Deixa-me rir, Uauuauauau

Bush acusa Rússia de ter violado Carta da ONU ao entrar na Geórgia

O Presidente norte-americano, George W. Bush, acusou hoje a Rússia de ter violado a Carta das Nações Unidas, nomeadamente a “igualdade de direitos dos Estados”, ao ter entrado na Geórgia no mês passado.

in Público

Deixa-me rir, uauauauauauauau

A carta das Nações Unidas só serve ao Bush quando lhe interessa. Quando invadiu o Iraque não se lembrou dessa famosa carta, quando promove golpes de Estado essa carta é inexistente, e quando ocupa o Afeganistão para dominar a produção de ópio a carta também não existe.

A geórgia não invadiu nada! Foi tudo ilusão nossa e dos Russos. Os Pobres coitados é que foram invadidos.

Bela Hipócrisia, Velhacos, Carniceiros, que vivem pela calada da noite ocupando e comendo o que não é deles. Este Neoliberalismo só existe pela confrontação, pela ganância na ocupação e usurpação do que não lhes pertence de modo a obter lucro e espezinhando populações inteiras até à sua escravidão.

Só quem é parvo,estúpido , idiota ou escravo é que vai nesta velha cantiga….

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EUA formaram tropas especiais georgianas

Notícia do “Financial Times”
EUA formaram tropas especiais georgianas antes de ofensiva na Ossétia 
06.09.2008 – 13h49 Lusa

O exército norte-americano deu treino de combate a 80 comandos das forças especiais georgianas meses antes de a Geórgia lançar a ofensiva armada na Ossétia do Sul, em Agosto, noticia hoje o jornal britânico “Financial Times”.

O jornal, que teve acesso a documentos e entrevistas com responsáveis de formação militar dos Estados Unidos, garante que esta acção pode ter motivado as acusações do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, que recentemente acusou Washington de ter armado e dado formação ao exército georgiano.

O treino foi ministrado por oficiais norte-americanos e por militares contratados às empresas de segurança MPRI e American Systems, ambas com sede na Virgínia.

In Público

Uma parte da verdade apareceu no “Finacial Times”. Os Estados Unidos criram e deram formação militar a forças especiais Geórgianas antes da invasão da Ossétia do Sul e da Abkhásia. A mão dos estados Unidos neste conflito é evidente, clara e límpida. Os estados Unidos programaram, planearam com o Governo da Geórgia a invasão de duas Repúblicas Independentes com o intuito de alargarem o seu raio de acção e influencia no Cáucaso. Estes são os culpados pela crise humanitária no Cáucaso e deveriam ser julgados por crimes contra a Humanidade…Bush ,Bush é um deles.

O Vesgo

Adepto incondicional

Georgia

«Cavaco apoia Geórgia

O presidente da República mostrou-se, terça-feira, satisfeito com o resultado do Conselho Europeu sobre a crise União Europeia-Rússia. E demonstrou que na política externa está em completa sintonia com o Governo.

Na Polónia, de onde segue amanhã para a Eslováquia, Cavaco Silva afirmou que “Portugal se revê de forma muito forte nas conclusões do Conselho Europeu” e defendeu a rápida entrada em vigor do Tratado de Lisboa para que a Europa seja “mais ouvida na cena internacional, nomeadamente por parte da Rússia“.»


Depois da Rússia Soviética agora é a Rússia Capitalista. Uma Europa que apoia a Independência do Kosovo, mas recusa a das regiões da Geórgia que referendaram por 99% o seu desejo de independência. Voltarão a virar a casaca que for uma região da Federação Russa a declarar a independência e de novo ainda se a coisa acontecer na Ucrânia. Claro que o Sr. Silva não apoia nem deixa de apoiar nada, faz aquilo que a União Europeia lhe diz para fazer e ainda arranja tempo para fazer propaganda a um Tratado de Lisboa que, pelas regras que a própria União Europeia escreveu, devia estar morto e enterrado. Nada como haver um inimigo externo, um lobo mau para vender aos povos aquilo que não querem comprar.


Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

Gerhard Schröder – O fim da América unipolar

Gerhard Schröder – O fim da América unipolar

Erros graves do Ocidente

O antigo chanceler alemão Gerhard Schröder discute a guerra do Cáucaso, a possibilidade de a Alemanha se tornar um intermediário do conflito e a sua confiança no papel construtivo da Rússia.

SPIEGEL: Senhor Schröder, de quem é a erro na guerra do Cáucaso?


Gerhard Schröder: As hostilidades têm certamente as suas causas históricas e este conflito também tem os seus precedentes históricos. Porém, quem tornou o conflito num conflito armado foi a Geórgia ao invadir a Ossétia do Sul, é bom não escamotear.


SPIEGEL: Não reconhece parte da culpa do lado de Moscovo, uma resposta desproporcionada dos militares russos?

Gerhard Schröder: Isso é algo que não posso nem quero julgar. Os conflitos militares desenvolvem a sua própria dinâmica. O ponto essencial agora é todas as partes tirarem partido do plano de seis pontos apresentado pelo presidente francês.


SPIEGEL: Acredita que os conselheiros militares americanos estacionados em Tbilisi encorajaram a Geórgia a lançar-se ao ataque?

Gerhard Schröder: Não iria tão longe. Mas sabemos todos que estes conselheiros militares existem na Geórgia – um destacamento que nunca considerei especialmente inteligente. Seria bastante estranho se esses peritos não possuissem qualquer informação. Só se compreenderia se fossem profissionais extremamente medíocres ou completamente loucos o que, em qualquer caso, é difícil imaginar.


SPIEGEL: O Governo dos Estados Unidos da América (EUA) reclama que advertiu o Presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, contra a iniciativa do ataque. No entanto, não terão sido os acontecimentos demasiado convenientes para os propósitos do Primeiro Ministro Vladimir Putin?

Gerhard Schröder: Isso são especulações nas quais não desejaria participar. Assumo que ninguém, entre os líderes de Moscovo, tem interesse na confrontação militar. Há suficientes problemas internos na Rússia que são urgentes resolver. Por exemplo, a corrupção e o abuso de autoridade têm que ser enfrentados. A Rússia está cheia de dificiências, uma questão que já levantei por diversas vezes. O Presidente Dimitri Medvedev e o Primeiro Ministro Putin estão neste momento ocupados com estes problemas – conjuntamente, diga-se a propósito, e não em competição entre eles, como por vezes é referido pelo jornalismo sensacionalista.


SPIEGEL: Talvez assim seja, mas há algo que está agora em jogo: a Rússia nunca suplantou a perda do seu estatuto de superpotência e, em anos recentes, sentiu-se acossada e humilhada pela NATO. Durante a guerra nos Balcãs, durante a invasão ao Iraque pela “Coligação dos Desejosos” sob a liderança de Washington, ainda durante a declaração da independência do Kosovo…

Gerhard Schröder: … não esqueça o desenvolvimento do sistema de mísseis defensivos na Polónia e na República Checa…


SPIEGEL: … o Kremlin foi forçado a permanecer como espectador. É ou não possível que, após um reforço económico e militar, Moscovo veja no amigo dos EUA Saakasvili a melhor oportunidade para retaliar sobre o Ocidente? E que Putin tente afirmar as suas aspirações imperiais?

Gerhard Schröder: Na minha opinião, há certamente graves erros cometidos pelo Ocidente na sua política de relacionamento com a Rússia. Podemos encontrar alguma ligação entre esses factos e a recente resposta da Rússia à provocação da Geórgia? Penso que é errado confundir as duas coisas.


SPIEGEL: Não partilha o receio sentido por muitos no Ocidente de um novo surto de “ameaça russa”?

Gerhard Schröder: Não, de todo. Há uma percepção sobre a Rússia no Ocidente que tem pouco a ver com a realidade.


SPIEGEL: Pode dar-se o caso de o duo de liderança altamente confiante de Moscovo sentir que o Ocidente precisa da Rússia mais do que a Rússia precisa do Ocidente?

Gerhard Schröder: A dependência é recíproca. Não existe uma só, entre as questões críticas da política mundial ou da economia global que possa ser resolvida sem a Rússia – tal é o caso do conflito nuclear com o Irão, tal é o caso da questão Norte-Coreana e certamente também o advento da paz no Médio-Oriente. Tal como o conjunto de problemas do clima, apenas pode ser resolvido à escala universal. Por acaso, Moscovo ratificou o Protocolo de Kioto para lutar contra o aquecimento global, enquanto nós continuamos à espera que Washington o faça. E quanto à política energética, só sonhadores podem convencer-se de que a Europa Ocidental pode tornar-se independente do petróleo e do gás natural da Rússia. Por outro lado, a Rússia precisa de cliente fieis para as suas exportações de energia.


SPIEGEL: Não vê, então, razões – face à dureza das acções no Cáucaso – para cancelar a “parceria estratégica” germano-russa ou, pelo menos, suspendê-la?

Gerhard Schröder: Não. Não vejo porque deveríamos desperdiçar essa parceria devido à Geórgia. A dependência mútua também cria segurança mútua. Também me oponho ao criticismo dirigido aos investimentos na Alemanha. Qual o problema do Sr Alexei Mordashov investir numa empresa de turismo (TUI), do Sr Oleg Deripaska possuir 10% da empresa de construção Hoshtief ou de outro oligarca possuir uma participação do capital de uma empresa de modas Escada? Eu preferiria ver mais, não menos, investimentos na economia alemã. Falando historicamente, esta integração económica já demonstrou ser politicamente benéfica.


SPIEGEL: Agora parece estar a repetir o antigo Secretário de Estado americano Henry Kissinger. Sempre pensou dessa forma?

Gerhard Schröder: Claro que não enquanto pertenci às Juventudes Socialistas. Só que, desde essa data e até agora, envolvi-me profissionalmente na política externa e fui Chanceler. Esta abordagem prática ganhou a minha preferência – e é certemente a mais razoável para mim.


SPIEGEL: Com todo respeito pelo frio adepto da real-politic: Será que não temos que desenhar uma linha a vermelho agora, uma linha que Moscovo não pode atravessar caso queira continuar a participar nas instituições internacionais ou manter-se como parceiro do Ocidente? Retirada imediata das suas tropas da Geórgia, por exemplo, e reconhecimento da sua integridade territorial, tal como exigiu veementemente a Secretária de Estado Rice?

Gerhard Schröder: Não acredito que a Rússia prossiga uma política de anexação. Tal como não acredito que possamos regressar à situação anterior na Ossétia do Sul ou na Abecázia. Está fora de questão. Do meu ponto de vista, isto tem menos a ver com o suposto expansionismo russo que com os desejos da população.


SPIEGEL: Deveria a Alemanha participar numa força militar de manutenção da paz no Cáucaso?

Gerhard Schröder: O Ministro alemão dos Negócios Estrangeiros está, desde há muito tempo, envolvido nos esforços para uma solução política sob o manto da diplomacia e foi astuto ao afirmar que, se a Organização para a Segurança e Cooperação Europeia (OSCE) tiver que jogar um papel de coordenação entre as partes em conflito, a Alemanha não poderia deixar de se envolver. Se, contudo, se tratar de uma missão sem consentimento da Rússia, eu não quero ver soldados alemães estacionados por lá. Isto é apenas uma questão que se depreende da nossa história partilhada.


SPIEGEL: Tem a Geórgia um lugar na NATO?

Gerhard Schröder: Pensava que o governo alemão – e curvo-me a cumprimentar a Sra Merkel e o Sr Steinmeier a este respeito – juntamente com o governo francês, tinham tomado a decisão certa durante a Cimeira da NATO em Bucareste, em Abril…


SPIEGEL: … porque se oposeram à intenção americana e da Europa de Leste de aceitar rapidamente a Geórgia e Ucrânia, disfarçando a recusa num amontoado de promessas vagas?

Gerhard Schröder: Imagine que estivéssemos obrigados a intervir pela força militar à conta da Geórgia, por ser membro da NATO, à conta de um batoteiro evidente, que é a maneira correcta de nos referirmos a Saakashvili. A Geórgia e a Ucrânia devem primeiro resolver os seus problemas políticos domésticos e estão ainda muito longe de consegui-lo. Considero as hipóteses de a Geórgia ascender a membro ainda mais remotas, como consequência dos recentes acontecimentos no Cáucaso e, como tal, sigo com bastante dificuldade as promessas estridentes feitas nesse sentido pelo Secretário Geral da NATO há poucos dias.


SPIEGEL: O candidato presidencial republicano dos EUA, John McCain, acompanhou-o ao declarar: “Hoje, somos todos georgianos”.

Gerhard Schröder: Eu não sou.


SPIEGEL: Robert Kagan, um ídolo dos neoconservadores e ainda um pensador influente da política externa entre os republicanos, definiu o dia da invasão da Geórgia pela Rússia como o início de um conflito territorial renovado entre as maiores potências e “como um ponto de viragem não menos significativo que o 9 de Novembro de 1989, quando caiu o muro de Berlim”.

Gerhard Schröder: Li isso, mas nada significam para mim. Kagan, bem vistas as coisas, foi um dos homens que mais defendeu a intervenção no Iraque. As consequências não foram agradáveis, nem para a América, nem para a Europa. Talvez devamos apenas ignorar o seu conselho.


SPIEGEL: Num artigo no “Die Zeit” há poucas semanas, escreveu que a “fase de transição do domínio americano” está agora a chegar ao fim. O que quiz dizer exactamante com isso? Será que conduz automaticamente a um mundo multipolar e melhor?

Gerhard Schröder: O fim da América unipolar não é evidente apenas pela emergência de um candidato presidencial democrata, Obama, mas também nas políticas de pensamento racional dos republicanos. Se ler o relatório não-partidário Baker-Hamilton sobre o futuro do Iraque, ser-lhe-á fácil reconhecer aí que o próximo presidente dos EUA terá muitas dificuldades em agir de outra maneira que num modo multipolar – quaisquer que sejam as declarações que um ou outro político faça nas campanhas.


SPIEGEL: Qualquer que seja o próximo homem responsável pela Casa Branca, Obama ou McCain?

Gerhard Schröder: Claro que isso fará diferença. Creio, no entanto, que até uma administração republicana, que não desejo, não conseguirá evitar ter que retomar uma abordagem multipolar, ganhar aliados e trabalhar em conjunto nas instituições internacionais. Aparentemente, os que estão em Washington já perceberam que é possível ganhar uma guerra sozinho, mas não a paz.


SPIEGEL: Que papel desempenhará a Europa nesse mundo multipolar? Não haverá uma clivagem profunda entre países como a Alemenha, a França e a Itália, que não desejam, especialmente agora, permitir que a cooperação com a Rússia chegue ao fim e os países Bálticos, a Polónia e a República Checa, caracterizados pelo medo da Rússia?

Gerhard Schröder: O processo da unificação europeia nas questões de política externa e de segurança não se tornou mais fácil desde que saí da Chancelaria em 2005. Isto tem também a ver com a integração dos novos estados. Este processo de unificação deve ser entendido como uma oportunidade histórica, ainda que haja um preço a pagar.


SPIEGEL: Está a arrastar-se.

Gerhard Schröder: Esse é exactamente o preço. A Europa só poderá jogar um papel a sério no contexto entre a América, por um lado, e a Ásia, por outro, se conseguir estabelecer e manter fortes relações com a Rússia. Vejo a Rússia como parte da Europa, mais do que parte de qualquer outra constelação.


SPIEGEL: E será que a Rússia se revê da mesma maneira?

Gerhard Schröder: Pelo menos esta é a maneira como a actual liderança a vê. E nós, na Alemanha e na Europa, devemos interpretar isso como uma oportunidade. A Rússia tem a alternativa asiática, mas a Europa não. Além disso, esta constelação não passa necessariamente por um afastamento da Europa relativamente aos EUA.


SPIEGEL: Isso parece muito optimista. Não vislumbra um reinício da Guerra Fria no horizonte?

Gerhard Schröder: Não. Pelo menos não seria do interesse da liderança russa. Sou totalmente contra a demonização da Rússia. E acredito que Moscovo reconhecerá cedo a mecessidade de, uma vez mais, integrar-se mais fortemente na comunidade internacional.


SPIEGEL: E Washington tratará de não castigar os líderes do Kremlin e de não expulsar a Rússia das organizações como o G-8?

Gerhard Schröder: Essa visão estreita, que McCain por exemplo sustenta, não prevalecerá – é o que desejo e espero.


SPIEGEL: Fala como antigo Chanceler ou como funcionário da empresa estatal Gazpron?

Gerhard Schröder: O SPIEGEL não deveria participar na difusão de falsas informações. Não sou um empregado qualquer, antes o Presidente da Comissão de Accionistas da Nord Stream, um consórcio holandês, alemão e russo, cujo único objectivo é construir um gasoduto através do Mar Báltico que tornará o fornecimento de gás à Alemanha e a Europa significativamente mais seguro.


SPIEGEL: Sr Schröder, agradecemos esta entrevista.

Entrevista de Gerhard Schröder ao Der Spiegel

publicada em 18 de Agosto de 2008

António Chaves Ferrão em Ferrão.org

Os Eixos

Neste planeta onde vivemos, sempre ouvimos falar do Bem e do Mal, de Deus e do Diabo. Agora mais recentemente um grupo de dirigentes auto proclamou uma Guerra contra o Eixo de Mal, Deste modo partem do pressuposto que eles fazem parte do Eixo do Bem. Este Eixo do Bem, tem à sua frente a dirigir os destinos O Governo dos Estados Unidos na pessoa de George Bush, que expandiu a sua força e  levou para a sua zona de influência a Europa Ocidental e também se expande para o Leste – antigos Países dominados pela antiga União Soviética. A NATO faz parte integrante deste famoso Eixo do Bem, cujas orientações e decisões são ditadas pelo Governo dos Estados Unidos.

Deste modo temos o Mundo dividido entre o Bem e o Mal, já não sob a capa da Religião, mas sob a capa da Política. Este Eixo de Bem apoiou a invasão o Iraque e Afeganistão, onde permanecem e ninguém lhes propõe sanções pela destruição da infra estrutura Iraquiana, nem pelas mortes, mutilados e órfãos de Iraquianos. A Nato como parte integrante deste Eixo do Bem tem tropas no Afeganistão a lutar pretensamente contra a Al Quaida na procura de Bin Laden.

A destruição da Sérvia por este Eixo também foi realizada e ninguém se dignou a impor sanções económicas e o seu isolamento mundial.

Há uma lei Justificada e aplicada por este Eixo de Bem, cujas premissas já não são aplicadas a quem não lhe pertence . Essa Lei que se auto justifica e que se aplica é a chamada Nova Ordem Mundial, conduzida pelos estados Unidos e Grâ Bretanha, no domínio do Mundo.

QUando Condoleeza Rice fala e diz o que todos já ouvimos, temos a tendência para nos esquecermos que as justificações dadas contra a Rússia nunca foram implementadas contra os Estados Unidos pela Invasão do Iraque e Afeganistão. A tentativa de fazer passar a imagem de que foi a Rússia que destruiu a Ossétia do Sul, que invadiu a Geórgia e que se recusa a retirar as suas tropas, fáz parte do plano de manipular as ideias das pessoas, ao culpar a Rússia e apagando a ideia e o facto de que esta Guerra no Cáucaso foi originada pelo Governo da Geórgia. Ao governo da Geórgia os estados Unidos nunca o condenaram pelo ataque à Ossétia do Sul, nem retiraram o seu aopoio, única e simplesmente pelo facto de o ataque ter sido orquestrado e planeado conjuntamente entre a NATO, Estados Unidos, Israel e Geórgia.

O que interessa a este Eixo do Bem é apagar a sua acção no Cáucaso e denegrir quem foi em ajuda da população da Ossétia do Sul. Para este Eixo, os interesses económicos da grandes companhias são muito mais importantes do que a vida das populações, quaisquer que elas sejam.

Os dominadores, os mais fortes escrevem sempre a história e os factos à sua maneira e de acordo com as suas ideias, transmitido-as constantemente através de uma comunicação social manipulada e servil. E Nós vamos sendo manipulados de modo a admitirmos a implementação de uma Nova Ordem Mundial, sem sabermos para onde caminhamos e para onde nos levam.

Este Eixo do Bem é o verdadeiro Eixo do MAL

Moscow fears Georgian provocations as Russian forces withdraw. Mikhail o Mentiroso

Russian military forces are returning to their starting positions in the Georgian-South Ossetian conflict zone – despite Russian military concerns over provocations from the Georgian side. The withdrawal is part of a six-point plan drawn-up by Russia and France and follows a weekend conversation between President Dmitry Medvedev and French leader Nicolas Sarkozy.

Meanwhile, the Deputy Chief of the Russian General Staff, Anatoly Nogovitsyn, has said Georgian units are attempting to increase their combat readiness and have intensified ‘subversive’ operations against Russian servicemen.

In Russia Today

GORI, Georgia – Russian tanks and troops roamed freely around Gori on Monday and made forays toward the Georgian capital, keeping control of the highway that slices through Georgia’s midsection despite Russia’s announcement that a withdrawal had begun.

The movements of Russian forces around the key city of Gori raised questions about whether Russia was fulfilling its side of the cease-fire intended to end the short but intense fighting that reignited Cold War tensions.

The deputy chief of the Russian general staff, Col.-Gen. Anatoly Nogovitsyn, told a briefing in that “today, according to the peace plan, the withdrawal of Russian peacekeepers and reinforcements has begun” and said forces were leaving Gori.

But Russian military vehicles roared along roads in and around Gori on Monday and Russian troops were restricting access to the city, where shops were shut and people milled around on the central square with its statue of the Soviet dictator and native son Josef Stalin.

“The city is a cold place now. People are fearful,” said Nona Khizanishvili, 44, who fled Gori a week ago for an outlying village and returned Monday, trying to reach her son in Tbilisi.

Yahoo! News

Krajina, Not Kosovo

Ossetia as botched Balkans replay

by Nebojsa Malic

Six days ago, as most of the world was watching the opening ceremonies of the Olympics in Beijing, Georgian troops attacked the self-proclaimed Republic of South Ossetia. Russia quickly intervened, ousting Georgian forces from the region and attacking Georgian military bases. Despite the training and weapons supplied by the U.S. and Israel, the Georgian military quickly collapsed. President Mikheil Saakashvili, installed in power in 2003 by a CIA-sponsored “Rose Revolution,” pleaded for help from his patrons, painting himself and his country as victims of “Russian aggression.” Aside from empty words of encouragement and hypocritical condemnation of Russian “excessive force,” the Empire had no help to give.

Nota: Independentemente do facto da Rússia ainda não ter totalmente desocupado a Geórgia, gostaria de perguntar – e sem querer fazer comparações- a quem já não se lembra ou se esqueceu, quando é que as forças dos USA, DA União Europeia incluindo Portugal e de outros Países desocupam o Afeganistão e o IRAQUE?!

Não acham que já era tempo? Ou não conseguiram os objectivos a que se propunham?  Encontraram as famosas armas de destruição massiva? Ou o objectivo principal era controlar e obter para a Oligarquia os campos petrolíferos, e a partir do Iraque atacar o Irão?

Nova Ordem Mundial: Um Governo Mundial, Um estado Mundial, Uma única Lei, Mundial, um único exército. e o restante da população mundial: Escravos.

Chegará a vez deles

No conflito que opõe a Geórgia à Rússia as explicações não parecem ser tão lineares quanto a comunicação social portuguesa nos propõe. Apesar de todo o cuidado posto nas frases, Carlos Santos Pereira foi, até agora, o único comentador que esclareceu a natureza da pendência.

Map of region

Vou tentar resumir: desde 1990 que as Nações Unidas tutelam a Ossetia do Sul, e, desde 2003, os Estados Unidos têm um peão no presidente da Geórgia, Mikheil Saakachvili, o que permite a constituição de uma espécie de tenaz proliferante, com pontos “amigáveis” na Ucrânia, e a ameaça de instalação, pelos americanos, do sistema antimísseis, na República Checa e na Polónia.

Como retaliação, os russos anunciam apontar os seus mísseis à Ucrânia e à Polónia. Junte-se-lhe a questão dos combustíveis e adivinhar-se-á a crispação internacional, colocada ante uma outra face de uma outra Guerra Fria.

No “Diário de Notícias”, Santos Pereira esclarece, citando George Friedman, director do Observatório de Análise Geopolítica: “Pela primeira vez desde o colapso da União Soviética, os russos lançaram uma acção militar decidida, e impuseram uma situação militar.

Fizeram-no de forma unilateral, e os países que olhavam para o Ocidente, para intimidar a Rússia, vêem-se agora obrigados a ter em conta o que aconteceu.”

Tudo leva a crer que a exibição de força russa conduzirá a um recuo dos Estados Unidos.

Este é o eixo do problema. Sabe-se que, tanto na Ucrânia como na Geórgia, a intervenção dos americanos não se limitou ao envio de centenas de “assessores” militares: o investimento, naqueles países, de milhões e milhões de dólares não são demonstrações de compaixão nem expressões de solidariedade.

Seja quem for o próximo presidente, o legado deixado por Bush revela-se um bico-de-obra de difícil solução. E adiante-se que nenhum dos dois intervenientes está disposto à humilhação de uma derrota desacreditante. Por outro lado, a política externa francesa já exprimiu a gravidade do caso, ao mesmo tempo que inflecte para o lado da razão russa. Fê-lo com o melindre que o assunto envolve. Mas fê-lo.

Há uma extraordinária superficialidade no tratamento destas crises, por parte dos jornais, das rádios e das televisões portuguesas. A grande rábula da designada “visão ocidental dos acontecimentos” encobre ignorância, leviandade e cumplicidade.

A autêntica “visão” será a da procura da “verdade”, o que quer que esta palavra hoje signifique. De facto, em todos os conflitos não existe uma razão unilateral. As responsabilidades cabem a muitas partes, inclusive aquelas que não aparecem à luz do dia. E não há “distanciação” possível quando a beligerância, nascida sempre de manobras políticas, atinge níveis como os registados nesta guerra.

Raras vezes a Imprensa (não só a portuguesa, mas sobretudo a portuguesa) foi ao fundo das questões. E o anticomunismo ainda se não desvaneceu do espírito da esmagadora maioria dos “comentadores”, como se não houvesse outros e novos e surpreendentes temas e teses a merecer a sua atenção. O preconceito obnubila qualquer sentido crítico, por mais ténue que ele seja. Eles falam e escrevem como se o comunismo não tivesse acabado. Ou não acabou? Ou como se a Rússia estivesse a desenvolver potencialmente uma espécie de niilismo, resultante da nostalgia comunista. Tudo isto é ridículo.

A perspectiva na qual se colocam os “colunistas” permite que os consideremos ou ineptos, ou preguiçosos, ou ignorantes. Ou isso tudo, com canalhice à mistura.

Estamos a assistir a acontecimentos de conclusões imprevisíveis. A liberdade tem sido espezinhada em nome de uma paz falaciosa. Pouco sabemos, com rigor, das grandes transformações por que passa parte substancial da América Latina, e das dificuldades tremendas com que se deparam os governos não submissos ao “diktat” dos EUA.

A nossa comunicação social, neste como em numerosos e vários casos, emudece, ou faz pender a balança da informação e da análise para um só lado. Não é só um erro profissional: é uma estrebaria moral, um ultraje deontológico e uma perfídia abjecta.

O descrédito que tombou sobre a nossa Imprensa, a quebra avassaladora das tiragens, deve-se, grandemente, à perda dessa unidade fundamental entre o jornal e o leitor.

Muitos portugueses lêem e falam francês, inglês e alemão.

É absurdo ignorar esta vertente do conhecimento. Encontram na Imprensa estrangeira o que nem por sombras é publicado na de cá. Haverá “felicidades diferentes”, como reconhecia Camus.

Porém, verdades impostas pela multiplicação de manipulações, de omissões e de enganos, são difíceis de manter por tempo excessivo. Entre a separação e a comunhão, o leitor avisado tem escolhido a primeira.

A semelhança entre os jornais, a ausência de causas, a uniformidade do estilo, a “distanciação”, a morte da paixão em favor da gelidez da prosa, o mesmo registo filosófico e análogas “linhas” editoriais afugentaram milhares e milhares de leitores. Ancilosados na superstição de que aquilo que escrevem faz opinião, muitos directores de jornais (e lembro-me, neste momento, de alguns, por igual desprezíveis) não entendem que, mais cedo ou mais tarde, os seus “serviços” serão dispensados.

Chegará a vez deles. Para parafrasear um famoso editorial do “Jornal Novo”.

Baptista Bastos In Jornal de Negócios

Darth Cheney, o arquitecto das Guerras

Cessar-fogo não estabelece limite de tempo ao contingente russo na Geórgia

In Público

Como o propagandista  Nazi, Joseph Goebbels, disse, é fácil iludir uma pessoa. Você apenas diz-lhes que foram atacados e acenam a bandeira.

Trabalhou certamente para os americanos.

Darth Cheney

A Culpabilidade e a indiferença dos povos americanos fizeram muitas vítimas. Há 1.25 milhões de Iraquianos mortos. Há 4 milhões de Iraquianos deslocados. Ninguém sabe quantos são os mutilados e órfãos.

O Iraque está em ruínas, a sua infra-estrutura destruída por bombas americanas, por mísseis, e pelo armamento aéreo.

Nós não sabemos o rol de morte no Afeganistão, mas mesmo os protestos do regime fantoche pró americano ,as matanças repetidas das mulheres e das crianças por tropas dos E.U. e da OTAN.

Nós não sabemos qual o rol de morte que seria no Irão se Darth Cheney e os neoconservadores com Israel obtiverem sucesso em bombardear o Irão, talvez com armas nucleares.

O que nós sabemos são que todos estes assassinatos e destruição não têm nenhuma justificação e são péssimos. É o trabalho de um homem mau que não têm nenhum dilema sobre a mentira e a ilusão a fim matar povos inocentes para conseguir a sua agenda não-declarada.

O sucesso da propaganda dos neoconservadores foi tão grande que o partido de oposição não levantou um dedo para controlar as acções criminosas do regime de Bush. Mesmo Obama, que promete a “mudança” é constrangido em demasiado pelo sucesso dos neoconservadores na lavagem cerebral feita à população americana para fazer o que seus apoiantes  esperavam que os conduzi-se para fora desta vergonha em que o regime neoconservador de Bush os encarcerou.


Isto resume aproximadamente o estado pessimista que existe no povo americano antes da luz verde dada por Bush para que o regime fantoche na Geórgia fizesse uma limpeza étnica na Ossétia do Sul a fim desactivar o movimento separatista. Os meios de comunicação social americanos, aka, o ministério das mentiras e engano, outra vez encobriram o regime criminoso de Bush e protestaram contra “a invasão russa” como encobrimento à limpeza étnica dos russos na Ossetia do sul pelo assalto militar Georgiano.


Somente desta vez, o mundo não comprou a história. Muitos anos de mentiras-9/11, armas iraquianas de destruição maciça, al Quaeda e suas conexões, yellowcake, ataque do antraz, armas nucleares iranianas, “os Estados Unidos não torturam,” os bombardeamentos de casamentos, funerais, e os jogos de futebol das crianças, Abu Ghraib, capitulações, Guantanamo, várias teorias fabricadas sobre terroristas , o assalto determinado às liberdades civis- fizeram o seu papel na descredibilidade americana. Ninguém fora da América acredita por muito mais tempo nos média dos E.U. ou no governo dos E.U.

O mundo relatou os factos – a invasão contra civis russos pelos americanos e israelitas que treinaram e equiparam as tropas Georgianas.

In InforWars

O Tiro saiu pela Culatra…Demita-se Mikhail Saakachvili

O Presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, assinou hoje o plano preparado com a França para um cessar-fogo na Geórgia, anunciou o Kremlin.

O acordo de cessar-fogo foi assinado ontem em Tbilissi pelo presidente da Geórgia, Mikhail Saakachvili, e enviado hoje por fax para a Rússia pela diplomacia americana, anunciaram hoje os russo, que disseram também que o documento “é idêntico ao já anteriormente assinado pelos presidentes da Abecásia e da Ossétia do Sul”, os dois territórios separatistas da Geórgia.

O acordo, negociado pela França (que preside à União Europeia), tinha sido “clarificado” ontem junto dos georgianos pela secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice.

O documento não foi ainda tornado público, mas autoriza no entanto a Rússia a tomar “medidas suplementares de segurança” em redor da Ossétia do Sul, cujo alcance não é ainda conhecido.

Nota: O Acordo inicial sobre a integridade da Geórgia foi modificado após reunião com o Presidente Francês, SarkozY, tendo a “garantia da integridade territorial da Geórgia”, que estava na primeira redacção do Plano Sarkozy, proposto em nome da União Europeia, foi substituído por um ponto que prevê “a abertura de discussões internacionais sobre o futuro estatuto e as modalidades de segurança duradoura na Abkházia e na Ossétia do Sul”, os dois territórios separatistas pró-russos da Geórgia.

Isto significa que os Russos conseguiram o que pretendiam e  Mikhail Saakachvili ficou a abanar os braços e teve de aceitar o acordo. Significa também que o plano inicialmente traçado com os USA para a ocupação e limpeza étnica da Ossétia do Sul e Abecássia ,fracassou.

De Salientar uma reportagem censurada pela Fox News sobre uma adolescente Americana que agradece aos Russos por a ter em salvo dos ataques georgianos. A Famosa Liberdade de expressão Ocidental que critica os países chamados totalitários,  só passa o que lhes apetece da agenda de controle mundial por parte dos USA, Um exército, um governo, uma lei, a opressão dos Estados e das populações:

Entretanto George Friedman liga a invasão georgiana ao plano de misseis  Americano:

Para Políticos que honram a verdade, a dignidade e o bem estar do seu povo, Mikhail Saakachvili só teria uma saída , a sua demissão, pois pôs em causa a vida dos georgianos e de outras comunidades que não queriam fazer parte da Geórgia.

In Público

Der deutsche Staat ist souverän?O Estado Alemão é Soberano?

Merkel critica resposta desproporcionada da Rússia; Medvedev responsabiliza Geórgia

In Público

David Brockschmidt – O estado alemão é soberano?

Contrato Secreto

Pela lei internacional, um país é soberano se tem o poder de tomar decisões internas e externas sem a interferência de outro país e sem sofrer pressões políticas de qualquer grupo interno ou externo.A questão que coloco ao governo alemão e à Chanceler Angela Merkel é: É a República Federal Alemã hoje um estado completamente soberano segundo a sua própria lei e a lei internacional? Sim ou não?Se a resposta é não, então explique, por favor, quais são as restrições internas ou externas impostas aos alemães. Se a resposta é sim, então explique a razão por que as questões que apresento em seguida não afectam a soberania alemã.

  1. A Alemanha não possui um Tratado de Paz com os países com os quais se esteve envolvido na Segunda Guerra Mundial. Foram 64 países, incluindo as quatro principais potências vencedoras: Estados Unidos da América (EUA), Reino Unido (RU), União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e França.
  2. A cláusula que considera a Alemanha e o Japão como inimigos continua em vigor na Carta das Nações Unidas e pode ser accionada em qualquer momento, se necessário, pela força militar.
  3. O governo actual afirma aos cidadãos e à comunidade internacional que as suas fronteiras actuais constituem a totalidade do território alemão. A decisão do Tribunal Constitucional alemão de 1973 afirma o contrário. O juízo refere claramente que o Reich Alemão ainda existe de jure dentro das fronteiras de 1937. Se olharmos para uma carta geográfica de 1937 e a compararmos com a actual, vemos claramente que há territórios alemães a Este que são hoje parte da Polónia e da Rússia. Estes territórios, de acordo com as decisões dos tratados das potências aliadas vitoriosas sobre a Alemanha nas conferências Teerão, Yalta e Postdam apenas deveriam permanecer sob administração polaca ou russa até que um tratado de paz fosse assinado com a Alemanha. Isto não aconteceu. Como é isto possível então que o governo alemão após a Segunda Guerra Mundial tenha entregue de jure estes territórios à Rússia e à Polónia, que os administram de facto? Faz isto algum sentido?
  4. Após a reunificação da Alemanha Ocidental com a Alemanha Oriental foi dito aos cidadãos alemães e à comunidade internacional que, conforme o Acordo dos 2 mais as 4 potências vitoriosas, que estas abdicavam dos direitos e das responsabilidades sobre as quatro zonas de ocupação no território alemão e respectivos sectores na Grande Berlim. Isto não foi feito!

    As quatro potências terminaram as actividades em território alemão, porém não abdicaram dos seus direitos.O documento oficialmente publicado do acordo dos 2+4 é muito claro a este respeito. O facto, porém, é que a maior parte dos direitos de ocupação dos aliados – EUA, RU e a França – sobre a Alemanha foram transferidos ou incorporados no assim chamado Estatuto das Tropas da NATO. Foi assim declarado forçosamente que os direitos dos Aliados da Guerra e do pós-Guerra sobre a derrotada Alemanha se mantinham e não foram abolidos.
  5. Os quatro pontos anteriores culminam com o dossier Kanzlerakte da Chancelaria. O governo da Alemanha Ocidental sob o Chanceler Konrad Adenauer, perante os altos comissários de três potências das forças acupantes, o EUA, o RU e a França, estabeleceram um tratado secreto datado de 21 de Maio de 1949, que foi assinado em 23 de Maio de 1949 pelo Chanceler Konrad Adenauer, o Presidente do Parlamento Alemão, Adolf Schönfeller e o vice-Presidente do Parlamento Alemão, Herman Schäfer. O ponto principal deste acordo secreto é o chamado Veto Aliado, que surge como consequência da cláusula de inimigo atribuida pela Carta das Nações Unidas à Alemanha e ao Japão. Lá está dito:
    1. Que a imprensa alemã será controlada pelas potências ocupantes até 2099.
    2. Que as reservas de ouro da Alemanha são confiscadas como compensação.
    3. Que o assim designado Veto Aliado respeitante à derrotada Alemanha incluia qualquer decisão interna ou externa do Governo Alemão só se tornando efectivo mediante o consenso dos três altos comissários militares ocidentais.
  6. O Major General Gerd Helmut Komossa, chefe do serviço de espionagem militar – Militarischer Abschirm Dienst (MAD) – desde 1977 até 1980 confirma este acordo top secret entre o Governo Alemão sob o Chanceler Adenauer e os aliados ocidentais no seu livro: Die Deutsche Karte – a Carta Alemã, Graz, 2007, ISBN: 978-3-902475-34-3, a páginas 21. Segundo o Major General Komossa, cada novo Chanceler Alemão fica obrigado a assinar o acordo secreto, o chamado Kanzlerakte, antes de tomar posse como Chanceler perante o Parlamento Alemão.

Permitam-me ainda os leitores recordar que as antigas zonas de ocupação pelas potências ocidentais estão hoje sob ocupação de forças militares dos EUA, RU, França, Canadá, Bélgica e Holanda. Esta persistência da ocupação da Alemanha pelos países mencionados é justificada e legalizada no quadro do Estatuto das Tropas da NATO que integra quase todos os direitos de ocupação das potências vencedoras sobre a Alemanha. As instalações militares dos aliados na Alemanha e, certamente na Europa Ocidental e no Japão são extra-territoriais, tais como as embaixadas estrangeiras. As leis e regulamentos locais não se aplicam dentro destas circunscrições militares.Por favor, Senhora Chanceler da República Federal Alemã, Dr Angela Merkel, foi obrigada ou não a assinar o dossier do Chanceler – Kanlerakte e/ou qualquer outro documento cedendo a qualquer potência estrangeira o direito de limitar as liberdades do seu povo ou a soberania da República Federal da Alemanha?A ironia é que uma única potência vitoriosa, a Rússia – ex-URSS, abandonou permanentemente a zona de ocupação na Alemanha e o sector ocupacional na Grande Berlim!

Infelizmente, a ‘soberana’ República Federal Alemã não pode dar às restantes forças ocupantes ocidentais as respectivas guias de marcha. Isto iria contra os direitos dos aliados estabelecidos pelos acordos feitos entre três deles – Churchill, Roosevelt e Stalin – nas conferências de Teerão, Yalta e Postdam.

Em resumo: eu quereria estar de acordo com o ex-embaixador dos EUA na Alemanha, Kornblum, que informou enfaticamente as autoridades alemãs: “Vocês não são soberanos!” Esta declaração nunca foi repudiada ou questionada por qualquer governante alemão.

Assim, Senhora Chanceler, explique por favor! Eu pergunto:“O estado alemão soberano existe?”

NB:

  1. Nem todos os documentos do Acordo dos 2+4 entre os dois antigos estados alemães e os quatro aliados foram tornados públicos, e alguns estão classificados como secretos por muitos mais anos
  2. Relativamente ao livro do Major General Gerd-Helmut Kossoma, publicado no ano passado, pergunto-me a mim próprio porque razão não terá havido um protesto ou pelo menos uma questão sobre o Kanzlerakte na imprensa alemã? Sertá que os alemães vivem num permanente estado de negação da sua própria história?
David Brockschmidt, The ‘Sovereign’ Federal Republic of Germany
publicado por Adelaide Institute em Maio de 2008


Grato ao raivaescondida pela pista.

António Chaves Ferrão em Ferrão

O Assassino anda à solta?

Saakashvili may be put on trial in Russia, say prosecutors

Russian investigators have launched a criminal case on charges of genocide in connection with the events in South Ossetia. Russia’s Interfax news agency reports that the Russian General Prosecutor’s Office has said Georgian President Mikhail Saakashvili may also be put on trial.

Na BBC:

The Bush administration appears to be trying to turn a failed military operation by Georgia into a successful diplomatic operation against Russia.

Saakashvili critica silêncio do Ocidente face às provocações de Moscovo


Georgian President Mikhail Saakashvili in Tbilisi on 13 August 2008

Espantoso como a Comunicação Social funciona. O Coitadinho do Mikhaeil culpado pela Guerra e por Crimes com o Apoio de Bush está Santificado…A Nova Ordem Mundial, que tem o controle sobre a comunicação social e que tem estado a tentar controlar a Internet, vai transformar como milagre a água em Vinho, ou, uma Derrota em Vitória. Gráças às suas amizades com Bush, Skull and Bones, Illuminati e Clube de Bilderberg, este Mikhail, vai aparecer como vencedor de uma Guerra que não ganhou, cuja preocupação não foi ajudar os desalojados e os feridos e famílias vítimas desta guerra, mas sim, aparecer com o seu fluente Inglês a falar e dar entrevistas para a CNN, FOX E BBC entre muitas do Clube de Bilderberg, vestindo a pele de cordeiro imolado…Este “homem” ou melhor morcão tem de ser Santificado pelo Santo Bush e Nossa Senhora Condoleezza.

Kremlin failed by keeping western journalists away?

Gori foi Bombardeada , nomeadamente a Praça. segundo Mikhail. Vejam como está e ouçam o Mikhail a falar sobre o assunto. Este tem de ser julgado.

In Público

E O Mau é o Putin?

Condoleezza Rice chegou à Geórgia para tentar formalizar o cessar-fogo em vigor 
15.08.2008 – 12h59 Reuters

US Secretary of State Condoleezza Rice in Washington on 13 August 2008

A secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice -A Senhora da Morte-, chegou hoje à Geórgia para conversações com o Presidente Mikhail Saakashvili com vista à formalização do acordo de cessar-fogo no conflito da Ossétia do Sul negociado pelo Presidente da França.

O plano prevê a retirada das forças russas mas permite a permanência de um número limitado de patrulhas de manutenção da paz até à chegada de observadores exteriores.

Moscovo já deu o seu acordo de princípio ao documento e os presidentes das regiões separatistas a Abecásia e da Ossétia do Sul já o assinaram. Falta que a Geórgia aceite assinar.

“Há alguns dias, o Presidente [da França, Nicolas] Sarkozy obteve o acordo dos russos e dos georgianos sobre os seis pontos”, disse Rice aos jornalistas no seu avião antes de chegar.

“E houve acordo sobre esses pontos como sendo um conjunto de princípios. Agora é necessário um cessar-fogo formal, e é nisso que estamos a trabalhar”

Rice, que ontem se encontrou com Sarkozy e com funcionários franceses, disse que o acordo de cessar-fogo precisa algumas “clarificações importantes” para assegurar que os interesses georgianos são protegidos.

Disse também que os franceses tinham conseguido clarificar esses aspectos a partir das suas notas feitas durante as negociações.

“Agora vou falar com o Presidente Saakashvili acerca dos esclarecimentos fornecidos com os franceses” e depois “vou tentar pôr em vigor um cessar-fogo formal, porque o objectivo é obter um cessar-fogo e fazer as forças russas retirarem do país o mais depressa possível, acrescentou Rice.

Cometário:

Afinal os interesses a ser defendidos são os da Geórgia que lançou o ataque à Ossétia do Sul com a Benção da Senhora da Morte, Condoleezza Rice ou são os interesses Americanos ? O pipeline,  o fantoche do Mikhail Saakashvili que ontem defendeu A Nova Ordem Mundial? Que Nova Ordem Mundial é essa? Aquela que é dominada pelas Leis e interesses da América, onde só existirá um governo mundial, comandado pelos banqueiros e oligarcas Americanos?

Afinal Havia ou não acordo entre as partes envolvidas? Julgo que havia. Então qual o significado das palavras de Condoleezza Rice sobre o acordo? Vai modificá-lo? Não está de acordo com o pensamento Americano da Nova Ordem Mundial?

Kurt Nimmo
Infowars
August 12, 2008

At one minute, five seconds into the clip here from Glenn Beck’s neocon propaganda hour, we hear the sock puppet Saakashvili make reference to the New World Order. According to Saakashvili, he is not concerned so much for his own personal safety, he is more worried about the “region,” in other words the little globalist and NATO fiefdoms carved out of the corpse of the former Soviet Union, only the latest additions to the New World Order.

Saakashvili actually uses this phrase, same as George Bush Senior, Bill Clinton, Gary Hart, and other minions of the globalist elite. Of course, Saakashvili is no Bush or Clinton, in fact he is little more than a rag doll that will be thrown on the growing pyre after he outlives his usefulness. He is but another disposable Mafia don and one low on the criminal syndicate’s totem pole. One day he is on Glenn Back telling brazen lies, the next he may share the fate Ngo Dinh Diem, assassinated in the back of an APC because he was no longer of any use to the United States in Vietnam. Misha the useful tool will undoubtedly become a footnote in short order. In the meantime, he takes his marching orders from the neocons and their musical chair fellows, the neolibs.

Sobre esta nova ordem mundial seria bom ouvir ou ler a intervenção do primeiro ministro russo ,rejeitando essa Nova Ordem Mundial.

Here’s what Putin said in Munich:

“The unipolar world refers to a world in which there is one master, one sovereign—- one center of authority, one center of force, one center of decision-making. At the end of the day this is pernicious not only for all those within this system, but also for the sovereign itself because it destroys itself from within.… What is even more important is that the model itself is flawed because at its basis there is and can be no moral foundations for modern civilization.”

“Unilateral and frequently illegitimate actions have not resolved any problems. Moreover, they have caused new human tragedies and created new centers of tension. Judge for yourselves—wars as well as local and regional conflicts have not diminished. More are dying than before. Significantly more, significantly more!

Today we are witnessing an almost uncontained hyper-use of force – military force – in international relations, force that is plunging the world into an abyss of permanent conflicts.

We are seeing a greater and greater disdain for the basic principles of international law. And independent legal norms are, as a matter of fact, coming increasingly closer to one state’s legal system. One state and, of course, first and foremost the United States, has overstepped its national borders in every way. This is visible in the economic, political, cultural and educational policies it imposes on other nations. Well, who likes this? Who is happy about this?

In international relations we increasingly see the desire to resolve a given question according to so-called issues of political expediency, based on the current political climate. And of course this is extremely dangerous. It results in the fact that no one feels safe. I want to emphasize this – no one feels safe! Because no one can feel that international law is like a stone wall that will protect them. Of course such a policy stimulates an arms race.

I am convinced that we have reached that decisive moment when we must seriously think about the architecture of global security.”

Every word Putin spoke was true which is why it was not reprinted in the western media.

“Unilateral and illegitimate military actions”, the “uncontained hyper-use of force”, the “disdain for the basic principles of international law”, and most importantly; “No one feels safe!”

Putin’s claims are all indisputable, that is why he has entered the neocons crosshairs. He poses a direct challenge to—what Brzezinski calls—the “international system”, which is shorthand for the corporate/banking cartel that is controlled by the western oligarchy of racketeers.

Público

Na BBC:

The Bush administration appears to be trying to turn a failed military operation by Georgia into a successful diplomatic operation against Russia.


Georgian President Mikhail Saakashvili in Tbilisi on 13 August 2008

Espantoso como a Comunicação Social funciona. O Coitadinho do Mikhaeil culpado pela Guerra e por Crimes com o Apoio de Bush está Santificado…A Nova Ordem Mundial, que tem o controle sobre a comunicação social e que tem estado a tentar controlar a Internet, vai transformar como milagre a água em Vinho, ou, uma Derrota em Vitória. Gráças às suas amizades com Bush, Skull and Bones, Illuminati e Clube de Bilderberg, este Mikhail, vai aparecer como vencedor de uma Guerra que não ganhou, cuja preocupação não foi ajudar os desalojados e os feridos e famílias vítimas desta guerra, mas sim, aparecer com o seu fluente Inglês a falar e dar entrevistas para a CNN, FOX E BBC entre muitas do Clube de Bilderberg, vestindo a pele de cordeiro imolado…Este “homem” ou melhor morcão tem de ser Santificado pelo Santo Bush e Nossa Senhora Condoleezza.

Estaremos à beira de uma Guerra Núclear?

Ministro dos Negócios Estrangeiros russo Lavrov desvaloriza mais relatórios de avanço russo como “um truque de  propaganda “

Paul Joseph Watson Joseph Paul Watson
Prison Planet Prison Planet
Thursday, August 14, 2008 Quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Na segunda-feira à noite presidente georgiano Mikhail Saakashvili  alegou falsamente que a Rússia tinha lançado uma escalada de ataques para invadir a Geórgia  e  “cortar-la ao meio”, no qual pediu observadores numa tentativa de agitar os E.U. e da Europa em oferecer apoio militar imediata.  Saakashvili  anunciou que  o porto de Poti seria colocado sob o controlo dos militares E.U. , um pedido prontamente negado pelo Pentágono.

Lavrov também advertiu Washington para escolher entre a cooperação com a Rússia ou prosseguir o seu “projecto virtual” com a Geórgia.  A Geórgia é um Estado cliente do  EUA / OTAN dirigido por um  Presidente fantoche instalado através de uma falsa  revolução que foi financiado pela ONG’s americanas e da CIA.

Economista Político e   geopolítico um dos autores mais vendidos, F. William Engdahl afirma que os  US arriscam entrar numa guerra nuclear contra a  Russia por causa dos acontecimentos na  Georgia e Ossétia do Sul, tendo o Presidente Bush  e Condoleezza Rice agravado a situação utilizaando a sua retórica alegadamente contra as violações  do cessar – fogo.


O Secretário de Estado ameaçou a Rússia sobre o seu isolamento internacional depois da resposta ao ataque sorrateiro georgiano à Ossétia do Sul, na semana passada, um assalto  que causou cerca de 2000 civis vidas.


O Presidente Bush também tem exigido à Rússia mudar a sua actuação e ameaçou com a suspensão da sua filiação no G8 e dos seus membros na OMC bloqueados.


Notícias  Ocidentais alegam que a Rússia continua a realizar manobras militares agressivas dentro da Geórgia, mas esses relatórios foram denunciados com firmeza pelos russos como propaganda.Ontem foi amplamente relatada alegações, que as forças russas foram atacar as forças da Geórgia na cidade de Gori e denunciado por  Tbilisi, como inexactas.


O Geopolítico, perito e autor do mais-vendido livro “Um Século de Guerra: Anglo-American Oil Política e da Nova Ordem Mundial”, F. William Engdahl hoje adverte que a crise poderia degenerar numa confrontação nuclear completa explodindo entre os E.U. e da Rússia .


“O que Washington está literalmente a jogar aqui é uma guerra, psicologicamente , militarmente e nuclear errada com os  russos , “, disse Engdahl, acrescentando que a Rússia tem claramente traçada uma linha na Geórgia no que se refere à tentativa de invadir a Ossétia do Sul .


“Rússia entrou em Geórgia essencialmente para entregar uma mensagem”, afirma Engdahl.  “Existem mais de 1000 E.U. forças especiais militares na Geórgia a fazer exercício, na formação de tropas, antes da Geórgia lançar o ataque à Ossétia a 8 agosto.  Há, pelo menos, 1000 tropas israelitas, em empresas de segurança privadas e conselheiros militares, incluindo assessores que estão actualizando a força aérea Georgiana numa instalação perto de Tbilisi.  Isso foi o que o  avião russo atingiu, e eles tornaram,  o ataque militar à Ossétia do Sul militarmente impossível, fazendo incursões pelo interior do território georgiano antes de apelar a um cessar . “


Engdahl afirma que o conflito resume-se ao facto de que há uma nova guerra fria devido ao petróleo da região da Ásia Central, com as empresas petrolíferas E.U. terem aberto o gasoduto BTC  que atravessa o Azerbaijão e a Geórgia e leva petróleo do mar Cáspio para o oeste , que marginalizaria o território russo.

Público

Ossétia e Geórgia

The five days of fighting in South Ossetia have left more than a thousand people killed and tens of thousands homeless. Following Georgia’s attack on its breakaway republic, it’s hard to find a citizen who hasn’t lost a relative in the conflict. Convoys of refugees continue to stream into Russia’s southern regions, where they are being provided with food and shelter.

In Público

En la prensa rusa se ha revelado que en Ossetia cayeron tres militares de EEUU y cuatro de Israel que participaron en el bombardeo y ataque del gobierno de Georgia contra la población de Ossetia Sur. Según las fuentes los cuerpos de los militares fueron encontrados entre los escombros en Tskhivanli, capital de Ossetia Sur. Kommersant, el diario ruso, reportó ayer que hay más de mil instructores militares de EEUU en Georgia.



Hace dos días el presidente de Ossetia Sur aseguró que mercenarios de Ucrania y áreas del Báltico participaron de la ofensiva georgiana y que también se encontraron los cadáveres de mercenarios negros, posiblemente norteamericanos. La información reproducida por Russia Today y otras fuentes, recorre la blogosfera.

También hay informaciones de que un afroamericano instructor de la OTAN ha sido capturado junto a tropas georgianas en Tskhinvali, capital de Ossetia Sur, y trasladado a la base rusa en Vladikabkaz en Ossetia Norte. La noticia también ha sido recogida en los sitios independientes en la Internet.

Se sabe que EEUU, Israel y Georgia llevaron a cabo un simulacro de guerra días antes del bombardeo a Ossetia, bajo el code name Ejercisio Respuesta Inmediata 2008. Las tropas georgianas han recibido su fogueo en Iraq “pacificando” la provincia de Wasa. El 31 de julio pasado desde la base military Vaziani en Georgia el sargento mayor Ralph Beam del Comando Europeo del Ejército de EEUU halagó la labor del sargento Giorgi Dzebisashvili, comandante de la 4ta Brigada del Ejército georgiano, según reporta el Southern European Task Force en comunicados de prensa fechados el 21, 23 y 31 de julio pasado. En esta publicación se informa tmbién que el 21 de julio el Presidente Mikheil Saakashvili y su ministro de defensa, Davit Kezerashvili visitaron el área de entrenamiento en Vaziani donde fueron recibidos por el General de Brigada del Ejército de EEUU, Southern European Task Force, William B. Garrett III, y el General de Brigada Georgiana Zaza Gogava. Esta es la primera vez que los ejercicios militares Respuesta Inmediata se conducen en Georgia.

La información sobre la participación de militares de Israel en Ossetia, coincide con un enfrentamiento entre los ministerios del Exterior y de Defensa israelís sobre la venta de armas a Georgia. El Ministro del Exterior recomendó el cese total de la venta de armas y equipo relacionado a Georgia en vista de las hostilidades con el ejército ruso. Israel, tal vez, trata de evitar ser señalado si la crisis recrudece como fue cuando se descubrió como principal proveedor de armas y asesores para Colombia.

Por su parte, Russia Today reveló la cantidad de ayuda armamentista a Georgia suministrada mediante el International Military Education & Training (Agencia de Cooperación en Seguridad) y cuyo monto ha crecido exponencialmente a partir de la instauración de Saakashvili en el poder.

Hace días, el presidente del Comité de Segurida del parlamento ruso, Vladimir Vasilyev, acusó a EEUU por el ataque georgiano a la población de Ossetia. Seregi Lavrov, Ministro del Exterior ruso amonestó a la comunidad internacional por hacerse de la vista larga ante la compra masiva de armamentos ofensivos por parte del gobierno de Georgia. Por su parte, el Primer Ministro V. Putin la emprendió contra Washington, calificando de cínica su posición sobre Georgia y acusándolo de trasbordar dos mil tropas georgianas de Iraq a las areas del conflicto en Georgia, información que fue confirmada por Nika Rurua de la Comisión de Defensa del parlamento georgiano.

Los rusos no fueron los únicos en señalar a los EEUU por complicidad en el ataque a Ossetia. Apenas comenzado el asunto un estadounidense residente en Ossetia que fue testigo del ataque de Georgia asignó la responsabiidad al gobierno de Bush y aseguró que el ataque fue criminal.

El presidente francés Sarkozy llegaba a Moscú para mediar una tregua entre las partes, en momentos en que el Presidente ruso Dmitry Medvedev anunciaba un alto al fuego, tras haber expulsado las fuerzas georgianas que penetraron Ossetia e infligir daños a las principales instalaciones militares y policiacas en Georgia. Moscú exige la remoción del presidente de Georgia, responsibla directo del bombardeo a Ossetia y a quién le caben acusaciones de crímenes contra la humanidad.

Medvedev, no obstante, advirtió que ha ordenado a su ministro de defensa mantenerse en alerta para reiniciar ataques de decubrirse nuevas acciones ofensivas por parte del gobierno georgiano. Mientras, la campaña de medios del Presidente Saakashvili fracasó , a pesar del apoyo de la prensa mediática anglo-estadounidense, particularmente CNN, en involucrar a las potencies occidentales en su guerra, la que no pocos han visto como un intento exacerbar el chovinismo georgiano y mantenerse en el poder, pese a la creciente oposición civil contra su gobierno.

Algo le salió mal a los que montaron este sangrienta aventura: o Saakashvili se esmandó envalentonado por la seducción militar de EEUU, o sus aliados le instaron a actuar para forzar a los europeos a recoger a Georgia en la OTAN, o aquí se estaban ensayando o anunciando otras cosas. Quién sabe. En política lo real es lo que no se ve. Una cosa es cierta; han pasado los mejores días para Saakashvili a quien su gente ya señala como responsable de esta tragedia y quien sólo cuenta con un ejército en estampida. Es más difícil, ahora, que la OTAN ingrese a Georgia como miembro, aunque Tsibili acepté los seis puntos acordados entre Sarkosy Medvedev y por más que Saakashvili arengue al mundo con el cuco del totalitarismo ruso y quiera salvar cara alegando que, mientras estén en misión humanitaria, los EEUU ocuparán los puertos y el espacio aéreo georgiano, lo que el Pentágono se apresuró a negar. Como suele ocurrir con estos tiranuelos, su arrogancia no les deja ver que, como dijera Henry Kissinger: “Ninguna potencia se suicida por un aliado”.

Otra cosa también es cierta, nunca desde la Guerra Fría estuvo el mundo tan cerca un conflicto total.


A Partida dos russos: Forças da Geórgia retomam controlo de Gori

Forças da Geórgia retomaram o controlo da cidade de Gori, centro do país, perto da república separatista da Ossétia do Sul, depois da partida das tropas russas, anunciou hoje o ministério do Interior georgiano

Russian army hand Gori to Georgian police

Um jornalista da agência France Presse (AFP), que entrou hoje em Gori numa coluna de cerca de 20 veículos da polícia que transportavam elementos do exército, afirma ter visto um blindado e soldados russos num posto de controlo, à entrada da cidade.

«Os russos começaram a retirar as suas tropas. A polícia e as forças especiais georgianas estão a retomar o controlo» de Gori, afirmou à AFP o porta-voz do ministério do Interior, Chota Outiachvili.

Comentário:

Este vídeo documenta quem verdadeiramente seduziu o Presidente da Geórgia a começar o ataque. Ouçam bem.

Por outro lado, outro vídeo, onde o Americano Joe Mestas, acusa as tropas da Geórgia de começarem o ataque, de bombardearem caves onde se encontravam as pessoas escondidas, do corte de água ter sido feito um mês antes do ataque pela Geórgia e da ajuda Americana neste Ataque. Compara O presidente da Geórgia a um ditador e se Bush o está a ajudar é porque  é igual a Saddam. Classifica-os como assassinos e como criminosos de Guerra pelo genocídio na Ossétia.

Entretanto as tropas Russas vão lentamente retirando dos locais ocupados e passam os pontos de segurança à polícia Georgiana, pelo que a saída das tropas Russas irá demorar mais algum tempo

LEYA Público

Atenção para este artigo, muito interessante, En el país de los ciegos…

Entretanto parece que foram encontrados os planos Georgianos para a invasão da Abecássia e da Ossétia do Sul.

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Russian troops have discovered what they believe are plans for an invasion of Abkhazia in a captured Georgian command post vehicle. On Wednesday, Abkhazian armed forces succeeded in pushing Georgian troops out of the Upper Kodori Gorge in anticipation of such an attack.

For the past few days the spotlight has been on Georgia’s other breakaway republic, South Ossetia.

Vodpod videos no longer available.


Tropas Russas não estão a atacar Tbilisi

Russia has officially denied reports its troops have entered Georgian territory beyond the conflict zone, in breach of the ceasefire agreement. Throughout the day, major international news channels have been reporting that Russian tanks were in the Georgian town of Gori and heading towards the capital Tbilisi.

Throughout the conflict, the Georgian leadership has been waging a media war against Russia. There have been a number of false claims about Russian troop movements in Georgia.

On Monday, Georgian President Mikhail Saakashvili accused Russia of occupying Gori. This information was reported by the world media but later denied.

Meanwhile, Saakashvili has claimed that Russia should be held responsible for the destruction of the South Ossetian city of Tskhinvali, not Georgia. The Georgian President was speaking at a news conference in Tbilisi, where he was joined by the presidents of Poland and post-Soviet states Ukraine, Lithuania, Latvia and Estonia.

Lithuanian president Valdas Adamkus said the five leaders were attending the conference in support of the Georgian government.

Earlier, Saakashvili claimed Russian troops sank Georgian coastal guard boats in the port city of Poti. He said Russia wanted to bomb the port, but the city authorities convinced them to move the vessels into the sea and sink them with explosives.

Meanwhile Russian General Staff Deputy Commander Anatoli Nogovitsin has said that several boats attacked a Russian Navy vessel near Poti. The ship fired back and drove the attackers away, he said.

LeYa Público

Vodpod videos no longer available.

COMENTÀRIO:

A Manipulação de informação, as mentiras comunicadas à comunicação social, que de imediato, sem investigar e sem querer falar a verdade, transmite toda a quantidade de falsas verdades deste criminosso chamado Mikhail Saakashvili. Mas este homem fosse um sérvio já estaria a ser perseguido por crimes de guerras, no entanto como aliado do bandido Bush e dos acéfalos da NATO e mentecaptos da União Europeia  anda à solta a falar o que lhe apetece e não há alma que vá verificar se o que este mentiroso diz é verdade.

Bem vai este mundo em que somos governados por CANALHAS.

RussiaToday : News : Feridos da Guerra na Ossétia chegam a Moscovo para tratamento

A Nato e O Bush que apoiaram esta Guerra, vão-se reunir para preparar um plano de mais ajuda à geórgia, pois não podem perder esse Palhaço do Mikheil Saakashvili. Perderam a Guerra e o resto está para chegar devido ao apoio da Europa e do USA a este Palhaço que deveria ser ele a verter o seu próprio sangue quando declarou a Guerra

more about “RussiaToday : News : Feridos da Guerr…“, posted with vodpod

LEYA Público

RussiaToday : News :reacções mistas ao cessar fogo.

gorbachev toma posição contra Europa e USA. A Hipócrisia Ocidental.

Vodpod videos no longer available.

Mais um vez a Europa não consegue ter uma decisão correcta sobre o problema do Cáucaso e apoia o presidente Georgiana, apesar de ter sido ele o responsável pela escalada da Guerra. Condoleezza Rice que esteve na geórgia minutos antes do ataque à Ossétia vem agora pedir um rápido cessar fogo.

Resta saber quem na verdade está a quebrar o cessar fogo para manipular a imprensa ocidental e os seus governos.

LeYA Público

Sobre como foi formada a Europa e suas implicações, AQUI

Os Estados Unidos apoiaram a operação militar da Geórgia

Tropas russas entram na Geórgia

Os Estados Unidos apoiaram a operação militar da Geórgia contra a auto-proclamada república separatista da Ossétia do Sul que provocou a intervenção do exército russo, afirmou esta quarta-feira o embaixador russo junto da ONU, Vitaly Tchurkine.

«É difícil imaginar que [o presidente georgiano Mikhail] Saakachvili tenha embarcado nesta aventura arriscada sem o apoio, sob uma ou outra forma, dos Estados Unidos», adiantou o diplomata à estação de televisão russa NTV.

A Rússia efectuou, desde sexta-feira, um contra-ataque na Ossétia do Sul, após o lançamento, na noite anterior, de uma ofensiva militar da Geórgia contra o território separatista, para recuperar o controlo da auto-proclamada república.

Comentário:

Está claro que a Geórgia só se atreveria a atacar a Ossétia do Sul com o apoio dos USA e da Nato. Agora bem pode gritar sobre as baixas na população, que ele Mikhail Saakachvili é o culpado pela decisão que tomou. Tem ao seu lado o USA e a comunicação social Americana e Europeia. Manipula a informação e e sente-se injustiçado pela resposta Russa ao seu ataque.

Esperemos que o plano de Páz resulte e que o conflito termine para bem de todos.

Julgo que um dos pontos do acordo é a discussão sobre a Ossétia do Sul, que já manifestou ontem a sua vontade de pertencer à federação Russa e a Abecássia. Se não houver esta discussão o problema fica por resolver e…

LEYA Público


Da Guerra e da invasão entre Rússia e Geórgia

Sobre invasão da Geórgia

Comentário que escrevi na manhã de sexta-feira para a Lusa

O conflito entre a Geórgia e as regiões separatistas da Abkházia e Ossétia do Sul tem origens no período de desintegração da União da Soviética (fim dos anos 80 e início dos anos 90 do século passado).
Então, Zviad Gamsakhurdia, Presidente da Geórgia, decidiu pôr fim à autonomia delas através da força. Destacamentos armados georgianos entraram na Abkházia e Ossétia do Sul, dando início à guerra civil que durou até 1994. Grupos armados separatistas, apoiados por Moscovo, conseguiram travar a ofensiva georgiana e controlar grande parte do território dessas duas regiões.
Em 1994, as partes do conflito, tendo a Rússia como intermediária, assinaram um cessar de fogo. Tropas de manutenção da paz russas instalaram-se na região, mas a contenda foi apenas congelada.
Os presidentes georgianos, quando iniciam funções, começam por prometer o restabelecimento da unidade territorial. Os separatistas da Ossétia do Sul realizaram dois referendos onde o sim à independência do território e sua posterior unificação à Ossétia do Norte, república que faz parte da Rússia, teve o apoio da esmagadora maioria. Moscovo apoia, directa e indirectamente, os separatistas, utilizando-os como alavancas de pressão sobre Tbilissi. Por exemplo, a Rússia deu cidadania à esmagadora maioria da população dos dois teritórios separatistas.
Caso se decida pela intervenção militar directa (o que veio a acontecer), o Kremlin irá apelar ao facto de pretender proteger os seus cidadãos (o que veio a acontecer).
A situação nesta região do Cáucaso complicou-se ainda mais depois da proclamação da independência pelo Kosovo. Os dirigentes separatistas viram nele um precedente.
Para contrariar o avanço da Rússia na região, Mikhail Saakachvili aproximou o país da NATO, mas é pouco provável que a Aliança Atlântica venha em seu socorro. Se a guerra não for travada, a Rússia poderá envolver-se mais, tanto através da participação directa de tropas, como do envio de voluntários das regiões russas do Cáucaso do Norte (o que veio a acontecer).
O envolvimento da Rússia no conflito irá também complicar mais as relações com países vizinhos como a Ucrânia e Estados do Báltico. No caso da Ucrânia, Kiev fornece armamentos a Tbilissi, porque receia que, depois da Geórgia, chegue a sua vez. Moscovo não esconde pretensões territoriais face à Ucrânia, exigindo a devolução da da Crimeia. E isso será mais um motivo para que a Ucrânia tente aderir à NATO o mais rápido possível.
Quanto à comunidade internacional, as últimas reuniões do Conselho de Segurança da ONU revelam fortes divergências entre os seus membros face ao conflito. Analistas russos contactados pela Lusa consideram que os conflitos como estes são de solução complicada no quadro do actual Direito Internacional, onde não está definido qual dos direitos: à autodeterminação dos povos ou à inviolabilidade de fronteiras, impera.


Geórgia, on my mind

Geórgia, on my mind (2)…

… Telexes…

Quarta reunião, em dois dias, do Conselho de Segurança da ONU, afinal é porque a situação é grave, muito grave…

EUA exigem retirada da Rússia da Geórgia!

Rússia reage com indignação e exige a saída de cena do presidente georgiano.

Troca de acusações grave entre os embaixadores americano e russo, na ONU, delegação russa lembrou os EUA das suas intervenções na Sérvia, Afeganistão e Iraque.

Ucrânia impede o acesso da frota russa do Mar Negro ao teatro de guerra.

Bloqueio Naval russo à Geórgia.

In Kafe kultura

Pode ler MAis AQUI e AQUI

A Limpeza étnica levada a cabo pela Geórgia

As reportagens que não verá em nenhuma cadeia noticiosa da Europa, devido á falta de imparcialidade na cobertura noticiosa e  a necessidade de não mostrar a verdade do que realmente se passou. Tudo isto para esconder o crime contra o povo da Ossétia do Sul perpetrado  por  Mikhail Saakashvili ,

LEyA PÚblico

A União com a Rússia provocada rápidamente por Bush, Mikhail e U.E.

Mapa Rússia/Geórgia/Ossétia do Sul

Mapa Rússia/Geórgia/Ossétia do Sul

O presidente da Ossétia do Sul reclamou novamente a reunificação desta província separatista da Geórgia com a Ossétia do Norte, que faz parte da Federação Russa.

Estas declarações de Eduard Koikoty foram avançadas pela agência noticiosa russa RIA-Novosti. «Nós já o dissemos mais de uma vez, e vou confirmar isto mais uma vez: nós somos poucos, um povo dividido. Este é um problema, e é claro que vamos procurar a união com a Ossétia do Norte», disse o Koikoty, cuja região se separatista está fora do controlo de Tbilissi desde a década passada e tem motivado fricções entre a Geórgia e a Rússia.

Cronologia do conflito

No final da semana passada, as forças georgianas iniciaram uma ofensiva militar na região, que teve como resposta a intervenção russa, cujas forças ocuparam por completo o território, e esta segunda-feira chegaram mesmo a entrar em território georgiano.

A Ossétia do Sul é uma região separatista da Geórgia com 3.900 km2 e 70 mil habitantes que quer ser russa e que, assim como a Abkházia, se proclamou independente com o fim da União Soviética, no início dos anos 90.

In Portugal Diário

Comentário:

A Ossétia do Sul e a Abkhazia, as duas regiões independentistas da Geórgia, advertiram desde o dia 17 de Fevereiro, dia da proclamação da independência do Kosovo, que iriam pedir à Rússia, ao Conselho de Segurança da ONU e à UE que também passassem a reconhecer as suas independências. Depois de terem alertado contra o risco de um “efeito dominó” com o Kosovo, as autoridades russas excluiram o reconhecimento da Ossétia do Sul e da Abkhazia, após a declaração de independência kosovar. O “presidente” da Abkhazia, Serguei Bagapch, anunciou por seu lado à agência russa Interfax que o seu “Parlamento” tomará a mesma atitude – pedir o reconhecimento da independência – até ao final desta semana.Quer a Ossétia do Sul quer a Abkhazia proclamaram as suas independências logo após o final da URSS (em 1990 e 1992, respectivamente), o que tem causado, ao longo dos anos, o confronto com as forças da Geórgia.

Neste momento a Ossétia do Sul pede a sua integração na Rússia, e a Abecássia seguirá o exemplo. Com este golpe de mestre da Senhora da Morte – Condoleezza Rice , do Bushinho , da NATO e da U.E. ao apoiarem um peão Mikhail, de modo a cercarem a Rússia com bases da Nato e incluindo-os na U.E.,  de terem treinados as tropas Georgianas com conselhieros militares da NATO, e Israelitas,viram sair o tiro pela culatra.

O Bushinho terá sorte se o seu PIPELINE petrolífero não fôr ainda bombardeado…

LEYA NO PÙBLICO

O “Dono do Mundo” Ordena a Putin!!!

Bush exige que Rússia acabe rapidamente com conflito na Geórgia
11.08.2008 – 22h45 PÚBLICO

O Presidente norte-americano George W. Bush fez hoje uma declaração pública sobre o conflito entre a Geórgia e a Rússia onde exigiu que o Kremlin terminasse “rapidamente com a crise” que se instalou entre os dois países. Bush alertou ainda Moscovo para o facto de os conflitos terem uma influência decisiva nas relações entre a Rússia, a Europa e os Estados Unidos.

Na curta declaração, incisiva e directa, o representante da Casa Branca garantiu ter recebido informações que contradizem a intenção mostrada oficialmente por Moscovo de cessar-fogo e disse ainda considerar a situação no Cáucaso “inaceitável”, colocando nas mãos da Rússia a responsabilidade de “acabar rapidamente com a crise”.

Para Bush parece haver uma intenção real por parte da Rússia de depor o Governo georgiano e de bombardear “em breve o aeroporto da capital”. “Estas acções representam um dramático e brutal crescimento da escala de conflito na Geórgia”, alertou.

In Público

Comentário

O Bushinho, ORDENOU !!! Repito, Bushinho ORDENOU e Putin irá cumprir? Obedecerá Putin à voz do Dono? Será Bush o Dono do mundo e será ele o indicado para dar lições de moral a terceiros? Não invadiu o Iraque, País soberano? Ou o problema do bushinho é o pipeline de petróleo e gás natural proveniente do Azerbaijão? Ou será que o Bushinho não quer perder o seu peão no Cáucaso, o Mikhail e a instauração de Bases da Nato de modo a cercar a Rússia?

Penso que os russos só se retirarão depois de se convencerem que a Geórgia deixará de ser uma ameaça para a segurança da Rússia e muito provavelmente com um acordo em que não será instalada nenhuma base da Nato na Geórgia.

Deram à Rússia a melhor oportunidade de ela fazer ver que por ali quem manda não são os EUA nem a Europa dos vinte e tantos. A Georgia – que vem de George . – portou-se francamente mal, assassinou imensa gente e agora grita por socorro.

Comentário de :

António Ferrão Diz:

Agosto 11, 2008 at 11:49 pm

Sobre a Georgia
Except for the Washington Post, the entire world knows that Georgia (the birthplace of Joseph Stalin, not Georgia USA) initiated the aggression that killed Russian peacekeepers and hundreds of civilians in South Ossetia, peacekeepers who were there with the blessing of Georgia and international agreements.
Paul Craig Roberts, o autor que cito, é um ex-Secretário do Tesouro do governo de Ronald Reagan, logo, do Partido Republicano dos EUA. Parece não estar tão impressionado sobre a necessidade dos EUA declararem guerra à Rússia.
Em que quadrante poderíamos localizar H5N1, se apenas conhecêssemos dele as palavras com que comentou este post?
Para quem estiver interessado, eis aqui o artigo completo de Paul Craig Roberts.