O perigo do transénico – ” ratos alimentados com o milho geneticamente modificado tinham uma maior taxa de mortalidade (duas a três vezes superior, no caso das fêmeas) e desenvolviam grandes tumores.”

Paris quer proibição de milho transgénico na UE

por Lusa, publicado por Ricardo Simões FerreiraHoje

O primeiro-ministro francês anunciou hoje que a França defenderá a proibição de milho transgénico “a nível europeu”, caso se confirmem as conclusões de um estudo que associa milho transgénico ao aparecimento de grandes tumores em ratos.

“A publicação de um estudo por investigadores franceses que põe gravemente em causa a inocuidade a longo prazo do milho trangénico NK 603 provocou o alerta imediato da agência de segurança sanitária e da autoridade europeia de segurança dos alimentos”, disse Jean-Marc Ayrault num discurso em Dijon.

O chefe do governo francês adiantou ter pedido um processo rápido que permita, “em algumas semanas”, verificar a validade científica deste estudo.

“Se os resultados forem conclusivos, [o ministro francês da Agricultura] Stéphane Le Foll defendera a nível europeu a proibição destes OGM [organismos geneticamente modificados)”, assegurou.

O estudo, realizado por investigadores da universidade de Caen ao longo de dois anos, partiu de uma amostra de 200 ratos, alguns dos quais foram alimentados com agua e milho NK 603, uma variedade transgénica do grupo norte-americano Monsanto, enquanto o grupo de controlo recebeu milho convencional.

Depois da experiência, os cientistas concluíram que os ratos alimentados com o milho geneticamente modificado tinham uma maior taxa de mortalidade (duas a três vezes superior, no caso das fêmeas) e desenvolviam grandes tumores.

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The Fluoride Deception: an interview with Christopher Bryson

The Fluoride Deception

An interview with Christopher Bryson

An adjunct to the book:

Dr. Paul Connett of the Fluoride Action Network has now interviewed Christopher Bryson in this hard hitting video as the writer describes his discoveries about fluoride and its sinister connections to major policy agencies in the U. S. Government and to manipulation of popular scientific perception by major academic institutions such as Carnegie Mellon University. He describes how a significant pollutant and industrial chemical by product of the smelting and phosphate fertilizer industry was eventually turned into a miracle cure for tooth decay. And, Bryson describes how career professionals were discredited and ruined in order to guard the dirty secrets of fluoride’s adverse long term health effects.

Possibly one of the most important books to be published this decade – possibly in the last sixty years, “The Fluoride Deception” by former BBC correspondent and award winning investigative reporter, Christopher Bryson was published in 2004 by Seven Stories Press.

This is the book that uncovered the incredible history behind the inception of the public health policy called water fluoridation. It is the book that stripped away the secrecy of government cover-ups concerning the legal industrial battles of WWII and the poisoning of farms and workers exposed to this insidious toxin with unfortunate lifelong consequences.

Taking ten years to write, The Fluoride Deception has spawned a firestorm of controversy as groups of scientists, researchers and medical professionals around the world are now openly challenging the scientific, legal and ethical logic behind the government’s seeming inability to admit how many citizens have had their health compromised or ruined from long term exposure to an accumulative poison that was once used in rat poison and is still used today in pesticides and agriculture.

Once you see this video, you will never think of your toothpaste or your tap water in quite the same way again.

A production of the Fluoride Action Network this video returns to its home on the FAN YouTube channel. The book is available through bookstores and libraries.

Revolução nos horários médicos

Os horários dos médicos vão sofrer uma alteração radical. Numa circular enviada a todos os estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde, a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) recomenda a criação de equipas de médicos só para trabalhar nas urgências, a implementação do trabalho por turnos, o fim das horas extraordinárias e ainda a apresentação de escalas anuais com horários e previsões de folgas dos clínicos.

Esta directiva foi emitida a 13 de Maio, dias depois de o Governo ter assinado o acordo com a troika do BCE/UE/FMI, em que esta impõe a implementação de horários flexíveis para os médicos e o corte de, pelo menos, 10% nos custos com horas-extra em 2012 e outros 10% em 2013.

No documento, a ACSS frisa que as instruções tiveram a aprovação da ministra da Saúde. Estipula-se que «o serviço de urgência deverá ser assegurado, entre as 8h e as 20h, de segunda a sexta-feira, por equipas dedicadas». E que à noite, nos dias úteis, entre as 20h e as 8h, assim como aos fim-de-semana, sejam «equipas complementares» a assegurar a urgência – equipas estas constituídas por médicos dos vários serviços de especialidade, que se organizariam por turnos.

«Não é possível que os hospitais, especialmente os mais pequenos, possam aplicar esta norma de criação de equipas dedicadas ou fixas pois não têm profissionais em número suficiente para o fazer» – alerta Sérgio Esperança, presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), acrescentando que os sindicatos foram surpreendidos com esta directiva que nunca esteve em negociação.

A mesma crítica vem do Sindicato Independente dos Médicos (SIM). «Nada disto foi negociado e o que está aqui em causa é o trabalho por turnos, como têm os enfermeiros. É a destruição do trabalho de equipa dos médicos», defende Paulo Simões, cirurgião e dirigente daquele sindicato, lembrando que «ninguém quer trabalhar só nas urgências, pois são serviços com muito más condições».

Cortes de 30% no ordenado
Um dos objectivos da circular é acabar com as horas-extra, que são feitas sobretudo nas urgências e que em 2010 obrigaram o Estado a desembolsar 350 milhões de euros.

Ora, as equipas dedicadas receberiam um ordenado para assegurar as urgências, acabando com as horas-extra diurnas. À noite e aos fim-de-semana, o trabalho na urgência seria dividido pelos médicos dos outros serviços, fazendo cada um as 12 horas ‘de banco’ (já previstas na lei como incluídas no horário).

Os médicos dizem-se «muito preocupados» com as implicações na remuneração: «É uma machadada. Se os médicos já tinham um corte de 10% no ordenado, agora, com estas medidas, vão ter um corte 30% ou mais» – diz um médico de medicina interna. «Devia-se ter alterado primeiro o ordenado-base dos profissionais, que é uma vergonha» – argumenta outro clínico, sublinhando que o Estado aproveitou as horas-extra para ir compensando os médicos dos hospitais públicos com «péssimos ordenados». Segundo Paulo Simões (do SIM), «um assistente graduado e com 20 anos de carreira ganha 2.200 euros ilíquidos».

Outras das medidas da ACSS é forçar o funcionamento dos blocos operatórios e das consultas externas durante todo o dia e não apenas ate às 15h, como sucede em muitos hospitais. Para isso, é introduzido o «desfasamento» dos horários dos médicos – ou seja, em cada serviço, os respectivos profissionais têm de garantir que há sempre alguém a trabalhar, de forma a assegurar a cobertura assistencial entre as 8h e as 20h.

A determina ainda que seja feita «uma escala anual» para as urgências, com todos os médicos, e que os hospitais devem «registar a assiduidade» dos clínicos.

Bayer Exposed ( HIV Contaminated Vaccine )

[Video] Bayer Sells AIDS-Infected Drug Banned in U.S. in Europe, Asia – Unearthed documents show that the drug company Bayer sold millions of dollars worth of an injectable blood-clotting medicine — Factor VIII concentrate, intended for hemophiliacs — to Asian, Latin American, and some European countries in the mid-1980s, although they knew that it was tainted with AIDS. Bayer knew about the fact that the drug was tainted and told the FDA to keep things under wraps while they made a profit off of a drug that infected its patients. If these allegations are true, then both Bayer and the FDA are at fault for this catastrophe. FDA regulators helped to keep the continued sales hidden, asking the company that the problem be ”quietly solved without alerting the Congress, the medical community and the public,” according to the minutes of a 1985 meeting

octomedia

Vaccine Information and Awareness sites:

http://thinktwice.com/

http://www.vaclib.org/

CIA utilizou franceses como cobaias

Um fenómeno sem explicação ocorreu em Pont-Saint-Esprit, uma pequena localidade a sul de França em 1951. De repente, cinco pessoas morreram misteriosamente, dezenas foram internadas em hospícios e centenas sentiram-se mal. Agora alega-se que a CIA seria responsável pelos factos.

Acontecimentos bizarros como um homem que afirmou ser um avião e se atirou de uma janela no segundo andar, outro que assegurava que o seu coração lhe estava a fugir pelos pés ou outro que declarava que o seu umbigo estava a ser devorado por cobras, assolaram a pacata localidade a 16 de Dezembro de 1951.

O fenómeno assemelhava-se a uma intoxicação alimentar, só que, para além de vómitos e dores de cabeça, as pessoas demonstraram outros sintomas como loucura, alucinações e tentativas de suicídio.

Durante décadas atribuiu-se o fenómeno a um pão ‘amaldiçoado’, que teria sido envenenado por um padeiro local com bolor psicadélico ou mercúrio orgânico.

Agora um jornalista americano descobriu provas que sugerem que a CIA estaria por detrás do misterioso caso, tendo alterado a composição da comida local, com LSD, numa experiência para tentar controlar mentes, em plena Guerra Fria.

O governo francês já negou qualquer tipo de envolvimento no caso, remetendo para a CIA que ainda não se pronunciou.

Cientistas descobrem que vitamina D é crucial contra as infecções

Cientistas da Universidade de Copenhaga descobriram que a vitamina D é crucial para activar as defesas do nosso sistema imunitário e sem a ingestão suficiente desta vitamina, as células T deste sistema perdem a capacidade de reagir e de lutar contra as infecções do nosso corpo.

A descoberta feita pelo Departamento de Saúde, Imunologia e Microbiologia daquela universidade pode ser importante para a pesquisa de novas vacinas e no combate contra as doenças infecciosas, as epidemias e as pandemias.

A maior parte da vitamina D é produzida naturalmente pelo nosso corpo em resultado da exposição da pele à luz do Sol. Mas também pode ser encontrada em alimentos como o peixe e os ovos.

Segundo a agência Reuters, quase metade da população mundial tem carência de vitamina D e os cientistas prevêem que o problema se venha a agravar porque as pessoas passam cada vez mais tempo em ambientes artificiais, privados da luz solar.

Células T: entrar em acção

Carsten Geisler, um dos investigadores da equipa envolvida na descoberta, explica num comunicado da Universidade de Copenhaga que “quando uma célula T é exposta a um agente patogénico estranho, tem uma reacção bioquímica imediata e um receptor que existe à superfície da célula (uma espécie de antena) começa a procurar vitamina D. Se não encontra vitamina D suficiente no sangue, não entra em acção”.

As células T baseiam-se, assim, na vitamina D para actuarem contra as infecções, permanecendo adormecidas se há falta dessa vitamina no sangue.

O agente patogénico é um microrganismo capaz de produzir doenças infecciosas no nosso corpo.

A descoberta dos cientistas dinamarqueses pode ser também importante para os cientistas lidarem melhor com os fenómenos de rejeição associados aos transplantes de órgãos.

“Os cientistas já sabem há muito tempo que a vitamina D é importante para a absorção de cálcio e em doenças como o cancro e a esclerose múltipla, mas não imaginávamos que a vitamina D fosse tão crucial para activar o sistema imunitário”, salienta Carsten Geisler.

O Mundo Segundo a Monsanto [Legendas pt-Br]

A Monsanto produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no mercado de sementes. Para ecologistas e movimentos sociais ligados a pequenos agricultores, a empresa é a encarnação do mal.
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Resultados de um trabalho de três anos de investigação da jornalista francesa Marie-Monique Robin, o livro Le Monde Selon Monsanto (O Mundo Segundo a Monsanto) e o documentário homônimo são um libelo contra os produtos e o lobby da multinacional.
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O trabalho cataloga ações da Monsanto para divulgar estudos científicos duvidosos de apoio às suas pesquisas e produtos, a exemplo do que fez por muitos anos a indústria do tabaco, relaciona a expansão dos grãos da empresa com suicídios de agricultores na Índia, rememora casos de contaminação pelo produto químico PCB e detalha as relações políticas da companhia que permitiram a liberação do plantio de transgênicos nos Estados Unidos.
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Em 2007, havia mais de 100 milhões de hectares plantados com sementes geneticamente modificadas, metade nos EUA e o restante em países emergentes como a Argentina, China e Brasil.
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CRÉDITOS:
Marie-Monique Robin autora do livro e diretora do filme.

New H1N1 Vaccines To Be Grown In Dog Cells, African Green Monkey Kidney Cells, Worm Viruses And Genetically Engineered E.Coli Bacteria

H1N1 Swine Flu Vaccines To Be Grown In Dog CellsNew H1N1 Vaccines To Be Grown In Dog CellsCurrent H1N1 swine flu vaccine production primarily relies on growing the H1N1 swine flu inside of chicken eggs. However, that process has proven to be too slow to please vaccine manufacturers, so new “cutting edge” processes are being developed to make the vaccine production process quicker and more efficient. According to the Washington Post, some of the bizarre new vaccine production methods being developed include using dog cells to grow the vaccine, using genetically engineered E.coli bacteria to grow the vaccine, and inserting genetically engineered flu genes into a worm virus, which then infects cells from caterpillar ovaries.  In addition, some manufacturers are considering going back to an old method that used African green monkey kidney cells to grow flu vaccines.

Does all of that sound far fetched?

After all, who would want to have a vaccine injected into their body that was grown inside someone’s pet dog?

But unfortunately this is not science fiction.

This is science fact.

A massive new vaccine factory in North Carolina opened on December 1st which will produce flu vaccines using dog cells instead of chicken eggs.  This facility was built with 487 million dollars in funding from the U.S. federal government.

Why does it seem like the U.S. government is always throwing hundreds of millions of dollars at really, really bad ideas?

Would any of you out there really be comfortable having a vaccine injected into you that was grown inside of dog cells?

But this is really happening.

The Washington Post also reported on other bizarre new vaccine production methods that are being developed by pharmaceutical companies…..

*VaxInnate of Cranbury, New Jersey has produced an experimental H1N1 swine flu vaccine using genetically engineered E.coli bacteria.

E.coli bacteria?

Does that actually sound like a good idea to anyone?

Does anyone in that company have even one shred of common sense?

*Protein Sciences of Meriden, Connecticut is seeking FDA approval to sell a vaccine produced by inserting genetically engineered flu genes into a worm virus, which then infects cells from caterpillar ovaries.

Yes, that definitely sounds safer and easier than growing the vaccine inside of chicken eggs.

Not.

*Baxter International was recently granted approval to sell an H1N1 swine flu vaccine in Europe that utilizes a decades-old line of African green monkey kidney cells.

But that is just for Europe right?

Wrong.

Baxter is also working on a version of that vaccine for the United States.

Why does Baxter always have to be right in the middle of these things?

Talk about a company that the government should investigate.

But the truth is that these new production methods would only make a really bad situation even worse.

You see, the things that vaccine manufacturers already admit are in these vaccines is enough to make your hair stand on end.

Respected natural health researcher Stephen Lendman has complied a list of ingredients commonly found in flu vaccines that may or may not be admitted to on the package inserts.    The following is an excerpt from Stephen Lendman’s excellent article entitled “Ineffectiveness and Dangers of Flu Shots”…..

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Millions voluntarily take annual flu shots not knowing their harmful ingredients. With variations by producer, they contain numerous stabilizers, neutralizers, carrying agents, and preservatives, including:

— 25 micrograms of mercury (thimerosal), a known neurotoxin; one microgram is considered toxic; according to the NIH, “mercury and all of its compounds are toxic, exposure to excessive levels can permanently damage or fatally injure the brain and kidneys;” even “exposures to very small amounts” can also cause “allergic reactions, neurological damage and death;” it’s also linked to autism;

— aluminum hydroxide and phosphate, known to be linked to some neurodegenerative diseases, including Alzheimer’s disease; the Office of Occupational Safety and Health Administration (OSHA) reports x-ray evidence of pulmonary fibrosis among workers studied; it also reports that patients undergoing long-term kidney dialysis develop speech disorders, dementia, or convulsions;

— formaldehyde, a known carcinogen according to the National Cancer Institute; it’s also linked to upper respiratory tract problems and effects on lymphatic and hematopoietic systems (relating to human blood cells);

— gelatin, polysorbate 80 and resin – ingredients causing severe allergic reactions;

— ammonium sulfate, a suspected gastrointestinal, liver, and respiratory toxicant and neurotoxicant;

— sorbitol, a suspected gastrointestinal and liver toxicant;

— phenoxyethanol (antifreeze), a suspected developmental and reproductive toxicant;

— beta-propiolactone, a known carcinogen and suspected gastrointestinal, liver, respiratory, skin and sense organ toxicant;

— gentamycin, an antibiotic;

— triton X100, a strong detergent;

— animal tissues and fluids, including potentially contaminated horse blood, rabbit brain, dog kidney, monkey kidney, chick embryo, chicken egg, duck egg, pig blood, and porcine (pig) protein/tissue;

— calf and fetal bovine serum;

— macerated cancer cells;

— diploid cells from aborted fetal tissue

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Do you really want these things injected into you and your family?

Mercury is the second most toxic substance known to mankind.

Is it really a great idea to be injecting it into the bloodstream of your children?

Have you ever wondered why autism is unknown among the Amish (who do not vaccinate their children), while in the rest of American society autism is absolutely exploding?

In fact, a new government study has found that 1 in every 91 U.S. children will be diagnosed at some point in their lives with autism.

That is something to think about.

One of the ingredients not even on Lendman’s list that is commonly found in vaccines is Polysorbate 80, which has been associated with infertility in female mice.

Do you really want to risk infertility just to feel a little safer from a mild disease like the H1N1 swine flu?

The truth is that an increasing number of medical doctors are speaking out about the dangers of these vaccines.  Will you listen to them?…..

In case you have missed it, the reality is that dozens upon dozens upon dozens of H1N1 swine flu side effect horror stories are already pouring in.  Large numbers of people are getting hurt by this vaccine.

If you have an H1N1 vaccine story to share, we encourage you to visit this brand new site and share what has happened to you.

It has been demonstrated that the more people are educated about what is in these vaccines, the less likely they are to take them.  People deserve to be able to make an informed decision about these shots, but unfortunately the mainstream media only presents one side of the argument.

If you are considering taking a vaccine, please think twice before you do so.  Educate before you vaccinate.  Don’t just blindly trust the world “health authorities” or the government officials who are in the pocket of the pharmaceutical industry.  Get informed and make your own decision.  There is too much at stake to let others do your thinking for you.

O leite de vaca é um fluido insalubre

Leite de vaca

O leite de vaca é um fluido insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito cumulativo prejudicial.
Com 59 hormonas activas, vários alérgeneos, gordura e colesterol, a maior parte produzida mostra ainda quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. Pode conter resíduos de tudo o que a vaca come. Inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares.

Combustível do cancro

Das 59 hormonas do leite, uma é um poderoso auxiliar do crescimento, de seu nome IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One – Factor de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico
entre vacas e seres humanos. Segundo especialistas em medicina, é concensual que o IGF-1 é um factor-chave na aceleração do crescimento e na proliferação dos cancros da mama, da próstata e do cólon. Provavelmente actua também como catalisador no desenvolvimento de outras formas de cancro.

O IGF-1 é um constituinte de todo o leite de vaca, visto que se é desejável que o recém-nascido cresça com rapidez. Evidentemente que, se entrarmos em linha de conta que uma percentagem significativa da população (50% nos USA) se debate com problemas de obesidade, a presença de IGF-1 no leite pode já não ser vista com tão bons olhos.

Um caso flagrante sobre este assunto é o da indústria química Monsanto, fabricante de produtos como DDT, agente laranja, Roundup e outros. Esta empresa gastou cerca de meio bilião de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzir mais leite.
Infelizmente o produto final (Posilac, rbGH, injectável) revelou cinco erros que levaram à proibição do uso de rbGH no Canadá. Ainda assim, o relatório que os descrevia (Richard, Odaglia & Deslex, 1989) foi oculto pela lei de Segredo Comercial de Clinton. Os canadenses puderam, em bom tempo, ler deste relatório o bastante para proibir o rbGH em seu país. O Posilac da Monsanto leva a um acréscimo de IGF-1 no leite até 80%.

A FDA (Food and Drugs Administration – Departamento de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Por outro lado, estudiosos da questão insistem que nesse caso a amamentação não faria sentido, por não ter qualquer eficácia. A afirmação da FDA é ridícula, porque é o IGF-1 que faz o bezerro crescer a uma taxa tão elevada nas primeiras semanas de vida.

Aumento do IGF-1

A fim de se entender melhor o papel deste químico, foi realizado um estudo com dois tipos de consumidores: um bebendo 360g de leite por dia, outro a porção recomendada pela USDA (recomendação nutricional diária dos Estados Unidos) de 720g (três chávenas).
Neste estudo observou-se que os participantes que consumiam 360g de leite pro dia tiveram um aumento de 10% no nível de IGF-1.

Quantidade:
Todos os lacticínios em geral, por derivarem do leite, podem ser fonte do mesmo problema. O queijo, por exemplo, contém os mesmos constituintes do leite numa proporção de 10 para um. São necessários 10 quilos de leite para fazer um quilo de queijo. E quanto à manteiga, conta com cerca de 21 vezes o que estiver contido nas moléculas de gordura da mesma quantidade de leite.

Gordura:
Muita gente suspeita que a manteiga é só gordura, mas não tem idéia de quanta gordura existe no leite e no resto dos laticínios.
Os produtos que usam derivados do leite (caseína, soro, lactose) são provavelmente uma causa importante de problemas de peso e saúde.

Leite integral: 49% das calorias vêm da gordura.
Leite meio-gordo (2%): 35% das calorias vêm da gordura.
Queijo cheddar: 74% das calorias vêm da gordura.
Manteiga: 100% das calorias vêm da gordura.

Cálcio:
Uma pergunta que deve ser feita é: onde é que as vacas arranjam cálcio para terem ossos tão grandes? A resposta é simples: sim, das plantas! E as mesmas plantas fornecem-lhes ainda uma boa quantidade de magnésio, necessário para a absorção e o uso do cálcio.

O cálcio do leite de vaca é basicamente inútil. O leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (11% do que seria necessário para a mesma quantidade de cálcio). Igualmente, para a boa absorção de cálcio é importante a presença da vitamina D, que nós, humanos, produzimos pela simples exposição à luz solar. As nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose, como atestado por um estudo desenvolvido por 78.000 enfermeiras num período de 12 anos.

Segundo a USDA, 240g (uma xícara) de leite contém:
Cálcio (Ca) – 291,336 mg
Magnésio (Mg) – 32,794 mg

A USDA recomenda 1200 mg de cálcio por dia. As três xícaras de leite diárias recomendadas pela USDA só contêm 900mg de cálcio. Alguns argumentam que só se precisa de 1/3 do magnésio. A mãe natureza parece indicar que a proporção deveria ser 1:1. Se a proporção para a absorção adequada fosse de 1/3 de magnésio para 1 de cálcio, então apenas 300mg daqueles 900mg de cálcio seria utilizável. Se, na verdade, a proporção for de 1:1… só 98,38mg do cálcio é aproveitável.

Proteínas:
O leite pode ser considerado “carne líquida”, pelo seu alto conteúdo de proteína. Na realidade, o excesso de proteínas pode que, em conjunto com outras proteínas, pode provocar a perda de cálcio do corpo. Países que consomem dietas ricas em proteínas (carne, leite e laticínios) têm as taxas mais altas de osteoporose.

80% da proteína do leite é caseína. A caseína é um aglutinante poderoso. Um polímero usado para fazer plásticos e uma cola óptima para mobílias resistentes ou rótulos de cerveja. É usada como aglutinante em milhares de alimentos industrializados, como “caseinato de _qualquer_ coisa_”.

Bactérias:
Permite-se que haja fezes no leite de vaca. Esta é uma grande fonte de bactérias, como não poderia deixar de ser. Normalmente o leite é pasteurizado mais de uma vez antes de chegar à tua mesa – cada vez durante 15 segundos à temperatura de 72°C. Por contraposição, para esterilizar a água exige-se que ela seja fervida (100°C) por vários minutos. Por outro lado, à temperatura ambiente o número de bactérias no leite duplica a cada 20 minutos.

Pus:
Um centímetro cúbico de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (mais conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado.
Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias bem vivinhas e a 750 milhões de células por litro.

1 chávena = 236,5882 cm3 (centímetros cúbicos) ~ 177.441.150 células de pus e 4.731.600 bactérias
A ingestão diária “recomendada” para um adulto é de três vezes esta quantidade.

A Comunidade Europeia e o Canadá só permitem 400.000.000 (quatrocentos milhões de) células de pus por litro. Em geral esses níveis são mais baixos, mas PODEM chegar a este nível e ainda assim chegar à tua mesa.

Colesterol:
O conteúdo de colesterol de três chávenas de leite é igual ao de 53 fatias de bacon. Não muito dietético, concerteza!

Vitamina D:
A vitamina D (essencial à fixação do cálcio nos ossos) é geralmente derivada de um animal. A reação à luz do sol que converte 7-dehidroicolesterol em vitamina D-3 é uma reação química “pura” que acontece em determinadas células da pele. (Daqui a importância acrescida para os veganos da exposição ao sol).
A vitamina D-3 vem, tipicamente, de quatro fontes diferentes: pele de porco, pele de ovelha, fígado de peixe cru e cérebro de porcos. Na maior parte dos casos a vitamina D-3 é extraída da pele de porcos e vendida a fábricas de laticínios.
Existe também vitamina D-2, produzida em laboratório, que pode ser ou não de origem animal.

Constituição do leite:
água: 87%
gordura: 3,25% (se for leite completo, ou gordo)
caseína: 4%
outras proteínas: 1%
outras substâncias: 4,75%

Referências:
http://www.notmilk.com/deb/030799.html (Artigo sobre o estudo das 78,000 enfermeiras)
http://www.notmilk.com/deb/092098.html (Sobre cálcio e doenças dos ossos)
http://www.notmilk.com/badbones.html (Sobre doenças dos ossos)
http://www.notmilk.com/bonehead.txt (Sobre doenças dos ossos)
http://www.notmilk.com/calcium/index.html

Copyright Centro Vegetariano. Reprodução permitida desde que indicando o endereço: http://www.centrovegetariano.org/Article-10-Leite%2Bde%2Bvaca.html

Espirulina – O alimento mágico da Natureza

Há 3,6 biliões de anos que existe no nosso planeta uma alga, de cor azul-esverdeada, cujo nome, espirulina, advém do formato em espiral ao ser observada ao microscópio. A sua composição contém todos os aminoácidos essenciais, sendo rica em clorofila, beta-caroteno, e em GLA (ácidos gordos essenciais), os quais estimulam o crescimento dos seres vivos, mantendo a pele e o cabelo em óptimas condições.
Mas o seu interesse provém, essencialmente, da sua actuação como anti-inflamatório!

Aturados estudos foram efectuados sobre a espirulina, revelando algo surpreendente: o consumo desta pequena alga desenvolvia uma actividade anti-viral no organismo, humano e animal.
Como? Ao atacar uma célula, o vírus dirige-se primeiro à membrana; com a aplicação desta, o vírus não consegue penetrar a membrana para infectar a célula, sendo impossível a sua reprodução, desaparecendo mediante a actuação das defesas naturais do organismo.
Tal efeito está a levar laboratórios a empregar a espirulina nos tratamentos de SIDA e cancro, acelerando a produção de anti-corpos no organismo e funcionando como um alimento extremamente rico em Lactobaccillus e bifidus.
Os sintomas provenientes da anemia, envenenamentos e imunodeficiencias podem ser aliviados, reduzindo ou prevenindo o aparecimento de cancros e doenças virais.
Aliás, em 1993, um relatório comprovou os efeitos benéficos desta alga na redução daqueles causados pela radioactividade no tratamento do cancro.
Pessoas com algum tipo de deficiência, como os acima citados, na faixa etária dos 50 anos, ou grávidas, beneficiarão muito se consumirem diariamente espirulina.
Devido aos seus fitonutrientes, actua como anti-envelhecimento, ajudando a equilibrar a dieta e fortalecendo as nossas defesas, reduzindo o processo de envelhecimento, a nível das células. Nas mulheres grávidas é extremamente necessário um suplemento de cálcio, e outros minerais e vitaminas, devido ao desvio destes para o bebé que está a gerar.

A espirulina é 58 vezes mais rica em ferro que o espinafre e 28 vezes mais rica que o fígado, contendo 8 aminoácidos essenciais, 10 não-essenciais e vitamina B1, B2, B3, B6, B12 e ácido fólico.
Nos animais, estudos comprovaram a sua eficácia no tratamento da infertilidade, mesmo em espécimes considerados difíceis.

Adquirir este produto, actualmente, é fácil, pois quase todas as ervanárias já o têm à venda, em forma de comprimidos, com valores que oscilam entre os 2.000 e os 4.000. Também começam a aparecer nas lojas de animais, produtos com espirulina, para peixes, mamíferos e aves.

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A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 9-15

Rússia pode abandonar a OMS se provar a corrupção entre a Indústria Farmacêutica e a OMS

O deputado da Duma Russa, Igor Barinov, apelou para a Rússia se retirar da OMS se uma investigação sobre o alegado acordo entre a OMS e as empresas farmacêuticas sobre o escândalo da gripe suína provar ser exacto, de acordo com relatos sa imprensa europeia.

Igor Barinov, Membro da Comissão do Parlamento do Estado (Duma) nas acusações de corrupção, disse que era preciso haver uma investigação para apurar se os especialistas de aconselhamento  receberam dinheiro da indústria farmacêutica e se isso influenciou a OMS a declarar uma pandemia de nível 6 de emergência pela primeira vez em 40 anos, apesar do fato de que a gripe não ser letal, nem se espalhar rapidamente.

Jornalistas dinamarqueses que forneceram “informações” concluiram que a gripe pode ser o maior caso de corrupção da nossa era, após analisarem as ligações entre os especialistas da OMS e as empresas farmacêuticas.

A OMS recomendou a compra do controverso Tamilfu suíço Roche, a despeito de evidência que a droga causa efeitos colaterais graves.   O ministério ucraniano para a saúde comprarou grandes estoques em excessivo de Tamiflu.

Nós certamente devemos levar a cabo uma investigação minuciosa antes de tomar qualquer decisão “,declarou  Barinov na sexta-feira aos jornalistas.

“Se a informação for confirmada, vamos ter de colocar a questão de saber se faz sentido para a Rússia pertencer a OMS, e suspender a nossa participação . se necessário “.

Rússia gastou mais de 4 bilhões de rublos até agora com gripe suína.

Barinov sugeriu que o chefe de investigação da OMS, o representante russo na organização, o membro do comitê executivo da OMS, Vladimir Starodoubov.

“Ninguém põe em causa os serviços prestados no século 20 pela OMS na luta contra a malária, a sida, mas hoje deve-se perguntar se essa organização não é atingida  pelo vírus da corrupção, e até que ponto estas recomendações são fundadas, até que ponto podemos nós confiar  “, disse Barinov.

O director do Programa Nacional de Vigilância Sanitária do Instituto russo Guennadi Onichtchenko disse na reunião com o Procurador-Geral da Federação da Rússia para a legislação na área farmacêutica que a luta contra a gripe suína no mundo tem as características de uma parcela.

Há também evidências de que foi fundamental na difusão da Aids.

Google Translate(28 November 2009)

http://translate.google.com/translate?hl=en&langpair=en|pt&u=http://www.theflucase.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2100:russia-could-withdraw-from-who-over-swine-flu-corruption&catid=41:highlighted-news&Itemid=105&lang=en

http://snipurl.com/tglv5

Organização Mundial de Saúde planeou “O Medo Global da Gripe Suína” – suspeitas de corrupção

Novye Izvestija Novye Izvestija
November 26, 2009 26 de novembro de 2009

Translated from Russian by Infowars Ireland Traduzido do russo por Infowars Irlanda

A pandemia de gripe suína que Novye Izvestija tem escrito sobre esre assunto, pode ser o embuste mais ambicioso e de corrupção do nosso tempo. Em qualquer caso, o aspecto comercial do enorme susto “gripe suína” é já evidente.

A mesma conclusão foi feita por jornalistas dinamarqueses que habilmente examinaram as relações entre a Organização Mundial da Saúde (OMS) e empresas farmaceuticas de todos o mundo, ganharam fortunas com a venda de drogas para combater a doença. Acontece, por exemplo, que muitos cientistas que se sentam em vários comitês da OMS, cuidadosamente ocultando o fato de que recebem dinheiro das empresas multinacionais farmacêuticas do mundo.

De acordo com o banco de investimento internacional da JP Morgan, a indústria farmacêutica vai fazer mais de 7 bilhões de euros este ano com a venda de vacinas contra H1N1. Os principais países ocidentais têm encomendado doses suficientes para vacinar toda a população, quer a sua (como a Austrália), ou um terço (Alemanha e em vários outros Estados-membros da UE).Fábricas de vacinas e comprimidos estão trabalhando dia e noite, em quatro rotações por turnos, com uma carteira de encomendas … eles não estão enfrentando a crise econômica mundial como pode acontece com outros.

Pela primeira vez em muitos anos de pandemia de gripe “o pânico” tem afetado a UE. A vacina foi produzida sem um número suficiente de exames clínicos e exames laboratoriais.

É um tal pânico justificado?  um número crescente de especialistas está examinando a questão comparando as estatísticas de mortalidade do vírus da gripe suína e a “convencional”,que no Outono começam sua marcha por todo o planeta. Até agora, segundo a OMS, seis mil pessoas foram vítimas de H1N1, enquanto a taxa de mortalidade média anual durante as epidemias  ‘tradicionais’ de gripe atinge meio milhão.

A principal causa da reação histérica à epidemia da gripe suína, de acordo com os repórteres do jornal dinamarquês ‘Informação’, não é porque ele é tão perigoso, mas por causa de uma forte campanha de relações públicas por especialistas da OMS.  Alguns deles [especialistas da OMS], estão, literalmente, ao serviço dos fabricantes de vacinas.

“É preocupante que muitos dos cientistas que se sentam em vários comitês da OMS, são apresentados como” peritos independentes, mas escondem o fato de que recebem dinheiro das empresas farmacêuticas “, confessou o professor de epidemiologia, Tom Jefferson, que trabalha na do Centro Cochrane, em Roma, a repórteres.

A OMS anunciou a pandemia da gripe suína sob pressão de um painel de conselheiros, liderado por um médico holandês, Albert Ostenhaus, apelidado de “Dr. Flu’ (do nome ‘Tamiflu’), porque ele era activo na promoção da vacinação em massa da população através da OMS e dos média ocidentais.  Agora, o governo da Holanda está a realizar um inquérito de emergência às actividades do “Doutor Flu”, tal se tornou conhecido que ele recebe um salário de várias companhias de fabricação de vacinas. Muitos outros conselheiros que se sentam nas duas cadeiras ‘(conflito de interesses) como Ostenhaus, e ao mesmo tempo a lidar com a pandemia da gripe suína, em nome da OMS, eles não gostam de anunciar que são pagos como assessores das gigantes farmacêuticas Roche, Johnson RW, SmithKline Beecham e Glaxo Wellcome, que receberam a maior parte das encomendas para a fabricação de vacinas. O resultado da pressão desses especialistas foi a resolução da OMS em 7 de julho deste ano, que apelou para uma campanha inédita de vacinação em massa.

“A OMS é tendenciosa em suas recomendações – diz o professor Tom Jefferson. – Medidas de higiene normal proporcionam efeitos muito maiores do que estas vacinas pouco estudadas, e ao mesmo tempo, a OMS refere-se ao uso de máscaras e lavar as mãos como um meio para combater a gripe suína apenas duas vezes em seus documentos.  Vacinas e outros medicamentos são referidas 42 vezes! “Dr. Jefferson e vários de seus colegas acreditam que os assessores pagos pelas empresas farmacêuticas devem ser removidos de suas posições e não autorizados a dar recomendações à OMS, mas a própria organização não tem pressa para realizar essa reforma.Porta-voz da OMS, Gregory Hertl, comentando o artigo na ‘Informação’ (jornal dinamarquês) disse que é impossível negar os serviços dos maiores especialistas do mundo pela simples razão de que eles têm um interesse financeiro na promoção de uma estratégia para combater diversas doenças.

Refira-se que este não é o primeiro ano em que o tema da corrupção “em farmacologia tem sido o foco dos média ocidentais. The New England Journal of Medicine publicou “o denunciante” há vários anos. Em uma série de artigos do denunciante revelou a vida dentro da “máfia de branco”. Segundo eles, apenas 11-14% dos orçamentos das empresas farmacêuticas são gastos em pesquisa, mas 36% dos fundos são gastos no PR. Grande parte do dinheiro acaba nos bolsos dos médicos, cientistas, e as contas de várias organizações que trabalham em cuidados de saúde.

Gripe A: Quarta grávida vacinada perde bebé

Em Portalegre

Morreu mais um feto no Hospital de Portalegre em que a grávida foi vacinada contra a gripe A.

A grávida residente em Ponte de Sôr deu entrada, nas últimas 24 horas, nesta unidade hospitalar, onde a 15 de Novembro morreu um outro feto com 34 semanas em que a mãe também foi vacinada.

O pai da grávida, Romão Catarino, confirmou o caso referindo que uma das possíveis causas poderá ter resultado do enrolamento do cordão umbilical à volta do pescoço do feto.

O Hospital de Portalegre promete, para o final da tarde, esclarecimentos sobre este caso, divulga a ‘Rádio Portalegre’.

No espaço de oito dias, sobe para quatro o número de grávidas vacinadas com a ‘Pandemrix’ que perderam os bebés. Além dos dois casos de Portalegre, ocorreu um em Lisboa e um outro em Leira.

Na Europa são conhecidos pelo menos mais três casos com grávidas que tomaram a vacina e perderam os bebés. Dois na Noruega e um em França.

João Saramago

A Queda da República (Fall of the Rep*blic) 5 a 8

“A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero”

por ELISABETE SILVA

"A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero"

Presidente da sociedade portuguesa  para o estudo deste problema acusa o Governo de se preocupar mais com a gripe A do que com  o excesso de peso. No ano passado, a obesidade mórbida matou 1500 pessoas no País.

A prevenção da obesidade infantil em Portugal é zero.” A dura crítica é de Alberto Galvão Teles, que se mostra alarmado com os 30% de crianças pré- -obesas e obesas que existem no País. O presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade questiona as prioridades do Governo, que “está mais interessado em vender a vacina da gripe A” do que em apostar no combate ao problema.

“No ano passado morreram 1500 pessoas que sofriam de obesidade mórbida. Quantas faleceram de gripe A ? Oito. Para os obesos, não há dinheiro”, salientou ao DN.

A prevenção é vista como a forma mais eficaz de combater a obesidade infantil. “Não é com dietas ou com exercício que se combate. Tem de se apostar na prevenção”, realçou.

Porém, a lei que determina a presença de nutricionistas a acompanhar as crianças nas escolas não está a ser respeitada. Segundo dados da Associação Portuguesa de Nutricionistas, seis municípios não têm qualquer nutricionista e em alguns casos apenas existe um. Galvão Teles é céptico quanto à possibilidade de nesta legislatura a lei ser cumprida. “Fazer pressão. Eu já acreditei que ajudava a que se conseguisse fazer o necessário. Mas agora não. A lei só será cumprida se houver um lobby, contudo, para isso, é preciso dinheiro”.

Considerando esta doença como “uma das piores” epidemias, Galvão Teles não hesita em alertar que em causa está toda uma geração de adultos, pois a obesidade levará a outras doenças, como a diabetes ou problemas cardíacos.

João Breda, coordenador do Plano Nacional Contra a Obesidade, também não hesitou em considerar esta doença “uma epidemia que reduz a esperança de vida”.

No entanto, destacou que a prevenção nas escolas está a melhorar. “Os nutricionistas são sempre poucos, mas já existem 15. Claro que ainda há carências, mas melhorou bastante. O que está a ser feito segue as recomendações da Organização Mundial de Saúde”, disse.

João Breda dá como exemplo dos bons resultados, “o programa que é feito a nível local, pois é realizado de acordo com os problemas específicos de cada uma das autarquias”. Pode-se “falar numa redução de 10% na obesidade infantil e já se verifica uma mudança de mentalidade”, garante.

A médio prazo João Breda acredita que o combate à obesidade nas crianças vai demonstrar resultados, confirmando existir a previsão de que em 2015 o aumento de casos “começará a parar”.

Índia diz ao Ocidente para parar de comer carne

Índia instou o Ocidente a desistir de comer carne para reduzir as emissões de gases de efeito estufa responsável pelo aquecimento global.

By Dean Nelson in New Delhi Por Dean Nelson, em Nova Deli
Published: 2:44PM GMT 20 Nov 2009 Publicado em: 2:44 PM GMT 20 de novembro de 2009

 

O ministro do Meio Ambiente, Jairam Ramesh, disse que o mundo deve abandonar o consumo de carne , as emissões seriam drasticamente reduzidas e o aquecimento global seria mais lento.

 

“A solução para reduzir as emissões é parar de comer carne. Leva a emissão de metano que é 23 vezes mais potente que o dióxido de carbono”, disse ele.

“A melhor coisa para nós, na Índia, é que não somos uma nação de comer carne.Os Estados Unidos, maior emissor do mundo, junto com a China, é também o maior consumidor de carne do mundo  e consome 25 por cento mais sendo superior  à da Europa.

Seus comentários são a resposta a uma chamada no mês passado pelo Senhor Stern, autor de um estudo do governo britânico sobre mudanças climáticas, para que  as pessoas deixem de comer para reduzir as emissões. A carne é um consumidor  de água e cria uma grande quantidade de gases de efeito estufa”, disse Lord Stern. “Isso coloca uma enorme pressão sobre os recursos do mundo. Uma dieta vegetariana é melhor.”

Os hindus estão proibidos de comer carne e os vegetarianos na Índia tsão mais do que qualquer outro país do mundo.  Mais de 30 por cento dos seus 1,1 bilhões de pessoas não comem carne.

De acordo com as Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, o gado é responsável por 18 por cento das emissões de gases de efeito estufa. Vacas produzem gás metano prejudicial e ambientalistas defendem que a produção de carne causa mais danos do que qualquer outra criação, porque exige muito mais terra e água do que para qualquer outra forma de criação de animais.

Morreu mais um feto de 34 semanas numa grávida recém-vacinada

 

Uma mulher grávida de 34 semanas deu entrada ontem no Hospital da Cuf Descobertas, no Parque das Nações em Lisboa, segundo confirmou ao i fonte do Grupo José de Mello Saúde. A mulher foi vacinada na passada quinta-feira, dia 12, contra a Gripe A.

Garantiu ainda a mesma fonte que a “grávida encontra-se neste momento em trabalho de parto”.

A grávida deu entrada ontem no hospitale o feto encontrava-se já sem vida.

O i contactou o ministério da Saúde, mas até ao momento ainda não foi possível mais esclarecimentos sobre o caso.

Este não é um caso isolado. No passado domingo soube-se que uma grávida tinha perdido o feto, quatro dias depois de ter sido vacinada contra a gripe A, numa unidade hospitalar em Portalegre.

Uma relação que foi negada pelo próprio hospital ao afirmar que a autópsia realizada ao feto indicou que a morte foi provocada por alterações na circulação sanguínea.

Também Francisco George já tinha reagido, ao sublinhar que “a morte do feto foi uma coincidência temporal”, acrescentando que “todos os especialistas acreditam que não há relação entre a morte do feto e a vacina contra a gripe A que a mãe tomou”.

Depopulation theory and practice – video

Leuren Moret worked as a scientist at Lawrence Livermore Laboratories and has a BS in Geology at U.C. Davis and an MA in Near Eastern studies from U.C. Berkeley. She serves as environmental commissioner for the City of Berkeley.

Leuren was an Expert Witness at the International Criminal Tribunal For Afghanistan At Tokyo.  She is an independent scientist and international expert on radiation and public health issues and is on the organizing committee of the World Committee on Radiation Risk, an organization of independent radiation specialists, including members of the Radiation Committee in the EU parliament, the European Committee on Radiation Risk.

She has conducted research concerning the impact on the health of the environment and global public health from atmospheric testing, nuclear power plants, and depleted uranium.  She has helped collect and measure radiation in 6000 baby teeth from children living around nuclear power plants, and helped The State of Louisiana (USA) pass the first state depleted uranium bill for mandatory testing of soldiers.

In this rather chilling interview about population control, Leuren goes into many areas that highlight what has been going on.

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short videos:

 

La leche, ese producto pernicioso para los seres humanos

El ser humano es el único mamí­fero que ingiere leche procedente de otro animal pasado el periodo de lactancia. Y lo hace a pesar de saberse que la leche que produce cada mamí­fero es especí­fica para su especie.
José Ramón Llorente

La leche animal y sus derivados -nata, queso, yogures,helados, batidos, etc.- se encuentran actualmente entre los alimentos de mayor consumo del mundo. Se alaban sus propiedades nutritivas, lo ricos que son y lo imprescindibles que resultan para mantener los huesos sanos merced a su riqueza en proteí­nas, vitaminas y minerales, especialmente el calcio. Pero, ¿es eso verdad, o más bien se trata de productos no precisamente saludables que causan muy diversas patologí­as?

El ser humano es único en la naturaleza por múltiples razones, destacando entre ellas el hecho de que se trata del único mamí­fero que ingiere leche procedente de otro animal pasado el periodo de lactancia. Y lo hace a pesar de saberse que la leche que produce cada mamí­fero es especí­fica para su especie y que la naturaleza la ha hecho idónea para las necesidades de su crí­a y no para las de otra. Es más, la madre Naturaleza previó que los mamí­feros -es decir, los animales que maman- obtengan la leche directamente de las mamas de sus madres sin contacto con agente externo alguno ya que se trata de una sustancia que se altera y contamina con gran facilidad. Los humanos, sin embargo, en el convencimiento de que es sano seguir tomándola siendo ya adultos, hemos alterado hasta las leyes de la naturaleza para poder mantenerla en condiciones adecuadas de consumo. Y, sin embargo, son muchas las evidencias que indican que tan preciado lí­quido está detrás de muchas de las dolencias que hoy nos aquejan.

Obviamente, la composición de cada leche varí­a en función del animal, de la raza, del alimento que haya recibido, de su edad, del periodo de lactancia, de la época del año y del sistema de ordeño, entre otras variables. Y si bien su principal componente es el agua su presunto interés nutritivo radica en que además contiene grasas (ácidos grasos saturados y colesterol), proteí­nas (caseí­na, lactoalbúminas y lactoglobulinas), hidratos de carbono (lactosa, fundamentalmente), vitaminas (cantidades moderadas de A, D y del grupo B) y minerales (fósforo, calcio, zinc y magnesio). Las proporciones dependen ya del tratamiento que se haya dado a la materia prima por lo que no contiene la misma grasa la “leche entera” que la “leche descremada”. Ahora bien, ¿es realmente saludable ingerir leche y productos lácteos? Porque, no sólo son muchos los investigadores que discrepan de esa opinión, sino que hay cada vez más estudios que cuestionan esa aseveración.

El problema del calcio

La razón fundamental por la que los nutricionistas occidentales -no así­ los orientales- recomiendan tomar leche y sus derivados es porque la consideran muy nutritiva y especialmente rica en calcio, agregando que la ingesta periódica de ese mineral es imprescindible para mantener la salud, sobre todo la de los huesos. Y en ese convencimiento muchas personas beben cantidades importantes de ella al punto de que algunas -es el caso de millones de norteamericanos- prácticamente la toman en lugar de agua. Sin embargo, es precisamente en Estados Unidos, el mayor consumidor mundial de leche, donde más incidencia de osteoporosis hay entre su población. ¿Alguien puede explicar razonadamente tan singular paradoja?

Lógicamente, no puede extrañar que cada vez más expertos alcen su voz abiertamente afirmando que la leche y sus derivados no sólo no son alimentos adecuados para el ser humano sino que ni siquiera constituyen una buena fuente de calcio porque una cosa es la cantidad de ese mineral presente en ella y otra muy distinta su biodisponibilidad. Además, está por ver si la necesidad de él que precisa el organismo es la que publicitan las empresas lácteas.

Resultan ilustrativos a ese respecto los resultados del estudio que con 78.000 mujeres de entre 34 y 59 años llevaron a cabo durante 12 años varios profesores de la Universidad de Harvard en Estados Unidos y que fue publicado en el American Journal of Public Health en 1997. Porque sus conclusiones desmienten la tesis de que un mayor consumo de leche u otras fuentes alimenticias de calcio por mujeres adultas las proteja de fracturas propias de la osteoporosis como son las de cadera o antebrazo.

También es interesante recordar el Proyecto Cornell Oxford-China de Nutrición, Salud y Medio Ambiente que se inició en 1983 con un estudio pormenorizado de los hábitos cotidianos de 6.500 habitantes de 65 provincias dispersas de la China rural ya que constituye una de las investigaciones más rigurosas y concluyentes efectuadas en materia de salud. Y ese trabajo demostró -entre otras cosas- que la leche animal desmineraliza a los adultos. Es decir, se comprobó que las mujeres que no tomaban leche de vaca y su único alimento eran el arroz, los vegetales, la soja y sus derivados no padecí­an osteoporosis. Y que, sin embargo, si dejaban esa dieta e introducí­an la leche de vaca sus niveles de calcio bajaban y aumentaba la incidencia de esa patologí­a.

Gracias a las investigaciones llevadas a cabo por el doctor John McDougall -médico nutricionista del St Helena Hospital de Napa (California, Estados Unidos)- sabemos también que la mujeres de la etnia bantú no toman leche pero sí­ calcio procedente de fuentes vegetales y, sin embargo, a pesar de que tienen una media de 10 hijos y los amamantan durante largos periodos, no padecen osteoporosis.

Otro ejemplo de la relación entre leche y osteoporosis lo constituye el trabajo del doctor William Ellis, ex presidente de la Academia Americana de Osteopatí­a Aplicada, quien estableció que las personas que toman de 3 a 5 vasos de leche diarios presentan los niveles más bajos de calcio en sangre. Agregando que tomar mucha leche implica ingerir grandes cantidades de proteí­nas lácteas y éstas producen un exceso de acidez que el organismo intenta compensar mediante la liberación de minerales alcalinos.

En esa misma lí­nea se expresa un estudio publicado en el American Journal of Clinical Nutrition que afirma que el exceso de proteí­nas de la leche es uno de los factores más importantes en el avance de la osteoporosis. En dicho estudio -publicado ya en 1983- se demostraba que hasta la edad de 65 años las mujeres que no toman leche y son vegetarianas tienen un 18% de pérdida de hueso mientras las omní­voras padecen una pérdida ósea del 35%.

Y estudios más recientes muestran que con una ingesta de 75 gramos diarios de proteí­na láctea se pierde más calcio en la orina del que se absorbe a través de la dieta.

A todo esto hay que añadir que la relación calcio/fósforo de la leche de vaca no es adecuada para el ser humano, pues su contenido es demasiado elevado en fósforo y por eso su ingesta acidifica el organismo. Con las numerosas implicaciones negativas para la salud que ello implica.

La opinión de Jean Seignalet

El finado doctor Jean Seignalet -hematólogo, inmunólogo, biólogo, catedrático de Medicina de la Universidad de Montpellier durante muchos años y autor de más de doscientas publicaciones en prestigiosas revistas médicas- denunció en su obra La Alimentación, la 3ª Medicina que muchas patologí­as y la proliferación actual de otras se debe básicamente a cinco razones: el consumo de cereales domésticos, la ingesta de leche animal y sus derivados, la cocción de los alimentos, el refino de los aceites y la contaminación alimenticia con la consiguiente carencia de vitaminas y minerales. Afirmando en lo que a la leche se refiere lo siguiente: “Muchas personas piensan que prescindir de la leche puede provocarles pérdida de calcio y problemas como la osteoporosis pues la televisión, la prensa y la mayorí­a de los médicos repiten que la solidez de los huesos depende de su cantidad de calcio y sólo el consumo diario de productos derivados de la leche puede aportarles en cantidad suficiente ese precioso calcio. Sin embargo, yo digo firmemente que NO. El peligro de la falta de calcio es una ilusión. Es cierto que la leche de vaca es rica en calcio pero una vez en el tubo digestivo humano la inmensa mayorí­a del mismo es precipitado en forma de fosfato de calcio y expulsado a través de las heces fecales. Sólo una pequeña parte es absorbida. El calcio asimilable es aportado en cantidad más que suficiente por los vegetales: hortalizas, legumbres secas, verduras, carnes crudas y frutos secos y frescos. Además el calcio es un mineral muy abundante en el suelo donde es recuperado por las raí­ces de las plantas. En definitiva, eliminar de la alimentación la leche animal no provoca carencia de calcio. Al contrario, el régimen hipotóxico -desprovisto de derivados de la leche- acompañado de magnesio y silicio bloquea 70 veces de cada 100 la evolución de la osteoporosis e incluso permite a veces recuperar parte del terreno perdido”.

La caseí­na de la leche

Mencionábamos al describir la composición de la leche que una de sus proteí­nas principales es la caseí­na. Pues bien, se sabe que el niño lactante asimila completamente las caseí­nas de la leche materna… pero no las de la leche de vaca. Tales proteí­nas sólo se digieren parcialmente por el efecto neutralizador de la leche sobre la acidez gástrica, indispensable para su ruptura.

¿Y qué efectos provoca esa sustancia viscosa que es la caseí­na animal en nuestro organismo? Pues hay que decir que en algunas personas se adhiere a los folí­culos linfáticos del intestino impidiendo la absorción de otros nutrientes (de hecho la caseí­na se utiliza como pegamento para papel, madera, etc.). Además su hidrolización parcial tiene otras consecuencias. Por ejemplo, desembarazarse de sus residuos metabólicos supone un gasto energético suplementario para el organismo y puede provocar problemas inmunológicos. Así­, en personas que presentan deficiencias de inmunoglobulinas IgA esta proteí­na pasa al torrente sanguí­neo y genera gran variedad de reacciones autoinmunes (las mencionaremos más adelante al hablar de las enfermedades relacionadas con el consumo de leche). Y si tenemos en cuenta -como se recoge en un informe del Memorial Kettering Hospital de Nueva York (Estados Unidos)- que la deficiencia de antí­genos IgA es uno de los problemas más comunes en cuanto a deficiencias inmunitarias el problema pasa a tener dimensiones mucho más preocupantes.

Las grasas de la leche

La leche humana contiene 45 gramos de lí­pidos por litro, de los que el 55% son ácidos grasos poliinsaturados y un 45% saturados. Y tiene, sobre todo, un elevado contenido en ácido linoleico, precursor de prostaglandinas y leucotrienos antiinflamatorios. En cambio la leche de vaca -la más consumida- contiene un 70% de ácidos grasos saturados y un 30% de poliinsaturados. Una estructura que favorece la formación de prostaglandinas y leucotrienos inflamatorios. Además, ese 30% de poliinsaturados pierde sus propiedades cuando por efecto del calor -entre 40 y 45 Cº- se desnaturalizan y ya no pueden ser precursores de sustancias antiinflamatorias. Por lo que la leche tratada para poder ser consumida es ¡una sustancia 100% inflamatoria!

Por otra parte, la pasteurización y la homogeneización provocan que las grasas saturadas atraviesen las paredes intestinales en forma de pequeñas partí­culas no digeridas, lo que inexorablemente aumenta los niveles de colesterol y grasas saturadas en sangre. Además, el contenido en colesterol de la leche es superior al de otros alimentos famosos por ser ricos en ese elemento. De hecho, algunos paí­ses ya han retirado la leche de la lista de alimentos fundamentales para la dieta porque se ha observado que los niños que acostumbran a tomar varios vasos de leche al dí­a tienen sus arterias en peores condiciones que los que no la toman. Una información que, curiosamente, no parece haber llegado a Estados Unidos, pues según su Departamento de Agricultura casi el 40% de la comida diaria que ingieren los norteamericanos consiste en leche y/o productos lácteos. Lo cual significa que un estadounidense medio toma diariamente sólo con los productos lácteos 161 miligramos de colesterol. Y eso es tanto como ingerir ¡53 lonchas de tocino al dí­a! Y luego se extrañan de que la cuarta parte de la población norteamericana sea obesa o padezca sobrepeso.

Añadiremos finalmente un dato importante que aporta el ya mencionado doctor John McDougall: en el afán por aumentar sus ventas la industria lechera relaciona el contenido de grasa de la leche… con el peso. Lo que le permite decir que la de vaca contiene “sólo” un 2% de grasa por cada 100 gramos. Y, claro, dicho así­ parece que estemos hablando de un producto bajo en grasa. Sin embargo debemos entender que el 87% de la leche es agua por lo que si descartamos ésta el porcentaje real de grasa sobre la sustancia sólida es mucho mayor. ¡Y no hablemos ya de la leche condensada!

La carga hormonal

Conviene saber también que la leche contiene aproximadamente 59 tipos diferentes de hormonas -pituitarias, esteroideas, adrenales, sexuales, etc.- siendo las más importantes las hormonas del crecimiento cuya acción, unidas a la riqueza proteica de la leche de vaca, hacen posible el rápido crecimiento de los terneros de forma que en breve plazo llegan a doblar su peso. Y es evidente que los humanos no tenemos precisamente esa necesidad. Además, niveles elevados de esa hormona, unidos a otros tóxicos, se consideran hoy causa de la aparición de diversas enfermedades degenerativas.

Hay que añadir a ese respecto que resulta kafkiano tener que reseñar que ya en 1994 la Food and Drug Administration (FDA) -es decir, la agencia del medicamento norteamericana- aprobó que la compañí­a Monsanto usara la Hormona Recombinante de Crecimiento Bovino (rBGH) -también conocida como bovine somatotropin o rbST- para aumentar la producción de leche en las vacas entre un 10 y un 25%. Porque según se publicó en The Ecologist en 1998 “el uso de rBGH incrementa los niveles de otra hormona proteica -el factor de crecimiento 1 tipo insulina (IGF-1)- en la leche de las vacas. Y dado que el IGF-1 es activo en los humanos -causando que las células se dividan- algunos cientí­ficos piensan que una ingesta de leche tratada con altos niveles de rBGH podrí­a dar paso a la división y crecimiento incontrolados de células en los humanos. En otras palabras: cáncer”. De hecho, son tantos los peligros potenciales de esa hormona que su uso está prohibido actualmente en Canadá y la Unión Europea, así­ como en otros paí­ses.

La profesora Jane Plant, autora del libro Your life in your hands (Tu vida en tus manos), explica en él que el IGF-1 es además especialmente activo durante la pubertad y el embarazo. En el caso de las niñas púberes -explica- esta hormona estimula el tejido de la mama para que crezca. Y durante el embarazo ensancha los tejidos mamarios y los conductos de la leche materna para favorecer la lactancia. Agregando con rotundidad: “Niveles altos de esta hormona incrementan hasta tres veces el riesgo de padecer cáncer de mama o de próstata por parte de quienes consumen tanto la leche como la carne de las vacas lecheras. Y en contra de la afirmación de que la pasteurización la destruye entiendo que la caseí­na evita que eso ocurra y que la homogeneización facilita que la IGF-1 alcance el torrente sanguí­neo. Asimismo, los propios estrógenos que se añaden a la leche bovina son otro de los factores que estimulan la expresión nociva de esta hormona y que, indirectamente, acaban provocando la aparición de tumores”.

Tóxicos en la leche

Debemos añadir que la leche puede además estar contaminada por productos quí­micos, hormonas, antibióticos, pesticidas, pus procedente de las mastitis -tan frecuentes en la vacas ordeñadas permanentemente-, virus, bacterias, priones… Sin olvidar que hoy se “enriquece” tanto la leche como los productos lácteos con aditivos, vitaminas y minerales sintéticos, semillas, plantas, frutas, proteí­nas, ácidos grasos… En algunos casos, por cierto, con grasa de animales distintos. Con lo que uno puede estar ingiriendo leche de vaca enriquecida con grasa de cerdo… sin saberlo.

¿Y cuáles son las sustancias tóxicas que con más frecuencia puede uno encontrarse en un vaso de leche de vaca, la más consumida? Pues son éstas:

Metales y plásticos. El equipo utilizado en la explotación ganadera para obtener, conducir o almacenar la leche puede contaminarla. De hecho se ha llegado a detectar en ella hierro, cobre, plomo, cadmio, zinc, etc., o sus aleaciones. Lo que puede provocar una actividad catalí­tica nefasta sobre las reacciones de oxidación que se producen en ella.

Detergentes y desinfectantes. Hablamos de formol, ácido bórico, ácido benzoico, sales alcalinas, bicromato potásico, etc., sustancias que se emplean en la limpieza y desinfección del material que se pone en contacto con la leche. Su uso está justificado ya que el agua por sí­ sola es incapaz de arrastrar los restos de materia orgánica y destruir las bacterias que contaminan las instalaciones y que pueden pasar a la leche.

Pesticidas y fertilizantes. En la comida que se da a las vacas se pueden encontrar compuestos quí­micos con los que se ha procurado tanto el incremento de las cosechas como su mejor conservación. En este grupo se incluyen acaricidas, nematicidas, fungicidas, rodenticidas y herbicidas. Compuestos quí­micos -DDT, dieldrin, lindano, metoxiclor, malation, aldrí­n, etc.- que pueden ocasionar cáncer.

Micotoxinas. Procedentes del alimento que se da a las vacas cuando éste está contaminado por mohos, muy especialmente por el aspergillus flavus.

Antibióticos y otros fármacos. Actualmente se emplean de forma habitual en el tratamiento y prevención de las enfermedades infecciosas y parasitarias de las vacas pero pueden pasar a la leche contaminándola. Un problema que se agrava al saber que el uso excesivo y continuado de estos fármacos en animales ha acabado provocando que determinadas cepas de gérmenes patógenos se hayan hecho resistentes y al pasar a los humanos éstos encuentren dificultades para superar la enfermedad con antibióticos. Por eso es peligroso el consumo de leche extraí­da de vacas así­ tratadas. Ya en 1976 el diario Daily Herd Management publicaba que “la mayorí­a de las fábricas [de leche] usan cerca de 60 clases de tratamientos quí­micos [antibióticos] para tratar la hinchazón de pezón después de cada ordeñada y para reducir la propagación de mastitis (inflamación de ubres) en sus rebaños. Hay evidencia de que algunas de esas zambullidas quí­micas dejan residuos en la leche que pueden ser peligrosos para los humanos”. Diez años después todo seguí­a igual y el prestigioso The New York Times afirmaba que “los residuos de antibióticos en la leche están causando reacciones alérgicas en algunas personas debido a tratamientos rutinarios para prevenir la hinchazón de los pezones de las vacas y programas de infusión en las fábricas lecheras.”

Contaminación radioactiva. Es otro de los problemas que preocupan en la actualidad y si bien los residuos producidos por el uso especí­fico de la energí­a nuclear no ocasionan problemas más que en raras ocasiones es necesario prestar atención.

Dioxinas. Estos derivados del cloro merecen atención especial. Además de estar relacionados con el cáncer de pulmón y los linfomas la exposición a las dioxinas se ha relacionado con la diabetes, los problemas de desarrollo del niño y diversos desarreglos del sistema inmune.

Enfermedades relacionadas con el consumo de leche

Ante todo lo expuesto son cada vez más las voces que alertan de la posible relación -más o menos directa- entre el consumo de leche y las dolencias que se relacionan a continuación:

Anemia ferropénica. El doctor Frank Oski -director del Departamento de Pediatrí­a de la Escuela de Medicina de la Universidad de Johns Hopkins (Estados Unidos)- asevera en su libro Don’t Drink Your Milk! (¡No bebas tu leche!) que en su paí­s entre el 15 y el 20% de los niños menores de 2 años sufren anemia por deficiencia de hierro y que la mitad del resto de las anemias que se producen en Estados Unidos están relacionadas con el consumo de leche y sus derivados por los pequeños sangrados gastrointestinales que la leche puede provocar.

Artritis Reumatoidea y Osteoartritis. Está constatado que los complejos antí­geno-anticuerpo generados por la leche se depositan a veces en las articulaciones provocando su inflamación y entumecimiento. Estudios realizados en la Universidad de Florida (Estados Unidos) confirman que los sí­ntomas se agravan en pacientes con Artritis Reumatoidea que consumen leche. Por otro lado, en un artí­culo publicado en la revista Scandinavian Journal of Rheumatology se afirmaba que en personas afectadas de esa patologí­a que dejaron de ingerir lácteos y tomaron sólo agua, té verde, frutas y zumos vegetales entre 7 y 10 dí­as la inflamación y el dolor disminuyeron significativamente. Agregando que cuando alguno volví­a a una dieta lacto-ovo-vegetariana los sí­ntomas reaparecí­an. Por su parte, un grupo de investigadores israelí­es demostró en 1985 -por primera vez- que la leche puede inducir también la artritis reumatoidea juvenil. La asociación de la leche con la artritis reumatoidea del adulto ya se habí­a establecido anteriormente pero no se habí­a hallado ninguna asociación con la juvenil hasta el hallazgo de esos cientí­ficos.

Asma. Se sabe que la leche puede estimular la producción excesiva de moco en las ví­as respiratorias y que la alergia a la leche es causa de asma. Además está completamente demostrado que los niños con exceso de moco y dificultades respiratorias a los que se les retira la leche de vaca mejoran de forma sorprendente.

Autismo. Investigadores italianos descubrieron que los sí­ntomas neurológicos de los pacientes autistas empeoran cuando consumen leche y trigo. Se cree que los péptidos de la leche pudieran tener un efecto tóxico en el sistema nervioso central al interferir con los neurotransmisores. En sus investigaciones los doctores de la Universidad de Roma notaron una mejorí­a marcada en la conducta de esos enfermos tras dejar de ingerirla ocho semanas. En su sangre habí­a altos niveles de anticuerpos contra la caseí­na, la lactoalbúmina y la betalactoglobulina.

Cáncer de estómago. Investigadores del Instituto Nacional de Salud Publica de Morelos (México) encontraron un aumento significativo del riesgo de contraer cáncer de estómago en pacientes que consumí­an productos lácteos. En los que además consumí­an carne el riesgo se triplicaba.

Cáncer de mama. La leche está considerada por muchos expertos causa directa de este “tipo” de cáncer. Si a ello añadimos la influencia que tiene la hormona insulí­nica las probabilidades de sufrirlo aumentan considerablemente en las grandes consumidoras de leche (Discovery DSALUD publicará el mes que viene un artí­culo sobre este importante asunto que tanto preocupa a las mujeres).

Cáncer de ovarios. La galactosa -uno de los azúcares de la leche- se ha relacionado también con el cáncer de ovarios. Algunos investigadores consideran que las mujeres que beben más de un vaso de leche entera al dí­a tienen tres veces más probabilidades de contraer cáncer de ovarios que las que no lo ingieren.

Cáncer de páncreas. Investigadores de la Universidad de Harvard (Estados Unidos) afirman que existe una relación “positiva y fuerte” entre el cáncer del páncreas y el consumo de leche, huevos y carne.

Cáncer de próstata. Un estudio presentado hace más de veinte años en una reunión de la American Association of Cancer Research en San Francisco y publicado en Oncology News ya revelaba, según el doctor Chan -epidemiólogo de la Universidad de Harvard-, que el consumo de mucha leche y sus derivados está asociado con un incremento del riesgo de cáncer de próstata en los hombres. Explicando que ello se puede deber a que el alto contenido de calcio de la leche hace disminuir la cantidad de vitamina D del cuerpo, encargada de proteger del cáncer de próstata a pesar de que la propia leche la contiene. Epidemiólogos italianos del Aviano Cancer Center calcularon ese aumento del riesgo y establecieron que es 1,2 veces mayor entre quienes beben de 1 a 2 vasos de leche diaria que entre los que no la consumen. Sin embargo, si se toman dos o más vasos de leche al dí­a el nivel de riesgo de padecer ese cáncer aumenta a 5.

Otro estudio -realizado por el mismo equipo de investigadores de la Universidad de Harvard- descubrió que los hombres que consumen grandes cantidades de leche y/o lácteos tienen un 70% de riesgo de contraer cáncer de próstata. Opinión que comparte un grupo de cientí­ficos noruegos de la Universidad de Oslo quienes afirman que consumir leche es un riesgo para contraer cáncer de próstata. Añadiendo que, sorprendentemente, el consumo de leche desnatada está asociado con un mayor incremento que la leche entera.

Cáncer de pulmón. Investigadores holandeses concluyeron en 1989 que las personas que toman tres o más vasos de leche diaria tienen dos veces más probabilidad de desarrollar cáncer de pulmón que los que no la toman. Y que, sin embargo -contra lo que afirman sus colegas noruegos- las personas que toman esa misma cantidad pero de leche desnatada parecen estar más protegidas. También se coligió en el Roswell Park Memorial Institute de Nueva York que entre las personas que beben tres o más vasos de leche entera al dí­a aumenta el riesgo de desarrollar cáncer de pulmón en un 200% (comparado con aquellos que nunca la toman). Además se ha documentado que existe relación directa entre la hormona somatotropina y el cáncer de pulmón, y entre éste y las dioxinas que contaminan la leche.

Cáncer de testí­culos. Investigadores británicos descubrieron que también hay relación entre el cáncer testicular y el consumo de leche. El riesgo encontrado fue 7,19 veces mayor que en la población general y aumenta en un 1,39 por cada cuarto de leche adicional que se consume.

Cataratas. Hay una creciente evidencia de la relación entre el consumo de leche y las cataratas. Según diversos estudios cientí­ficos las poblaciones humanas que consumen grandes cantidades de productos lácteos tienen mayor incidencia de cataratas que aquellos que los evitan. Este defecto se ha relacionado con la lactosa y la galactosa. Siendo la relación más evidente entre la mujeres que entre los hombres. El tipo más frecuentemente es la catarata cortical.

Colitis ulcerosa. También el consumo de leche se ha asociado a esta dolencia.

Colon irritable. Hay diversos estudios que vinculan igualmente la ingesta de leche con el desarrollo de esta patologí­a.

Diabetes Mellitus Tipo I. Diferentes investigaciones demuestran que los lactantes alimentados con leche de vaca presentan un mayor riesgo de padecer diabetes insulinodependiente -conocida como diabetes tipo I- ya desde su niñez. Un estudio publicado en la Revista de Medicina de Nueva Inglaterra identifica la leche como “elemento responsable o factor desencadenante en algunas personas genéticamente sensibles” . Los médicos que realizaron la investigación descubrieron que los diabéticos analizados tení­an unos niveles de anticuerpos más altos de lo normal que reaccionaban con una proteí­na de la leche llamada suero de albúmina bovina atacándola como invasora y destruyéndola. Pero resulta que -¡fatal coincidencia!- una sección de esa proteí­na es casi idéntica a una proteí­na de la superficie de las células productoras de insulina por lo cual, según afirman, las defensas de las personas sensibles a ella terminan atacando a sus propias células causando así­ su autodestrucción. Por lo que coligen que eliminar la leche y sus derivados de la dieta infantil podrí­a disminuir drásticamente la incidencia de este tipo de diabetes.

Dolores abdominales sin intolerancia a la lactosa. Existe una estrecha correlación -no discutida- entre la indigestión que causa la lactosa, la intolerancia a la lactosa y la intolerancia a la leche.

Enfermedad de Crohn. El doctor John Hermon-Taylor -director del Departamento de Cirugía de la Escuela de Medicina del Hospital St. George (Gran Bretaña)- afirma tras estudiar la enfermedad de Crohn durante 20 años que la Paratuberculosis -una subespecie delMycobacterium Avium– está indudablemente asociada a esa patología. Y que ese microorganismo se transmite fundamentalmente a través de la leche porque la pasteurización no la destruye. En un estudio realizado entre 1990 y 1994 sobre envases para leche se encontró con que el 7% estaba contaminado con la Paratuberculosis.

Enfermedades coronarias. Numerosos investigadores relacionan algunos componentes de la leche -el colesterol, las grasas, su alto contenido en calcio, la presencia de xantina oxidasa, etc.- con este tipo de dolencias. En el caso de la enzima bovina xantina oxidasa se sabe que sólo causa problemas cuando la leche es homogeneizada y que su daño se centra en los vasos sanguíneos. La posible explicación está en que esta enzima atravesaría intacta las paredes intestinales, se trasladaría a través de la sangre y destruiría el masmógeno, uno de los componentes de las membranas de las células que forman el tejido cardiaco. Uno de esos investigadores es el doctor Kurt Oster, jefe del servicio de Cardiología del Hospital Park City en Bridgeport (Estados Unidos). Durante un periodo de casi cuatro años Oster estudió a 75 pacientes que sufrían angina de pecho y arteriosclerosis. Pues bien, se eliminó la leche de sus dietas y se les dio ácido fólico y vitamina C -ambas combaten la xantina oxidasa– y en todos los casos el dolor disminuyó. Es más, a ese respecto el doctor Kurt Esselbacher -miembro de la Escuela de Medicina de la Universidad de Harvard– afirma sin tapujos: “La leche homogenizada, debido al contenido de xantina oxidasa, es una de las mayores causas de enfermedades coronarias en Estados Unidos”.
Hay también estudios realizados en Rusia según los cuales quienes beben tres o más vasos de leche al día tienen 1,7 más probabilidades de padecer enfermedades isquémicas cardíacas que quienes no la consumen. Igualmente se sabe que el consumo habitual de productos lácteos aumenta el colesterol malo (LDL) sin afectar al bueno (HDL) por lo que ya en sí mismos constituyen un factor de riesgo. Y debemos añadir que el consumo de proteínas lácteas parece tener relación directa con la mortalidad coronaria ya que se ha comprobado que los anticuerpos creados contra la caseína activan el sistema plaquetario estimulando la trombogénesis. Además se las relaciona con la inflamación de las paredes de las arterias favoreciendo así el proceso arteriosclerótico.
En cuanto al calcio de la leche cabe decir que parece existir relación entre el endurecimiento de las arterias y el excesivo contenido de este mineral en sangre.
Añadiremos que la leche desnatada se ha asociado con enfermedades coronarias no isquémicas en hombres mayores de 45 años y en mujeres mayores de 75. Se cree que las proteínas de la leche contribuyen a la formación de la homocisteina. Para muchos la conjunción de este tipo de leche, la lactosa, el calcio y la homocisteína podría ser responsable de la calcificación de las arterias.

Esclerosis múltiple. Científicos de la Universidad de Michigan (Estados Unidos) están llevando a cabo en la actualidad extensos estudios acerca de los factores asociados con la esclerosis múltiple y si bien hasta ahora sólo han obtenido conclusiones parciales han podido establecer relación entre la esclerosis múltiple y un excesivo consumo de leche.

Estreñimiento. La leche es causa conocida de estreñimiento en niños y ancianos. Su eliminación de la dieta y un mayor consumo de vegetales y fibra suele resolver ese problema. Asimismo, tanto el estreñimiento crónico como las lesiones perianales se han asociado con una clara intolerancia a la leche de vaca.

Fatiga crónica. Según un estudio realizado con niños en Rochester (Nueva York) en 1991 beber leche aumenta 44,3 veces el riesgo de padecer esta enfermedad.

Fístulas y fisuras anales. Podría deberse al parecer a la alergia a una proteína de la leche de cabra.

Incontinencia urinaria. Muchos niños que mojan las sábanas ya crecidos dejan de hacerlo en cuanto eliminan de su dieta la leche, los productos que la contienen y los derivados lácteos.

Intolerancia a la lactosa. Para poder ser utilizada por nuestro organismo este azúcar de la leche debe ser previamente hidrolizado y eso se consigue gracias a una enzima llamada lactasa que va desapareciendo lentamente cuando comienzan a salirnos los dientes. Parece que en la raza blanca la lactasa permanece durante más tiempo que en la raza negra. Algo que podría deberse a la relación existente entre la melanina y la lactasa. Las personas que viven en lugares fríos tendrían por eso la piel más blanca a fin de aprovechar al máximo las radiaciones solares y sintetizar vitamina D para fijar el calcio.
Se ha observado también que en la mayoría de las personas que no producen lactasa o lo hacen a niveles muy bajos la lactosa no hidrolizada pasa al intestino donde es atacada por las bacterias y las consecuencias son fermentaciones, meteorismo, cólicos, diarreas, etc. Todo lo cual provoca la irritación de las paredes del intestino e incluso microheridas con pérdida de sangre. Y si esas pequeñas hemorragias se producen de forma continuada acaban provocando deficiencias de hierro.
Además la lactosa puede provocar otros trastornos no menos graves ya que es responsable de la asimilación de metales pesados como el cadmio, el mercurio y el hierro así como de otras sustancias tóxicas.

Linfomas. Un estudio realizado en la Universidad de Bergen (Noruega) durante año y medio con casi 16.000 pacientes observó que las personas que consumen dos vasos de leche al día presentan un riesgo 3,4 veces mayor de padecer linfomas que los que beben menos. El mecanismo por el cual eso se produce todavía no está claro a pesar de que se sabe que la leche de vaca puede transmitir el virus de la leucemia bovina. Este mismo estudio encontró una asociación, aunque débil, entre el consumo de leche y el cáncer de riñones y de los órganos reproductivos femeninos.
Otro mecanismo por el cual se pueden contraer linfomas es a través de leche contaminada con dioxinas. En un artículo publicado en el periódico norteamericano The Washington Post se afirmaba que las personas que consumen grandes cantidades de grasa -como carne y productos lácteos son 10 veces más propensas a contraer cáncer, especialmente de pulmón.

Migraña. Se ha comprobado experimentalmente que cuando se suprime la leche de la dieta de pacientes afectos de migraña se reducen significativamente sus síntomas.

Oídos, garganta y sinusitis. En 1994 la revista Natural Health publicaba una serie de hallazgos que relacionan a la leche con el aumento de las infecciones de los oídos y la garganta. Los estudios demostraron que las amígdalas y las adenoides reducían su tamaño cuando se limitaba el consumo de leche.

Reacciones alérgicas. La alergia a las proteínas de la leche de vaca se ha definido como “cualquier reacción adversa mediada por los mecanismos inmunológicos a una o más de las proteínas de la leche (caseína, alfa lacto-albúmina, betalactoglobulina)”. Actualmente muchos estudios médicos reconocen la relación entre la leche y las reacciones alérgicas estableciéndose su prevalencia entre un 2 y un 5% de la población mundial. La reacción alérgica puede ser inmediata -es decir, en menos de 45 minutos- o tardía -presentándose horas o días más tarde.

Sangrado gastrointestinal. El sangrado gastrointestinal secundario a la intolerancia a las proteínas de la leche de vaca en niños ha sido adecuadamente documentado. Tan serio es el sangrado que se le coloca como una de las causas más comunes de anemia en niños.

Síndrome de mala absorción. Investigadores de la Universidad de Helsinki (Finlandia) han comprobado la relación entre las proteínas de la leche y el daño a la mucosa intestinal. Este daño es el responsable del síndrome de mala absorción que se caracteriza por diarreas crónicas, vómitos y retardo del crecimiento.

Trastornos del sueño. Estudios realizados en la Universidad Free de Bruselas entre los años 1986 y 1988 confirmaron la relación entre el consumo de leche y los trastornos del sueño en los niños. Éste y otros estudios han hallado relación entre la alergia a la leche y los problemas para dormir. Todos los síntomas mejoraban cuando se excluía la leche de la dieta y empeoraban cuando era reintroducida. El tiempo promedio para notar la mejoría era de cinco semanas. La agitación que manifestaban esos niños también mejoró.

Úlceras pépticas. En el pasado se aconsejaba tomar leche a las personas que padecían problemas estomacales, en especial en caso de úlceras. En la actualidad esa práctica se desaconseja por considerarse peligrosa y porque se sabe que la leche y sus derivados agravan todos los síntomas. El alivio temporal que sentían esos pacientes se podía deber simplemente al hecho de que normalmente la leche se tomaba fría y era la temperatura del líquido lo que hacía mejorar la situación transitoriamente.

Otras reacciones provocadas por la leche. Además de las expuestas existen otras situaciones y dolencias que se relacionan con la ingesta de leche. Por ejemplo la acidosis láctica severa asociada a la alergia a la leche de vaca, el aumento del riesgo de preeclampsia en mujeres sensibles, la dificultad de aprendizaje en niños o algunos casos de infertilidad femenina. Por último es importante señalar que las madres que toman leche de vaca durante el período de la lactancia exponen a sus hijos a los riesgos asociados a este alimento.

José Ramón Llorente, autor de este texto, es presidente de la Sociedad Española de Nutrición Ortomolecular

 

in Anima naturalis



Swedish boy, aged 4, close to death from “swine flu” vaccine

Swedish boy, aged 4, close to death from “swine flu” vaccine

Kevin

The almost complete cover up in Sweden regarding deaths and other severe “side effects” from the poisinous Pandemrix “swine flu” vaccine is frightening. A few stories are getting out in spite of this, like the story of Kevin, aged 4 living in Stockholm with his mom Mia who is pregnant in her third trimester.

“- I was sure he was dead” she says in an article published at first only in the printed version of the news paper Aftonbladet and later added to their site after being “reminded” by readers to do so.

Kevin sat with his father in a café when he suddenly started to shake uncontrollably. His little body arched backwards in convulsions and his eyes rolled backwards exposing only white. His mom was not far away and someone quickly fetched her saying “Mia come quickly, Kevin is really bad”.

When she arrived to Kevin, a ring of people surrounded him as he was lying flat on the ground. “- His lips were completely white. I have never seen a person that white in my life. I took him in my arms and he was completely limp. My only thought was, ‘He is dead, He is no longer alive’ “, says his mom.

Kevin did no longer breathe. Two nurses happened to be there and they instructed Mia how to give CPR immediately. Mia started to do that while she at the same time felt she was starting to go into labor. She gave her son air as others called for an ambulance. “I lost the sense of time. But after a while his lips got their color back. He opened his eyes.”

During the ride to the hospital, Kevin only expressed one fear: “Mommy, I don’t want to have another shot…”

Doctors who cared for him at his arrival at the Hospital agreed that the only explanation to this was that he two days earlier got the poisonous Pandemrix “swine flu” vaccine. They also said “- He is the second one today, this is in no way unique.”

The news paper contacted The Medical Products Agency in Sweden and spoke with Professor Jan Liliemark who claimed he had never heard of similar cases. “- Children can come in to states of Coma from a variety of reasons. It could be connected to the vaccination but there could also be other reasons.”

Kevin’s parents chose to speak about their ordeal so that other parents would be better informed than they were. They never heard that things like this could happen after a vaccination.

Mia says “- What if this would have happened at home while playing alone in his room while I was cleaning downstairs?”

Original article in Swedish

We have received unconfirmed reports that the number of vaccine “adverse effects” in sweden is now well over 500 including “severe adverse effects” which means life threatening conditions or death. The number of deaths is reported to us to be higher than 50 so far. This information is unconfirmed and the official numbers kept secret according to the also secret agreement between Sweden and GSK, GlaxoSmithKline who produces the poisonous Pandemrix vaccine.

 

I today spoke with a vaccine manufacturer (a supplier of the API, the active ingredient) at their plant here in Switzerland and they stated that they felt they had to play along in producing and supplying active ingredients to the larger “big” pharma companies since these companies are “so powerful”. The person I spoke with thought it was something seriously wrong with the way the whole “swine flu” scare has unfolded and the role of WHO. The same person also acknowledged that very much research in the medical field which does not support planned products or other businesses is hidden or buried. The two people I spoke with would “absolutely not” take the “swine flu” shot. They did say that the “swine flu” meant good business.

Child paralysed by Flu Mist in the US

 

“Our granddaughter, Jordyn, (Bobbi and Jeff’s daughter) received the nasal spray vaccine for H1N1 on Tuesday of this week and within a half an hour started feeling bad. She developed a fever of 103 and continued for most of Wednesday with it.  She seemed better yesterday (Thursday), but was still not herself.  She woke up this morning and could not walk (her legs were paralyzed).  Bobbi and Jeff have taken her to Sparrow Hospital in Lansing and we are waiting word.  We think she has Guillain Barre and, if so, the, paralysis can spread to her other limbs and her face. We are requesting prayer from you and as many believers as you have contact with.”

Nine students in the US rushed to hospital after swine flu jab

 

 

http://myweb.cableone.net/columbuspacket/

Nine Caledonia High students have reactions to H1N1 vaccine
All treated and released
by Brian Jones


Nine Lowndes County School District students were rushed to the hospital today after apparently having reactions to the H1N1 vaccine.

H1N1 shots are being made available at schools around the state by the Mississippi Department of Health. Nine students at Caledonia High School were transported to the emergency room after apparently having a reaction to the shot, said Lowndes County Superintendent Mike Halford.

“We had seven students transported by ambulance to Baptist Memorial Hospital-Golden Triangle,” Halford said. “Two more students were brought in by parents or family members.”

Of the nine, eight had been treated and released by 2:00 p.m. Wednesday, he said.

“The H1N1 vaccine was being administered [Wednesday] at New Hope High School, New Hope Middle School and all levels at Caledonia,” Halford said. “We had given the shots to the high school students, and about fifteen minutes after the shots were given we started having the issues.”

Halford said that students complained of symptoms including shortness of breath, itching and hives.

“We stopped giving the shots at that time,” he said.

According to Mississippi Department of Health District 6 Health Officer Rebecca James, two of the students who developed shortness of breath and hives did so because of a reaction to the shot. The others were “sympathetic reactions,” she said.

“There was no evidence of an allergic reaction in those six,” she said. “A sympathetic reaction is also called a ‘line of sight’ reaction. It’s similar to what happens when one person in a cafeteria throws up, and then suddenly people around them start feeling sick as well.

“Hives can be a sign of a reaction to the shot, but they can also be caused by stress,” she added. “Some of the hives could have been caused simply because the students were nervous about getting a shot. We may never know what caused those students to have those reactions.”

Counting the two reactions at Caledonia High School today, James said that there have been a total of three allergic reactions to the vaccine around the state.

“That is a very mild reaction rate,” she said. “I still feel very comfortable recommending that children be vaccinated against influenza, which can be deadly. I’d rather treat hives and itching that have to treat the flu.”

The vaccine that was given at Caledonia was the exact same vaccine that was given at other schools in Lowndes County, she said, and there had been no other reports of problems.

There have been 16 influenza-related deaths in Mississippi so far, she said.

James said that the LCSD will continue with the H1N1 vaccinations.

“Mike Halford has been very good about handling this,” she said. “He intends to offer the vaccinations at the middle and elementary schools to students who want them.”

A new permission form will be sent home to students before the vaccinations commence again, she said.

Vaccinations at New Hope Elementary School and West Lowndes are scheduled for a later date.

[At 5:00 p.m. yesterday afternoon an ambulance was dispatched to a residence on Mike Parra Road when one of the Caledonia High students treated earlier in the day began having “seizures” and fever. Ed.]