Mais medidas de austeridade para tapar buraco! Que utilização deram ao salário subtraído aos Funcionários Públicos? Competentes? Não! Gatunos! Quem os prende?

Gaspar avança com medidas extra para cumprir défice deste ano

Vítor Gaspar e Pedro Passos Coelho preparam mais sacrifícios

Vítor Gaspar e Pedro Passos Coelho

Serão necessárias mais medidas extraordinárias para cumprir o défice deste ano, confirmou o ministro das Finanças hoje no Parlamento. Buraco nas contas (se não houvesse qualquer medida) será de 2,5 mil milhões de euros, pelo menos.

O limite do défice que era para ser de 4,5% do PIB, mas que a troika deixou subir até 5%, precisa de ser colmatado com várias medidas de cortes de despesa e aumento de receita, mas o Governo está a negociar algumas fora do cardápio (extraordinárias ou temporárias) para conseguir respeitar o novo teto acordado, apesar deste ser mais elevado.

Esta possibilidade já tinha sido ontem apurada pelo Dinheiro Vivo junto de fontes governamentais.
Segundo informações avançadas hoje pelo Expresso e pela Lusa, citando fontes parlamentares, referiram que o défice de 2012 será de 6% ou mais sem medidas de reforço. A diferença entre os dois é de 1,5 pontos percentuais, cerca de 2,5 mil milhões de euros em falta.

Ontem, Vítor Gaspar disse que “até ao final do ano iremos proceder a medidas adicionais de controlo da despesa e ao aumento da tributação sobre imóveis de elevado valor e sobre os rendimentos de capital. Esse esforço é necessário para assegurar o cumprimento do limite do défice de 5% para 2012”.

Mas não chega. Para além dessas medidas de caráter permanente, Gaspar falou hoje em “medidas temporárias” que vão ajudar à redução necessária.

Estas poderão passar por mais cortes ou operações como integração de fundos que não de pensões. Depende do grau de tolerância da troika.

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Medidas do IV Reich

O Governo pretende criar uma tributação extraordinária entre um por cento e 1,5 por cento no IRS e aumentar os valores do IVA em um por cento, medidas que vão ser discutidas amanhã em São Bento com o PSD.
As medidas de contenção serão discutidas com o PSD

As medidas propostas pelo Governo incluem a criação de uma tributação extraordinária de um por cento para quem aufere até cinco salários mínimos, o que equivale a 2375 euros por mês, segundo uma notícia da TVI. Quem ganhar acima desse valor será tributado em 1,5 por cento.

De fora deste imposto especial, que deverá ser aplicado pelo menos até ao final deste ano, ficam excluídos apenas aqueles que recebem o salário mínimo.

Quanto ao IVA, também deverá aumentar, incluindo os bens de primeira necessidade.

De acordo com as propostas do Executivo, poderá haver uma subida de 20 para 21 por cento no IVA, nos bens de primeira necessidade o imposto sobe de cinco para seis por cento e na restauração de 12 para 13 por cento.

As grandes empresas também terão de pagar uma taxa adicional de 2,5 por cento.

A eventual extensão destas medidas até 2011 irá depender de um acordo entre PS e PSD, quando for negociado o Orçamento de Estado para o próximo ano.

As medidas em cima da mesa incluem um corte de cinco por cento nos vencimentos de políticos e de gestores públicos.

Em conjunto, deverão ter um impacto de 2.100 milhões de euros nas despesas do Estado, o que permitiria reduzir o défice para sete por cento este ano.

Amanhã de manhã, este conjunto de propostas irá ser discutida a sós entre José Sócrates e Pedro Passos Coelho em São Bento. A seguir, Sócrates irá presidir ao Conselho de Ministros.

Proposta para Condecoração de Valentim Loureiro

Que vergonha, Deus meu!

Gente fina….

PASME-SE A SER VERDADE BATEMOS MESMO NO FUNDO!!!
Proposta para Condecoração de Valentim Loureiro Embora o seu curriculum seja, por ora, insuficiente para preencher um alto cargo de Estado, entendemos que, pela sua natureza, perfil e reconhecidos serviços prestados à Nação, deverá ser condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, por serviços relevantes a portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores.

Este gajo foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao Paigc que matavam os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio. Foi desgraduado de capitão para soldado e expulso, com desonra, do exército. Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução. É cônsul honorário da Guiné-Bissau e usa esse título para falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol que compra e vende como se faz aos escravos. Roubou 40.000 contos ao BCP com uma transacção com um cheque em USD sacado sobre um banco que não existia. E isto dos programas para os reformados é que é inacreditável? Inacreditável é o apoio dos sucessivos líderes do PPD/PSD até ao advento da liderança de Marques Mendes, inacreditável é o apoio explícito (embora embaraçado) de Sócrates. Inacreditável é o processo Apito Dourado demorar tanto tempo. Inacreditável é este gajo não estar na prisão. Inacreditável é ele receber uma pensão do nosso exército, como Major na reserva. Lembro que Major é um Oficial Superior. Inacreditável, não, esta é a realidade.

Tens vergonha??? Duvido, seu…

Não fiques assim, vais ser condecorado.

Yes We Can

Vodpod videos no longer available.

Sócrates reafirmou que não está disposto “a esperar mais 30 anos” até que seja aplicado um modelo de avaliação dos professores e garantiu que esta questão não deve ser vista como um problema meramente sectorial, mas como um assunto que deve envolver todo o Governo.

Fomos sempre avaliados, suponho é que o primeiro nunca tenha sido realmente avaliado quando tirou a sua famosa licenciatura, e continua sem modelo de avaliação para o avaliarmos na sua acção governativa.  Por quanto tempo irá continuar a afirmar esta mentira? Por mais 30 anos? Credo…Temos mais um candidato a Oliveira! Vontade não lhe falta.

Vejam só como este governo nos avalia e nada faz nem diz.Que tristeza, só propaganda nos meios de comunicação controlados por um partdo que se diz Socialista e que apregoa a liberdade de expressão!

In Público

EUA formaram tropas especiais georgianas

Notícia do “Financial Times”
EUA formaram tropas especiais georgianas antes de ofensiva na Ossétia 
06.09.2008 – 13h49 Lusa

O exército norte-americano deu treino de combate a 80 comandos das forças especiais georgianas meses antes de a Geórgia lançar a ofensiva armada na Ossétia do Sul, em Agosto, noticia hoje o jornal britânico “Financial Times”.

O jornal, que teve acesso a documentos e entrevistas com responsáveis de formação militar dos Estados Unidos, garante que esta acção pode ter motivado as acusações do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, que recentemente acusou Washington de ter armado e dado formação ao exército georgiano.

O treino foi ministrado por oficiais norte-americanos e por militares contratados às empresas de segurança MPRI e American Systems, ambas com sede na Virgínia.

In Público

Uma parte da verdade apareceu no “Finacial Times”. Os Estados Unidos criram e deram formação militar a forças especiais Geórgianas antes da invasão da Ossétia do Sul e da Abkhásia. A mão dos estados Unidos neste conflito é evidente, clara e límpida. Os estados Unidos programaram, planearam com o Governo da Geórgia a invasão de duas Repúblicas Independentes com o intuito de alargarem o seu raio de acção e influencia no Cáucaso. Estes são os culpados pela crise humanitária no Cáucaso e deveriam ser julgados por crimes contra a Humanidade…Bush ,Bush é um deles.

A manipulação de ideias

Opinião
A cultura do ludíbrio

O ex-secretário de imprensa do Presidente Bush, Scott McClellan, acaba de publicar um livro: O que Aconteceu: Dentro da Casa Branca de Bush e a Cultura do Ludíbrio em Washington. O furor político que causou decorre de duas revelações: quando ordenou a invasão do Iraque, Bush sabia que o Iraque não tinha armas de destruição maciça (ADM) e montou uma poderosa «campanha de propaganda» para levar a opinião pública norte-americana e mundial a aceitar uma «guerra desnecessária»; os grandes meios de comunicação foram «cúmplices activos» dessa campanha, não só porque não questionaram as fontes governamentais, como porque incendiaram o fervor patriótico e censuraram as posições cépticas ou contrárias à guerra.

É surpreendente o escândalo causado, pois as revelações não trazem nada de novo. As informações eram conhecidas na altura da invasão a partir de fontes independentes. Nelas me baseei para justificar nesta coluna a minha total oposição à guerra que, além de «desnecessária», era injusta e ilegal. Isto significa que as vozes independentes foram estigmatizadas como sendo ideológicas e antipatrióticas, tal como hoje criticar Israel equivale a ser considerado anti-semita. Em 2001, antes da máquina de propaganda ter começado a devorar a verdade, o próprio Colin Powell dissera não haver nenhuma informação sólida de que o Iraque tivesse ADMs.

Importante é a implicação destas revelações para o futuro do jornalismo. A máquina de propaganda do Departamento de Defesa assentou em três tácticas: impor a presença de generais na reserva em todos os noticiários televisivos, com a missão de demonstrar a existência das ADMs; ter todos os media sob observação e telefonar aos seus directores ou proprietários ao mínimo sinal de cepticismo ou oposição à guerra; convidar jornalistas de confiança de todo o mundo (também de Portugal) para serem convencidos da existência das ADMs e regressarem aos seus países possuídos do fervor belicista.

Vimos isso trágica e grotescamente no nosso país. A verdade é que em Washington e em todo o país circulavam nos media independentes informações que contradiziam o brainwashing, muitas delas provindas de generais e de antigos altos funcionários da Casa Branca. Porque não ocorreu a esses jornalistas fazer uma verificação cruzada das fontes, como lhes exigia o Código Deontológico?

Para o bem do jornalismo, alguns deles procuraram resistir à pressão e sofreram as consequências. Jessica Yellin, na altura no canal ABC, confessou publicamente que os directores e donos do canal a pressionaram para escrever histórias a favor da guerra e censuraram todas as que eram mais críticas. Um produtor foi despedido por propor um programa com equilíbrio entre posições a favor e contra a guerra. Quem resistiu foi considerado antipatriótico e amigo dos terroristas.

Isto mesmo aconteceu no nosso país. Quantos jornalistas foram sujeitos à mesma intimidação? Quantos artigos de opinião contrários à guerra foram rejeitados? E os que escreveram propaganda, alguma vez se retrataram, pediram desculpa, foram demitidos? É que eles colaboraram num crime: um milhão de iraquianos mortos, dezenas de milhares de soldados norte-americanos feridos e mortos e um país totalmente destruído.

Tudo isto terá sido preço, não da democracia – ridículo conceber como democrático este estado colonial e mais fracturado que a Somália – mas sim do controlo das reservas do petróleo do Golfo e da promoção das indústrias petrolífera e militar em que os donos dos media têm fortes investimentos.

Para disfarçar o problema moral, os cúmplices da guerra e da destruição têm recorrido a tudo. Um comentador de direita socorreu-se recentemente da mais desconcertante justificação da guerra: se não havia ADMs, havia pelo menos a convicção de que elas existiam. Ora o livro de McClellan acaba de lhe retirar este argumento. De qual se socorrerá agora?

O trágico é que a «máquina» de propaganda continua montada e está agora dirigida ao Irão. O seu funcionamento será mais difícil e sê-lo-á tanto mais quanto melhores condições tiverem os jornalistas para cumprir o seu Código Deontológico.

Secretário de Estado adjunto da Educação: “Se todos puderem ser excelentes, o que está errado é a definição de excelência”

Se todos puderem ser excelentes, o que está errado é a definição de excelência, afirmou hoje o secretário de Estado adjunto da Educação, Jorge Pedreira, justificando a fixação de quotas para a avaliação dos docentes. Leia o resto no Público Online.
Segundo um projecto de despacho que o ME vai apresentar aos sindicatos, as escolas vão poder atribuir um máximo de 10 por cento de classifições de”Excelente” e 25 por cento de “Muito Bom”, mas só se tiverem nota máxima nos cinco domínios que compõem a avaliação externa.Na pior das hipóteses, com uma classificação de “Muito Bom” e quatro de “Bom” ou duas classificações de “Muito Bom”, duas de “Bom” e uma de”Suficiente”, as escolas poderão dar seis por cento de “Excelente” e 21 por cento de “Muito Bom” aos docentes avaliados. As escolas cujos resultados na avaliação externa sejam diferentes dos previstos no despacho, bem como as que não foram objecto de avaliação, poderão aplicar um máximo de 5 por cento de “Excelente” e 20 por cento de “Muito Bom”, as percentagens mais baixas que estão previstas.
Comentário
Coloca-se o problema de um professor colocado numa escola com avaliação externa de excelente ter maior probabilidade de ser avaliado com excelente do que um professor colocado numa escola com avaliação de insuficiente. Na verdade, o mérito absoluto do professor não é tido em consideração. Sabendo nós que um dos parâmetros considerados na avaliação externa da escola é precisamente a taxa de sucesso escolar, podemos imaginar quais as consequências que isto vai produzir: aumento do facilitismo e das progressões automáticas. Com este passe de magia, é muito provável que termine administrativamente o insucesso escolar. Qual é a escola que vai querer ser penalizada pelo facto de reprovar alunos? Se arriscar, será penalizada nas quotas de excelente e de muito bom.
In “Público

Algumas respostas:
Comentário 30.05.2008 – 11h17 – maria fernanda, Lisboa
Mas afinal andaram a VENDER a Avaliação e a EXCELENCIA – Portugal precisava de EXCELÊNCIA, COMPETÊNCIA, COMPETITIVIDADE… Até o Presidente da República o disse e diz… Basta ouvir. Mas é MENTIRA ! Este senhor Sec de Estado, mais o seu Chefe são mentirosos. Se se importassem com a excelência e a competência, não lhes punham limites. Isso, nada tem a ver com serem todos excelentes. Até poderia haver escolas em que os profs pudessem sê-lo. Mas isso tem a ver com os critérios de avaliação e NÃO COM DECRETOS. Estes senhores estão convencidos que governar é fazer decretos. Não faz mal que não os regulamentem, que não se cumpram, que não sejam fiscalizados. Eles decretam e pronto! É uma vergonha de gente inculta, GENTE INCULTA ! é a estes senhores que o país está entregue.
Comentário 30.05.2008 – 11h06 – Storita, Porto de Pesca
Esta noticia e a prova provadinha que o unico interesse destes senhores não e promover a excelência, mas sim impedir que a maior parte dos professores chegue ao topo da carreira. Se eu como professora nunca chegar a professora titular por nunca ter tido Excelente ganharei em final de carreira, menos uns mil e tal euros iliquidos, que com certeza não serão investidos na educação em Portugal. O receio que o Senhor Ex-sindicalista Pedreira( de um sindicato do ensino superior, que no inicio dos anos 90, convocou uma greve e fez com que muitos alunos so entrassem para a universidade em Janeiro!!), o receio dele de existirem so excelentes demonstra tambem duas possibilidades: ou os professores, que tanto têm sido criticados, são de facto muito melhores do que os pintam, ou então este ministerio nem sequer confia no sistema de avaliação que ele proprio criou!!! Sabe perfeitamente que e um sistema que facilita os amiguismos e compadrios e que não tem pessoas habilitadas para fazerem uma avaliação justa e correcta, como ja foi aqui dito. (Desculpem a falta de acentos no texto.)
Comentário 30.05.2008 – 08h31 – Anónimo, Lisboa
No antigo sistema de avaliação os professores eram todos avaliados com suficiente, mas havia mecanismos para a obtenção de menção superior. Gostaria de saber porque motivo os professores não requeriam a confirmação do seu mérito excepcional, uma vez que podiam fazê-lo. Não percebo. Outra coisa que não percebo é a desconfiança dos criadores deste novo método de avaliação no próprio método que criaram e nos avaliadores, po
is admitem que se não estipularem quotas vai haver manipulação na avaliação e injustiça, o que para mim significa que, como sempre achei, este modelo de avaliação promove injustiças e compadrios, não avaliando de forma isenta e objectiva os professores e, ainda, que quem avalia não tem mérito e competência comprovados.
Comentário 30.05.2008 – 06h13 – Anónimo, hamburgo, Alemanha
eu também vou arranjar umas quotas para os alunos. uns passam outros nao. há muita gente no mercado de trabalho, portanto há que chumbar uns tantos. e depois vou fazer um inquérito à população (obrigatório – é só uma recolha de dados…) para avaliar o governo e aplicar os 10% . porque excelente não significa que todos tenham excelente.


Comentário:

Agora o problema é da definição da classificação de Excelente?

Que mais irão inventar?

Para que servem realmente as quotas? Únicamente para limitar o acesso às melhores classificações, para reduzir o encargo do Estado com salários, de 25% para 9% segundo os dados da União Europ+eia, acerca dos encargos salariais da Função Pública. Só se esquecem, propositadamente dos Senhores Administradores, Gestores e quejandos que “mamam” à custa do Estado as famosas mordomias de que niuém quer falar.i sim, é um desbarato de encargos …mas como são amigos dos que nos governam…