era consideravelmente mais certo que Revelle do que era naquele tempo que o dióxido de carbono não era um problema.

Roger Revelle atendeu à enclave do verão no bosque boémio em Califórnia do norte no verão de 1990 ao trabalhar nesse artigo? Entregou um discurso da beira do lago lá aos motores e aos abanadores montados de Washington e de Wall Street em que se desculpou emitindo o UN IPCC e Al Gore neste ganso selvagem – persiga sobre o aquecimento global? Disse que a conjectura científica chave de sua vida tinha despejado erradamente? A resposta 2 aquelas perguntas é, “eu penso assim, mas eu não a sei  certo”. Eu não consegui confirmar até à data deste momento. É um pequeno como Las Vegas; o que é dito nas estadas boémias do bosque no bosque boémio. Não há nenhum transcrito ou as gravações e os povos que atendem são incentivados não falar. Contudo, o tópico é tão importante, que alguns povos compartilharam comigo em uma base informal.

Roger Revelle morreu de um ataque cardiaco três meses depois que a história do cosmos foi imprimida. Oh, como eu o desejo estavam ainda vivo hoje. Pôde poder parar este disparate científico e terminar o embuste do aquecimento global.

Al Gore não admitiu a culpa do Mea de Roger Revelle como as acções do homem idoso senil. E, o próximo ano, ao funcionar para o vice-presidente, disse que a ciência atrás do aquecimento global está estabelecida e não haverá não mais debate, de 1992 até que hoje, e suas cortes recusem debater o aquecimento global e em que nos pergunte aproximadamente cépticos insultam-nos simplesmente e chamam-nos nomes.

Tão hoje nós temos a aceitação do dióxido de carbono como o culpado do aquecimento global. Conclui-se que quando nós queimamos combustíveis fósseis nós estamos deixando uma pegada inexorável do carbono que nós devamos pagar a Al Gore ou aos ecólogos para deslocar. Nossos governos em todos os níveis estão considerando taxar o uso de combustíveis fósseis. A Agência de Protecção Ambiental federal está na orla de nomear o CO2 como um poluente e estritamente de regular seu uso proteger nosso clima. O presidente novo e o congresso dos E.U. são a bordo. Muitos governos estatais estão movendo sobre o mesmo curso.

Nós já estamos sofrendo deste disparate do CO2 de várias maneiras. Nossa política energética hobbled estritamente por nenhuma perfuração e por nenhumas refinarias novas por décadas. Nós pagamos pela falta que esta criou cada vez que nós compramos o gás. Sobre isso que o tudo isto sobre o milho baseou o álcool etílico custa-nos milhões dos dinheiros provenientes dos impostos nos subsídios. Isso igualmente conduziu acima dos preços dos alimentos. E, toda a esta é longe de sobre.

E, eu sou convencido totalmente que não há nenhuma base científica para algum dela.

Aquecimento global. É o embuste. É ciência má. É um levantamento com macaco elevado da política de interesse público. Não é nenhum gracejo. É o grande embuste na história.

John Coleman é o fundador da canaleta de tempo e é um apresentador do tempo para o KUSI em San Diego, CA.

Neste momento, este artigo continua a ter importência pelo facto de ter rebentado o caso “Climategate”. Mais um vídeo acerca do assunto:


Zeitgeist Addendum (Legendado) 12/12

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora

Zeitgeist Addendum (Legendado) 11/12

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora

Zeitgeist Addendum (Legendado) 7-8/12

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora

Zeitgeist Addendum (Legendado) 3-4/12

α

Ω

Publicado por lucask8nunes

Site Oficial do documentario:
http://www.zeitgeistmovie.com/

Site Oficial do Projeto Venus:
http://www.thevenusproject.com/

Site do Zeitgeist Moviment:
http://thezeitgeistmovement.com/

A Revolução é Agora

Esoteric Agenda 5/6 – LEGENDADO

ADVERTÊNCIA

Este documentário contém informações muito polémicas sobre toda a nossa realidade, tudo que você acreditou até agora. se você acha que não está preparado para descobrir os segredos da Matrix, recomendamos que não assista a esse vídeo.

Existe uma Agenda Esotérica atrás de cada faceta de nossa vida que até então acreditávamos estar desconexa.
Há uma facção da elite conduzindo a política social, economia, a política, as corporações, algumas ongs, e inclusiva as organizaçoes contra o stablishment.
esse vídeo expoe essa agenda…

Enfim, um documentário IMPRESCINDÍVEL para aqueles que buscam a verdade.

Publicado por deusmihifortis

Richard Dawkins – A Raiz de Todo o Mal – Parte 4-6

Publicado por peideiemvc

Richard Dawkins

Richard Dawkins nasceu em Nairobi, capital do Quénia, em 1941. Estudou Zoologia em Oxford, tendo-se doutorado sob a direcção do biólogo Nikolaas Tinbergen, Prémio Nobel em 1973 pelos seus estudos em Etologia. Foi professor de Zoologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Presentemente, é catedrático da Universidade de Oxford. Para lá de cientista e académico, tornou-se conhecido como um dos intelectuais mais influentes da actualidade. Defensor intransigente da evolução segundo a teoria de Darwin, é um divulgador ágil da ciência e do pensamento científico. Intelectual polémico, defende fervorosa e militantemente o “orgulho de ser ateu”.

Sociedades Secretas, Nova Ordem Mundial -6

Walter Julius Veith (1949—) is an , author and speaker known for his work in nutrition, creationism and other Christian topics. He studied zoology at the University of Stellenbosch and obtained his doctorate in zoology from the University of Cape Town in 1979

Richard Dawkins – A Raiz de Todo o Mal – Parte 3-6

Publicado por peideiemvc

Richard Dawkins

Richard Dawkins nasceu em Nairobi, capital do Quénia, em 1941. Estudou Zoologia em Oxford, tendo-se doutorado sob a direcção do biólogo Nikolaas Tinbergen, Prémio Nobel em 1973 pelos seus estudos em Etologia. Foi professor de Zoologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Presentemente, é catedrático da Universidade de Oxford. Para lá de cientista e académico, tornou-se conhecido como um dos intelectuais mais influentes da actualidade. Defensor intransigente da evolução segundo a teoria de Darwin, é um divulgador ágil da ciência e do pensamento científico. Intelectual polémico, defende fervorosa e militantemente o “orgulho de ser ateu”.

A Hipócrisia Total

Caso Madeleine McCann e a Hipócrisia Total

Há várias situações a ter em conta neste caso de extremo mediatismo, que não tenho visto serem mencionadas pelas análises pseudosimplistas feitas nos media até ao momento, por Psicólogos Criminais, Advogados, Forças da Autoridade e Opinion Makers profissionais.

Primeiro antes de tudo existem em qualquer país do mundo pais responsáveis e pais irresponsáveis, uns pais que deixam sozinhos num apartamento três crianças para irem fazer uma refeição com amigos, são sem quaisquer margens de dúvida irresponsáveis. Logo independentemente do que aconteceu à criança em questão os pais em vez de terem sido de ínicio levados aos colo pelo “povo vibrante” (com opiniões e manifestações vibrantes de cariz quase fanático, oscilantes consoante o que os media vinculam), deveriam ter isso sim, sido criticados e responsabilizados pelos media e pela sociedade em geral. Pois acresce que os referidos pais têm formação universitária e neste caso em medicina, não se podendo alegar que sejam uns pobres coitados com pouca informação.
Agora as questões que estão nos meandros do caso e que ninguém menciona, terão elas sido factores causadores do caso em si ou serão meros aproveitamentos de timing brutalmente milimétrico de “alguns”:

1 – A PJ há pouco tempo recebeu um louvor por bom desempenho em investigação criminal do governo dos EUA, que noutras situações já foi entregue à Scotland Yard.

2 – O caso do desaparecimento da criança dá-se praticamente na altura em que o novo primeiro-ministro britânico Gordon Brown toma posse, ficando esta tomada de posse relegada para segundo plano nos mediáticos media ingleses, sendo quase ignorada. É de lembrar que Gordon Brown simpatiza mais com as politicas americanas e com os EUA do que com as politicas europeias e com a Europa, sendo a par de Sarkozy em França, um governante fanático do controlo da população (big brother) e da guerra ao terrorismo.
3 – Prontamente ex-agentes de investigação britânicos e os media, enxovalham e criticam duramente a competência da PJ.
4 – Empresas como a BP (da Rainha de Inglaterra) e a Shell (da Rainha Beatriz da Holanda) ambas pertencentes ao Clube Bilderberg (assim como Gordon Brown), grupo de magnatas e ex-politicos que controla praticamente todos os governos do mundo e várias instituições internacionais , contribuíram bastante para esse fundo.

5 – Passadas umas boas semanas do desaparecimento, um académico norte-americano, na revista TimesMaddie só nos vem provar que devemos urgentemente colocar chips-biométricos nas nossas crianças”. Sabido que esta é uma das politicas fulcrais, que o Bilderberg está a pôr em prática para cercear a liberdade e melhor controlar todos os cidadãos do mundo (sendo o pré-chip, os cartões de cidadão com todas as informações individuais, cartão que Sócrates também Bilderberger já implementou em Portugal). diz: ” o caso


6 – Como é possível em investigação criminal a Policia permitir o aluguer da casa em questão, abrindo assim as portas à contaminação do local do crime? É algo sem dúvida surreal.
7 – Para que é preciso virem cães pisteiros de Inglaterra, quando a associação que treina este tipo de cães em Portugal, os ofereceu prontamente à PJ e esta recusou.
8 – Quando é criado o fundo são nomeados advogados pagos a peso de ouro, para o gerir.
9 – A mãe da criança ao ser ouvida pela última vez pela PJ, recusa-se a responder a questões fulcrais, no dia seguinte a serem considerados arguidos, vão-se embora para Inglaterra.
10 – Desde quando um acessor de imprensa dum primeiro-ministro, abandona este, para se tornar acessor de dois arguidos, num caso tão mediático.
11 – São contratados para os defender os os dois talvez mais caros e mediáticos advogados do Reino Unido e chamado um terceiro advogado, perito em refutação de provas de ADN.

12 – O laboratório britânico que efectuou os testes, não cumpre os prazos prometidos sucessivamente, para fornecimento dos resultados à PJ.
13 – Desde quando um bastonário da Ordem dos Advogados (depois de tanto falar sobre o caso), aceita ser contratado num caso destes. Acrescendo que a rectidão que o cargo impõe devia pressupor, o não exercício de funções como profissional na área.
14 – Foram raptadas para tráfico, o ano passado, só no 3º mundo contabilizadas pela ONU, mais de 4 milhões de crianças para, finalidades diversas: sexuais/pedofilia, escravatura laboral, tráfico de orgãos, tráfico de carne humana para os restaurantes ilegais de luxo de canibalismo em Inglaterra, para rituais satânicos em Inglaterra, entre outras atrocidades. Quantas crianças já desapareceram em portugal e em todo o mundo ocidental e nunca se viu tamanho mediatismo. Interessa também lembrar que a Inglaterra é talvez o maior mercado negro europeu de compra de crianças para estes fins acima citados, incluso pedofilia.
Quanto mais ir visitar o papa. Lembrando o que aconteceu na 2ª Guerra Mundial, quando o Vaticano apoiava os Nazis e aquando do fim desta emitiu dezenas de vistos aos mais bárbaros oficiais, teóricos, cientistas e médicos do regime para fugiram para a América latina (México e Argentina, tendo estes fundado o movimento Sinarquista, que tem estreitas ligações com o Bilderberg e o grande capitalismo internacional, bem como com a extrema direita internacional). O Vaticano abre assim um grave precedente em receber estes pais, porque nunca recebeu nenhum pai, nas mesmas situações antes.
15 – Para quem sabe como é o árduo trabalho e empenho da Interpol, das policias nacionais de investigação criminal e das várias instituições privadas internacionais que combatem o rapto e tráfico de crianças, certamente saberá que o fundo com que o casal anda a viajar para publicitar, teria mais efeito sendo doado a essas instituições possibilitando assim conseguir encontrar inúmeras crianças desaparecidas.
16 – E para finalizar, para quem não esteja familiarizado com as redes de tráfico humano. Se uma rede de tráfico se desse ao trabalho de estudar, investigar e acompanhar um alvo que deixa três crianças sozinhas, mesmo que tivesse uma encomenda para uma só criança do sexo feminino, loira e de 4 anos de idade, tendo lá dois gémeos de inferior idade, que no mercado negro atingem somas muito mais elevadas a nível monetário, certamente não os deixavam lá e raptavam as três crianças, em vez de levarem só a de 4 anos (que até é a menos valiosa).
17 – Do Algarve para sair com uma vitima de rapto, não é preciso mais de 30 minutos seja de carro para Espanha, de avião (de um qualquer aerodromo ou quinta privados) ou num dos muitos barcos de recreio e iates (atracados na costa algarvia, que saem e entram sem qualquer fiscalização).
18 – Quando em portugal há uma entidade especializada em Psicologia da expressão facial, como é que esta não é contactada pela Policia?
19 – Não fossem os orgãos de comunicação portugueses, ingleses e vários a nível internacional, que provocaram e expandiram este mediatismo a patamares de surrealismo, posse de membros do Clube Bilderberg, até se acreditava na imparcialidade dos media. Media estes que conseguem transmutar os sentimentos da plebe sedenta de vibrar com a desgraça alheia, fazendo com que esta ora considere os envolvidos nos casos mediáticos bestiais e no dia seguinte já os trata como bestas demoníacas.
Conclusão:
Independentemente do que tiver acontecido à criança os pais são culpados pela sua irresponsabilidade. Se tiverem sido eles os culpados mais atroz (e tudo indica que o sejam), é ainda a trama e poderá ser mesmo a maior fraude ou acto teatral da história contemporânea. E sem dúvida que o ser humano com que todos menos se preocupam com este mediatismo é a menina desaparecida.
Este caso é mais um sintoma de que esta sociedade materialista, ultra-capitalista e hipócrita a todos os níveis (politico, social, individual, intelectual), perdeu sem dúvida o respeito pelo primado da vida humana em detrimento da sede abismal de manutenção do controlo e manipulação do sistema, das massas embrutecidas com meios de comunicação social (TV, jornais, rádio, literatura e internet) de desaculturação e estupidificação de massas e do dinheiro fácil.

Free the People Now

Não nos importa saber qual bandeira você agita
Sequer queremos saber o seu nome
Não nos importa de onde vem
Ou para onde vais
Tudo que sabemos é que chegastes
Você está tomando todas as decisões
Temos apenas uma solicitação para você
Que enquanto estiver pensando nas coisas
Aqui está uma coisa que é melhor você fazer

Liberte as pessoas agora
Faça isso, faça isso, faça isso, faça isso agora…
Liberte as pessoas agora
Faça isso, faça isso, faça isso, faça isso agora…

Bem, fomos pegos com nossas mãos para o ar
Não se desespere, paranóia está em todo lugar
Podemos desvencilhar disso com amor
Quando estivermos assustados
Então vamos berrar bem alto como uma prece

Liberte as pessoas agora
Faça isso, faça isso, faça isso, faça isso agora…
Liberte as pessoas agora
Faça isso, faça isso, faça isso, faça isso agora…

Entendemos sua paranóia
Mas não queremos jogar o seu jogo
Vocês pensam que são da hora
E que sabem o que estão fazendo
666 é o seu nome
Então enquanto vocês estão se masturbando mutuamente
É melhor manter este pensamento em suas mentes
Sua hora chegou, é melhor saberem disso
Porém talvez vocês não lêem os sinais

Liberte as pessoas agora
Faça isso, faça isso, faça isso, faça isso agora…
Liberte as pessoas agora
Faça isso, faça isso, faça isso, faça isso agora…

Bem, vocês foram pegos com suas mãos na matança
E ainda precisarão ser responsabilizados pelas suas ações
Enquanto escorregam e deslizam morro abaixo
No sangue das pessoas que vocês mataram

Pare a matança
(Liberte as pessoas agora)
Faça isso, faça isso, faça isso, faça isso agora…
Pare a matança
(Liberte as pessoas agora)
Faça isso, faça isso, faça isso, faça isso agora…

Que venha a Lucie

A manipulação de ideias

Opinião
A cultura do ludíbrio

O ex-secretário de imprensa do Presidente Bush, Scott McClellan, acaba de publicar um livro: O que Aconteceu: Dentro da Casa Branca de Bush e a Cultura do Ludíbrio em Washington. O furor político que causou decorre de duas revelações: quando ordenou a invasão do Iraque, Bush sabia que o Iraque não tinha armas de destruição maciça (ADM) e montou uma poderosa «campanha de propaganda» para levar a opinião pública norte-americana e mundial a aceitar uma «guerra desnecessária»; os grandes meios de comunicação foram «cúmplices activos» dessa campanha, não só porque não questionaram as fontes governamentais, como porque incendiaram o fervor patriótico e censuraram as posições cépticas ou contrárias à guerra.

É surpreendente o escândalo causado, pois as revelações não trazem nada de novo. As informações eram conhecidas na altura da invasão a partir de fontes independentes. Nelas me baseei para justificar nesta coluna a minha total oposição à guerra que, além de «desnecessária», era injusta e ilegal. Isto significa que as vozes independentes foram estigmatizadas como sendo ideológicas e antipatrióticas, tal como hoje criticar Israel equivale a ser considerado anti-semita. Em 2001, antes da máquina de propaganda ter começado a devorar a verdade, o próprio Colin Powell dissera não haver nenhuma informação sólida de que o Iraque tivesse ADMs.

Importante é a implicação destas revelações para o futuro do jornalismo. A máquina de propaganda do Departamento de Defesa assentou em três tácticas: impor a presença de generais na reserva em todos os noticiários televisivos, com a missão de demonstrar a existência das ADMs; ter todos os media sob observação e telefonar aos seus directores ou proprietários ao mínimo sinal de cepticismo ou oposição à guerra; convidar jornalistas de confiança de todo o mundo (também de Portugal) para serem convencidos da existência das ADMs e regressarem aos seus países possuídos do fervor belicista.

Vimos isso trágica e grotescamente no nosso país. A verdade é que em Washington e em todo o país circulavam nos media independentes informações que contradiziam o brainwashing, muitas delas provindas de generais e de antigos altos funcionários da Casa Branca. Porque não ocorreu a esses jornalistas fazer uma verificação cruzada das fontes, como lhes exigia o Código Deontológico?

Para o bem do jornalismo, alguns deles procuraram resistir à pressão e sofreram as consequências. Jessica Yellin, na altura no canal ABC, confessou publicamente que os directores e donos do canal a pressionaram para escrever histórias a favor da guerra e censuraram todas as que eram mais críticas. Um produtor foi despedido por propor um programa com equilíbrio entre posições a favor e contra a guerra. Quem resistiu foi considerado antipatriótico e amigo dos terroristas.

Isto mesmo aconteceu no nosso país. Quantos jornalistas foram sujeitos à mesma intimidação? Quantos artigos de opinião contrários à guerra foram rejeitados? E os que escreveram propaganda, alguma vez se retrataram, pediram desculpa, foram demitidos? É que eles colaboraram num crime: um milhão de iraquianos mortos, dezenas de milhares de soldados norte-americanos feridos e mortos e um país totalmente destruído.

Tudo isto terá sido preço, não da democracia – ridículo conceber como democrático este estado colonial e mais fracturado que a Somália – mas sim do controlo das reservas do petróleo do Golfo e da promoção das indústrias petrolífera e militar em que os donos dos media têm fortes investimentos.

Para disfarçar o problema moral, os cúmplices da guerra e da destruição têm recorrido a tudo. Um comentador de direita socorreu-se recentemente da mais desconcertante justificação da guerra: se não havia ADMs, havia pelo menos a convicção de que elas existiam. Ora o livro de McClellan acaba de lhe retirar este argumento. De qual se socorrerá agora?

O trágico é que a «máquina» de propaganda continua montada e está agora dirigida ao Irão. O seu funcionamento será mais difícil e sê-lo-á tanto mais quanto melhores condições tiverem os jornalistas para cumprir o seu Código Deontológico.

Crise dos Combustíveis – Especiais SIC


Imagem: SIC OnlineCrise dos Combustíveis (cabecacombustivel.jpeg)

17-06-2008 13:20 Agricultores em protesto Polícia impede entrada de tractores no centro de Setúbal

17-06-2008 11:14 Subida do preço dos combustíveis Agricultores em marcha lenta entre Poceirão e Setúbal

17-06-2008 09:22 Protesto agricultores Marcha lenta do Poceirão até Setúbal

17-06-2008 07:19 Aumento dos preços dos combustíveis Automobilistas unem-se em buzinão nacional

16-06-2008 13:36 Camionistas franceses em protesto Marchas lentas contra aumento dos combustíveis

16-06-2008 11:09 Camionistas espanhóis em protesto Guarda Civil retém centenas de viaturas em todo o país

15-06-2008 16:52 Bloqueio de camionistas Silvino Lopes liderou revolta de milhares

14-06-2008 23:04 Contra o aumento dos combustíveis Reboques do Sul voltam à estrada mas com novos preços

14-06-2008 15:11 Empresários de reboques em protesto Marcha lenta da Marateca a Messines

13-06-2008 14:07 Protestos contra o aumento de combustíveis Agricultores e taxistas prometem contestação ao Governo

Fonte: SIC OnlineCrise dos Combustíveis
Nota: o site tem – obviamente – muito mais informação [até tem links para vídeos!!!!!!! ;-)]

Manuel Alegre e os outros

Baptista Bastos

O embaraço e o mal-estar habitam no PS. As derivas do Governo, a aquiescência invertebrada da “bancada”, no Parlamento, estão na origem daqueles sentimentos. As coisas tiveram uma visibilidade maior, quando das eleições Presidenciais. A fragmentação do partido era já impossível de ocultar. Os discursos doutrinais eram divergentes dos do Governo. Alguém, de entre os socialistas, levantou a tese de que José Sócrates nunca o fora.

Este conduzira o PS para os territórios da Direita. Praticou e pratica políticas que nem o PSD se atreveu a impor.

O que começou a ser insuportável foi a concordância, pelo silêncio, de anomalias, cada vez mais gritantes, na sociedade portuguesa. Os críticos têm sido apelidados de comunistas. Velha acusação, que traz o lacre do velho fascismo santacombadense. Já não pega. A angústia, o pesar e o sofrimento estão generalizados. Menos para aqueles, obviamente, que têm beneficiado das lentilhas jogadas, displicentemente, pelos detentores do poder.

O conhecimento que vamos obtendo dos obscenos vencimentos dos “gestores”, e de que a Net dá numerosos casos exemplares, aumenta o ressentimento, tanto mais que, muitos dos privilegiados, vão às televisões proferir apelos aos sacrifícios, a bem da estabilidade e da economia pátrias. Recebo um número quase infinito de informações dessa natureza. Se as não utilizo não é por temer represálias (é o meu pão de cada dia), mas sim por pudor. A larga extensão das desigualdades causa pavor. A fome está a tocar à porta de milhões de portugueses. E o Executivo Sócrates demonstra-se alheio a um problema trágico.

Sei de muitos encontros entre socialistas e pessoas sem filiação partidária. Eu próprio já me associei a alguns, como mero cidadão interessado no futuro do País. Devo dizer que essas reuniões têm-se efectuado numa espécie de estrita clandestinidade. O medo de retaliações, de denúncias e de vinganças impele os participantes do PS a cuidadosas prevenções. Num desses encontros, um conhecido ex-dirigente do Partido Socialista advertiu: “Não sei se entre nós, não haverá um ou outro informador.” Não estavam presentes mais de trinta pessoas.

O comício promovido pelo Bloco de Esquerda, no Teatro da Trindade, suscitou alto alarme entre os “barões” do PS. A circunstância de Manuel Alegre estar lá, provocou estremecimentos entre os quais o do mavioso dr. António Vitorino, conhecido entre os seus “camaradas” pelo amável epíteto de O Génio da Garrafa. O homem, embalando uma indignação que lhe é comum, quando se lhe toca no governinho, declarou, na RTP1, ser “uma imprudência”, “no mínimo infeliz”, de Manuel Alegre, porque está a dar “respaldo” às críticas do Bloco ao Governo. A desfaçatez alcança aspectos nunca vistos. E a ameaça é mais clara do que velada. O porta-voz Vitalino Canas, ligado ao lóbi do trabalho precário, cumpriu o que se lhe pede: portou a voz.

Facto lamentável, não por ter dito, sim por dizer o que disse. Também não entendo a objurgatória do PCP, considerando que Alegre “tem um pé cá e um pé lá”. Creio que o passado antifascista do poeta, inclusive a sua passagem pelo PCP, não estão a leilão, e que o trajecto do admirável autor de “Praça da Canção” e “Senhora das Tempestades” constituem paradigmas de uma aposta na liberdade – seja ela política, social ou literária. Goste-se ou não de Manuel Alegre, ele tem as mãos limpas e a consciência clara – o que não acontece com muitos dos seus ocasionais oponentes.

O sobressalto dos dirigentes do Partido Socialista deve-se a quê? Tanto mais que não foi a primeira, nem a segunda, nem a terceira vez (e, certamente, não será a última) que Alegre demonstra, publicamente, os seus desacordos com os Executivos ditos socialistas. Até, mesmo, durante a Administração Mário Soares (ambos, então, amigos íntimos) Alegre não deixou de protestar contra algumas decisões tomadas, e por ele consideradas como pouco consentâneas com os ideiais de liberdade, igualdade e solidariedade contidos na carta socialista.

Manuel Alegre não está, certamente, acima do céu e do inferno, e pode, e deve, ser reprovado quando a isso der azo. Não é o facto vertente. Porém, é, isso sim, caso para a direcção do PS e seus obedientíssimos áulicos, reflectirem no que estão a fazer ao País – e ao partido. As malfeitorias do Executivo Sócrates têm levado até ao desprezo da palavra socialismo, porque é em nome do socialismo que as decisões são tomadas.

Alegre é livre de ir aonde quiser ir, de participar onde bem entender, e de falar quando a isso a consciência o impele. É um dos homens mais nobres e íntegros que conheço. Os outros, não sei. Não os conheço, nem quero.

Dizem-me que José Sócrates anda muito irritado. Não é importante. O importante é cada vez haver mais pessoas desenganadas; Portugal estar num beco sem saída; e a “alternativa” ser assustadora. Sócrates não consegue, por inépcia, dar resposta aos problemas que se lhe apresentam. E não consegue porque, como acentuou Joaquim Aguiar, anteontem, na SIC-Notícias, não está preparado para dirigir o País. Ele foi um incidente de percurso. Sem deixar de ser desastroso.

In “Jornal de Negócios

Líder da UGT participou mesmo em reuniões do PS para “explicar” Código do Trabalho

 A mentira



Vieira da Silva e Proença de Carvalho explicaram aos socialistas do Porto as virtudes das propostas do governo

29-Mai-2008
No momento mais agressivo do debate quinzenal no parlamento, Sócrates acusou Louçã de “mentir” aos deputados. Mas a notícia do Público desmente o primeiro- ministro e confirma as palavras do bloquista: João Proença participou de facto em reuniões do PS destinadas a convencer os militantes socialistas das virtudes das alterações do Governo ao Código de Trabalho.
Uma das reuniões, no Porto, teve até a presença do ministro Vieira da Silva e do secretário de Estado Fernando Medina, os governantes com quem Proença negoceia à mesa da concertação social.

Dizia o diário “Público” do passado dia 10 de Maio: “Com a reforma laboral na agenda, dirigentes nacionais do PS, incluindo o próprio secretário-geral […] estão a percorrer o país para discutir com os militantes e simpatizantes do partido a proposta do Governo de altaração do Código do Trabalho. O primeiro round foi dado há quinze dias em Vila Franca de Xira. […] Ontem foi a vez do Porto. Os militantes da maior distrital do PS tinham à noite à sua espera Vieira da Silva, o secretário de Estado do Trabalho, Fernando Medina, e o secretário-geral da UGT, João Proença.”

Ao recordar esta viagem do líder sindical ao Porto para defender as propostas do governo, Louçã despertou a ira de José Sócrates, que o acusou de “mentiroso e cobarde”, palavras que provocaram muitos aplausos por parte da maioria da bancada do PS. Os deputados socialistas tentaram depois abafar a resposta de Louçã, que comprometeu-se a disponibilizar a todas as bancadas as notícias publicadas sobre o assunto na imprensa.

O HEDIONDO SORRISO

O HEDIONDO SORRISO


Baptista-Bastos
escritor e jornalista

b.bastos@netcabo.pt

Portugal está cheio de fome: de justiça, de cultura, de instrução, de governo, de esperança – e fome de comer. Os números são assustadores. Gente com a autoridade moral de Isabel Jonet e Bruto da Costa advertem-nos para a iminente catástrofe, não apenas consubstanciada em agitação e confronto, mas, também, na irremediável perda dos laços sociais. O imperativo de consciência determina que nunca actuemos de forma a ausentarmo-nos das regras legítimas da socialização. Este Governo tripudia sobre essas regras.

Há dias, no Parlamento, assistimos a um episódio repulsivo: ao sorriso escarninho de Sócrates, quando Santana Lopes se referiu ao problema da fome em Portugal. Independentemente do que possamos pensar das duas personagens, concentremo-nos no facto em si. Sócrates perdeu, em definitivo, o perfil de homem de Estado. Não respondeu, esgueirou-se numa retórica fatigada e fatigante – e sorriu, como se o problema lhe não dissesse respeito, e o Governo não fosse o fundamental instrumento da mediação.

Aliás, o primeiro-ministro está a ausentar-se, cada vez mais, dos conflitos e das explicações que nos deve sobre a sua origem e causas. Coloco à margem deste texto as mentiras, as omissões, o incumprimento de promessas, a celeridade com que se desdiz. Mas relevo a extraordinária decisão de não se envolver na questão dos combustíveis, sob a grotesca legenda de que o «mercado está a funcionar.»

Não subscrevo a grosseria de Santana Lopes quando o apelidou de «socialista de meia-tigela»; mas aceito qualquer outra declaração sobre o facto de que o homem não é socialista nem tem nada a ver com socialismo. Falta-lhe grandeza, educação social e política, sensibilidade, falta de prospectiva, capacidade de criar uma relativa igualdade entre as pessoas, admissão das razões do outro – transparência sem ambiguidade e clareza sem ambivalência.

Pouco ou nada sabemos do que se passa em Portugal e muita coisa se passa fora do alcance do nosso conhecimento. O DN de anteontem assinalava que o sinistro Jean-Pierre Bemba, antigo alto dirigente da República Democrática do Congo, e acusado de crimes contra a humanidade, vivera, durante um ano, numa residência na Quinta do Lago, custodiado por um dispositivo de segurança da PSP. Ao que parece, a «protecção» fora apadrinhada por Durão Barroso. O ministro dos Estrangeiros falou – e nada disse. É na própria variação dos incidentes que se estabelece e se desenrola uma relação. A mobilidade entre a distância e a proximidade dos factos fornece-nos o retrato político, social e moral dos protagonistas.

A diferença entre a expressão legítima de um socialista e a conduta de quem se diz tal, torna claros os arbítrios sob os quais temos vivido. E muito nítidos os hediondos sorrisos de Sócrates.|

Dia Mundial do Teatro

Imagem “Wehavethekaosinthegarden”

Entrevista do Sol a Ramiro Marques sobre a fusão de ciclos.

O jornal Sol publicou, ontem, uma matéria muito interessante sobre a proposta de fusão dos 1º CEB e 2º CEB, em consequência das recomendações do Relatório do CNE, A Educação dos 0 aos 12 Anos.

Pergunta: Até que ponto será possível reunir as competências necessárias numa só pessoa para leccionar matérias tão distintas num grau já mais avançado do ensino (o 2.º ciclo)?

Ramiro: É muito difícil. Os professores que leccionam no 2º CEB não têm formação científica e pedagógica para leccionarem todas as áreas curriculares. E nem falo sequer nas Artes e na Educação Física, que exigem uma especialização muito concreta. No mínimo serão necessários 5 professores caso se queira assegurar alguma qualidade nas aprendizagens. Os novos professores, a serem formados, no quadro do decreto lei 43/2007 de 22 de Fevereiro, também não terão as competências necessárias. O chamado perfil 4, que esse diploma cria (professores generalistas para os 6 anos de escolaridade), irá proporcionar uma formação científica e pedagógica muito fraca. Constitui um enorme retrocesso. Os autores da proposta de fusão dão a entender que concordam com o decreto lei 43/2007 de 22 de Fevereiro e com o novo modelo de habilitações para a docência. É um modelo que já está em marcha e que se iniciou este ano lectivo com a abertura do 1º ano da Licenciatura em Educação Básica. Impõe uma formação em mosaico, demasiado generalista, que pretende ensinar um pouco de tudo mas nada em profundidade.

P:A Matemática (que tão fracos resultados costuma obter) não pode vir a sofrer com isso?

R: Claro que sim. São reconehcidas as dificuldades que os professores do 1º CEB mais jovens têm na Matemática. Será muito pior com a Matemática do 2º CEB que, evidenteente, é mais complexa.

P: Esta é uma medida que pode aumentar a precariedade dos professores? Como?

R: Se for implementada, haverá milhares de professores que irão ser dispensados por ficarem com horários zero. Irão para o quadro de mobilidade. Estou a lembrar-me sobretudo dos professores de educação física e de artes. A medida irá criar uma enorme instabilidade nos professores do 2º CEB.

P: Em seu entender faz sentido usar como argumento o facto de a transição do 1.º para o 2.º ciclo ser traumática para os alunos?

R: É um completo disparate. Acontece exactamente o contrário. É com entusiasmo e alegria que os alunos mudam da escola do 1º CEB para a escola do 2º CEB. Pode constituir uma oportunidade de crescimento.

P: Esta medida pode contribuir para infantilizar os alunos do 2.º ciclo?

R: O objectivo parece ser esse. Há uma ideia romântica sobre a infância e a puberdade no Relatório da CNE. Os autores não percebem que as crianças são mais fortes do que parecem e gostam de desafios. É uma medida disparatada e sem sentido. Há uma ideia subliminar nesta proposta de fazer do ensino básico um grande jardim-de-infância. E se lhes fizerem a vontade, hão-de regressar mais tarde a exigir o mesmo para o ensino secundário. Não têm emenda!