INE: Exportações com o pior registo desde finais de 2009

 

Exportações perderam gás no 2º trimestre do ano

Exportações perdem gás
D.R.

07/09/2012 | 11:07 | Dinheiro Vivo

As exportações portuguesas de bens e serviços registaram, no segundo trimestre deste ano, o pior desempenho desde finais de 2009, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE).

As vendas para o exterior cresceram apenas 4,3%  em termos homólogos, valor que reflete uma travagem a fundo face aos trimestres anteriores.

Nos  segundos três meses de 2012, as exportações estavam a subir 7,9%. No mesmo período do ano passado tinham acelerado para 8,8%.

O abrandamento do chamado “motor da economia” condicionou a economia como um todo. O PIB real (descontada já a inflação) recuou 3,3% no segundo trimestre, como ontem tinha sido já avançado pelo Eurostat. É preciso recuar três anos, até 2009, ano de recessão, para encontrar um trimestre pior.

Em termos trimestrais, confirma-se também a contração de 1,2% do PIB em cadeia, o que significa que o país está em recessão técnica há sete trimestres consecutivos, isto é, desde o final de 2010.

O INE torna evidente que a recessão está mais cavada e que a conjuntura se agravou no período agora em análise.

Exportações de serviços iniciam queda

De acordo com o INE, as exportações de serviços começaram a cair, algo que também não acontecia desde final de 2009. As exportações de mercadorias resistiram em terreno positivo, mas com uma travagem de quase 10% de crescimento no primeiro trimestre para 6,1% no segundo trimestre.

Do mesmo modo, também as importações refletiram o encerramento da economia relativamente ao exterior e à rutura nos fluxos comerciais. As compras de bens e serviços a estrangeiros sofreram uma quebra de 8,1%, o que fez com que a procura externa líquida até ajudasse a tornar as coisas menos graves.

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Economia a Ciência exacta? Défice deve ser de 6,9% no primeiro semestre

 O défice orçamental no primeiro semestre do ano ter-se-á situado nos 6,9 por cento em contabilidade nacional, a que conta para Bruxelas, calcula a Unidade Técnica de Apoio Orçamental, que alerta para os habituais agravamentos no último trimestre do ano.

De acordo com um relatório sobre a execução orçamental dos sete primeiros meses do ano enviado aos deputados pelos técnicos independentes que trabalham junto do Parlamento, a UTAO calcula que o défice no primeiro trimestre do ano em contabilidade nacional se tenha situado entre os 6,7 por cento e os 7,1 por cento.

 

Sacrificios, despedimentos, subsidios retirados, fusões , não valeram para nada. Os gastos   continuam sempre onde estiveram, e não é concerteza nos funcionários públicos.

participantes na ultima reunião do Clube de Bildeberg



Lista de participantes na conferência ultra-elitista Bilderberg (Bilderberg 2012 Attendee List), Portugal representado por:

Balsemão, Francisco Pinto President and CEO, Impresa; Former Prime Minister;

Amado, Luís Chairman, Banco Internacional do Funchal (BANIF);

Moreira da Silva, Jorge First Vice-President, Partido Social Democrata (PSD)

FRA  Castries, Henri de Chairman and CEO, AXA Group
DEU Ackermann, Josef Chairman of the Management Board and the Group Executive Committee, Deutsche Bank AG
GBR Agius, Marcus Chairman, Barclays plc
USA Ajami, Fouad Senior Fellow, The Hoover Institution, Stanford University
USA Alexander, Keith B. Commander, US Cyber Command; Director, National Security Agency
INT Almunia, Joaquín Vice-President – Commissioner for Competition, European Commission
USA Altman, Roger C. Chairman, Evercore Partners
PRT Amado, Luís Chairman, Banco Internacional do Funchal (BANIF)
NOR Andresen, Johan H. Owner and CEO, FERD
FIN Apunen, Matti Director, Finnish Business and Policy Forum EVA
TUR Babacan, Ali Deputy Prime Minister for Economic and Financial Affairs
PRT Balsemão, Francisco Pinto President and CEO, Impresa; Former Prime Minister
FRA Baverez, Nicolas Partner, Gibson, Dunn & Crutcher LLP
FRA Béchu, Christophe Senator, and Chairman, General Council of Maine-et-Loire
BEL Belgium, H.R.H. Prince Philippe of
TUR Berberoğlu, Enis Editor-in-Chief, Hürriyet Newspaper
ITA Bernabè, Franco Chairman and CEO, Telecom Italia
GBR Boles, Nick Member of Parliament
SWE Bonnier, Jonas President and CEO, Bonnier AB
NOR Brandtzæg, Svein Richard President and CEO, Norsk Hydro ASA
AUT Bronner, Oscar Publisher, Der Standard Medienwelt
SWE Carlsson, Gunilla Minister for International Development Cooperation
CAN Carney, Mark J. Governor, Bank of Canada
ESP Cebrián, Juan Luis CEO, PRISA; Chairman, El País
AUT Cernko, Willibald CEO, UniCredit Bank Austria AG
FRA Chalendar, Pierre André de Chairman and CEO, Saint-Gobain
DNK Christiansen, Jeppe CEO, Maj Invest
RUS Chubais, Anatoly B. CEO, OJSC RUSNANO
CAN Clark, W. Edmund Group President and CEO, TD Bank Group
GBR Clarke, Kenneth Member of Parliament, Lord Chancellor and Secretary of Justice
USA Collins, Timothy C. CEO and Senior Managing Director, Ripplewood Holdings, LLC
ITA Conti, Fulvio CEO and General Manager, Enel S.p.A.
USA Daniels, Jr., Mitchell E. Governor of Indiana
USA DeMuth, Christopher Distinguished Fellow, Hudson Institute
USA Donilon, Thomas E. National Security Advisor, The White House
GBR Dudley, Robert Group Chief Executive, BP plc
ITA Elkann, John Chairman, Fiat S.p.A.
DEU Enders, Thomas CEO, Airbus
USA Evans, J. Michael Vice Chairman, Global Head of Growth Markets, Goldman Sachs & Co.
AUT Faymann, Werner Federal Chancellor
DNK Federspiel, Ulrik Executive Vice President, Haldor Topsøe A/S
USA Ferguson, Niall Laurence A. Tisch Professor of History, Harvard University
GBR Flint, Douglas J. Group Chairman, HSBC Holdings plc
CHN Fu, Ying Vice Minister of Foreign Affairs
IRL Gallagher, Paul Former Attorney General; Senior Counsel
USA Gephardt, Richard A. President and CEO, Gephardt Group
GRC Giannitsis, Anastasios Former Minister of Interior; Professor of Development and International Economics, University of Athens
USA Goolsbee, Austan D. Professor of Economics, University of Chicago Booth School of Business
USA Graham, Donald E. Chairman and CEO, The Washington Post Company
ITA Gruber, Lilli Journalist – Anchorwoman, La 7 TV
INT Gucht, Karel de Commissioner for Trade, European Commission
NLD Halberstadt, Victor Professor of Economics, Leiden University; Former Honorary Secretary  General of Bilderberg Meetings
USA Harris, Britt CIO, Teacher Retirement System of Texas
USA Hoffman, Reid Co-founder and Executive Chairman, LinkedIn
CHN Huang, Yiping Professor of Economics, China Center for Economic Research, Peking University
USA Huntsman, Jr., Jon M. Chairman, Huntsman Cancer Foundation
DEU Ischinger, Wolfgang Chairman, Munich Security Conference; Global Head Government Relations, Allianz SE
RUS Ivanov, Igor S. Associate member, Russian Academy of Science; President, Russian International Affairs Council
FRA Izraelewicz, Erik CEO, Le Monde
USA Jacobs, Kenneth M. Chairman and CEO, Lazard
USA Johnson, James A. Vice Chairman, Perseus, LLC
USA Jordan, Jr., Vernon E. Senior Managing Director, Lazard
USA Karp, Alexander CEO, Palantir Technologies
USA Karsner, Alexander Executive Chairman, Manifest Energy, Inc
FRA Karvar, Anousheh Inspector, Inter-ministerial Audit and Evaluation Office for Social, Health, Employment and Labor Policies
RUS Kasparov, Garry Chairman, United Civil Front (of Russia)
GBR Kerr, John Independent Member, House of Lords
USA Kerry, John Senator for Massachusetts
TUR Keyman, E. Fuat Director, Istanbul Policy Center and Professor of International Relations, Sabanci University
USA Kissinger, Henry A. Chairman, Kissinger Associates, Inc.
USA Kleinfeld, Klaus Chairman and CEO, Alcoa
TUR Koç, Mustafa Chairman, Koç Holding A.Ş.
DEU Koch, Roland CEO, Bilfinger Berger SE
INT Kodmani, Bassma Member of the Executive Bureau and Head of Foreign Affairs, Syrian National Council
USA Kravis, Henry R. Co-Chairman and Co-CEO, Kohlberg Kravis Roberts & Co.
USA Kravis, Marie-Josée Senior Fellow, Hudson Institute
INT Kroes, Neelie Vice President, European Commission; Commissioner for Digital Agenda
USA Krupp, Fred President, Environmental Defense Fund
INT Lamy, Pascal Director-General, World Trade Organization
ITA Letta, Enrico Deputy Leader, Democratic Party (PD)
ISR Levite, Ariel E. Nonresident Senior Associate, Carnegie Endowment for International Peace
USA Li, Cheng Director of Research and Senior Fellow, John L. Thornton China Center, Brookings Institution
USA Lipsky, John Distinguished Visiting Scholar, Johns Hopkins University
USA Liveris, Andrew N. President, Chairman and CEO, The Dow Chemical Company
DEU Löscher, Peter President and CEO, Siemens AG
USA Lynn, William J. Chairman and CEO, DRS Technologies, Inc.
GBR Mandelson, Peter Member, House of Lords; Chairman, Global Counsel
USA Mathews, Jessica T. President, Carnegie Endowment for International Peace
DEN Mchangama, Jacob Director of Legal Affairs, Center for Political Studies (CEPOS)
CAN McKenna, Frank Deputy Chair, TD Bank Group
USA Mehlman, Kenneth B. Partner, Kohlberg Kravis Roberts & Co.
GBR Micklethwait, John Editor-in-Chief, The Economist
FRA Montbrial, Thierry de President, French Institute for International Relations
PRT Moreira da Silva, Jorge First Vice-President, Partido Social Democrata (PSD)
USA Mundie, Craig J. Chief Research and Strategy Officer, Microsoft Corporation
DEU Nass, Matthias Chief International Correspondent, Die Zeit
NLD Netherlands, H.M. the Queen of the
ESP Nin Génova, Juan María Deputy Chairman and CEO, Caixabank
IRL Noonan, Michael Minister for Finance
USA Noonan, Peggy Author, Columnist, The Wall Street Journal
FIN Ollila, Jorma Chairman, Royal Dutch Shell, plc
USA Orszag, Peter R. Vice Chairman, Citigroup
GRC Papalexopoulos, Dimitri Managing Director, Titan Cement Co.
NLD Pechtold, Alexander Parliamentary Leader, Democrats ’66 (D66)
USA Perle, Richard N. Resident Fellow, American Enterprise Institute
NLD Polman, Paul CEO, Unilever PLC
CAN Prichard, J. Robert S. Chair, Torys LLP
ISR Rabinovich, Itamar Global Distinguished Professor, New York University
GBR Rachman, Gideon Chief Foreign Affairs Commentator, The Financial Times
USA Rattner, Steven Chairman, Willett Advisors LLC
CAN Redford, Alison M. Premier of Alberta
CAN Reisman, Heather M. CEO, Indigo Books & Music Inc.
DEU Reitzle, Wolfgang CEO & President, Linde AG
USA Rogoff, Kenneth S. Professor of Economics, Harvard University
USA Rose, Charlie Executive Editor and Anchor, Charlie Rose
USA Ross, Dennis B. Counselor, Washington Institute for Near East Policy
POL Rostowski, Jacek Minister of Finance
USA Rubin, Robert E. Co-Chair, Council on Foreign Relations; Former Secretary of the Treasury
NLD Rutte, Mark Prime Minister
ESP Sáenz de Santamaría Antón, Soraya Vice President and Minister for the Presidency
NLD Scheffer, Paul Professor of European Studies, Tilburg University
USA Schmidt, Eric E. Executive Chairman, Google Inc.
AUT Scholten, Rudolf Member of the Board of Executive Directors, Oesterreichische Kontrollbank AG
FRA Senard, Jean-Dominique CEO, Michelin Group
USA Shambaugh, David Director, China Policy Program, George Washington University
INT Sheeran, Josette Vice Chairman, World Economic Forum
FIN Siilasmaa, Risto Chairman of the Board of Directors, Nokia Corporation
USA Speyer, Jerry I. Chairman and Co-CEO, Tishman Speyer
CHE Supino, Pietro Chairman and Publisher, Tamedia AG
IRL Sutherland, Peter D. Chairman, Goldman Sachs International
USA Thiel, Peter A. President, Clarium Capital / Thiel Capital
TUR Timuray, Serpil CEO, Vodafone Turkey
DEU Trittin, Jürgen Parliamentary Leader, Alliance 90/The Greens
GRC Tsoukalis, Loukas President, Hellenic Foundation for European and Foreign Policy
FIN Urpilainen, Jutta Minister of Finance
CHE Vasella, Daniel L. Chairman, Novartis AG
INT Vimont, Pierre Executive Secretary General, European External Action Service
GBR Voser, Peter CEO, Royal Dutch Shell plc
SWE Wallenberg, Jacob Chairman, Investor AB
USA Warsh, Kevin Distinguished Visiting Fellow, The Hoover Institution, Stanford University
GBR Wolf, Martin H. Chief Economics Commentator, The Financial Times
USA Wolfensohn, James D. Chairman and CEO, Wolfensohn and Company
CAN Wright, Nigel S. Chief of Staff, Office of the Prime Minister
USA Yergin, Daniel Chairman, IHS Cambridge Energy Research Associates
INT Zoellick, Robert B. President, The World Bank Group

 

Em Casa das Aranhas

Divulgada listagem de elementos da maçonaria em Portugal

A Maçonaria Em Portugal- uma História de Corrupção e Conspiração

É com alguma dificuldade que tento neste pequeno texto discutir brevemente a razão pela qual todos devemos estudar as sociedades secretas cuidadosamente. Este é um tema muitíssimo vasto, e tem tantas vertentes que para proceder à denuncia da verdadeira teia de poder que transcende partidos, afiliações políticas e religiosas, tanto poderíamos considerar textos sobre finança, como livros sobre geopolítica, como tratados sobre misticismo. Mas para não complicar demasiado, e com vista a clarificar em vez de mistificar, serve este texto de breve introdução para ilustrar de que forma a maçonaria plantou, e continua a plantar as sementes da desgraça que é a condição atual de Portugal. Vamos portanto considerar elementos puramente terrestres (negligenciando por enquanto as dinâmicas filosóficas e etéreas), sendo que uma pesquisa mais aprofundada do presente tema levará necessariamente a áreas de conhecimento às quais as mentes mais fechadas se negam o acesso.

Listagem retirada de Casa das Aranhas:

Convergência Abel Saturnino da Silva de Moura Pinheiro
Vitória Abilio Afonso Ferreira
Madrugada Abílio de Jesus Fidalgo
Transparência Abilio José Salgado
Simpatia e União Abilio Vassalo Abreu
Passos Manuel Acácio Gonçalves Machado Carvalho
Madrugada Acácio José Monteiro Ribeiro
O Futuro Acácio Manuel de Frias Barreiros
Alberto Sampaio Adalberto Tomaz
Intervenção Adelino Cerqueira Leitão
A Revolta Adelino Ferreira Martins
Liberdade Adelino Manuel Marques Da Silva
Convergência Adélio Pereira André
Fernando Pessoa Adérito Vicente Serrão
Simpatia e União Adozindo de Sousa Leite
Redenção Adriano Jorge Correia Dias
Obreiros do Trabalho Adriano Pinto Gomes Amaral
Triângulo Castelo Branco Afonso Amável Barata Camões
Passos Manuel Afonso Henrique Carvalho da Cunha
Madrugada Afonso Manuel Matos Viola
Sete Colinas Afonso Nuno de Moura Brígido Verissimo da Cruz
Delta Agostinho de Martino
Vinte Cinco de Abril Agostinho Mesquita Antunes de Carvalho
Simpatia e União Alain Pierre Victor Merelo Barberá
Madrugada Albano Andrade Pereira
União Albano Dias da Costa
Estrela D’Alva Albano José Pires
Vitória Albano Manuel Matos Barbosa Mendonça
Liberdade e Justiça Alberto António Sequeira Pinto Gouveia
Acácia Alberto Carlos Castro Barros Pereira
Fraternidade e Progresso Alberto Fernandes Brás
Fénix Alberto José Carvalho Batista
Delta Alberto Manuel Casal Toscano Pessoa
O Futuro Alberto Manuel Gonçalves Mendes
Fénix Alberto Manuel Roque Lobo da Silva
República Alberto Marques de Oliveira e Silva
Passos Manuel Alberto Mendes Teles
Vitória Alberto Nuno Torgal Simões
Paladinos Alberto Santiago Rodrigues de Sousa
Consenso Alberto Silva Sousa e Cunha
Vitória Alberto Sousa Martins
Montanha Albino Ribeiro Cardoso
José Estevão Alcindo Manuel Pacheco Ferreira da Silva
Vinte Cinco de Abril Alcino José Cardoso Pedrosa
Passos Manuel Alex Tona
Triângulo Chaves Alexandre António Alves Chaves
José Estevão Alexandre Barros de Sousa
Obreiros do Trabalho Alexandre Manuel Santos Paiva
Gomes Freire Alexandre Mesquita Carvalho Fava
União Alexandre Miguel Barbosa Valle de Carvalho
Estrela do Norte Alexis Rodriguez Perez
Fraternidade e Justiça Alfredo Carlos Barroco Esperança
Simpatia e União Alfredo Conceição Ribeiro
Acácia Alfredo João Gouveia Tomé
Universalis Alfredo Jorge Gomes de Sá e
Gomes Freire Alfredo José Sousa Gomes
Fenix Alfredo Luís Carvalho Baptista
Estrela D’Alva Alfredo Ricardo Rezende Tropa
A Revolta Alfredo Salvaterra
Vitória Alfredo Teixeira Costa Pereira
Fraternidade e Justiça Alipio Mendes de Melo
A Revolta Aloísio Albano de Castro Leão
Lusitânia Aloísio Fernando Macedo da Fonseca
Liberdade Álvaro Alberto Negrão de Sousa
Atlântico Álvaro Augusto Tojal
Redenção Alvaro Dias Martins Aroso
O Futuro Álvaro José Carrilho Martins de Medeiros Tavares
Ocidente Álvaro José Ribeiro Gonçalves
Universalis Álvaro Leon Cassuto
Fernandes Tomás Álvaro Manuel Cação Biscaia
Universalis Alvaro Manuel Ricardo Nunes
Redenção Álvaro Morais de Oliveira Canelas de Castro
Sete Colinas Álvaro Ribeiro Monteiro
Atlântico Álvaro Teixeira de Oliveira
Bomtempo Álvaro Veiga
Estrela D’Alva Amadeu Carlos de Oliveira Basto de Lima
Redenção Amadeu José de Figueiredo Carvalho Homem
Fernando Pessoa Amândio da Conceição Silva
Universalis Amândio Peres Jacinto
Alberto Sampaio Américo António Pais Borges
Redenção Américo Manuel da Costa Figueiredo
Ocidente Américo Patricio Cipriano Thomati
Fernando Pessoa Américo Rodrigues Madeira Bárbara
Madrugada Anatólio Dias Falé
Bomtempo André Campos Martins Carreira
Madrugada André Claudino Francisco
O Futuro André da Atalaia Samouco
O Futuro André Franco de Sousa
Acácia André Henriques Suarez Garcia
Fénix André Luciano Rodrigues Camara
Montanha Angelo Miguel Ferreira Marques
Passos Manuel Angelo Miguel Quaresma Gomes Martingo
Vitória Anibal Belo Antunes da Silva
Vitória Antero Anibal Ribeiro da Silva
Redenção Antero Sousa Braga
Atlântico Anthony Laurel
Bomtempo Antoni Assuncion Hernandez
Revolução Antonino da Conceição Ventura
O Futuro Antonino Proença Marques
A Revolta António Abel Garcia Meliço Silvestre
Bomtempo António Adriano de Ascensão Pires Ventura
Universalis António Alberto Alves Pereira Borga
Sete Colinas António Alberto da Cunha Abrantes
Ocidente António Alexandre Picareta Delgado
Luz e Harmonia António Alfredo Avelar Canto Machado
Fraternidade e Justiça António Almeida Santos
União António Álvaro Ferreira Correia Marques
Estrela D’Alva António Alves Fonseca
Madrugada António Armando Agostinho Rodelo
Do Castelo António Armando Dantas de Almeida
Simpatia e União António Armindo de Sousa e Silva
Vitória António Artur Rodrigues da Costa
Liberdade António Athias da Cunha Leal
Fraternidade e Justiça António Augusto Cerveira Cardoso
Alberto Sampaio António Augusto Espinha Ribeiro de Carvalho
Vitória António Augusto Ferraz
Vitória António Augusto Ferreira Nadais
Livre Pensamento António Augusto Lagoa Henriques
Rebeldia António Augusto Marques de Almeida
Fénix António Augusto Pais de Lacerda Ferreira
Redenção António Augusto Vieira Lopes
Acácia António Baltazar Valente Ramos Dias
Madrugada António Becho Grave Caldeira
Liberdade e Justiça António Bento da Silva Galamba
Alberto Sampaio António Bruno Couchinho
Alberto Sampaio António Campos de Morais
Fernandes Tomás António Cândido Alves
Do Castelo António Candido Baltazar Paiva
Século XXI António Cardoso Alves
Passos Manuel António Carlos Antunes Guimarães Côrte-Real
Graal António Carlos dos Santos Gois
Madrugada António Carlos Gonçalves e Carvalho
Humanitas António Carlos Harthley Fernandes Caroço
Fraternidade e Justiça António Carlos Ribeiro Campos
Vitória António Carlos Viçoso Costa Paz
Acácia António Castelo Sérgio Pessoa
8 de Maio António César Quaresma Ventura
Universalis António Cunha Coutinho
Vinte Cinco de Abril António da Conceição Antunes Ribeiro
Fraternidade e Justiça António da Conceição Gonçalves Dias
O Futuro António da Silva Carvalho
A Revolta António David da Costa Hall
Gomes Freire António de Carvalho Medalha
Convergência António de Deus Ramos Ponces de Carvalho
Rebeldia António de Melo Bernardo
A Revolta António Diamantino Marques Lopes
Ocidente António Domingos Pereira Marques
Camões António dos Ramos Domingos e Sousa
Lusitânia António dos Santos Luis
Gravito António dos Santos Maltez
Redenção António Duarte Arnaut
Madrugada António Eduardo Conceição Fortunato
Século XXI António Eduardo Costa Simões
Convergência António Eduardo Garcia Alves Lico
Fraternidade e Progresso Antonio Eduardo S. R. Lobo Vilela
Gravito António Fernando Ferreira Monteiro
Estrela D’Alva António Fernando Marques Ribeiro Reis
Redenção António Fernando Monteiro
Liberdade e Justiça António Fernando Reis Gil
A Revolta António Fernando Rodrigues Costa
Liberdade e Justiça António Filipe Leite e Pereira da Silva
Fénix António Francisco Canhota Santana
Vinte Cinco de Abril António Francisco Felício Correia
A Revolta António Francisco Matos Martins Ferreira
Passos Manuel António Freitas Azevedo
União António Graça Teixeira da Silva
Paladinos António Henrique Machado Capelas
dos Hereges António Henrique Rodrigo de Oliveira Marques
Ocidente António Henrique Rodrigues Roseiro
Vitória António Inácio Gomes da Mota
Liberdade e Justiça António João Lente Rodrigues da Silva
Arcádia António João Varela Simões Monteiro
Fernando Pessoa António Joaquim Catarino Raimundo
Livre Pensamento António Joaquim da Silva Faria
Alberto Sampaio António Joaquim de Almeida Henriques
Liberdade e Justiça António Joaquim Lameira Vivas
Redenção António Joaquim Mariano Pego
Utopia António Joaquim Pires da Silva
Lusitânia António Joaquim Rebelo dos Reis Lamego
Lusitânia António Joaquim Rodrigues Lopes
8 de Maio António Jorge Bigotte Oliveira Santos
Revolução António Jorge Martins Barata
Do Castelo António Jorge Ramos Soares
Vitória António Jorge Tavares Costa de Jesus
Cidadania e Laicidade António José Alberto Ladeira
Ocidente António José Andrade Boronha
Sete Colinas António José André Inácio
Intervenção António José Boléo Abranches Vidigal
Graal António José Candeias Coelho
Sete Colinas António José Carvalho Ferreira
Do Castelo António José Cerejo Pinto Pereira
Sete Colinas António José Costa
Sete Colinas António José Coutinho Lopes Cabral
Vinte Cinco de Abril António José da Silva Moreira
Liberdade e Justiça António José da Silva Robalo Cordeiro
Passos Manuel António José de Aguiar Monteiro Pinho
Simpatia e União António José de Almeida de Abreu
Aurora Alentejana António José de Carvalho Domingues Firmo
Vitória António José de Oliveira Couto
Acácia António José de Pina Pereira
Ocidente António José de Sousa Matos
Liberdade António José do Castro Guerra
Utopia António José do Nascimento Minhalma
União António José Ferreira Santa Comba
Montanha António José Filipe dos Santos
Fraternidade e Justiça António José Gonçalves Castanheira Jorge
Rebeldia António José Gonçalves Martins
Acácia António José Macieira Antunes
Redenção António José Martinho Marques
Simpatia e União António José Martins Ferreira
Vitória António José Monteiro de Pinho
Revolução António José Moreira Vilhena Nogueira
Livre Pensamento António José Moutinho Pereira
Obreiros do Trabalho António José Ribeiro de Almeida Taurino
Fraternidade e Justiça António José Rodrigues Gonçalves
Camões António José Rodrigues Henriques
Camões António José Rodrigues Neto
Triângulo Chaves António José Roque da Costa
União António José Rosas Silva Pereira
Fraternidade e Justiça António José Santinho Pacheco
O Futuro António José Tomas Santos Bento
Liberdade António José Valente
Estrela D’Alva António José Xavier Cunha
Lusíadas Renascida António Júlio Soares de Oliveira
Montanha António Justino Alves Ribeiro
Passos Manuel António Leonel Gomes de Pinho Caetano
Cidadania e Laicidade António Leonel Marques Graça
Fraternidade e Progresso António Lobo Vilela
Intervenção António Lopes Batalha
Alberto Sampaio António Lúcio Rodrigues
Alberto Sampaio António Luis Gonçalves da Costa Martins
Do Castelo António Luis Marinho de Castro
A Revolta António Luzio Vaz
Universalis António Manuel Afonso Barata Camões
Liberdade António Manuel Almeida Salvador
Livre Pensamento António Manuel Barata Pereira Gomes
Arcádia António Manuel Beato Ribeiro da Cruz
Redenção António Manuel Brandão Gomes Costa
Gomes Freire António Manuel Branquinho Caseiro
Vinte Cinco de Abril António Manuel Caeiro
Delta António Manuel Chaves Fernandes Fidalgo
Simpatia e União António Manuel Clemente Lima
Convergência António Manuel Costa Peixoto
Triângulo Vila Real S. António António Manuel de Carvalho Costa
Convergência António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino
Do Castelo António Manuel de Jesus Faustino Silva Garcia
Gomes Freire António Manuel de Oliveira Pires
Arcádia António Manuel Dias Baptista
Aurora Alentejana António Manuel Dias Pereira Santos Pinheiro
Século XXI António Manuel dos Anjos Mourão
Redenção António Manuel dos Santos Arnaut
Vinte Cinco de Abril Antonio Manuel Estevão Amante
José Estevão António Manuel Fernandes da Silva Ribeiro
Universalis António Manuel Garcia dos Reis
Triângulo Tomar António Manuel Godinho Paulo
Rebeldia António Manuel Henriques Fernandes
Aurora Alentejana António Manuel Leitão Cavacas
Gravito António Manuel Leite Ramalho
Madrugada António Manuel Machado Fernandes Novaes
Tolerância António Manuel Maldonado Gonelha
Fernandes Tomás António Manuel Pereira da Silva
O Futuro António Manuel Pinto Basto Ribeiro Ferreira
Simpatia e União António Manuel Ribeiro dos Anjos Machado
Ocidente António Manuel Ribeiro Mendes
Triângulo de Vila Real António Manuel Rodrigues
Lusíadas Renascida António Manuel Rodrigues da Mota
Intervenção António Manuel Rodrigues Nunes Diogo
Livre Pensamento António Manuel Rodrigues Vieira
A Revolta António Manuel Vilhena
Rebeldia António Maria Balcão Vicente
Fraternidade e Progresso António Maria da Conceição Júnior
Obreiros do Trabalho António Maria da Fonseca
União António Maria Lobo de Vasconcelos Corte-Real
Simpatia e União António Maria Pacheco do Passo
Humanitas António Maria Ramos Ricardo
Vinte Cinco de Abril António Maria Rodrigues Soares
Harmonia António Martins Alonso Cerdeiras
Camões António Martins Gonçalves Pedro
Redenção António Miguel Bastos Martins Ferrão
Revolução António Miguel Ribeiro Pinheiro
Gravito António Montenegro da Cunha Fiúza
Vitória António Morais Ribeiro
Simpatia e União António Neves Pereira
Coerência António Paulo Martins Pereira Coelho
Fénix António Paulo Roque Lira Leite
Vitória António Paulo Salvado de Lima Moreira
Aurora Alentejana António Paulo Santiago Jorge
Delta António Pedro Batista Carvalho Bona
Coerência António Pedro Melo Goulão dos Santos Taborda
Transparência António Pedro Pires
Lusíadas Renascida António Pereira de Vasconcelos
Redenção António Pires de Carvalho
A Revolta António Quintas Queiroz Aguiar
8 de Maio António Ramos da Silva
Século XXI António Ramos Preto
Bomtempo António Rebelo Delgado Tomás
Cidadania e Laicidade António Ribeiro Gameiro
Obreiros do Trabalho António Ricardo de Oliveira Vieira Machado
Tolerância António Roque de Andrade Afonso
Bomtempo António Samuel Henriques da Costa
Montanha António Segadães Madeira Tavares
Liberdade e Justiça António Sérgio da Silva Abrantes Mendes
Simpatia e União António Sérgio Fernandes Lebres
Obreiros do Trabalho António Sérgio Ferreira Borges
Tolerância António Valdemar J. Medeiros Torres
Intervenção António Vasco Pereira de Oliveira Costa
Triângulo Vila Real S. António António Vitorino Pereira
Vinte Cinco de Abril Aprigio Ramalho
Liberdade Aquilino Ribeiro Machado
Fénix Ari José Marques de Carvalho
Gravito Arlindo José Silva da Cunha
Tolerância Arlindo Pereira Almeida
8 de Maio Armando Augusto Alves Martinho
Camões Armando Augusto Pinto da Silva
Montanha Armando Augusto Rod. de Figueiredo e Silva
Transparência Armando Ferreira Gomes
Vitória Armando José Moreira
Fénix Armando Luís Gomes de Carvalho Homem
Vinte Cinco de Abril Armando Pinheiro Isaac
Passos Manuel Armando Pinto Bento
O Futuro Armando Pulquério Antunes de Castro
Transparência Armando Santinho Cunha
Luz e Harmonia Armando Saraiva Teixeira
A Revolta Arménio Alberto Tavares da Silva
8 de Maio Armindo Augusto Martins da Silva Andrade
Simpatia e União Armindo Ribeiro Cardoso
José Estevão Armindo Salgado Martinho
Século XXI Arnaldo Adérito Carvalho João
Obreiros do Trabalho Arnaldo Afonso Botelho Guedes
Vitória Arsénio Oliveira Leite
Montanha Artur Fernandes Batista
Ocidente Artur José Gonçalves Gomes
Montanha Artur José Tavares Azevedo da Costa Lindo
Vinte Cinco de Abril Artur Junqueiro Sarmento
Passos Manuel Artur Machado de Campos Rangel
Gravito Artur Manuel Pereira Marques
A Revolta Artur Manuel Sales Guedes Coimbra
República Artur Manuel Santana das Dores
Honra e Dignidade Artur Martinez Marinho
Liberdade e Justiça Artur Miguel Claro da Fonseca Mora Coelho
Fernando Pessoa Artur Miguel Gomes Ferraz
Vinte Cinco de Abril Artur Pita Alves
Ocidente Artur Ramon da Rocha de la Féria
Vinte Cinco de Abril Artur Rodrigues Pereira dos Penedos
O Futuro Asdrúbal de Matos Fernandes
Rebeldia Augusto Artur da Silva Pereira Brandão
Obreiros do Trabalho Augusto Fontes Baganha
Revolução Augusto Gonçalves Dias
O Futuro Augusto Joaquim Franco Bélico de Velasco
Redenção Augusto José Monteiro Valente
Redenção Augusto Rogério Leitão
República Augusto Silva Gomes
Acácia Aureliano Oliveira das Neves
Simpatia e União Aurélio Gomes Veiga
Fernando Pessoa Áureo Zannotta Villagra
Rebeldia Avelino Augusto Pacheco dos Santos
Livre Pensamento Avelino José da Costa e Sousa
Madrugada Barnabé Francisco Primo Pisco
A Revolta Belmiro Moita da Costa
Estrela do Norte Belmiro Moreira de Sousa
Liberdade e Justiça Belmiro Pereira de Sá Leão
Fraternidade e Justiça Benigno Brito Gomes
Vitória Bento Gonçalves da Cruz
Obreiros do Trabalho Bernard Jean-Marie Seynaeve
Fraternidade e Progresso Bernardino Tomé Galvão
Fernando Pessoa Bernardo José Martins Pereira
Passos Manuel Bruno Alexandre Batista dos Santos
Tolerância Bruno Andrade de Mendonça
Delta Bruno Filipe Barata Rebelo Ferreira
Bomtempo Bruno Ricardo Pinto Reimão Gonçalves Rosa
A Revolta Camilo Duarte dos Santos Cruz
Acácia Camilo Duarte Inácio
Gomes Freire Camilo Manuel Fialho dos Santos Barata
Liberdade Carlos Alberto Martins Couceiro
Passos Manuel Carlos Abílio Moreno
Atlântico Carlos Albano Ribeiro
Estrela D’Alva Carlos Alberto Afonso Rebelo
Intervenção Carlos Alberto Alvarez de Faria e Chagas
Vinte Cinco de Abril Carlos Alberto Carranca de Oliveira e Sousa
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Carvalho Castanheira
Ocidente Carlos Alberto Clemente Frazão
Triângulo de Vila Real Carlos Alberto Coelho Pires
Transparência Carlos Alberto Cordeiro Coelho
Rebeldia Carlos Alberto da Assunção Alho
Graal Carlos Alberto da Silva Fonseca
Liberdade Carlos Alberto de Carvalho
Vinte Cinco de Abril Carlos Alberto Dias dos Santos
Fraternidade e Progresso Carlos Alberto dos Santos Marreiros
Liberdade e Justiça Carlos Alberto Fernandes
Madrugada Carlos Alberto Frias Barata
Estrela do Norte Carlos Alberto Gomes Dias Guimarães
Simpatia e União Carlos Alberto Gomes Lopes
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Gonçalves da Costa
Simpatia e União Carlos Alberto Gonçalves Estorninho
Montanha Carlos Alberto Idães Soares Fabião
Ocidente Carlos Alberto Leitão Capelas
Ocidente Carlos Alberto Lopes Martins
Simpatia e União Carlos Alberto Lopes Wahnon de Araújo
Aurora Alentejana Carlos Alberto Lourenço Cunha
Alberto Sampaio Carlos Alberto Marques Paiva
Liberdade Carlos Alberto Martins da Silva Poiares
Consenso Carlos Alberto Medina Freitas Lopes
Acácia Carlos Alberto Monteiro Bicas
Graal Carlos Alberto Monteiro Dias da Graça
Tolerância Carlos Alberto Monteiro Granês
Do Castelo Carlos Alberto Monteiro Rodrigues de Oliveira
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Nunes Dias
Livre Pensamento Carlos Alberto Oliveira Damas
Simpatia e União Carlos Alberto Pereira Correia
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Pereira dos Ramos
Universalis Carlos Alberto Pestana Barros
Damião de Góis Carlos Alberto Pinto Ferreira
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Raposo Santana Maia
Montanha Carlos Alberto Ribeiro Mota
Obreiros do Trabalho Carlos Alberto Silva de Almeida
Liberdade Carlos Alberto Sobral Marques da Costa
Honra e Dignidade Carlos Alberto Tavares Dias de Brito
Sete Colinas Carlos Albino Cabral
Rebeldia Carlos Almerindo Filipe Tembe
Delta Carlos Amante Crujeira
Lusíadas Renascida Carlos Amilcar Armando da Cruz Lima
Coerência Carlos Ângelo Ferreira Monteiro
Fernandes Tomás Carlos António Duarte Cachulo Costa
Convergência Carlos António Moutinho de Carvalho Macedo
Universalis Carlos António Pitacas Antunes
Fraternidade e Justiça Carlos Artur Simões Esteves Maia
Fraternidade e Justiça Carlos Augusto Inácio da Fonseca
Livre Pensamento Carlos Augusto Lopes Amado dos Santos
Fraternidade e Progresso Carlos Avila
Fraternidade e Justiça Carlos Bessa Ferreira
O Futuro Carlos Caranguejeiro
Fernando Pessoa Carlos da Silva Amaral
Vitória Carlos da Silva Teixeira Mourão
Do Castelo Carlos Eduardo Ferro Gomes
Intervenção Carlos Eduardo Rodrigues Nunes Diogo
José Estevão Carlos Eduardo Teixeira Mendes
Bomtempo Carlos Eugénio Cícero Silva
República Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias
Atlântico Carlos Fernandes da Silva
Universalis Carlos Fernando Campos Ventura
Madrugada Carlos Francisco Ferreira da Silva
Acácia Carlos Henrique Gomes Villar
Liberdade Carlos Henrique Prata Dias da Costa
Atlântico Carlos Isidoro da Silva Oliveira
Passos Manuel Carlos Jorge dos Reis Meirinho Gonçalves
Madrugada Carlos Jorge Ferreira Garcia Madeira
Delta Carlos Jorge Gonçalves Soares Fabião
Bomtempo Carlos José Brás Geraldes
Rebeldia Carlos José Campos de Andrada
8 de Maio Carlos José Faria Cortes
A Revolta Carlos José Luzio Vaz
Madrugada Carlos José Mota Alves
Fénix Carlos Laufkoetter Sarmento
Lusíadas Renascida Carlos Manuel Amaral de Vasconcelos
Delta Carlos Manuel Baeta Barata
José Estevão Carlos Manuel Brandão Perdigão
O Futuro Carlos Manuel Cardoso da Costa Pires
Vinte Cinco de Abril Carlos Manuel Cardoso Lopes
Fernandes Tomás Carlos Manuel Cardoso Rodrigues Beja
Universalis Carlos Manuel Correia França
O Futuro Carlos Manuel da Conceição Alves Costa
A Revolta Carlos Manuel da Silva Páscoa
Atlântico Carlos Manuel de Freitas Salomé
Arcádia Carlos Manuel Ferreira Caetano
Gomes Freire Carlos Manuel Frazão Vitorino
Montanha Carlos Manuel Grave Campos
Intervenção Carlos Manuel Luis
Madrugada Carlos Manuel Martins
Graal Carlos Manuel Pereira Andrade Costa
Convergência Carlos Manuel Saramago Pinto
Livre Pensamento Carlos Manuel Valentim Aurélio
Montanha Carlos Miguel Bravo Lourenço
Gravito Carlos Miguel de Almeida Campos Pereira
Delta Carlos Miguel Ferreira
Obreiros do Trabalho Carlos Morais dos Santos
Do Castelo Carlos Neves Marques da Silva
Tolerância Carlos Oliveira Fontoura
Liberdade e Justiça Carlos Ribeiro Nunes
Fraternidade e Progresso Carlos Roldão Lopes
Alberto Sampaio Carlos Salvador Pinto da França Raposo
Vitória Carlos Silva Dias
Delta Carlos Vitor Machado
Madrugada Carolino José Nunes Monteiro
Lusíadas Renascida Casimiro Joaquim Pereira da Silva
Redenção Casimiro Soares Simões
Obreiros do Trabalho Casimiro Tomásio Ferreira
Fénix Cédric Claude Bernard Grueau
Sete Colinas Celestino Soares Monteiro
Livre Pensamento Celso Afonso Castro de Jesus Soares
Consenso Celso José das Neves Manata
Obreiros do Trabalho Celso Manuel Gomes Ferreira
Alberto Sampaio Celso Oliveira Neto
Montanha César Manuel Coelho de Oliveira
Intervenção Cesário José Simões Martinho
Acácia Cícero Cavalheiro
União Cícero Pereira da Silva
Ocidente Cilio Pereira Correia
Humanitas Cipriano de São José Santos Oliveira
Ocidente Cipriano Pires Justo
Gomes Freire Claude Frederic Balestra
Vinte Cinco de Abril Constantino Paulo Santos Almeida
Montanha Custódio Azevedo Fidalgo Castelo
Montanha Custódio João Vilela Maldonado de Freitas
Cidadania e Laicidade Daniel Fonseca dos Reis
Liberdade Daniel Gomes de Pinho
Acácia Daniel Madeira de Castro
Cidadania e Laicidade Daniel Molmgreen de Oliveira
Rebeldia Daniel Neves Sales Grade
Montanha Dário Miguel Vieira Duarte Pereira
Redenção David Abreu Felino Carvalhão
Vitória David Custódio Gomes Magalhães
Fernando Pessoa David Franklin Nunes Garcia
Gomes Freire David José Gomes
Ocidente Delberto Constatino Araujo de Aguiar
Século XXI Dimas Ferreira Pestana
Vitorino Nemésio Dimas Manuel Simas da Costa Lopes
Obreiros do Trabalho Dinis Augusto Escudeiro
Fénix Diniz Jacinto Marçal Nunes
Livre Pensamento Diogo Afonso Cristina Patricio
Humanitas Diogo Feijóo Leão Campos Rodrigues
Montanha Diogo Manuel de Oliveira Bernardo Monteiro
Montanha Domingos Branco Coelho
Triângulo Guimarães – nº 368 Domingos José Ferreira Nobre
República Dórdio Leal Guimarães
Universalis Douglas Liberti Incáo Junior
Convergência Duarte Facco Viana Álvares Calvão
Luz e Harmonia Duarte Jorge Barbara
Vinte Cinco de Abril Duarte Nuno Alves Climaco Pinto
União Durval Arnaldo Pereira de Brito
O Futuro Edgar Fernando Camacho da Rocha
O Futuro Edmundo Fernando Paula de Assunção
Vinte Cinco de Abril Edmundo Pedro
Madrugada Eduardo Alberto Lopes Soares
Acácia Eduardo Cardeano Monteiro Pereira
Luz e Harmonia Eduardo Carlos Neves de Noronha
Delta Eduardo Costa Dias Martins
Paladinos Eduardo da Natividade Jesus
Madrugada Eduardo Henrique Coelho Moos
Gomes Freire Eduardo Jorge Valdez Fatela dos Santos
Harmonia Eduardo José Lascasas Moreira dos Santos
Montanha Eduardo José Mourão da Silva e Costa
Tolerância Eduardo Manuel Camacho Ascenção
Acácia Eduardo Manuel Franco Madeira
Fernando Pessoa Eduardo Manuel Lobo da Costa Simões
Triângulo de Vila Real Eduardo Moreira Vaz Cardoso
União Eduardo Paulo Ferreira de Sá
Redenção Eduardo Reinaldo Ferro Alves
O Futuro Eduardo Santos Fernandes Bugalho
Gomes Freire Eduardo Vieira Coelho
Simpatia e União Éldio Marques Vaz
Cidadania e Laicidade Élio Amador Bernardino
Simpatia e União Elisio Costa Santos Summavielle
Coerência Emanuel José de Oliveira Alves
Universalis Emídio Arnaldo Freitas Rangel
Vinte Cinco de Abril Emidio Guerreiro
Estrela D’Alva Emilio Augusto Simão Ricon Peres
Delta Emílio Miranda Alvarez
Simpatia e União Ernest Alberto Theile
Universalis Ernesto Manuel de Freitas Lomelino Gomes Machado
Honra e Dignidade Estevão José Pedro Kachiungo
Coerência Estevão Lavado Espadilha
Estrela D’Alva Estevão Roberto Ribeiro
Universalis Estevão Rodigues Pires Moura
Graal Euclides Soares Teixeira
Fraternidade e Justiça Eugénio Borges Gonçalves
Estrela do Norte Eugénio Fernando Rietsch Monteiro
José Estevão Eugénio Maria da Cruz Azevedo- Candido de Azevedo
Humanitas Eugénio Oscar Filipe de Oliveira
Fraternidade e Justiça Eugénio Tavares Fróis
A Revolta Eurico Manuel Soares Fernandes
Redenção Fausto José Dias Duarte dos Santos
Alberto Sampaio Fausto Lucas Martins
Revolução Fausto Sousa Correia
A Revolta Fernando Abel Simões
8 de Maio Fernando Afonso dos Anjos Silva
Damião de Góis Fernando Alberto Pereira Marques
Tolerância Fernando Albino Canhão da Graça
Simpatia e União Fernando Alves Marques Mano
Livre Pensamento Fernando António Palma Raposo
Madrugada Fernando Arnaldo Duarte de Carvalho
Gomes Freire Fernando Augusto de Deus Cirilo Gil
Montanha Fernando Augusto de Oliveira Sacramento
Humanitas Fernando Augusto Gonçalves de Carvalho
Redenção Fernando Baeta Cardoso do Vale
Bomtempo Fernando Carmino da Silva Marques
Montanha Fernando César Antunes Costa
José Estevão Fernando Cruz Pacheco
Liberdade Fernando da Costa Nicolau
Fraternidade e Progresso Fernando da Silva Pinto Ribeiro
Redenção Fernando de Jesus Regateiro
Triângulo Vila Real S. António Fernando de Sant’Águeda Gutierres Reis
Ocidente Fernando de Sousa Brito e Cunha
Ocidente Fernando Dias Nogueira
A Revolta Fernando dos Santos Andrade Porto
Atlântico Fernando Ferreira Lino
A Revolta Fernando Freire
Fernandes Tomás Fernando Góis Moço
Estrela D’Alva Fernando Gomes Afonso
Convergência Fernando Gonçalves Carvalho e Oliveira
Liberdade e Justiça Fernando Graça Gil
Arcádia Fernando Helder Silvestre Romero
Tolerância Fernando Joaquim Carneiro
Paladinos Fernando Jorge Carneiro Mascarenhas
República Fernando Jorge Giesteira de Castro Gonçalves
Revolução Fernando José Borges
Intervenção Fernando José Carrilho Ribeiro Leitão
Lusitânia Fernando José Correia Cabecinha
Alberto Sampaio Fernando José de la Vieter Ribeiro Nobre
Utopia Fernando José dos Santos Anastácio
Fraternidade e Justiça Fernando José Duarte Ventura Gomes
Camões Fernando José Fernandes Baginha
Consenso Fernando José Ferreira Lucas Bação
Rebeldia Fernando José Lopes Nogueira
Montanha Fernando José Martins Palma
Simpatia e União Fernando José Reino
Revolução Fernando José Ribeiro Cavaleiro da Maia Valle
Camões Fernando José Venâncio Pereira
Arcádia Fernando José Vicente Mendes
Fernandes Tomás Fernando Lopes Cardoso
Montanha Fernando Lourenço Antunes
Fraternidade e Progresso Fernando Lynn da Rosa Duque
Simpatia e União Fernando Manuel Alves da Cruz Garcia
Cidadania e Laicidade Fernando Manuel Amaro Pratas
Sete Colinas Fernando Manuel Cardoso Coelho
Fraternidade e Justiça Fernando Manuel Carvalho Castanheira
Delta Fernando Manuel Carvalho de Almeida
Rebeldia Fernando Manuel Costa Labescat
Fernando Pessoa Fernando Manuel da Silva e Costa
Século XXI Fernando Manuel Dionísio Saraiva
Universalis Fernando Manuel Ferrão Castel-Branco Sacramento
Universalis Fernando Manuel Lima Valadas Fernandes
Convergência Fernando Manuel Lúcio Marques da Costa
Redenção Fernando Manuel Marques Rodrigues
Liberdade e Justiça Fernando Manuel Moreira Lopes
Fénix Fernando Manuel Pereira Azevedo e Sá
Ocidente Fernando Manuel Pinheiro Mendes
Arcádia Fernando Manuel Rodrigues das Neves Vicente Mendes
Harmonia Fernando Manuel Silva Capela Miguel
Gomes Freire Fernando Medeiros Bonfante
Revolução Fernando Mendes Figueira Henriques
Bomtempo Fernando Miguel Bernardes
Fernando Pessoa Fernando Miranda Borges Gonçalves
Obreiros do Trabalho Fernando Moura Marques
Vinte Cinco de Abril Fernando Paulo Estrela Pinho Almeida
Do Castelo Fernando Pedro Peniche de Sousa Moutinho
A Revolta Fernando Pereira da Silva
Universalis Fernando Reis Condesso
A Revolta Fernando Ribeiro Dias
Século XXI Fernando Simões Henriques
Redenção Fernando Tomás Simões de Oliveira
Ocidente Fernando Vieira da Cruz
Obreiros do Trabalho Fernão Augusto de Araújo Vicente
Consenso Filipe Alexandre Aleman Ferreira Serrano
Liberdade e Justiça Filipe João Marques Caçapo
Sete Colinas Filipe Jorge Larsen de Assis Costa Rodrigues
Acácia Filipe José Guerreiro Palma
Vinte Cinco de Abril Filipe Madeira Marques Fraústo da Silva
José Estevão Filipe Manuel Espinha Soares da Silva
Sete Colinas Filipe Mesquita Vital
Honra e Dignidade Filipe Miguel S. Fontoura de Sousa Marto
Liberdade Filipe Rino Coelho
Vitória Firmino Jesus do Couto
Delta Firmino Ribeiro Mendes
Gomes Freire Flávio Dalto
Obreiros do Trabalho Flávio Gomes Pereira
Fernando Pessoa Floriano João Nunes Batista
Utopia Francis Tondeur
Damião de Góis Francisco José Paixão Braz Pinto
Redenção Francisco Abranches Marta
Passos Manuel Francisco Alberto Fidalgo Ferro de Beça
Sete Colinas Francisco Alexandre de Sintra e Janes Semedo
Fernando Pessoa Francisco Álvaro Magalhães de Carvalho
Rebeldia Francisco António Ribeiro da Costa
Fraternidade e Justiça Francisco Borges Garcia
Estrela D’Alva Francisco Carlos Duarte de Azevedo
Universalis Francisco Guilherme Serranito Nunes
Obreiros do Trabalho Francisco Henrique Espinheira Fonseca
Aurora Alentejana Francisco Inácio Morita Coimbra
Madrugada Francisco Joaquim Maneira Câncio
Atlântico Francisco Jorge Batel Marques
Vitorino Nemésio Francisco Jorge da Silva Ferreira
Lusíadas Renascida Francisco José Alves Teixeira
Redenção Francisco José Antunes Paz
Ocidente Francisco José Cardoso dos Reis
Madrugada Francisco José Coelho de Sousa Ferreira da Silva
Estrela do Norte Francisco José Dias Santos Barbosa Monteiro
Ocidente Francisco José Domingos Cardoso
Redenção Francisco José Fortunato Soares
Tolerância Francisco José Gentil Berger
Vitória Francisco José Guerra da Mota
Fraternidade e Justiça Francisco José Marques Borges Garcia
Cidadania e Laicidade Francisco José Nascimento Silva
União Francisco José Neves dos Santos
Damião de Góis Francisco José Tavares Gordo
Madrugada Francisco Manuel Carromeu Gomes
Redenção Francisco Manuel Coelho Ferreira Pimentel
Aurora Alentejana Francisco Manuel da Silva Rosa
8 de Maio Francisco Manuel de Jesus Neves
Tolerância Francisco Manuel dos Reis Caldeira
Estrela D’Alva Francisco Manuel Manso de Faria
Liberdade Francisco Manuel Marcelo Monteiro Curto
Ocidente Francisco Manuel Marques Bandeira
Vitória Francisco Manuel Moreira Gomes Remelgado
Universalis Francisco Maria Correia de Oliveira Pereira
Estrela D’Alva Francisco Maria Soares Lopes Figueira
Redenção Francisco Mateus Barreirinhas
Acácia Francisco Moita Flores
Coerência Francisco Nuno Costa de Melo Biscaia
Luz e Harmonia Francisco Sabélio Nobrega Lobo
Convergência Francisco Simões Gomes
Montanha Francisco Ventura Soares Feio
Madrugada François Marcel Léon Guibert
Simpatia e União Franklin Nunes Santana Casal
Fernandes Tomás Franklin Ramos Gaspar
Universalis Frederico António Kosian Gomes de Almeida
Camões Frederico Florentino Simões Melaneo
Fernando Pessoa Frederico Guilherme Magalhães
Delta Frederico Manuel Carvalhão Gil
Fernando Pessoa Gedião Vargas da Silva
Tolerância Germano dos Santos Alves
Estrela D’Alva Gervásio Vilela Ferreira Viana
Passos Manuel Gil Manuel Barbosa de Magalhães Ferreira
Fernando Pessoa Gilberto Gil Umbelina
Liberdade e Justiça Gonçalo Matos Correia de Almeida Velho
Cidadania e Laicidade Gonçalo Miguel Pedro Salgueiro
Coerência Gonçalo Nuno Ferreira Ribeiro Alves
Cidadania e Laicidade Gonçalo Nuno Gonçalves Crespo Cardoso
José Estevão Gualter Viriato Nunes Basilio
José Estevão Guilherme Augusto Espinha Ribeiro de Carvalho
Vinte Cinco de Abril Guilherme da Costa Ferreira
8 de Maio Guilherme Elísio Rodrigues Tralhão
Obreiros do Trabalho Guilherme Manuel Domingues Marques
José Estevão Guilherme Pestana Godinho
Liberdade Gustavo Soromenho
União Heitor Alves Bessa
Vitória Helder Firmino Ribeiro Pereira
Convergência Helder Gonçalo Pires da Conceição
Lusíadas Renascida Helder José dos Santos Trigo
Século XXI Helder Manuel da Silva Monte
Tolerância Helder Santos da Silva Freire
Liberdade Henrique Brito Tovar Faro
Estrela D’Alva Henrique dos Santos Aparício
Estrela D’Alva Henrique Eduardo Torres Carmona
Delta Henrique Gomes Bernardo
Liberdade Henrique Jorge Cabral da Silva
Simpatia e União Henrique Jorge de Almeida Martins Coelho
Gomes Freire Henrique José Cabrita Franco
A Revolta Henrique José Lopes Fernandes
Convergência Henrique Manuel Batista Costa Monteiro
União Henrique Sá Pereira Miguel
Cidadania e Laicidade Henrique Vicente Paixão de Oliveira
Fernandes Tomás Herculano Ramos Rocha
Redenção Hermano de Deus Nobre Alves
A Revolta Herminio de Oliveira Palmeira
Do Castelo Hernâni do Espírito Santo Nunes
Livre Pensamento Hernani José Pereira Duarte da Costa
Obreiros do Trabalho Honório Barbosa
Fraternidade e Justiça Horácio André Antunes
Acácia Horácio Crespo Pedrosa Faustino
Cidadania e Laicidade Horácio Martins de Vale César
Acácia Horácio Pires Gonçalves Ferreira Saraiva
Transparência Hugo Martins Gonçalves Ferrão
Fénix Hugo Rafael Roque Faria
Cidadania e Laicidade Hugo Renato Ferreira Cristovão
8 de Maio Humberto Alexandre Marçal Tomás Martins
Livre Pensamento Humberto Duque Monteiro Leite
Lusitânia Humberto Fernando Sérgio Baptista Costa
8 de Maio Humberto Jorge da Conceição
Montanha Humberto Luis Manuel Modas Daniel
Livre Pensamento Humberto Sertório Fonseca Rodrigues
Lusitânia Idalino André Rodrigues do Nascimento Magrinho
Delta Igor Baluka Boal Roçadas Marmota
Universalis Ilidio José Silvestre Nunes
Século XXI Ilidio Pelicano Lopes da Cunha
Passos Manuel Ilidio Renato Garrido Matos Pereira
Livre Pensamento Inácio Ludgero Gomes Fernandes
Simpatia e União Isaac Wambembe
Montanha Isaurindo José Abegão
Atlântico Ivan Leonardo Sanchez Toro
Gomes Freire Ivo Manuel dos Santos Patricio
Acácia Jacinto do Patrocinio Gasparinho Correia
Redenção Jaime A. Simões Ramos
Convergência Jaime Alvarez Pina
A Revolta Jaime Brás de Carvalho
O Futuro Jaime Carlos da Silva Corbal Moreira
Século XXI Jaime Manuel de Pinho Crato
República Jaime Manuel Pereira Mendes
Lusitânia Jaime Octávio Pires Fernandes
Do Castelo Jaime Sampaio Louro
Delta Jan Cabri
Vinte Cinco de Abril Januário Souto de Almeida
Graal Jayme Ferrer de Oliveira Soeiro Caetano Carvalho
Fénix Jean Claude Tavera
Acácia João Abel de Oliveira Lemos Gonçalves Novo
Gomes Freire João Alberto Batista Neves
Vinte Cinco de Abril João Alberto Correia
Liberdade João Alberto de Oliveira Cachado
Triângulo de Vila Real João Alberto Miranda de Azevedo
Convergência João Alberto Santos Pavão Nunes
Alberto Sampaio João Alfredo Felix Vieira de Lima
Humanitas João Aníbal Heitor Ratinho
Delta João Anibal Ribeiro Fernandes
Montanha João António Gomes de Proença
Do Castelo João António Gouveia dos Santos
Madrugada João António Horta Morais
Liberdade e Justiça João António Leal Cruz Franco
Cidadania e Laicidade João António Santos Silva Rodrigues
Triângulo Castelo Branco João Antunes Baltazar
Madrugada João Artur Branco da Fonseca Pascoal
Fénix João Artur Neves de Castro Peral
Rebeldia João Augusto Amaral Rocha Oliveira
A Revolta João Aurélio Sansão Coelho
Simpatia e União João Barroso Soares
Bomtempo João Batista Ferreira da Silva
Vitória João Batista Vasconcelos Miranda Magalhães
Alberto Sampaio João Bernardino Dias Figueiredo
Utopia João Caldeira Romão
Gravito João Campos da Silva Coelho
O Futuro João Cardona Gomes Cravinho
Acácia João Carlos Caneira Antunes
Sete Colinas João Carlos dos Santos Catarino Oliveira
Montanha João Carlos Farelo Sacramento
Do Castelo João Carlos FernandesCosta
Universalis João Carlos Graça Camacho
Acácia João Carlos Leal de Matos
Cidadania e Laicidade João Carlos Lopes de Melo
Universalis João Carlos Marcelo
Transparência João Carlos Matos da Cunha
Honra e Dignidade João Carlos Pessa de Oliveira
Triângulo Castelo Branco João Carlos Rolão Baltazar
Honra e Dignidade João Carlos Socha Pereira
Estrela D’Alva João Correia Colaço
Fraternidade e Justiça João da Cruz Marques
Obreiros do Trabalho João Daniel Neves Botelho Nunes
Simpatia e União João David Pinto Correia
Estrela d’Alva João de Deus Ramos Ponces de Carvalho
O Futuro João de Deus Rodrigues Pires
Universalis João Dias das Neves
Passos Manuel João Diogo Ferreira Barbosa
Alberto Sampaio João Duarte da Silva Ferreira da Cruz
Simpatia e União João Eduardo de Melo de Oliveira e Sobral Costa
José Estevão João Eduardo Ribeiro Castanheira Nunes
Graal João Eusébio da Fonseca
Triângulo Vila Real S. António João Faustino Carlota Ribeiro
Redenção João Fernandes
Fernando Pessoa João Fernandes Martins
Do Castelo João Fernando Amaral Carvalho
Rebeldia João Fernando Goulão Pinto
Universalis João Fernando Neto Abrantes Serra
Lusitânia João Fernando Tocha de Faro Coelho
Obreiros do Trabalho João Ferreira da Silva
Delta João Filipe Brás Fontes Frade
8 de Maio João Francisco Ferreira Palmeiro
Alberto Sampaio João Francisco Lourenço Roseiro Botelho
Obreiros do Trabalho João Frederico Sousa Peres de Drumond Ludovice
José Estevão João Geraldes Freire
União João Geraldo dos Reis Correia Pinto
Paladinos João Gouveia Ferreira
Fraternidade e Progresso João Guedes
República João Henrique de Almeida Rainho
Passos Manuel João Joaquim Sousa Sobral
Lusíadas Renascida João Jorge de Abreu Gonçalves
Madrugada João José Alcaide Duarte
dos Hereges João José Alves Dias
O Futuro João José Andrade dos Santos Tavares
A Revolta João José da Fonseca e Costa Soares
Camões João José do Carmo Delgado
Liberdade e Justiça João Luis Costa Nunes
Aurora Alentejana João Luis Latas Lázaro
Simpatia e União João Luis Valente Pires
Liberdade João Luz Ribeiro da Silva
Redenção João Manuel Alves de Moura Pereira
Rebeldia João Manuel Ascenção Belém
Transparência João Manuel Borges de Azevedo
Honra e Dignidade João Manuel Castro Castanheira
Ocidente João Manuel Correia de Oliveira
Do Castelo João Manuel Correia dos Santos Silva
Século XXI João Manuel Correia Viegas Palma
Fraternidade e Progresso João Manuel de Mendonça Aleixo
José Estevão João Manuel de Oliveira Cabral
Liberdade João Manuel de Sousa Marques
Utopia João Manuel de Sousa Martins
Do Castelo João Manuel Dionisio Carranca
José Estevão João Manuel do Carmo Silva
Vinte Cinco de Abril João Manuel LLeotte Nobre
Fernandes Tomás João Manuel Malheiro Vilar
Tolerância João Manuel Martins dos Santos Barba
Humanitas João Manuel Martins Teixeira
Simpatia e União João Manuel Morais Isidro
O Futuro João Manuel Rodrigues de Brito Guterres
Obreiros do Trabalho João Manuel Serpa Gonçalves
República João Manuel Soares Abreu
Liberdade João Manuel Trindade Duro
Passos Manuel João Maria da Costa Magalhães
A Revolta João Maria Lacerda de Lemos Mexia
Fraternidade e Progresso João Maria Larquito Claro
Vitória João Maria Matos Araújo Correia
Alberto Sampaio João Mendes Fernandes
Luz e Harmonia João Miguel Sousa Mestre
Camões João Nelson Veríssimo
Estrela D’Alva João Nogueira Garcia
Bomtempo João Paula da Fonseca
Coerência João Paulo Carrasquilho Gonçalves Louro
8 de Maio João Paulo Correia Rodrigues
O Futuro João Paulo Costa Amorim
Gravito João Paulo Duarte Dias Marques
Redenção João Paulo Gaspar de Almeida e Sousa
Rebeldia João Paulo Isidoro Almeida Soares
Fénix João Paulo Martins Farinha
Vitória João Paulo Sousa Duarte Neves
Sete Colinas João Pedro de Góis Ribeiro de Carvalho
Camões João Pedro do Rego dos Santos Vasconcelos
Madrugada João Pedro Gonçalves Cardoso
Fénix João Pedro Lagoa Batista Ferro
Graal João Pedro Marafusta Bernardo
Estrela d’Alva João Pedro Ramalho Rodrigues
Aurora Alentejana João Pedro Segurado Dias
dos Hereges João Pedro Tojal Loia Soares Silva
Montanha João Pires Represas da Mata
Estrela D’Alva João Rodrigues
Vitória João Rosado Correia
Alberto Sampaio João Soares Louro
A Revolta João Vasco da Fonseca Jorge Ribeiro
Livre Pensamento João Vicente Catarino de Freitas
Bomtempo Joaquim António Barata Lopes
Fraternidade e Justiça Joaquim António Almeida Martins dos Santos
Aurora Alentejana Joaquim António Banha da Fonseca
Vinte Cinco de Abril Joaquim António de Oliveira Soares
Obreiros do Trabalho Joaquim António Diogo Barreiros
Humanitas Joaquim António Neutel Neves
Redenção Joaquim António Seco Machado Gil
Redenção Joaquim António Simões Vilela Martins
Estrela do Norte Joaquim Barbosa Ferreira Couto
Século XXI Joaquim Brogueira da Silva Thó
Alberto Sampaio Joaquim da Silva Mendes dos Santos
O Futuro Joaquim do Nascimento
Vitória Joaquim dos Santos Carvalho
Madrugada Joaquim Fernandes António
Graal Joaquim Fernando Parra Pereira Marujo
O Futuro Joaquim Ferreira de Sousa
Camões Joaquim Filipe Clemente
O Futuro Joaquim Inácio Ferreira Pinto
Fraternidade e Progresso Joaquim Jorge Perestelo Neto Valente
O Futuro Joaquim José Alpoim Pereira Vaz
Estrela do Norte Joaquim José da Silva Lopes
Utopia Joaquim José Leal de Carvalho Afonso
Ocidente Joaquim José Mesquita da Silva Pereira
Simpatia e União Joaquim José Pereira Torres
Do Castelo Joaquim José Rocio Pereira Mendes
Humanitas Joaquim Luís Rosa do Cèu
Fernandes Tomás Joaquim Manuel Jesus Carvalho Jerónimo
Ocidente Joaquim Manuel Leitão Ribeiro Arenga
Livre Pensamento Joaquim Manuel Lima Carvalho
Vitória Joaquim Manuel Oliveira Vilela
Montanha Joaquim Manuel Simas Abrantes
Bomtempo Joaquim Maria Alves Zeferino
Gomes Freire Joaquim Marques da Silva
Triângulo Tomar Joaquim Marques dos Santos
Montanha Joaquim Matias Livreiro Rocha
Lusitânia Joaquim Pedro Ferreira Canas Mendes
Redenção Joaquim Pereira da Silva Correia
Estrela D’Alva Joaquim Rafael Branco
Gomes Freire Joaquim Rocha Silva
Acácia Joaquim Vidal Tomé
Livre Pensamento Joel Pinto Marçal dos Santos
Simpatia e União Joffre António de Sousa Justino
Vitória Jorge Abrantes Passos Gonçalves
Alberto Sampaio Jorge Alberto da Silva
Atlântico Jorge Alberto Mendes da Rocha Brochado
Transparência Jorge António Batista de Sousa
Graal Jorge António Fernandes Tavares e Sousa
Delta Jorge Augusto Maximino
Vitorino Nemésio Jorge Augusto Paulus Bruno
Simpatia e União Jorge da Silva Forte
Atlântico Jorge Daniel Cabral Santos Henrique
Montanha Jorge Fernando da Silva Nunes
Montanha Jorge Fernando dos Santos
Alberto Sampaio Jorge Ferreira Vicente
Triângulo de Vila Real Jorge Herculano Wandt Teixeira de Matos
Damião de Góis Jorge Humberto Azevedo Monteiro Silva
Estrela D’Alva Jorge Lacão Costa
Redenção Jorge Loureiro Mendes
Delta Jorge Luis Miranda Arez da Silva
Livre Pensamento Jorge Manuel Beirão Barroco Duarte
Madrugada Jorge Manuel Bicó da Costa
Livre Pensamento Jorge Manuel Costa Barata de Sá
Atlântico Jorge Manuel da Cruz Gago
José Estevão Jorge Manuel de Araújo Fernandes
Honra e Dignidade Jorge Manuel de arros Teixeira Borges
Alberto Sampaio Jorge Manuel de Sousa Mota
A Revolta Jorge Manuel Fernandes Cosme
Transparência Jorge Manuel Fernandes da Silva
Liberdade e Justiça Jorge Manuel Firmino Baptista
Madrugada Jorge Manuel Flor de Albuquerque Coelho
Graal Jorge Manuel Garcia da Fonseca
Convergência Jorge Manuel Geraldo Simões Moita
Luz e Harmonia Jorge Manuel Gomes de Oliveira
Fraternidade e Justiça Jorge Manuel Gomes Paiva
Vitória Jorge Manuel Guimarães Quinta
A Revolta Jorge Manuel Jegundo Vicente
Madrugada Jorge Manuel Lopes Pombo
Lusíadas Renascida Jorge Manuel Martins Casaca
Madrugada Jorge Manuel Navarro de Menezes Figueiredo
8 de Maio Jorge Manuel Oliveira Santos
Camões Jorge Manuel Rodrigues da Silva
Graal Jorge Maria Ramalho da Silva Ferreira
José Estevão Jorge Marques dos Santos
Sete Colinas Jorge Marques Queirós
Simpatia e União Jorge Melício da Conceição
Universalis Jorge Miguel Cabral e Pereira da Silva
Harmonia Jorge Miguel de Assis Caldeira Cruz Corais
Fénix Jorge Miguel Maia Afonso
Fénix Jorge Nelson Gouveia de Sousa Neves
Camões Jorge Oliveira Ferreira Mendes
Bomtempo Jorge Paulo Napoleão Garcia Inacio
Camões Jorge Paulo Sacadura Almeida Coelho
Rebeldia Jorge Pedro de Almeida Cabral
Madrugada Jorge Valadares Vilhena Rodrigues
Delta Jorge Virgílio Rodrigues Mealha da Costa
Redenção José António Ferreira da Cunha Sotto Maior
Convergência José Manuel Carlos Saraiva Saraiva dos Santos
Tolerância José Adelino Ferreira da Costa Nunes
União José Afonso Teixeira de Magalhães Lobão
Delta José Alberto Alves Pereira
Gravito José Alberto Coelho Figueiredo
Cidadania e Laicidade José Alberto Domingos Rodrigues
Ocidente José Alberto Ferrão Morgado
José Estevão José Alberto Martins Ribeiro
Aurora Alentejana José Alberto Noronha Marques Robalo
Ocidente José Alberto Popinha Ramos
Ocidente José Alberto Rebelo dos Reis Lamego
União José Alexandre Vasconcelos Rebelo Cotta
Universalis José Alfonso de Mateo Garcia
Do Castelo José Alfredo Vieira Machado
Vitória José Amândio Gonçalves Trigo
Sete Colinas José Aníbal Magalhães de Couto Nogueira
Redenção José António Alves de Moura Pereira
República José António Amante Parreira
Sete Colinas José António Amaral da Silva
Simpatia e União José António Azevedo Castelo
Lusíadas Renascida José António Azevedo Oliveira
Gomes Freire José António Batista de Sousa Violante
Triângulo Tomar José António Becerra Vitorino
Luz e Harmonia José António Braga de Oliveira
Do Castelo José António Caetano Tavares
Coerência José António da Paz Cardoso Ferreira
Convergência José António de Figueiredo Osório
Madrugada José António de Jesus Martins
Fernandes Tomás José António de Sousa Alves
Gomes Freire José António de Sousa Canha
Passos Manuel José António Fernandes Correia Teles
Lusitânia José António Ferreira Peres de Sousa
Simpatia e União José António Mota Correia Ambrósio
Camões José António Patricio Pires
Século XXI José António Ribeiro Mendes
Universalis José António S. Vidal de Oliveira
Alberto Sampaio José António Santos Esteves Correia
Vinte Cinco de Abril José António Soares de Albergaria
O Futuro José Apolinário Nunes Portada
Aurora Alentejana José Augusto Dias
Transparência José Augusto Fernandes Chamusco
Triângulo Chaves José Augusto Filhol Guimarães
Vitória José Augusto Fraga Ferreira
A Revolta José Augusto Gomes de Brito Xavier
Redenção José Augusto Jorge da Conceição
Lusitânia José Augusto Ramos Rocha
Estrela D’Alva José Augusto Rodrigues Roseira
União José Augusto Seabra
Obreiros do Trabalho José Aveiro de Sousa Marques
Vitorino Nemesio José Avelino Rocha dos Santos
Atlântico José Barbosa Mota
Redenção José Batista Geraldes
Alberto Sampaio José Bernardino Dias de Figueiredo
Humanitas José Bernardo Fonseca Pólvora Trindade Chagas
Fénix José Brás Rodrigues
Fernando Pessoa José Canas
Livre Pensamento José Candido Oliveira Lopes
Utopia José Cardoso Fontão
Aurora Alentejana José Carlos Alegria
Honra e Dignidade José Carlos Antunes Gomes Nunes Martins
União José Carlos Araújo Ferreira Neves
8 de Maio José Carlos Baptista Garrucho
Paladinos José Carlos Coelho Ferreira de Almeida
Camões José Carlos Cruz Lavrador
Lusitânia José Carlos das Dores Zorrinho
Delta José Carlos Domingos de Oliveira Gonçalves
Liberdade José Carlos dos Santos Mendonça
Fénix José Carlos Gonzalez Rodriguez
Atlântico José Carlos Leal Ribas
Transparência José Carlos Pedro Cardoso Matias
Camões José Carlos Pinto Basto de Mota Torres
Do Castelo José Carlos Pinto Embaixador
Convergência José Carlos Ramos Corte-Real
Século XXI José Carlos Vicente Simões Baptista
Fraternidade e Progresso José Celestino da Silva Maneiras
Revolução José da Costa Baeta e Vale
O Futuro José da Cruz Madaleno
Redenção José da Cunha e Sá
Obreiros do Trabalho José da Silva Chanoca
Rebeldia José das Neves Abreu
José Estevão José de Sousa
Simpatia e União José Deodoro Faria Troufa Real
Fraternidade e Justiça José Domingos da Ascenção Cabeças
Redenção José Domingues Ferreira Ribeiro
Liberdade José dos Santos Silva Pereira
Atlântico José Eduardo Alves Fragateiro
Convergência José Eduardo Areias Meira da Cunha
Transparência José Eduardo Cabral Mimoso Serra
Fénix José Eduardo Cordéis Mendes Rodrigues
Universalis José Eduardo da Câmara Correia de Lemos Quintela
Madrugada José Eduardo de Brito Jorge Soares
Sete Colinas José Eduardo Duarte Tavares Moreira
Universalis José Eduardo Fernandes de Sanches Osório
Arcádia José Eduardo Goulart Machado
Cidadania e Laicidade José Eduardo Marçal Ruivo
Liberdade José Eduardo Pescador de Matos Fanha Vieira
Simpatia e União José Eduardo Simões Coimbra
Liberdade José Eduardo Vasconcelos Casqueiro Cardim
Convergência José Emílio Amaral Gomes
Redenção José Emilio Vieira de Campos Coroa
Sete Colinas José Ernesto Carvalho Oliveira Lopes
Aurora Alentejana José Ernesto Idelfonso Leão D’Oliveira
Lusíadas Renascida José Ernesto Mesquita Rodrigues
Arcádia José Eugénio Silva da Nóvoa Cortez
A Revolta José Faria Lourenço
Fernandes Tomás José Fernando Guedes Correia
Bomtempo José Fernando Macedo Esteves
Redenção José Fernando Mendes Abranches
Harmonia José Fernando Videiro de Oliveira
Liberdade e Justiça José Ferreira Vicente
Redenção José Francisco de Faria e Costa
Fraternidade e Justiça José Francisco Tavares Rolo
Convergência José Gabriel Viegas
União José Gomes Fernandes
Liberdade e Justiça José Gomes Silveira da Cunha
União José Guedes Rodrigues
O Futuro José Henrique Damas Mora Ponces de Carvalho
Obreiros do Trabalho José Henrique Gonçalves Lourenço
Lusitânia José Henrique Lopes
Liberdade José Henrique Rodrigues Dias
Ocidente José Henrique Romão Santos
Redenção José Humberto Santos Paiva de Carvalho
Damião de Góis José Inácio Fava Batista
Simpatia e União José Jacinto Sousa Gonçalves Simões
Revolução José João Bidarra Palmeirão
Obreiros do Trabalho José Joaquim Antunes Fernandes
Obreiros do Trabalho José Joaquim Botelho Guedes
Estrela D’Alva José Joaquim Geraldes Reis
Fénix José Joaquim Martins Peres Machado
Estrela D’Alva José Joaquim Pascoal Gomes
União José Joaquim Pinto da Conceição
Fraternidade e Justiça José Jorge Abrantes Passos Gonçalves
Montanha José Jorge Alves Letria
José Estevão José Jorge de Melo Correia
Do Castelo José Jorge Viegas Madruga
Fraternidade e Justiça José Júlio Matias da Cunha e Sá
Alberto Sampaio José Júlio Miranda da Costa
Camões José Justino de Matos Barros Gomes
Aurora Alentejana José Lourinho Graciano
Fraternidade e Progresso José Lucian Correia de Oliveira
Transparência José Luis Costa Lopes
Acácia José Luis de Almeida Casares
Simpatia e União José Luis de Figueiredo Neves
Redenção José Luis de Oliveira Gonçalves
Gomes freire José Luis de Sousa Jorge
José Estevão José Luis de Sousa Reis
Montanha José Luis Farelo Sacramento
Harmonia José Luis Ferreira dos Santos Pardal
Livre Pensamento José Luis Figueira Monteiro
União José Luis Madeira Jorge Castelo
Fraternidade e Progresso José Luis Mendes da Maia
Liberdade José Luis Nascimento
Honra e Dignidade José Luis Neves dos Santos
Alberto Sampaio José Luis Nunes de Almeida
Liberdade e Justiça José Luis Parente de Lima
Ocidente José Luis Pereira Forte
Convergência José Luis Piña Alvarez
Aurora Alentejana José Luis Quitério Mendes Matos
Intervenção José Luis Rabaça Vasques
Ocidente José Luís Ribeiro dos Santos
Montanha José Luis Rodrigues Moutinho
Redenção José Luís Silva Pinto de Almeida
Aurora Alentejana José Luis Simões de Morais Luz
Redenção José Luís Vicente Torres
Atlântico José Manuel Alegre Tavares
Paladinos José Manuel Alves Teixeira
Simpatia e União José Manuel Blanco Gil
Madrugada José Manuel Carmona Barreto
Fernandes Tomás José Manuel Carreira Iglésias
Universalis José Manuel Carrilho Ribeiro Leitão
Universalis José Manuel Carvalho Araujo Caldeira
Delta José Manuel Correia Camilo Martins
Rebeldia José Manuel Costa da Veiga Cosmelli
Vinte Cinco de Abril José Manuel Costa Neves
Intervenção José Manuel da Conceição Morais
A Revolta José Manuel da Silva Couto
Convergência José Manuel da Silva Guardado Moreira
Ocidente José Manuel D’Assunção Brucho
Convergência José Manuel de Jesus Vilas Monteiro
Transparência José Manuel de Lemos Diogo
Universalis José Manuel de Matos Fernandes e Fernandes
Simpatia e União José Manuel de Sousa
Simpatia e União José Manuel de Sousa Fernandes Pina
Coerência José Manuel dos Santos Silva
Arcádia José Manuel dos Santos Viegas
Cidadania e Laicidade José Manuel Duarte da Silva
Aurora Alentejana José Manuel Fernandes Varge
Madrugada José Manuel Figueira de Sousa Barreto
Simpatia e União José Manuel Gomes Ferreira
Redenção José Manuel Gonçalves da Silva
Universalis José Manuel Gouveia Almeida Ribeiro
Tolerância José Manuel Henriques de Abreu
Universalis José Manuel Marques Alves da Silva
Universalis José Manuel Marques da Silva Lemos
Simpatia e União José Manuel Matos Pereira
Estrela D’Alva José Manuel Monteiro de Rezende Tropa
Estrela D’Alva José Manuel Morais da Silva e Costa
Convergência José Manuel Morbey Almeida Mesquita
Paladinos José Manuel Oliveira Costa Rodrigues
José Estevão José Manuel Oliveira Monteiro
Acácia José Manuel Palma de Oliveira
Gomes Freire José Manuel Palma Redes Ramos
Fernando Pessoa José Manuel Passos Cabrita Calafate
Passos Manuel José Manuel Pereira Ribeiro
Madrugada José Manuel Pires Epifâneo
Obreiros do Trabalho José Manuel Pires Trabucho
Liberdade José Manuel Rodrigues Fernandes
Liberdade e Justiça José Manuel Rolo Ferreira Correia
Liberdade e Justiça José Manuel Rosa do Egipto
Convergência José Manuel Salgado Braz
Fernando Pessoa José Manuel Serra de Andrade
Gomes Freire José Manuel Silva Carvalho Fava
Obreiros do Trabalho José Manuel Tavares de Almeida e Costa
Simpatia e União José Manuel Torres do Couto
Lusitânia José Manuel Vieira Conde Rodrigues
Rebeldia José Manuel Zaluar Nunes Basílio Júnior
Fénix José Marcelino Franco de Sá
Bomtempo José Maria da Costa Ramos e Ramos
Do Castelo José Maria Maia Lima Duque
José Estevão José Maria Marques da Silva
Universalis José Maria Mateus Cavaco Silva
Gomes Freire José Maria Nogueira da Silva Freitas
Paladinos José Maria Paixão Afonso Andrade
Acácia José Maria Pinho de Paiva Raposo
Liberdade e Justiça José Maria Ribeiro Rodrigues
Acácia José Maria Roque Lino
Madrugada José Maria Subtil de Sousa
Revolução José Maria Vilhena Nogueira
Fraternidade e Justiça José Mário da Fonseca Monteiro
Montanha José Mendes Rodrigues Bento
Intervenção José Miguel Abreu de Figueiredo Medeiros
Honra e Dugnidade José Miguel Agostinho Rodelo
Tolerância José Miguel Figueira Amaro
Universalis José Miguel Marques Boquinhas
Livre Pensamento José Miguel Portelinha Vaz
José Estevão José Nascimento Nunes Vicente
Liberdade José Nunes Lourenço
Convergência José Nuno de Araújo Martins
Estrela d’Alva José Osvaldo Martins Brás
Fernando Pessoa José Paulo de Almeida da Silva Graça
República José Paulo de Massano Ranita Teixeira
Montanha José Paulo do Nascimento Dias
Vitória José Paupério Fernandes
Madrugada José Pedro Blanco Panadés Gil
Montanha José Pedro de Almeida Fernandes
Coerência José Pedro Guina dos Santos
Do Castelo José Pedro Oliveira da Silva Pinto
Camões José Pedro Paixão Camacho Vieira
Luz e Harmonia José Pedro Vasconcelos de Sousa Correia
Acácia José Pereira dos Santos
Fénix José Raimundo Correia de Almeida
José Estevão José Ramos Horta
Acácia José Ribeiro Vieira
Estrela d’Alva José Ricardo Hernandez Loureiro
Vitória José Roberto da Costa
A Revolta José Rodrigues de Sousa Fernandes
Aurora Alentejana José Rodrigues Dias
Ocidente José Rodrigues Faustino
José Estevão José Rodrigues Pereira dos Penedos
José Estevão José Romeu Freitas Caetano
Convergência José Rosa Rodrigues Gonçalves Baptista
Simpatia e União José Sarmento Gomes Mota
Universalis José Simão Gomes
Tolerância José Tomás de Oliveira
Tolerância José Tomaz Vasques
Vitória José Viale Moutinho
Liberdade e Justiça José Vitor Soreto de Barros
Sete Colinas José Xavier Anjo de Sena Ezequiel
União Josep Maria Ustrell Torrent
Universalis Joshua Gabriel Benoliel Ruah
Atlântico Julio Albino Pinto de Matos
Triângulo de Vila Real Júlio António Alves Coutinho
União Júlio Capelo Pires Veloso
José Estevão Júlio Cardoso Araújo Pereira
Estrela d’Alva Júlio Cortez Fernandes
Vitorino Nemésio Júlio Dinis Lopes da Silva
Livre Pensamento Júlio Edgar Cândido de Magalhães
Coerência Julio Emilio Gonçalves Louro
Tolerância Júlio Fernando de Albuquerque Fernandes
Liberdade e Justiça Júlio Luis Santos Ferreira
Simpatia e União Júlio Manuel dos Santos
Gomes Freire Júlio Patricio Freitas
Vitória Julio Pires
Lusíadas Renascida Júlio Torcato Ribeiro Faria
Vinte Cinco de Abril Justino José Morgado Pereira
Fraternidade e Progresso Konstantin Bernertin
Bomtempo Laureano Martins Carreira
Acácia Lélio Manuel Vicente de Sousa Branca
Aurora Alentejana Leonardo Manuel Valido Maia
Gomes Freire Leonel Alexandre Ribeiro Moreira Gonçalves
O Futuro Leonel Álvaro Torres Pereira Neves
Alberto Sampaio Leonel Ferreira dos Santos
Transparência Leonel Jorge Suzano Pires
Humanitas Leonel Sousa Fadigas
Convergência Leonildo Miguel Peixoto Teixeira de Aguilar
Obreiros do trabalho Leopoldo Lopes de Almeida Amaral
Simpatia e União Lesseps José António Lourenço dos Reis
8 de Maio Levi Alexandre Bucar Corte Real
Vitória Libertino José Dias
Montanha Liberto da Fonseca Ribeiro da Cruz
Liberdade Lino Duarte Loureiro Reis
União Lourenço Santos Neto
Redenção Lourivan Rodrigues
Vitória Luciano Augusto Bastos Vilhena Pereira
Do Castelo Lúcio Augusto Pimentel Lourenço
Gravito Luis Alberto Correia Fernandes Batista
Universalis Luis Alexandre Gaspar Albino de Campos Cruz
Liberdade e Justiça Luis Álvaro Barbosa de Campos Ferreira
A Revolta Luis Alves Ferreira
União Luís André Araújo Raposo
Universalis Luis Antero Reto
Liberdade e Justiça Luis António da Silva Barraquero
José Estevão Luis António Neves de Paiva Andrade
Luz e Harmonia Luis António Rivera da Silva Virote
Vitorino Nemésio Luis António Vieira de Brito de Azevedo
Montanha Luis Armando Catarino Costa
Acácia Luis Artur Freitas Costa Cardoso Pereira
José Estevão Luis Carlos Andrade Ferreira
Acácia Luis Carlos Calceteiro Serafim
Madrugada Luís Carlos da Costa Monteiro
Passos Manuel Luís Carlos Moutinho da Silva
Cidadania e Laicidade Luis Carlos Quintela Jacob
Acácia Luís Claudio Gouveia Faustino
Coerência Luis Coelho Nascimento
Lusitânia Luis de Carvalho Machado
Liberdade Luis Diogo Almeida Campos
Liberdade e Justiça Luis Falcão da Fonseca (Pai)
Liberdade e Justiça Luis Fernando dos Santos Correia de Mendonça
Sete Colinas Luis Filipe Alvoeiro da Costa Quaresma
Madrugada Luis Filipe Banito Gameiro
Acácia Luis Filipe Botelho da Nova
Universalis Luis Filipe Canova de Leão Miranda
Vinte Cinco de Abril Luis Filipe Coutinho Barros de Figueiredo
Sete Colinas Luís Filipe da Costa Mendes Afonso
Simpatia e União Luís Filipe da Fonseca Machado
Coerência Luis Filipe da Silva Ferreira
Madrugada Luis Filipe de Almeida Coelho de Sousa
Ocidente Luis Filipe de Ataíde Rodrigues Dias
Coerência Luis Filipe de Carvalho Dinis Esteves
José Estevão Luis Filipe de Menezes Montenegro Romeu
Simpatia e União Luis Filipe do Cruzeiro Gonçalves Penedo
Madrugada Luis Filipe Godinho de Faria Maneira Câncio
Vitória Luis Filipe Gouveia Borba Rodrigues
José Estevão Luis Filipe Moura de Carvalho
Acácia Luis Filipe Natal Marques Santos
Arcádia Luis Filipe Nunes Boaventura de Figueiredo
Lusitânia Luis Filipe Paulo Brandão
Convergência Luis Filipe Pires da Conceição
Liberdade e Justiça Luís Filipe Teixeira Gestas
Montanha Luis Filipe Varela Duarte
Vitória Luís Filipe Vieira Santos
Convergência Luis Flores Gomes
Fernando Pessoa Luis Gabriel Freire Costa
Fraternidade e Progresso Luis Gomes
Humanitas Luis Gonçalves Vaz
Cidadania e Laicidade Luis José da Silva Ferreira
dos Hereges Luis José de Almeida Gomes
Liberdade e Justiça Luis José Torres Falcão da Fonseca (Filho)
Redenção Luis Malheiro Vilar
Tolerância Luís Manuel Alves de Fraga
Universalis Luís Manuel Biscaia Poda Reis
Passos Manuel Luís Manuel Bragança de Miranda Flores
Ocidente Luis Manuel Capoulas Santos
Convergência Luis Manuel César Nunes de Almeida
Estrela D’Alva Luis Manuel Cirne Tomás
Vinte Cinco de Abril Luis Manuel Coelho da Mata Almeida
Tolerância Luís Manuel Coutinho Lopes Cabral
Redenção Luis Manuel Curcialeiro Godinho de Matos
Estrela D’Alva Luís Manuel da Conceição Freitas
Bomtempo Luis Manuel de Almeida Nunes
José Estevão Luís Manuel de Medeiros Ferreira
Universalis Luis Manuel Dias Martins
Livre Pensamento Luis Manuel dos Santos Paixão
Fernandes Tomás Luis Manuel Ferreira Parreirão Gonçalves
Fraternidade e Progresso Luis Manuel Guerreiro Mendonça de Freitas
Montanha Luis Manuel Guerreiro Tristão
Tolerância Luís Manuel Mendonça Torres
Convergência Luis Manuel Pinto Gomes
Harmonia Luis Manuel Ribeiro do Rosário Mateus
Convergência Luis Manuel Ribeiro dos Santos Alves Carpinteiro
Intervenção Luís Manuel Verdelho da Costa
Universalis Luís Maria Kalidas Costa Barreto
Lusíadas Renascida Luis Mário Pereira Morais de Oliveira
José Estevão Luis Medeiros Vieira
Fénix Luis Miguel Antunes Barata
Livre Pensamento Luis Miguel Carreira Madaleno
Vinte e Cinco de Abril Luis Miguel da Serpa Soares Vargas
Fénix Luís Miguel de Sousa Lopes Soares
dos Hereges Luís Miguel Garcia Cruz
Bomtempo Luis Miguel Gonçalves Rebelo
Bomtempo Luis Miguel Gonçalves Zeferino
Do Castelo Luis Miguel Lopes de Carvalho Bigotte Chorão
Convergência Luis Miguel Pacheco da Fontoura
Sete Colinas Luis Miguel Pena Piedade
Madrugada Luis Miguel Pereira de Almeida
Fernando Pessoa Luis Miguel Pina Antunes Ferreira
Fernando Pessoa Luis Miguel Ruiz-Rios
José Estevão Luis Morgado Ferreira Alves
Convergência Luis Oliveira Fontoura
Cidadania e Laicidade Luís Paulo Costa Maldonado Gonelha
Acácia Luis Pedro Saldanha Miranda
Honra e Dignidade Luis Pedro Vaz dos Santos
Cidadania e Laicidade Luís Roberto de Matos Castro Roselló
República Luis Rui de Matos Firmo
República Luis Simões Dias Cardoso do Valle
Do Castelo Luís Tiago de Sousa Gouveia
Universalis Luis Velosa Espírito Santo
8 de Maio Lusitano Moreira Martins dos Santos
dos Hereges Magadiel dos Santos Lopes
Fernandes Tomás Manuel Adelino dos Santos Pinto
Vitória Manuel Albano Batista Carvalho
União Manuel Alberto David Rodrigues de Castro
União Manuel Alberto Moreira Falcão
Sete Colinas Manuel Alexandre Amado Ferreira Chaves
Consenso Manuel Alexandre Pereira Martins Leiria
Vitória Manuel Alexandre Silva Pinto Fardilha
Fernandes Tomás Manuel Alfredo Aguiar de Carvalho
José Estevão Manuel Alf

 

Artigo completo em Casa das Aranhas

Os tristes dias destes dias – Baptista Bastos

“Que é o futuro?”, eis uma das perguntas. E a resposta surgiu como se fora o verso de um poema: “O futuro é uma coisa cá dentro que nos dá coragem.” Poucas vezes assisti a um acerto tão justo e, ainda por cima, em forma de metáfora. “É uma coisa cá dentro.” Não sabemos muito bem o que essa coisa é. Mas lá que ela existe, existe mesmo. Podemos também chamar-lhe coragem, energia, esperança e até fé. Quer dizer que não devemos desistir, que não devemos deixar cair os braços, que temos de encontrar alento onde o alento parece desaparecido.

Vejamos: que nos espera, a partir de domingo? Não sendo arauto de desgraças nem propagandista de receios maiores do que aqueles no interior dos quais vamos andando, tudo indica que a vida vai piorar para os portugueses. Não para todos: para a esmagadora maioria.

Seja quem for que ganhe as eleições, nem um nem outro dos presumíveis vencedores melhorará a triste e melancólica existência portuguesa. Além do que as guerras partidárias reiniciar-se-ão no minuto seguinte. É estranho verificar que tanto Sócrates como Passos Coelho não é bafejado pelo amor do próximo. Seja: pela estima dos seus “camaradas” e “companheiros.”

Passos, esse, então, reúne um montão de inimizades que o desfile de “apoiantes” de última hora corresponde a uma farsa pegada. Desde a inimitável Manuela Ferreira Leite, que proferiu uma declaração cheia de sicuta, além de adicionar aquela extraordinária frase de que nem na oposição queria Sócrates – até Santana, mais o sempre inteligente dr. Sarmento e o prof. Marcelo, a parada foi um monumento de hipocrisia.

Na hipótese de Passos Coelho vencer as eleições, a vida ser-lhe-á dura. Nem um, um sequer, daqueles que foram ao beija-mão, o estima, o admira, o estremece. Além do que o projecto de que conhecemos alguns extractos são de molde a deixar-nos seriamente assustados. Passos Coelho conseguiu o aparentemente impossível: levar o PSD mais para a direita. Mas também Sócrates fez o mesmo com o PS. As diferenças são, apenas de forma, e a forma é tosca.

As ideias do presidente do PSD são confusas e, por vezes, abstrusas, porém baseiam-se, firmemente, no breviário mais atroz do neoliberalismo. A tese “menos Estado, melhor Estado” é a bandeira de Passos, e tem sido condenada por todos os que pensam a sério. Arrastou o conceito de Europa unida para um lamaçal cujas consequências são imprevisíveis, mas sempre trágicas. Não é, apenas, a crise “sistémica” do capitalismo que originou a crise. É a arrogância de um programa de direita que não quer “aliviar o desfavorecimento e reduzir os extremos de riqueza e indigência” [Tony Judt].

José Sócrates diz que tentou forjar uma nova linguagem de justiça e de acção pública. Reconheçamos que obteve, inicialmente, alguns resultados amolgando alguns interesses corporativos. Mas Sócrates é amigo e defensor do “mercado”; nunca ambicionou modificar o “sistema” através de decisões progressistas e socializantes. Não esqueçamos de que foi aplaudido e incensado pelas faixas mais redutoras e reaccionárias da sociedade portuguesa. Desprovido do mais leve resquício de “socialismo”, suprimiu do discurso oficial do PS a palavra “trabalhadores”, “classe operária” e “luta de classes” no que foi severamente criticado, mas mais tarde, muito mais tarde, por Mário Soares. Este, agora, vendo o barco a afundar-se, veio em socorro de Sócrates, aparecendo num comício, um tanto surpreendentemente, tendo em conta os ásperos comentários que lhe tem dedicado, sobretudo nos artigos semanais que assina no “Diário de Notícias.”

O velho estadista sabe muito bem que, nestas eleições, os vencedores e os vencidos aproximam-se. E que as raivas, apesar de tudo, e os ressentimentos dissimulados, os pequemos ódios e a sede de vingança irão emergir. Se Passos Coelho se move em terreno armadilhado, José Sócrates irá tombar nas ciladas há muito montadas. Um e outro não criaram afectos, dentro e fora dos respectivos partidos. Um e outro pertencem a uma geração para a qual as convicções são o meio disfarçado de atingirem respectivos fins.

O mundo sem ideias acelerou. O mundo dos negócios, das trapaças, do espertismo pacóvio é um mundo triunfante. Temos de esperar mais duas ou três gerações para que outros momentos históricos surjam e se imponham. Até lá, temos de sobreviver com os Sócrates e com os Passos. O que, decididamente, não é razão para alegria.

Portugal está de mão estendida para a UE

Portugal tem um “relacionamento de mão estendida” com a União Europeia (UE), quando o que precisa é de “investimentos reprodutivos”, critica o economista Jorge Landeiro de Vaz.

Portugal tem um “relacionamento de mão estendida” com a União Europeia (UE), quando o que precisa é de “investimentos reprodutivos”, critica o economista Jorge Landeiro de Vaz.

Este professor do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) afirma, em declarações à Agência Lusa, que “o relacionamento de Portugal com a UE é de mão estendida”, quando eram necessários “investimentos reprodutivos”.

Como exemplifica: “Nós importamos centeio da Alemanha. Inacreditável! Fechamos as fábricas de açúcar de beterraba de sacarina e somos subsidiados pela UE para fechar essas fábricas”.

 

Landeiro de Vaz acentua que, apesar de este ser “um modelo sem futuro”, não há “ninguém a falar sequer das alterações do modelo ou do relacionamento de Portugal com a UE”.

Referindo-se ao resgate da ‘troica’ (Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia), alerta ainda que “é obvio que – num programa de médio prazo como este que apenas prevê baixar rendimentos e preços – daqui a muitos poucos anos” Portugal vai estar “novamente a bater à porta [da Europa]“.

Landeiro de Vaz acredita mesmo que, “daqui a um ano”, Portugal vai “estar na situação da Grécia e isto conduz a uma reestruturação da dívida, a um rescalonamento e a uma situação de eventual saída do próprio euro”. Para o economista, “não há nenhuma inevitabilidade no caminho das coisas”. Mas mostra-se “pessimista” por não detectar
mudanças neste sentido no discurso político.

O economista lança hoje, no ISEG, o livro ‘A Insustentável Leveza do Euro’, uma compilação de artigos de opinião que escreveu entre 30 de Outubro de 1998 e 7 de Abril de 2011, dia em que Portugal formalizou o pedido de resgate da dívida à Europa.
http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-esta-de-mao-estendida-para-a-ue_119590.html

“Não desistam! Vamos à luta!”

Louçã recusa que maus resultados das sondagens lhe tirem a vontade de contactar as pessoas e divulgar as propostas para o País

“Uma árvore grande começa por ser uma pequena semente. Não desistam! Vamos à luta!”- incentivava o líder do BE dois idosos sentados um muro na Cova da Piedade, em Almada.

Francisco Louçã – na sua primeira arruada no período oficial de campanha -mergulhou hoje no coração de Almada, distrito de Setúbal, onde o BE tem neste momento dois deputados e cerca de 15 % dos votos.

O líder do BE reafirma que o “Povo é que vota a 5 de Junho” e recusa que os maus resultados das sondagens lhe tirem a vontade de contactar as pessoas e divulgar as propostas para o país.

Quando a Imprensa lhe pergunta se essa atitude é de optimismo Louçã recusa a ideia e diz que é “determinação”. Assegura que “até ao final da campanha o BE vai falar da dívida e da situação económica , ou seja do que afecta a vida dos portugueses”.

Carta do Governo para a Troika – Em Português

Nestes últimos tempos não se tem falado de outra coisa senão do acordo com a Troika. Os partidos fazem acusações entre si, a comunicação social vai vivendo destes pequenos atritos e os pundits produzem os respectivos sound bites. Depois de analisarmos toda esta barragem de comunicação, conclui-se que a triste verdade é que ninguém parece estar interessado em deixar os portugueses pensarem por eles mesmos. Decidimos por isso avançar com a tradução da Carta do Governo, o Memorando de Política Económica e Financeira.

Para ajudar à navegação, lembrar que no famoso Memorando da Troika são referidos três documentos:

O documento MoU é o mais popular dos três e foi escrito pela Troika. O MEFP foi divulgado em simultâneo com o MoU e é a tal “carta” que Louçã citou no debate com Sócrates sobre a TSU (Taxa Social Única). É um documento oficial onde o Governo anuncia o que vai fazer a troco do apoio financeiro. Foi entregue à Troika e é referido por diversas vezes no MoU. O MEFP mostra o futuro agreste que nos espera, bem diferente das suaves comunicações que têm sido feitas sobre o “bom acordo” que foi alcançado.

Leia o memorandum do entendimento AQUI Ou em PDF AQUI

Retirado do Blogue aventar

Rehn: Países da Europa central e do norte “cansados” de apoiar resgates , e nós fartos de agiotagem e de compadrios para com os donos da banca

O comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários disse esta quinta-feira que o apoio aos resgates, por parte dos países do Norte e do Centro da Europa, está a desvanecer-se.

O comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários admitiu hoje que países da Europa Central e do Norte – alguns dos maiores contribuintes dos pacotes de ajuda – estão a começar a ficar cansados de apoiar os resgates aos países em dificuldades. “Nós temos uma espécie de fadiga na Europa Central e do Norte – na Alemanha, na Finlândia, na Holanda, e em outros países – enquanto temos uma espécie de cansaço de reformas em alguns países da Europa do Sul”, adiantou Olli Rehn citado pela Bloomberg.

“A nossa principal tarefa é agora perceber como podemos criar pontes entre estas visões políticas distintas dentro da Europa” para que “não estejamos a debater-nos com numerosas linhas vermelhas que tornam as decisões impossíveis em tempos de crise”, acrescentou o responsável europeu, citado pela mesma fonte.

O comissário salientou ainda que até agora tem sido possível tomar decisões “nos momentos críticos” mas isso não pode ser tomado como garantido para o futuro.

O “cansaço” que fala o comissário europeu surge depois de, no espaço de um ano, a Zona Euro ter resgatado três países. Se, por um lado, no caso da Irlanda os últimos dados dão conta que o acordo estabelecido com a troika está a ser cumprido, e a segunda “tranche”- no valor de 3 mil milhões de euros – foi desbloqueada, no caso da Grécia não se pode considerar o mesmo.

Atenas enfrenta ainda sérias dificuldades e anunciou recentemente um novo plano de austeridade que, contará também, com um plano de privatizações. A população saiu à rua para contestar este novo “aperto” naquela que foi a segunda greve geral de 2011. Dada a situação helénica, alguns responsáveis da Zona Euro já admitem uma “reestruturação ligeira” da dívida de Atenas e assumem como difícil que o país consiga ir aos mercados financeiros no próximo ano para se financiar, como estava previsto no pacote de ajuda financeira estabelecido em Maio do ano passado.

Portugueses trabalham mais do que alemães e finlandeses

Semana de trabalho lusa tem mais horas do que alemã ou finlandesa. Mas o que sai das empresas não tem o valor acrescentado de um BMW ou de um Nokia. Reside aqui a falta de competitividade portuguesa.

Na escalada da crise grega, há um ano, o tablóide alemão Bild publicou um editorial em que dava conselhos ao país do mediterrâneo sobre como ultrapassar as dificuldades económicas que estava a viver. À semelhança dos alemães, escreveu o jornal, os gregos deviam levantar-se «razoavelmente cedo» e trabalhar o dia todo. A proposta foi reproduzida em meios de comunicação internacionais e gerou chacota à escala europeia, mas tem um problema. Os gregos, tal como os portugueses, já são dos povos que mais horas trabalham por semana, ultrapassando países nórdicos como a Alemanha ou a Finlândia.

Quem pensa que as dificuldades económicas dos povos periféricos são causadas por passarem demasiado tempo na praia, está enganado. Segundo dados do Eurostat do último trimestre de 2010, baseados em inquéritos, os portugueses trabalham quase 39 horas por semana, acima da média europeia (37,5 horas). São mais três horas do que os alemães e quase mais duas do que os finlandeses. E os gregos ainda mais: a semana laboral tem 42,2 horas, o valor mais alto dos 27 Estados-membros da União Europeia. Portugal ocupa a 11.ª posição, a seguir a países como a Eslovénia ou a Hungria.


Mão-de-obra intensiva

Portugal tem de facto um problema de produtividade, mas está sobretudo relacionado com outra variável da questão: o que se faz com o tempo passado no posto de trabalho. O país está muito especializado em sectores de mão-de-obra intensiva, sem incorporação tecnológica ou geração de valor acrescentado, pelo que o rendimento gerado pela actividade económica é menor. Uma coisa é trabalhar em cafés, restaurantes ou em fábricas de têxteis que concorrem com produtos chineses; outra é fabricar telemóveis Nokia e automóveis BMW, dois dos produtos mais inovadores e vendidos do mundo.

«A questão não é trabalharmos mais, mas sim trabalharmos de forma diferente», resume a economista Aurora Teixeira, que fez vários trabalhos de investigação sobre o papel do capital humano e da investigação e desenvolvimento no crescimento dos países.

Segundo a docente da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, a falta de produtividade portuguesa tem sobretudo a ver com a «concentração em sectores de mão-de-obra intensiva», a par da falta de competências dos recursos humanos e da falta de capacidade de gestão e de organização das empresas. «Estar a trabalhar mais horas não significa estar a produzir mais», acrescenta, clarificando que o conceito de produtividade é «produzir o mesmo com menos custos ou produzir mais com custos semelhantes».

E neste campo Portugal não sai bem do retrato. Um dos indicadores de produtividade mais simples da OCDE consiste em dividir o Produto Interno Bruto de cada país, em paridade de poder de compra, pelo total de horas trabalhadas nessa economia.

Em Portugal, 60 minutos laborais resultam num retorno de 21 euros para a economia nacional, em termos de PIB. É praticamente metade da produtividade alemã: 37 euros de PIB por hora de trabalho. Só há três países com pior produtividade do que a portuguesa – Polónia, Hungria e República Checa –, e este desempenho tem depois reflexos a nível salarial.

Um trabalhador português recebe menos de metade do que um alemão, segundo dados sobre vencimentos também da OCDE. Só há salários mais baixos em alguns países de Leste.

Apesar de a produtividade agregada do país estar abaixo da média europeia, Aurora Teixeira destaca a capacidade que alguns sectores tiveram, nas últimas décadas, de melhorar o seu desempenho. A docente recorda o caso do calçado, cuja produtividade subiu, desde meados dos anos 80, com melhorias tecnológicas e na organização das empresas, com uma aposta mais forte no design. «Ajudou a subir a competitividade externa, ao contrário do que aconteceu com o sector têxtil».

Como melhorar

Para Aurora Teixeira, o que aconteceu no calçado devia ser replicado. As melhorias surgiram depois de ser elaborado um plano estratégico para o sector e de ser gerada uma ‘plataforma’ eficaz entre empresas, universidades e institutos públicos. «Teve um impacto assinalável na inovação e capacidade de ajustamento das empresas. O sector emagreceu em quantidade de empresas e emprego, mas aumentou em valor acrescentado».

Outro economista, Vítor Bento, tem-se destacado exactamente por defender que tem havido um excessiva canalização dos investimentos nacionais para o sector não transaccionável, o que prejudicou a competitividade do país. E para sair da actual situação, considera ser necessária uma maior aposta no sector transaccionável. Num post recente do blogue da Sedes, defendeu que a descida da Taxa Social Única negociada com a troika «é uma boa ideia, sobretudo para quem não dispõe de moeda própria e pretende emular uma desvalorização».

joao.madeira@sol.pt

Angela Merkel governa Portugal :exige menos férias e aumento da idade para reforma em Portugal

A chanceler alemã, Angela Merkel, exigiu a unificação da idade da reforma e dos períodos de férias na União Europeia, criticando os sistemas vigentes em Portugal, na Grécia e em Espanha.

“Não se trata só de não contrair dívidas. Em países como a Grécia, Espanha e Portugal, as pessoas não devem poder ir para a reforma mais cedo do que na Alemanha”, afirmou a chanceler num comício partidário na terça-feira à noite, em Meschede (na Renânia).

“Todos temos de fazer um esforço, isso é importante, não podemos ter a mesmo moeda, e uns terem muitas férias e outros poucas”, advertiu Merkel.

Na Alemanha, a lei impõe que as empresas concedam aos trabalhadores um mínimo de 20 dias de férias por ano.

No entanto, mercê de acordos colectivos, este período é mais alargado em muitas empresas, quer do sector privado, quer do sector público, chegando a ultrapassar os 30 dias úteis.

Quanto à entrada na idade da reforma na Alemanha, passará gradualmente dos 65 para os 67 anos, entre 2012 e 2029.

Em Portugal, os trabalhadores podem reformar-se aos 65 anos, e o primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou repetidamente que não será necessário aumentar esta idade, devido às medidas de sustentabilidade implementadas na segurança social.

Pura Hipocrisia , afinal as medidas de austeridade são para a Alemanha

O comissário europeu dos assuntos financeiros, Olli Rehn, considerou hoje o empréstimo de 78 mil milhões de euros a Portugal “também necessário para proteger a retoma económica na Alemanha e as poupanças dos alemães”.

Em entrevista ao matutino Die Welt, Rehn afirmou que “ajudando Portugal, com critérios rigorosos, mas também com condições realistas, protege-se, simultaneamente, a retoma económica na Alemanhe a as poupanças dos alemães”.

O empréstimo, aliás, “não seria possível sem boa vontade da Alemanha“, sublinhou ainda o comissário europeu, no dia em que os ministros das Finanças do eurogrupo se reúnem em Bruxelas para tomar a decisão final sobre a assistência financeira a Portugal.

PAck da troika: Austeridade empurra salários e consumo para queda histórica

Nas suas previsões de Primavera, a instituição aponta para dois anos de recessão e um desemprego recorde. As medidas de austeridade já aplicadas e as que decorrem do acordo de ajuda externa vão ter um impacto enorme na vida dos portugueses, atirando o consumo privado para a maior queda de sempre e os salários reais para o maior recuo desde 1984, quando o FMI também interveio em Portugal.

Os gastos das famílias vão ressentir-se com os cortes salariais, os aumentos de impostos, a inflação, a subida das taxas de juro e o desemprego. A CE prevê que, em 2011, o consumo privado recue 4,4 por cento e outros 3,8 em 2012. A verificar-se, será a maior queda deste indicador desde que há registos dos dados. Os salários vão também ressentir-se com as medidas de austeridade, desde logo devido ao corte de 5 por cento na massa salarial dos funcionários públicos.

De acordo com as previsões da CE, os salários reais vão descer 3,6 por cento este ano e outros 1,9 em 2012, naquela que é a maior queda entre os países da zona euro. As quedas nominais são ainda maiores (7 e 3,9 por cento, respectivamente), visto que Bruxelas está a prever uma inflação de 3,4 e 2 por cento em Portugal.

A queda em 2011 não surpreende, devido ao corte salarial na função pública, mas o novo recuo das remunerações em 2012 espelha já que a economia fará um ajustamento salarial por baixo. As medidas de flexibilização laboral acordadas com a União Europeia (UE) e o FMI, a facilitação do despedimento e o nível recorde de desemprego irão pressionar os vencimentos dos novos contratados, reduzindo o nível geral das remunerações.

Tanto para 2011 como para 2012, as previsões da CE representam a maior queda dos salários reais desde 1983 e 1984, quando estes recuaram 5,7 e 9,2 por cento, respectivamente, na sequência da intervenção do FMI (ver texto em baixo).

No sector público, as despesas com salários vão estar, este ano e no próximo, ao nível mais baixo dos últimos 20 anos e os gastos com prestações sociais (subsídio de desemprego, abonos de família ou o rendimento social de inserção) vão sofrer uma redução, na sequência das medidas de austeridade já previstas no Orçamento do Estado de 2011 e exigidas pela própria troika. A CE prevê que, este ano, os encargos do Estado com as transferências sociais atinjam o nível mais baixo desde 1999 (ver infografia). Esses encargos, em percentagem do PIB, vão mesmo registar em 2011 a maior descida desde 1983 (-1,3 por cento).

Portugal pior que a Grécia

O quadro decepcionante traçado por Bruxelas começou ontem a materializar-se, depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmar que Portugal entrou já em recessão no primeiro trimestre. E uma recessão mais profunda do que se previa.

O Produto Interno Bruto (PIB) nacional recuou 0,7 por cento entre Janeiro e Março, depois de ter já resvalado 0,6 por cento nos últimos três meses do ano passado. Portugal entrou, assim, oficialmente, em recessão técnica (conceito que define dois trimestres consecutivos de contracção do PIB), reflectindo uma acentuada retracção da procura interna, sobretudo das famílias.

Para este ano, as previsões da CE são de uma contracção do PIB de 2,2 por cento, que se prolongará para 2012, com nova queda de 1,8. Mas, enquanto este ano ainda nos podemos congratular por a Grécia estar em pior situação (com uma queda da economia de 3,5 por cento), em 2012 a economia helénica vai descolar e deixar Portugal como o único país em recessão da zona euro e da UE.

Tal como o ministro das Finanças já tinha anunciado, a taxa de desemprego vai atingir um recorde histórico no próximo ano – 13 por cento -, depois de chegar aos 12,3 este ano. Só a Espanha, a Grécia, a Irlanda e a Eslováquia estarão em pior situação.

A queda recorde do consumo privado vai empurrar a procura interna (que reúne os gastos das famílias, o consumo público e o investimento) para o maior recuo de sempre este ano (5,7 por cento) e para o segundo maior em 2012 (4,7 por cento). Os gastos do Estado vão registar uma queda acumulada de 10,5 por cento até 2012, enquanto o investimento público vai deslizar 17,3 por cento nestes dois anos.

De acordo com a CE, este recuo nos gastos do Estado irá afectar o investimento privado, que deverá encolher 10 por cento em 2011 e 7,5 por cento em 2012. Os únicos contributos positivos para a economia virão das exportações e das importações. As vendas ao exterior vão aumentar 6,2 por cento este ano e 5,9 em 2012, ainda assim abaixo da performance do ano passado (ver infografia).

Já as compras ao exterior vão ressentir-se com a contracção do consumo privado e diminuir 5,3 e 2,8 por cento, em 2011 e 2012. Estes valores ficam, contudo, abaixo da redução das importações registada em 2009 (-10,6 por cento, na sequência de uma contracção do PIB de 2,5 por cento) e também dos valores registados aquando da última intervenção do FMI em Portugal, em 1983/1984.

Euro a duas velocidades

Enquanto Portugal e outros países periféricos continuam a desiludir, as maiores economias europeias estão a ganhar fôlego, acentuando o quadro de uma Europa a duas velocidades. A CE reviu ontem em alta ligeira as suas previsões para a zona euro, apontando para um crescimento de 1,6 por cento este ano e 1,8 por cento no próximo. Os 27 Estados da UE deverão crescer, em média, 1,8 por cento em 2011 e 1,9 em 2012.

À semelhança das taxas de crescimento, o mercado laboral europeu oscila entre a taxa de desemprego de 20,6 por cento projectada para Espanha e os 4,2 por cento na Holanda. A inflação deverá atingir quase 3 por cento na UE este ano e 2,6 por cento na zona euro, aliviando em 2012 para 2 e 1,8 por cento, respectivamente.

Bloco quer criar fundo nacional para pagar a dívida

O líder do Bloco de Esquerda defende a criação de um fundo para o resgate da dívida, de três mil milhões de euros por ano.

Francisco Louçã propõe a criação de um fundo de resgate nacional para recuperar a dívida. “Este fundo pode ter três mil milhões de euros por ano. É a resposta essencial para recuperar uma economia sufocada e olhar para o que é essencial: a criação de emprego e a promoção de investimento”, disse hoje o líder do Bloco de Esquerda.

O fundo proposto pelo Bloco é constituído por três recursos: impostos sobre as mais-valias urbanísticas, imposto de uma milésima sobre as operações bolsistas e uma taxa sobre todas as transferências para zonas fiscalmente privilegiadas, quando essas transferências registadas paguem imposto.

Na apresentação do programa eleitoral do partido, ficou explicito que o combate à dívida soberana do país é a grande prioridade. “O Bloco pediu uma auditoria à dívida. Não podemos aceitar que estamos condenados na próxima década”, afirmou Louçã.

As agruras de hoje da Grécia serão as de Portugal no futuro com o pacote da troika

As consequências de uma reunião não tão secreta

por Euro Intelligence

O nosso ponto de vista foi sempre que a resolução da crise consistiria num refinanciamento (rollover) permanente. Quando confrontados com a questão de permitir o incumprimento da Grécia ou concordar com mais um programa (irrealista), os ministros europeus das Finanças aceitaram esta última opção.

Numa reunião secreta no Luxemburgo, os ministros das Finanças de um subconjunto de países da eurozona encontraram-se para discutir o futuro da Grécia e, segundo o FT , alcançaram um consenso de que querem recorrer a um pacote inteiramente novo, pois o actual programa da Grécia, o qual prevê um retorno aos mercado em 2012, não é realista.

A Grécia precisa obter €25 a €30 mil milhões no próximo ano. O FT informa que o European Financial Stability Facility (EFSF) pode comprar dívida grega em mercados primários, em complemento de uma reestruturação voluntária para “rolar” (roll over) dívida que será devida em 2012. Responsáveis parecem ter descartado com firmeza qualquer reestruturação involuntária da dívida, a qual criaria mais problemas do que resolveria. O ministro grego das Finanças foi convidado à reunião de modo a que responsáveis pudessem enfatizar-lhe a importância de mais austeridade e privatização.

Na sexta-feira à noite, a revista Der Spiegel informou que a Grécia havia considerado uma saída da eurozona e revelou que uma tal teria lugar, com Wolfgang Schäuble tendo um estudo na sua pasta sobre porque uma saída grega far-se-ia a um custo proibitivo – para a Grécia mas também para a própria eurozona. A notícia deu lugar a negações frenéticas de responsáveis da UE e provocou uma nova derrota do euro, o qual declinou de um pico de US$1,49 para US$1,43 em dois dias. Responsáveis da UE primeiro tentaram negar que uma tal reunião viesse a ocorrer, mas quando se tornou impossível sustentar isso, eles simplesmente negaram que os ministros discutissem uma reestruturação da dívida, muito menos uma saída.

“COMENTÁRIOS ABSURDOS DE JOSÉ SÓCRATES”

Wolfgang Münchau escreve na sua coluna no FT que o fracasso em ser capaz de organizar uma reunião secreta simboliza a dificuldade em administrar uma união monetária (e especialmente um programa de refinanciamento de dívida) com um grupo de decisores executivos tão diversos. Disse ele não acreditar em quaisquer pronunciamentos oficiais de qualquer responsável da UE. Afirmou que os comentários absurdos de José Sócrates de que obteve um acordo melhor do que os gregos e os irlandeses também são muito típicos para o programa de acção colectiva da eurozona. E que vê cada vez mais evidências de uma bifurcação – uma situação dentro de poucos anos nesse caminho em que estados membros da eurozona terão de decidir se saltam para dentro de uma união política ou saltam para fora de uma união monetária.

Juan Ignacio Crespo escreve em El Pais que uma saída da eurozona seria o equivalente a uma outra crise financeira global. Se a Grécia saísse, o sistema bancário do país entraria em colapso e o país seria confrontado com uma implosão económica e social. E a crise imediatamente propagar-se-ia ao país seguinte da eurozona. A Europa neste ponto suspenderia tanto o mercado como o acordo de Schengen.

Os principais jornais alemães estão divididos sobre os méritos de um segundo pacote de resgate para a Grécia. Enquanto os diários económicos Financial Times Deutschland e Handelsblatt endossam a ideia de má vontade o Frankfurter Allgemeine Zeitung e o Bild estão em franca revolta. Holger Steltzner , do FAZ, destaca que a UE e o FMI não têm quaisquer meios de aplicar pressão sobre a Grécia uma vez que excluem a reestruturação da dívida grega e a saída da Grécia da eurozona. O colunista Hugo Müller-Vogg, do Bild, argumenta que se bem que o euro seja indispensável para a Europa, a Grécia não é. Se a Grécia quisesse deixar a zona da divisa ninguém deveria impedi-la. “Isso seria caro para o contribuinte europeu”, argumenta ele. “Mas um final caro é melhor do que infindáveis pacotes caros de resgate”.

PSD revela seu plano económico pelo lado da oferta

Passos Coelho revelou o plano económico do seu partido com o objectivo de mudar o modelo económico de Portugal. A principal característica é uma redução de encargos sociais dos negócios em 4 pontos percentuais, de 23,75% para 19%, financiando por cortes estruturais na despesa governamental. Isto inclui cortes no período que dá direito a benefício de desemprego; um corte no número de Secretarias de Estado em 30% e de conselheiros à metade; reduções em entidades públicas em pelo menos 15%; um serviço de recrutamento independente para postos no governo e o fim de prestigiosos projectos de infraestrutura, tais como serviços ferroviários de alta velocidade. O Jornal de Negócios tem os pormenores. O presidente Cavaco Silva disse que um corte fiscal para os negócios é possível e está de acordo com o acordo da troika mas que deveria ir a par com um corte fiscal sobre o trabalho, ao passo que o IVA pode aumentar.

Desordem tempestuosa na Irlanda após apelo de Morgan Kelly à reestruturação da dívida

Um comentário do economista irlandês Morgan Kelly no Irish Times a apelar a que a Irlanda se afaste do acordo de salvamento provocou uma enorme tempestade na Irlanda e alguma reacção irada do banco central e do governo. Kelly argumentou que o governo irlandês deveria afastar-se da dívida bancária, deixando-a para o BCE, de modo a que país ficasse com uma dívida “sobrevivivel” de €110 mil milhões. O governador do banco central, Patrick Hohohan, sentiu-se obrigado a defender-se, depois de Kelly acusá-lo de ter feito o “mais custoso erro alguma vez já feito por uma pessoa da Irlanda” ao calcular mal a escala das perdas bancárias. Hoohan defendeu o seu papel na corrida para o acordo de salvamento original e a sua decisão de manter a garantia bancária. O ministro das Finanças também respondeu emitindo uma rígida advertência ao artigo de Kelly, dizendo que benefícios à infância e os salários de 300 mil trabalhadores do sector público seriam reduzidos em 33% se o governo abandonasse o acordo de salvamento com a UE-FMI.

E se a França recorrese a um programa de resgate da UE e do FMI?

Em Les Echos Nicolas Barre também é céptico quando ao resgate grego, mas por razões diferentes. Originalmente os pacotes de resgate tinham duas razões bem fundamentadas. Eles precisavam mostrar a populações locais nos países periféricos quão grave era a situação e houve tantos pacotes de resgate para aqueles países quanto houve resgates para os bancos no resto da eurozona. Hoje aquelas duas razões já não são válidas segundo Barre. De modo que reestruturar a dívida grega seria a solução adequada. O colunista francês argumenta que políticos em Paris deveriam reflectir sobre os seus colegas em Atenas, Dublim e Lisboa, onde os governos já não estão no comando e têm de receber ordens da UE e do FMI. Barre aponta o sempre crescente rácio da dívida em relação ao PIB em França e diz que o destino de países periféricos deveria ser motivo de reflexão para qualquer candidato às eleições presidenciais francesas na Primavera de 2012.

Telmo do Big Brother nas listas do PS por Leiria – O antebraço? Como o próprio nome indica é o que está antes braço, ou seja, o ombro

Telmo Ferreira, que ficou conhecido depois de concorrer ao Big Brother em 2000, aparece em 14.º lugar da lista do PS, encabeçada pelo independente Basílio Horta, avança o jornal i.

Telmo é assim candidato a deputado e prepara-se para concorrer à liderança da concelhia da Batalha, escreve o i. «Está na altura de agarrar este desafio, de fazer algo, sobretudo quando se diz que os jovens demonstram estar afastados da política. É aí que eu penso poder dar o meu contributo», disse Telmo ao jornal Região de Leiria, citado pelo i.

Foi Miguel Chagas, líder do PS Batalha, que viu em Telmo Ferreira qualidades para o indicar à Federação de Leiria: «É um jovem empresário e facilmente pode ser reconhecido por ter participado num programa de televisão».

Em Leiria, a questão é abafada, explica o i. «Não posso comentar individualmente uma decisão que é do colectivo», afirmou o líder da distrital, João Paulo Pedrosa. No entanto, a nível local as concelhias socialistas do Norte do distrito criticam a exclusão do actual deputado.

O i relembra citações de Telmo no programa da TVI em 2000:

«A pessoa mais próxima é a que descarrego mais tudo»

«Uma pessoa vira-se para um lado e se for preciso desvira-se»

«O que apetece no grupo é… sexo em grupo… muitas orgias… muitas orgias»

«Quem é que quer esta lata de atum mais eu?»

«O antebraço? Como o próprio nome indica é o que está antes braço, ou seja, o ombro».

Sócrates garantiu 80 mil milhões em troca do PEC 4

O primeiro-ministro já tinha preparado o pedido de ajuda à UE e ao BCE quando se comprometeu em Bruxelas a avançar com novas medidas de austeridade.

Quando José Sócrates assinou em Bruxelas, no passado dia 11 de Março, o acordo com as medidas do PEC 4 ficou também estabelecido que a esse acordo se seguiria um pedido de ajuda externa a Portugal no valor de 80 mil milhões de euros, apurou o SOL junto de elementos da Comissão Europeia (CE) envolvidos nas negociações.

O compromisso assumido pelo primeiro-ministro português com o Banco Central Europeu (BCE), a CE e o grupo Euro começou a ser negociado no final de Fevereiro e passou pelo encontro, a 2 de Março, em Berlim, de Sócrates e Teixeira dos Santos com a chanceler alemã Angela Merkel.

As crescentes dificuldades de financiamento do Estado português e, em particular, da banca colocaram como inevitável a antecipação das medidas do PEC 4 e a definição de um pacote de ajuda externa a curto prazo.

O próprio presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, viria a confirmar publicamente, dias depois, que considerava «apropriado um resgate a Portugal» num valor próximo dos «75 mil milhões de euros».

O bluff…

O anúncio das medidas do PEC 4, no mesmo dia 11 de Março em que foi oficializado em Bruxelas, apanhou o país de surpresa. E deixou antever – pela forma como o primeiro-ministro marginalizou ostensivamente o PR e a Oposição do processo – que dificilmente o PEC 4 recolheria o imprescindível apoio maioritário na AR. E que estava próxima a abertura da crise política.

Ciente de que a negociação do PEC 4 tinha implícito, num segundo momento, o pedido a Bruxelas da ajuda de 80 mil milhões de euros, Sócrates apostou tudo no bluff político e na estratégia de ruptura que permitisse culpabilizar a Oposição, e em especial o PSD, pela queda do Governo e pelo recurso à ajuda financeira da Europa.

Corte salarial. Pensões e subsídio de férias em risco

A 6 de Abril de 2011, Portugal pede pela terceira vez na sua história ajuda externa ao Fundo Monetário Internacional. Resgate deverá estar entre os 70 e os 80 mil milhões.

Bruxelas deverá exigir um corte substancial do dinheiro pago pelo Estado em salários e pensões para que o país possa recorrer ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF). Em cima da mesa, apurou o i, poderá estar um corte que ronde os 20% da massa salarial. Não cabe a Bruxelas definir o modo como esse corte será efectuado porém o caminho mais directo, à semelhança do que já foi feito quando Mário Soares era primeiro-ministro, na década de 80, passa pelo 13º mês dos funcionários públicos. A esta possibilidade poderá ser somado um imposto adicional sobre as pensões mais altas e o congelamento das reformas. Ainda assim, o executivo poderá pagar o 13º mês dos funcionários públicos através de títulos de dívida portuguesa.

Mudanças nas leis laborais e aumento da idade da reforma deverão ser igualmente equacionados. O pacote de ajuda será sempre duríssimo, à semelhança do que aconteceu na Grécia e na Irlanda .

Depois da reunião do Ecofin, que junta os ministros das Finanças da zona euro sexta-feira e sábado, poderá ser já avançado o valor de um empréstimo de emergência ao país para suprir necessidades imediatas, devendo ser, posteriormente, formalizado um pacote de ajuda de Bruxelas em troca de medidas de austeridade. O resgate português deverá rondar os 70 a 80 mil milhões de euros, parte deste valor será assegurado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) .

A posição concertada dos bancos, que decidiram deixar de financiar o Estado através da compra de dívida pública, empurrou o executivo para esta decisão. As necessidades de tesouraria do Estado estavam suprimidas durante o mês de Abril, mas com o corte do financiamento bancário o governo não conseguiu manter a posição irredutível de não pedir ajuda até às eleições de 5 de Junho. À voz dos banqueiros juntou-se a do governador do Banco de Portugal que esta semana reuniu com o ministro das Finanças, a quem disse, sabe o i, que um pedido de ajuda imediato era indispensável.

6 de Abril de 2011 O dia de ontem fica para a história. Portugal assumiu pela terceira vez a incapacidade de fazer face às suas obrigações, recorrendo a uma ajuda externa. Depois de o jornal “Financial Times” ter anunciado que Portugal estaria a negociar um empréstimo com Bruxelas, o gabinete do primeiro-ministro foi categórico logo pela manhã, recusando, numa primeira fase, contactos formais com a União Europeia e, mais tarde, negando igualmente conversas informais.

Porém, na Assembleia da República, o tom era outro e, à semelhança do que tinha feito no dia anterior o líder da bancada parlamentar, Francisco Assis, o ministro dos Assuntos Parlamentares abria a porta à ajuda externa “perante uma situação excepcional”.

A notícia do pedido de ajuda chegou a meio da tarde, de forma inédita, através da versão online do “Jornal de Negócios”. O ministro das Finanças anunciava, em entrevista dada por escrito, que era “necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu”. “O país foi irresponsavelmente empurrado para uma situação muito difícil nos mercados financeiros”, disse Teixeira dos Santos, atirando as culpas para a oposição. Ontem, os juros portugueses mantiveram-se em queda acentuada e a taxa a dois anos desceu dos 9%.

Filipa Martins

ANTÓNIO BARRETO – Crise política é “golpe” de Sócrates para se vitimizar

Crise política é "golpe" de Sócrates para se vitimizar

O sociólogo afirmou que a demissão do Governo foi um “golpe” do primeiro-ministro para provocar eleições, vitimizar-se e que aumenta as dificuldades para Portugal se financiar nos mercados.

“Estamos a pedir em más condições, depois de um golpe de Sócrates que provocou eleições para tentar continuar no deslize e no agravamento em que estávamos”, afirmou Barreto, que preside à Fundação Francisco Manuel dos Santos, em declarações à agência Lusa, à margem do lançamento do livro de Vítor Bento, “Economia, Moral e Política”.

António Barreto acrescentou ainda que o momento actual do país “corresponde à ideia do primeiro-ministro, de provocar uma crise na qual ele possa, eventualmente, passar por vítima”.

O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos acusou ainda José Sócrates de “caluniar” as entidades internacionais “a quem pede ajuda” e de “caluniar os credores” depois de pedir empréstimos. “Esta duplicidade é um péssimo sinal para o exterior”, acrescentou, referindo que se Portugal tivesse pedido ajuda externa há mais de um ano, teria estado em melhores condições para o fazer, e em melhores condições para cumprir eventuais programas de reformas económicas.

Os juros exigidos pelos investidores no mercado secundário para deter títulos de dívida soberana portuguesa a dois anos superaram hoje o preço da dívida a dez anos, pela primeira vez desde 2006.A yield (remuneração total) exigida no mercado para comprar dívida a dois anos atingiu os 8,17 por cento, acima dos 8,092 por cento cobrados pela dívida a 10 anos, de acordo com a agência de informação financeira Bloomberg.

«Agora estamos em situação praticamente desesperada», disse ainda o sociólogo, que insistiu na necessidade de realizar uma auditoria às contas públicas.

«Se não se realizarem auditorias, há dois problemas. O primeiro é que damos mais um sinal negativo ao exterior, isto é, que temos algo a esconder. Em segundo lugar, perante o eleitorado português, perante os cidadãos, é um factor de deslealdade inadmissível», concluiu António Barreto.

 

Previsão do Governo era de 7,3% Défice público em 2010 foi de 8,6 por cento e em 2009 chegou aos 10%

O défice público registado por Portugal durante o ano passado foi de 8,6 por cento, um valor que fica acima dos 7,3 por cento previstos pelo Governo. A dívida pública superou a barreira dos 90 por cento pela primeira vez.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística confirmam que a inclusão das imparidades do BPN nas contas públicas e a inclusão no perímetro das Administrações Públicas de três empresas de transporte – a Refer, o Metro de Lisboa e o Metro do Porto – tiveram um impacto nos valores do défice e da dívida que são entregues a Bruxelas. A execução das garantia do BPP também tiveram impacto negativo. Sem a inclusão destes dados, o défice teria sido de 6,8 por cento, faz questão de afirmar o INE no seu comunicado à imprensa.
O INE precisa que, no caso da inclusão das empresas públicas (exigida pelo Eurostat), a revisão das contas tem impactos a partir do ano 2007. Para o ano de 2007, o efeito é de um acréscimo de 793 milhões de euros no défice, ou seja, mais 0,5 pontos percentuais. No que diz respeito às imparidades do BPN, o impacto negativo é de 1800 milhões de euros, cerca de um ponto percentual do PIB. O registo da execução das garantias do BPP custou ao défice mais 450 milhões de euros, ou seja, cerca de 0,3 pontos percentuais do PIB.
A dívida pública também foi afectada por estes factores e saltou para os 92,4 por cento do PIB em 2010.
O INE explica ainda que “recebeu uma Visita Diálogo do Eurostat nos dias 17 e 18 de Janeiro deste ano” e que “esta notificação reflecte, em parte, os resultados deste diálogo”.
Para 2011, o Governo mantém uma previsão para o défice de 4,6 por cento e coloca agora a dívida pública já próximo dos 100 por cento do PIB, em 97,3 por cento.